O dominio total da Marvel em termos do cinema de ação e mais que isso na sua capacidade de fazer dinheiro principalmente em herois de primeira linha é totalmente incomparavel e este ano com o novo capitulo de SPider Man, levou os registos mas numeros muitos mais superlativos. Ajuda este sucesso a critica normalmente gostar de filmes simples deste estilo e por outro lado comercialmente ter a dupla com maior valor comercial do momento para fazer dos produtos uma autentica maquina de fazer dinheiro.
Sobre o filme podemos dizer que em termos de imagens todos os filmes de Spider Man tiveram a capacidade de inovar e aqui temos dois elementos que funcionam, desde logo reconstruir alguns dos momentos mais iconicos da banda desenhada e por outro lado o movimento com a camara dentro do fato, acabam por ser em termos tecnicos as duas maiores evoluções e o filme acaba por funcionar nesses dois pontos
O segundo elemento onde o filme funciona também é na capacidade de ser simples e quase generico para a toda a familia, ao contrario do anterior, mais aclamado os procedimentos sao totalmente mais simples e isso faz com que o filme seja na sua essencia mais simplista, e menos forte naquilo que significa e uma passagem para Dr Doom, num tipo de registo que normalmente funciona bem quando a Marvel chama a primeira divisão dos seus herois.
Por tudo isto um filme que promete aquilo que cumpre, animação e entertenimento simples, em que a procura de algumas personagens tem unicamente efeitos comerciais como Hulk que aparece para dar dimensão e seguidores ao filme, mas em termos narrativos pouca diferença relativamente ao ponto de começo e isso normalmente é algo que nos filmes de SPider Man não acontece.
A historia segue um Peter Parker dedicado ao seu super heroi, sozinho a ver os seus amigos continuarem sem se lembrarem dele, tudo fica diferente quando uma estranha rapariga entra na mente de diversas pessoas colocando em perigo o futuro de Nova Iorque necessitando que o mesmo comece a controlar as suas faltas.
Em termos de argumento temos um filme que segue os atributos principais dos filmes anteriores com menos risco. Em termos de entertenimento uma boa gestão do efetivo, mas uma clara sensação que em determinados momentos o cinema devia ter mais risco, porque na historia da Marvel é um filme onde claramente acontece pouco para o valor conseguido.
Na realizaçao a batuta foi entregue a Cretton um realizador com um excelente inicio de carreira que foi perdendo fulgor tornando-se agora um tarefeiro da Marvel, onde tinha regressado aos sucessos da carreira embora com menos assinatura do que os pequenos filmes que o fizeram conhecido. Eficaz sem assinatura.
No cast Holland e Peter Park e vice versa dai que o filme arrisque pouco, eu questiono o que o ator faz para alem deste papel feito a medida. Nas novas aquisições mais tempo para Bernthal no seu Punisher o qual funciona bem no lado comico, e uma Sadie SInk a crescer no projeto num papel mediano, que se espera poder melhorar no futuro da saga.
O melhor - A competencia do entertenimento
O pior - O filme trazer muito pouco de risco
Avaliação - C+
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