O cinema de violência simples com justiceiros furiosos e filmes com poucas falas e muita ação tornaram-se repetidos, contudo, com o passar do tempo os mesmos foram perdendo algum protagonismo critico e comercial, devido ao excesso repetitivo de filmes. Onslaught e um pouco mais rebelde do que a sinopse reduzida que acima indiquei, mas foi um filme que a critica ficou indiferente, mesmo que o estilo visual pudesse ter algumas virtudes e comercialmente um desastre com alguns atores de uma primeira linha a desaparecerem do filme.
Sobre o mesmo podemos dizer que temos um filme simples, uma serie de assasinos letais a todo o custo e uma vingadora marcada pela sua presença numa guerra apostada em proteger a sua filha ao maximo, depois muita violência, ação de ritmo elevado poucas palavras e essencialmente muito pouco conteudo.
E um dos filmes que podemos ficar surpreendidos, ainda que não nos melhores motivos em algumas dos seus próprios atos de rebeldia , o filme perde-se em algumas linhagens narrativa sobrando apenas um trabalho estetico interessante, gráfico, que parece retirado de um comic book, mas que nao consegue dar ao filme uma inexistencia propria.
Por tudo isto, um filme quase insignificante nota-se a tentativa de Arjona ir buscar algum do estilo mais fisico do seu companheiro Momoa, se calhar a pensar numa colaboração conjunta, mas um claro filme serie b com poucos motivos de interesse. O cinema entrou nesta fase repetitiva onde poucos sao os filmes diferenciados.
A historia fala de uma mãe de familia marcada por um passado de guerra, a qual tem de defender a sua familia quando uma serie de assassinos letais se aproximam do seu espaço.
O argumento é em todos os figurinos redutor. Aquele tipo de filme que tem uma ideia central e depois explora ação e confronto tem outros atributos o que me parece claramente pouco para os dias de hoje. Pouca personagem e dialogos para alimentar o projeto.
No que diz respeito à realização temos Wingard um realizador com alguns bons projetos mas que nunca teve um filme ancora. Aqui foge um pouco do papel de tarefeiro que tem tido, mas isso nao dá ao filme uma assinatura propria significativa.
No cast temos uma Arjona como heroina de ação disponivel fisicamente mas parece-me com limitações de carisma e mesmo de interpetação dramatica. Valoriza-se o trabalho de Stevens em mudar o seu paradigma embora com tanta caracterização fique a ideia que o mesmo não é própriamente ele.
O melhor - Alguns aspetos gráficos
O pior - O uso e abuso deste tipo de narrativa simplista
Avaliação - C-
.jpg)
.jpg)


.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
