Saturday, February 28, 2026

Greenland 2: Migration

 É surpreendente como por vezes classicos de Janeiro conseguem ter algum sucesso que acabam por ter uma sequela no mesmo mês, foi isso que aconteceu com este filme de ação catastrofico com Gerar Butler, que tem aqui a sua sequela com o mesmo tipo de filmes. Criticamente a mediania do primeiro filme continuou, mas é obvio que nunca seria um filme com grandes ambições comerciais. Por sua vez comercialmente ficou aquem do primeiro filme, sendo mais obvio que se trata de um filme de janeiro que respirou mais uma vez do que o expetavel.

Sobre o filme podemos dizer que quem viu o primeiro filme sabe perfeitamente o que vai encontrar, pouca narrativa, muita ação ate ao limite, cenas impossiveis, mas mais que tudo algumas sequencias de catastrofe em diversas cidades. Uma especie de Last of Us, sob a forma de road trip sem zombies. O filme acaba por ser acima de tudo previsivel, com poucos elementos que o retirem do carimbo do janeiro.

Mesmo em termos produtivos sendo um filme de estudio e sempre previsivel que nao seja propriamente um filme muito trabalhado, excesso de CGI, nem sempre de grande qualidade para tornar as sequencias de ação mais fortes do que realmente elas são. Fica a sensação que o filme percebe que não tem materia para ir mais longe e isso sucede nas escolhas finais que faz.

Num janeiro normalmente marcado por filmes de terror de segunda linha ou ação já existente temos aqui a tentativa de rentabilizar financeiramente um filme catastrofe, tipo que funcionou nos primeiros anos do milenio mas que foi desaparecendo. Nota-se tratar-se claramente de um filme de segunda linha.

No que diz respeito a historia os protagonistas do primeiro filme refugiados na Greenland tem de fugir para diversas partes do mundo quando a atomesfera começa a atacar, numa luta pela sobrevivencia ao longo de diversas partes do globo.

O argumento e simples, uma razão para a fuga e quase duas horas de cenas de ação, alguns personagens que encaixam no cliche que o filme quer ser, um acontecimento trágico e eis que tudo se desenolve a procura da salvação.

Na realizaçao Roman Whaugh tem uma autentica maquina produtiva com Butler em filmes de açáo simples, a questão e lançar dois filmes no mesmo mes. O excesso de CGI demonstra dificuldades em termos de capacidade artistica em busca de pouco risco.

No cast Butler e funcional fisicamente neste tipo de projeto, embora sempre com personagens semelhantes, Baccarin tenta resistir ao esquecimento e o ponto mais estranho e vermos Griffin Davies que nunca conseguiu potenciar o sucesso de Jojo Rabbit


O melhor - O apocalipse europeu

O pior - A falta de elementos que tirem o filme da mediocridade


Avaliação - C-

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