Inicialmente planeado para uma estreia em cinema, em epocas baixas, apostando em ocupar mais um lugar no tipico cinema de terror comercial, as estrategias de lançamento foram mudando e o filme acabou por ser lançado na aplicação ainda pouco expansiva da Paramount +. Criticamente embora tenha sido um filme de alguem com ja alguns filmes do genero os resultados foram medianos, e comercialmente o veiculo de comunicação nunca será o melhor, dai os resultados terem sido rudimentares.
Sobre o filme podemos começar por dizer que se trata de um filme com uma filosofia simples, uma maldição a cargo de uma caixa e uma serie de acontecimentos quase num ato a solo da protagonista para tentar reverter o destino. O filme tem alguns momentos de susto, embora seja um filme maioritariamente previsivel e mais que isso um filme que acaba por viver dos sustos que lança mais do que propriamente pela tensão da historia.
Claro que num momento em que muitos filmes de terror entram numa dinamica paranormal quase impercetivel, o lado simplista do guião acaba por ser uma boa opção, mesmo que nem sempre as coisas sejam explicadas, alias acaba por nunca o ser minimamente apenas sabemos o poder da caixa sem nunca saber o porque de tudo aquilo e isso acaba por deixar demasiadas perguntas por eslcarecer.
Assim um filme de terror de estudio com pouco lado artistico na abordagem, com muitos sustos, bodyhorror mas pouca consistencia ou novidade na historia de base. Existe momentos em que fica a sensação que o filme vai surpreender mas tudo acaba sempre por seguir apenas o lado mais esperado, com muitos pontos que poderiam e deveriam ser melhor trabalhados.
O filme fala de uma jovem adulta isolada que recebe uma visita surpreendente de uma idosa que deixa em sua casa uma caixa e um relogio de areia com um destino fatal a não ser que cumpra os requisitos pedidos pela caixa.
O argumento do filme é na base simples e isso acaba por ser o que funciona melhor no filme nas suas debilidades. Fica a sensação que tudo e muito standartizado sem grandes surpresas e mesmo a revelação final acaba por ser algo esperado.
Na realizaçao temos Bryan Bertino um estusiasta do terror de estudio ja tinha estado na base dos primeiros Strangers aqui tenta misturar a tensão psicologica, o paranormal e o body horror mas sempre pelo lado comercial e pouco artistico, um tarefeiro do genero.
No cast temos Fanning que apostou no terror para exprimir a sua intensidade e aqui esta sozinha no filme, com muitos gritos, sofrimentos mas uma construção que acaba por na maior parte do tempo por ser algo limitada. AO seu lado a sempre força estetica de Hunter.
O melhor - Não complicar ,muito o guião.
O pior - A sensaçáo que o filme não consegue surpreender e explicar a maior parte dos aspetos
Avaliação - C-

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