Sunday, January 03, 2016

Room

Todo o mundo ficou supreendido quando depois de diversos terem sido lançados no AFI Festival o premio de melhor filme do ano ter sido entregue a este pequeno Room, tendo o colocado de imediato na corrida pelos oscares, mesmo tendo em conta a sua pequena dimensao. Com o passar do tempo e depois da presença em quase todas as listas de melhor filme do ano, e já quase uma certeza a sua presença na magnifica noite, depois de uma excelente recepçao critica e uma evoluçao comercial positiva para um filme com muito poucas ambiçoes neste parametro.
Room é talvez se não o melhor filme do ano o mais surpreendente, já que pegar numa historia negra de rapto e cativeiro e transformar numa tornurenta historia de amor maternal mesmo na dificuldade e mais que isso sempre sob a ingeniudade de uma criança torna o filme em termos emotivos de um impacto sem precedente capaz de conseguiu juntar a força de uma historia baseada numa outra infelizmente conhecidade de todos, numa hora de creatividade cinematografia, para no final conjugar com uma hora de um cinema simples, emotivo, com grande significado e que torna tudo numa obra prima completa.
E em filme como estes que se baseiam em historias reais mas que as transformam quase em filmes de contos de fadas que a originalidade e acima de tudo a carreira diferencia os grandes filmes dos filmes conseguidos e aqui temos tudo isso a primeira hora de filme dentro do dito “Room” e um exemplo de como fazer cinema simples, com bons dialogos a forma como muda de prespetiva a forma como nos vai dando o que realmente significa aquele local e algo que vai sendo dado sempre com mestria de alguem que mesmo com todas as condicionantes de historia sabe tornar tudo magico.
Na segunda parte do filme este torna-se mais simples exige menos espontaneadade ou creatividade basicamente da a explosao emocional que o filme potencia nos seus primeiros momentos, torna-se mais previsivel, mas tambem não e um filme que esconde a sua realizaçao não e um filme que precisa de surpreender na segunda fase o espetador mas sim sublinhar a sua mensagem e mais que isso dar sempre um lado diferente de descoberta de um mundo positivo por parte do personagem principal.
A historia fala de uma mae e filho que estao presos num quarto sem contacto com o exterior no inicio temos a forma como sempre viveram naquele espaço e como vivem o seu dia a dia, ate conseguirem se libertar e ter novamente que se adaptar a um espaço bem maior.
O argumento e brilhante primeiro porque consegue transformar uma das historias mais horriveis dos ultimos anos numa fabula romantica de um amor incondicional, porque consegue tornar a vida no ROOM um momento unico entre duas pessoas com todas as adversidades e porque consegue transformar num conto de fadas uma historia bem real. E nisto que alguns argumentos se tornam para a eternidade e este filme tem esse objetivo.
Lenny Abrhamsson e um realizador jovem que já tinha demonstrado bastante creatividade do seu estranho mas já interessante Frank, aqui sob claramente ao topo do cinema surpreendendo meio mundo dando contas que um bom realizador consegue com poucos meios fazer um optimo filme. E este filme e mais que um bom argumento e um filme que e potenciado a um nivel ainda mais alto por uma realizaçao de primeiro plano e tudo isto sublinhe-se com muitos poucos meios.
Sem grandes figuras estamos perante um filme de primeira linha em termos de interpretaçoes Larson e intensa em todas as sequencias o desenspero no seu olhas as explosoes afetivas so estao ao alcance de uma actriz de topo que tem talvez o passaporte para o topo com a provavel nomeaçao e possivelmente o seu primeiro oscar. Podemos sempre contestar que toda a força do filme reside na inocencia e no lado androgeno do papel de Tremblay, um jovem com menos de dez anos que tem a seu lado todo o lado emocional e sentimental do filme, a sua proximidade e empatia com o espetador e clara. Se o seu nome não estiver entre os nomeados deve-se apenas a concorrencia e nunca pelo seu papel ser menor do que Larson.

O melhor – A forma como se transforma uma historia de horror num quase conto de fadas.

O pior – A segunda hora não exige tanta creatividade como a primeira hora


Avaliação - A-

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