Tuesday, March 03, 2026

28 Years Later: The Bone Temple

 Menos de seis meses depois da chancela de Garland e Boyle ter visto o seu terceiro filme, 28 anos depois do inicio da saga eis que surge uma sequela imediata sobre a personagem central do anterior e sobre a continuidade dos acontecimentos preparando o regresso a personagem central. Este filme surpreendentemente estreado em Janeiro, obteve otimas criticas, talvez das melhores da saga contudo comercialmente falhou porque provavelmente este nao seria o espaço para lançar um filme de grande publico como este.

A saga 28 dias, semanas ou anos depois e um dos conteudos de zombies com mais adeptos no cinema sendo normal termos filmes interessantes, bem trabalhados, que vai ao encontro de aspetos para alem da sobrevivencia sempre com a vivência e a forma de captar imagens unicas. Aqui o filme consegue captar esse momento mas e mais de personagens, principalmente da dicotmia e liderança entre humanos perdidos na sua loucura e nisso o filme consegue ter bons momentos muito por culpa dos excelentes atores escolhidos.

Como projeto temos pouco avanço, talvez o lado estudioso da personagem de Dr. Kelson para aquilo que vem a seguir e mais que isso a apresentação do que em seguida surge, muito por culpa do regresso ao primeiro filme, o que torna este apontamento principalmente os ultimos momentos iconicos. No restante o filme trabalha menos as personagens tornando-a apenas estranhas mas isso da bons momentos.

Por tudo isto fica a sensação que o filme poderia ter sido englobado no anterior, num trabalho mais pensado entre personagens. Fica a sensação que o Dr. Kelson tem a mais o jovem novo protagonista acaba por ter a menos, não indo para alem da fuga e do receio. A ligaçao ao epicentro final nao e brilhante mas parece estar proximo um fechar de ciclo de uma das sagas de zombies mais marcantes do cinema.

A historia segue um isolado SPike que se junta a um grupo de Jimmy que são mais perigosos do que as ameaças afetadas, ate que chega ao confronto com um Dr. Kelson em plano de descoberta da forma de funcionar com a ameaça, mas que entram em confronto pela liderança espiritual.

O argumento do filme tem alguns avanços na relaçao com a ameaça mas torna os humanos entre si como os epicentros da intriga. NAo e propriamente um filme recheado de novos momentos, mas consegue potenciar o melhores das personagens criadas.

Boyle deixou o leme do seu filme para DaCosta uma realizadora que tem alguns filmes conhecidos mas sem o grande filme. Tem divagado entre generos aqui segue o que melhor Boyle fez esteticamente deixando o lado iconico das personagens funcionar. E uma tarefeira interessante.

No cast o filme aproveita a personagem iconica de Fiennes para o levar para momentos a solo de primeira linha. E uma das melhores personagens da saga e tem o filme ao seu dispor, so perdendo alguns momentos para um O Connell tambem em grande forma como um dos melhores viloes da atualidade.


O melhor - Os momentos de interpretaçao de Fiennes

O pior - Em termos de evolução historia avança pouco nem que seja porque segue totalmente o ultimo filme temporalmente


Avaliação - B-

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