Monday, August 20, 2012

Brave

Pois bem, sempre que a Pixar efectua o lançamento de um novo filme estamos preparados e vem à recordação os emblematicos Toy Story, Finding Nemo ou Wall E, que junto ao filme trazem um fulgor comercial vinculado pela Disney e que nos conduz a que aquelas personagens de repense sejam os parentes mais novos de um agregado familiar com crianças. Desta vez não existiu personagens animais nem extra terrestres mas sim o regresso ao mundo encantado das princesas onde apenas a fisionomia diverge, com Merdia a princesa de cabelo ruivo. Os resultados pese embora sempre com muito fulgor estiveram longe do que Pixar ja conseguiu não so em termos criticos onde pese embora a recepçao positiva ficou longe da loucura e generalidade aclamaçao de outros filmes da produtora e mesmo comercialmente e pese embora os bons resultados não foi uma explosao como outros ja tinham sido.
Brave e de todos os filmes da Disney em conjugaçao com a Pixar talves o mais simples o mais linear e tradicional junto daquilo que a Disney fez durante dois anos com o 2D, por isso talvez o filme saiba a pouco ou seja pensamos sempre que o filme deveria ter mais ingredientes mais completo sempre mais proximo do que habitualmente aquela produtora no oferecia que era a criaçao de universos paralelos interessantissimos onde os pormenores vincavam mas tambem onde a historia e moratoria da mesma prevaleciam mesmo no mais mediatico desenvolvimento produtivo.
Brave tem a formula directiva que talvez devesse ter mas a historia nunca parece ter o ritmo ou a intensidade necessaria para um filme com tantos olhos em cima ou pelo qual tantas crianças aguardavam e isto acima de tudo porque o filme não e completo nao perde tempo em construir as bases para uma narrativa de acçao que o proprio filme quer ter em si, por isso quando acorda para este ponto apenas lhe salva a riqueza moral que e sempre presente nos filmes da produtora e que mais uma vez e o contexto ideal e a força mais vincada do mesmo.
Ou seja estamos pese embora um produto com algumas virtudes qualitativas na ideia e na propria concretizaçao da mesma perante um filme que pode ser considerado um objecto menor da pixar, com uma narrativa demasiado simples e linear para o que estamos habituados quase sempre sem o fulgor ou intensidade narrativa de outros tempos, que infelizmente o torna mais um entre muitos filmes de princesas e feitiços.
O filme fala de um jovem rebelde, princesa que tem uma predileçao por actos masculinos, ate a altura em que tem que escolher o princepe com quem se casara nesse momento pede um feitiço para a sua mae que se transforma num urso nesse momento tem que descobrir a forma deste mesmo feitiço desaparecer o que nao vai ser nem parecer facil.
O argumento parece-nos o ponto mais pobre do filme, a construçao contextual ou mesmo a narrativa demasiado linear parece-nos so salvo em determinado ponto pela riqueza moral implicita ao proprio filme e que o catapulta para alguma satisfaçao moderada, mesmo assim longe do que ja vimos.
A realizaçao e produçao e como a pixar nos sempre habituou e de primeira linha, com o maximo de evoluçao principamente pela fotografia que o filme tem pela escolha de planos tudo acaba por ser esteticamente pensado para um filme particular pena e que em termos narrativos o filme nao acompanha esta riqueza.
O cast de vozes, todas originarias do reino unido e com os respetivos sotaques funciona bem, dentro do que o filme necessita contudo longe da riqueza de vozes como toy story em que estas eram uma mais valia, neste caso, cumprem bem

O melhor  - A riqueza moral do filme.

O pior - A falta de intensidade e complexidade narrativa.

Avaliação - C+

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