Friday, October 18, 2013

Stuck in Love

Existe filmes com elencos incriveis que subitamente e por razoes desconhecidas sao lançados em cinemas escolhidos e com pouco ou mesmo nenhuma chama comercial. Este ano um desses filmes foi este filme romantico sobre a essencia do amor e da familia nas diferentes idades. E pese embora o elenco e criticamente nao ir alem da mediania o problema foi comercialmente onde a pouca divulgaçao do mesmo conduziu a resultados muito rudimentares.
Sobre o filme podemos dizer que para uma historia de amor existe dois tipos de ingredientes possiveis por um lado a vertente mais de coraçao mais emocional, e neste campo o filme consegue ter tudo isso em todas as relaçoes que aborda sejam elas de amor paixao ou familia, e por outro lado o elemento mais racional menos idilico, e aqui o filme tem mais deficiencias quase sempre e um filme mais emotivo do que racional, quase sempre mais intenso do que competente.
Ou seja parece-nos um filme para grande publico nem sempre com grandes recursos em termos narrativos mas com suficiente complexidade em termos nas emoçoes que cada personagem sente relativamente a outras e neste ponto o filme tem o seu real valor simplesmente porque consegue que toda a gente tenha a percepçao de um filme facil de ver e que a sensaçao final acaba por ser positiva.
Pelo lado dos defeitos podemos dizer que um filme mais longo mais trabalhado em qualquer uma das relaçoes poderia retirar a intensidade emocional concentrada que o filme tem mas podia resultar num filme mais maduro mais complexo e ao mesmo tempo mais proximo de um outro patamar.
A historia fala das relações amorosas de um ex casal e os dois filhos de ambos a atingirem a idade adulta, aqui um pouco de cada um dos pais ira ser fundamental na forma como cada um, todos escritores vivem a sua vida sentimental
Em termos de argumento podemmos dizer que estamos perante um filme facil, directo e objectivo sem ser um poço de creatividade e um filme com processos simples funcionaiis, nao e muito trabalhado em dialogos e personagens mas e competente nos seus propositos.
A realizaçao a cargo de um estreante e vulgar num filme contudo que neste parametro nao exige mais, mesmo assim parece nos claramente o parente pobre do filme ja que poderia ter mais arrojo neste particular.
Por fim o cast riquissimo do ponto de vista comercial, em diferentes faixas etarias, nao tem propriamente um elemento de destaque mas da a força carismatica que o filme precisa, com particular destaque a Collins com um dos seus melhores papeis e Logman, um jovem que começa a ganhar um destaque importante no cinema actual

O melhor - O coração do filme.

O pior - Nem sempre ser completo


Avaliação - B-

Tuesday, October 15, 2013

Ain't Them Body Saints

Roney Mara foi das actrizes que nos ultimos anos conquistou um espaço de melhor destaque conseguindo reunir ao mesmo tempo filmes onde a sua interpretação se destaca como alguma notoriedade comercial. mesmo perante este ponto continuou a arriscar em filmes de autor de baixo custo como este mais direcionado para a o apreço critico do que propriamente para uma carreira comercial fulgurante. E se os objectivos foram o aqui traçados o filme funcionou desde logo porque criticamente foi quase sempre avaliado de forma positiva e por outro lado porque em termos comerciais onde nao conseguiu a expansao wide ficou-se por valores quase residuais.
Sobre o filme desde logo podemos dizer que o problema maior do grosso do cinema independente norte americano e a falta de ritmo dos filmes, que faz com que a intensidade emocional em muitos casos tambem nao exista e faz com que filmes decorram muito lentamente para um final que se pedia bem mais emocional do que aquilo que na realidade consegue ser. Este e um  bom prototipo desta forma de filmar, ou seja um filme essencialmente parado, que tenta contextualizar demasiado a relaçao central sem depois nunca ter tempo para a traduzir com força nas imagens.
PEse embora este facto estamos perante um filme com grandes virtudes a força mental das personagens alguns dialogos redentores de elevada qualidade conduzem o patamar do argumento do filme para valores positivos acabando este por resgatar o filme de alguma sombra que esta sempre patente ao longo do film pela sua falta de chama.
Para um filme com tantos recursos pensamos que o filme poderia ir mais longe com a mesma historia e o mesmo preceito, pensamos que o filme tem medo de se perder e finaliza-se demasiado cedo e neste particular nao deixa de ser um filme menor, pequeno e cuja ambiçao fica a meio caminho.
A historia fala-nos de um casal separado apos o elemento masculino ter assumido sozinho um crime de ambos, na prisao este promete sempre regressar ate que consegue fugir de volta para a sua terra natal onde tenta encontrar um forma de continuar a vida que deixou que entretanto mudou bastante o contexto.
O argumento tem como sua principal valencia e força a riqueza dos dialogos, que acabam por ser o coraçao total do filme, em todos os momentos temos a certeza que o filme tem coraçao, pena e que o ritmo escolhido para o filme nao permita o desenvolver natural de personagens que se percebem ter muito mais a dar ao filme.
Em termos de realizaçao, temos simplicidade como sempre acontece em filmes do texas dos anos 50, temos pouca luz, muito sol, muita expressao, nao e uma realizaçao de topo mas tem alguns apontamentos a registar num realizador ainda novo e so agora começa a ter ao seu dispor intepretes de força.
O cast pese embora seja recheado de qualidade principalmente com Mara e Forster nao aproveita na totalidade a versatilidade e a força de ambos, dando mais destaque a um Casey Afllect cada vez com um estilo mais discutivel que pode servir alguns dos pontos deste filme mas que se tornou algo cansativo ao longo da sua filmiografia.

O melhor - Os dialogos finais

O pior - A falta de ritmo ao longo da primeira hora de filme,

Avaliação - C

Sunday, October 13, 2013

The Mortal Instruments: City of God

Seria previsivel com o sucesso que conseguiu junto do publico juvenil que mais sagas literarias de sucesso conseguissem a sua adaptação ao cinema na reuniao entre o mundo real e o mundo fantastico num so. Este verão surgiu uma mega produção sobre os instrumentos da morte, mas longe do sucesso que certamente os seus produtores esperariam. Criticamente um desastre com avaliação essencialmente negativas tambem em termos comerciais tornou-se num dos floops mais significativos de um sempre competitivo verao americano.
SObre o filme podemos dizer que as comparações com twiligth sao mais que obvias, protagonista feminina de debilidade aparente, um mundo sobrenatural dividido entre bons e maus, efeitos especiais de qualidade duvidosa e enfim uma copia com menos qualidade o que para muitos seria dificil ja que nao ultrapassa nunca uma melancolia exagerada nas personagens sem intensidade forma ou interesse narrativo.
O grande problema do filme e o exagero de filmes semelhantes sempre com uma estrutura semelhante que este segue religiosamente sem nunca conseguir um novo ritmo uma nova força, acabando por ser demasiado obvio nao na montagem do filme mas nas linhas que o filme posteriormente segue.
Mas o grande problema do filme para alem de uma estrutura narrativa sem chama e intensidade e a falta de elementos de seduçao para um blockbuster a qualidade dos efeitos por si nao chegam para chamar espectadores, falta figuras de proa do cinema actual e o filme nunca consegue nem tao pouco tem como objectivo utilizar o humor em si resultando num obvio filme pouco interessante, e que rapidamente parece condenar qualquer objectivo de um novo filme.
A historia fala de uma jovem que começa a ter contacto com estranhos seres percebendo que afinal não é humana, começando a integrar um grupo conhecido por caçadores de sombras, aqui começam a lutar contra o objectivo de Valentin para encontrar o calice da vida.
O argumento para alem de repetitivo mesmo nos promenores e nos detalhes nao consegue ser original, o que em termos de base e mesmo evoluçao do filme ainda menos o consegue ser com personagens basicas dialogos desinteressantes funciona num filme de muita pouca qualidade.
A realização atraves de um tarefeiro de hollywood onde os filmes sao sempre mais conhecidos do que ele, tem aqui o filme que lhe poderia dar mais visibilidade caso criasse um universo seu, contudo o filme nunca quer isso, sendo o mais basico possivel nesse aspecto e tornando a realizaçao obviamente de pouca qualidade.
O cast tem escolhas logicas como Collins, em boa forma comercial mas por si ainda muito verde para ter o filme as suas constas Campbel um actor que ja prometeu mais mas que agora tenta encontrar o seu verdadeiro espaço e Ryan Myers ainda a reboque do sucesso de tudors. com um papel e uma personagem de muita baixa qualidade, para quem quer recuperar alguma força na 7 arte.

O melhor - Apesar de tudo algum carisma de Collins

O pior - Obviamente um twilight serie B, o que diz tudo

Avaliação - D+

Saturday, October 12, 2013

The Worlds End

Existe uma dupla de humoristas ou actores ingleses que ao longo da ultima decada conquistou um espaço muito especial no cinema britanico com alguma expansao para o cinema mundial, falo de Pegg Frost, que ao longo do tempo desde Hott Fuzz conseguiram alguns sucessos e acima de tudo uma quantia significativa de filmes com o mesmo registo. Este ano surge mais uma comedia apocalipse, com os resultados tipicos criticamente aperciada pelo estilo proprio de um humor puramente britanico e comercialmente com mais dificuldades nao fosse um filme ingles.
Sobre o filme podemos dizer que quando esperamos um filme desta dupla nao podemos esperar coerencia e logica porque nao e temas que eles gostem de ter, podemos esperar excentricidade e um humor porprio dificil de caracterizar e mais que isso do que avaliar. Se o filme tem graça parece obvio que tem principalmente quando não tem sentido em determinados momentos em que a piada e facil. Quando tenta desenvolver mais ou mesmo na historia em si parece nos que o humor ou funcionamento do filme como um todo e bem mais discutivel.
Ou seja surge um filme com bons promenores nao so em termos narrativos comicos mas em promenores ideias ou mesmo realização mas como um todo parece-nos demasiado diferenciador demasiado proprio nem sempre com o melhor resultado, já que o absurdo muitas vezes toma conta e o humor por si so nao salva o que o filme nos tem para dar na sua totalidade.
Ou seja uma comedia diferente num estilo que se deve valorizar pois nao tem grande comparaçao, e mais que isso parece agora dar a descendencia num End of the World algo diferente mas com uma genese semelhente. Nao e claramente o melhor filme da dupla, mas o estilo esta la e na forma como melhor sabem fazer humor tem as seuas sequencias.
A historia fala de 5 amigos que passado mais de vinte anos se juntam de forma a tentar cumprir um objectivo que tinham quando eram adolescentes ou seja na mesma noite beberem uma cerveja em doze bares das cidades de origem. Contudo percebem que esta cidade esta bem diferente do que aquilo que ja foi.
O argumento tem dois niveis completamente diferentes uma introdução e um inicio da saga independente, rebelde e muito mais funcional em termos de narrativa e depois do filme se revelar perde força, piada, originalidade e torna-se visivelmente mais absurdo parecendo existir um corte no estilo narrativo dois dois segmentos.
A realizaçao nao e facil, pese embora seja uma comedia, trata-se de um filme com alguns recursos, mesmo que nao sejam de ponta, o resultado neste particular e pouco imponente, contudo parece-nos que o filme nunca tem como objectivo mais.
O cast tem Pegg e Frost nas personagens tipicas que funcionam bem neste registo individualmente e em grupo, as presenças de outros actores ingleses conceituados apenas serve de suporte a dupla, que nos filmes se conhecem bem e tiram proveito disso.

O melhor - Apesar de nem sempre funcional um humor de autor.

O pior - Algum absurdo da segunda metade do filme

Avaliação - C+

Gravity

Muitos estranharam como é que depois de um filme tão completo e mais que isso um filme onde cresceu e criou um estilo proprio o mexicano Alfonso Cuaron esperou quase seis anos para lançar o seu projecto. Depois de uma produção longa o certo é que logo apos as primeiras apresentaçoes deste filme se percebeu que a espera não tinha sido em vão e que estavamos perante um dos filmes acontecimentos dos ultimos anos, com todos os meios a que teve direito. O resultado melhor impossivel a uma total unanimidade critica que so as obras primas conseguem juntou-se um autentico sucesso comercial que tornam este filme mais que um sucesso indiscutivel talvez o filme mais reconhecido a todos o niveis no espaço.
Alfonso Cuaron deixou todo o mundo com agua na boca na forma com que realizou Children of Man, pois bem o que podemos dizer deste filme e que consegue ultrapassar, foi preciso esperar muitos anos para alguem pegar nas potencialidades do 3D e desenvolvelas ao serviço de uma arte pura, e aqui mais que uma boa historia um bom guiao ou boas personagens temos acima de tudo um filme que vale pela evolução pelos efeitos pela estetica, que nos deixa durante 90 minutos sem qualquer tipo de reação.
E se em termos tecnicos estamos perante um dos melhores e mais elaborados filmes que há memoria, em termos narrativos pensamos que o filme é mais sofrivel, talvez porque o tema em si seja limitado, e a originalidade da escolha e da formula cai em que o filme não tenha uma intensidade moral acima da media ou mesmo a capacidade de surpreender o espectador naquilo que acontece ou mesmo que vai acontecer.
Mesmo assim estamos perante um filme extremamente competente como historia e mais que isso uma obra de arte na forma como foi feito e realizado, as imagens muitas vezes são impressionantes e tornam a ida ao cinema algo de verdadeiramente unico.
A historia fala de uma equipa de astrounautas que acabam por ficar a deriva depois de chocarem com detritos de um outro satelite, aqui começa uma luta pela sobrevivencia a solo, num espaço desconhecido e sem qualquer forma de comunicação.
O argumento pese embora acabe no final por ser o parente pobre do filme, principalmente na dinamica e na originalidade do guiao, escondendo-se atras da formula produtiva tem boas personagens sem deslumbrar e bons dialogos quando permite os ter.
A realizaçao de Cuaron como ja tinha referido no seu anterior filme demonstra que estamos perante um dos melhores realizadores da actualidade e aquele que mais consegue surpreender em cada filme, aqui mesmo sem nunca sair de tras das camaras e a grande estrela nao ficando apenas pela qualidade dos meios como ainda tem tempo para pormenores simples de um caracter estetico impressionante.
O cast e curto e da espaço total a uma prestação de altissimo nivel de Bullock talvez a melhor da sua carreira e mais exigente fisica e emocionalmente. No inicio do filme e repetitivo mas a segunda parte do filme é toda sua e com uma das melhores prestaçoes do ano, com cheiro mais que natural a oscar.

O melhor - Cuaron consegue inventar o 3d

O pior - Apesar de tudo o tema do filme não permite muito mais.

Avaliação - B

Plush

Muitos pensaram que depois do sucesso da saga twilight que Catherine Hardwicke tinha ganho um espaço unico no cinema para jovens tema que alias teve sempre presente na sua filmiografia. O problema foi que a sua adaptaçao de Capuchinho Vermelho tornou-se num total desastre que conduziu a que a realizadora tivesse de descer alguns patamares. Ja sem grandes apoios e sem um grande estudio realizou este particular filme sem grandes resultados criticos onde nunca foi propriamente uma primeira linha mas mais que isso em termos comerciais onde o filme apenas estreou em muitos poucos cinemas com resultados completamente desastrosos.
A sensação que fica quando vimos este filme é que a serie B é daqueles terrenos cada vez com menos segredos, ou seja temos um suposto thriller apimentado com alguma sensualidade no mundo da musica mas acima de tudo temos duas realidades da mesma personagem que nunca se consegue encaixar e pior que isso temos uma historia absurda obvia e pior que isso totalmente desinteressante.
E se tentarmos perceber qual é o grande problema do filme é facil perceber que este reside na pouca intensidade que da as suas personagens quandos e quer fazer um filme sobre obsessao pede-se que a relaçao seja bem trabalhada expoencial surpreendente mas o filme nunca consegue ter nenhum destes ingredientes principalmente na relaçao central.
Ou seja temos um filme que tendo em conta os meios, os actores seria obvio nao seria a presença de uma realizadora consagrada que podia fazer elevar as expectativas de um filme completamente frouxo sem sentido, sem dimensao e sem intensidade uma desilusão a toda a prova.
A historia fala de um vocalista de uma banda de rock que apos a morte do seu irmao se envolve com o novo guitarrista uma personagem no minimo estranha que a vai conduzir por caminhos nunca desejados por esta.
O argumento e fraco, pouco intenso sem vigor ou dimensao nas personagens e extremamamente previsivel que nunca funcionam como todo nem a espaços. E daqueles filmes que por ser tao obvio soa a repetitivo no que vimos em thrillers semelhantes.
A realizaçao e uma desilusao de uma realizadora que antes de comercial ja tinha sido autora respeitada, que voltou a uma dimensao mais comercial sem sucesso e agora um desastre a todos os niveis, onde nem a sua qualidade ou marca se encontra presente.
Por fim em termos de casr Bowning e uma actriz muito liimitada e ja se tinha percebido em Sucker Punch aqui num filme mais exigente demonstra isso alias como todos os jovens que acabam por ter algum destaque neste filme.

O melhor - Nao querer complexificar uma historia simples

O pior - A decadencia de uma realizadora no minimo respeitada

Avaliação - D+

Thursday, October 10, 2013

Nothing Left to Fear

O terror deve ser dos generos do cinema onde mais gente tenta a sua sorte e talvez aquele onde os resultados são normalmente os piores. Pois bem este ano, silenciosamente surgiu um pequeno filme de um art directior mais ligado a outro genero de filmes com poucos meios e mais que isso com pouco cast. O resultado normal de um cinema de terror de divisoes secundarias quase nenhuma visibilidade um total deserto comercial e pior que isso um total deserto critico, que provavelmente pautara a carreira do seu criador pelo anonimato.
Sobre o filme podemos dizer que o que diferencia o terror de qualidade do efeito massivo de titulos e titulos sem qualquer tipo de qualidade é o facto dos filmes terem coerencia e é aqui que o filme perde toda a sua qualidade já que não consegue assustar, tem um autentico desastre na sua premissa pouco coesa e mais que isso no final ficamos novamente com a sensação que percebemos o sentido mas não percebemos se é que ela existe a essencia do filme.
E se a um argumento pessimo juntarmos um filme sem qualidade produtiva visivelmente independente e sem qualquer tipo de ambiçao, temos um daqueles filmes que apenas foi feito para o publico adolescente testar a sua rebeldia num titulo de terror que acima de tudo não tem qualquer sentido nem sequer intensidade psicologica para ser mais que um filme fraquissimo.
Do lado positivo apesar de tudo a simplicidade de processos mesmo com alguns pontos que passam totalmente ao lado no sentido ao espectador o filme tem pontos em que a forma directa com que os aborda resulta, principalmente no fenomeno grupal dos viloes, mas é muito pouco para um filme que é um autentico deserto de ideias.
A historia fala de uma familia que e obrigada a ir para uma pequena aldeia do interior dos EUA uma vez que o patriarca ira desempenhar as funçoes de pastor na mesma, aqui encontram uma comunidade fechada que guarda um segredo proprio.
O argumento e sustentado numa ma premissa que o torna posteriormente num argumento difuso quase sempre pouco coerente com personagens e mais que isso dialogos pouco creativos, num filme que tem aqui o ponto de principio para o seu desastre.
Em termos de realizaçao também não é aqui que o filme ganha nada, ou seja os efeitos usados sao de baixo nivel e isso danifica qualquer tentativa estetica de qualquer autor.
O cast repleto de desconhecidos tem numa Anne Heche totalmente ultrapassada a unica figura que reconhecemos mas num nivel que demonstra bem porque é que há tanto tempo não ouvimos falar dela.

O melhor - O filme ter sido esquecido por todos

O pior - Para quando um travão nos filmes de terror

Avaliação - D

Sunday, October 06, 2013

The Internship

Vince Vaugh e Owen Wilson são uma dupla que ficará para sempre unida depois do sucesso que conseguiram com Wedding Crashers, uma das comedias de verão com maior sucesso dos ultimos, anos dai que seria expectavel que ambos se juntassem mais uma vez para uma comedia. Com o alto patrocinio da google surgiu este filme sobre novas tecnologias, o resultado contudo esteve longe de ser aquele que conseguiram na primeira colaboração em conjunto. Desde logo criticamente onde o filme teve resultados desastrosos, com avaliações essencialmente negativas e mesmo em termos comerciais onde esteve longe do valor atingido por Wedding Crashers.
Quanto ao filme é obvio que estamos perante uma comedia longe daquilo que estes tinham efectuado na primeira colaboração em todos os aspectos, desde logo é um filme demasiado longo para uma comedia simples de domingo à tarde, e isso torna-a extremamente lenta principalmente no seu indicio que apenas tem interesse como mero elementos de publicidade a empresa que esta presente ao longo de todo o filme.
Na fase media de introduçao grupal, e mesmo sem ser nada de novo é onde o filme funciona melhor em todos os pontos, nos da os lados mais importantes das personagens e consegue fazer funcionar um humor que ate entao simplesmente nao existia, mesmo assim esta caracteristica tao essencial numa comedia parece sempre colocada algo de lado ao longo de todo o filme, e muito longe daquilo que se podia esperar numa comedia com tantos meios.
Na fase final parece claramente que o filme tem mais coração do que cabeça e sentido de humor por um lado e capaz de conquistar o lado mais sentimental dos espectadores mas por outro lado parece sempre demasiado obvio, e nunca consegue alterar o ritmo demasiado lento do seu inicio que acaba por contaminar toda a duraçao do filme.
A historia fala de dois vendedores, que acabam por ficar sem emprego altura em que tentam a sua sorte como estagiarios da google, contudo os parcos conhecimentos de informatica ou da gestao actual torna este processo uma aventura com muitas adversidades.
O argumento é acima de tudo no humor um ponto de detalhes, mas mesmo assim parece-nos que é neste ponto que o filme mais falha desde logo porque so a espaços muito longos consegue ter graça, salvando-se a riqueza moral bem presente na mensagem que o filme tranmite.
Levy e um realizador de filmes familiares mais concretamente comedia, e mesmo não sendo um fora de serie sabe trabalhar no genero que nao e muito exigente aqui tem uma tarefa simples que a resolve com essa simplicidade.
Por fim no cast pouco risco, Wilson e Vaugh tem as suas personagens habitues, que quase plastificam a carreira de ambos e que os torna funcionais mas pouco versáteis, depois apenas pequenas aparições principalmente de Ferrel sempre para corroer o que de melhor tem este genero.

O melhor - A mensagem de jogo de equipa

O pior - O humor ser demasiado pausado para uma comedia com tanta visibilidade

Avaliação - C

Pacific Rim

Muitos acharam um autentico sucicidio quando Guillermo del Toro abandonou a realizaçao de Hobbit para se centrar num processo pessoal que envolvia extra terrestres e uma especie de transformers ainda maiores. Seis meses depois da estreia do primeiro chegava o tal filme, como se fosse a corda de um enforcado, mas sempre com a expectativa a crescer principalmente depois dos primeiros traillers que mostravam efeitos especiais no seu melhor. O resultado extrememente positivo para o realizador desde logo em termos criticos onde pese embora estivesse longe do que ja conseguiu em filmes mais de autor, conseguiu avaliaçoes positivas que deram o sustento ao filme para um trajecto comercial tambem ele bastante forte onde foi um dos filmes do verão.
Sobre o filme podemos dizer que estamos habituados a bem mais de Del Toro, mesmo em filmes para grande publico normalmente ele dá aos seus filmes um maior sentido humoristico e carismatico que neste filme falta, principalmente a primeira parte. Contudo no final temos a sensação que não só observamos um filme extremamente complicado de executar bem como acima de tudo estamos perante um filme tecnicamente irrepreensivel de nos deixar com os seus efeitos completamente boquiabertos, mas acima de tudo um filme que cumpre todos os requisitos de um filme para o grande publico.
Ou seja estamos perante uma narrativa simples, de personagens lineares, mas estamos com um filme com intensidade estetica de acção e mesmo emocional, com algumas ligações claras entre as suas personagens, isto chega para termos um filme que é facil de ver e nos prende ao ecra, mas esta longe de pelo menos narrativamente ser um poço de creatividade como outros filmes do mesmo autores ja o foram.
Mesmo assim salienta-se um bom principio a forma facil e extremamente complexa com que o filme nos é introduzido, a forma magnanime de uma das melhores realizaçoes de filmes com estes meios que vimos ate hoje, e mais que isso uma capacidade de executar sequencias de luta dificilimas de uma forma simples e com o melhor da tecnologia que assistimos ate hoje.
O filme fala de uma ataque de aliens ao nosso territorio que obriga os diferentes paises no mundo a juntarem-se a criarem autenticas maquinas de guerra para os combater, mas com esta evolução tambem os monstros evoluem e tornam tudo bem mais complicado.
O argumento tem as suas grandes virtudes na base e introduçao do filme, depois é simples, sem complicar daqueles filmes que não tem grandes personagens, dialogos ou narrativa, mas e um filme directo ao ponto e nao se exige muito mais.
A realizaçao e agrande mais valia de todo o filme, algo absolutamente incrivel a forma unica estetica e magistral com que Del TOro nos da este espetaculo visual, que se torna facilmente o brilho de todo o filme.
O cast sem estrelas tem em Humman o futuro e polemico Grey o seu actor, parece-nos um actor que funcionam com algum carisma pese embora a personagem seja redutora, ao seu lado ALba mais forte um actor com outra base numa personagem mais complexa e sustenta alguma parte do filme.

O melhor - A realização

O pior - Alguma linearidade em demasia do guiao

Avaliação - B-

Jobs

Quando foi anunciado que iria sair uma especie de biopic sobre a figura mitica dos ultimos anos Steve Jobs, as expectativas foram elevadas ja que se tratava de uma das figuras mais singulares dos ultimos tempos. Mas esta produçao esteve longe de ser pacifica desde logo alguma polemica em torno da escolha de Ashton Kutcher como protagonista, um actor longe sempre do rigor critico que muitos pensaram ser fundamental, e por outro lado o facto de inicialmente o filme ter sido pensado como um telefilme mas que acabou por estrear com algum mediatismo em muitos cinemas. O resultado critico ficou muito aquem daquilo que as melhores expectativas aguardavam com avaliaçoes essencialmente negativas, e em termos comerciais esta ma avaliaçao acabou por conduzir a resultados muito aquem do esperado.
Sobre o filme podemos dizer que uma personagem singular merecia um filme mais directo e acima de tudo menos singular. Quando os feitos são tão obvios parece-nos facil fazer um biopic competente sem grandes dificuldades o problema e que o filme quer ser demasiado intimista ponto a ponto, tornando o filme num objecto estranho e mais que isso a personagem num objecto ainda mais estranho não só em todo o filme mas em torno de todo o mundo que o rodeia.
O ponto positivo do filme e que não tenta dar a imagem positiva e pouco realista que a maioria dos biopic transmite, e talvez isso fosse o que se aguardava de uma figura tão acarinhada, contudo em vez disso temos um filme que não se inibe de dar o lado egocentrico e pouco correcto de uma figura tão carismatica, talvez por isso mesmo os fas da apple ficaram desiludidos com um filme que tanto aguardaram, para depois em parte recusar.
Concordamos que o filme não funciona, e tinha tudo para funcionar, desde logo pela pessima escolha de Kutsher um actor muito longe do que uma personagem tao complexa exigia, mas tambem na formula narrativa que emprega dando muita distancia e pouca continuidade a factos que naturalmente mereciam bem mais, e  neste ponto tem o filme o seu maior defice de qualidade e de entrusamento
O filme fala do inicio da Apple e a forma como Steve Jobs conduziu com a sua visão a empresa ao sucesso e mais que isso em se tornar muito mais que uma marca de computadores, o filme apenas fala no seu inicio e posteriormente no seu afastamento e o que isso custou ou ganhou para a marca.
O argumento tinha em si uma base quase infalivel que e uma personagem unica da nossa historia com uma personalidade diferente que e tudo quanto se pode pedir para um bom biopic, mas e mesmo aqui que o argumento falha ja que com tanta materia para trabalhar sente-se perdido e nunca consegue fazer uma narrativa com sentido apurado e sem intensidade em todos os seus segmentos.
A realizaçao e simples com pouco risco e ambiçao tipica de quem desenhou o filme para telefilme e nunca esperou que acabasse por estar na setima arte, aqui parece claramente que estamos perante um filme pequeno demais para a expectativa e o seu realizador nao tem culpa disso.
No cast e depois da abordagem ja efectuada a Kutsher pensamos que em muitos outros papeis o destaque dos seus interpretes deveria ser maior, o unico que parece um pouquinho acima da mediania sofrida do filme é Mulroney um actor de primeiro plano há muito longe de um sucesso que durante anos teve e mereceu.

O melhor - Apesar de tudo olharmos para o inicio de uma era.

O pior - O filme ficar perdido em tanto que tinha para dar.

Avaliação - C-

Saturday, October 05, 2013

Runner Runner

Quando Leonardo Di Caprio foi anunciado como produtor, bem como o elenco com um Ben Afflek acabado de ganhar um oscar bem como Timberlake cada vez mais coeso como actor, muitos pensaram que podia estar aqui um dos bons registos do ano. Contudo esta expectativa foi desde logo colocada de lado quando as primeiras criticas demonstraram que estavamos perante o pior registo de ambos que tambem e uma faceta conhecida. Com isso o filme tornou-se um obvio desastre critico, e como seria muitas vezes previsiivel depois de um desastre bem outro com um dos piores registos da carreira de todos os intervenientes.
Sobre o filme, desde logo questionamos como e que Afflek depois de conquistar mundo e meio com um filme como Argo pode comparecer posteriormente num thriller tao basico, monotono e desisteressante quando este, apenas a fome de protagonizar um vilao pode de alguma forma justificar o aparentemente injustificavel
E facil perceber tudo o vamos ver neste filme logo no momento em que a personagem central se desloca para a Costa Rica ate entao o filme tem os seus bons promenores de realizaçao e mesmo da tematica que depois de dissuadem numa especie de coktail sem qualquer tipo de carisma, com um desenvilmente obvio, previsivel com pouco ritmo que consegue que um filme com tao pouca diraçao seja pouco intenso.
OU seja um filme exptremamente vazio, onde as personagens nunca conseguem dar ao filme nada, e facilmente aguardamos por um final sem grande interesse na forma como este ira terminar, ja que o filme nunca consegue incutir no espectador esse interesse, e num thriller isso acaba por ser o pior que um filme ainda para mais de grande estudio pode ter.
A historia fala de um hogador de poker que depois de perder o dinheiro das suas propinas decide ir ter com o gerente da pagina que o fez perder, para o acusar de fraude, contudo esta relaçao torna-se numa relaçao profissional, que pode conduzir a caminhos perigosos num contexto ainda mais perigoso.
O argumento e basico em todos os segmentos a historia e extremamente basica e algo repetitiva as personagens para alem de unidimensionais nem sempre parecem bem criadas, ou seja parecem sempre que se desenvolveram no limite minimo, ou seja um autentico vazio de ideias.
A realizaçao esgota toda a sua creatividade aos vinte minutos de filme  no restante limita.-se ao minimo exigido, demasiado movimentada e nem sempre bem filmada, o que conduz a resultado longe de agradar quanto mais de espantar.
Em termos de cast Timberlake encontra-se num registo simples, sem grandes rasgos mas nao e por ele que o filme falha ja que a sua personagem e demasiado ambigua para conseguir alguma coisa, Afllek com mais possibilidade de brilho e um autentico desastre num vilao sem carisma e chama mais um floop numa carreira recheada de momentos menos bons de um actor bem melhor atras das camaras pior ainda Arteton num papel totalmente inexistente

O melhor - Alguns promenores de realizaçao nos primeiros quinze minutos.

O pior - Aflleck

Avaliação - D+

Sunday, September 29, 2013

And While We Where Here

Kate Bosworth foi daquelas actrizes que depois de uma ascenção quase meteórica acabou com o passar dos anos, e de uma presença fisica mais debil entrar num esquecimento que conduziu a uma redifinição de carreira passada por liderar filmes independentes um pouco à volta do mundo, de qualidade duvidosa, mas que no ultimo ano pelo menos tem conseguido a estreia em cinemas selecionados. Este filme e mais um desses com o resultado semelhante a todos os outros, ou seja criticamente negativo, pese embora neste caso nem seja muito vincado, mas acima de tudo comercialmente longe de ser a Louis Lane que ja foi, com resultados neste caso completamente irrisorios.
Sobre o filme o que podemos dizer é que em italia qualquer historia que seja de amor, ou sobre este tem sempre uns pontinhos a mais na facilidade que um contexto como as paisagens italianas acabam por criar, e neste particular o filme tem como seu grande valor, isso mesmo, aproveitar muito bem a forma com que os magnificos planos citadinos conseguem contextualizar qualquer tipo de historia de amor.
Mas as mais valias ficam por aqui, depois no que diz repeito a diade relacional em nenhuma das duas o filme consegue ter a intensidade emocional que uma historia como esta requere, sendo que principalmente a culpa deste ponto está na pouca ou mesmo nenhuma dimensão da sua personagem central, demasiado suave ou pouco intensa para um filme que se queria bem mais forte emocionalmente do que aquilo que realmente consegue ser.
E outro dos problemas do filme e ter medo de crescer explorar mais as dificuldades relacionais ou mesmo no que diz respeito a historia de amor entretanto criado, ou seja o contexto e totalmente bem montado, mas parece que depois acaba por não saber o que fazer com toda a beleza da italia, acabando por o filme se tornar um autentico vazio, ou demasiado preso aquilo que já se tinha visto em diversos filmes semelhantes.
 A historia fala de um casal que viaja ate italia ja que o homem acaba por ter de ir dar um concerto enquanto ele prepara o trabalho a sua esposa acaba por no meio de uma viagem turistica se encontrar com um jovem americano com que acaba por se envolver.
O argumento tem a essencia e o contexto que tem que ter um filme deste preceito, contudo parece que nunca consegue fazer evoluir a historia de amor nem tão pouco o conflito entre a relação já criada,  e neste particular parece que o grande problema é mesmo a forma como a personagem central e criada.
Em termos de realizaçao parece que o filme consegue ir buscar o melhor das paisagens mas nem sempre consegue retirar o melhor de si em termos do acompanhamento de imagens neste mesmo contexto. Nao e propriamente o melhor que podiamos ter.
Em termos de cast Bosworth não se encontra no melhor nivel, e aqui parece sempre cansada e isso nao ajuda a personagem ja de si pouco imponente, mas acima de tudo tambem perde um pouco pela sua pouca luz.

O melhor  - Italia

O pior - A pouca intensidade em termos de amor

AValiação - C-

Touchy Feely

O cinema independente tem um pequeno espaço para pequenos assuntos que muitos pensam não existir mas que acabamos sempre por ser recordados de situações semelhantes. Este filme é um bocadinho isso, ou seja um filme sobre pessoas diferentes na familia e tentativas de se encontrarem a eles proprios naquilo que e o sentimento de familia. O problema e que normalment estes assuntos não são propriamente proximos do grande publico e faz com que estes filmes quase surjam totalmente incognitos no cinema, mesmo com presença de alguns actores conceituados.
SObre este filme podemos dizer que a falta de intensidade que é um dos temas de uma das personagens acaba por facilmente contagiar o filme para um ritmo demasiado pausado ainda para mais num filme que rapidamente se consegue perceber que e pouco mais do que aborda, ou esperar dele grandes oscilaçoes de intensidade. Mesmo assim temos um filme em alguns pontos competente, na forma como caracteriza o conflito subtil pai filha, ou mesma na forma como caracteriza a personagem central masculina.
Mas no final parece pouco aquilo que o filme realmente tem, parece que muito da mensagem aparentemente subliminar que o filme quer transmitir nos passa totalmente ao lado, ja que o que fica na retina e um filme sobre conflitos interiores e exteriores que apenas tem aplicaçao aos casos em si.
Ou seja um filme independente longe da riqueza emocional e moratoria da maioria dos filmes com os mesmos recursos muito por culpa de um guião demasiado cinzento envolto tambem ele em personagens cinzentos que não consegue nunca impulsionar o filme para  um registo mais forte, intenso emocionalmente ou uma narrativa mais linear.
A historia fala de uma familia constituida por dois irmãos e uma sobrinha, que acabam por viver dramas na definiçao das vidas, em fases diferentes aos poucos as decisoes tem de ser tomadas, com diferentes prespectivas e diferentes formas de encarar o que é decidir.
O argumento em alguns pontos ou mesmo no seu principio ate pode ter em si uma riqueza moral interessante, contudo o pouco ritmo e a demasiada indefiniçao ponderada das personagens nao permite que estas se tornem o veiculo dessa mensagem, tornando um filme subliminar pouco mais que linear.
A realizaçao e completamente baseada nos principios do cinema independente, silenciosa, de cenas longas e pausadas, nao e propriamente o registo mais complicado de fazer mas para a toada que o filme adopta acaba por ser a logica.
Sobre o cast DeWitt e uma actriz com valor que apenas agora começa a ganhar de forma mais consideravel o seu espaço, aqui tem a intensidade que o filme precisa e é muitas vezes a intensidade dramatica que o filme parece querer. Ganha em luminusidade a uma Page mais conceituada mas mais a deriva neste ponto da sua carreira, ao lado de todos Josh Pais com o papel mais diferente do filme, que tem momentos de extrema competencia com outros demasiado overacting.

O melhor - Acima de tudo a forma como debruça pequenos pontos

O pior - A toada demasiado lenta de todo o filme

Avaliação - C

Crystal Fairy

Sundance é um festival de inicio de ano onde algumas figuras conhecidas do grande publico comparecem num cinema dito exprimental, ao leme de novos autores, criadores e realizadores. Um dos filmes que acabou por ter lançamento este ano foi este pequeno filme onde figura Cera, actor conhecido entre outros filmes pelo magnifico Juno. Este filme contudo pese embora a recepção em Sundance tenho sido aceitavel não conseguiu o caminho do sucesso que outros filmes ao longo do ano conseguiram depois de estarem no festival.
Sobre o filme podemos dizer que pese embora Sundance nos tenha trazido pequenas obras primas da 7 arte, e um cinema que na sua essencia debruça-se sobre alguma tematica em excesso como drogas e grupo de jovens a procura de um sentido. Aqui temos as duas mas principalmente a segunda. Contudo o filme adopta desde inicio e nas suas personagens uma forma de tal maneira ezquizoide que nunca consegue se aproximar de publico algum. Rapidamente se percebe que o filme tenta ir para uma dimensao paralela e ganhar pela diferença do que propriamente pela qualidade e ai e facil um filme falhar.
O principal defeito do filme, mais que a forma de road trip entre colegas e mesma a forma como o filme apaga quase todas as persoangens para nos central no casal principal, pena e que nenhum tenha grande coisa a dar o filme do que estranheza e a sensação de que a ideia mais não é do que  um desvaneio criativo pouco fundamentado de mais um projecto de autor de cinema.
No fim saimos com a ideia que uma expriencia estranha, na maior parte do tempo sem sentido e pouco interessante que resulta num filme quase sempre estranho que funciona como uma tablet de chocolate sem açucar que rapidamente queremos abandonar, com o aparecimento de um cinema de risco, alguns sao os titulos que nos encantam e colocam o cinema noutro patamar, mas mais ainda sao filmes que nao passam de tentativas falhadas de algo que nao percebemos bem.
A historia e um grupo de amigos que se une numa viagem pela america do sul de carro de forma a conseguirem encontrar um cato e fazer uma sopa de cato, que os pode levar para outra dimensao do consumo estupfaciente.
O argumento e como acima percebemos extremamente redutor, não ganha força nas personagens nem parece o querer fazer, os argumentos sao circundantes e acaba por ser o ponto que o filme mais perde, ja que num filme com poucos meios um argumento de baixa qualidade acaba por nao ser um ponto de inicio para nada.
A realizaçao e simples e tipica de um cinema independente, na tem nunca qualquer tipo de invação e acaba por se juntar a si uma banda sonora extremamente cansativa, numa especie de filme solto.
O cast pouco interessante Cera e um objecto estranho num cinema que tem que o integrar desta forma se no inicio acabava por ganhar pontos com este estilo, com o passar do tempo torna-se cansativo e mais que isso sem grande sentido, neste filme e apenas mais um ponto sem grande sentido.

O melhor - Arriscar.

O pior - A falta de sentido global do filme

Avaliação - D

Saturday, September 28, 2013

2 Guns

Quando este prjecto foi anunciado e acima de tudo o seu elenco, das suas uma, ou o filme tinha algum ingrediente capaz de surpreender o espectador pela riqueza de uma dupla tao conceituada como Washingtone Whalberg, ou provavelmente teriamos mais um filme de açao aborrecido como tinha sido o anterior contrabando. Após as primeiras analises com avaliaçoes acima de tudo positivas percebeu-se que o fillme teria algo mais que os seus protegonistas, e comercialmente o bom valor dos dois deu ao filme um caminho interessante no sempre dificil mes de Agosto.
SObre o filme podemos dizer que Hollywood deu-nos tradicao de filmes sobre pares de policias ou algo parecidos, onde o humor e a quimica entre os dois conduzia o filme ao longo de toda a sua duração, pois bem estamos perante mais um desses filme e acima de tudo e nisto que reside grande parte do interesse do fillme, nas diferenças entre as duas persoangens e acima de tudo nos dialogo que estas mantem ao longo de todo filme, e aqui o filme ganha a intensidade a força narrativa e mais que isso o humor que acaba por ser o ponto mais bem trabalhado de todo o filme.
E desde muito cedo percebemos que mais que um filme de acçao cinzento iriamos ter uma comedia muito negra, e neste ponto a personagem de Whalberg leva o filme a reboque para se tornar um dos bons especies de um genero que tem em Arma Mortifera o seu ponto mais conceituado mas talvez em Kiss Kiss Bang Bang o seu melhor filme. No final ficamos agradados com tudo que o filme nos da quer em acçao quer em comedia, num filme que nao foi pensado para dissertar sobre qualquer tematica mas acima de tudo para ser um bom filme de divertimento e neste particular consegue com facilidade ser.
Como pontos mais negativos do filme, pensamos que principalmente a personagem de Washington que coomeça ao melhor nivel perde intensidade ao longo de todo o filme e perde protagonismo, tornando-se mais simples e menos arriscada, e pensamos que no inicio tudo leva a querer num ponto distinto que daria mais equilibrio na dupla.
A historia são dois infiltrados de organizações diferentes que se juntam para por a salvo dinheiro de um barão da droga, ai acabam por ser vitima de um cilada, que conduz a que estes pese embora fossem de forças distintas acabem apenas por confiar um no outro e com muitas inamizades contra.
O argumento podemos dizer que não é especialmente rebuscado no que diz respeito a forma narrativa, parece sempre demasiado solto, mas com uma força de dialogo tao interessante em tantas vertentes e mais que isso uma personagem como Stagy o filme so podeia resultar principalmente para quem gosta de comedia negra e non sense, com algum qi.
A realização parece demonstrar um sentido proprio ao seu realizador, com a movimentação tipica da camara, como ja tinha utilizado em Contraband, tem na parte final uma maior caracteristica em slow motions bem executados, pese embora não seja uma obra prima ou mesmo original acaba por ser funcional.
O cast tem nos seus dois poderosos actores toda a força, e neste combate e Whalberg que sai melhor, primeiro porque a personagem lhe encaixa melhor, é mais forte, tem o humor do seu lado e o actor tem vindo a descobrir bem esta vertente, principalmente desde Ted o ar distante consegue dar a si uma ironia interessante que o torna um valor forte em comedia, Washington esta a um nivem mais mediano complementa bem o colega mas esta longe do que ja o vimos fazer recentemente, numa personagem um pouquinho esteriotipo da carreira.

O melhor - Os dialogos da personagem de Whalberg

O pior  - Nem sempre a personagem de Bobby o consegue acompanhar

Avaliação - B

Monday, September 23, 2013

Wolverine

È conhecido que o sucesso da saga X-Man está intimamente ligado a sua figura mais forte e proeminente e o unico que ja vai no segundo filme sozinho. Depois de uma tentativa de abordar o seu inicio temos aqui uma continuaçao de um bocadinho do que ja foi feito no que diz respeito a X Man na globalidade. O resultado aquem do esperado criticamente embora tenha cumprido nos limites minimos nao chamou a si grande atençao e tambem comercialmente nao foi no minimo exigido para um filme com tantos meios.
Sobre o filme podemos dizer que quando se entra num emaranhado de filmes onde personagens entram e deixam de entrar tentar fazer um filme coerente é complicado, então a alterativa e não complicar com historia simples desviado de tudo o que foi efectuado com a tentativa de fazer um simples e bom filme de acção. Se no primeiro ponto que era afastar-se das complicaçoes que era ser coerente com tudo o que foi feito antes o filme conseguiu os seus objectivos embora fosse muito mais meritorio fazer um filme sequente, ja em termos de fazer um bom filme de açao o filme ja e mais discutivel. Primeiro porque nao salienta o melhor da personagem a sua ironia, e por outro lado a historia bastante linear nao permite que o filme nunca se consiga afirmar pela sua historia.
OU seja temos perante um filme que se demora a mostrar e mesmo quando se desvenda a si parece sempre existir pontos pouco ou nada trabalhados, no que diz respeito a riqueza de personagens, a forma como os secundarios quase nao existem para que Logan tente brilhar mais, mas com um contexto tao pobre o filme pouco mais e do que um significado oriental vago e igual a muitos outros filmes com o mesmo contexto.
No final fica a ideia que rapidamente deve surgir o novo episodio de X man para fazer crescer ou dar um novo impacto que com este filme quase nada de novo trouxe ou mesmo ganhou do que mais uma aventura isolada de um heroi que neste filme parece cansado e a contra gosto.
A historia fala de Logan que reencontra-se com o seu passado quando e chamado para ajudar um ex combatente que salvou que se tornou um imperialista japonês, neste local acaba por ter de ajudar a filha deste dos perigos das máfias deste pais.
O argumento e pobre principalmente por não aproveitar os melhores elementos que a personagem contem e acima de tudo por nao lhe dar um contexto potencializador daquilo que de melhor ela em termos de personagens secundarias dialogos e mesmo narrativa.
Mangnold e um realizador de primeira escala, que ao longo do tempo depois de Walk on Line perdeu algum espaço nos filmes que fez, tentando uma vertente mais comercial onde nao funciona tao bem, aqui tem um filme menor, sendo um realizador que vale muito mais que um simples tarefeiro como acaba por ser neste filme.
o cast pouco surpreendente Jackman tem talvez a pior e mais desgastada encarnação do herói, e também a menos feliz, nos secundários suficientemente irrelevantes não encontra o filme qualquer alma.

O melhor - Nao danificar o anterior

O pior - Nada trazer de novo

Avaliação - C

Sunday, September 22, 2013

Disconnect

Se existe tema actual no mundo do crime e da investigação policial o mesmo é o Cyber crime uma face do ilicito sem cara a distancia que se encontra em expansao. Por isso sempre foi estranho  que nos ultimos anos ninguem desse a atençao na setima arte que um tema tao rico poderia dar. Este ano, com um bom elenco mas com pouca celeuma saiu este filme de multiplas historias, pouco visto nos EUA onde apenas estreou em cinemas escolhidos o certo e que criticamente conseguiu algumma aprovação insuficiente contudo para o tirar de algum anonimato.
Sobre o filme podemos dizer que é um bom filme que a forma que adopta de querer repartir em segmentos diferentes com ligaçoes tenues nos parece interessante pois permite abordar um maior numero de casos distintos sempre com o crime informatico por trás. Por um lado este ponto permite ser um sumario daquilo que este assunto pode dar embora nos parece que deixa sempre a analise de cada um dos pontos um pouco pela rama.
Mesmo assim parece-nos um excelente inicio para a abordagem de um tema interessante com este, que isoladamente poderá ser o principio para outros filmes com maior dimensao, funcionando um pouco como a revisao bibliografica para o que possa ser registado posteriormente.
No filme em si, existe historias mais bem abordadas que outras principalmente a questao do phishinng o jornalismo, pior mesmo a questao da divulgaçao de fotografias que entra em algum esteriotipo exagerado na forma como a liga a alguma culpabilidade parental. Mesmo assim um filme que pela sua qualidade e actualidade merecia mais destaque visibilidade ainda para mais num ano ate ao momento frouxo, onde os poucos filmes com qualidade mereciam maior destaque.
A historia fala de diversos segmentos onde se encontra bem vicada a existencia dos perigos da utilizaçao da internet bem como as formas de crime anexadas a esta utilizaçao que pode conduzir a perigos iminentes para todos.
O argumento e interessante bem montado na sua estrategia de diversas historias paralelas nao tendo a obsessao de as unir, mesmo que estas acabem por o fazer, esse ponto acaba por ser o menos interessante ja que o relevo vai mesmo para os alertas que o filme consegue dar.
A realização mesmo sem ter muita obsessao por primor artistico e funcional, na forma principalmente com que consegue dar interatividade a conversaçoes online, a forma como consegue reunir em seu torno uma boa banda sonora.
O cast riquissimo tem em Andrea e Bateman os seus maiores destaques a primeira porque domina o filme na persoangem mais bem trabalhada e Bateman por se diferenciar do seu estilo habitual demonstrado maior conteudo a um actor por vezes reduzido ao ponto comico. Todos os restantes dao o perfeito suporte ao filme.

O melhor - A actualidade dos temas

O pior - Algum esteriotipo na crise juvenil

Avaliação - B

The Conjuring

Nos ultimos dez anos um do genero que mais filmes tem lançado por metro quadrado tem sido obvialmente o cinema de terror, com uma media de avaliações muito pobre poucos tem sido o filme que tem passado na sempre exigente critica americana e com ainda mais dificuldades na bilheteira. Contudo este ano em plena dificuldade do mes de Agosto existiu um que conseguiu supreender e brilhar em ambos os terrenos, principalmente comercialmente, e esse filme foi este Conjuring com uma avaliaçao essencialmente positiva o que e benefica para o filme em questao juntou um resultado comercial surpreendentemente brilhante.
SObre o filme em si podemos dizer que na sua essencia narrativa e na sua historia de base nao temos particularmente um filme inovador, ou seja temos um esteriotipo maximo do filme de fantasmas ou seja uma casa assombrada uma ligaçao essencial, uma escalada de medo e por fim a entrado do espirito, e nestes pontos o filme esta longe de ser inovador ou creativo num dos aspectos mais essenciais ou seja a sua historia de base.
Mas se neste ponto o filme quase sempre pouco tem de novo a dar, a forma como Wan realiza e escolhe as imagens faz com que o filme funcione plenamente com muito mais intensidade de que todos os outros com a mesma premissa, a forma com que o realizador domina as imagens o som e a forma como isso pode funcionar num suspense de grande intensidade fazem dele um elemento diferenciador num genero tao indiferenciado.
No final temos um filme natural, aborrecidamente repetitivo mas que a realizaçao e a sua traduçao em imagens nos da uma visao mais intensa e forte do que propriamente ja tinhamos assistido em argumentos semelhantes e mesmo sem ser uma obra prima consegue facilmente ser um filme bem melhor do que a maioria dos filmes semelhantes.
A historia e facil, uma familia desloca-se para uma casa onde começam a suceder aspectos estranhos que nao conseguem explicar solicitando apoio a um casal de medium e caçadores de espritios que vao tentar ajudar e combater as presenças estranhas na casa.
O argumento e com distancia o ponto mais debil do filme, principalmente por que se trata de uma historia uma narrativa e um desenvolvimento que por demais vezes ja assistimos independentemente se é baseado ou nao em factos veridicos nao e neste ponto que o filme se destaca.
É sim na realizaçao que o filme tem todo o seu brilho, Wan e daqueles realizadores que estudou o genero, esteriotipou mas dota os filmes de uma serie de componentes proprias que intensificam a acçao provocada pelo terror natural, e catapulta o filme para um brilho que de outra forma nunca teria.
Em termos de cast natural a presença de Wilson começa a ser habitue no realizador, aqui com uma formula mais natural e menos vistosa, ao seu lado a sempre competente Farmiga e o caso proprio de Taylor que funciona como poucas neste genero de filmes. Nao e um filme que exija muito aos seus interpretes mas tambem os mesmos nao contribuem para o seu insucesso.

O melhor - A realizaçao

O pior - O argumento

Avaliação - C+

The East

Numa epoca em que as questoes politicas são cada vez mais tidas em conta principalmente no que diz repeito a alguma regulamentaçao ambiental, surge um filme sobre a tutela dos irmaos Scott um dos ultimos filmes com a participaçao ainda vivo de Tony Scott. O resultado do filme foi pouco imponente principalmente comercialmente onde nao foi alem de uma distribuiçao em pequena escala que nao permitiu excelentes resultados de bilheteira. Por seu turno criticamente e pese embora as boas avaliaçoes globais nao foram suficientes para retirar o filme de algum anonimato.
Sobre a forma como o filme se encontra realizado e mais que isso sobre o seu resultado temos um filme suave, nunca tenta ir para alem do necessario na abordagem das questoes politicas que toca, e acima de tudo um filme de fundamentos das suas persongens e aqui principalmente na caracterizaçao do grupo e dos seus elementos o filme e forte, pese embora caia com alguma facilidade em alguns esteriotipos.
Pelo referido estamos perante um filme funcional, que nunca e complexo o suficiente para ser um filme intenso sobre a questao, sendo mais um filme thriller policial ou proximo disso, de qualidade mediana, que consegue ter a intensidade moderada mas que foge dos melhores filmes semelhantes sem nunca contudo perder o seu objectivo claro.
Como lado pior do filme a sua conclusao extremamente pouco organizada deixando persongens para segundo plano, nao se compreendendo o efeito da decisao final, o que torna o filme na sua mensagem um bocadinho mais ambiguo e que danifica em parte a imagem final que fica do filme em si.
A historia fala de uma agente inflitrada por parte de uma empresa de serviços de inteligencia que acaba por se integrar numa organizaçao de nome O Este de terrorismo ambiental de forma a tentar desvendar a identidade de cada um dos seus colaboradores.
O argumento e acima de tudo simples e directo, nao entra e parece nos bem nas questoes mais complexas mas por outro lado no guiao do filme falta uma pitada de arrojo ja que  filme parece demasiado formatado em personagens desde o inicio, mas o lado mais negro vai para a sua conclusao.
Em termos de realizaçao nao temos um filme com muito primor neste particular, e mais um filme realizado por um tarefeiro pouco interessado em dotar o filme de algo mais do que contar uma historia e de dar alguma intensidade ainda que pouca a algumas sequenicas.
O cast liderado por uma total desconhecida nao tem na sua protagonista uma escolha feliz por algum falta de carisma que a faz perder muitas das sequencias para os seus colegas de reparto principalmente Page, numa fase pior da sua carreira, obviamente Clarkson num papel mais suave e Saarsgard em acendencia no filme e na carreira.

O melhor - A vertente ecologica e politica moderada do filme.

O pior - A conclusao


Avaliação - C+

Monday, September 16, 2013

The Bling Ring

Sofia Copolla é uma das realizadoras mais proeminentes do cinema norte americano. Contudo até ao momento não conseguiu ter uma continuidade que lhe desse para conquistar o lugar que muitos vaticinaram para ela. Este ano um filme corajoso no centro do cinema americana e acima de tudo nos assaltos que efectuaram em pleno coração de Hollywood. Em termos comercias o filme conseguiu uma expectativa bem superior aquilo que a maior parte dos críticos esperava e o mesmo em termos críticos onde pese embora não tenha conseguido a força de outros filmes da realizadora passou com distinção.
Sobre o filme podemos dizer que tem bons momentos, principalmente em termos de estética e na formula de documentário que o filme acaba por adoptar. E neste filme bem como na superficielidade das suas personagens a forma como o filme as aborda é extremamente interessante, na forma vazia com que tudo funciona.
Mas se neste ponto o filme funciona nunca consegue ter uma intensidade narrativa suficiente para ser um grande filme já que é extremamente rotundo ou seja circular, ponto a ponto como se fosse efectuado por cenas, demasiado semelhantes entre si, onde apenas a conclusão retira o filme de alguma rotunda pouco interessante para o filme em si.
Ou seja um filme que poderá ser competente mas com um objectivo demasiado limitado, ou seja um pequeno filme que tem na sua realizadora e alguns tiques bem trabalhados por esta na personagens como a sua maior virtude, num filme competente mas pouco mais.
A historia fala de um grupo de jovens que de forma a conseguirem uma integração mais clara no seu grupo de amigos e mais que isso serem glorificados por isso mesmo começam a proceder a alguns assantos a moradias de estrelas.
O argumento baseado numa curta reportagem da vanity Fair, e daqueles argumentos que pensamos ser muito mais brilhante no acessório do que no corpo físico da sua historia de base. E é neste ponto que pensamos que principalmente as personagens centrais poderiam ser mais bem trabalhadas, o que nunca ocorre e os diálogos mais equilibrados.
A realização de Copolla e claramente um dos aspectos mais centrais e fortes do filme, juntando actualidade realismo e acima de tudo detalhe artisitico mais uma vez demonstra que a realizadora num, estilo diferente conseguiu captar algumas das maiores virtudes do progenitor e tornar-se numa referencia em Hollywood.
No cast podemos dizer que o filme e efectuado para o brilho de Watson a jovem estrela de saga juvenil tem aqui o seu direito de antena ao melhor nível de uma jovem que consegue juntar doçura com rebeldia tem o filme em si, mesmo sem ser a figura central do mesmo.

O melhor - Watson e Copolla

O pior - Demasiado circular

Avaliação - C+

Friday, September 13, 2013

The Butler

Lee Daniels conseguiu com a sua adaptação de Precious se um daqueles autores que todos seguem aguardando o seu próximo passo. Depois do desolador Paperboy o ano passado, este ano um filme mais convencional vinha a caminho sobre as conquistas dos afro americanos no biopic de um mordomo que acabou por estar em cinco presidentes diferentes dos EUA. os resultados do filme foram bastante positivos em termos críticos as boas avaliações permitiram que o filme consiga sonhar com uma presença vincada nos oscares e em termos comerciais os resultados foram excelentes, muito alem daquilo que as melhores expectativas poderiam vaticinar.
Sobre o filme podemos dizer que antes de qualquer coisa é um filme emocional e acima de tudo feito com o coração e isso permite que o filme ao longo da sua duração consiga ser sempre um filme emocional, próximo do coraçao dos espectadores. E se nesse ponto o filme ganha alguns pontos enquanto objecto de entretenimento natural, já no que diz respeito a algum rigor que se pede em filmes biopico o filme parece pouco rigoroso, demasiado partidário em algumas questões, que o torna em determinado momentos um filme demasiado parcial do ponto de vista politico longe do que propriamente se espera de um filme de primeiro nível americano.
Ou seja quando queremos um filme que seja objectivo que tente de alguma forma dar uma prespectiva clara do que aconteceu determinadas escolhas e aspectos que o filme parece requerer acabam por não se cumprir e aqui o filme perde força perde profundidade e torna-se na historia cor de rosa que a maior parte queria ver.
Ou seja um filme emocionalmente forte que acima de tudo joga muito bem com a longevidade temporal do filme e da historia que quer transparecer mas ao mesmo tempo o filme não tem duração para ir alem disso, dando sempre uma vertente leve dos aspectos colaterais, pois acima de tudo e um filme de personagem.
A historia fala toda a carreira de um mordomo que por mais de três décadas serviu a casa branca a forma como nasceu e mais do que isso a relação desta com o filho um activista pelos direitos civis.
Em termos de argumento podemos desde logo dizer que pese embora a competência facilmente reconhecida no papel, estamos claramente perante um filme onde as personagens e o enredo tem mais coração do que cabeça e isso não parece sempre a melhor estratégia num filme que tenta obviamente ser um marco claro em termos da luta afro americana.
Lee Daniels começou como um realizador polemico mas neste filme torna-se facilmente mais convencional, e isso o filme requer e mais ele acaba por facilmente se adaptar a essa necessidade com uma realização forte convencional, com algum primor artístico mas que acima de tudo consegue bem conjugar as sequencias criadas com algumas imagens reais uma técnica já utilizada mas que mais um vez funciona no seu pretexto
Em termos de cast o vasto elenco que o realizador escolheu tem principalmente em Withaker todo o coração e acima de tudo o filme nas suas costas num actor que já por diversas vezes demonstrou toda a sua qualidade tem novamente um grande papel, daqueles que definem uma carreira neste caso marcada por altos e baixos: ao seu lado o bom papel do jovem Oyelowo num ano marcado pelo nascimento de algumas estrelas afro americanas. Nem sempre nos parece que as escolhas para presidentes dos EUA seja a mais bem efectuada.

O melhor - O coraçao do filme

O pior - Alguma partidarização do filme

Avaliação _ B-

Sunday, September 08, 2013

Kick Ass 2

Se existiu filme que nos ultimos anos no mundo dos super herois surpreendeu pela sua irreverencia foi Kick Ass que transportou o seu realizador para a primeira divisao pela sua forma muito propria e mais que isso deu à luz aquilo que podia ser uma nova serie de uns super herois muito especiais. Para este segundo filme duas das personagens regressavam, mas o realizador mudou o pronuncio de que algo de mau podia acontecer. O resultado muito aquem das expectativas, criticamente onde ao contrario do seu antecessor os resultados foram bastante negativos, mas mais que isso comercialmente onde também ficou longe daquilo que o primeiro filme conseguiu
Sobre este segundo filme, e comparando com o seu antecessor e obvia a perda de qualidade desde logo porque a surpresa e tudo de novo que o primeiro filme era o maior segredo e o seu elemento mais forte, e como é obvio aqui ja era esperado um registo semelhante, mas o filme não vai tão longe como o primeiro na agressividade, no humor, e mesmo no estilo.
Mesmo claramente inferior ao seu antecessor o filme tem alguns pontos interessantes principalmente no dilema e no carisma de Hit Girl a melhor personagem de ambos os filmes, se bem que longe do sucesso que conseguiu no primeiro filme, a forma como lida com o seu bullyng acaba por ser um dos pontos mais bem trabalhados do filme, no resto as ideias do primeiro menos naturais, mais exageradas e portanto com uma resposta claramente menos eficaz.
Ou seja estamos perante um filme que muitos como eu, entusiastas do primeiro filme, preferiamos nao ver, que pese embora nao tenha destruido por completo o que foi criado no primeiro filme, também por si só nada de novo trouxe a uma saga que marcara o imaginario da creatividade como forma de cinema.
A historia segue a personagem de Kick Ass e Hit Girl após o desenlace do primeiro filme,neste segundo filme eles reunem-se a uma equipa maior de forma a destriuir um exercido do mal criado pelo Amico, o filho do vilao do primeiro filme, agora como o filho da puta.
O argumento pouco dá aquilo que ja existia, nem sempre explorando da melhor maneira aquilo que as personagens tão bem conseguiram no primeiro filme, é nos promenores que temos as maiores e unicas virtudes individuais de um guiao, que poderia e devia ser muito mais competente.
A realizaçao pedia um seguidor e é o que nos deu, a melhor parte do trabalho estava feita por Vaugh e aqui bastava continuar, nem sempre foi conseguido este ponto por momentos esquecemo-nos de alguma da forma do filme, que so a espaços surge.
O cast tem em Taylor um actor que tem neste filme um aspecto completamente diferente da sua carreira, parece-nos um actor vocacionado para outros registos mais dramaticos, deixando o brilho para Moretz a jovem do momento, e a maior promessa de um cinema à procura de novas estrelas, a sua composiçao de Hit Girl fica aquem da primeira mas continua a ser a estrela maior do filme

O melhor - Apesar de tudo a saudade do primeiro filme

O pior - Nao ter conseguido aproximar-se do primeiro filme

Avaliação - C+

We're the MIllers

Todos os anos em pleno Agosto surge uma comédia que mesmo não sendo um primor critico acaba por ganhar um protagonismo, por alguma originalidade que lhe é empregue. Se o ano passado meio mundo ficou convencido com o mitico ursinho TED. Este ano com muito menos resultados podemos dizer que este filme de familia foi aquele que mais se aproximou desse exito, principalmente comercialmente onde obteve mais de 100 milhoes de dolares no mercado interno, ja que criticamente é sempre complicado bons resultados para um comedia tão tipica como esta.
Sobre o filme podemos dizer que estamos perante um filme que se enquadra perfeitamente no estilo de comedia que actualmente comanda o estilo nos EUA, ou seja personagens pouco convencionais um pouquinho de pimenta erotizada, e acima de tudo alguma incorrecção, mas tudo em dose moderada de forma a facilmente se poder tornar um filme para toda a familia. O conceito é o mesmo uma serie de situações exploradas no trailer e pouco mais, num filme bem disposto mas desde logo extremamente previsivel.
Este é um filme que funciona em grau moderado, nota-se desde logo a presença de carisma no seu protagonista Sudekis esta longe de ser uma figura proxima do grande publico, dai que ter o filme a sua volta parece sempre uma dose de risco. Contudo as personagens acabam por resgatar este defice e dar ao filme pelo menos uma toada com alguns bons momentos, bem disposto contudo pensamos que a grande gargalhadqa quase nunca e obtida.
Ou seja um filme de piada facil, pouco trabalhado, que muitas vezes promete algo mais do que aquilo que no final consegue cumprir, mas mesmo assim num momento em que a comedia facilmente cai num disparate pouco creativo a simplicidade e acima de tudo o contexto actual desta comedia acaba por ser pouco arriscado.
A historia fala de um traficante de droga que graças a uma divida tem que se deslocar ao Mexico para fazer um carregamento de droga, para disfarce junta-se uma prostituta, a um vizinho nerd e uma sem abrigo e tenta constituir uma familia convencional que os conduz a uma road trip
O argumento percebe bem a actualidade do humor no cinema americano e explora-a com facilidade e sem grandes pontos de creatividade, e simples, o humor tem altos e baixos, e as personagens sao basicas o suficiente para não complicar o filme.
A realização tambem nao e vistosa, ja se observa ultimamente em alguns filmes algum risco de realizadores em comedia, tentarem uma maior visibilidade neste filme isso nao acontece, e pouco ou nada conseguimos sublinhar da mesma.
Como ja anteriormente referimos achamos que Sudakis é um actor de comedia mas sem peso para assumir um filme por sua conta, e neste filme e visivel a si quase so tem a presença deixando a sensualidade para Aniston, a irreverencia para Roberts e acima de tudo o brilho para o Jovem Poulter de longe o aspecto que melhor funciona em todo o filme

O melhor - Poulnet

O pior - Sudakis.

Avaliação - C+

Saturday, September 07, 2013

Still Mine

Existe uma serie de titulos de um cinema que se centraliza fora dos EUA, com alguns actores minimamente conhecidos que abordam temas menos vistosos de um ponto de vista comercial, com historias de vida interessantes muitas vezes relacionada com historias reais. O ano passado na Canada foi efectuado este pequeno filme sobre a força da terceira idade e acima de tudo do amor. Os resultados foram positivos em todos os pontos o filme conseguiu finalmente este ano ser lançado no mercado americano, selecionado, e conseguiu resultados de bilheteira curtos mas relativamente as expectativas visiveis e criticamente conseguiu avaliações acima de tudo positivas, num ano onde a maior parte dos filmes nao consegue se gabar do mesmo triunfo.
Sobre o filme desde logo o que pode ser assumido, é que mesmo sendo assumidamente um filme pequeno, de historias reais sem grande primor tecnico ou mesmo artistico e um filme com muito coração, simbolico e consegue toda a intensidade na formula que usa na relação central, quer na intensidade da mesma quer na longevidade dando a estes todos os aspectos essenciais do amor, quer do lado positivo quer do lado negativo e acaba por residir neste ponto a maior força de um filme com muito mais coração do que com razão mas a opçao e totalmente a melhor.
Depois alguns dos defeitos dos filmes que se baseiam em factos reais e se tornam demasiado partidarios, e aqui o filme cai tambem em alguns destes erros, num clara adaptaçao ao cinema para funcionar melhor, num filme que claramente teria pouca força comercial, pensamos que este ponto e desnecessario e que poderia ser trabalhado e acima de tudo abordado com outra
MAs no final temos um filme competente que da à luz uma historia de força intensidade, um simbolismo de um grande amor, com a atenção merecida, mesmo que em si não seja uma biografia de grandes feitos é acima de tudo um filme sobre o coração e a sua força, e isso e sempre importante, mesmo em filmes declaradamente pequenos como este.
A historia fala de um casal de idosos, em que o elementos feminino sofre de Alzheimer, com o progredir da doença surge a necessidade de outras comudidades o que conduz a uma contrução de uma nova casa que conduz a uma disputa legal pela falta de procedimentos na mesma.
O argumento no conflito central pode por vezes ser demasiado vago, mas a forma como ele descreve o amor do casal principal principalmente nos seus dialogos e interações e a força viva do filme e é o impulsionador de um argumento não de nivel excelente mas que funciona.
A realização peca por ser repetitiva e algo simples, os planos parecem por vezes demasiado repetidos e sem qualquer tipo de aprumo tecnico, muitas vezes e o problema de filmes pequenos, mas nem sempre justificado pelos poucos valores investidos.
SObre o cast o filme e totalmente carregado por Cromwell um actor conhecido do grande publico, que apareceu tarde nunca tendo espaço para o seu real valor, tem aqui a sua grande intepretação em todos os sentidos, que merece alguma atençao pelo menos ate ao momento, de um actor que sempre mereceu mais olhares do que aquele que teve. De resto um nivel que sustenta a grande interpretação do filme

O melhor - A ode ao amor quase eterno

O pior - A realização

Avaliação - B-

Monday, September 02, 2013

The Lifeguard

Kirsten Bell não é certamente uma figura proeminente do cinema americano, nem uma

das jovens em que os críticos depositam maior expectativa, pese embora seja uma figura

comercialmente com algum valor. Mas este ano a actriz tentou um terreno diferente

num projecto independente em seu torno, O resultado contudo não foi certamente o

que mais aguardava, com um resultado comercial quase residual e pior que isso uma

recepção critica muito aquém do esperado com avaliações essencialmente negativas.

Sobre o filme podemos dizer que a historia começa com um estilo que nos faz advinhar

o pior com uma série de metáforas eloquentes sem grande sentido mas que faz o filme

correr nos primeiros cinco minutos sem que tenhamos grande noção do tipo de filme

que estamos prestes a visualizar. Mas rapidamente percebemos que vamos ter um filme

simples de personagens simples perdidas no tempo e no espaço, e aqui o filme mesmo

que nem sempre com o ritmo ou intensidade devida consegue ter melhores momentos,

consegue ao mesmo tempo dar o lado mais juvenil que quer dar, mas também o

desalento de personagens.

Pela sua toada melancólica o filme rapidamente se torna algo depressivo e rapidamente

parece um simples caso de vida, daqueles nem sempre bem trabalhados, de altos e

baixos, de cenas por vezes exploradas em excesso e outras personagens que o filme não

lhe da o momento de antena necessário e que no fim se tornam essenciais.

Mesmo com esses defeitos estamos perante um filme com virtudes bem expressas, que

se torna num filme que se consegue perceber e mesmo o achar actual numa temática

sempre confusa sobre saber envelhecer, e mesmo não sendo uma obra prima e estando

longe em todos os pontos desta avaliação e um filme que merece alguma atenção.

A historia uma jovem de 30 anos que deixa momentaneamente o seu emprego e volta

a sua terra natal de forma a reviver a juventude junto dos seus amigos da adolescência

aqui acabam por se envolver com um grupo de adolescentes nessa mesma idade.

O argumento e muitas vezes bem mais ambicioso do que realmente se consegue

concretizar e isso pode deixar a sensação que o filme poderia com outra eficácia ser

um filme mais forte com diálogos mais profundos fica na certeza que o mesmo tema

poderia dar um filme mais forte, mesmo que em termos de personagens o filme tenha

bons apontamentos.

A realização e simples sem grandes meios ou ambições e um filme com uma toada

própria interessante pausado sem grandes trabalhados, parece obviamente que estamos

perante o parente pobre do filme.

O cast tem em Bell uma interpretação intensa uma das melhores da sua carreira, pese

embora não seja difícil e estranho a observar num registo dramático diferente e que

funciona, esperamos a continuidade de algumas promessas parece e que por vezes não

tem o devido acompanhamento.

O melhor – A actualidade de um conflito cada vez mais emergente

O pior – Os primeiros dez minutos

Avaliação – C+

Friday, August 30, 2013

RIPD

Existe curiosidades incríveis na industria do cinema, poucos pensariam que depois do sucesso que se tornou RED, seria o seu primeiro realizador e um dos criadores, ou seja, Robert Schwentke a disputar com o segundo capitulo da saga, uma tentativa de novo conceito com alguns pontos semelhantes, o valor comercial. mas como Hollywood por vezes penaliza este tipo de coisas acabou por ambos os títulos perderem comercialmente e acima de tudo este RIPD que criticamente tornou-se facilmente num saco de pancada de uma critica cada vez mais feroz com títulos dispendiosos como esta tentativa de criar uma nova dupla policial.
Sobre o filme podemos desde logo dizer que o humor e as particularidades de RED funcionaram naquele filme pela novidade das mesmas e que dificilmente esse sucesso poderia se repetir quer em termos de sequela e muito menos num filme completamente diferente que tenta juntar o estilo de humor adoptado com um Men in Black completamente desactualizado. O resultado e um autentico desespero ideológico em registo de filme com todas as ideias a não funcionarem e pior que isso termos um filme com muitos meios mas sem uma única ideia convincente na sua concretização.
E tudo falha neste filme a ideia de uma espécie de policia post mortem, que tenta investigar algo que ninguém consegue perceber ou pior não quer mesmo perceber o humor quase sempre descontextualizado que não funciona quase nunca no filme percebemos que o filme acaba e que realmente não soltamos um único sorriso durante o filme mesmo que este tenha em momentos essa intenção. E pior que isso a determinada altura com o aparecimento dos monstros pensamos que uma ideia descabida se torna bem pior na sua concretização e efectuar um dos desperdícios de dinheiro mais claros da historia do cinema dos últimos anos.
Ou seja uma péssima ideia, que chega mesmo a ser insultuosa para a pouca inteligência que seja de qualquer espectador, o único ponto interessante e o assumir de formas diferentes dos mortos em plena vida humana, que acaba por ser o único ponto que resulta com alguma curiosidade em todo o filme.
A historia fala de um policia que acaba por ser morto pelo seu pareceiro, aqui ele acaba por integrar um força policia depois de morto com um companheiro particular que investiga a vida apos a morte e os delitos cometidos por estes, contudo a ligação desta investigação vai estar intimamente relacionada com a sua morte.
O argumento e um autentico deserto de ideias se a base já nos parece pouco coerente a sua concretização em termos de personagens, vilão, diálogos e acima desenvolvimento narrativo torna tudo ainda bem pior, num desastre total para o filme e acima de tudo para o dinheiro envolvido numa mega produção como esta.
Shcwenkte e um realizador que teve sempre alguns meios ao seu dispor e na maior parte do tempo funcionou, principalmente em Flightplan e Red, mas neste filme mesmo sendo fácil observar os seus dotes de bom realizador com estilo próprio para filmes de ação a ideia e o conceito e tão pouco corerente que estes pontos mancham em muito uma carreira ate aqui normal, com altos e baixos relativos.
O cast tem um Ryan Reynolds habituado a sucesso comercial mas alguma relutância critica, não e um actor de topo mas e um actor de dinheiro, e neste filme falha totalmente não por sua culpa mas por tudo que o acompanha e nem o carisma bem vincado de Bridges o melhor do filme consegue escapar a uma miséria total em todos os pontos onde se integra um vilão de Bacon básico e sem qualquer tipo de força para o filme.
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O melhor - A ideia da encarnação na terra

O pior - Um argumento assustador a todos os níveis

Avaliação - D

Wednesday, August 28, 2013

Smurfs 2

É facil explicar como uma saga cujo o primeiro filme acabou por ter pessimas criticas mas acima de tudo conseguiu comercialmente lançar um franchising interessante de figuras carismaticas dos anos 80 tem este ano o seu segundo fillme. Principalmente potenciado pelo valor comercial que neste segundo capitulo ate ao momento foi menor mas mesmo assim interessante ja em termos criticos as coisas permaneceram numa total desilusão, com criticas bastante negativas muito no sentido do que ja tinha acontecido no primeiiro filme.
Sobre os Smurfs 2 começo por dizer que achei a adaptaçao deste filme no primeiro episodio proximo em termos de humor e estilo aquilo que o mesmo realizador ja tinnha feito em Scooby Doo, e o que outros ja tinham feito em Alvin e principalmente em Garfield todos filmes com excelentes resultados de bilheteira mas com pessimas reaçoes criticas. Em termos de filme podemos dizer que nada de novo em nenhum aspecto do filme talvez com piores personagens do que o primeiro filme mas com o mesmo registo de empatia e acima de tudo de um humor totalmente desactualizado.
Ou seja um daqueles filmes que os mais pequenos, principalmente os mais pequenos facilmente gostas mas que nao consegue cativar os adultos pelo seu estilo demasiado infantil entre outros aspectos, esta opçao e discutivel principalmente num cinema exigente que nos ultimos anos nos mostra em diversos filmes que outros filmes podem ser extremamente eficaz em ambos os publicos alvos.
Em suma um filme pouco interessante muito basico mesmo, com uma guiao que mais parece retirado de um episodio de uma serie de desenhos animados infantis, apenas surpreender ver actores com algum reflexo critico como Gleeson entrar e assummir um filme como este sem qualquer plano de destaque.
A hhistoria parecida com a primeira, o vilao da saga acaba por raptar com a ajuda de uns seres por si criados a Smurfete, de forma a tentar retirar a formula que permite a existencia daqueles seres azuis, aqui cria-se uma equipa de resgate da mesma pela cidade de paris.
O guiao e como ja anteriormente foi referido irrisorio, para um filme com tantos meios e acima de tudo uma produçao tao elevada necessitava-se um argumento mais trabalhado, e mais pensado a todos os niveis funciona nos mais pequenos mas esses facilmente aceitam qualquer tipo de registo.
Em termos de realizaçao e sempre dificil ser realista num fillme onde se joga dois planos, aqui a parte digital funciona bem com personagens bem trabalhadas mas a conjugaçao nem sempre funciona ao melhor nivel ja viimos filmes bem mais trabalhados.
O cast quase inexistente apenas nos parece autenticamente um absurdo Gleeson um actor conceituado e normalmente associado a bons filmes entrar numa personagem como a que aqui acaba por desempenhar.

O melhor - Paris

O pior - Provalvemente existira um terceiro filme

Avaliação - D+