Friday, April 04, 2014

Breathe In

O cinema europeu nos ultimos anos tem lançado algumas figuras principalmente entre as mais novas que pese embora ainda não tenham a seu cargo uma grande fama tem contruido uma carreira concentrada. Uma dessas actrizes é Felicity Jones, que aqui aparece em mais um filme, que não foi propriamente uma obra conceituada um cinema intimista com criticas medianas e um resultado comercial praticamente inexistente.
Sobre o filme podemos dizer que existe algumas obras onde por vezes a tentativa de dar primazia ao silencio acabam por transformar filmes com ideias fortes que poderiam dar ao filme alguma intensidade emocional mas que o apagam na tentativa de fazer um filme com uma historia sem grande arte uma obra de arte que nunca permite que o filme se encontra e aqui isto acontece em toda a linha.
Breath In e daqueles filmes que fica grande parte do tempo a preparar o que acaba por não se concretizar que e a relaçao entre as figuras centrais do filme, ela e mostrada longo na primeira troca de olhares mas o filme quer disfarçar o que declara desde inicio e isso acaba por tornar o filme impaciente a procura do que obvio que iria acontecer e seria o centro do filme que quando ele acontece o filme já vai demasido tarde para o fazer render.
Ou seja um filme pequeno, que poderia pelo menos ser uma boa obra de intensidade emocional, um filme muito melhor me termos de entertenimento do que propriamente um filme que busca uma intimidade emocional em cada personahem que não consegue desvendar.
A historia fala de uma familia bem estruturada que alberga em sua casa uma jovem britanica que acaba por alterar a rotina daquela familia e por a prova todas as relaçoes la existentes
O argumento não e novo filmes como este já foram explorados e com mais mestria, mais creatividade e mais dialogos aqui a tentativa e contrario e que tudo seja mais implicito mas muitas vezes o conflito assim nada nos diz.
Em termos de realizaçao muito pouco sequencias paradas de olhares e pouco mais apenas a boa ligação musical acaba por dar alguma arte a um filme que não tinha o porque de ser artistico.
O cast tras Pearce no seu nivel sereno funcional sem ser espetacular que lhe deu uma carreira solida sem picos de brilhantismo e clara a presença e força de Jones mas em outros papeis brilhou bem mais.

O melhor – As ligaçoes musicais do filme

O pior – O apagar pensado da intensidade da relação central


Avaliação - C-

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