Produzido em 2025 este filme de terror à distância onde o som é um dos principais protagonistas, acabou, fruto de criticas interessantes por ser lançado com alguma extensão nas salas de cinema americanas, sendo que os resultados comerciais foram interessantes, contudo comercialmente, sem figuras de primeira linha, o resultado foi consistente e conduziu a que o filme tivesse uma magnitude bem maios do que inicialmente seria expetavel.
Sobre o filme podemos dizer que começa de uma forma lenta, escondendo um pouco aquilo que quer mostrar, acaba por ser mais eficaz quando se revela e tem alguns momentos de tensao psicologica interessante onde a personagem idosa e doente acaba por dar a estetica de terror que o filme necessita mesmo que a preparação a um filme como este acabe por ser algo lenta.
E um daqueles filmes que não é propriamente um filme de terror declarado, tenta na primeira fase entrar numa dinamica de aumento de tensão psicologica, mas isso acaba por desaparecer num segundo momento em que o filme vai a procura do mais comum no cinema tipico de espiritos, onde aqui também se calhar perde algum do impacto do misterior que vai escondendo.
Por tudo isto um vulgarissimo filme de terror, pouco estetico, uma baixa produção onde o escondido acaba por ser importante, jogando bem com o som, mesmo que no final isso dificulte em entender todas as premissas de uma forma clara do filme. Nao e um filme de primeira linha cumpre alugns dos propositos que quer cumprir mas pouco mais.
A historia segue uma jovem que descobre que esta gravida enquanto cuida da sua progenitora doente ate que começa a interagir pelo seu podcast com um misterioso ouvinte que lhe esconde um segredo transcendente.
O argumento do filme joga bem com o lado escondido, com o som, mas ao mesmo tempo surge a ideia que o filme poderia e deveria ter ido para um lado mais terrestre em fase do estilo. COnfunde-se alguns momentos na revelação, mas a aposta nao seria facil.
A realizaçao esta a cargo de Ian Tuason um desconhecido canadiano ligado ao cinema de terror independente que teve aqui o seu filme mais visivel, o estilo do filme da a outros elementos proponderancia que nao teriam e isso e uma assinatura mas fica a ideia que o filme pouco mais usa o lado dos cliches dos momentos de impacto.
No cast e quase uma intervençao a solo de Nina Kiri uma atriz de terceiro plano que assume o protagonismo com intensidade embora com uma interpretaçao normal de terror sem grande sublinhado. Tem o peso do filme, tem minutos mas nao e propriamente brilhante.
O melhor - O som como protagonista do terror
O pior - Perceber toda a dinamica subjacente ao ocorrido
Avaliaçao - C
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