Sunday, October 01, 2017

Wish Upon

Numa altura em que o cinema de terror esta outra vez na moda, é normal não surgirem apenas projetos originais e sustentados em ideias inovadoras, mas também meras repetiçoes de um cinema juvenil de pequena quaalidade, baseada em premissas gastas ao maximo. Dentro deste registo surgiu este pequeno filme que conseguiu uma distribução wide, mas cujas avaliações totalmente negativas acabou por o conduzir a um resultado bastante baixo tendo em conta o numero de cinemas no qual estreou.
Um dos sub generos que no final do seculo acabou por estar muito na moda no que diz respeito ao cinema de terror juvenil foi o falatismo, no qual a invevitabilidade da morte seguia personagens e que teve o seu maior sucesso na saga destino final. Neste filme temos quase uma repetiçao da formula com novamente mortes criadas de forma a impressionar, mas com um argumento de base completamente inexistente e mais que isso sem junção entre as sequencias.
O filme é tão limitado no seu contexto que durante noventa minutos temos os desejos e as consequencias que passam com toda a pressa sem ligaçao entre ambas ou sem qualquer valor implicito. Temos twists e contra twists para um final mais que esperado, num filme que nunca consegue ter intensidade ou conseguir colar o espetador ao ecra ja que cedo se percebe tudo que o filme nos quer dar.
Ou seja mais um filme de terror de baixa qualidade um daqueles que tenta ganhar dinheiro sem grande trabalho, sem grandes ideias, limitando-se a repetir uma formula utilizada sem potenciar em momentos algum qualquer especificidade da mesma. Nestes tipos de registos parece-me obvio que o cinema ter de ter mais seleçao principalmente na forma como filmes como estes conseguem uma distribuição wide e outros muito mais fortes e conteudo aparecem difusos em um ou outro cinema americano.
A historia fala de uma jovem que encontra uma caixa de musica que lhe da o poder de satisfazer os seus desejos sem que depois surja uma contra situação normalmente trágica para as pessoas a sua volta.
Em termos de argumento é totalmente vazio, o filme não consegue em momento algum conseguir ir para alem de um plano descriivo de mortes, sendo que a unica preocupação que o filme parece ter, é dar alguma originalidade e impressionismo as mortes, mas mesmo nisso parece-me nem sempre interessante.
Na realizaçao deste pequeno filme surgiu John Leonetti um realizador experiente nos ultimos tempos mais relacionado com o terror que teve a sua obra mais conhecida no primeiro Anabelle, mas aqui e obvio que em nenhum dos filmes conseguiu vincar qualquer assinatura de um realizador que parece destinado a um terror mais secundarizado.
No cast temos um naipe de atores que ja tiveram melhores momentos e aqui temos registos em piloto automatico. Nao e este tipo de filmes que nos da o melhor dos actores, e eles sabem disso dai que seja usual actores em pior forma acabarem por participar neste tipo de registos.

O melhor - As mortes por segundo dao ritmo ao filme.

O pior - Ser um vazio para alem das mortes e consequencias

Avaliação - D+

1 comment:

Victoria Tolsá said...

Eu esperava mais deste filme! A trama escrita por Barbara Marshall consegue ser um fiasco do início ao fim e ainda deixa um gancho para uma continuação. O que ela fez, é sempre repetido por outros inúmeros roteiristas, então não é uma novidade. Eu vi esta história apenas porque os filmes de Joey Kingl são geralmente projetos divertidos. 7 Desejos é decepcionante por diversos fatores: por repetir com muita frieza e sem qualquer originalidade um cinema estandartizado e padronizado – clichês atrás do outro -, por atuações que ficam muito aquém de um nível mínimo de realismo e acabam por cair no cômico tamanha a artificialidade, tramas mal explicadas a ponto de algumas situações da narrativa e das motivações dos personagens serem forçadas e beirarem o espalhafatoso.