Thursday, December 26, 2013

Blue is the Warmest Color

Todos os anos um filme europeu, ou sul americano chama a atenção para todo o mundo do cinema, com uma origem fora da chancela de Holywood, este ano e apos conquistar a palma de ouro em Cannes essa fama acabou por ir para este filme francês centrado na homossexualidade ou descoberta da mesma. Aos poucos o filme foi conquistando pelo mundo inteiro a critica conseguindo constar para alem da lista dos melhores filmes do ano, na corrida por algumas nomeaçoes para os oscares principalmente de interpretações, comercialmente e graças às suas restriçoes não foi um sucesso mas foi mais visto do que muitos esperariam.
Sobre o filme podemos dizer que é facil compreender neste momento com a expansão da homossexualidade pelo menos assumida que este filme marque, pois e um filme que debruça esse tema completamente sem pudor e mais que isso como se uma verdadeira historia de amor se tratasse, e nesse particular o filme tem o seu merito pela intensidade emotiva que oferece e dá à relação, forte e nem sempre facil até à presente data de explicitar em filme, talvez apenas Brockback Mountain tenha conseguido no masculino.
Mas se este merito do filme é claro, penso contudo que em termos narrativos e mesmo de filme como um todo esta longe da complexidade profundidade e originalidade de outros filmes europeus ou fora dos EUA que tiveram o mesmo sucesso, penso mesmo que na sua longa duração o filme muitas vezes se perde em si, pese embora consiga sempre manter um ritmo interessante, mas como filme de uma personagem é interessante a sua multifaceta entre o lado sentimental e profissional, mesmo sem grandes rasgos creativos e um filme essencialmente competente.
Por ultimo a ambiguidade do excesso de sexualidade do filme, se por um lado da realismo e uma melhor caracterização a intensidade carnal de toda a relação fundamental para fazer o filme mais intenso e forte, por outro lado o perde uma possibilidade de ser um filme ancora na aceitação na homossexualidade entre os mais novos, um filme mais ligeiro neste ponto e pela profundidade da relação poderia ser importante na aceitação social da relação homssexual e menos um filme de minorias.
A historia fala de uma jovem que apos uma relação heterossexual começa a relacionar-se com uma mulher com quem acaba por se apaixonar profundamente enquanto tenta enfrentar alguns dos problemas relacionados com a homossexualidade.
Em termos de argumento temos uma narrativa bem mais completa do que eficiente, ou seja não temos grande originalidade em termos de desenvolvimento narrativo pese embora o filme tenha bons momentos de dialogo principalmente entre as personagens centrais.
A realização não é propriamente arriscada é quase sempre natural, tenta sempre ir a procura das interpretações o grande vector de arranque do filme, não nos parece ser o aspecto mais potenciado do filme.
Em termos de cast a jovem Adele domina por completo o filme, num papel exigente a todos os niveis, fisicos e emocionais, numa jovem que conquistou o mundo do cinema num papel dificilimo de exigencia maxima que merece ser visto, pena é que o excesso de sexualidade possa direcionar a sua carreira para esse ponto cada vez mais dificil de encontrar.

O melhor - As interpretações

O pior - Nem sempre o filme consegue manter o mesmo nivel.

Avaliação - B-

The Secret Life of Walter Mitty

Quando foi anunciado para plena oscar season o lançamento do novo filme de Ben Stiller na realização que se vaticinou que estariamos perante um filme diferente do realizador mais ambicioso, menos patetico, porque a ambição de competir nesta luta parecia estar latente essencialmente pelos primeiros traillers do filme. O certo e que apos as primeiras avaliações se percebeu que este seria um dos mal amados do ano, que a ambição nunca se iria concretizar. Em termos comerciais os primeiros resultados não são muito explosivos mas a longo prazo perceber-se-a o real valor do filme.
SObre o filme podemos desde logo dizer que é facilmente um dos filmes mais ambiciosos do ano, uma mistura de comedia a drama, de uma magnitude superior uma grande historia, forte emotiva, original realizado de uma forma excelente que o torna mais que uma comedia num filme de grande dimensão. Nâo é um filme facil pois nem sempre consegue ser constante ao longo da sua duração, mas no final ficamos com a sensação que assistimos a um filme de uma excelencia reconhecido, mais pela sua racionalidade pela beleza natural do mesmo e mais que isso pela mensagem forte e postiva que o filme transmite.
Por este facto leva-me a dizer que nem sempre o cinema é justo para com a ambição, para com a creatividade nem sempre a entende, muitas vezes porque fica preso a alguns defeitos que o filme tem, nunca os tentando encaixar numa logica maior, e aqui parece que muitas vezes o filme tem defeitos mas esses acabam por ser os maiores aliados a transmitir a força de uma mensagem muito forte.
Por este facto leva-me que estamos perante um dos melhores filmes do ano, e a ideia base de um dos melhores argumentos do ano, pelo risco pela mensagem, por alguns dialogos mas mais que isso pelo seu absurdo pouco sentido, que no final se consegue conjugar num filme de primeira linha, um filme que na minha opinião o tempo dará o seu reconhecimento porque historias simples são faceis agora risco e força só os mais fortes conseguem.
A historia fala de um personagem que tem uma vida demasiado pacata que o leva a sonhar e imaginar sequencias de filmes de hollywood, quando o seu emprego ta em risco as suas experiencias unicas tornam-se reais, numa luta mais do que pelo emprego pelo significado da propria vida.
O argumento mais que um força nas suas vertentes e de excelencia pelo todo a originalidade da ideia, a mensagem que tão bem e com força transmite, o não ter medo do risco e a inovação dão-llhe na minha opinião um dos melhores e mais originais argumentos do ultimo ano.
EM termos de realização Ben Stiller foi sempre bem melhor do que como actor mas aqui tem a sua obra prima, com um balanço de excelencia entre a seriedade e a comedia, tem primor artisitico tem inovação ter ideias proprias e originalidade num trabalho que demonstra um realizador num patamar de excelencia em hollywood.
E se como realizador as coisas funcionam como actor Stiller esta acima do habitual, sem o histerismo tipico consegue dar o equilibrio ao papel, domina o filme e tem a interpretação da carreira que se da ao luxo de ter Sean Penn sem brilho porque este esta todo no centro do filme.

O melhor - O cinema deve ser mais que contar uma historia

O pior - Perder algum balanço inicial que rapidamente recupera

Avaliação - A-

Wednesday, December 25, 2013

Fruitvale Station

Quando entramos em meados de Agosto sem qualquer filme sequer sonhar com a possibilidade de luta com os galardões, é normal que a atençaõ redobre sobre filmes com menos meios e sem figuras de proa, e isso conduziu a que o mundo conseguisse reparar e sublinhar este pequeno filme sobre um acontecimento proprio que despultou muito sobre a violencia policial e alguma luta racial ainda existente nos EUA. Assim e muito impulsionado por este ponto este pequeno filme reuniu o consenso da critica que o valorizou ao ponto de ainda recentemente estar nas listas dos melhores do ano, comercialmente, ao ser um objecto menos apetecido as coisas não foram tão brilhantes mas acabaram por ser também elas satisfatorias.
Sobre o filme podemos dizer que é daqueles filmes pequenos que começa ao de leve, procura o seu lugar, e depois conduz a sequencia que o trás cá, não é um filme de grande ritmo pese embora a sua curta duração, mas é um filme que silenciosamente é intenso, e mais que isso, tenta nos primeiros minutos nos dar a conhecer uma excelente personagem, as diversas formas de ser, os seus defeitos e virtudes, para no momento em que esta nos conquista, dar ao motivo do filme um peso completamente diferente, mais intenso emocionalmente e que torna o resultado final muito mais valorizado.
E é neste inteligencia emocional que o filme ganha quase a totalidade dos seus pontos todos ou seja é um filme que ao mesmo tempo não tem muito mais que uma sequencia mas toda a sua formula todas as sequencias da personagem transformam o filme num comprimido emocional de grande alcance, sendo a sua parte final a revolta que quase passa dos personagens para o espectador.
E se estes pontos positivos são esclarecedores da qualidade pelo menos do proposito do filme também é verdade que o seu objecto é redutor, temos um filme que nem sempre é dificil de fazer, com alguns cliches principalmente na forma como vai transformando alguns defeitos claros da perosnagem em virtude, mas no final o filme resulta com mérito, e mesmo estando longe de ser um filme de um alcance supremo a sua suavidade e crueza acabam por ser uma força natural que deve ser aperciada.
A historia fala de um jovem pai, que depois de ficar sem emprego tenta limpar a sua vida num final de ano, após festejar o aniversario da sua mãe desloca-se para a cidade onde no regresso acontecem eventos que vão para sempre alterar a sua vida.
O argumento é bem pensado, porque de um acontecimento monta uma historia, a inteligencia a estrategia emocional utilizada é muito bem empregue fazendo com que o filme tenha uma intensidade bem diferente daquela que realmente poderia ter, e isso deve-se a excelente elaboração da personagem central.
Em termos de realização temos aqui um jovem no inicio de carreira que chama a atenção para o seu trabalho, mesmo que em termos de realização seja um filme cheio de toques de outros realizadores como Afronsky, tem alguns promenores próprios como a autilização do telefone, mas parece claramente que o seu merito no filme e bem maior na escrita do que na realizaçao.
Por fim em termos de cast Jordan demonstra o nascimento de mais uma estrela afro americano o filme é todo ele, com mudanças e estilos diferentes e cumpre uma exigencia elevada, fica na retina um bom papel de um actor jovem com futuro aparentemente promissor, ao seu lado a experiencia e intensidade emocional de Octavia Spencer tambem fortificam o filme.

O melhor - A estrategia emocional.

O pior - Apesar de tudo a intensidade ser apenas um cena.

Avaliação - B

Monday, December 23, 2013

Clody whith a Chance of Meetbals 2

Se existiu filme de animação que primou pela diferença e pela originalidade do seu conceito nos ultimos anos foi este filme no qual personagens humanas são perseguidas por comida como se de monstros se tratasse. Alguns anos mais tarde surge a natural sequela, mas como a maioria das sequelas o resultado foi ligeiramente diferente nem tanto em termos comerciais onde o franchising continuou com força mas mais em termos criticos, depois de uma boa recepção do primeiro filme este não foi tão bem recebido apesar de avaliações no seu essencial positivas.
Sobre o filme podemos dizer que se o primeiro filme era demasiado inventado que fazia com que a riqueza moral fosse transmitida de uma forma muito subtil neste segundo filme essa invenção essa fantasia torna por completo o filme com muito pouco paralelo com a realidade e onde a parte acaba por dominar o todo, ou seja o filme como um todo funciona muito menos e apenas o faz resultar os aspectos secundarios, o humor utilizado quase sempre funcional, algumas sequencias de segundo plano, que disfarçam um filme que em si, não e nem de perto nem de longe tão inovador ou mesmo rico, como outros filmes de animação e mesmo com o primeiro filme da saga.
Mesmo em termos de produção e evolução da animação esta saga não é prodiga em momentos de eleição parece sempre demasiado caricaturada demasiadamente hiperactiva para surpreender na sua forma, e aqui o filme perde realismo capacidade de surpreender e mais que isso de agradar ao adultos cada vez mais uma necessidade mesmo nos filmes de animação.
Ou seja estamos perante uma saga longe das melhores de holywood mas que em dois filmes conseguiu chamar pela sua excentricidade a atenção para o seu aspecto curioso e com certeza teremos um provavel terceiro filme pronto a fazer rentabilizar a ideia mais um dolares, mesmo que esta desde o principio tenha sempre parecido estranha,~
O filme continua a historia do primeiro filme, agora Flyn e contratado pela empresa do seu idolo, entusiasmado com este convite tem de regressar à ilha alegadamente para salvar o que ficou neste mesmo espaço, mas ele sabe que por tras deste pedido tem uma tentativa de o usar para algo bem mais malefico.
O argumento e basico estamos longe da maturidade dos argumentos mais fortes dos filmes de animação aqui as personagens são lineares algumas mais comicas que outras e é nesta vertente que o filme ainda consegue funcionar em algum destaque ja que como historia e filme em si, estamos longe do que ja vimos.,
A produção como anteriormente ja referimos esta longe do que de melhor ja faz em holywood nao e este ponto o cartão de visita do filme, que tenta sempre chamar atençao pela sua ideia e alguma rebeldia.
No cast de vozes Hader e extrovertido e histerico suficiente para um papel a sua imagem e Faris e o seu complemento mesmo nao sendo dois actores de primeira linha funcionam bem a sos e combinado, num cast bem escolhido e que é uma mais valia para o filme o que nem sempre acontece.

O melhor  - Alguns apontamentos de humor.

O Pior - Ser totalmente uma outra dimensão.

Avaliação - C

Sunday, December 22, 2013

Free Birds

Todos os anos por altura de Novembro alguns dos estudios que tem a parte de animação lançam os seus filmes de forma a conquistarem a bilheteira para os mais pequenos, uma dessas apostas foi curiosa pois tem como ambito a tentativa dos perus, simbolo festivo norte americano tentarem se salvar da mesa. Pese embora uma ideia no minimo curiosa o resultado ficou muito aquem das expectativas principalmente em termos criticos com avaliaçoes muito negativas, do mais baixo que os filmes de animação normalmente conseguem, mas comercialmente as coisas nao foram tão desastrosas com resultados no minimo satisfatorios.
Sobre o filme podemos dizer que uma boa ideia nem sempre faz um bom filme e neste particular não o faz mesmo porque a ideia se pode ser curiosa tambem não é prodiga em creatividade a concretização do filme é do mais limitado que poderia acontecer, e se na fase inicial com a introdução da presidencia dos EUA ate podemos achar curioso apartir dai temos um festival de ideias e graças falhadas num filme muito aquem do que se poderia esperar.
OU seja um pessimo filme de animação baseado essencialmente numa tentativa facil e basica de fazer dinheiro sempre potenciada por estrelas na locução que de outra forma não permitiriam sequer que o projecto avançasse mesmo em termos de curiosade podemos dizer que pouco ou mesmo nada funciona.
Num sempre dificil luta de inverno parece claramente que existira melhores soluções na animação do que este penoso filme, que parece claramente domonstrar que alguma da qualidade que muitas vezes pautava a pouca animaçao existente deixou de ser a regra.
A historia fala de dois perus que se juntam na sua diferença e viajam no tempo de forma tentar impedir a tradição de estes viverem para engordar e morrer na mesa.
O argumento ate pode ter uma ideia curiosa mas falha toda a linha em termos de personagens de guião e desenvolvimento do mesmo, graça e valor comico.
Em termos de produção não estamos claramente na linhagem mais forte de hollywood muito pelo contrario temos um filme pouco ambicioso e inovador demasiado caricaturado.
No cast de vozes a mais valia principalmente de Harelsson um actor que encaixa bem em animaçao pese embora nem sempre seja usado neste sentido.

O melhor - As vozes

O pior - A ideia completamente frustrada

Avaliação - D+

The Spetacular Now

Todos os anos durante o decurso deste mesmo surge um filme longe das grandes produções que chama a atenção no ambito das comedias romanticas com um toque de drama. Do mesmo escritor de uma dessas comedias saiu este ano este filme que reuniu duas das promessas serias de holywood mesmo que o filme estivesse longe dos holofotes. O resultado critico excelente com avaliações muito positivas para o genero, capaz de perfilar em algumas listas de melhor filme do ano para um filme de adolescentes simples, comercialmente e mesmo tendo em conta o seu caracter limitado os resultados foram interessantes para um filme que apenas estreou em cinemas selecionados.
SObre o filme podemos dizer que até metade da sua duração é dificil perceber o seu real alcance ou mesmo os seus objectivos temos um filme sobre um jovem e as suas relações mas durante a primeira meia hora de filme ficamos na duvida sobre no que o filme se vai tornar, ou seja num simples jogo relacional da personagem ou algo mais implicito. E para o bem do filme esta duvida nunca é desfeita ou vai-se desfazendo com o evoluir do filme e da personagem a relaçao passa para segundo plano e a personagem no seu dia a dia e o seu pronuncio de futuro vai sendo o centro do filme. Esta opçao e feliz porque e diferenciador do filme, torna-o mais serio, mais diferente e mais facil de ser aperciado.
Perante este tom mais maduro num filme apartir mais simples e suave o filme ganha a sua dimensão, se bem que pensamos que este fica demasiado preso na fase inicial à sua indefinição ou seja fica demasiado tempo a vender a imagem de mais um filme cor de rosa, de diferentes prespectivas de amor, antes de ser uma boa dissertação moral sobre a maturação sobre a passagem para a vida adulta.
Por isso e avaliando e sublinhando a sua força emocional principalmente na parte final, pensamos que o filme com menos ambiguidade tinha conseguido com mais força vender uma imagem mais crua mas mais significativa e forte do que queria transmitir, um bom filme, que com alguma arte e principalmente uma estrategia de produtora mais elaborada poderia estar em alguns sectores representado quando muito no pre oscar.
A historia fala de um jovem que reside apenas com a sua mãe que gosta de viver a sua vida ao momento, sem grandes planos para o futuro, quando tudo a sua volta começa a construir uma base ele fica perdido numa serie de tiques que pensa ser o ideal mas que nada servem para a sua evolução principalmente qunado se aproxima de uma jovem e certinha que e o seu interesse amoroso.
O argumentro a cargo de alguem que tinha surpreendido numa boa versão do amor moderno em 500 dias de verão é mais cru, neste filme onde o amor e bem ocupa um segundo plano, e aqui tem a vertenta mais significativa de um filme moralmente forte, de boas personagens e que mesmo na parte mais suave sobrevive com bons dialogos.
A realizaçao a cargo de uma quase estreante não é particularmente interessante é o ponto mais simples e facil do filme deixando quase sempre os encargos do filme ao seu guião.
No cast temos Teller numa vertente mais dramatica ja aqui disse que não me convence na versão popular que teima em representar mas funciona bem melhor no drama sendo uma interpretação do menos ao mais, sendo que a intensidade dramatica, aspecto mais dificil esta lá bem presente e podera ser a base para uma carreira mais forte do que realmente esta a acontecer, ao seu lado Woodley parece com mais talento, mais facil de se encaixar em qualquer projecto, a sua prestação é mais consistente mas menos brilhante.

O melhor - O valor moral do filme.

O pior - Demasiada indefinição inicial-.

Avaliação - B-

Saturday, December 21, 2013

Thor: Dark World

Uma certeza existe hoje no mundo do cinema os herois da Marvel ganharam um novo folego depois do sucesso incrivel dos Vingadores, assim cada novo filme de cada um deles se torna por si so um sucesso sem nunca perder o que ja tinha sido efectuado antes. Assim para este ano surgiu o lançamento de mais dois Iron Man o mais bem sucedido dos avengers no cinema e Thor, no seu segundo filme. Sobre este podemos dizer que criticamente e comercialmente perdeu algum fulgor relativamente ao primeiro filme, mas tudo nao porá certamente em causa o regresso em termos não so dos Vingadores mesmo do mais que provavel terceiro fillme.
Sobre Thor podemos dizer que de todos os herois da Marvel foi aquele cujo filme menos interessante foi talvez porque a dinamica de muitos mundos tira alguma linhagem mais recta que normalmente os filmes deste super herois tem, mas por outro lado e também aquele que em termos de promenores engraçados mais esta apetrechado principalmente quando o poderoso desce a nossa terra. E nisto o filme consegue continuar a boa disposição que tão bem funciona nos vingadores e passa mais despercebida no primeiro Thor.
Para alem deste pontos não temos muito mais de novo, temos um filme com uma historia e um argumento facil, rebuscado em conceitos mas facil na sua formula e concretização, e dois filmes distintos, temos a fase pre Loki, onde o filme e mais um aborrecido filme de super herois, e depois da chegada de LOki o filme parece que ganha nova intensidade, numa clara confirmação que mais que Thor os fas da saga e mesmo quem a faz sabe o poder do alegado vilão.
MEsmo assim estamos longe de um filme bem concretizado como o que foi os vingadores ou mesmo na formula de grande sucesso de Iron Man desde logo porque a personagem central, o heroi não tem uma personalidade tão interessante come excepção dos engraçados aparte, e por outro lado ao seu lado e nas suas relaçoes estas sao bem mais basicas do que tudo que envolve outros super herois dai que por si so thor dificilmente resisitiria a muitos filmes.
A historia pois bem em Asgard Thor tem de reunir forças com o seu irmão para combater um poderoso vilão que tenta colocar todos os mundos na era negra, para alem deste facto o heroi tentara salvar a sua amada Jane das garras deste mesmo vilao.
O argumento e em quase todos os seus pontos demasiado basico, não temos muita originalidade ou creatividade na historia que e sempre mais uma, as personagens nao crescem, e salva-se alguns apontamentos de humor num filme essencialmente durante a sua duração basico e sem chama.
A realizaçao a cargo de um tarefeiro da televisao, demonstra o nivel que ja tinha o primeiro, nao e propriamente uma obra prima, mas com os meios que tem estes não são gastos em vão Alan Taylor podera aqui ter uma boa porta de entrada para filmes de estudio, o que e uma boa forma de entrar no cinema.
Em termos de cast Hemsworth é Thor, e este não lhe exige muito, nota-se algumas debilidades e limitações mas neste papel não e necessario muito mais, pena é que quando interage com Hiddlestone essa falta de recursos e algum carisma fiquem a nu, com vantagem para o vilão, mas desaproveitado é todo o talento de Portman numa fraquissima personagem.

O melhor - Alguns aparte do filme com graça, e Loki.

O pior . O argumento ser serviços minimos para a continuação da saga

Avaliação - C

Don Jon

JOseph Gordon Levit tornou-se nos ultimos tempos um dos actores mais poderosos de holywood depois da fama enquanto jovem na serie 3 calhau, demorou alguns anos a tornar-se uma força na actuação, que conquistou no ultimo par de anos. para 2013 vinha mais um passo na sua carreira a sua estreia como argumentista e realizador. O resultado bastante positivo a varios niveis principalmente em termos criticos com avaliações positivas dos criticos longe e certo de ser candidato aos oscare o certo e que o actor conseguiu passar no sempre exigente teste. Contudo em termos comerciais as coisas ficaram longe do que de melhor o actor ja teve inclusive o ano passado o ano da sua total afirmação.
SObre o filme podemos dizer que a primeira experiencia como argumentista e realizador e extremamente satisfatoria em quase todos os niveis, desde logo porque consegue fazer um filme ligeiro e serio no seu conteudo pese embora pelo seu estilo nem sempre seja facil de observar esta sua vertente sobre um tema tabu mas sem duvida pretinente. E depois temos um filme que funciona sob comedia em todos os seus vectores, a realização e a execução do filme dão-lhe ritmo e tornam o filme numa experiencia agradavel bem disposta.
Claro é que pensamos que muitas vezes quando se faz a comedia pura no genero é dificil que a historia ganhe muita densidade e aqui pensamos que o filme poderia ir mais longe, não na mudança da personagem que a não o fazer declaradamente foge dos cliches tipicos deste tipo de filmes mas quem sabe poderia potenciar mais a relação central no filme que parece sempre secundaria quando o seu papel e fulcral.
Mesmo assim num ano até ao momento sem grandes titulos Don Jon consegue facilmente o seu espaço, devido a um estilo proprio actual, apetecivel que junta muitos ingredientes de sucesso, comedia, guerra dos sexos e alguma sexualidade pontos cada vez mais essenciais para fazer uma comedia resultar.
A historia fala de um jovem mulherengo fanatico por pornografia e ginasio que acaba por se interessar por uma jovem mais conservadora, o choque de culturas vai ocorrer e precisa que o jovem tente definir objectivos para a sua vida.
O argumento é bem montado principalmente em termos de objectivos morais do filme, poderia ter melhores dialogos principalmente porque as personagens sao bem montadas e poderiam dar mais neste vector do argumento pese embora este facto em termos de argumento o filme para alem de actual e original funciona bem.
A realização é surpreendentemente positiva num actor em estreia na realização nem sempre a experiencia ou falta dela acaba por ser por si so muito interessante mas Levit surpreende e muito pela positiva, consegue com que alguns tiques de comedia funcionem bem como a repetição e alguns truques que tornam o filme com mais graça do que realmente tem, um valor a nascer como realizador principalmente neste registo.
Em termos de cast uma boa escolha dos tres protagonistas Levit sai um pouco fora do seu habitual mas funciona como lider de qualquer comedia, aproxima-se do publico entra bem nos tiques que as suas personagens tem, ao seu lado Joahnsson a provar a razão de ter ganho a honra de ser a mulher mais sexy do mundo, quando o filme so necessita dessa sua vertente, Moore faz o balanço com uma das personagens mais ricas do filme, em que a sua experiencia controla as emoçoes do filme.

O melhor - A graça natural de uma realização bem interessante

O pior - Fica a sensação que em termos de dialogos o filme poderia ir mais alem.

Avaliação - B

Saturday, December 14, 2013

Mandela: A Long Walk to Freedom

Se qualquer filme que tivesse por base a biografia oficial de Nelson Mandela seria por si só um acontecimento unico, quando este filme é lançado mesmo no timming da sua morte o seu mediatismo é claramente diferente, para o bem e para o mal. E se em termos criticos as coisas nem sempre foram tão apetecidas, muito longe das melhores expectativas em termos comerciais apenas com o lançamento wide podermos ter alguma percepçao do que o filme vale ainda para mais apos a morte da pessoa em questão.
Sobre o filme podemos dizer que qualquer biopic sobre uma pessoa cuja vida foi tão rica, e nesse particular quase ninguem bate Mandela, tem que ser efectuado com muito cuidado, sendo um dos exercicios mais dificeis do cinema. Dai que quando Chadwick foi assumido como o timoneiro, muita gente ficou algo na duvida da sua capacidade. E depois de ver o filme é notorio que o filme fica muito aquem do que poderia ser feito. Desde logo porque a primeira hora e meia passa a uma velocidade vertiginosa na vida de Mandela e ficamos sem a sensação do seu real impacto antes da sua detençao, e quando isso ocorre é dificil ter noçao de tudo o que vem em seguida no seu todo, e neste ponto o filme perde muito do impacto que poderia vir a ter.
Posteriormente da entrada na cadeia, o filme ganha alguma intensidade força psicologica realismo, que apenas volta a ganhar quando Mandela regressa a liberdade ja que mesmo a sequencia da negociaçao nos parece muito pouco promenorizada demasiado feita em cima do joelho, o que torna o filme algo retalhado neste segmento.
E obvio que o filme ter promenores com grande detalhe e realismo, que o trabalho de casa no filme está todo la, mas num corte e costura necessario em tanta obra para ter como base nao me parece que o resultado final, ou o escolhido seja o mais interessante e o que da à personagem o filme que merecia, ficando inclusive muito longe do que com mais facilidade Eastwood fez em Invictus.
A historia fala de toda a trajectoria de Nelson Mandela desde que se forma em direito até se tornar presidente da republica depois de 27 anos de prisão, e de uma luta que definiu a sua historia.
O argumento e o maior problema do filme, quando um filme tem um campo de pesquisa tão elevado, a elaboração de um argumento de cinema tem que ser de mestre e neste caso não é, tenta andar sempre atras de algumas frases feitas de Mandela e perde a dimensão das personagens com excepção do proprio.
A realização tambem e demasiado tarefeira para um filme com tanto peso, so em pontos muito proprios temos detalhes interessantes de realização como a sequencia em que a personagem toma banho e tira o branco do cimento do seu corpo, mas como um todo esta muito longe do que poderia ser.
Em termos de cast Alda tem todas as capacidades interpretativas para o filme mas o trabalho de caracterização teve de ser demasiado intenso, e essa distancia fisica e clara, e acaba por condicionar alguma força de um papel dificil bem interpretado, mas que com melhor trabalho de caracterização seria bem mais forte.

O melhor - A vida de Mandela.

O pior - Com tanto campo de recolha nem sempre foi as opções melhores escolhidas

Avaliação - C+

Hours

Pode um filme pequeno pensado mais no mercado de aluguer do que no de cinema se tornar de um dia para o outro um dos filmes mais aguardados do ano. A razão é a pior de todas a morte do seu protagonista, bem mais famoso por outros filmes mas que uma carreira nem sempre brilhante conduziu a que por algumas vezes tivesse de apostar em filmes claramente menores como este. Para seu ultimo filme e quando em termos comerciais ainda se aguarda o real valor do filme que tera agora um lançamento bem mais mediatico em termos criticos as coisas nem correram mal para o filme com avaliações medianas o que nem sempre foi facil na carreira de Wlaker.
Sobre o filme podemos dizer que para o registo habitual de uma carreira nem sempre com grande brilhantismo temos um filme ligeiramente superior à media normalmente apresentada pelo actor, menos acção mais sentimento, mais luta contra si proprio, num filme em que esta quase sempre sozinho no ecra, o certo e que o filme tem alguns bons momentos principalmente emocionalmente, ja que em termos racionais nem sempre e um filme com as melhores opções.
Centrado no meio de uma catastrofe sem precedentes o facto do filme se centrar num espaço muito curto perde totalmente a noçao real do que ocorreu o que de si faz o filme perder alguma da dimensao que poderia ter e neste particular mesmo com as cintigencias fruto da historia do filme podemos pensar que o clima criado poderia ter sido bem mais forte e intenso e dar ao filme uma outra envolvencia.
Mesmo assim temos um filme facil, que se vê bem, emocionalmente forte, nem sempre com a intensidade ligada ao maximo, muito por culpa de escolhas de guião dificeis mas que acabam por se manter coerentes ate ao seu final, pena e que o final esteja longe daquilo que tambem emocionalmente poderia dar.
A historia fala de um pai que ve a sua esposa morrer no nascimento da sua filha prematura, no momento em que o hospital tem que ser evacuado este ve-se obrigado a ficar isolado de forma a manter o funcionamento das maquinas que dão vida à sua filha, numa guerra contra o tempo e a ocasião.
Em termos de argumento não estamos perante um filme de nivel 1 de holywood preso a demasiados cliches que são bem visiveis ao longo de toda a duração do filme este vai-se desenvolvendo com calma sem grandes rasgos de creatividade mas num registo certo.
Em termos de realizaçao a estreia de um argumentista nem sempre de sucesso de terror não é particularmente ambiciosa num contexto que lhe premitia mais, foi pelo minimo exigido, não condiciona o filme mas não o conduz para um patamar superior.
Por fim o cast totalmente liderado e conduzido pelo malogrado Walker, tem aqui uma das melhores intepretações da sua carreira mesmo sem grande brilho, numa carreira que nunca vincou grande qualidade, mas algum carisma fruto de algumas personagens.

O melhor - Ir pelo lado mais facil.

O pior - Apesar de tudo a personagem exigir mais que Walker


Avaliação - C

Friday, December 13, 2013

Frances Ha.

Se existiu surpresa no anuncio das nomeações para os Globos de Ouro, foi a presença de uma jovem actriz, num filme particular de pequenos custos mas que conseguiu intrometer-se entre os grandes, facto nem sempre facil, o que é certo é que Gerwig conseguiu ainda para mais na caterogia principal, de um filme que criticamente conseguiu pelo seu estilo proprio arrancar alguns aplausos, e isso levou a que mesmo comercialmente e em cinemas limitados os resultados fossem bem melhores do que o esperado, num filme com muita pouca vertente comercial.
Sobre o filme podemos dizer que a forma de um realizador peculiar dar um filme também ele peculiar pode-se estranhar mas de filme para filme é claro uma presença constante um toque de autor que muitas vezes e o mais dificil de se criar em hollywood, é obvio que estamos perante um filme declaradamente indie, quase sempre subliminar pese embora a toada leve, mas o certo é que o filme com o seu decorrer vai conseguindo funcionar, principalmente na forma verdadeira com que retrata os verdadeiros sentimentos da personagem central.
Assim temos uma comedia bem mais natural do que engraçada que tem no peso da sua personagem central a responsabilidade de todo o filme, e muitas vezes este ponto torna-se demasiado pesado para um filme tão pequeno, desde logo porque a personagem não tem bagagem suficiente para ter o filme em si em toda a duração e mesmo a relação central nem sempre consegue ter a intensidade para alimentar um filme que muitas vezes se descuida do recheio, para alem das cenas,
Ou seja temos um filme com alguns bons momentos, principalmente o insolito da viagem a Paris de Frances, a força moral da forma como a personagem central se reencontra mas depois não é um filme facil, ja que muitas vezes se perde nos delirios ainda que controlados de uma personagem no minimo estranha.
O filme fala de uma jovem que apos terminar a relaçao se dedica a uma relação completa com a sua melhor amiga, por quem tem muito mais que este sentimento, quando esta decide ir viver com o namorado, surge um vazio, que tenta ser colmatado com um sentido de vida.
O argumento tem pontos positivos o vazio da personagem a forma com que este vazio e demonstrado tem toque de mestria em termos de argumento, que na maior parte do tempo apesar de coeso e demasiado estranho, com momentos em que gostamos outros que estranhamos, e alguns que pensamos que podia ser bem diferente.
Desde logo sublinha que não gostei do anterior filme de Baumbach, achei que o valor de Greenberg terminou no limite das capacidades de Stiler, e que em termos de filme era um filosofia vazia, aqui como argumentista e principalmente como realizador as coisas melhoram bastante a realização a preto e branco tem bons momentos, que o torna quase uma versao classica da sua personagem de um realizador que se tornar mais virado para toda a gente podera ter futuro num estilo comedio dramatica cada vez mais na moda
Em termos de cast o filme e Gerwig, uma actriz que ja tinha chamado a si alguma atençao no filme anterior do realizador, mas que aqui tem o filme totalmente dedicado a si, a personagem nao e facil e ela convence, numa interpretação sobria cheia de detalhes, provavelmente não sera a melhor interpretação do ano, mas fica bem a nomeaçao conseguida, e a mais valia do filme.

O melhor - A personagem e interpretação central.

O pior - Não ultrapassa a estranheza do seu conteudo

Avaliação - C+

Last Days on Mars

MArte sempre foi um enigma que nos ultimos anos tornou-se explorado em diversas vertentes no cinema, contudo ate ao momento parece-nos obvio que falta um grande filmes sobre marte, com excepçao do longincuo de demasiado ficcional Desafio Total. Dai que mesmo filmes pequenos tentem este ponto como o caso deste pequeno filme que estreou silenciosamente com poucos ou mesmo nenhum resultado em termos comerciais onde praticamente nao existiu e criticamente onde a mediania também não conduziu a melhores resultados noutros ambitos.
Sobre o filme podemos dizer acima de tudo que estamos perante um filme cliche tipico em horizontens longincuos espaciais com muitos poucos ingredientes novos e pior que isso com quase nenhum ingrediente que dote o filme de qualquer relevo em especial, o argumento e formula utilizada é mais que gaste excessivamente utilizada, e mais um vez num filme sem grandes meios isto torna-se ainda mais pobre.
Pouco ou nada de particular relevante o filme acaba por ter, a nao ser algum relevo em termos de filme de terror devido ao espaço confinado da acção que acaba por permetir alguma transmissão de desconforto mas pouco mais ja que de resto o filme gasta o seu tempo com pouco dialogo muita perseguiçao e mais que isso luta permanente pela sobrevivencia.
OU seja muito pouco para um filme ter algum sucesso, visibilidade ou mesmo ficar registado de qualquer maneira na nossa maneira, parece obviamente que estamos perante um filme pouco intenso, pouco imponente e quando assim é, parece-nos que um directo para DVD serveria perfeitamente um filme com este resultado final.
A historia fala de uma expedição a marte perto de regressar que de repente se vê envolvida numa infecção que conduz que os tripulantes se transformem numa especie de zombie pronto a atacar quem ainda se encontra por infectar, depois a tipica luta pela sobrevivencia.
O argumento um autentico cliche, gasto, demasiado utilizado, pouco intenso, ou seja um autentica copia do que ja foi feito, num filme muito pobre nas personagens e nos dialogos que quase nao tem, nao funciona na sua base nem nos adereços que tenta dar ao filme.
A realizaçao tambem esta longe do que podemos ver em filmes de ficção cientifica, pobre sem rasgo, sem ambição nao torna o filme sequer minimamente vistoso em termos de imagem.
No cast pouco Schriver ja teve melhores dias quer nas escolhas que faz quer nas presenças e interpretações a personagem pese embora seja protagonista quase não existe porque o filme não lhe dá espaço e quando assim é dificilmente o filme pode funcionar, os secundarios sao ainda mais transparentes

O melhor - Mais uma tentativa em Marte

O pior - Completamente falhada.

Avaliação - D

Sunday, December 08, 2013

Insidious - Chapter 2

James Wan, depois do megalomano sucesso de Saw, conseguiu conquistar um espaço muito proprio no terror muito à custa do impacto visual que este Insidious conseguiu, dai que não fosse estranho o lançamento de um segundo filme, apenas o foi porque o periodo de espaço de um outro filme muito parecida e também de grande sucesso do realizador foi curto. Mesmo assim comercialmente o filme não perdeu muito melhorando o resultado conseguido pelo seu antecessor embora tenha perdido para Conjuring, ja criticamente as coisas correram ligeiramente pior do que o primeiro filme, se bem que normalmente este tipo de registo nao depende particularmente da critica.
Sobre o filme podemos dizer que é uma continuação que tenta que mais que seguir os passos do primeiro filme, explicar de uma forma mais clara e mais que isso tentar dar um segumento natural e uma explicação para o enigmatico final do primeiro filme. E como sempre o filme acabou por explicar naturalmente aquilo que acabamos por ver no primeiro filme, e se no metodo de realizaçao mais uma vez Wan tem um estilo proprio e funcional em termos de terror, nas explicações para os factos a originalidade não é claramente a caracteristica mais vincada no realizador que cai muitas vezes ou quase sempre na mesma explicação e em filme muito semelhantes onde so altera promenores.
Por isso pensamos que se Wan quer um espaço mais permanente devera diversificar não só o genero, mas acima de tudo os guiões todos muito semelhantes. E mesmo na forma de dar o terror e o suspense aos espectadores e obvio que tem uma serie de ferramentas que funcionam bem e que as sabe usar, mas de filme para filme parece que elas são poucas e escaças e com o tempo começam a tornar-se conhecidas e perder o efeito.
Mesmo assim e num genero nem sempre dotado de filmes proprios e facil reconhecer a mais valia de Wan e dos seus filmes quando comparados com os demais, contudo para fugir da normalidade terá de inovar principalmente em argumentos ja que o cunho, pode cansar mas e seu. Não e o melhor filme de realizador do primeiro, mas funciona, com limitações.
A historia tenta explicar a morte Elise com que termina o primeiro filme, aqui tentamos perceber o que esta por tras da personagem de Josh e a luta pela sobrevivencia de todos, de um fantasma longe de ser simpatico.
O argumento e pese embora a formula esteja encontrada por Wan começa a ser tao repetitiva tão igual que cansa quem tenha assistido a todos os filmes, a explicação o tipo de personagens e a resolução e sempre a mesma, funciona mas ja cansa.
E na realização a mesma coisa pese embora seja facil perceber que Wan sabe assustar, e tem alguns truques que funcionam estes são sempre repetidos de filmes para filmes tornando os mesmos previsisiveis e nao há pior que isso no futuro de proximos filmes.
Em termos de cast Wilson e um dos meninos de Wan para o terror e pela sua ambiguidade funciona, aqui tem um papel mais exigente que cumpre sem deslumbrar bem como Bryne com um papel mais simples a seu lado, o terror nunca potencia actuaçoes de primeiro nivel.

O melhor - Apesar de tudo o estilo de Wan.

O pior - O argumento ser uma copia dos dois filmes anteriores dele.

Avaliação - C+

Friday, December 06, 2013

Escape Plan

O confronto ou encontro como protagonistas de Arnold e SLy foi principalmente entre a decada de 80 e 90 algo impensavel, e um filme que reunisse ambos tornar-se-ia um autentico acontecimento sem precedentes no cinema. POis bem quase 20 anos apos o sonho, a realidade tem lugar numa fase bem diferente da carreira. POr isso estranha-se quem cresceu com ambos que esta reunião se desse com um filme tão silencioso, criticamente onde a mediania foi apanagio do mesmo, mas mais que isso em termos comerciais onde o filme obteve resultados muito aquem do seu investimento.
Sobre o filme podemos dizer que acima de tudo é um tipico filme de fuga de uma prisao sem a intensidade de outros filmes que da mesma forma ou com algumas diferenças ja trataram o mesmo assunto, e aqui o filme parece nunca adquirir muita intensidade ou força narrativa, sempre muito mais musculado do que racxional o filme nunca consegue chamar a si, alguma inteligencia nas opçoes narrativas, para alem de que acaba sempre por ser ao maximo previsivel em definiçoes, e mesmo na sua conclusão.
Por as carreiras de ambos parece claramente que um filme com pouca chama como esta, mesmo no que diz respeito ao que exige de ambos como herois de acçao e muito pouco num filme claramente menores na carreira de ambos mesmo no seu proprio estilo duvidoso. Ou seja um filme de qualidade baixa, nem sempre bem efectuado, que confirma as expectativas de que ambos mais que parte do presente sao parte do passado.
A parte positiva do filme é o seu inicio que faz indicar que podiamos ter um pouquinho de Prison Break na inteligencia das perosnagens mas que nunca acaba por se cumprir ja que o filme e quase sempre mais musculado do que qualquer outra coisa e isso num filme com estas necessidades e muito pouco.
A historia fala de um contratado para testar segurança de cadeias, fugindo das mesmas que e colocado numa cadeia de alta segurança onde rapidamente percebe que as regras de jogo alteraram e nesta tem que recuperar mesmo a sua liberdade com a equipa da prisao contra si apenas vai poder contar com a ajuda de um outro prisioneiro com o mesmo fim.
O argumento muito aquem do que se exige num filme de facil comparaçao porque a mesma base ja foi usada diversas vezes e de uma forma mais competente em termos de guiao, a sorte e que tambem temos outros registos tao basicos como este, mas estamos num filme muito limitado em termos de dialogos e mais que isso personagens.
A realizaçao a cargo de um realizador que ja teve os seus momentos e que se encontrava algo afastada nem sempre e a mais simples, por vezes a definiçao espacial fundamental em filmes como estes parece demasiado solta, e isso faz com que nem sempre o filme consiga o seu preceito central
EM termos de cast a dupla nunca foi conhecida pela sua qualidade em termos de actuaçao mas mais pelo seu carisma aqui nem isso parece muito vincado, e auxiliado por um vilao Caviezel monocordico o filme acaba por se tornar facilmente num desastre de actuaçoes.

O melhor - O inicio

O pior - O floop da reuniao muito esperada

Avaliação - C-

Monday, December 02, 2013

Best Man Holiday

Quinze anos depois de uma serie de actores afro americanos junto com um realizador da mesma origem terem lançado um filme com algum sucesso, com o nome de padrinho, eis que surge a sua pouco expectavel sequela principalmente quando alguns actores contem ja uma carreira diferente. O resultado bastante interessante apensar da mediania critica do filme o certo e que em termos comerciais o filme conseguiu o seu espaço mesmo nem sempre um filme com este ganhar este mesmo espaço.
Sobre o filme podemos dizer que a comedia, drama afro americana tem ganho alguns pontos nos ultimos anos principalmente apos o nascimento e toda a afirmação de Tyler Perry, contudo pensamos que a saga do Best Man esta um pouquinho acima do que Tyler Perry alguma vez e isso deve-se acima de tudo à quimica e interação entre as diferentes personagens que torna o filme quase uma pequena familia num pequeno espaço e conflitos e que no introduz facilmente em cada uma das personagens.~
E obvio que com a inspiração novelesca que tem o filme tem alguns dos seus defeitos quase sempre demasiado lamechas quer na exploração das situações de amor, mas mais que isso na vertente mais dramatica, com determinados cliches quase sempre utilzados em filmes da mesma indole.
Ja em termos de comedia o filme quase não funciona não fosse o valor individual e de personagem de Terence Howard o melhor actor do filme e que tem em si muito dos melhores momentos do filme, que pese embora seja simples em grande parte dos seus perceitos, funciona na forma facil com que se aproxima dos espectadores.
A historia quinze anos apos vidas de sucesso um grupo de amigos junta-se numa mansão para conviverem e festejarem o Natal, contudo entre conflitos por resolver e situações pouco expectaveis todos e todas as relaçoes vao ser novamente colocadas a prova.
EM termos de argumento o filme é basico, nem sempre muito original mas o certo e que mesmo tendo muito dos tiques de um cinema de segundo plano tem na diferenciaçao e encaixe de personagens uma mais valia.
EM termos de realizaçao Lee esta no seu espaço, facil, sem grandes dificuldades e aprumos o filme funciona e não necessita de muito mais.
No cast o filme nem sempre bem interpretado, tem em Howard a mais valia completa do filme, como comediante explica o porque de ser o mais bem sucedido actor do filme, depois apenas registos diferentes de actores vastos e em desaceleração de carreira.

O melhor - A cumplicidade das personagens

O pior - O humor funcionar apenas num dos lados.

Avaliação - C+

Saturday, November 30, 2013

Hunger Games: Catching Fire

Um ano e meio depois do mundo cinematografico ter assistido ao nascimento de uma feliz adaptação literaria juvenil que conquistou não so milhoes em termos comerciais mais criou um culto a sua volta vendendo milhoes de livros, surge com muito mais expectativa o segundo capitulo. E ao contrario do habitual o resultado a todos os niveis suplantou o seu primeiro, não so em termos comerciais onde parece caminhar para um resultado mais forte mas tão bem a nivel critico conseguindo superar o ja primeiro criticamente aceitavel capitulo.
Confesso que quando li a trilogia pensei sempre que este segundo filme fosse de longe o mais fragil de todos por não ser mais que uma repetição do primeiro, e pouco mais preparando o terriorio para um interessante e talvez melhor livro da saga, dai que a expectativa em torno do filme não fosse muito elevada. Mas o resultado surpreendeu, e isso deve muito a forma com que o filme aborda em quase metado do seu tempo algo mais do que uns novos jogos, servindo bem de base para aquilo que sera o terceiro filme.
É certo que não tem a novidade nem o paralelismo actual da sociedade que tão bem foi caracterizado no primeiro, aqui e mais o nascimento da historia propria, e isso faz com que o filme não seja tão vistoso como o primeiro, mas é a ponte eficaz, pese embora não defenda como a maioria que o filme evoluiu, acho que não defraudou como poderia ter feito principalmente porque a obra literaria em si não era tão forte quanto se pensava.
Mesmo assim temos tudo para assistir a uma das mais completas sagas do cinema moderno, bem interpretado intenso, forte, com bons efeitos especiais e boas realizaçoes, parece por isso que nao e por este filme, e pese embora a alteraçao de realizador que o filme perdeu o seu ritmo e estilo e este e bem funcional.
A historia continua a saga de Peeta e Katniss apos a vitoria nos jogos de fome aqui agora vão começar a ser o rosto da revolução que conduz a vingança de Snow, que nada mais vai fazer que os colocar outra vez na arena.
O argumento tem como base um livro mais debil do que o primeiro, que o filme como argumento recupera bem com as melhores falas, os melhores momentos e retirando muito da componente emocional exagerada que o livro tinha, foi uma boa adaptação sendo sempre fiel.
A realizaçao de Lawrence era complicada principalmente porque Ross colocou a fasquia elevada no primeiro filme, mas o melhor que podemos dizer é que não se nota a mudança o estilo está la, com o melhor e o pior do primeiro filme, contudo com mais notas positivas.
Em temros de cast Lawrence tornou-se a escolha mais acertada que os produtores poderiam ter porque antes de ganhar um oscar conseguiu aqui o carisma que seguira para a serie de uma actriz completa que neste momento domina e assim parece continuar a dominar no futuro, ao seu lado Hutcherson ganha claramente a Hemsworth por ser mais versatil, de registas a sempre optima presença de Harrelson e um cheirinho de Seymor Hoffman.

O melhor - Ter reduzido as perdas de um livro menor.

O pior - É o pior livro da trilogia

Avaliação - B

Battle of Year

Nos ultimos anos todos os anos, e com a chancela da MTV tem surgido inumeros filmes sobres fenomenos relacionados com o Hip Hop depois de Step Up, surge agora o mesmo genero mas sob a forma de desporto e competiçao mundial, com o cliche comum. COntudo e uma vez que a ideia é repetida o resultado foi bem distinto dos seus antecessores nem tanto criticamente onde o negativismo que rondou o filme já é habitual em filmes semelhantes mas acima de tudo comercialmente onde o filme tornou-se um autentico desastre e mesmo um aviso para quem pensa que um filme assim seria sempre lucro.
Sobre a historia podemos dizer que é a tipica ou seja o argumento tão sempre utilizado de um treinador decadente, um grupo de inimigos dificeis de controlar que se juntam e fazer uma equipa super poderosa, depois de muitos recuos e falhas. Este tipo de formula foi sempre muito utilizada sobre filmes de desporto e aqui numa vertente diferente sem deixar de ser desporto regresso com resultado de sempre.
Estes filmes tem um grande problema toda a gente ja os conhece, os seus truques a sua formula, o seu resultado dai que novidade ou capacidade de surpreender é praticamente inexistente, sendo que num cinema evoluido como actual este tipo de fillmes apenas deveriam ter lugar do mercado de aluguer dando espaço a filmes mais creativos e originais.
De resto a inocencia a pouca amplitude destes filmes principalmente quando estes sao pouco maduros como e o caso, e onde toda a originalidade e creatividade se centram nas coreografias de dança parece muito pouco para um filme com uma estreia em muitos cinemas e mais que isso num filme que conseguiu reunir a sua volta meios patrocinios tao declarados, ou seja muito fermento para tao poucas ideias pelo menos novas.
A historia fala da tentativa de reunir alguns dos melhores dançarinos americanos na tentativa de recuperarem a honra perdida, numa competição mundial de Hip Hop, as custas de um ausente treinador que tentara unir diferentes personalidades e rivalidades.
O argumento o mais basico neste filme de todos colhe todos os cliches e mecanismos habituais nao trazendo nada de novo, num filme sem personagens pelo menos em dimensao, sem dialogos e pior que isso com um plano narrativo que ja faz parte da pre historia do cinema.
A realizaçao simples sem grande excentricidade que ate poderia ter lugar nas sequencias de dança e claramente inferior neste particular ao que ja vimos em outros filmes do genero, muito aquem do que se esperaria, que ja nao era muito.
Em termos de cast um filme facil para os dançarinos actores mostrarem a sua arte e pouco util, ou desafiante para um Hollway à procura da dimensao que conseguiu com Sawyer.

O melhor - Os resultados pessimos de bilheteira

O pior - Exige-se mais para um filme com estreia alargada.

Avaliação - D+

Friday, November 29, 2013

Closed Circuit

Filmes sobre espionagem são normalmente lançados com alguma periocidade principalmente nas fases mais suaves do ano competetivo e comercial. Em Agosto e em poucas salas de cinema norte americana saiu este muito british Closed Circuit com resultados longe do esperado principalmente em termos comerciais onde a pouca divulgação do filme o transformou numa presa fácil, aliado por uma recepcão critica tambem ela longe daquilo que o filme realmente poderia valer.~
Sobre o filme podemos dizer que um dos generos mais dificeis de ser eficazes e esta mistura de espionagem e acção porque acima de tudo o nivel de exigencia e comparação é elevado. Por isso pensamos que est6amos perante um filme claramente menor em todos os sentidos do genero, desde logo porque a sua consistencia está muito aquem do exigido e nunca tem o ritmo a intriga necessária para potenciar o filme para uma outra valorização, dai que a sensação do espectador mais que um filme pouco agradavel e que nunca entramos verdadeiramente em conjugação com aquilo que o filme nos tem para dar.
Outro dos problemas do filme é a antipatia natural de todas as personagens ficamos sempre com a sensação que todas estão no lado errado da questao e isso e preocupante principalmente porque nos parece que este ponto nunca é um objectivo central do filme e que apenas o ocorre porque estas nao sao caracterizadas, ou mais, explicadas como deveriam de ser
Por isso surge-nos um filme lento, que pese embora a curta duração é muitas vezes demasiado pastoso, pouco interessante ou empolgante que talvez por isso não tenha conseguido grande recepçao em nenhum dos pontos e nem o selo do espião um filme em muitos pontos semelhante consegue dar intensidade ou alguma expectativa a quem o ve.
A historia fala de dois advogados contratados para defender ou melhor desvendar o que esteve por trás de um atentado bombista contudo vão perceber que não são mais do que peões numa intriga de um nivel bem mais elevada.
O argumento e pouco coeso, demasiado racional, mas sem rasgo de novidade que muitas vezes se torna necessário neste tipo de filmes, por isso parece-nos um autentico marasmo em termos de dialogo, evolução narrativa e pior que isso dialogos.
A realização também parece gastar todos os creditos na sequencia de abertura depois disso entra em piloto automatico sem qualquer tipo de ponto que possa ser interessante ou merecer destaque dum realizador com um longo caminho pela frente.
Por fim um cast demasiado preso a personagens muito cinzentas Bana esta longe do que já mostrou em termos de carreira Hall nunca confirmou o que prometera, salva-sew Broadbent sempre num registo intenso, mas insuficiente para alterar o rumo do filme.

O melhor - A sequencia incial.

O pior - A pouca chama do filme

Avaliação - D+

Wednesday, November 27, 2013

Riddick

Depois de alguns anos do sucesso de Cronicas de Riddick seria expectavel que nos anos seguintes surgisse mais uma sequela em face dos bons resultados essencialmente de bilheteira que o filme conseguiu. Contudo essa espera foi bem mais longa do que aquilo que os fas da saga esperara. Contudo este ano o esperado, ou não, filme saiu com resultados principalmente comerciais bem diferentes daquilo que o seu antecessor conseguiu, já criticamente a mediania das avaliações tipicas da saga regressara.
Sobre o filme começo por dizer que sou das pessoas mais aversas a esta saga desde logo porque acho que a mesma tem muitos ingredientes demasiado enfadonhos porque na maior parte do seu tempo apenas demonstra a resistencia fisica e psicologica do heroi e porque normalmente os seus guiões ficam por duas linhas pouco complexo de uma fantasia demasiado absurda. Dai que este filme nada traga de novo a nada, os primeiros quarenta minutos tão um autentico desespero onde nada acontece apenas vimos a personagem em luta contra animais e para a sua sobrevivencia enquanto esperamos companhia.
E se com a companhia esperamos alterações pois bem enganem-se o filme não  tem enredo e continua na limitada sobrevivencia do heroi a um ritmo demasiado lento, num mundo pouco creativo e conduz a duas horas de cinema sofrido sem entusiasmo sem novidade e mais que isso sem creatividade.
Por isso podemos dizer que um pouquinho como os seus antecessores estamos perante mais um filme de baixa qualidade com o objectivo unico de rentabilizar Diesel como heroi de acção, contudo pensamos que existem filmes bem mais conseguidos, creativos ou pelo menos eficaze para o fazer do que um filme cinzento, pouco interessante ou emocionante, que facilmente se torna do mais pastoso que a açao de hollywood criou
A historia volta a sobrevivencia de Riddick agora num mundo diferente e que inicialmente apenas é habitado por si, mas com a chegada de alguns caçadores o heroi vai ter novamente de lutar mais do que para viver para sobreviver.
O argumento e do mais basico que encontramos em hiollywood com a agravente de nao se preocupar em criar com coesão novos mundos que o filme solicita e tem espaço para, dai que facilmente podemos perceber que o deserto de ideias nao e apenas no desenvolvimento do filme mas mais que isso na propria criaçao de base do filme.
Em termos de realizaçao a cargo o realizador ja dos outros filmes alguem que tem a fama centrada neste franchising, em termos de fotografia o filme podera ter alguma qualidade nos planos amarelados que cria com um ambiente pelo menos unico, mais que de gosto apurado, mas com tantos elementos negativos nao e a realizaçao que consegue salvar o filme.
Por film o cast se Diesel sente-se confortavel em papeis apenas exigentes fisicamente como este, ao seu lado tras actores com o mesmo grau de evolução como Molla e principalmente Urban, em papeis pre definidos pouco trabalhados e de execução mecanica.

O melhor - Alguns apontamentos de fotografia

O pior - Ja ser o terceiro filme da saga

Avaliação - D

Sunday, November 24, 2013

Drinking Buddies

Todos os anos existem actores de um nivel comercial satisfatorio, que normalmente dão o corpo muitas vezes com produção executiva de projectos mais pessoais, longe das grandes luzes da ribalta. Uma dessas pessoas este no foi Olivia Wilde, tentando demonstrar ser mais que uma cara bonita surgiu neste projecto mais intimista. Os resultados os esperados em termos comerciais para um filme de muita curta dimensão já criticamente e pese embora as avaliações essencialmente positivas estas serão insuficientes para maiores feitos para o filme.
Sobre o filme podemos dizer que acima de tudo e um filme sobre relações fortes entre pessoas de sexos opostos, e a forma como muitas vezes relações intimas podem levar a momentos de indefinições o filme e sobre isso mesmo, e neste parametro funciona. Pese embora este facto pensamos que o filme em determinados momentos usa muitos atalhos principalmente na pouca precupação com as relações de namoro colaterais, o filme centra atençao e funciona apenas na sua relação central.
Mas as virtudes e os problemas não ficam por aqui, pensamos que ao ser um filme sobre conversas fortes enquanto se bebe uma cerveja que poderiamos ter dialogos mais ricos e logo personagens mais fortes, estas parecem sempre ter muito mais para dar do que aquilo que realmente representam ao longo da curta duração do filme.
Mesmo assim estamos perante um filme com alguns apontamentos interessantes, com uma boa quimica entre os protagonistas, quer enquanto personagens quer mesmo na forma como partilhas as suas sequencias mais intimas, contudo parece que o filme perde em algum alcance, numa falta total de papeis secundarios interessantes que torna o filme demasiado limitado ao seu principal proposito.
A historia fala de dois colegas de trabalho com uma relação proxima muito forte, que tem a prova do que realmente os une quando ela termina a sua relação e se torna solteira, aqui não so as relações externas necessitam de reformulação mas quem sabe a de ambos.
O argumento não é muito ambicioso mas funciona no seu ponto principal a definição e conflitos na relação central o que e dificil ja que se trata de uma relação complexa indifinida e o filme é mesmo isso, contudo parece-nos que nos detallhes como personagens o argumento não v muito alem do basico.
A realizaçao e simples, de um realizador ainda a procura do seu momento de fama, não e neste registo que certamente o conseguira ja que sera sempre filmes mais fortes pelo seu argumento do que propriamente pela reazação pouco mais que funcional.
O cast tem uma boa quimica entre a dupla protagonista, principalmente Wilde num papel mais ambicioso e intenso do que normalmente arrisca, o filme é em grande parte seu e do seu companheiro, nao deixando grande espaço, já que o argumento também não a todos os seus companheiros de elenco.

O melhor - A relação central.

O pior - A falta de um suporte nas restantes personagens.


Avaliação - C+

Percy Jackson: Sea of Monsters

Quando uma saga juvenil consegue reunir um respeitavel numero comercial, e com naturalidade quando se trata de um filme de aventuras que surja a sua sequela. Contudo a historia também nos diz que normalmente as sequelas estão longe dos resultados que consegue atingir o primeiro filme acima de tudo quando existe mudança no realizador, como é o caso deste filme. Dai que ja fosse com alguma normalidade que este segundo filme ficasse longe dos resultados obtidos pelo primeiro, desde logo em termos comerciais o grande objectivo do fillme mas mesmo em termos criticos conseguindo baixar a mediania que o primeiro filme já tinha sido.
Sobre o fillme e sendo que até achei o primeiro filme com alguns apontamentos de valor este segundo filme é em toda a linha muito inferior do que o primeiro, desde logo na historia muito mais simples, menos composta e mais que isso com demasiados cliches das series juvenis de segunda divisão, falta o nivel historico a densidade epica do primeiro filme, sendo sempre um filme muito mais infantil e basico do que o primeiro.
Mas se neste ponto a qualidade desde, em termos de produção e utilização de efeitos especiais o filme e um autentico desastre, demonstrando-se deficiencias em pontos basicos e mais nivel nos mais dificeis e algo que e muito complicado de explicar as dificuldades de utilização dos efeitos ou realismo dos mesmos, principalmente no inicio do filme, sendo que esse problema vai sendo melhorado ao longo da sua duração.
Ou seja um tipico filme de aventuras que nada tras de novo para alem daquilo que ja tinha sido dado no primeiro filme, perdendo densidade, complexidade, acção e interesse, tornando-o um filme demasiado infantil, o final aberto deixa antever mais episodios mas o resultado deste podera fazer pensar os produtores antes de uma nova aventura deste jovem meio humano meio deus.
A histtoria segue as pisadas de Percy Jackson na sua nova realidade aqui junto dos seus fieis amigos e mais algum terá de recuperar um objecto que permite recuperar a vida de uma arvore que os protege de ataques perigosos, contudo a aventura podera trazer o mais temivel dos vilões.
O argumento e do mais basico que se pode observar em termos de aventura juvenil, ou seja um grupo, o lado dos maus, uma serie de conteudos comicos demasiado moderados e por fim o confronto, muito pouco para um filme que o seu antecessor rendeu mais de 100 milhoes de dolares mundialmente.
A realização fica muito aquem do que Colombus fez no primeiro filme, parece sempre com dificuldade de dar realismo aos seus efeitos especiais e isso num filme desta dimensão e desastroso em todos os sentidos, num realizador mais talhado a fazer filmes para jovens sem tantos efeitos.
Em termos de cast Lerman parece ser um dos actores mais jovens com mais margem de progressao principalmente porque entre o primeiro filme que o deu a conhecer e este teve boas escolhas e o futuro também parece continuar esta boa mare, aqui volta ao papel que o deu a conhecer e como e obvio sente-se a vontade em tudo que ele pede, de resto muito pouco a destacar.

O melhor - UMa simples aventura juvenil.

O pior - Para a saga em questão exigia-se obviamente mais.

Avaliação - C-

Saturday, November 23, 2013

The Family

Se existe um realizador europeu claramente relacionado com o box office mundial esse alguem e o frances Luc Besson, relacionado não so com a realização de alguns dos maiores sucessos de cinema de ação europeu mas também à sua produção este ano com duas figuras de proa e mais relacionado com comedia saiu esta familia com resultados distintos se criticamente ainda não foi desta que o realizador frances conquistou a sempre tradicional critica, comercialmente as coisas até correram bem com resultados que pese embora não tenham sido espetaculares foram no minimo consistentes.
Sobre o filme podemos dizer que a comedia negra é um dos generos que mais gente aposta mas poucos sabem fazer, e podemos desde logo dizer que neste particular e pese embora as falhas tipicas do genero estamos perante um bom filme dentro da tematica, pese embora todo o exagero, o cliche De Niro como mafioso, o certo e que o filme não só tem, ritmo como tem diversos tipos de humor certo é com muito exagero.
Mas a determinada altura e o proprio espetador que pede pelo exagero, pois e nestes pontos que o filme tem as suas melhores sequencias, que tem mais originalidade e espontaneadade no guião e que consegue ser mais proprio para muitos fica a ideia do jornal como um dos melhores momentos simples de realizaçao e argumento em comedia.
Obviamente que a sua conclusao e alguns gags utilizados podem soar a repetido, mas o certo e que o filme tem muitos bons momentos, e o resultado final e uma obra interessante de entertenimento familiar, maiores de dezasseis, ja que a violencia e mesmo a sexualidade latente sao temas bem tratados num filme com este particular nome.
A historia fala sobre uma familia que acaba de denunciar um familia da mafia, e agora se encontra num programa de protecção de testemunhas numa pequena cidade francesa onde para alem de se tentarem integrar tentam evitar que alguem conheça o seu paradeiro.
A realizaçao tem bons momentos principalmente isolados, funciona melhor em segmentos do que num todo, mesmo  assim percebemos que nao estamos perante um principiante, alguns dos tiques de realizador de acção notam-se mas o filme acaba por ganhar mais vida com iso.
Em termos de cast o destaque vai para muito funcional dupla De Niro, Pfeiffer dois consagrados num registo de comedia que encaixa melhor no primeiro, ja habitue nao so em filmes do genero mas neste tipo de registo, de optima referencia ta,bem os mais novos da familia com as melhores linhas momentos, e ganham o filme.

O melhor - Alguns momentos dos mais novos.

O pior - ALguns cliches da mafia.


Avaliação - B-

The Counselor

Desde que este projecto foi anunciado que os maiores experts do mundo do cinema o apresentaram de imediato como um serio candidato aos galardões ou não reuni-se um argumentista ja premiado, um dos mais experientes e assertivos realizadores de Hollywood e acima de tudo um cast de primeira linha como pouco projectos conseguem reunir. Dai que quando as primeiras criticas do filme tiveram luz o mundo do cinema ficou chocado pela mistura das mesmas por o filme ter ficado longe da unanimidade, e acima de tudo por ter tão cedo ficado arredado dos premios. A isto juntou-se uma carreira comercial muito desoladora que transformou facilmente este filme num dos floops deste ano.
SObre o filme podemos dizer que como um todo não funciona, e em momento algum consegue funcionar, ser coeso ou dar uma intriga solida ao espectador, que se encontra um pouco perdido ao longo das cenas onde os bons dialogos existem, mesmo as sequencias são bem criadas mas a cola de tudo isso parece ou não existir, ou mais que isso parece ser muito pouco solida, deixando um filme completamente retalhado com um centro comum pouco ou mesmo nada forte.
Estas falhas muito fortes ligadas a expectativa criada dá-nos uma clara desilusão em todos os aspectos, na intensidade, na riqueza do guião principalmente como um todo, num puzzle de personagens que nunca se encaixa e mais que isso apenas parece ficar a moral avançada e directa que o filme assume como um dever moral perante as suas personagens.
Muito pouco para um filme com tanta e mais que isso tão rica mão de obra, percebe-se que o talento esta lá em todos os segmentos mas nunca o consegue aproveitar o filme sabe sempre a muito pouco, e parece sempre mais um conjunto de sctches mesmo estes sem grande logica do que propriamente um filme em si.
A historia fala de um advogado que em busca do el dorado se intrumete num esquema de trafico de droga, contudo quando o que estava arquitectado acaba por sofrer um reves as diferentes personagens envolvidas vão ter que pensar na forma de sobreviver a furia de quem ficou sem tudo.
O argumento e de longe o ponto mais fragil do filme, o que e estranho sendo de um autor que tão e justamente premios mereceu em No Coutry for Old Man, aqui tem bons dialogos e algumas ricas personagens mas falha no mais basico de um filme no seu corpo.
A realizaçao a cargo de Scott nao e das mais vistosas do realizador quase sempre demasiado proximo ao estilo do seu irmão Tony, parece que algumas das suas maiores virtudes nao comparecem no filme, esperemos que para o ano esteja melhor no seu aguardado Exodus.
Por fim o cast liderado por Fassebender com um bom papel, convincente parece escolha acertada intenso num misto de carisma e intensidade dramatica demonstra o porque de ser tao requisitado, ao seu lado quase mais ninguem brilha Cruz e Bardem longe do que os ja vimos fazer, Diaz longe do que o melhor papel do filme exige e Pitt apenas para das nome ao filme.

O melhor - Alguns dialogos soltos

O pior - A falta de um corpo narrativo interessante


Avaliação - C

Charlie Countryman

Shia Labouf é daqueles actores que surgiu num apice sem muita gente perceber bem de onde, chegou ao topo principalmente comercial e desde então desapareceu quer em termos comerciais mas tambem no numero de filmes. Este ano surgia neste filme num registo mais de autor, antes da sua apariçao no novo desvaneio de Von Trier, que demonstra bem a tentativa de mudança de plano do actor. O resultado contudo neste filme foi totalmente frustrante, desde logo porque as ambiçoes comerciais do filme pela sua dureza não podia ser muitas e pior que isso criticamente o filme foi massacrado, com avaliações muito duras e negativas para o filme.
Sobre o filme podemos dizer que ele começa bem num registo indie mas com muitos toques de humor, o filme tem uma premissa na primeira meia hora interessante, pricinpalmente nos dialogos da personagem central com quem vai morrendo. Contudo o filme não aguenta este bom inicio e torna-se num policial com pouca intensidade com romance à mistura na nada agradavel abordagem à cidade de bucareste, sempre olhada pelo seu pior prisma.
Ou seja a luminusidade natural da primeira meia hora desaparece e temos sim um filme violento sem grande densidade narrativa, quase sempre obvio e pouco mais, perde espaço para os dialogos para um cunho proprio, sendo no final apenas mais um filme de sobrevivencia junto dos temiveis membros da mafia romena, talvez o cartão de visita mais abordado da cidade.
Mesmo em termos da relação amorosa tambem trabalhada e com relevo no filme fica obviamente a ideia de que poderia ter sido muito mais feito, os minutos são sempre algo ambiguos assim como as proprias personagens mais preocupadas na sua diferença do que propriamente naquilo que enquanto relaçao a mesma poderia trazer.
à historia fala de um jovem que apos a morte da sua mãe e de uma suposta conversa com a alma desta é lhe sugerido ir para Bucareste, aqui conhece a filha do seu parceiro de voo que entretanto morre e fica apaixonado contudo a mesma encontra-se envolvida num esquema que tem como base dois dos mais temiveis membros da mafia romena.
O argumento tem dois pontos completamente distintos trabalhados e com resultados completamente diferentes se inicialmente o argumento parece inteligente, nos dialogos iniciais essa premissa rapidamente se perde para ação pura, e muitas vezes demasiado vazia.
A realização tem bons momentos, nota-se que na estreia de um realizador de video clips a musica é essencial na caracterização das sequencias, tem alguns promenores interessantes e a influencia de Danny Boyle esta lá veremos a evolução para estreia sai com suficiente.
O cast liderado por um alterado Labouf que tem um registo interessante, se bem que menos cativante comercialmente, ou seja parece que é daqueles actores que precisa de encontrar o meio termo ja que este seu lado mais negro peca por ser demasiado fragil fisicamente na interpretação fisica de situações pelo menos com naturalidade. AO seu lado Wood muito presente este ano mas em clara desaceleração de carreira e o carisma de Mikelsen um actor que está talhado para viloes no minimo perigosos.

O melhor - Os primeiros vinte minutos de filme.

O pior -Não terem seguimento em termos da riqueda dos dialogos.


Avaliação - C

Friday, November 22, 2013

How i Live Now

Quando o Last King of Scotland teve a sua estreia e mais que isso toda a loucura critica à sua volta todos pensaram que estava descoberto um novo valor mundial na realização ou seja Kevin Mcdonald alguns anos, e sem nunca ter cumprido as expectativas voltou a origem do seu cinema mais independente com este filme, com resultados distantes a todos os niveis do filme que o trouxe para a ribalta, desde logo criticamente onde com este filme não foi alem de uma mediania demasiado neutra, mas acima de tudo em termos comerciais onde o filme acabou por não ter qualquer tipo de visibilidade o que junto o coloca totalmente de parte na temporada de premios.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme minimamente original, nos dias de hoje mas no meio de uma guerra no centro da europa que não existe mas que a experiencia rica do filme e tentar perceber como iria acontecer se isso acontecesse, e nesse clima de medo, de uma sociedade distante o filme tem uma contextualização de muito bom nivel na forma calma e quase familiar com que se introduz, mas a determinado ponto transforma-se num ritmado filme de sobrevivencia com imagens e crueldade acima da media ainda para mais um filme onde quase todos os protagonistas são infantis.
Ou seja pese embora nao seja a creatividade e a coesao narrativa que o realizador conseguiu em alguns dos seus filmes o risco a novidade e mais que isso a força das imagens que o filme nos dá, demonstra poder de realização de um autor que merecia mais destaque como pensamos que o proprio filme merecia, mesmo não sendo um grande filme.
E acima de tudo um filme competente realizado a dois tempos distintos mas com bons resultados em ambos, o primeiro mais eficiente o segundo mais forte emocionalmente e daqueles filmes que como um todo podera nao ficar na memoria mas que algumas das suas cenas ficarao certamente como um auto analise da europa que temos.
A historia fala de uma jovem distante do pai que vai para a europa para passar ferias com os seus primos com quem tem uma ligaçao distante, aqui começa o desencadear de uma guerra que os conduz a separaçao e luta total pela sobrevivencia.
O argumento e original principalmente na transformaçao que o filme sofre em si proprio, quando muda o ritmo e aceleração a primeira parte pede mais das personagens a segunda do realizador, nao e um argumento na sua concretização de primeira linha mas tem em si boas ideias.
A realizaçao e dura uma forma interessante de um realizador sem barreiras que demonstra mais uma vez que por vezes a estetica pode estar longe de um bom realizador, que consegue acima de tudo realismo, esperamos que esta passagem pelo cinema menor seja curta e tenhamos novamente este realizador junto do louvor critico.
O cast não tem em si figuras de proa Ronan tem um ano cheio mas muito de personagens demasiado iguais, como mais uma vez o é, ou seja estranha mas que nem sempre convence num papel obtuso, perde as cenas iniciais todas para Holland uma das maiores estrelas jovens do momento, que mais uma vez da um ar de si, ainda que de curta duração.

O melhor - a transfomaçao do proprio filme

O pior - Apesar de tudo falta alguma dimensao ao filme

Avaliação - B-

Monday, November 18, 2013

Getaway

Quando este filme foi anunciado surpreendeu-se a ligação que podia ter um actor consagrado como Hawke com uma jovem disney como Salena Gomez num filme de acção supostamente trepidante. Pois bem com as primeiras avaliações comçaram as duvidas a ser ainda mais intensas em face do negativismo total com que o filme foi recebido, e isso acabou or contagiar o publico que ofereceu a este filme uma reprecursão bilheteira muito aquem do que os produtores poderiam esperar.
Sobre o filme a melhor definição que podemos ter do mesmo é que se trata da Cabine Telefónica dentro de um carro e com presguições depois temos basicamente uma historia muito similar. E logo ai o filme perde em grande escala em termos de originalidade. Mas os pontos negativos do filme não ficam por ai, desde logo a relação criada entre o duo de protagonistas é das coisas mais superficiais que há memoria no cinema, dois desconhecidos que com tres frases se tornam capaze de lutar um pela vida do outro, o que demonstra bem a falta de maturidade de um filme a todos os niveis imaturo e pouco complexo.
A esta falta de ligação entre as personagens centrais junta-se um ponto mais debil que a inconsequancia de toda a historia numa conclusão que muito tentam perceber como uma lição de moral mas que se traduz em quase nada, o que em si acaba por tornar um filme ja de si muito pouco interessante num objecto ainda menos valioso.
Como ponto positivo a forma como o filme é realizado, nem sempre é facil uma realização principalmente em habitaculo de carro com a dinamica que e conseguida neste filme, pena e que a boa escolha estetic não tenha tido qualquer tipo de seguimento no valor do argumento do filme.
A historia fala de um ex corredor que tem que cumprir uma serie de tarefas proposta por uma cursiosa voz, de forma a recuperar a sua esposa entretanto raptada, contudo desde o inicio da sua jornada vai ter o apoio de uma jovem a quem roubou o seu carro.
O argumento e uma manta completamente rota em quase todos os sentidos, as personagens, o desenvolvimento destas e das relações a pouca coesão narrativa e o pessimo fim, faz com que o argumento seja o ponto mais debil de um filme e quando isso é, metado do caminho esta completamente perdido.
Em termos de realização deve ser analisado dois niveis distiintos dentro do carro, e o jogo de camaras bastante interessante, algumas sequencias de preseguição principalmente quando utilizado o in tour face bastante funcionais mas o filme não mantem um nivel homogeneo ao longo de toda a sua duração.
Por fim em termos de cast um leque de personagens simplicimo pouco arrojado, com Hawke na sua vertente menos interessante de tarefeiro de baixa divisao acompanhada por uma Selena Gomez com tudo a provar no cinema de alta competiçao

O melhor - Alguma sequencias de realização.

O pior .  O pessimo argumento

Avaliação - C-

Machete Kills

Se existia saga que pelo seu sucesso e realizador era obvio que teria o seu segundo capitulo seria Machette desde logo porque Rodriguez quando consegue um sucesso facil o esgota até à exaustão como ja tinha conseguido com Spy Kids. E aqui surge o segundo episodio do seu esquizofrenico Machete com um resultado a todos os niveis bem distante do primeiro desde logo criticamente com avaliaçoes essencialmente negativos mas acima de tudo comercial, onde as pessoas pouco ou nada estiveram ligadas a este filme.
Sobre o filme podemos dizer que o genero e o mesmo, mal feito propositadamente, aquele que teve inicio do Grindhouse e basicamente isso mesmo ou seja um autentico festival de sequencias sem sentido nenhum, muito sangue violencia e pouco ou nada mais, por isso o filme perde a novidade do primeiro filme, e não traz praticamente nada em relaçao ao primeiro filme, desde logo apenas surgem personagens de figuras famosas para rapidamente desaparecerem dando espaço ao carisma unico e discutivel de uma figura propria como Trejo.
Antes do inicio do filme temos uma ameaça de uma terceira saga desta vez no espaço, mas a capacidade de o filme surpreender dentro do seu proprio estilo acaba por terminar aqui mesmo, ja que tudo o resto e uma repitição do que o primeiro filme é com nada mais a acrescentar, talvez com mais violencia e menos nexo.
Ou seja muitas vezes um segundo filme e sempre pior do que o primeiro, e deve haver mais exigencia de trazer novidade ao filme, algo de novo, e neste caso Rodriguez como muitas vezes opta quando lança sagas e ir pelo lado mais facil, e isso quase sempre nunca resulta.
A historia continua a saga de Machete que agora tem que tentar defender a sobrevivencia de um temivel lider de um quartel de forma a garantir a sobrevivencia da população de Washington, contudo tera de o defender dos mais letais assassinos profissionais e afins.
O argumento e inexistente como alias ja acontecia no primeiro filme, nao existe cuidados nos dialogos no sentido das personagens ou mesmo no sentido da ação e nesse particular o filme é fiel ao seu primeiro filme, contudo com muito menos qualidade.
Em termos de realização para o genero Rodriguez e unico e exemplar neste seu sem jeito de filmar, perde-se por vezes um realizador de um nivel superior se nao dedicasse o seu cinema a um registo tão desconectado.
O cast nada exige, Trejo tem que ser ele proprio, Gibson e um vilão pouco intenso perdendo neste particular para a fase do filme de Birch melhor actor e numa boa forma, e depois apenas presenças circunstanciais e nada mais.

O melhor - O trailler do espaço

O pior - Nao trazer novos ingredientes

Avaliação - C

Great Expectations

De cinco em cinco anos existe sempre uma tentativa de recriar um conto de Dickens no cinema, com mais ou menos rigor, mais ou menos fidelidade as adaptações tem sido muitas talvez porque nunca surgiua versão capaz de representar a historia na historia do cinema. O ano passado surgiu mais uma adaptação a cargo do britanico Mike Newell, e com uma produçao tradicional. O resultado mediocre quer do ponto de vista comercial onde apenas um ano depois conseguiu estrear nos EUA mas principalmente em termos criticos com avaliações demasiado medianas para um filme como este.
SObre o filme podemos dizer que é um filme que se enquadra de inicio a fim na tradiçao mais tipica do cinema britanico, pela simplicidade pela estetica e mais que isso pela forma quase silenciosa com que a trama se desenvolve com mais rigos do que capacidade explosão em si. E isto torna o filme claramente demasiado cinzento sem poder de fogo sem entusiasmo que parece que esta historia esta predistinada a não ter no cinema actual.
E pese embora seja um filme naturalmente bem produzido com escolhas fortes para os papeis mais fortes pensamos que o filme dá pouco a essas mesmas personagens o que o torna por vezes pouco intenso ja que as mesmas são a força natural do filme, ao contrario do duo de protagonistas que parece nunca ter a quimica suficiente que o filme precisa e isso acaba por prejudicar o filme.
Ou seja um filme que mais parece uma mini serie da tradiçao britanica com os louvores e as criticas tipicas deste tipo de filme contudo parece nos que pelo realizador, actores e produtores era um filme que merecia uma concretização mais forte.
A historia fala de um jovem adoptado por um ferreiro e a sua irma que começa a visitar uma peculiar dama na casa desta apaixonando-se muito cedo por uma jovem, que contudo lhe e negada por não ser um cavalheiro.  Alguns anos mais tarde surge a noticia de uma riqueza que herda e o torna um cavalheiro e aqui tenta recuperar a paixao perdida.
O argumento nem sempre e directo, perde-se como dramatologia em demasiado e as personagens perdem força por essa mesma escolha, os dialogos sao tambem eles limitados, nao sendo no argumento que o filme valoriza a historia de base.
Em termos de realização Newell e um bom realizador quase sempre mais eficaz do que deslumbrante aqui tem um filme de epoca bem realizado mas que por sua vez tem poucos ingrediente neste particular que o tornem extraordinario.
Em termos de cast brilham os secundarios Bonahn Carter e Phienes contudo o filme perde totalmente com a escolha de Irvine pouco intenso para um papel tao fundamental como o protagonista.

O melhor - Os secundarios de luxo.

O pior - Ainda não ser a adaptação literaria esperada.

Avaliação - C

Saturday, November 16, 2013

A Case of You

Com a introdução de novas tecnologias e principalmente uma forma de comunicar através de redes sociais, seria uma questão de tempo este ponto ser mais tema de uma comedia romantica, principalmente depois de quase dez anos do pioneiro neste genero, Você Tem uma Mensagem. Com um cast riquissimo surgiu este filme com resultados muito aquem do esperado, comercialmente onde nem o lançamento Wide nos EUA da america conseguiu mas mais que isso tambem criticamente com avaliações muito negativas.
Sobre o filme podemos dizer que dentro do genero de comedia romantica e um filme demasiado obvio, e isso deve-se ao facto de não se preocupar muito em trazer pontos novos, ou novos caminhos na comedia romantica mas antes fazer os velhos cliches com algumas adaptações funcionar e principalmente a quimica entre os dois protagonistas.
Sendo assim o filme acaba por funcionar bem melhor do que aquilo que as pessimas criticas o descrevem desde logo porque e um filme onde a personagem central se encontra mais que bem caracterizada uma personagem actual com caracteristicas cada vez mais comuns no dia a dia, bem como demonstra a forma racional do amor. Depois temos claro demasiadas tentativas de embarcar por um humor mais rude que não encaixa num filme essencialmente e bem emocional.
Ou seja ficamos com uma comedia romantica de facil visualização com sentimento mais que razão, nem sempre funcional ou eficaz do ponto de vista comico, sempre quase disparatado e demasiado ao lado mesmo assim estamos perante um filme com ternura.
A historia fala de um escritor que acaba por tentar ser o homem da vida de uma empregada de mesa que conhece o seu perfil por facebook aqui para a conquistar tenta adaptar os seus gostos ao referido pela mesma nesta rede social.
O argumento e no seu nucleo central funcional e eficaz, emocionalmente bem escrito, suave, falha acima de tudo nos elementos comicos exagerados e que o filme não necessita para alem de abandonar demasiadas personagens pelo caminho, personagens que melhor trabalhadas poderiam dar muito ao filme enquanto argumento.
A realização e normalissima, de uma veterana omnipresente mas quase sempre ignorada nao tem aqui uma realização de grande destaque quase sempre limitada no risco e na coragem o certo e que uma comedia romantica não exige muito mais.
O cast não tem actores de eleição Long é muito limitado mas funciona melhor na comedia tipica como esta, e Wood já não tem a inocencia e rebeldia de outros dias e pese embora estarem longe do que ja foram a dupla funciona melhor em conjunto que a solo, em termos de secundarios muito desaproveitado Rockwell numa personagem tao pobre.

O melhor - A simplicidade de uma simples comedia romantica.

O pior - Os elementos exclusivamente comicos.

Avaliação - C+