Sunday, April 12, 2026

The Super Mario Galaxy Movie

 Três anos depois da Ilumination ter aproveitado como poucos o franchising de Super Mario com um filme original, atual e próximo de todos eis que surge a sua mais que esperada sequela, baseado, desta vez no jogo Super Mario Galaxy, com novas personagens mas com o mesmo objetivo comercial. Criticamente o filme falhou por completo, mas ja o primeiro não tinha sido propriamente um sucesso. Comercialmente os resultados estão a ser consistentes e permanecem nos proximas semanas.

Sobre o filme podemos dizer que o mesmo segue os elementos do primeiro filme, com a rebeldia de alguns apontamentos, muitas ligações ao historico dos jogos, muita cor, entertenimento de base para os mais pequenos e pouco mais. Nao e um filme que arrisca propriamente na abordagem, que trabalha muitos as personagens, cumprindo rapidamente os poucos objetivos comerciais que tem.

Os novos elementos funcionam essencialmente na sua capacidade comercial, Yoshi é o que esperamos dele, a proximidade a momentos do jogos estão sempre presentes, a ida ao historico, o humor, é um filme que tenta sempre ser proximo dos mais pequenos e quando assim é, acaba por ser o que comercialmente um projeto como este tem que ser, mesmo que nunca tente ser mais que isso.

Contudo sendo o mundo Mario quase interminavel, o sucesso fara prepetrar outros filmes que não trarão propriamente mais densidade do que o que já foi exibido. O cinema e para dar emoçoes e este dá, principalmente em personagens com uma longividade tão grande que preenche gerações e nesse particular o filme sabe perfeitamente o que quer atingir.

A historia segue os personagens do primeiro filme, agora acompanhados de yoshi, os quais tem que embarcar numa aventura galatica de forma a tentar resgatar uma princesa e acima de tudo colocar em causa os objetivos destrutivos de Bowser Jr.

O argumento funciona na simplicidade, sabe o que funciona nas personagens e entrega isso ao espetador para o impacto mais imediato. Nao tem propriamente muita densidade ou originalidade na historia, ou nao fosse baseado num videojogo, mas o filme consegue ser impactante nos apontamentos mais diretos.

Na realizaçao temos temos a mesma equipa, que sabe a base do jogo, sabe o mundo atual de uma produtora de primeira linha de animaçao, e acima de tudo sabe potenciar tudo isso para uma comunicação direta com o espetador e isso e o que de melhor um filme pode ter.

No cast de vozes como vi a versão portuguesa nada posso dizer ao riquissimo leque de escolhas que o filme tem.


O melhor - A lealdade ao produto de base

O pior - Pode parecer pouco em termos narrativos


Avaliação - C+

Avatar: Fire & Ashes

 Três anos depois de Avatar ter lançado a sua sequela depois de muitos anos de espera, a sequência de filmes tornou-se maior e surgiu no final de 2025 o terceiro capitulo do filme, que abandonou as personagens reais para se estabilizar no planeta pandora e as personagens azuis a acabarem por abundar em lutas intermináveis. Ao contrário dos primeiros dois filmes a critica foi mais moderada com avaliações ainda positivas mas longe do unanimidade que deu origem aos primeiros filmes e comercialmente um terceiro filme acabou por mais modesto ainda com resultados muito impactantes.

Eu confesso que gostei do primeiro filme pela capacidade de levar as pessoas ao cinema e mais que isso pela qualidade e pela moda do 3D que deu a todos os filmes que se seguiram. Um segundo filme vinha sem novidade e ai já não fui grande adepto, principalmente porque fiquei demasiado preso a personagens demasiado iguais, o que leva a que a atençao nas personagens seja dificil e isso não e propriamente uma atitude inteligente num filme tão grande e que aqui se torna ainda mais gritante.

O espetaculo visual deste terceiro filme e claro, obvio que o filme tenta ir buscar a cor e criar uma realidade inacreditavel, mas parece que os apontamentos qualitativos acabam por ficar por ai, no restante temos um novo povo, para fazer de antaganista ao que conhecemos, guerras e ligações para um futuro e pouco mais, num filme com honra, efeitos especiais de ponta mas muito mais vazios do que propriamente os dois primeiros, principalmente o que deu inicio a tudo.

Por tudo isto temos uma continuidade que nos parece mais pensada pelo valor comercial do que propriamente a incrementar um valor a narrativa que ja foi criada em Avatar. O filme arrisca pouco, criando personagens novas mas tornando as mais antigas quase intocaveis, mas a falta de elementos humanos torna o filme quase uma animaçao e tres horas e tempo demais para o genero.

A historia segue os personagens conhecidos, marcados pela perda de um dos filhos, mas acaba por ser atacado por um novo povo, muito mais violento, que se unem aos inimigos de sempre para tentar colocar em causa o povo do filme.

Em termos de argumento para tres horas de filme temos muito pouco de novo ou de risco nos elementos que vem dos primeiros filmes. ALias existe uma incrementaçao de novos elementos e novos personagens que ajudam para batalhas interminaveis mas isso apenas fortalece o filme visualmente e nao narrativamente.

Na realizaçao Cameron tera neste projeto o seu ultimo, tentando dar ao cinema uma atualizaçao constante mas parece que o caminho de Avatar foi o de CGI em exclusivo longe do que TItanic conseguiu e principalmente o primeiro Avatar para o cinema, gostei mais quando inovou de base, mas nao vai para novo.

No cast o filme e claramente uma animaçao nao existindo propriamente dito personagens de live action o que facilita. Worthington e Saldana sao os pais do filme mas escondem-se atras do Avatar o que nao e proveitoso para as carreiras.


O melhor - Os apontamentos tecnlogicos de ponta


O pior - Tres horas com poucos elementos narrativos significativos


Avaliação - C

Saturday, April 11, 2026

Psycho Killer

Fevereiro é sempre um mês de ensaio em que as produtoras arriscam em alguns produtos que não sáo sucessos obvios, e eis que surgem alguns filmes de terror de segunda linha tentando ganhar um espaço proprio. Foi nesse sentido que surgiu este filme satanico, um claro serie B que foi um total desastre critico com avaliações do pior que nos lembramos, mas tambem comercialmente onde claramente fica a ideia que o filme nunca foi pensado para grandes resultados ou este grau de expansão.
Sobre o filme podemos dizer que ao contrario do habitual não temos um filme com forças sobre naturais, temos um seriall killer totalmente desconhecido com motivações totalmente satanicas e a procura de tentar capturar alguem com uma forma indescritivel. O filme nao tem conteudo, nao tem personagens sendo apenas um jogo do gato e do rato, do primeiro ao ultimo minuto.
Por tudo isto temos um claro filme que mesmo numa fila de um clube de video dos anos 90 preenchia espaço, e um filme que é mal, feito, desconhecendo se propositado ou não, nas mortes e simplista, nao entrando no body horror da moda, ou seja, acaba por ser um filme que nunca consegue ser minimamente nada do que se espera que fosse.
Um daqueles filmes que dificilmente vamos perceber porque existiu ou melhor como chegou ate nos, o cinema tem espaço para mais creatividade mas e impossivel perceber como filmes como este, com o carimbo de produtora de sucessos semelhantes veem a luz do dia ou chegam a uma abrangencia que danifica quem gosta de cinema.
A historia é simples um serial Killer satanico mata um policia e a mulher do mesmol que observou o assassinato, tenta fazer tudo para capturar o assassino com ambições bem mais perigosas para toda a cidade.
O argumento do filme e um deserto de ideias de base e mais que isso na propria concretização. E um daqueles filmes que na maior parte do tempo segue apenas a loucura ou o cenario do homicida abandonando qualquer conteudo que possa ter.
Na realizaçao temos Gavin Polone um produtor de filmes dos anos 90 que aqui tenta algum merito com um filme patrocinado que demonstra bem que quem nao conseguiu imperar naquele tempo dificilmente o poderia fazer trinta anos depois.
No cast temos um desastre, ninguem conhecido, sem personagens e sem qualquer espaço para qualquer referencia, um desastre total.

O melhor - A curta duraçao

O pior - O mediatismo de um filme tão fraco

Avaliaçao - D-

 

Wednesday, April 08, 2026

Crime 101

 Poucos filmes estreiam numa epoca tão precoce do ano, com um elenco tão apelativo, numa policial com um cast de primeira linha, com algumas ambições comerciais, que foi potenciado pela sua capacidade critica, que acabou também por dar algum sublinhado ao filme. Do ponto de vista comercial os resultados até foram competentes, pese embora a passagem muito mais rápida para o Streaming pode fazer com que o filme consiga outro impacto também comercial.

Sobre o filme podemos dizer que temos um policial, um pouco o jogo do gato e do rato entre ladrões e policias, sem que propriamente crie de uma forma estanque a diferença entre bons e maus. Fica a sensação que essa dificuldade nas barreiras e nas fronteiras torna o filme um pouco difuso, que tem bons momentos, mas que parece sempre algo longo para o resultado final.

O numero elevado de personagens as ligações que se criam e se esbatem até funcionam, mas fica a sensação que por sua vez o filme trabalha pouco a caracterização clara das personagens. E nesse perimetro que temos um filme que ate funciona na sua capacidade de dar cinema rapido, mas que por outro lado tem muita dificuldade em dar personagens iconicas, existindo muitos laços narrativos que se vão perdendo.

Por tudo isto temos um filme competente, um degrau acima do tipico policial de estudio, com um bom elenco, mas que lhe falta alguns elementos de entertenimento para uma comunicação mais efetiva com o espetador. O cinema e muito intensidade e o filme mesmo sendo longo por vezes equilibra de forma mediana os momentos de cada linha de uma narrativa completa.

O filme fala de uma serie de assaltos praticados por um indivíduo isolado, que começa a ter competição, sendo que o processo de investigação corre a todo o curso por um policia obcecado em perceber quem está por trás de tamanha onda de crimes.

O argumento do filme tem muitas arestas, sem que todas elas sejam limadas da mesma forma. Existe determinados espaços em que fica a clara ideia que o filme vai crescer em dimensão e densidade com momentos em que se adormece em lados narrativos que nunca são verdadeiramente explorados

Na realizaçao Layton tinha chamado a atenção em American Animals, tendo aqui um cast muito mais rico. Nota-se a influencia de classicos como Scott e Man, mas o filme não e propriamente muito artistico e ambicioso na forma estetica, sendo sempre mais cumpridor do que diferenciado. Um realizador que sabe potenciar o potencial sem muitas manobras de diversão.

No cast temos um elenco de primeira linha com Hemsworth bem mais serio do que o nomal, um heroi de ação standartizado, ao seu lado Berry a procura de mais espaço mediatico e Rufallo sempre competente. Keohgan tem o lado mais extrovertido numa personagem proxima do que habitualmente faz. Um bom elenco sem grandes sublinhados individuais.


O melhor - A capacidade que o filme tem de ser denso.


O pior - A falta de alguns elementos de entertenimento para um filme tão grande


Avaliação - C+

Saturday, April 04, 2026

Send Help

 Janeiro não é propriamente um mês onde grandes produções acabam por ver a luz do dia mas Sam Raimi, longe do sucesso comercial da sua carreira de Spider Man, voltou um pouco ao cinema de base para tentar espelhar novais ideias dai que Janeiro acaba por ser o espaço para esse lado mais exprimental. Este curioso filme de sobrevivencia surpreendeu a critica com boas avaliações e conseguiu bons resultados de bilheteira, demonstrando que Raimi ainda consegue ser convincente no espaço mais exagerado do ser humano.

Sobre o filme podemos dizer que é competente principalmente naquilo que se propõem do primeiro ao ultimo minuto, quer ser um filme trabalhado para uma satira exagerada das suas personagens, consegue-o fazer de forma facil. Tenta ser repugnante nos maneirismos e no exagero, e ai consegue como poucos causar uma repulsa continua no espetador. Consegue ter uma mensagem curiosa no seu lado final.

Por tudo isto Send Help e um filme que se consegue ver muito bem, que nos prende ao ecra tentando perceber todos os momentos que o filme vai querer ter, mas acima de tudo joga em muitos apontamentos onde obviamente nos parece que o filme é original, e num momento em que o cinema é acima de tudo monocordico esta capacidade acaba por ser antusiasmante.

Ou seja um filme diferente numa mistura de generos diferenciado, que consegue ter uma protagonista com uma gama de recursos que leva o filme totalmente conduzido numa personagem muito bem trabalhada. E trás-nos um Raimi há muito desaparecido na capacidade de contar uma historia singular com diferentes apontamentos interpretativos.

A historia segue uma administrativa colocada de lado de uma empresa e o seu patrão que são os unicos sobreviventes de uma acidente de avião, contudo perante a aptidão de sobrevivencia da primeira as leis do balanço de poder muda um pouco nessa economia de poder.

O argumento do filme é original na historia, no estilo que o filme adota, mas acima de tudo na sua capacidade de ser diferenciado, na narrativa central, nos dialogos e nas personagens, pode denotar-se aqui algum exagero, mas isso faz com que o impacto do que o filme da seja maior.

Na realização Raimi é um experiente realizador em muitos momentos e  consegue aqui ter um filme de ação, e com terror psicologico onde fez muito da sua carreira. E uma figura de referencia que regressa aqui depois de algumas tarefas e alguns realizadores sentem-se muito melhor na base.

No que diz respeito ao cast, podemos dizer que McAdams tambem algo afastada de grandes projetos domina o filme em diversos vetores, aproveitando uma personagem que domina o filme. O Bryan da um pouco de contexto diferente a sua carreira, mas menos convincente, mas acaba por ser um bom balanço para a personagem central.


O melhor  - A capacidade do filme ser original numa base algo absurda


O pior - A sensação que muitas vezes o filme dá, de não se levar a serio


Avaliação - B

Friday, April 03, 2026

How to Make a Killing

 


Aproveitando um claro star value de Glenn Powel eis que em Fevereiro surgiu um pequeno filme que tem o novo astro de hollywood como protagonista, numa comedia negra com ambições apenas conduzidas para os seus protagonistas. Criticamente a mediania acabou por não ser propriamente uma propaganda elevada e comercialmente Powell falhou com resultados muito aquem do esperado algo que também já tinha acontecido em The Running Men.

Sobre o filme podemos dizer que temos um filme pequeno, uma intriga policial, contada na primeira pessoa com golpe atrás de golpe, num filme que parece feito para streaming mas que fruto do bom momento comercial dos seus dois protagonistas acabou por ter um lançamento. Contudo o filme e claramente pequeno para blockbuster e o restante e demasiado mediano para ser significativo.

Em termos de historia o filme divide-se pela ligação da personagem central com diversas personagens que vai matando. Os segmentos dependem muito da personagem em causa, sendo que alguns segmentos ainda que curtos funcionam melhor no humor, os outros são alicerces narrativos mas sem grande brilhantismo 

Por tudo isto um filme simples, que tenta potenciar o valor de Powell como lider, numa mistura de ação policial e lado comico, mas fica a sensaçáo que o filme na maior parte dos elementos tem a mediania de streaming. Nao e um filme que fica na retina mas da minutos aos dois protagonistas em claro ascendente no cinema.

A historia fala de um condenado a morte que na sua confissão com o padre acaba por contar os seus crimes, mas mais importante do que tudo a forma como acabou no corredor da morte, naquilo que foi um verdadeiro golpe.

O argumento tem uma intriga com alguns twist, golpes, e homicidios que poderiam dar uma intriga competente, mas o filme arrisca muito pouco em abordagens novas. Funciona melhor em alguns elementos comicos de algumas personagens, mas nao como todo.

Na realizaçao temos Patton Ford um realizador que teve em Emily The Criminal o seu filme mais significativo. O registo parece proximo, o comico policial, pouco risco na abordagem mas acima de tudo um filme que quer cumprir o argumento mais que a abordagem estetica.

No cast Powell e um ator na moda mas parece claramente que lhe falta recursos para ir mais além do que ser um heroi de filmes simples ou algumas comedias romanticas. Aqui tem o ar monocordico e o filme nao pede mais. Qualley parece mais atriz mas aqui apenas preenche espaço.


O melhor - O segmento em que o protagonista conhece o seu interesse romantico.


O pior - Os twist nunca tem o impacto desejado


Avaliação - C

Thursday, April 02, 2026

Mike & Nick & Nick & Alice

 A Hulu é uma aplicação para a Disney lançar filmes com menos pressão mediática de forma também a dar conteúdo diferente a sua aplicação de streaming. Aqui surgiu uma comédia de ação com alguns laivos futuristas com ambições puramente comerciais pese embora as boas avaliações criticas obtidas. Comercialmente o filme é dificil de avaliar, porque não sendo uma montra da aplicação a Disney quase não fornece resultados das visualizações dos seus projetos.

Sobre o filme podemos começar por dizer que funciona como comédia, mas funciona menos na sua linhagem temporal arriscada e mesmo na intriga mais criminal entre as personagens. Reconhecemos que principalmente em alguns diálogos os momentos humorísticos aparecem, mas no restante fica sempre a sensação que o filme não se leva a serio tornando muito das linhagens de contactos temporais confuso.

Um dos pontos que me parece que o filme tem dificuldade é em tornar de forma imediata o filme obvio naquilo que são as suas escolhas e os seus mistérios. Fica muitas vezes a ideia que este tipo de filmes, comerciais e de grande publico tem de conseguir sintetizar os seus momentos, o que acaba por quase nunca ser feito, tornando o filme confuso, mas por outro lado e claro que alguns momentos comicos a maior parte dos mesmos a custa da imbecilidade de alguns personagens divertem o espetador.

Por tudo isto, num filme que nunca se leva a serio na sua execução, funciona no ponto de vista cómico, mas tem mais dificuldade no lado da intriga, nota-se que o filme não quis, em momento algum ser simples, mas que ao mesmo tempo tem dificuldade em articular a narrativa com todos os elementos que quer ter, caso para dizer que por vezes menos é mais.

A historia fala de uma serie de assassinos profissionais que são perseguidos por um temível líder de uma organização o qual quer descobrir quem foi a toupeira que colocou o filho na prisão, mas tudo fica pior quando um dos bandidos do futuro surge no presente para tentar impedir um desfecho trágico.

Em termos de argumento o filme funciona no que diz respeito ao humor, principalmente em diálogos isolados e algo desligados do filme em si, tendo mais dificuldade no projeto narrativo que o filme quer contar, principalmente com as linhagens temporais. Fica a sensação que é desorganizado quando deveria ser mais simples.

No que diz respeito a realização temos Grabinski um realizador ainda inexperiente com alguns projetos noutro tipo de papel, que aqui nunca leva o filme propriamente a serio, os Slow motions chegam a ser humorísticos mas nao sao propriamente atributos muito valorizados no trabalho de um realizador.

No cast o filme é simples, Vaungh funciona no humor, embora aqui até seja mais potenciado como ator de ação e Mardsen nunca foi uma primeira linha funcionando em filmes simples, bem como a protagonista Gonzalez. E um filme de desgaste rápido e o cast acaba por ir de encontro a esse premissa.


O melhor - Alguma capacidade humoristica das conversas.

O pior - A desorganização narrativa


Avaliação - C