Friday, May 01, 2009

Crank High Voltage


Starring: Jason Statham, Amy Smart, Clifton Collins Jr, Efren Ramirez, Bai Ling
Directed by: Mark Neveldine, Brian Taylor

quando por volta de 3 anos Crank surgiu no cinema os mais tradicionalistas sofreram um atentado com esta nova forma de cinema, onde ritmo, adrenalina e rebeldia se reuniam em torna de um cinema de acção que deixava cansado o propria espectador, o argumento e o filme eram originais e curiosos dai que tenha resultado bastante bem, dai que nao surpreende que pouco tempo depois surja uma sequela. Contudo os resultados foram bem diferentes, se por um lado a critica avisada ja nao se iria surpreender com o filme, por outro lado o publico parece ter esquecido por completo a agradavel surpresa do primeiro tornando o filme o floop consideravel
Confesso que admirei o primeiro filme, nao so pela originalidade com pelo estilo proprio que o filme conseguiu utilizando algumas das virtudes de um cinema mais exprimentalista de Tarantino. Neste filme tudo e elevado ao cubo, na loucura, no ritmo na ilusão criada, o que se por um lado permite confirmar a originalidade e o estilo dos realizadores por outro rapidamente cai no exagero, e se no ponto de vista estetico as coisas ate conseguem ser melhoras e acima de tudo aperfeiçoadas, e nos deixa estupfactos, do ponto de vista da historia em si, o filme perde em larga escala. A hitoria central e ridicula sem qualquer noção da realidade, as personagens sao elevados a um exagero da loucura quase inacreditavel, e nao fosse uma serie de sequencias de acçao bem organizada com bons apontamentos de humor poderiam tornar o filme uma autentica miseria.
Contudo o estilo e o ritmo do filme, bem como a continuaçao ao segundo do primeiro filme, consegue agarrar o espectador que ao mesmo tempo fica agradado com o estilo e com o seguimento e linhagem do fillme como fica estupfacto como a forma com que narrativa e acima de tudo as personagens evoluem para um pos absurdo.
A historia segue a personagem de Cheelios que apos a queda, consegue ser revitalizado atraves de uma especie de bateria que carrega com o ritmo que o seu corpo adquire nao podendo parar, neste momento tem como unica salvação encontrar o seu coraçao previamente retirado.
O argumento tem tanto de original como de absurdo e na sua concretização leva a rebeldia ao excesso, as personagens entram numa escalada exagerada de loucura pura, e os secundarios parecem retirados num filme de terror, alguns demasiado histericos outros acabam por ser engraçados
Do ponto de vista de realizaçao a dupla de realizadores marca mais uma vez um estilo proprio, dificil de concretizar e um plano ideologico capaz de surpreender toda a gente, potenciado com guioes mais coesos poderao se tornar em autores de excelencia porque a originalidade e a capacidade de se fazerem notar e presente nao so na idealogia como tambem na forma de realizar
QUanto ao cast poucas mexidas, Statham e o ideal para este tipo de papeis de acçao e ritmados, onde tem conseguido grande parte das suas intrepretaçoes a as mais conformes com o seu estilo, Smart perdida no cinema, onde chegou se a pensar que poderia se tornar mais conceituada, num estilo e na saga que lhe deu fama

O melhor - A ideia e a musica principal

O pior - O exagero total que o filme se torna na sua conclusao

Avaliação - C+

1 comment:

Ronald B. said...

A trilha sonora do filme foi composta pelo gênio contemporâneo Mike Patton.