Saturday, July 11, 2009

Transformers:Revenge of the Falen


STARRING

Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Isabel Lucas and Ramon Rodriguez

Depois do sucesso do primeiro filme, quer do ponto de vista comercial, mas acima de tudo da aceitaçao do publico, nao seria dificil esperar que este segundo capitulo de transformers se tornasse no megassucesso do ano, capaz de bater records de bilheteira, sendo que a maior curiosidade residia na capacidade de ser efectuada um bom objecto de entertenimento como o primeiro se assumiu. E se do ponto de vista comercial o filme cumpriu, com resultados muito fortes de bilheteira que o colocam como o mega filme do ano, ja do ponto de vista critico as coisas correram bem pior, com criticas negativas e acima de tudo uma recepçao por parte do publico muito distinta daquilo que aconteceu com o primeiro filme.
O segundo episodio de Transformers perde em toda a linha por se tornar refem da evoluçao tecnica e ser exageradamente fisico e muito centrado na dimensao dos efeitos especiais, isso retirou-lhe os aspectos mais conseguidos do primeiro filme ou seja a envolvencia humoristica que o tornou num filme para toda a familia e familiarizou os personagens, neste filme quase que temos o fenomeno jogo de computador, com uma serie de obstaculos e acçao durante a totalidade do filme, com ritmo e certo mas com pobreza de dialogos e envolvencia
Esta perda traduz-se na falta de força das personagens no capitulo as personagens de Duhmel e FOx, parecem bonecos animados, onde apenas servem para decorar o filme, mesmo a personagem central parece ligada em piloto automatico, e as tentativas de humor saem frustradas quase sempre
Salva.se a força indiscutivel de uns efeitos especiais gigantescos que o tornam numa mega produçao sem precedentes, e na força tecnica que os grandes projectos cada vez mais assumem a si, pena que para um flme com tanta rentabilidade comercial nao traduza como tem vindo a ser frequente num bom filme
A historia fala-nos de um novo ataque por parte das maquinas, novamente contra os humanos, se bem com algumas maquinas ja do lado deles, numa autentica volta ao mundo em combate
O argumento e prisioneiro dos meios, pouco envolvente, quanse nunca engraçado, demasiado obvio, e apenas centrado nas dimensoes de acçao, nao e um filme brilhante e certo mas o argumento e acima de tudo pobre e pouco trabalhado
Michael Bay e como peixa na agua quando tem ao seu dispor toda a gama de efeitos e rentabiliza-os ao maximo, apesar de defraudar expectativas no plano de concretizaçao e produçao o filme esta sem reparos podendo mesmo ser caso de estudo
O cast centrado nas personagens e actores familiares, contudo muito menos aproveitados Labeouf parece limitado ao minimo exigido, parecendo ter desaparecido algum carismo que o colocou nas bocas do mundo, Fox e a barbie de serviço, sem qualquer momento de interpretaçao espontanea, nao e nos interpretes que o filme adquire respeiraçao

O melhor - Os efeitos especiais

O pior - Ter perdido o carisma e o charme do primeiro

Avaliação - C

Friday, July 03, 2009

The Taking of Phelan 1 2 3






Reunir dois pesos pesados como Washington e Travolta num filme de acçao, ainda por cima dirigido por um dos mais conceituados realizadores de acçao como Tony Scot e por si so um acontecimento capaz de chamar a atençao dos mais desatentos. Ainda para mais quando o filme e lançado em pleno verão quente Hollywoodesco. Contudo tudo arrefeceu com os primeiros resultados, demasiado medianos para a força do projecto, e que alguma indiferença critica tambem nao despoltou para altos voos, diminuindo a força que as estrelas e o confronto poderia antever.

Um filme com este elenco deve para garantir sucesso ter uma força natural evidente, e é neste prisma que o filme perde, desde logo porque não consegue quase nunca marcar diferença nem surpreender, porque como objecto de entertenimento e sempre demasiado igual, nao consegue imprimir ritmo ou alteraçoes emocionais a si proprio, oferecendo um filme demasiado obvio e pouco complexo para a dimensao em causa.

E daqueles filmes que surge quase como um Deja Vu, tudo ja parece visto, e tudo e demasiado denunciado desde inicio, a limitaçao temporal e espacial do filme nao permite a sua expansao que nos parece necessaria principalmente em termos narrativos. Tem bons momentos de acçao principalmente no seu final e no encontro entre protagonistas contudo o filme e demsiado monocordico quase nunca saido do seu timbre, que nem sempre e o necessario.

O filme aborda um dia na vida de um funcionario da linhas de comboio urbanas de nova iorque, responsavel pela orientaçao dos veiculos, que ve um dos seus comboios ser tomado de assalto por um terrorista que existe resgate, num misto de intençoes economicas e politicas, começando o confronto e a relaçao entre ambos

O argumento e limitado e pouco desenvolvido, nao consegue atingir quase nunca uma maturidade necessaria, e as personagens parece demasiado lineares. Os dialogos apesar de nos parecerem capazes de ser potenciados, quase nunca o é, com excepçao das conversas finais entre protagonistas tambem ele sub desenvolvidos

A realizaçao de Scott tem se tornado muito propria nos ultimos anos, sem que isso seja bom para o realizador, que tem adoptado uma serie de tiques irrequietos em relaçao a camera que nao parecem favorecer em nada a interaçao com o espectador, daquelas formas de realizar que ele insiste ainda nao se conhecendo o proveito que pode retirar desta forma irritante de transmitir imagens, temos saudades do antigo Scott.

Quanto ao cast o duelo entre Washington e Travolta era expectante, contudo rapidamente percebemos que ambos se encontram quase em piloto automatico, Washington quase que e imperceptivel em todo o filme, com uma interpretaçao baseada numa personagem demasiada monocordica e basica, e um Travolta demasiado repetitivo quando chamado para este tipo de papeis, com tiques repetitivos, ja vistos por demais vezes. Quanto aos secundarios despredicio de talento de alguem como Galdofini, em papeis menores

O melhor – O confronto ideologico final

O pior – A falta de chama de um filme tao aguardado

Avaliação - C

Tuesday, June 23, 2009

Land of the Lost


STARRING

Will Ferrell, Anna Friel, Danny R. McBride and Jorma Taccone

Confesso que quando vi a antevisao deste filme fiquei com alguma expectativa, primeiro porque gostei de Lemony Snickets, e depois porque as expansoes para novos mundos num tema de ficçao cientifica pode ser extremamente interessante, dai que com alguma frustraçao comecei a perceber que este Land of the Lost, nao seria a obra creativa que esperava, e que o sucesso do filme estaria a prazo, desde criticas muito negativas e um registo comercial muito aquem do esperado tornaram o filme num fiasco moderado.
Land of the Lost e daqueles filmes onde parece que nada resulta, desde o absurdo da maioria das personagens, extremamente exageradas, ate a um paralelismo mundista imperceptivel, passando por uma serie de sequencias mal organizadas e planeadas, mais que um filme fraco é um filme sem ligaçao e partido, para alem de que parece que todas as crises de originalidade e creatividade estao presentes. e um filme desligado demasiado sem sentido, quer de um ponto de vista da criaçao do novo mundo, mas principalmente na falta de sentido logico da maioria das sequencias.
Poderemos dizer que nao e um filme feliz, que se trata daqueles temas que não foi inspirado, e que isso esta presente em quase todas as escolhas do filme. A mistura de generos tambem nao favorece a identidade do filme, desde um quase pasmatico Jurassic Park, ate ao aparecimento de personagens sem grande sentido, o filme nunca consegue ser interessante, mesmo que por vezes inovador.
A niveis tecnicos tb nao e um filme famoso, os efeitos especiais sao de baixa qualidade e pouco engrandecem um filme que os tem num plano fundamental.
A historia fala-nos de um cientista que e gozado por achar que pode conduzir-nos a um mundo paralelo, depois de chacota da comunidade e com a ajuda de uma fa, ele consegue se deslocar aquele mundo oude muitos animaizinhos o poe a prova e acima de tudo tudo de pouco logico pode acontecer
O argumento e bastante pobrezinho, nao so na criaçao de personagens desinteressantes, mas acima de tudo num conceito estranho e loginquo do espectador, mas tambem numa ideia de base algo descabida e pouco profunda.
A realizaçao ainda e dos poucos aspectos que aponta aspectos positivos,bons promenores em termos da caracterizaçao do novo mundo, permite alguns pontos fortes em termos de realizaçao, se bem que longe do que apresentou no seu filme anterior.
Um cast onde o comediante do momento assume para si mais um filme, com os tiques de sempre repetidos ate a exaustao, num registo Ferrel tipico, que nada de novo trazem a sua carreira, a nao ser mais do mesmo. Os secundarios nem consegue sequer entrar nos registos, nem em termos humoristicos nem versatilidade

O melhor - O pseudo motel do novo mundo

O pior - A falta de charme em si do proprio filme

Avaliação - D

Sunday, June 21, 2009

The Hangover


Starring: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Heather Graham, Justin Bartha
Directed by: Todd Phillips


Fazer comedia e cada vez mais facil, ser politicamente incorrecto e o prato de cada dia, efectuar ao mesmo tempo uma comedia informal, politicamente incorrecta e extremamente divertida, so se encontra ao alcance de alguns. Todd Phillips assume neste filme uma posiçao extremamente forte em Hollywood, a de um humor proprio de libertação, quase non sense, que consegue efectuar com que o ridiculo se torne com toque de magia engraçado. A este ponto Phllips consegue neste filme um feito maior, pelo facto de ter transformado um filme sem extrelas num mega sucesso mundial, e consegue ultrapassar uma barreira critica algo conservadora norte americana. Ou seja um dos filmes acontecimentos deste verão, um autentico fenomeno comercial.
Dizer o que leva a que este filme sem estrelas seja um objecto de charme perante o publico e dificil, contudo a forma como o humor sai naturalmente do filme, a incrivel sequencia do filme, e toda a conjectura torna.o num filme atrativo e depois de visualisado na pureza de um objecto de entertenimento, nem sempre logico mas que funciona quase na perfeiçao nas totalidade das sequencias humoristicas que tenta efectuar.
E daqueles filmes que toda a gente gosta, que toda a gente sente-se bem disposta, com ritmo alucinante, sem medo de arriscar numa montagem diferente, o filme centra-se na forma e personalidade das tres personagens de base para efectuar uma serie de sequencias cada vez mais alucinantes e psicadelicas, que conduz ao sentimento de inimaginavel em cada um dos espectadores.
A quantidade de promenores do filme e excelente, tudo e pensado ao minimo promentos, contudo sao nas piadas soltas apensas e apartes das personagens que o filme consegue tirar o melhor de si, principalmente em algumas persoangens, E uma viagem pela loucura e alucinaçao a grande velocidade e que demonstra que tudo e possivel.
O filme fala-nos de uma despedida de solteiro onde quatro jovens se dirigem para las vegas e acordam com o quarto completamente virado ao contrario, com o noivo desaparecido, e acima de tudo com 12 horas loucas para tentarem recordar.
O argumento e extremamente original, quer na forma como consegue montar ao filme, na tentativa de num dua completar doze horas em falta, na forma com que utiliza um humor actual e conseguido, e na forma mitica com que as personagens sao criadas com todos os seus promenores
Phillips e um realizador que se assume aqui como um nome maior na comedia capaz de colocar fas a espera dos seus projectos o que e dificil na comedia, a forma com que consegue dar sentido ao non sense e deliciosa, mesmo que em realizaçao nem precise de ser brilhante
O cast sem estrelas acaba por ser o segredo para as piadas resultarem tao bem, todos eles encaixam no perfil de personagem criado, mesmo que nao sejam actores com provas dadas este filme podera ser o principio para estes, e daqui a algum tempo perceber o que fez este filme por eles

O melhor - A forma como o humor do filme e conseguido

O pior - Alguma falta de conteudo moral que poderia o tornar mais adulto

Avaliação - B+

Drag Me to Hell


Starring: Lorna Raver, Dileep Rao, Alison Lohman, Justin Long, David Paymer
Directed by: Sam Raimi

Passado alguns anos, e acima de tudo muitos milhoes de euros conquistados na saga Spider Man, eis que surge um regresso de Sam Raimi ao conteudo dos filmes que lhe deram a fama, ou seja ao terror no mais estilo puro, frio e cru. A expectativa era elevada, principalmente pelo desastre do genero nos ultimos anos, e no regresso de um dos seus maiores nomes. E desde logo com as primeiras criticas percebeu-se que Raimi não tinha desiludido, com uma valoração muito forte pela critica que aplaudio o terror quase doentio deste seu novo filme, sendo que comercialmente nao seja do campeonato que Raimi estava habiutuado a concorrer no verão o certo e que o filme conseguiu a visibilidade necessaria tambem a este capitulo.
Os grandes realizadores não tem medo de arriscar no terror, nao tem medo de exagerar, e de apimentar os seus filmes com sequencias quase tao repugnantes que acabam por suavizar a tensao psicologica criada muito pela gargalhada e ridiculo das situações, e e neste capitulo que Raimi consegue e bem balançar o seu filme, ao torna-lo duro, pesado para um filme de terror, mesmo grosseiro a determinados momentos, mas conseguir descontrair com o exagero nessas mesmas cenas.
Mesmo narrativamente encontramos mais coesao, um filme mais pensado, mais forte nas suas ligações, e no trabalho em redor dos pontos mais debeis, mesmo que na essencia e na base seja uma historia algo repetitiva da maldiçao atraves de um objecto particular todo o enredo acaba por ser mais trabalhado e mais interessante.
O unico aspecto que nos parece algo forçado e tentativa de exorcizar o fantasma, aqui o filme nao consegue se conter, exagera, cola a alguns filmes do genero e parece ir contra a originalidade de alguns segmentos que o filme chama para si, nao compromente o filme mas fá-lo perder alguns pontos na analise global do filme
O filme fala de uma agente bancaria que apos negar um credito a uma velha cigana, no sentido de conseguir a sua promoçao, ve-se confrontada com esta e com uma maldiçao lançada por esta que lhe ira transformar a vida num inferno
O argumento e claustrofobico para as suas personagens, nao tem limites na forma como castiga as suas personagens com sequencias mais elaboradas e outras mais tipicas e menos originais, nao e uma ideia de base nova, nem se trata tao pouco de um argumento original, contudo a forma como e articulado consegue servir o filme, mesmo que parco em dialogos
E na realizaçao que o filme assume alguma excelencia, principalmente nas cenas de confronto entre a protagonista e a velha que a amaldiçou o filme e brilhante com momentos de grande dureza ate algumas gargalhadas provocadas em grande parte para a escolha de realizaçao
O cast tem como casal protagonista, uma misteriosa Lohman, que depois de ter brilhado em Big Fish, perdeu fulgor na carreira que tenta resgatar num genero dificil, mas que acaba por se tornar interessante num papel dual e complicado acaba por receber a maior concentraçao de gritos dos ultimos tempos. Ao seu lado um mais comediante Long quase figurino, com o aspecto mais descontraido e por isso menos exigente

O melhor - As lutas corpo a corpo

O pior - No sumo e um filme algo repetido

Avaliação - B

Sunday, June 14, 2009

Che: Part 2 Guerrilla


Starring: Benicio Del Toro, Demian Bichir, Santiago Cabrera, Elvira Minguez, Jorge Perugorria
Directed by: Steven Soderbergh

A Homenagem sob a forma de biopic de Soderbergh a Che Guevara prometia revolucionar a historia do cinema, como um dos filmes mais mediaticos dos ultimos tempos, desde a escolha acertada e logica de Del Toro, ate uma total rodagem na lingua de origem, tudo prometia, contudo Soderbergh e o realizador mais incerto de Hollywood conciliando uma vertente mais comercial com grande sucesso e grande dificuldade em fazer rentabilizar os seus filmes a priori mais de autor. E este foi o caso deste par de filmes sobre o lider da guerrilha que passaram discretamente pelo cinema, sem qualquer mediatismo nem reconhecimento que o tornam num dos maiores floops comerciais e criticos dos ultimos tempos e um aviso para Soderberg começar a pensar os seus projectos mais fortes.
Analisar este filme dissociado do anterior e uma tarefa ingrata quando mais que ambos foram pensados como um filme apenas, contudo eles acabam por ser filmes ligeriamente diferentes, um primeiro mais pensado, mais metodico mais filosofico, sobre o porque, sobre a forma de pensar e reagir do realizador, para contrastar contra um filme mais factual e mais de terreno, com mais apontamentos de acçao. Contudo qualquer um dos dois sao filmes dificeis, filmes que se destanciam rapidamente de espectador para entrar numa vertente muito propria de um cinema peculiar.
Guerrilha e um filme menos politico e por isso mais activo, dentro do paradigma silencioso do realizador, e um filme mais para os feitos do que para a personalidade de Che, contudo mesmo aqui o filme e monotono, falta-lhe um dinamismo inerente, e demorado, demasiado pausado e com uma linhagem narrativa complexa e nem sempre logica
O filme continua o primeiros filme, com a personagem agora no meio das montanhas em plena guerrilha comandando uma serie de homens quando outros fazem outro tipo de politica
E talves num argumento algo rudimentar que o filme tem a sua maior debilidade, pela forma algo desconentada com que tudo e apresentado pela forma pouco trabalhada das suas persongens o filme torna-se algo solto pouco coeso e acima de tudo desinteressante nas suas bases
Soderbergh e um bom realizador e ja o provou por diversas vezes mas em alguns titulos parece desapreender tudo, nao e o caso deste filme onde ate tem alguns bons rasgos da realizaçao mesmo que o filme nem sempre seja forte neste segmento
O cast e liderado pela joia do filme Del Toro encarna Che Guevara num papel que com maior força poderia ter retirado outro tipo de dividendos quer para o actor mas principalmente para o filme, mesmo assim a pouca alma que tem o filme deve-o a excelente interpretaçao do actor, quanto as secundarios nem tempo nem força tem para ser registados

O melhor - A homenagem e intensão

O pior - O que o filme poderia ter sido

Avalição - C-

Thursday, June 11, 2009

Good


Starring: Viggo Mortensen, Jason Isaacs, Jodie Whittaker, Romola Garai, Steven MacKintosh
Directed by: Vicente Amorim

O estado de graça de David Cronemberg ofereceu a Mortensen, traduz-se numa maior publicidade que cada filme novo que o actor surja tenha a sua volta algum alarido, foi o caso deste Good, realizado por um quase desconhecido brasileiro, e tendo em conta que se tratava de um drama nazi, acabou por apararecer em algumas listas dos pre selecinaveis para os Oscares o que lhe ofereceu o mediatismo que de outra forma nunca teria, contudo e tendo em conta a inexistencia completa comercial do filme, tambem na critica o filme não conseguiu passar com resultados deprimentes que rapidamente o votaram para o esquecimento natural.
´Good tem intenção e acima de tudo intensidade, entrar nas disputas morais na epoca da segunda grande guerra nao e tema facil para nenhum realizador de Hollywood principalmente para os mais inexperientes, dai que se possa dizer desde logo que e um filme ambicioso e corajoso nos seus propositos, mesmo que seja esta coragem que rapidamente o dificulda na sua propria exactidão. Good e um filme que fica demasiado tempo a espera que algo surja, e daqueles filmes filosoficos pouco cinematograficos, e entedeiam rapidamente o espectador. E apenas no filme com a introdução dos problemas mentais no protagonista o filme consegue ultrapassar o primeiro nivel e centrar-se nos seus maiores momentos e nas suas grandes forças que sao as batalhas interiores do persongem. E um filme frio e cru em determinados pontos, mas falta-lhe a imponencia produtiva alicerçada num melhor guião. E um filme que nao oferece prazer a ver e isso acaba sempre por influenciar a forma como o espectador o avalia.
Não e um filme com dimensao de Oscar, e um filme demasiado pausado, contudo tambem nos parece exagerado as valoraçoes demasiado negativas que o filme foi dotado, talvez por ambicionar demais
O filme fala sobre um professor universitario allemao, em pleno dominio nazi que e requesitado pelo aparelho para escrever um argumento de um filme, unindo-se a causa, mesmo que os seus amigos e ideologias estejam no plano oposto, ao qual se reune uma serie de problemas de indole pessoal e familiar
O argumento e demasiado centrado na personagem central nao oferencendo espaço nem capacidade de respirar para tudo o resto que fica demasiado rudimentar, este plano acaba por traduzir um argumento algo pobre na sua concretizaçao e desenvolvimento da historia em si
A realizaçao tambem e modeste os meios sao poucos mas a propria definiçao temporal do filme nao e melhor, ganha nos momentos finais na forma musical com que realiza o caos mental da personagem mas que pouco mais e do que um oasis em todo o filme
O melhor do filme acaba mesmo por ser as interpretaçoes e se o principal protagonista Mortensen ja o vimos em melhor nivel num papel algo repleto de tiques artificiais o naipe de secundarios desconhecidos encontra-se me bom plano com particular destaque para os elementos familiares de base do protagonista

O melhor - Algumas interpretaçoes secundarias

O pior - O tema levanta muito as exigencias

Avaliação - C+

Wednesday, June 10, 2009

Up


Edward Asner, Jordan Nagai, Christopher Plummer, Delroy Lindo and John Ratzenberger

A pixar e dominadora clara no terreno de animaçao, cada novo filme que lança e uma experiencia nova capaz de demolir qualquer tipo de barreira que surja no terreno de animação e que tem conquistado quase todos os anos, sucessos criticos e comerciais assinalaveis, considerando sempre novos desafios ultrapassados em termos de animaçao. Para este ano, deixam de historias paralelas e abordam o ser humano mais particularmente a 3ª idade neste up. Que apesar de ate ao momento ser apenas um exito consistente de bilheteira sem ainda conseguir combater com os primeiros como outros filmes da pixar ja o fizeram, o certo e que do ponto de vista critico mais uma vez a pixar atinge o maximo com criticas muito valorativas, algumas mesmo as melhores do ano.
Up é um filme sobre aquilo que de mais fote tem o ser humano ou seja os seus sentimentos, e tem a seu favor tratar um tema ao mesmo tempo intenso, como proximo de todas as idades que e a capacidade de analisarmos a nossa vida quando vemos o seu fim. E nesse particular para alem de toda a creatividade de um filme completo em termos de genero surge a capacidade de oferecer a este um poder narrativo e uma maturidade de tema fora de comum. Up e um bom filme de animaçao, proximo do melhor que ja vimos da pixar, mas não é o mais coerente. Oferece.nos talvez a melhor meia hora de sempre do cinema, em termos de emoçao natural de relacionamento interior e de beleza, os primeiros minutos da personagem central sao um hino ao cinema e principalmente na forma como este consegue trasmitir e fazer reflectir as sensaçoes mais puras do ser humano. Contudo o filme nao consegue manter o nivel quando parte para uma vertente mais aventureira, mas dirigida para um publico alvo de menor idade, aqui o filme perde algum conteudo, e torna-se algo fisico e vulgar, mas a base criada na primeira meia hora faz com que mesmo as partes menos fortes do filme o seja na analise global que se faz.
Up e uma reflexao sobre a vida, sobre as decisoes uma analise da força dos outros para nossa existencia, nao e um filme com uma toada feliz, e deve ser dos primeiros filmes de animaçao que nao tenta sequer ser engraçado, o que o podera afastar dos mais pequenos, pese embora que na parte final e nas sequencias de maior acçao estes estejam bem presentes como alvo do filme.
A historia fala-nos de um idoso que ve tudo a sua volta a começar a desaparecer,a morte da esposa, a destruiçao do bairro, ate que tenta fazer concretizar o sonho antigo da mulher e transportar a casa para uma zona particular e natural da america do sul, fazendo a casa levantar voo com baloes, e com a companhia de um jovem escuteiro.
O argumento pode a primeira mao parecer algo ridiculo e estranho contudo na forma como o filme se sustenta nos primeiros 30 minutos o filme agarro os espectadores e tudo a volta a cina numa boa liçao de cinema, o argumento tem mais dificuldades em mantes a força nas componentes mais fisicas, mas ja nao precisa quando isto acontece.
A realizaçao e de excelencia, com os melhores meios ao dispor da maior produtora de animaçao de momento, mesmo as defeciencias sao programadas e os exageros na caracterizaçao da persongens tambem, consegue em determinados promenores empolgar o filme, com o retrato de epoca em animaçao.
Quanto ao cast de vozes, parece-nos o parente pobre, sem nenhuma figura de renome e certo que o filme e demasiado sentido e pouco falado para por em causa qualquer escolha contudo um maior carisma nas vozes poderia ser um promenor de nivel

O melhor - os primeiros monumentais minutos

O pior - A acção nao acompanhar a profundidade dos outros momentos

Avaliação- B+

Coraline


STARRING

Dakota Fanning, Teri Hatcher, Ian McShane, Jennifer Saunders, Keith David and John Hodgman

Demorou mais de 15 anos para o realizador de um dos maiores classicos de animaçao, Nightmare before Christmas encontrar de novo a formula secreta da originalidade da animação que tanto o permiou num dos maiores cultos do cinema moderno. Desta vez sem a chancela de Burton e depois de alguns desastres Caroline surgiu no inicio do ano com pouco alarido. E eis que quando as primeiras valorizaçoes demonstraram o que poucos ja esperavam o demonstrar de um talento o reavivar da alma de um conceito de animação grotesca extremamente original que apaixonou os criticos e fomentou o que poucos esperava um sucesso precoce de bilheteira.
Coraline é sem duvida alguma um dos melhores filmes de animação dos ultimos anos, num trajecto proximo e com claras origens do primeiro filme do realizador o filme consegue ao mesmo tempo ser original, tecnicamente bem trabalhado, ter uma moral profunda, ser bonito e intenso. Todas as qualidades para o tornar num objecto de adoraçao e quem sabe num futuro proximo num culto semelhante a obra de Burton.
O filme consegue nos surpreender em diversas vertentes minuto apos minuto, num gradual aumento do real ate ao fantasmagorico com imagens fortes e uma fotografia plena de sentido. E obvio que nao aposta pelo mais inovador das tecnologias de grande estudio, talvez esta seja a verdadeira força do filme a forma como que as imagens quase artisticas permitem que o filme se rigidifique a cada segundo, tornando-se quase num poema, que permite um bom filme nao so para crianças talvez algo impressionaveis com determinadas sequencias do filme, mas acima de tudo para os adultos
O filme fala-nos de uma criança rebelde que se ve deslocada para uma casa antiga fruto de problemas financeiros dos pais que nao lhe ligam muito, nesta casa encontra a porta para um mundo de fantasia onde os pais e tudo que a rodeia no m,undo real sao de sonho, so que por detras de botoes em vez de olhos esconde-se algo bem mais assustdor
O argumento e riquissimo nao so na criação bem conseguida de dois mundos dispares, como no propio conceito do filme a orginalidade e creatividade sao iminentes a cada segundo do filme, nao tem opções perdidas e as personagens sao fortes o suficiente para fazerem vender um filme de primeira linha
Tambem em termos de realizaçao a captura do espirito Nightmare, com ondas negras excentricidade e personagens em contextos peculiares filmados na sua maior essencia numa realização que consegue colocar as dificuldades e limitaçoes tecnicas ao seu dispor
Quanto ao cast de vozes estes cumprem, apesar de nao existir um destaque prorpio talvez com a excepçao de Fanning, que consegue dar uma rebeldia assinalavel a personagem central de resto cumpre-se com rigor

O melhor - Um daqueles filmes de animaçao que tem todos os ingredientes para fascinar

O pior - Termos esperado 15 anos para outra obra suprema do realizador

Avaliação - A-

Tuesday, June 09, 2009

The Young Victoria

Starring: Emily Blunt, Rupert Friend, Jim Broadbent, Miranda Richardson, Mark Strong
Directed by:
Jean-Marc Vallee

Cada vez mais se tem tornado vulgar adaptações historicas por pequenos estudios baseadas no estilo de adaptaçoes da BBC, baseando em personagens historicas quando joves, contudo o sucesso destes filmes ate ao momento nao e muito ja que nao conseguem ter o dinamismo das grandes produçoes nem cast de encher o olho. Para este filme inicialmente ainda se ouviu algum ruido mas as primeiras visualisações colocaram-no na prateleria a procura de um lançamento. as criticas foram dividadas o que diminui a sua visibilidade e por consequenta a sua expansao.

Young Victoria e daqueles filmes de tão monotonos que tem a sua toada e tão pausada que e a sua narrativa que consegue retratar uma das figuras mais carismaticas da historia mundial com uma vulgaridade assustadora, nunca a conseguindo caracterizar e acima de tudo nao conseguindo quase nunca encontrar aspector que permitissem um biopic interessante a tao famosa personalidade.

Alias a detrminado ponto chegamos a por em causa se seria a historia mundial que estaria errada ou por conseguinte este biopic e uma forma peculiar de uma novela de baixa qualidade onde as personagens sao paralelas as figuras historicas

A tudo isto reune-se uma produçao sem grande força, com uma boa contextualizaçao temporal e guarda roupa mas que tudo o resto encontra-se em parametros inferiores. Enfim um epico de baixa qualidade que quase que convulsiona o tumulo da imponente rainha vitoria


O filme retrata os primeiros anos da vida da rainha e principalmente o processo de tomada de posse ainda jovem e as complicaçoes que isso traz, bem como a relaçao para a eternidade criada com o seu amor

O argumento e minimalista, quase sempre demasiado vago, perdido em momentos que nao desenvolvem a narrativa, nao e corajoso nem forte, os dialogos sao vazios e a historia limita-se a um ou outro facto. Ou seja muito pobre

A realização tambem nao e das melhores, contudo acaba por se destacar no meio de alguma pobreza, consegue uma boa leitura de epoca, apesar de pouco arriscada e demasiada tradicionalista aos elementos tipicos dos dramas da BBC

Quanto ao cast para um filme com tanta historia Blunt acaba por ter a suavidade necessaria, mas falta-lhe alguma vivacidade força e carisma para uma personagem tao pesada. Os restantes assumem papeis pouco mais que suficientes


O melhor - O guarda roupa


O pior - O pobre filme para tao forte personagem


Avaliação - D+

Night In Museum. The Battle of Smithsonian


Starring: Ben Stiller, Amy Adams, Owen Wilson, Hank Azaria, Robin Williams
Directed by:
Shawn Levy

Noite no Museu estreou a uns anos atras como um tipico filme de natal ao estilo Dysney com uma serie de aventuras, conjugada com uma serie de efeitos especiais reunindo uma serie dos melhores actores comedia do momento. O sucesso foi instantaneo num conceito muito proximo do publico, dai que nao se estranhou que novo filme surgisse. E eis que agora virado para a luta mais dificil de verão surge a segunda epopeia no Museu, e os resultados voltam a ser muito positivos apesar da competiçao mais complicada. Apesar do sucesso comercial do ponto de vista critico o filme sofreu algumas adversidades, pelo tema ou mesmo pela falta de ligaçao ao espirito mais critico.

Desde logo se assume que este filme suplanta em larga escala o primeiro filme, e torna-se facilmente numa das melhores comedias blockbusters dos ultimos anos, num filme que consegue enterter, divertir, com todos os preceitos que um filme para grande massa deve ter. Alias a algum tempo que nao nos lembramos de um objecto de entertenimento tao forte, e tao completo como este filme, capaz de ser carismatico, capaz de aderessar o filme com uma serie de sequencias curiosas e ao mesmo tempo divertidas, perde sim alguma falta de complexidade, alguma falta de uma profuindidade moral, se bem que em momentos esta ate aparece nas lutas internas da personagem central

O filme nao necessita de um humor brejeiro, prefere sempre algo mais tradicional, mas ao conduzir os personagens para um espaço mais amplo e carismatico, permite muita mais originalidade, muita mais força, e acima de tudo sequencias mais curiosas, e feliz na introduçao de novas personagens, e acima de tudo na utilizaçao de uns efeitos especiais de ponta

A historia fala-nos do mais conhecido vigilante noturno do cinema, que apos um sucesso no mundo da industria ve que os seus amigos, do museu dirigem-se para um armazem onde todos os riscos existe e tem como missao salva-los e conduzi-los de novo para o seu luigar de sempre, onde tenta tambem perceber o seu lugar no mundo.

Quanto ao argumento, este funciona totalmente a cargo de um unico objectivo, aproximar-se do publico, e consegue em quase toda a linha, principalmente com a introduçao de personagens interessantes e fortes, e acima de tudo na introduçao de sequencias de grande ritmo e vivacidade

Shawn Levy e um realizador nem sempre bem conseguido em materias de comedia, contudo tem nesta saga uma das suas melhores criaçoes, principalmente na utilizaçao de efeitos especiais que permitem a sua primeira grande realizaçao a interactividade com quadros pitorescos

A nivel de interpretaçoes Stiler tem o seu estilo habitual, com o seu humor fisico proprio, e que e bem inserido neste tipo de filme, contudo todo o vigor vai para Amy Adams uma actriz de primeira linha, que mesmo numa comedia consegue chamar para si a atençao. Depois secundarios de luxo.

O melhor – A forma com que os efeitos especiais jogam a favor do filme

O pior – So no fim a profundidade moral aparece

Avaliação - B

Terminator: Salvation


STARRING

Christian Bale, Sam Worthington, Anton Yelchin, Bryce Dallas Howard, Moon Bloodgood, Common, Jane Alexander and Helena Bonham Carter

Se a maioria das pessoas pensava que com o terceiro o filme o franchising estava gasto, a entrada de uma serie acabou por despultar rigorosamente o contrario. Contudo a força de um novo filme foi sempre posto em causa, contudo se com a aquisiçao de MCG as coisas nao ficaram mais animadas com a contrataçao de Bale como protagonista permitiu que o filme assumisse uma dimensao superior, criando grande expectativa em torno de um filme com uma produçao complicada com alguns problemas com o proprio actor, e acima de tudo com muito mediatismo, que contudo conduziu quem sabe a que o sucesso aguardado nao fosse tao grande com resultados modestos relativamente a ambiçao do filme, e tambem em termos criticos o filme nao conseguiu ser consensual, e pouco mais valorizado do que um tipico filme de acçao

Terminator Salvation prometia conteudo, prometia corpo proprio, ir para alem de um filme de acçao e precisamente o contrario que nos tras um filme sem grande corpo teorico, demasiado fisico e algo vazio em dialogos, mesmo do ponto de vista de experiencias emocional o filme perde bastante, nao conseguindo mais do que um bom filme de acçao com sequencias de acçao bem montadas, e com o particular destaque de funcionar bem na prequela de uma trilogia que já tinha toda a força criada nos filmes anteriores e que pouco ou nada vem a ganhar com este filme

Talvez tenha como maior curiosidade a visita ao futuro tao badalado e pouco explorado nos filmes anteriores, vai ao presente, e nesse contexto os fas da serie vem satisfeitos alguma da curiosidade que tinham a este particular pese embora para as expectativas em torno do filme fica sempre a sensaçao de pouco.

O filme fala-nos de john connor e sua liderança como rebelde na luta contra as maquinas, com o auxilio de um estranho meio humano meio maquina, a luta com a skynet entre no auge, com muitas lutas corpo a corpo na ja epica luta entre o homem e a maquina

O argumento do filme foi um parto dificil, durante a rodagem diversos argumentistas tiveram mao no guiao desde carismaticos como Nolan e Haggis ate a menos fortes, diversos foram os intervenientes num filme algo vazio neste particular, onde provavelmente nenhum conseguiu fazer vincar as suas ideias. Esta longe de ser um bom argumento parecendo mal trabalhado e pouco preocupado com a complexidade na historia

MCG e um realizador de filmes de acçao e menos de filmes de narrativa, e isto e extremamente vincado na realizaçao e no filme em si, nos momentos mais activos mcg sente.se em casa contudo tem mais dificuldades nos momentos mais serenos e emocionalmente fortes

Quanto ao cast, Christian Bale era uma super aposta, de um actor exigente com os seus filmes, e na qualidade dos mesmos, dai que desde o seu anuncio existiu estranheza com a sua participaçao e desde muito cedo percebeu-se que nao era um bom encaixe, que começou nos problemas conhecidos na rodagem, ou mesmo no pouco potencial de um papel demasiado pequeno para um actor destas dimensoes, ja que todo o carisma se encontra totalmente concentrado em Warington um actor em crescimento que se arrisca a ser a revelação do ano.

O melhor – A surpresa da força de Worington

O pior – A falta de complexidade narrativa

Avaliação – C+


Saturday, June 06, 2009

Obsessed


Starring: Beyonce Knowles, Idris Elba, Ali Larter, Jerry O'Connell, Christine Lahti
Directed by: Steve Shill

Obsesser e um filme pequeno efectuado por uma figura mediatica para fazer render a sua imagem de icon pop, num registo diferente do habitual, ou seja num thriller. Contudo o que e uma aposta pequena pode tornar-se rapidamente num surpreendente sucesso, e tornar-se num dos lideres do box office durante algumas semanas. COntudo se a aposta comercial do filme foi um sucesso pleno, do ponto de visto critico o filme teve bastantes mais dificuldades, por um lado com algumas das piores avaliaçoes do ano, por outro pelo facto do filme ser lembrado pela sua pessima concretizaçao e pela forma quase amadora com que o filme e produzido.
Obsessed e um daqueles filmes que de tão simples que é em todas as suas bases que se torna quase um insulto para aqueles que trabalham em prol da originalidade e de um melhor balanço cinematografico. E daqueles filmes ja vistos por milhar de vezes, sem preocupaçao sequer em melhorar niveis produtivos, com uma concretização de pessima categoria.
A filme passa quase tão mal como uma novela fraca da TVI, quer na dimensao narrativa, quer no idilismo do amor, ou mesmo na conjugaçao musical de fraca categoria.
O menos mal do filme e que nunca arrisca em caminhos mais dificeis , fica quase sempre agarrado e bem a historia simples, ao facilitismo dos atalhos do argumento que nao permite que o filme passe do desastre natural a catastrofe.
Beyonce quer se cimentar no cinema, mas com este tipo de materia arrisca-se a ficar na historia por um estilo de filmes que apesar de populares evidenciam-se pelo amadaorismo.
A historia fala de um importante executivo, que sofre as investidas de uma psicopata que se apaixona por ele depois de ir trabalhar para o seu escritorio, de investida em investida sem conseguir destruir a fidelidade do homem de ferro la consegue abanar o casamento e tudo acaba resolvido
O argumento e dos trabalhos mais basicos, sem creatividade e mediocres que tenho memoria no cinema, parece escrito por uma adolescente de 13 anos, as personagens sao todas extremadas, o desenvolvimento narrativo retirado de uma novela qualquer no mais basico possivel, e os dialogos nao vao para alem do essencial, ou seja pobrezinho
A realizaçao trabalho ao serviço da imagem da sua actriz, 20% do filme sao planos unicos de Beyonce, que acaba por ser a personagem menos importante, mas que rapidamente e a heroina. Sempre com uma acomodaçao sonora estranha de musicas ligeiras
Quanto ao cast liderado por uma Beyonce ainda muito limitada, quando sai do terreno dos musicais, os momentos mais intensos demonstram as fraquezas, assim como uma Larter demasiado igual ao longo do filme, com uma unica expressao, e um protagonista masculino retirado de uma montra de loja de roupa

O melhor - O seguir sempre a mesma reta.

O pior - O amadorismo de todo o filme

Avaliação - D

The Last House on the Left


Starring: Garret Dillahunt, Martha MacIsaac, Riki Lindhome, Tony Goldwyn, Monica Potter
Directed by: Dennis Iliadis

O cinema de terror foi nos ultimos anos transformado numa cultura MTV, onde ja nao consegue impressionar, ninguem e traz-nos algumas das obras mais absurdas que há memoria, sendo um genero longe do sucesso. Dai que quando sai um novo filme existe sempre alguma celeuma em volta deste lançamento e varias dúvidas, foi o que aconteceu com este quase evasivo filme, que rapidamente veio e conseguiu convencer nas primeiras semanas de bilheteira com resultados minimamente consistentes e que depois rapidamente desapareceu das bocas do mundo, nao conseguindo ultrapassar as barreiras naturais dos filmes de terror na critica.

Este Remake tem pontos positivos facilmente perceptiveis, ao centrar-se na terra na loucura e falta de limites do ser humano, ao ser cru em imagens e sentimentos, por provocar a sensação que nao existe limites, consegue ser uma boa obra de terror nos parametros da capacidade de jogar com psicologico nao so das personagens mas acima de tudo do espectados

Contudo por vezes e necessario um pouco mais de dose, e as personagens rapidamente se tornam irrealistas, absurdamente limitadas, e isto aqui e principalmente visivel no exagero de maldade dos vilões sem qualquer tipo de ligação a nada nem entre si, exagerando e perdendo alguma força narrativa e de conteudo que o filme poderia adjudicar

Mesmo assim e tendo em conta os ultimos exercicios do genero estamos perante um filme positivo na maioria dos valores, desde colocar em causa os valores familiares ate a premissa de pela familia pode sempre existir tudo, e os limites sao facilmente quebrados, contudo para balançar este aspecto o filme necessita d eum outro lado exageradamente violento e sem qualquer tipo de sentido

A historia fala de um casal e a sua filha adolescente que partem para a sua casa de campo, numa dessas noites a filha visita uma colega na cidade mais proxima e e raptada por tres assassinos em serie prontos a fazer valer o seu sadismo, ate que os conduzem a familia, onde existe a luta pela sobrevivencia

O argumento nao e na sua construçao muito rico, nem as personagens evoluidas ou mesmo os dialogos, mas a simplicidade de algumas permissas torna-o mais forte como objecto puro de terror, o que vem desmontrar que nem sempre o mais complexo neste caso e a partida mais trabalhado resulta melhor

A realizaçao e simples, crua com pouca cor, que funciona para fortalecer o efeito de terror, existe situações mais conseguidas do que outra, ficando na retina mais os objectivos do que propriamente a força

Os interpretes sao conduzidos por uma serie de jovens desconhecidos, cumprindo com histerismo a maior parte deles papeis mais desgastantes fisicamente do que propriamente complicados, nos veteranos nada a registar com a aposta em actores de pouco mediatismo

O melhor – A simplicidade do mecanismo de fazer terror

O pior – Os excessos sadicos dos viloes

Avaliação – C+

The Soloist


Starring: Jamie Foxx, Nelsan Ellis, Michael Bunin, Robert Downey Jr., Rachael Harris
Directed by: Joe Wright

Joe Wright tornou-se nos ultimos anos como o mais influente realizador ingles, na actualidade contrapondo uma serie de filmes que resultou num reconhecimento critico muito forte, dai que se esperava com expectativa a sua estreia num filme que nao de epoca. Tudo começou a ficar algo estranho quando a estreia foi adiada, retirando o filme da guerra dos premios, que seria ambiçao natural de um filme com este preceito. Principalmente quando a estreia foi remarcada para o inicio do ano, pensou-se que o filme nao seria tao forte para esta guerra. E as primeiras indicaçoes criticas ate nem foram negativas, a maioria da critica achou positivo o filme, valorizando a sua força interior, talvez certo sem força para grandes ambiçoes, mas um filme que passou incolme na barreira critica. Maiores dificuldades teve em termos comerciais onde o filme atingiu resultados modestos o que e habitual, por a primeira vista rapidamente se denota que nao se trata de uma obra de grande publico.
Joe Wright sempre gostou de filmes de epoca, com grandes planos de imensidao, dai que a aposta num filme urbano quase musical seja particularmente estranha, e isso denota-se no filme pelo facto das emoçoes serem mais dificeis de traduzir por si so num ambiente urbano e acima de tudo negro.
O filme tem consigo uma moral muito forte de um desafio a uma questao social, que consegue exprimir e argumentar de uma forma adulta, e daqueles filmes para pensar, para reflectir, funcionando melhor em termos de moratoria do que propriamente como filme e narrativa em si.
Soloist, consegue reunir alguns aspectos interessantes a emoçao, a força da amizade, o valor da musica, e debater questoes sociais, contudo o filme quase nunca consegue atingir um ritmo, nem a essencia de uma historia imponente. Tudo e demasiado metacognitivo e pouco comportamental. As personagens pensam mais do que vivem, e tudo fica demasiado subliminar, o que lhe tira nao so imponencia mas tambem força
A historia fala-.nos de um jornalista que algo perdido na sua existencia ve na musica de um sem abrigo uma paixao momentanea, e quer perceber a sua historia e o porque dele estar ali, começando a estabelecer-se entre eles uma relaçao forte.
O argumento sustentado na força da uniao das personagens e um argumento de coraçao, mais apelativo as emocoes do que propriamente ao comportamento das personagens,, nao tem grande interiga nem grandes desenvolvimentos, mas tem na força interior das personagens o aspecto que impolsiona todo o filme
Joe Wright e um realizador de imagens e contextos fortes, que ficam gravados na memoria, mais uma vez isto ocorre, e do ponto de vista visual um filme intenso forte, com uma realizaçao de primeiro nivel que vem provar o bom estado de forma de um realizador contudo de ficar entre os grandes por muito mais tempo
O cast escolhido por Wright nao da espaço a erros, se Downey JR e um dos valores assumidos da actualidade, sendo um dos actores com mais qualidade da actualidade, e ja no oscarizado Foxx que ele aposta tudo numa personagem complicada que exige o melhor de um actor que desde o Oscar se encontrava arredado do seu melhor, mas que com este filme volta a reafirmar o seu talento que ja lhe valeu um oscar na reencarnaçao de Ray

O melhor – As imagens fortissimas de Wright

O pior – Mais sentido do que vivido

Avaliação – B-

Sunday, May 31, 2009

Angels and Deamons


STARRING

Tom Hanks, Ewan McGregor, Ayelet Zurer, Stellan Skarsgard, Pierfrancesco Favino, Nikolaj Lie Kaas, and
Armin Mueller-Stahl


Desde que o codigo da vinci transpos para o cinema todo o sucesso do livro que se apercebeu que a continuaçao da adaptaçao das obras de Dan Brown e da sua personagem Longdom seria uma questao de tempo, dai que tres anos volvidos a mesma equipa reuniu-se para efectuar a prequela, com a mesma força e maquina produtiva. E tratando-se de um filme menor e certo que do ponto de vista comercial este foi menos visto e com resultados mais modestos, mas mesmo assim forte para um summer film. Ja do ponto de vista critica as coisas ficaram muito proximas, com alguma divisao e com um reconhecimento muito moderado para um filme mais preocupado num balanço comercial
Anjos e Demonios e um filme muito semelhante na forma que deve ser avaliado ao seu antecessor, ou seja sem duvida funciona melhor com o poder descritivo do livro do que propriamente a nivel de cinema, onde alguns pontos perdem sentido e o filme parece pouco coeso e com alguns buracos narrativos. O filme ganha algumas particularidades importantes, desde logo o clima do clero em plena roma, fornece um contexto e um cenario imponente para a rede de intrigas, e mesmo sendo mais pobre em termos de originalidade e em potencia do preceito inicial, talvez de um ponto de vista narrativo e menos filosofico o filme acaba por se aproximar mais do policial tipico e entao ganhar alguma vivacidade.
COntudo o filme bem como o livro e algo previsivel, retirando a base hipotetica da sua existencia, o filme nao e rico na construçao de personagens nem tao pouco no desenvolvimento da historia, baseado em guidelines estruturais, e sem poder de risco, o filme consegue no limite minimo os requesitos minimos de um filme capaz de fazer passar de uma forma minimamente agradavel o tempo num contexto engraçado e com uma historia facil.
O filme fala-nos de um professor de teologia e um expert em decifrar codigos que e chamado pela igreja catolica para descurtinar o misterio do desaparecimento de 4 cardiais em pleno conclave, aqui a historia e a mitologia crista, entram numa intriga de longa escala
Do ponto de vista do argumento o filme e fiel a obra de Brown que tem por si so muitos fas que nao permetiriam outra coisa, contudo brown e demasiado novelesco e pouco creativo na forma como fortalece a historia, e isso faz perder a força do guiao das suas adaptaçoes, ainda mais quando as personagens sofrem de limitaçoes de construçao, permite um filme interessante para passar o tempo mas sem deixar ninguem criar grandes ilusoes com o que ve
ROn Howard e um realizador peculiar, ainda no ano transacto surpreendeu o mundo e a critica com a força do seu drama politico, e agora regresse ao limite minimo do aceitavel num filme facil de realizar, sem qualquer cunho de autor, demasiado linear para um realizador conceituado. A realizaçao so no final consegue atingir um potencial assinalavel, sem contar com a excelente fotografia que vai tendo, ou seja o Howard mais comercial mas o mais modesto
O cast mantem Hanks no papel talvez mais basico e pouco exigente da sua existencia, Longdom e daqueles herois pouco evoluido, quase unidimensionais, o que nao permite grandes rasgos nem de um genio da interpretaçao como Hanks, neste filme perde a suavidade de Tatou, mas o filme nao se ressente por isso, ja Mcgregor tem mais um papel para dar nome do que propriamente uma interpretaçao exigente

O melhor - o contexto de uma roma e vaticano muito filmavel

O pior - Alguns buracos no cinema que so podem ser perceptiveis pelo livro

Avaliação - C+

Saturday, May 30, 2009

Fired Up


Starring: Nicholas D'Agosto, Eric Christian Olsen, Sarah Roemer, Danneel Harris, David Walton
Directed by: Will Gluck


As comedias adolescentes ao mais estilo MTV tem nos ultimos tempos sido mais esporadicas, bem como aquelas que tem saido tem sido extremamente mal recebidas pela critica que as coloca por si so de lado no horizonte cinematografico, Este fired Up e mais uma deste tipo de comedias, sem grande tipo de envolvencia nem de creatividade, este filme tem como publico alvo pre adolescentes fanaticos por historias de liceu, o que ja nem sempre consegue se realizar, dai nao ser de estranhar que o filme tenha sido autenticamente massacrado pela critica, e isso se tenha reflectido nos pessimos resultados de bilheteira, poderemos ter aqui um pre candidato aos razzie awards.
As comedias romanticas devem na sua essencia ter a facilidade das personagens integrar facilmente nos gostos dos espectadores, de serem facilmente aceites, contudo neste filme isso nunca acontece, o duo de protagonistas tem tanto de estupido na sua forma de actuar, como descentrado de qualquer realidade, tenta adoptar de uma forma totalmente errada o estilo American Pie, de tentar apimentar uma comedia sem qualquer tipo de conteudo e significado, que nunca consegue ser engraçado, e muito menos creativa, seguindo uma serie de gags que levam para um precurso tao obvio como repetitivo
O filme e daqueles cuja a produçao nao e elevada, tem sequencias insuportaveis, e apenas quando tenta parodiar consigo propria, com algumas piadas exageradas sobre o mundo basico do cheerleader, o filme consegue parcialmente resultar no humor utilizado
O filme fala-nos de dois estudantes mulherengos que em conquista de mais mulheres decidem trocar a concentraçao de futebol por a concentraçao de cheerleadres, aqui por um lado vao mudando de objectivos com a paixao assumida deles por duas raparigas diferentes e começam a integrar o espirito de grupo da equipa
O argumento e do mais basico linear, visto ultimamente em Hollywood a historia de base e pouco creativa, sendo as suas unicas notas duas ou tres piadas mais fortes, de resto muito fraquinho quer na composiçao de personagens, mas acima de tudo no dialogo e no desenvolvimento do filme
A nivel de realizaçao o filme e pouco exigente as coreografias sao realizadas de forma satisfatoria, pese embora nao estejamos perante uma realizaçao complicada, mas sim por uma serie de cenas realizadas com naturalidade, apesar de nao deslumbrar acaba por nao ser dos aspectos mais negativos do filme
O cast do filme tem em dois actores distintos o protagonismos, se por um lado Olssen habituado a este tipo de comedias de baixa qualidade ja pouco ou nada altera a prespectiva que tem dele com este tipo de papeis repetitivos, D' Agosto atingiu algum mediatismo em Heroes, tem aqui a sua primeira experiencia mais mediatica no cinema, e poderia ter escolhido melhor algum protagonismo que atingiu na tv, sendo dificil conseguir mais

O melhor - O gozo na sessao de cinema

O pior - A falta de qualidade do objectivo primordial do filme

Avaliação - D+

Monday, May 25, 2009

Ghosts of girlfriend Past


Starring: Matthew McConaughey, Jennifer Garner, Breckin Meyer, Lacey Chabert, Robert Forster
Directed by: Mark Waters

O que prespectivar de uma comedia, que reune dois dos actores mais influentes e conhecidos dos genero, colecionando alguns sucessos, com um dos mais conceituados realizadores de um genero considerado menor, pois bem a receita estava lançada para o sucesso, com todos os ingredientes a priori para satisfazerem os adeptos do cinema pipoca e as historias de amor, e guerra dos sexos. Se por um lado Waters a algum tempo que ficou longe do sucesso inicial critico que conseguiu por exemplo com Mean Girls, desta vez tambem do ponto de vista comercial o filme nao explodiu apesar de boas receitas de bilheteiras
Nota-se aos primeiros acordes do filme, que estamos perante uma conjugaçao de factores que facilmente farao com que o filme cumpra os seus requesitos, ou seja uma historia engraçada, com despiques engraçados entre estilos de amor, uma quimica interessante entre os protagonistas, e um bom limite nao so de personagens como espacialmente do filme, que permite uma familariedade do espectador nao so com as personagens mas tambem com os locais. O filme consegue tambem por um lado conjugar o entertenimento puro quase idilico das relaçoes de amor criadas, com a potencia de uma moratoria consideravel julgando de forma constante o estilo de vida
O filme resulta em quase todos os seus parametros e so nao vai mais alem pelas exigencias do sucesso e de se aproximar para um publico alvo menos exigente, perdendo tambem em algum exagero e infantilidade de algumas situaçoes
O filme centra-se num mulherenho fotografo, que ao deslocar-se para o casamento do irmao, vê que a sua paixao de sempre continua a se-lo e tera de lutar entre o amor e o estilo de vida que defende com afinco
O argumento nao e brilhante, as tiras e dialogos romanticos nao adquirem grande complexidade como a propria historia, contudo o basico e o simples funciona melhor em termos de guiao neste estilo de filme, nao e um filme de grandes aderessos mas sim de funcionamento colectivo
Waters pode nao ser um realizador de culto mas poucos realizam como ele principalmente nas ligaçoes metafisicas ao alem que gosta de efectuar nos seus filmes, arrisca alguns momentos e alguns planos, em realizaçoes fortes e vivas
O cast parece-nos resultar melhor em termos de secundarios, o par secundario rouba a maior parte das cenas ao principal apesar de Garner ter a suavidade necessaria para encaixar rapidamente nas necessidades do seu papel, ja Mathew parece cada vez mais repetitivo e histerico nos seus papeis, o que coloca em causa a sua capacidade de outro tipo de registo

O melhor - A simplicidade emocional do filme

O pior - O histerismo do actor principal

Avaliação - B

Saturday, May 23, 2009

Star Trek


Starring: Chris Pine, Zachary Quinto, John Cho, Ben Cross, Bruce Greenwood
Directed by: J.J. Abrams


Star trek e indiscutivelmente uma das sagas mais conceituadas do cinema de ficçao cientifica e de missoes interplanetarias. principalmente a serie moveu multidoes e tornou-se num dos franchisings mais rentaveis numa primeira escala da Tv e depois do cinema, contudo posteriormente e com o envelhecimento dos seus interpretes e com algumas alteraçoes fruto de filmes e filmes sucessivos, cada vez se tornou mais dificil a rentabilidade dos filmes, que conduziu a quase uma anulação. COntudo nada melhor do que uma alma nova para tudo reequilibrar, sob as maos do predestinado JJ Abrams, uma aposta em ir ao inicio em remotar a serie, e os resultados ate ao momento nao podeiam ser melhores, o filme e de momento o maior sucesso comercial do ano, e critico, o que coloca e dimensiona o seu autor no panorama do cinema depois de ja ter conquistado a Televisao.
O começar de inicio um filme pode trazer riscos consideraveis contudo o balanço efectuado por Abrams e em termos de dinamica muito forte, por um lado consegue ser creativo, fornecer aderessos, sem nunca perder o terreno e a mistica da saga, com um bom principio vincando as caracteristicas fundamentais das personagens, o filme rapidamente adquire dinamica, nao e preso ao espaço, consegue ir para alem disso, e acima de tudo adquire um ritmo intenso de acçao, e com conjugação humoristica bastante positiva.
E do ponto de vista estetico uma boa experiencia, consegue ter grande parte dos ingredientes tipicos de um blockbuster de verao oferecendo uma nova vida a um franchising para a maioria dos mortais apagado.
Certo que o filme nao da o espaço para a eloquencia e originalidade perfeita do criador, e demasiado preso a determinadas constantes, mas o filme consegue sempre os seus objectivos e e ate ao momento um dos filmes do ano
Na historia vamos ate a genese da equipa desde Kirk ate Spock percebemos donde vêm como sao e como vao mudando com a conjugaçao entre ambos, e com um vilao pronto a atirar as debilidades deste.
O argumento e creativo, consegue potenciar bons momentos consegue utilizar o miticismo das personagens, consegue rentabilizar ao maximo a força do entertenimento, nao e famoso em dialogos, mas consegue sempre atingir o proposito, de um filme com ritmo e força interior.
A realizaçao de abrams e ao mesmo tempo intensa e sobria, consegue potencializar melhor a força das imagens, utilizando com mestria os efeitos especiais e a forma tipica da saga, mais que um realizador, podemos considerar um revitalizador
O cast, a aposta de abrams foi de oferecer os papeis centrais a ilustres desconhecidos, ou no minimo pouco mediaticos, Pine, tem carisma, tem estetica, pode ainda nao ser brilhante em termos de interpretaçao, mas poderá fazer carreira numa personagem com este peso, embora a surpresa seja o encaixe perfeito de um novo Spock que impressiona pela forma como consegue ao primeiro filme convencer, num papel dificil, tb o vilao parece funcionar Bana tb é forte num papel que destroi a imagen de suavezinho do actor.

O melhor - O renascer da serie

O pior - A revolução nao foi extrema

Avaliação - B

Sunday, May 17, 2009


Starring: Harrison Ford, Ray Liotta, Ashley Judd, Jim Sturgess, Cliff Curtis
Directed by: Wayne Kramer

O fenomeno da imigraçao nos EUA da america tem oferecido de tema a alguns dos filmes mais imponentes dos ultimos tempos no panorama cinematografico contemporaneo, chgando mesmo a consagrar alguns filmes, contudo nos ultimos tempos e principalmente aqueles mais ligados a algum fundamentalismo tem perdido algum poder, principalmente quando os pequenos estudios tem apostado em historias mais simples, uma dessas replicas é este Crossing Over, um filme pequeno, em estrutura repartida que conseguiu obter pouca visibilidade a nivel de bilheteira, onde apenas conseguiu estrear nas grandes localicades, sendo que a sua relevancia comercial foi quase nula, pese embora em termos criticos as coisas acabassem por seguir o mesmo caminho com criticas pouco animadoras, para um filme que parecia ter mais objectivos neste plano particular.
O filme desde logo tem demasiadas ligaçoes ao conceituado CRASH, um estrutura repartida entre diversas historias com pequenos planos de ligaçao, contudo tudo parece muito mais basico em termos de processos, a historia e menos intensa, com alguma carga policias á mistura e acima de tudo com muita corrupçao e historias anacabadas o que nao favorece a força interior que o filme poderia ter ao articular uma historia sobre diversas vivencias relacionadas com diferentes forma de ser imigrante nos EUA. Neste plano particular existe sem duvida historias mais intensas e fortes do que outras, aqui ganha relevo por um lado o interesse narrativo policial da parte comandada por Harisson Ford, se bem que com demasiadas arestas por limar, e a intensidade relacional de Ray Liotta, tudo o resto acaba por ser demasiado acessorio e pouco trabalhado.
No filme pesa demasiado a necessidade de ser mais forte de ser marcante o que nao se consegue impor ao longo do filme, que joga demasiado alto, num terreno complicado onde a mestria e mesmo um requisito, o filme acaba por passar um pouco como a sua carreira comercial prometendo muito principalmente no peso do cast, mas que acaba por terminar sem nunca deixar um vinco especial no espectador
O filme fala de diversas historias relacionadas ao de leve,a de um inspector de imigraçao, de uma advogada que defende os interesses dos extraditados, o de um jovem em busca da fe e amor num outro pais, e de um procurador a procura do prazer em trocas ilicitas
A estrutura narrativa e do mais simples utilizada num argumento pouco trabalhado se bem que funcional ao limite, nao temos grandes trabalhos de ligaçao de historias nem tao pouco uma profundidade extrema, mas o filme acaba por padecer de alguma falta de força de personagens limitadas.
A realizaçao tambem nao e forte, demasiado prendida ao simbolismo dos nós de estrada, acaba por se tornar irritante este ponto, de resto simplicidade na forma como narra os acontecimentos o que acaba por beneficiar o filme
O cast é forte Ford num terreno mais dramatico onde nao convence principalmente pela frieza do rosto que acaba por se tornar limitado numa historia de sentimentos, Strugges e um jovem valor com carisma mas que e posto de lado na falta de força da sua narrativa, ja Judd e Liotta encontra-se em melhor nivel mesmo que o filme nao seja nem de perto nem de longe um filme para actores

O melhor - O tema abordado e a logica principal do filme

O pior - O filme nunca consegue atingir o nivel esperado em termos de força propria

Avaliação - C+

Saturday, May 09, 2009

Adventureland


Starring: Jesse Eisenberg, Ryan Reynolds, Kristen Stewart, Martin Starr, Bill Hader
Directed by: Greg Mottola


Superbado foi um autentico explodir com a cultura nerd. e acima de tudo abriu antecedentes sobre comedias romanticas sobre os menos populares, o filme conseguiu convencer nao so a critica mas tambem as bilheteiras dai que pelas maos do mesmo realizador nao demorou a surgir novas ideias traduzidas em novos projectos, contudo o conceito quando nao e novo tem mais dificuldades a resultar e se do ponto de vista critico ate foi melhor recebido, com algumas das maiores ovaçoes ate ao momento por parte da critica o filme falhou no aspecto comercial com resultados quase residuais que faz esperar para ver o futuro do conceito
Adventurelando consegue ser mais terrestre e menos exagerado do que Superbad, as personagens sao mais normais e por isso a historia de base e mais normal, podera por isso nao conseguir ser tao engraçado do ponto de vista humoristico ou mesmo tao peculiar, mas consegue ser mais coeso e maduro, consegue abordar e reflectir sobre alguns fenomenso relacionais e isso demonstra evolução. Nao consegue por outro lado imprimir grande ritmo a narrativa agarrado demais as valencias sentimentais e descritas das personagens o filme peca por nao conseguir adquirir e evoluir ao ritmo necessario, isso acaba por nao deixar o filme ganhar a vitalidade necessaria
Mesmo assim estamos perante um filme original, num contexto interessante o de um parque de diversoes, onde conseguem surgir as sequencias mais fortes do filme, consegue adquirir uma banda sonora que e a ideial para o desenvolvimento do filme e tudo isto com picos de maior produtividade cinematografica
O filme fala-nos de um jovem que quer realizar uma viagem pela europa mas para conseguir reunir economia para a mesma tem que ir trabalhar para um parque de diversoes que funciona como um pequeno mundo de relacionamentos e de vivencias
O argumento e interessante na forma como intrecruza e coloca as personagens nas vidas umas das outras contudo perde na componente humoristica o que seria importante no sentido do filme adquirir nao so vitalidade como ritmo e aproximar-se de forma mais natural do espectador
O realizador consegue fazer um filme pacado, bem realizado num estilo proprio quase 80s, e que consegue aproveitar o melhor das expressoes das personagens, precisa quem sabe de se descentrar deste estilo nerd para se emancipar.
O cast mais vivo e forte do que os filmes anteriores tem em Eisenberg o balanço positivo entre o Nerd e o reacionario, Stewart aos poucos tem ganhado carisma necessario para ser a perfeito par romantico e Reynolds num registo num genero mais condizento com os seus recursos

O melhor - A banda sonora

O Pior - alguma falta de ritmo da narrativa

Avaliação - B-

Hannah Montana


Starring: Miley Cyrus, Billy Ray Cyrus, Emily Osment, Jason Earles, Mitchel Tate Musso
Directed by: Peter Chelsom

Hannah Montana e um dos maiores sucessos da televisao americana, lançada pela Dysney a pequena cantora tem se tornado rapidamente numa das figuras principais do show americano, conseguindo vencer em quase todas as dimensoes do panorama artistico. Dai que sem surpresa no lançamento do seu primeiro filme, o sucesso tenha novamente voltado a repetir-se ao contrario do que se sucedeu com os Jonas Britheres, hannah venceu em grande escala na bilheteira mesmo que criticamente a recepçao tenha sido longe de positiva

Antes de mais nao podemos retirar hannah Montana do seu contexto juvenil, principalmente para os mais pequenos, e acima de tudo chegada aos mais novos, um pouquinho como Floribela em Portugal, dai que a avaliação efectuada a este filme tera por logica sempre que ter isto em mente. Mesmo assim pensamos que os jovens ou mesmo as crianças de hoje em dia ja estao capazes de visualisar filmes mais desenvolvidos, mais fortes, com outro tipo de topicos, do que propriamente a historia lamechas de uma artista em contacto com a sua terra natal onde se apaixona pelo principe encantado e tudo acaba bem. Nem tao pouco nos parece interessante os apontamentos de humor primordialmente fisico a conta de personagens disparatados sem qualquer tipo de sentido no actual cinema, dai que se o aproveitamento da imagem deste novo icon pop em conjunto com a forma simples do filme ate podem resultar para os fas da serie, por outro lado rapidamente se consegue prever a pouca capacidade da saga fazer-se promover num cinema que exige sempre um pouco mais das suas historias e acima de tudo projectos

Hannah montana funciona assim bastante mais com a componente mediatica e de Markting na forma como vende a dualidade Cyrius Montana, do que em qualquer apontamento natural do filme ou mesmo no filme dentro de si

Aqui encontramos a jovem artista a ter de regressar ao ambiente rural da sua terra natal, demasiado pequena para a grandiosidade da estrela, aqui a um reencontro com o passado, um amor de sempre e tambem a luta pela permanencia intacta deste mesmo clima

O argumento e repetitivo quase pre formatado para a historias tipo da Dysney, contudo para series isto resulta em cinema tudo e demasiado limitado, as persnagens a evoluçao narrativa tudo e obvio e demasiado tradicionalista, e contra si tem uma opçao pelo um estilo humorisitco demasiado desactualizado e por vezes ridiculo

A realizaçao e um plano pouco trabalhado neste tipo de filmes, onde apenas as sequencias de concerto podem potencializar um pouco mais o trabalho do realizador, contudo mesmo aqui nada mais que o politicamente correcto e necessario, ou seja nada a apontar

O cast recorre aos habitues do franchising e por isso nada a apontas Hannah Montana e myley Cyrus, e o seu pai o seu pai, sendo que nao existe interpretaçoes porque o filme e quase documentario

O melhor – A expansao de um fenomeno de Massas

O pior – Os limitas proprios do conceito

Avaliação C-

Saturday, May 02, 2009

He's just not that into you


STARRING

Ben Affleck, Jennifer Aniston, Drew Barrymore, Jennifer Connelly, Kevin Connolly, Bradley Cooper, Ginnifer Goodwin, Scarlett Johansson, Justin Long


As comedias romanticas debruçando um conjunto de historias interligadas e quase a categoria mãe deste genero principalmente pela densidade e particularidades que consegue atingir, dai que normalmente consigam sempre bons resultados de bilheteira atraves de um publico alvo de casais de adolescentes em inicio de relação. Tudo se torna mais facil quando ao serviço do mesmo filme se encontra um dos casts mais mediaticos que há memoria com um conjunto de figuras de proa da montra de Hollywood. Dai que nao seja de estranhar que este filme de nome extenso conseguisse com alguma facilidade convencer as bilheteiras norte americanas com resultados muito positivos, pese embora a nivel critico nao tivesse conseguido ultrapassar a mediania.
Para um filme com diversas historias existe um problema, ou o autor consegue fazer um balanço e uma ligaçao intressante entre todas as hitorias que nao seja possivel as desmarcar ou esta ligação e tão debil que mais parece estarmos a ver filmes separados integrados, E neste filme fruto de alguma falta de força do guião caimos rapidamente nesta fragmentaçao excessiva narrativa, embora as pontas se cruzem, cedo nos percebemos da independencia da historia e que a resoluçao sera individualizada, o que torna o filme mais facil de funcionar, mas por outro o lado o torna menos eficaz junto de espectador.
Rapidamente o espectador seleciona as suas historias preferidas, os seus centros de atenção e rapidamente esta atenta ao suprerficial, e se existe sequencias bem trabalhadas e historias coesas na exploraçao do tema do amor, principalmente a das personagens de Alex e Gigi, tudo o resto e algo cor de rosa, e algo pouco trabalhado, devido a uma excessiva fragmentaçao do argumento. Mesmo assim temos momentos interessantes, temos boas teses relativas ao compartilhar de sentimentos, pese embora o filme tivesse um campo de evolução muito mais forte, e ficarmos sempre com a sensação que o filme e limitado em termos de sentimentos, na exploraçao dos impulsos do ser humano, quando relacionados com o amor.
A historia aborda uma serie de casais, ou individuos soltos em torno de uma serie de problemas amorosos, sendo que a ponta de um e seguida por outros numa teia de relacionamentos em fase de decisão
O argumento ao articular diversos pontos narrativos e complexo, mas opta sempre pelo mais facil, o que nem sempre se torna mais eficaz principalmente porque nao consegue imprimir ritmo, nem explorar o sentimento no seu estado mais puro, rodando sempre a um ritmo pausado quase de telenovela, nao explorando as potencialidades que as personagens lhe poderiam trazer contudo tem momentos em que os dialogos e convicções funcionam como boas teses sobre o amor.
A realização tambem nao e ela brilhante, pausada, por vezes sem ritmo, sem cunho de autor, vincadamente tipica das comedias mais moderadas em termos de romantismo a estrutura fragmentada da narrativa nunca e potencializada em termos de realização
A nivel do cast e com um vastissimo naipe de actores e figuras mediaticas o filme concretiza o seu principal objectivo com estas escolhas que e uma aproximaçao clara do publico, contudo para os intuitos limitados das personagens resulta bastante bem a parelha Goldwyin- Long e acima de tudo a sensualidade angelicar de Scarlett.

O melhor - A escalada de sentimentos de GIGI e ALEX

O Pior - A estrutura demasiado fragmentada da narrativa, soltando demasiado cada uma das parcelas

Avaliação - C

Friday, May 01, 2009

Crank High Voltage


Starring: Jason Statham, Amy Smart, Clifton Collins Jr, Efren Ramirez, Bai Ling
Directed by: Mark Neveldine, Brian Taylor

quando por volta de 3 anos Crank surgiu no cinema os mais tradicionalistas sofreram um atentado com esta nova forma de cinema, onde ritmo, adrenalina e rebeldia se reuniam em torna de um cinema de acção que deixava cansado o propria espectador, o argumento e o filme eram originais e curiosos dai que tenha resultado bastante bem, dai que nao surpreende que pouco tempo depois surja uma sequela. Contudo os resultados foram bem diferentes, se por um lado a critica avisada ja nao se iria surpreender com o filme, por outro lado o publico parece ter esquecido por completo a agradavel surpresa do primeiro tornando o filme o floop consideravel
Confesso que admirei o primeiro filme, nao so pela originalidade com pelo estilo proprio que o filme conseguiu utilizando algumas das virtudes de um cinema mais exprimentalista de Tarantino. Neste filme tudo e elevado ao cubo, na loucura, no ritmo na ilusão criada, o que se por um lado permite confirmar a originalidade e o estilo dos realizadores por outro rapidamente cai no exagero, e se no ponto de vista estetico as coisas ate conseguem ser melhoras e acima de tudo aperfeiçoadas, e nos deixa estupfactos, do ponto de vista da historia em si, o filme perde em larga escala. A hitoria central e ridicula sem qualquer noção da realidade, as personagens sao elevados a um exagero da loucura quase inacreditavel, e nao fosse uma serie de sequencias de acçao bem organizada com bons apontamentos de humor poderiam tornar o filme uma autentica miseria.
Contudo o estilo e o ritmo do filme, bem como a continuaçao ao segundo do primeiro filme, consegue agarrar o espectador que ao mesmo tempo fica agradado com o estilo e com o seguimento e linhagem do fillme como fica estupfacto como a forma com que narrativa e acima de tudo as personagens evoluem para um pos absurdo.
A historia segue a personagem de Cheelios que apos a queda, consegue ser revitalizado atraves de uma especie de bateria que carrega com o ritmo que o seu corpo adquire nao podendo parar, neste momento tem como unica salvação encontrar o seu coraçao previamente retirado.
O argumento tem tanto de original como de absurdo e na sua concretização leva a rebeldia ao excesso, as personagens entram numa escalada exagerada de loucura pura, e os secundarios parecem retirados num filme de terror, alguns demasiado histericos outros acabam por ser engraçados
Do ponto de vista de realizaçao a dupla de realizadores marca mais uma vez um estilo proprio, dificil de concretizar e um plano ideologico capaz de surpreender toda a gente, potenciado com guioes mais coesos poderao se tornar em autores de excelencia porque a originalidade e a capacidade de se fazerem notar e presente nao so na idealogia como tambem na forma de realizar
QUanto ao cast poucas mexidas, Statham e o ideal para este tipo de papeis de acçao e ritmados, onde tem conseguido grande parte das suas intrepretaçoes a as mais conformes com o seu estilo, Smart perdida no cinema, onde chegou se a pensar que poderia se tornar mais conceituada, num estilo e na saga que lhe deu fama

O melhor - A ideia e a musica principal

O pior - O exagero total que o filme se torna na sua conclusao

Avaliação - C+

17 again


Starring: Zac Efron, Leslie Mann, Matthew Perry, Michelle Trachtenberg, Melora Hardin
Directed by: Burr Steers

As comedias com alterações de idade sempre resultaram bem dentro do publico norte americano, ao longo dos tempos, com algumas actualizaçoes principalmente no tipo de humor utilizado o certo e que tem conseguido sempre bons resultados. Para este ano uma nova aposta, aproveitando a dimensao e sucesso de um novo icon jovem Efron, o filme surge como um absorvente de bilheteiras, e os resultados até ao momento são positivos, mesmo que criticamente o filme tenha dificuldades naturais em se impor
A historia é gasta, ou seja em termos de originalidade pouco se pode valorizar no filme, a ideia, as situaçoes e tudo o restante é por demais utilizado e algo gasto, mesmo as situações criadas ja foram por diversas vezes vistas, mesmo assim o filme acaba por ter dificuldades em funcionar como um todo, poucas vezes consegue ser engraçado, as personagens nem pouca profundidade e tudo resulta de forma pouco conseguida, mesmo em termos de intensidade e proximidade do espectador.
E um filme declaradamente utilizado para um publico mais juvenil, e nota-se nao so na pouca ligaçao entre os dialogos mas acima de tudo em alguns pontos de moda juvenil que são extremamente proximos da nova geraçao, contudo como filme em si, acaba por ser pouco representativo, e mesmo algo exagerado
A nivel de humor o filme tambem perde, nao conseguindo fazer resultar a maioria das suas situaçoes humoristicas, aqui ressavla-se apenas o caracter suave e leve do filme, que faz com que o espectador consiga acompanhar de forma continua um filme com poucas ambiçoes em termos de maturidade
A historia fala-nos sobre um jovem que abandona uma carreira de jogador de basket para se dedicar a familia, contudo nunca consegue ultrapassar esta decisao, sendo que posteriormente tem tempo de voltar atras, ou seja regressar aos seus 17 anos de forma a remediar a sua vida
O argumento e demasiado repetitivo, nao so no conceito muitas vezes utilizado, mas acima de tudo na propria construçao narrativa do filme, e demasiado utilizado, as personagens sao pouco trabalhadas, e mesmo a evolução da historia e pobrezinha
A realização acaba por ser um ponto pouco trabalhado no filme, mesmo na conjugação do juvenil com o adulto pouco ou nada e potenciado, o que faz com que o filme nao adquira qualquer tipo de visibilidade a este nivel
O cast, tem a liderar um Efron proximo do publico juvenil, mas longe de qualidade de interpretaçao a tentar entrar pela porta mais logica no cinema, secundado por um Perry cada vez mais cansado e com dificuldades a conseguir esta passagem, cada vez mais dificil de se concretizar

O melhor - As particularidades do amigo do protagonista

O pior - Ja vimos este filme

Avaliação - C-

Saturday, April 25, 2009

The Burning Plain

Starring: Charlize Theron, J.D. Pardo, Kim Basinger, Jennifer Lawrence, Taylor Warden
Directed by: Guillermo Arriaga

O filme de arriaga foi produzido com poupa e circunstancia, marcando a estreia do argumentista atras do ecrã, dai que as expectativas relativas a um eximio contador de historias nao poderia ser mais elevadas. Contudo depois da apresentaçao em festivais europeus, eis que a celeuma reduziu-se e o filme acabou por nem estrear em 2008 nos EUA, e anda esquecido entre distribuidoras. Sendo aos poucos lançado no mercado europeu, e com uma recepçao ate ao momento aceitavel o certo e que o filme nao tirou o proveito que prometeu em termos de visibilidade

Burning Plan fala-nos sobre sofrimento ao longo de uma serie de personagens cujo o tempo separa encontramos uma serie de pessoas, cujo o passado e o presente se ligam num clima de sofrimento silencioso, alias a capacidade das personagens vivenciar intimamente cada um dos seus conflitos e a forma como estes interagem entre si e o ponto mais creativo e acima de tudo mais obsessivo do filme. O filme nunca adquire grande ritmo, o que acaba por o tornar demasiado moroso em determinadas partes.

O problema do filme acaba por ser todo o aborrecimento que deteriminados momentos traduzem e o facto de por vezes se tornar demasiado obvio, desde logo conseguimos prespectivar onde o realizador quer chegar e a forma de montar com tiques tipicos de Inarratu seu colega, o filme torna-se rapidamente demasiado obvio e isso acaba por nao favorecer a ligaçao do proprio filme com o publico. Nunca o consegue seduzir em termos de intensidade mesmo os momentos mais fortes por vezes tornam-se algo perdidos principalmente com o facto de os dialogos nao serem muito trabalhados perdendo-se em expressoes vazias

O filme fala-nos de duas familias distintas martirizadas com a morte em relaçao adultera de dois elementos de casais diferentes, e acima de tudo na relaçao que se estabelece posteriormente entre os filhos do casal, e as reprecurssoes que esta tera no futuro, quando ele acaba por ter um acidente de aviaçao

O registo do argumento e o tipico deste autor, fragmentado por vezes com uma intuiçao demasiado propria, e acima de tudo que cai na propria ratoeira de fragmentar narrativas, as personagens nao sao tao envolventes para um plano narrativo tao complexo, e por vezes o filme torna-se num vazio mesmo em termos de conteudo

Quanto a realizaçao aqui o filme parece tambem nao aproveitar ao maximo os planos, o que se pode explicar pela inexperiencia atras das camaras de arriaga, mesmo assim parece-nos dos pontos mais fortes do filme na capacidade de fazer funcionar de forma pouco colorida um filme tambem ele pouco colorido

E por fim o cast liderado pela vertente mais dramatica e capaz de Theron uma autentica diva em papeis mais exigentes, e que e seguida acima de tudo por uma Bassinger triste, e um Joaquim de Almeida demasiado parado e com uma personagem demasiado limitada

O melhor – A tristeza na face de theron

O pior – A falta de envolvencia do filme

Avaliação - C

Thursday, April 16, 2009

Duplicity


Starring: Julia Roberts, Clive Owen, Tom Wilkinson, Paul Giamatti, Rick Worthy
Directed by: Tony Gilroy

Tony Gilroy foi uma das personalidades a ganhar mais evidencia nos ultimos anos no cinema, se por um lado os seus argumentos deram origem a alguns dos filmes mais conceituados dos ultimos anos, como por exemplo a saga Bourne, por outro lado a sua estreia na realização com Michael Clayton nao poderia ter corrido melhor, tendo incusive sido nomeado para os Oscars da academia, dai que se aguardava com expectativa o segundo filme como realizador para alem de que voltaria a estar tambem no guião. De inicio de estranhar foi a data de lançamento do filme, em pleno Março, longe das possibilidades de premios que tao bem se intrometeu no seu titulo de estreia. Talvez por este facto o filme comercialmente logo se reparou que nao seria um sucesso com resultados muito modestos, e apesar de ter agradado na generalidade a critica as opinioes do publico dividiram-se um pouco em torno deste peculiar filme
Duplicity e antes de mais um filme fora de tempo, com demasiada qualidade para entrar pelas salas nesta altura do ano, e daqueles filmes em forma de puzzle que de inicio achamos um disparate pegado mas que no final ja estamos boqueaberto com a coesao do mesmo e com a inten sidade, e daqueles filmes cujo argumento e montagem funcionam como um so para fazer rentabilizar um guião creativo, com dialogos de primeira linha, numa historia intensa, com ritmo e extremamente inteligente
O filme é daqueles exercicios de creatividade puros consegue manter suspense nos aspectos fulcrais do filme, realizado sob a forma de sequencias o filme adquir grande ritmo com esta opçao e isso salvaguarda o real valor do filme, uma obra bem conseguida, madura, original que marca uma posiçao num ano ate ao momento algo cinzento
A historia fala-nos de dois espiões de empresas concorrentes apostados em descobrir os segredos uma da outra, ate que se apaixonam e tem de lutar entre as inerencias da profissão e o amor que une os dois, numa mistura de sensualidade, trama e acima de tudo um argumento de encaixe de peças sucessivas
Gilroy e um argumentsta de excelencia a capacidade de tornar os filmes como obras de coesao sao impressionantes sempre em exercicios arriscados de creatividade, para alem do conceito e de os fazer resultar dota as personagens de uma capacidade oratoria que permite que os dialogos fortaleçam ainda mais guioes ja de sim com muita qualidade, ou seja um fora de serie
Na realização tambem aqui parece claramente em evolução, muito mais risco do que em Michael Clayton, mais forte, mais denso, com mais toques de creatividade Gilroy torna-se a passos largos um caso singular de Hollywood, esperamos mais obras em ambas dimensoes
Quanto ao cast a aposta numa dupla de superestrelas resulta bem no que o filme quer, Owen cabe bem em personagens rebeldes e enigmaticas e com uma capacidade oratoria de excelencia e o perfeito para uma personagem com estas caracteristicas, Roberts bate pela pseudo inocencia e suavidade ao qual apimenta com um charme a muito desaparecido na actriz, uma boa escolha, Os secundarios de luxo dao a maturidade que o filme necessita

O melhor - O argumento de alto nivel

O pior -Ao inicio pode soar tudo muito estranho

Avaliação - B+

Wednesday, April 15, 2009

12 Rounds


Starring: John Cena, Steve Harris, Aidan Gillen, Brian J. White, Gonzalo Menendez
Directed by: Renny Harlin

Renny Harlin tem no seu curriculo alguns dos unanimente considerados piores filmes de Hollywood, sempre foi um realizador com poucos creditos, e com dificuldade em entrar dentro de um rigor critico, contudo sempre conseguiu o seu espaço em termos de produtores, com maior ou menos sucesso, embora depois de algum tempo desaparecido surge agora associado a tentativa de WWF entrar no mundo do cinema, com uma das mais conceituadas estrelas do Wrestling John Cena, a aposta parecia muito elevada, nao so por nao entrar directamente num cinema de confronto fisico directo, mas acima de tudo numa dimensao mais policial. Contudo mais uma vez o tiro saiu pela culatra ao realizador , por um lado comercialmente o filme nao rendeu praticamente nada, sendo mesmo inferior ao titulo anterior do lutador,e criticamente sem surpresa o filme nao passou nas dificuldades sempre presentes do rigor critico
12 Rounds e o tipico filme de Harlin um conceito simples, quase em forma de jogo, que passa de forma rapida, com grande ritmo, mas perde tudo principalmente por nao conseguir atingir qualquer tipo de coesao, e funciona assim com uma serie de cliches utilizados em policial, demasiado tradicionalistas, demasiado vagos e pouco originais, alias o filme e extremamente limitado em todos os sentidos, nao so na falta de vigor das personagens, na limitaçao total do argumento, na falta de logica e sentido, numa ideia vaga para qualquer tipo argumento
A historia alias e tao ilogica que so continuamos a ver porque precisamos de ver a conclusao do filme, tudo e demasiado previsivel, tudo perde sentido com a filosofia dos 12 rounds que acaba por dar intensidade ao filme e acima de tudo tenta disfarçar todas as limitaçoes que o filme tem
A historia fala-nos de um policia que depois de uma aventura relacionada com um perigoso ladrao de diamantes, e depois de um acidente qua causa a morte da mulher do criminoso, que apos uma saida da prisao tenta se vingar do policia atraves de 12 joguinhos que conduzem ou nao a morte deste
O argumento e limitado, sempre com o caracter de jogo que harlin gosta num caracter simplex, e conduz a um dos argumentos mais limitados que ha memoria, nao a personagens ou sao limitadas os dialogos sao reduzidos a quase nadas, ou seja o filme e uma vulgaridade narrativa gritantw
Harlin ja esta num momento ainda mais baixo da sua carreira ja sem a pressao dos estudios os filmes tornam-se cada vez mais vazios, a realizaçao e pouco interessante e demasiado tremida, ou seja muito pouco interessante
Quanto ao cast Cena nao e um actor, ou seja ate pode ter presença fisica, contudo e tao limitado do ponto de vista interpretativo que tudo tem de ser demasiado preparado para ele funcionar, de resto um conjunto de actores limitados, a fazer uma perninha na interpretaçao

O melhor - A facilidade do conceito

O pior - O vazio narrativo


Avaliação - D

Tuesday, April 14, 2009

Fast & Furious


STARRING

Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, John Ortiz, Gal Gadot, Liza LaPira, and Laz Alonso

Vin Diesel e Paul Walker regressam depois de ausencia ao franchising que os catapultou para o estrelato, e depois de varias tentativas em outros registos ou mesmo em papeis aproximados, eis que surgem novamente no seu maior postal de boas vindas, talvez pelas carreiras nao os terem encaminhado para o sucesso sem paralelo, principalmente no caso de walker, ou porque o estudio sedento de dinheiro apostou forte no regresso dos verdadeiros herois da saga ao seu habitat natural, como qualquer produto que se assemelha ao maximo com o original e de maior sucesso, os fas da saga ficaram agradados e os primeiros resultados do filme são extremamente positivos comercialmente, contudo criticamente, volta a ser desprezado, bem como a tutalidade dos seus antecessores.
Reunir carros artilhados, hip hop, algumas sequencias de pancadaria a raparigas bonitas e o primeiro passo para agradar a maioria dos homens no cinema, mesmo que a historia seja do mais básico ou que a coerencia narrativa e creatividade seja totalmente ausente, foi assim nos primeiros e é assim neste ultimo, com o chamariz de devolver as personagens familiares ausentes principalmente da aventura em tokio e que culminou num desastre de bilheteira. Os ingredientes do sucesso do filme estão todos presentes, embora a contençao de despesas seja muito vincada no filme, ou seja os valores para contratar as estrelas foram reduzidos em materia de acção, presseguiçoes e mesmo na forma de adoernar os carros, na componente tecnica estamos sem margem para duvida no filme mais pobre da saga, sem sequencias de grande espetacularidade para os amantes da velocidade nem mesmo na caracterizaçao dos carros, o filme parece quere ganhar alguma independencia dos carros, contudo com esta opçao perde alguma da identidade torna-se rapidamente num filme de acçao, de vingança vulgar, funciona melhor e certo como envolvente do espectador, tornando-se mais emotivo, para o qual contribui o regresso das personagens proximas do publico.
Disse muitas vezes que esta e a saga para aqueles que nao gostam de ir para o cinema pensar, e mais uma vez isto e claro, o filme e todo ele tipico em atalhos narrativos, a procura de uma intensidade e capacidade de explosao do guião, nao se preocupa com grandes dialogos nem tao pouco com coerencia, vive do carisma das personagens e pouco mais, ja que as componentes tecnicas aqui acabam por desaparecer, ou seja ganha-se na envolvencia emocional do filme, importante para render um produto comercial, mas perde espetacularidade
O filme regressa as duas personagens centrais do primeiro filme, um policia em busca de um traficante e don a procura da vingança sob a morte de lefty, o destino leva ao reencontro dos dois conhecidos, com alguma velocidade a mistura
Efectuar um argumento para esta saga nao e dificil, principalmente ao quarto filme, as personagens lineares estao mais que caracterizadas, rendem por si propria sem precisar de grandes linhas, a historia esta entregue, ou seja basta despoltar um acontecimento e a reaçao natural da personagem as mesmas, mesmo neste clique tudo e demasiado previsivel e automatico, falta-lhe densiadade, mas e apanagio da saga, profissional nos limites minimos
Na realizaçao um repetente Lin que ja dirigira a ultima aventura em toquio regressa ao guiao, com menos brilhantismo do que o espectaculo colorido daquela que foi para mim o melhor capitulo da saga, aqui parece mais limitado, do ponto de vista tecnico o filme parece sem alma, sem força, tenta ser mais adulto mas perde grande parte do seu carisma
O cast volta a formaçao titular e isso e bom para o filme, dá-lhe outra força interna, apesar de nenhum deles serem grandes actores, sao as caras da saga e isso reflecte-se na quimica que o filme transmite entre as personagens

O melhor - o regresso da dupla walker diesel

O pior - A falta de cor e intensidade estetica do fillme

Avaliação - C

Notorious


Starring: Jamal Woolard, Angela Bassett, Derek Luke, Anthony Mackie, Antonique Smith
Directed by: George Tillman Jr

Teve que ser digerido todos os confrontos em plena decada de 90, no terreno do hip hop americano, para vermos sair o primeiro filme relativo a uma das faces mais visiveis deste confronto entre Tupac e Notorious, embora o maior mediatismo do primeiro internacionalmente, que nao sera indiferente a sua participaçao pelo cinema, acaba por ser um biopic a face menos revelocionaria de Notorious o primeiro a sair, sob o seu ponto de vista sobre a sua evoluçao, permite perceber a genese do hip hop actual, e a diferença entre o comercial e a vivencia. Notorious conseguiu amealhar uma boa maquia, tendo resultado muito bem comercialmente, nao tera sido indiferente a forma como o hip hop domina o panorama musical norte americano, criticamente o filme foi aceite com respeito contudo sem uma admiraçao exagerada
Notorious é um biopic interessante sobre diversos niveis, desde logo pelo inicio demasiado natural de uma personagem que se tornaria rebelde, mas acima de tudo pela prespectiva oferecida sobre uma das maiores e mais tragicas disputas do panorama musical internacional, contudo peca nos principais pecados da maioria dos biopics, perde-se demasiado as voltas com a vida amorosa da personagem, perde demasiado tempo em pontos pouco relevantes, dai que no final todo o interesse da disputa que marcou a vida do jovem de 25 anos, passe algo desprecebida, bem como a sua carreira musical, raramente da atençao a uma musica ou um trabalho preferndo sempre incidir sobre a facilidade de dinheiro e mulheres do rapper
O filme e algo preso de movimentos, muito a semelhança de Ray, parece por vezes faltar alma ao filme permitir que a grandiosidade permite que a obra fica para sempre, parece sempre limitado, demasiado vago, as personagens entram em saem a um ritmo demasiado elevado, o que nem sempre oferece ao filme o grau de coesao necessario, nao e um daqueles filmes que funciona narrativamente mas que tem como o seu valor elevado a homenagem a um marco da musica actual
A historia fala-nos do desenvolvimento musical e pessoal de Notorious BIG, quer do ponto de vista da sua carreira criminal e musical, ate algumas linhas finais demasiado tenues do que gostariamos de ver mais esclarecido, ou seja a prespectiva deste no confronto com Tupac
O argumento é pausado, nao procura polemicas, tenta ser o mais narrativo e factual possivel, contudo rapidamente toma a parte da personagem assume da forma de pensamento desta as ideias e reflexoes que quer tomar, existe algum desaproveitamento dos secundarios e isso parece de alguma forma centralizar em excesso o filme em Notorious e este nao poderia ser desligado de tudo a sua volta
A realizaçao parece-nos talvez o ponto mais artistico do filme, principalmente nas actuaçoes e na forma como consegue captar a imagem de marca de Notorious, a determinado momento a opçao pelo quase documentario na fase de captar a conturbaçao social da disputa entre costas, parece-nos bem enquadrado, se bem que algo desligada do restante filme, enfim razoavel
Quanto ao cast o rapper americano Woolard coube a tarefa de renascer Notorious e faz-lo destro de parametros aceitaveis pode nao ter um carisma elevado, mas a tranquilidade faceta da personagem foi sempre central, quanto ao resto de relevo um Luke mais extrovertido no papel de diddy, surpreendente e que vem cada vez mais a alimentar que com esta capacidade de mutaçao entre papeis poderemos ter aqui o afro americano do futuro

O melhor - As fotografias e o nascimento do rapper gangster

O pior - O pouco enfoque do relevante confronto espiritual com Tupac

Avaliação -C