Saturday, July 13, 2013

Just Like Women

Este pequeno filme realizador por um quase realizador francês é daqueles pequenos filmes que quase ninguem tem conhecimento do seu lançamento e so chama a atençao por nos trazer alguns anos apos ausencia a figura de uma Siena Miller em busca de um reaparcimento que pelo menos para ja parece pouco provavel com a mesma dimensao do que ja o fez. O resultado deste filme foi muito pobre ou quase invisivel comercialmente e mesmo criticamente as avaliaçoes foram negativas com criticas nefastas.
Sobre o filme poderemos dizer que é um daqueles filmes que antigamente estavam em voga sobre casos de vida, no caso concreto de duas mulheres com contextos familiares adversos e profissionais tambem que tentam dar um rumo num contexto dificil apoiando-se uma a outra, e se como caso de vida a introduçao do filme ate e interessante com o paralismo situacional encontrado, mesmo que numa forma de fazer cinema quase primaria, o certo é que no seu desenvolvimento a historia e pouco elaborada tendo a dança como pobre estado de espirito tornando o filme a partir dai pouco interessante e mesmo em alguns momentos sem qualquer tipo de sentido.
Ou seja estamos perante um filme claramente limitado na historia na produçao e na realizaçao que nunca consegue surgir para um nivel mais elevado do que uma produçao para pouca gente sem grande ambiçao, pois existe linhas narrativas que o filme nao aproveita para tentar finalizar apenas a ponte criada o que torna tudo num registo pouco interessante de um estilo de cinema sem qualquer tipo de objectivo concreto.
Ou seja mais uma obra que pensamos que o maior objectivo fosse chamar a atençao para uma ponte mais dramatica de Siena Miller contudo sem sucesso ja que o contexto narrativo e demasiado pobre para conseguir chamar a atençao para qualquer outro ponto a nao ser as limitaçoes obvias e outras que surgem no proprio filme.
O filme trata de duas mulheres que apos acontecimentos drmaticos nas suas vidas tem que iniciar fuga tendo como elo de ligaçao a dança do ventre e o suporte que uma da a outro tentam ganhar a vida enquanto fogem daquilo que realmente as persegue do passado.
O argumento e pouco elaborado e principalmente mesmo na historia em si nao a potencia minimamente tratando-a como um telefilme caso de vida com enfoque no drama e pouco nas personagens dialogo ou mesmo desenvolvimento do proprio filme.
A realizaçao tambem ela e condizente com o filme sem ambiçao limitada, nem sempre com a melhor opçao pela forma como define a imagem ou seja a tipica de um projecto de baixo custo e de pouco alcance.
Em termos de cast a presença de Miller poderia chamar a atençao para este filme, mas nao consegue primeiro porque a actriz nunca teve o merito de ser considerada uma excelente actriz, mas mais mediatica e aqui mesmo num papel que poderia dar algum protagonismo demonstra porque nao foi mais longe no cinema.

O melhor - Os primeiros dez minutos.

O pior - A indecisao desde então

Avaliação - C-

Trance

Nos últimos anos, Danny Boyle o visionário realizador de Transpoting ganhou o seu
espaço no cinema eterno, principalmente depois do seu sucesso e reconhecimento
critico em Slumdog Millionaire e mesmo no seu mais recente 127 horas, colocou os
olhos do cinema sobre si. Dai que muitos ficaram estupfactos quando o seu Trance
estreou silenciosamente pelo mundo inteiro com criticas remixadas que não permitiram
mais um sucesso global talvez na melhor fase da sua carreira.
Sobre o filme podemos dizer que na fase em que Boyle se encontrava arriscar
demonstra o amor pelo risco de um realizador que sempre pautou a sua carreira por
risco, e neste filme o risco é maior já que Trance é um filme complexo, nem sempre
fácil, mas que ao mesmo tempo demonstra que estamos perante um realizador de
excelência principalmente nos pormenores de realização que deixam estupfacto e
distraem o espectador num filme difícil que exige toda a atenção do seu espectador.
Mesmo assim e assumindo ser um filme em termos de argumento difícil e muitas vezes
com algumas imprecisões e um filme que funciona pelo impacto pelo suspense pelo
facto de so aos poucos dar ao espectador a razão de tudo, começa como um filme sobre
assaltos para acabar numa obcessão sobre amor, funcionando melhor no segundo plano
do que no primeiro.
Muitos poderão dizer que o filme é uma farsa mas como já aconteceu noutros filmes
mas quem não gosta em ponto de ser ludibriado quando no final o resultado é positivoo,
e aqui o filme funciona é humilde para no final saber que tem de sintetizar tudo para se
tornar compreensivo, e ai pode ser o resultado final do filme para o bem e para o mal,
felizmente para muitos o bem é mais perto.
O filme fala-nos de um funcionário de uma leiloeira de arte que e alvo de um assalto,
contudo após ser agredido e capturado pela equipa que o provocou, não consegue se
recordar do que ocorreu apos o mesmo e da localização do quadro, contando com a
ajuda de uma psicóloga para o encontrar.
O argumento do filme e confuso, nem sempre torna os caminhos mais fáceis, na
exploração da historia em si mas acima de tudo das próprias personagens por vezes
as coisas vão pelo caminho mais longínquo contudo e de valorizar a originalidade e a
forma como uma historia tão complexa e criada.
O sonho do filme é a sua realização Boyle tem uma experiência ao mesmo tempo
intensa, exacta, actual, original e com procedimentos estéticos e neste tipo de filme que
a exigência e maior que os realizadores ganham protagonismo, e mesmo não sendo o
seu filme que ficará talvez e aqule onde o risco da realização surpeende mais.
Em termos de cast temos um filme comandado por um MCvoy que nem sempre
convence pese embora aqui tenha um dos papeis mais exigentes a todos os níveis e
onde sai com melhor desempenho, não fico totalmente satisfeito pois penso que ainda
em alguns detalhes não e suficientemente convincente, Cassel por seu lado aparece-nos
num lado mais calmo que funciona mas é Dawson que chama a si grande parte do filme
apos a sua entrada num papel que merecia maior destaque de uma actriz que parece nem
sempre conseguir o credito merecido.

O melhor – A realização

O pior – Nem sempre ter as barreiras bem definidas

Avaliação - B

Tuesday, July 09, 2013

Man of Steel

Desde que foi anunciado o novo reboot de Super Homem com a produçao a cargo de Christopher Nolan que o mundo esperou e aguardou que o creativo tivesse a capacidade de transformar o maior super heroi de todos os tempos no mais actual assim como tinha feito no seu Batman agora Dark Knight. Quando sairam as primeiras avaliaçoes ao filme percebeu-se que pelo menos o consenso não era tão generalizado com avaliaçoes mistas. Contudo isso não impediu o natural sucesso de bilheteira que o filme facilmente conquistou um pouco por todo o lado.
Desde logo assumo ser um entusiasta e um fã do trabalho de Nolan em Dark Knight, mas por outro lado pouco entusiasta a forma como Snyder foi efectuando o seu cinema. E depois de observar este filme penso que o filme cai claramente para o lado mais debil do seu realizador. Mais do que não tentar dar uma versão mais actual como fez em Batman o filme parece ter medo de errar e arriscar tornando-se num filme simples directo com poucas linhagens narrativas, mas ao mesmo tempo sem a capacidade de surpreender um espectador que assiste defraudado as mais de duas horas de filme, porque a unica coisa que pediam os adeptos era risco e isso simplesmente não existe.
E obvio que e um filme que em termos de efeitos especiais esta no seu melhor, ou seja temos tecnologia de ponta, mas em termos de enredo narrativo muito pouco, ou seja um filme basicamente que nada ou pouco nos da sobre a personagem a nao ser alguns flashbacks que no fim de conta e o mais complexo que o filme nos da, e depois longuissimas sequencias de acçao a maior parte das quais vazias e extreamente previsiveis.
Ou seja temos um filme fiel ao lado mais B do super homem e pouco aquilo que muitos pensavam que seria o lado mais humano do extra terrestre, distancia-se do que fez Singer mas provavelmente fica longe do que Donner conseguiu com mais simplicidade, so o tempo o dira o espaço que este filme ocupara no curriculo do heroi, mas a eterminadade nao foi sem duvida alcançada.
A historia fala do nascimento do super heroi ainda noutro planeta e a sua adaptaçao ao nosso, aqui sofremos um ataque da origem do heroi, e temos uma tentativa de luta entre povos onde a posiçao do heroi sera fundamental.
O argumento e pobre, principalmente pela falta de risco, seguindo o estritamente necessario, para alem desse facto tem outro problema as personagens são demasiado basicas nao evoluem e isso faz com que o filme seja em toda a sua essencia limitado.
Em termos de realizaçao Snyder ter um filme com muitos meios na mão que tem que convencer, e se em termos de efeitos na maior parte das vezes executa com capacidad mais que com originalidade em determinados pontos principalmente no uso do fogo tem excesso digital que tira realidade as imagens do filme.
O cast Canvill ate podera ser uma boa escolha, mas o papel exige pouco presença fisica tem e isso chega para funcionar no filme, no lado dos viloes Shannon desilude o papel podia ser mais poderoso e o actor ja demonstrou mais em papeis semelhantes, penso que e a personagem menos potenciada do filme, sendo que todo o destaque em mundos diferentes vai para a serenidade e presença de Crowe poderosa, e doçura de Lane.

O melhor - Os efeitos especiais finais

O pior - Não ser a reconstruçao do heroi

Avaliação - C

Saturday, July 06, 2013

At Any Priece

É dificil compreender como e que um filme que tem no seu cast pessoas com Denis Quaid e principalmente Zac Efron e lançado apenas em cinemas selecionados passando totalmente ao lado de uma carreira comercial com muito pouco destaque tambem na imprensa. Os resultados do filme por isso foram pouco famosos nao so em termos comerciais onde so os mais atentos observaram a estreia do filme mas acima criticamente tb nao foram alem de uma mediania que nada trouxe de novo a trajectoria do filme.
SObre este podemos dizer que e um filme simples de personagens e conflitos quer familiares quer empresariais, daqueles filmes em genero de novelas filmado se uma forma simples com pouca chama. Este e mais isso com muitos poucos pontos que permitam um verdadeiro registo at any priece e um filme silencioso que inicialmente demonstra preocupaçao em demonstrar o lado pior das personagens para os poucos dar aquilo que elas podem dar. Mesmo assim e um filme que nunca consegue animicamente se aproximar do espectador principalmente porque a empatia com o filme e desde logo com as personagens e pouco, e o filme nunca consegue trabalhar para reanimar a mesma.
Ou seja um daqueles filmes independentes que apenas tem algum mesmo que curto destaque pela presença de figuras conhecidas mas que certamente quase nada as mesmas vão ganhar com este filme ja que pouco ou nada a sublinhar ele permite.
Ou seja um filme de pouca qualidade pouco empenho e pouco registo que pode ser facilmente visualizado mas rapidamente vai ser esquecido pelo filme que vai ser visualizado em seguido independente de ser melhor ou pior.
A historia fala no conlifto emergente entre um pai e um filho, depois da empresa familiar se observar perante uma crise no mercado do cereal, que leva a que a competiçao pelo lucro se conduza a aspectos nunca antes pensados.
O argumento inicia bem, a primeira sequencia narrativa e extremamente bem filmada e da um ar negro que o filme posteriormente nao consegue ter ja que as personagens nao evoluem e mesmo a realizaçao nunca consegue ir para outros parametros.
O cast demonstra a dupla Quaid e principalmente Efron num lado mais negro que é principalmente mais vistosa no primeiro, do que no segundo com claras mais dificuldades de interpretação, ou seja um filme simples quase sempre pouco intenso que nada da aos espectadores e muito menos aos seus interpretes

O melhor - A primeira cena

O pior - Nunca conseguir dar continuidade a mesma

Avaliação - C-

Monday, July 01, 2013

Monsters University



É conhecido que a Pixar normalmente só regressa a historias quando estas tem pernas para andar e já se tratam de sucessos assumidos, para este ano apostou numa prequela de Monstros e Companhia que não sera um dos maiores sucessos da Pixar mas e um dos filmes que permitia elaborar mais a historia principalmente a razão de tudo o que vimos. Por isso esta prequela que em termos criticos teve avaliações positivas um pouco como o primeiro filme. Já comercialmente o filme novamente conseguiu incutir os valores que o primeiro filma já tinha conhecido.
Sobre o filme podemos dizer que o ambiente e acima de tudo o teor e nada mais nada menos do que o do primeiro filme, ou seja a ligeireza da historia os imperativos morais, desta vez tentando incutir o espirito de grupo torna a pixar única no cinema de animação. E mesmo quando os contextos não são tão fortes quanto isso ou quando o filme não é tão vistoso ou conseguido o que acontece neste filme a riqueza moral do mesmo acaba por chamar a si os pontos.
OU seja estamos perante um filme com muitos pormenores que o ligam ao nosso mundo como alias já tinha acontecido no primeiro filme, o paralelismo e interessante contudo na forma como o filme narrativamente evolui parece um pouquinho infantil para os parâmetros que a pixar consegue nos seus filmes criticamente mais interessantes.
Mesmo assim estamos perante um filme fiel  e acima de tudo com muitos pormenores do primeiro filme, não tem o peso de ter que o seguir já que se trata de uma prequela mas o certo e que o filme tem em atenção aquilo que já esta criado, e mesmo sendo inferior claramente do que o seu antecessor e um filme que é forte mas não ficara certamente nos tops dos filmes da pixar.
A historia mostra-nos o precurso académico dos heróis do primeiro filme, ou seja Mike e Sulley, com incidência no seu percurso universitário, aqui demonstra os heróis a buscarem o sonho de serem monstros de sustos, o que nem sempre terá o apoio dos professores e seus colegas.
O argumento vem dentro daquilo que a pixar sabe fazer ter filmes intensos, narrativamente com humor e acima de tudo com o poderio moral que são o ingrediente principal  da pixar. Não e tao rico e subtil como costuma ser, mas e rico neste sentido.
A produção e sempre um forte da pixar com os melhores meios da animação actual aqui não observamos evolução porque muito já esta criado mesmo assim estamos perante um filme em termos de produção de primeiro nível.

O leque de vozes e rico as escolhas de Crystal e principalmente de Goodman e bem conseguido na logica do que as personagens precisam e aqui o filme ganha em toda a gama nos secundários quase nada a registas

O melhor – Ser fiel ao primeiro filme no estilo.

O pior – Ser ligeiramente inferior

Avaliação – B-

The Purge



No meio de tantos blockbusters neste mês de verão houve uma semana que o sucesso foi de um filme de terror directo, numa época em que são considerados claros outsiders. Esse filme foi este The Purge que criticamente como a maioria dos filmes de terror foi aniquilido pelo tradicionalismo da critica americana mas em termos de bilheteiras e principalmente na primeira semana chamou a si toda a atenção do publico.
Sobre o filme podemos dizer que The Purge tem uma ideia de base muito interessante e ao mesmo tempo sem entrar com algo irreal conseguir assustar em todas as medidas, esse e o ponto mais funcional do filme, ou seja o medo ser real e próximo, e mesmo sem nada acontecer o pânico e a sensação se sufoco e bem transmitida, e principalmente e bem contextualizada no inicio do filme.
Depois o filme acaba por perder interesse na sua fase evolutiva, que e curta em face da pouca duração do filme ai temos um simples filme do jogo do gato e do rato ao longo de uma casa intemrinavel e sem luz, que nos oferece alguns sustos mas o filme perde complexidade perde todos os motivos de interesse que no inicio estão presentes, sendo uma divisão clara dos mascarados contra a família.
No final surge novamente mais intensidade com a presença de novos elementos mas ai começamos a pensar se a ideia é tão creativa como inicialmente pensamos e acordamos para a realidade percebendo claramente que não existe coerência no filme, que a espaços e um bom filme de terror creativo, mas que no final é epenas um degrau acima dos outros filmes semelhantes e que não aproveita grande parte das premissas que construiu.
A historia fala de uma noite criada nos EUA no qual todos podem cometer os crimes que quiserem que não serão penalizados, ou seja um brinco para as empresas de segurança e a família que seguimoes e mesmo a de um vendedor destes produtos a tentar defender a sua família de diversos ataques durante a noite.
O argumento centra e gasta todos os seus créditos na ideia de base e na permissa do filme sendo que o seu desenvolvimento em termos de personagens evolução narrativa e diálogos e demasiado redutora.
A realização tem alguns planos interessantes com impulsão do suspense o que e um factor interessante para o trabalho do realizador, não podemos dizer que estamos perante uma obra prima do terror mas sim um filme com detalhes de realização interessantes.
O cast num filme deterror normalmente e apenas colocado a prova em termos de aplicação física e neste particular o duo de protagonistas e eficaz, hedley e hawke funcionam bem, demonstram destreza física de resto pouco ou mais nada e necessário em termos do seu performance

O melhor – Os primeiros vinte minutos de filme.

O pior – Se tornar rapidamente num filme de gato e rato

Avaliação - C

Song for Marion



Existe filmes pequenos normalmente europeus que transmitem dramas intensos, em historias que provavelmente não terão tanto entusiasmo do publico. Um desses filmes foi lançado na gra bertanha o ano passado, com um titulo, mas este ano foi lançado num circuito menor nos EUA, com resultados criticos medianos e muito mais do que isso comercialmente não conseguiu passar o residual.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme simples de sentimentos complexos, com personagens ambíguas mas que a certo ponto principalmente no climax do filme que acaba por ocorrer a meio do seu trajecto consegue explorar com força muitas emoções. Ou seja facilmente entendemos que e um filme muito mais emocional do que racional onde como desastre apenas tem a tentativa de em momentos ser divertido em algumas sequencias musicais o que não consegue chegando mesmo a ridicularizar com idosos.
A premissa do concurso e da força do grupo demais vezes utilizada também não me parece o modelo mais acertado para fazer resultar o filme, penso que a mesma historia sem esse contexto resultaria de igual forma e dava ao filme uma simplicidade bem mais original do que aquilo que se traduz com esta opção.
Mesmo assim estamos perante um filme com ternura, com coração, facilmente percebemos que os objetivos são nobres ao explorar a intensidade de uma relação no fim de linha pela idade a dificuldade de reagir a perda, e mais do que isso reagir a imagem que realmente criamos sobre nos próprios,  e na forma como o filme trabalha esse ponto tem mérito mesmo que a conjuntura nem sempre seja a mais imponente para realçar estes factos.
A historia fala-nos de um casal de idosos em que a mulher em fase terminal de uma doença é extrovertida, enquanto ele, e introvertido, rezingão, sendo que o filme é a redenção do segundo quando a primeira morre e tentativa de ser algo diferente.
O argumento é interessante, principalmente na forma como aborda a questão da relação na terceira idade tem pormenores de extrema intensidade emocional, na forma como capta a química de casal, e pequenos pontos de amor, depois pensamos apenas que a espaços tem ma escolha principalmente no contexto que dao a relação, e mesmo nos  secundários, num filme que se centra e bem na complexidade dos principais.
A realização é pouco imponente no filme, realizado como uma comedia típica, pouco preocupada com detalhas demonstra uma forma de filmes mais parecida com  a actualidade de Hollywood do que uma tradição clássica britânica, o que acaba por ser uma escolha sensata para o filme em questão sem contudo a realização assumir qualquer tipo de relevo claro para a evolução do filme.
O cast tem na dupla Stamp Redgrave o coraçao do filme, principalmente o primeiro uma escolha excelente para um papel difícil, onde apenas os momentos cantados poderiam resultar melhor, mesmo assim em tudo que o resto do filme lhe solicita que nem sempre e fácil o misto de agressividade frieza e ternura, o veterano actor funciona num dos seus melhores papeis auxilidado na fase inicial por uma sempre efectiva Redgrave. Já Ecclestone e principalmente Arteton dão o lado mais descontraído ao filme, sem tanta exigência mas com interpretações também ela positivas.

O melhor – A dinâmica relacional do casal

O pior – A voz de Stamo

Avaliação – C+

The Relutact Fundamentalist



Mira Nair é das realizadores mais internacionais que aos poucos tem conseguido efectuar filmes da sua zona de origem sempre com algum chancela norte americana demonstrando poder existir união de esforços entre povos a partida tão distantes. Neste seu novo filme o tema desta união está bem presente, mas o facto de colocar os USA no lado mais negativo do filme talvez fez com que o filme não tivesse a distribuição imponente que outros filmes dela já tiveram, e dai os resultados comerciais do filme sejam pobres. Tambem criticamente Nair já conseguiu mais unanimidade do que com este filme pese embora surjam algumas avaliações positivas.
Sobre o filme podemos dizer que moralmente e um filme interessante onde o combate ao esteriotipo e acima de tudo a dificuldade em racicionar em aspectos emotivos intensos são bem vincados e explorados, podemos não estar perante um filme extremamente intenso sendo em alguns ponto ate um pouco aborrecido mas estamos perante um filme que tem um objectivo moral bem definido e faz tudo para que este resulte e seja claro e nesse particular penso que e obvio que estamos perante um objectivo cumprido.
Outro dos pontos do filme é o realismo com que o filme consegue diferenciar culturas mas ao mesmo tempo a facilidade com que transmite que as pessoas são elas próprias antes de representarem algo mais grupal, isso e evidente na forma com que a personagem encaixa facilmente no contexto diferente de onde nasceu. È um filme claramente moratório onde muitas vezes tenta explicar a forma com que as diferenças se criam e vão se criando em ciclo vicioso sendo alarmante a forma como o filme demonstra isso.
Ou seja estamos perante um drama intenso, que não sendo um filme de primeira linha em termos de intensidade ou mesmo capacidade de pro si so seduzir o espectador e claramente um bom filme, realista, e acima de tudo apelativo de uma moral bem forte e que deveria ser incutida numa universalidade do próprio filme.
A historia fala de um jovem paquistanês que dirige-se para America para fazer a universidade e acaba por ser integrado numa firma de analise financeira, onde acaba por ter sucesso mas aos poucos percebe que o seu sucesso nada oferece ao seu pais e começa a tentar procurar ser aquilo que realmente o seu interior quer que ele seja.
O argumento e forte, porque consegue facilmente ter um propósito e fazer funcionar a descoberta do eu, que e algo próprio e individual e não formatizado, e nisto o filme e competente, na forma com que perde tempo na definição da personagem, onde o filme funciona bem melhor ou seja temos um filme de personagem envolvido num contexto de conflito e terrorismo que fica claramente a perder em termos de argumento para o primeiro.
Nair e uma boa realizador e aqui consegue principalmente chamar a atenção na forma como filma um pais que conhece tao bem como o paquistao, consegue dar um contexto cultural e espacial ao filme de eleição que nunca seria possível se não fosse o conhecimento da realizadora que não tem medo de arriscar e fazer filmes a sua medida.
O cast tem como protagonista um actor nativo do espaço onde o filme corre e que domina completamente o filme, com carisma recursos interpretativos de excelência demonstra que grandes actores surgem em diversos sítios e talvez chama a atenção para a abertura do cinema a outras culturas numa maior universalidade, de resto Schriever aparece em bom nível sem deslumbrar como já fez e Hudson claramente fora de forma física e mesmo interpretativa acaba por ser na sua personagem o pior do filme

O melhor – A moral assumida pelo filme

O pior – Kate Hudson

Avaliação – B-