Silent Hill é um jogo de computador da Konami que se tornou num claro sucesso no universos dos jogos de computador mas como a maioria dos projetos desta natureza acabou por dar origem a uma serie de filmes, todos eles diferentes mas que acabam por ser congruentes no claro falhanço critico e mesmo comercial de todos os projetos. Este não foi exceção criticamente pessimo e comercialmente sem grandes atores conhecidos o filme conseguiu sobreviver com algum sucesso mundial, normalmente os fanaticos do videojogo que vão mantendo o lado cinematografico vivo.
Sillent Hill pode funcionar como jogo ja que nos leva para uma cidade escondida em que temos de defrontar monstros mas dificilmente terá algum dia uma consistencia forte para nos dar um filme pensado e coeso em termos de historia e personagens e aqui denota isso como todos os filmes anteriores ja o fizeram. Confuso, pouco concreto, onde o primor estetico nesta caso inexistente pelo excesso e exclusividade de CGI nunca conseguem alimentar minimamente aquilo que o filme quer ser.
Neste filme tudo e confuso, as personagens e as suas motivações nos diversos momentos, as personagens horrorificas que aparecem ninguem percebendo porque e como, sendo mais facil as matar num jogo de computador e partir para outra do que num filme, mas mais que tudo a forma como o filme nao consegue unir qualquer peça num puzzle complicado que nao tem sentido, e fica a sensação de que nunca o quis ter.
Por tudo isto Silent Hill dá-nos mais uma pessima obra a todos os niveis, sendo que tambem aqui comercialmente o filme nunca se encontra. E um daqueles filmes que rapidamente nos lamentamos de perder o tempo que lhe dedicamos mas fica a sensação que talvez não ficara por aqui porque estranhamento ainda existe determinados publicos que aceitam filmes mesmo que sejam hinos ao que o cinema nao dever ser.
E dificil contar concretamente a historia do filme, desde logo porque sabemos que existe alguem marcado pelo passado que regressa a uma cidade escondida marcada por estranhos seres de forma a tentar reencontrar o amor de uma vida, enquanto o seu estado mental vai tentando se encontrar.
O que o filme perde é essencialmente no argumento porque fica claro que o filme nunca se encontra nunca consegue unir elementos os quais isoladamente são sofriveis, Existe a clara noção que o cinema depende de uma historia que queira contar alguma coisa e fica a ideia que este nao quer contrar nada.
Na realização Gans regressa como timoneiro do projeto depois de ter abraçado o primeiro em 2006. Tem alguma preocupação estetica muito associado ao jogo mas pouco mais. CGI ao limite maximo, muitas vezes com pouco realismo e uma justificação para tantos anos afastado.
No cast Silent Hill por si so nao chamaria atores de primeira linha ainda para mais depois de fracassos. Temos Irvine com tempo de ecra depois de ter sido uma promessa nao concretizada, mas explica aqui os motivos de nunca o ter sido. Ao seu lado Anderson uma atriz essencialmente de terror e pouco mais.
O melhor A critica ir recusando de forma clara projetos sem qualquer qualidade como este.
O pior - Tudo
Avaliação - D-

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