Poucos desenhos animados conseguem ficar tanto tempo a liderar o imaginario dos mais pequenos como conseguiu a patrulha pata. Definido para os mais pequeninos apresentando serviços e animais ao longo de mais de uma decada faz parte de cada uma das familias que tiveram crianças, dai que seja estranho quando crescem um bocadinho ver um filme e perceber que tudo fez sentido e deixou de fazer. Aqui com dinossauros as coisas nao foram brilhantes com criticas bastante modestas e comercial sem o impeto que ja conseguiu noutros momentos.
SObre o filme desde e importante sublinhar que o cinema da patrulha pata e totalmente infantil para introduzir os mais pequenos, dai que nao e necessario trabalhos redobrados, muita complexidade indo atras de cor, emoçoes simples e pouco mais. O que mais me surpreendeu neste filme e a falta de qualidade produtiva a Nickelodeon com tanto dinheiro amealhado poderia trabalhar mais os seus bonecos e ai o filme perde parecendo quase sempre uma animaçao de terceira linha.
Em termos de argumentos simplicidade embora me pareça que os dois mundos nao se deviam misturar parecendo tudo estranho perdendo mesmo algum do carisma das personagens da saga, mas sendo dois mundos que os mais pequenos gostam a tentaçao de abordar desta forma existiria e o resultado fica algo a desejar mesmo perante expetativas baixas como um filme da patrulha pata.
POr tudo isto um episodio longo da Patrulha Pata, onde o protagonismo vai para MArshall com dinossauros e os pressupostos de sempre. Fica sempre a sensaçao que estes episodios grandes de uma serie de televisao deveriam ter elementos superlativos que o tornassem diferenciado e neste caso, nunca tal acontece.
A historia segue a mesma patrulha de sempre que agora tem de ir para uma curiosa ilha onde os dinossauros ainda sobrevivem tentando ajudar tais animais que o seu habitat nao seja destruido pela ambiçao dos humanos.
O argumento é sempre mais do mesmo, uma intriga facil, ação, cor e amizade e pouco tempo de duraçao. Nada de relevante acontece sendo um episodio grande de um filme pequeno, e sempre assim e aqui nada de novo
Na realizaçao temos Carl Brunker que ja tinha realizado o primeiro filme que penso que com mais risco, qualidade tecnica do que este, fica sempre a ideia que o filme procura algo que nunca encontra do ponto de vista visual e a sensaçao que o filme seria igual há cerca de dez anos atras e isso e muito pouco.
O cast de vozes cumpre as expetativas com vozes infantilizadas dedicadas ao publico alvo que o filme acaba por assumir querer ter. E neste tipo de registo de vozes que pouco existe a analisar.
O melhor - A durabilidade do conceito
O pior - Os mundos nao se deviam misturar
Avaliaçao C-

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