Monday, June 10, 2013

Syrup

Este é daqueles pequenos filmes que com uma boa recepção pode chamar a si a atenção desde logo pela presença de uma figura conhecida como a peen up Amber Heard, mas também pelo facto de ser um filme marcadamente independente com um estilo bem proprio. Mas nem todos os filmes que se propoem a trazer algo de novo são sucesso e este Syrup que esta semana estreou quase silenciosamente em Hollywood em cinemas selecionados e criticamente ainda não tem qualquer tipo de reprecussão talvez porque ate a critica se alheou do filme.
Sobre o filme podemos dizer que no mundo do Markting o filme tem um estilo proprio nem sempre convincente mas proprio e com pitadas de originalidade principalmente quando os protagonistas explicam perante a camara aquilo que serão para eles o segredo do Markting, pese embora esse facto e uma introduçao e inicio interessante o filme parece que com os dados lançados nao consegue jogar melhor tornando um filme aborrecido sem uma acçao central interessante, e que apenas em detalhes consegue chamar a si a atençao de um filme pouco forte.
Se tentarmos perceber os problemas do filme facilmente os vamos encontrar principalmente no guião que nao sabe tornar-se simples quando depois do inicio original e mesmo divertido nao consegue manter o mesmo registo tentando ser um filme serio sobre industria destruindo um estilo que o filme rapidamente consegue adquirir. Na parte final o filme tenta novamente readquirir esse mesmo estilo mas contudo nesta altura sem sucesso e sem força.
E daqueles filmes que tinha em si pontos que poderiam facilmente o tirar do anonimato ser daqueles filmes que mesmo nao sendo fortes comercialmente chamariam a si pela atenção critica sempre preparada para novos conceitos, contudo ao tornar-se embrulhado e dificil em si mesmo perde esta oportunidade de uma forma obvia.
O filme conta a historia de um aspirante a creativo que ve-se ultrapassado por um seu ex companheiro de casa que lhe rouba a ideia, no charco tenta ganhar o protagonismo do seu produto com a ajuda de um forte lead male da industria com quem tera uma relaçao bem mais do que trabalho.
O argumento começa bem, e simples, original creativo com principios bem estruturados e originais, mas que nao se consegue desenvolver naturalmente quer narrativamente nas envolvencias do proprio filme mas acima de tudo as proprias persionagens o filme morre em termos de argumento nos primeiros dez minutos.
A realizaçao tem estilo proprio nao sendo muito artistica pensamos que aqui temos um bom segundo filme de um realizador ainda perfeito desconhecido mas que a momentos no filme consegue bons promenores e que o inicio do filme podem demonstrar termos aqui quem sabe um bom obreiro numa comedia mais seria.
O cast nao é forte protagonizado por um perfeito desconhecido no caso concreto pelo hispanicop Fernandez o seu papel parece bem executado pese embora seja demasiado repetitivo, ao seu lado Heard tem aquilo que a fez famosa o lado fatal nao necessitando nem o filme exigindo qualquer tipo de outro tipo de atributo.

O melhor - Os primeiros dez minutos.

O pior - O despredicio do bom inicio.

Avaliação - C-

Sunday, June 09, 2013

Wish You Were Here

O cinema australiano nos ultimos dez anos ganhou um espaço muito proprio lançando alguns dos titulos independentes mais glorificados dos ultimos anos, principalmente quando neles participam figuras de uma segunda linha de hollywood. Mas nem sempre assim resulta, em 2012, surgiu este filme que criticamente nao foi alem de uma mediania relativamente positiva mas sem a força de outros filmes do mesmo cinema, e comercialmente so agora estreia em hollywood pese embora tenha no seu elenco dois dos actores da moda como Palmer e Edergton.
Sobre o filme podemos dizer que estamos num contexto cultural interessante ou seja um drama intenso que tem a sua maior força na forma facil com que com realismo nos da um plano muito interessante de um turismo cada vez mais em voga como e o caso de Cambodja. O filme tem a actualidade de nos fazer lembrar que as ferias tem continuaçao nas suas consequencias e ai o filme tem um tema interessado muitas vezes pouco explorado mas que neste filme atinge o ponto. E se isto resulta o filme perde chama nas sequencias pos ferias, grande parte destas, ficamos sempre ligados ao que se passou la, e desinteresse pelos conflitos que surgem depois. E um filme que tem como mais valia lançar o suspense ate ao fim permitindo que o espectador hipotize bastante durante toda a duraçao do filme.
Ou seja um filme interessante com uma nivel forte nem sempre escrito da melhor forma por vezes os saltos temporais parecem descessarios e em nadavaloriza aquilo que o filme realmente tem para nos dar. Nao podemos dizer que e concluido da forma mais creativa e original, mas nunca nos parece que assim vai ser, ja que conseguimos perceber algumas limitaçoes de argumento mas que o filme acaba por ter noçao delas e lidar com elas de uma forma funcional.
Ou seja mesmo sendo um filme australiano a tradiçao parece-nos mais proxima de um cinema independente norte americano, de facil observaçao e muitas vezes interessante, nem sempre um filme marcante mas poucos poderão dizer que e um filme mal executado.
A historia fala de dois casais que depois das ferias do Cambodja regressam três com um terceiro elemento desaparecido depois de uma festa, ai percebemos que os acontecimentos dessa festa acbaram por condicionar a vida de cada um principalmente na tentativa de perceber os motivos do desaparecimento.
O argumento é interessante principalmente na formula de esconder as razões de quase tudo e apenas demonstrando consoante a necessidade prende melhor o espectador que acaba por ficar mais ligado ao filme, mesmo que este nem sempre seja prodigo em grandes personagens ou mesmo dialogos.
Para um realizador em inicio de carreira filmar o Cambodja com tanto realismo e uma mais valia mesmo que nao seja um objecto de arte o realismo dessas sequencias sao notaveis no restante do filme num plano claramente inferior mas parece-nos ser um realizador a seguir para inicio de trabalho podemos dizer que passa.
SObre o cast o filme tem todo o peso intepretativo na dinamica entre Felicity PRice, tambem argumentista do filme e Edergton, o actor que cada vez mais tem o seu espaço tem um filme sempre ascendente na sua intepretaçao, nao tem uma presença imponente nos filmes mas nos melhores momentos aparece, parece tambem que falta algum carisma, Price tem o filme nas maos e domina a persnagem nao fosse ela a criadora, por fim Palmer num papel menos comercial e onde mostra ligeiramente mais do que nos outros filmes.

O melhor - O desvendar do filme em si.

O pior - O filme nunca consegue sair do Cambodja.

Avaliação - C+

The Hangover III

Quando em 2009 o primeiro filme da saga se tornou um fenomeno de bilheteiras apanhou muitos completamente de surpresa pelo humor de Todd Phillips finalmente ser reconhecido em todas as vertentes comerciais e mesmo criticas. Quando o sucesso e elevado e normal as sequelas virem a ritmo elevado e bastou quatro anos para mais dois filmes serem lançados aparentemente como uma triologia que tem neste filme o seu ultimo capitulo. Mas ao contrário do comum foi este terceiro e supostamente o ultimo que piores resultados acabou por reunir, desde logo comercialmente onde ficou longe dos seus antecessores mas acima de tudo criticamente com avaliaçoes muito negativas para um filme que previamente ja conhecera sucesso,
Sobre este terceiro filme podemos dizer que o filme muda radicalmente da formula, aqui não ha espaços em branco mas sim um filme de linha narrativa directa, as ligaçoes aos primeiros filmes existem mas acaba por ter a preocupaçao de as recordar ja que elas apesar de serem reaias são pequenos pormenores cuja concretizaçao era totalmente desnecessaria. Mas com isto o filme perde grande parte do seu interesse da loucura do exagero do limite da loucura, aqui temos um filme muito mais comedido em todas as personagens e por isso muito menos engraçado com pouco daquilo que tornou esta saga um sucesso, e ai talves esteja a explicaçao da desilusão.
O grande problema e que quando se apresente este filme como uma trilogia e facil perceber que não o é, ou seja que cada filme lançada foi sempre a tentativa de fazer rentabilizar uma mesma ideia e que nunca esteve na mente do criador que assim fosse e isso faz com que as ideias ou fossem repetidas ou por sua vez o humor fosse ganhado menos intensidade ate um filme plenamente vulgar, com intensidade mas pouco mais como este terceiro capitulo.
Depois a repetiçao ao terceiro filme a ideia repetida perde originalidade e pior que isso nao consegue apanhar de surpresa o espectador por isso e mais facil desiludir e neste caso penso que e claramente o pior problema do filme e que o nivel de força os anteriores acabaram por tornar um filme com um criterio muito proprio e facil de perder.
A historia segue a ligação entre Allan, Phill e Stu, apos o primeiro perder o seu pai e necessitar de ajuda, ai são obrigador por um barão da droga encontrar o ja mais que conhecido Chow, uma vez que este deve alguma coisa ao vilao, e ai surge mais um road trip com uma panoplia de sequencias perfeitamente incriveis.
O argumento perde principalmente intensidade relativamente aos anteriores em termos de comedia e nisso o filme ressente-se ja que as personagens apenas se limitam a repetir o que efectuaram nos primeiros filmes, e pouco mais, nao ha espaço para muito mais.
A realizaçao e a normal, em diferentes espaços capaz de dar as personagens os contextos excelentes para o humor Phillips e um expert neste registo e nvoamente faz um filme simples num boa produçao onde apenas a sequencia da Girafa e particularmente mal feita e nao condizente com um realizador com esta experiencia.
O cast nao traz nada de novo as personagens foram criadas e treinadas pelos seus intepretes claramente pensadas nestes ai nada pode falhar num filme que nunca é nem foi exigente a cada um dos seus intepretes.

O melhor - Conseguir ultrapassar alguns limites.

O pior - Claramente desacelerado

Avaliação - C

Saturday, June 08, 2013

Stoker

Existe uma serie de curiosidades que tornam este filme particular, desde logo porque é uma produção americana de um realizador asiatico que este ano tera um remake do seu filme mais conhecido, o ja mitico Oldboy, depois porque o argumento esta a cargo do mais que conhecido Mike Scofield, ou seja Miller, e na interpretação um conjunto de actores mais ou menos reconhecidos. E se criticamente as coisas ficaram pela mediania com avaliaçoes mesmo que na sua maioria positivas acabaram por nao ser deslumbrantes. Ja comercialmente o facto do filme ter ficado limitado na expansao de cinemas levou a que os resultados ou mesmo a visibilidade do filme fosse extremamente reduzida.
Sobre o filme podemos dizer que tem um estilo proprio muito bem realizado, num marco de autor proprio que funciona em perfeito para elevar um filme nem sempre filme e facil de se gostar, mas com o seu percurso estetico acaba por ser o proprio a ter uma dimensão interessante com intensidade narrativa e emocional, a um ritmo pausado mas da para ir assimiliando cada cena do filme que depois acaba sempre por ter ligação.
Nao e um filme para grande publico principalmente pelas suas personagens todas elas distantes e demasiado traumaticas, todas elas vivendo conflitos internos demasiado emergentes para o filme traduzir isso, e nesse particular o filme acaba por ser um pouco estranho que so com o seu evoluir se vai aproximando do espetador.
Mesmo assim estamos perante um filme longe do peso e emotividade de Oldboy, apesar de um filme intenso e duro é mais simples e directo ao ponto, e um filme de ligações familiares mas nao joga com a imprevisbilidade pese embora a determinado ponto ate consiga ter mas em formuila reduzida, e daquele filme que nos prende, gostamos mas provavelmente nao sera um filme para marcar ao longo do anos.
A historia fala de uma mãe e uma filha prestes a fazer dezoito anos que perdem o homem da casa, ai começa a surgir um irmão do morto particularmente estranho para tomar conta e quem sabe colmatar os defices criados pela morte, mas este esta longe de ser quem todos pensam.
O argumento pese embora tenha um corpo generalizado e um filme com algums pormenores de autor, nada trazem e certo para o filme na sua intensidade mas acaba por decorar bem um filme onde as personagens nem sempre sao tão simples ou então tao perceptiveis como deveria ser, mas a narrativa acabou por colmatar estas digficuldades num argumento interessante principalmente para um principiante.
Na realizaçao Park e um autor com um sentido de estetica e de autor unico que merece esta passagem porque a sua forma leve e ao mesmo tempo com conteudos intensos merece um cinema universal de um realizador que com uma historia mais generalista podera atingir o que por exemplo Ang Lee ja fez.
O cast e ponto à prova mas sem risco Wasikowska é daquelas actrizes que em personagens em conflito interno funciona na perfeiçao sera sempre uma alice pronta para outras alices e aqui e mais isso. Kidman num bom papel secundario que deixa o filme andar sem chamar a si o protagonismo e com isso o papel fica mais maduro. e por fim o Goode num papel fisico interessante de um actor a ganhar espaço que neste filme chama a si muito do protagonismo mesmo que grande parte da dificuldade da interpretação esteja na encarnaçao

O melhor - A intyensidade final

O pior - Nem sempre ter lógica nas personagens

Avaliação - B-

Wednesday, June 05, 2013

Shadow Dancer



A tradição do cinema britanico deu-nos sempre um cinema mais parado mais estático mais parado em expressões e movimentos dos seus personagens, e nessa tradição surgiu em meados do ano passado este filme no centro do conflito irlandês e que trouxe num papel de maior destaque Andrea Roxyburgh. Este filme acabou por ser silenciosamente comercialmente o que e natural face ao tipo de filme, e criticamente já que não conseguiu a unanimidade que se existe neste registo para tirar os filmes quase do anonimato.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme que começa demasiado pausado, que faz com que o espectador consiga estranhar demasiado e quando percebe o filme já este entrou no seu andamento natural, e esta opção tradicional e discutível já que a temática e mesmo o argumento do filme numa forma mais cruel podia dar um filme mais vivo mais intenso e certamente mais marcante e reconhecido.
E essa formula de filmar que parece quase desinteressada da ligação ao espectador que tantas vezes tem perigado o cinema europeu mais tradicional como e o filme que aqui esta, um filme que tem tudo para resultar, principalmente pelo enredo, contexto e mesmo conjunto de actores mas que parece ter medo de resultar, porque so nos níveis mais intensos do filme que são poucos conseguimos ver cinema de qualidade e acima de tudo unanime.
Pena e que grande parte do filme seja totalmente cinzento não deixando as personagens crescer, limitando no seu crescimento principalmente em diálogos  e ação e um filme demasiado obscuro para agradar mesmo que seja fácil reconhecer pontos de força.
A historia fala-nos de uma jovem que integra o grupo armado do Ira ate ser detida e ser-lhe proposto a colaboração com a justiça funcionando como agente infiltrada em plena organização, mas aqui vai começar o conflito entre ser presa ou a segurança da sua família.
O argumento tem virtudes principalmente no tema e nas suas linhas gerais, pena e que a execução seja algo humilde em demasia, parece que a historia bem montada e criada é um defeito para o próprio argumentista que a limita ao seu nível máximo.

A realização também não e feliz, principalmente nos interiores e na caracterização de personagens mais cor daria mais luz as sequencias mais cruéis do filme e talvez lhe daria mais força e emoção que o filme quer dar, mas por algumas opções não o consegue fazer.
O cast traz-nos Andrea num papel tipicamente europeu, onde a sua presença física consegue agradar mas parece demasiado presa a uma face, Owen baixo de forma passa ao lado de um filme que ate lhe podia dar chance de brilhar não fosse o seu personagem tao apagado.

O melhor – Ter em si a força da historia.

O pior – Ser o próprio filme a conseguir deteriorar as suas forças

Avaliação - C

Sunday, June 02, 2013

Star Trek: Into Darkness

Quando em 2009 JJ Abrams pegou nesta saga todos pensaram que a sua formula estava gasta quer pela serie quer pela evolução sempre negativa dos filmes, o unic ponto positivo era o realizador ser um creativo puro em plena formula da sua carreira. O resultado foi a todos os niveis brilhantes apimentando o que poderia ser a sua sequela. Pois bem quatro anos depois e com a mesma equipa a bordo o segundo filme foi lançado com o mesmo sucesso ou seja reconhecimento critico o que nem sempre e facil para um segundo filme, e acima de tudo novo sucesso comercial o grande paradigma do filme, graças a isso nao sera dificil esperar brevemente um terceiro filme deste novo Star trek
Sobre este filme podemos dizer duas coisas, desde logo que perde a parte introdutoria do primeiro filme, o que o torna mais um filme do espaço e menos um filme de personagens o que acaba por ser mais serio e menos comico o que de si nem sempre e uma mais valia. Contudo no lado serio penso que o filme cresce, é mais adulto mais intenso, mas na relação primordial entre menos personagens mais mais densas, e aqui temos uma boa continuação de um bom primeiro filme, não o ultrapassa mas segue um caminho positivo dentro das linhas bem construidas e cimentadas.
A mais valia do filme prende-se com a escolha do vilão, a personagem a força e acima de tudo Kahn é o ingrediente novo que o filme utiliza e faz-lo muito bem, nao tem problemas em deixar a personagem crescer ate tirar algum protagonismo aos herois mas ai o filme ganha a sua intensidade final, que acaba por ser duas horas de acção pura sempre ao limite o que para um blockbuster e o melhor que se pode pedir, e penso que com simplicidade JJ acabou por dar uma vertente sua, actual de uma boa saga.
Como ponto negativo do filme claramente a falta de humor que se traduz numa menor quimica entre as personagens principalmente na generalidade aqui pensamos que o filme é demasiado intenso nao dando tempo a descontraçao que no primeiro filme existe e funciona bem, aqui temos saudades de um lado menos formal das personagens mas como o conflito e emergente ao longo de todo o filme percebe-se a opçao diferenciada.
A historia segue o primeiro filme, numa nova aventura que leva toda a equipa a perder os titulos ganhos contudo o aparecimento de um novo perigo sob a forma de um individuo que tem tanto de perigoso como de peculiar faz com que a equipa se reuna de novo numa missao de extrema importancia, onde o perigo pode vir de onde menos pensam.
O argumento e mais elaborado narrativamente do que o primeiro filme, com twists convições personagens que entram e saem da linha, maior riqueza moral, maior crescimento de algumas personagens como Scotty, mas perde na descontração e um filme claramente mais pesado e menos balançado narrativamente, contudo o nivel e bom e mantem-se elevado.
JJ Abrams tem a sua visão propria de uma saga que estava afundada e com ela levantou completamente com uma boa gestão de espaço, creatividade e bom design, num dos melhores realizadores e creativos de hollywood actual, com este estagio certamente estara pronto para fazer resultar o seu star wars.
O cast é conseguido talvez o unico ponto discutivel e a falta de quimica no duo amoroso, mas individulamente as escolhas foram extremamente funcionais, Pine Quinito, Saldana, Pegg, Urban, Yanchin e Cho funcionam bem em simbiose em papeis que iram marcar as suas carreiras, mas as atençoes do filme, vao para o excelente vilao construido por Chumberbatch, um actor da moda que demonstra todo o seu talento.

O melhor - A força do funcionamento do cast e da historia

O pior - Menos graça e descontração

Avaliação - B

Saturday, June 01, 2013

Black Rock

Existe actrizes secundarias em hollywood que muitos nao se recordaram certamente de que filmes e que a cara e reconhecida que chegadas a certo ponto da carreira e com a mesma estagnada tentam se lançar no mundo da realizaçao, foi o que acontece neste filme com Katie Aselton uma autentica faz tudo neste filme desde a interpretaçao a realizaçao passando pela historia, contudo o inicio nao foi o desejado o filme foi directamente para aluguer o que e pouco surpreendente tendo em conta a pouca riqueza de cast ou mesmo de historia e comercialmente apenas a Russia teve direitos comerciais deste filme lançado a pensar em Sundance, mas que de la saiu sem qualquer reconhecimento.
Sobre o filme, o facto de fazer um filme curto e centrado num espaço rudimentar foi durante muitos anos um espaço exprimentalista muito em voga em Sundance talvez este filme esperasse que isso fosse reconhecido como tradicional no festival, contudo o que este filme tem é um conceito minimalista de pouco dialogo pouca complexidade narrativa e sim tentar fazer as sensações o seu prato principal, contudo sem efeito, a introduçao demora demasiado tempo e limita-se a uma ou duas questões o conflito e lançado e de resto o filme e sempre o mesmo o jogo da caça e do rato sem emoçao onde o confronto e guardado para o fim num filme curto e com muito pouco que dizer.
Quando um filme e tão limitado quase todas as fichas residem na capacidade de empregar intensidade a sua fase intensa e o que podemos dizer e que o filme nao consegue ir para alem do obvio nao consegue empolgar e isso e determinante para no final surgir a convição de ver um filme sem assunto, frouxo que rapidamente caira no esquecimento dos poucos que o quiseram visualizar.
Como positivo o facto de ser objectivo o que muitas vezes pode ser um sentimento de que sabe as suas limitaçoes e apenas quer cumprir os pressupostos minimos com isso consegue-se perceber que estamos perante um filme mediocre mas que consegue fugir a critica mais dura, ja que parece obvio que os objectivos do filme era executar-se
A historia fala de tres colegas de infancia que se reunem para passar um fim de semana numa ilha deserta, depois de falarem dos conflitos existentes encontram tres rapazes que uma delas conhece e acabam por jantarem juntos, depois com a bebida a trajedia acontece tornando esta passagem num jogo de busca da sobrevivencia.
O argumento e simples nao perde tempo na introduçoa das personagens que vai sendo dada a pingas pequnenas durante o filme, nem tao pouco em grandes dialogos quer trazer emoçoes mas mesmo ai nem sempre e eficaz.
A realizaçao demasiado escura num espaço tao curto podia dar uma dimensao mais interessante a essa vertente, dando sempre a sensação que a base do filme podia estar numa realização que nunca assume o ponto principal que fica a ideia que podia claramente assumir.
O cast limitado completamente consitiuido por quase desconhecidas a procura do seu espaço de maior vigor tem numa Bosworth a anos luz da chama que ja teve a unica presença reconhecida e mesmo essa consegue passar desprecebida mais uma vez num filme que em nada melhorara ou recuperara o folgo da sua carreira.

O melhor- Ser objectivo

O pior - Faltar interesse natural a historia.

Avaliação - C-

Epic

È conhecido que se existe espaço no cinema onde o cinema de animação tem mais dificuldades em resultar e quando os filmes estreiam no meio de outras estreias de maior renome e acima de tudo em sagas de grande sucesso, nem que a produtora seja a responsavel por sagas como Ice Age e Rio. Dai que podemos dizer que este Epic estreou sem grande alarido, com resultados de bilheteira medianos ou mesmo pobres se compararmos com os parceiros de estreia. Em termos criticos nao foi alem da mediania ou seja mais uma produçao que provavelmente nao constara muito tempo do imaginario dos mais pequenos.
SObre o filme podemos dizer que e interessante a tematica abordada a da selva como uma vida recheada de personagens, e aqui reside em grande parte o melhor resultado do filme, ou seja na sua riqueza moral, ja que em termos narrativos o filme nunca tem intensidade e sempre pouco original ou seja apenas cria dois lados, pouco humor, sequencias de acção grande parte delas sem objectivo e muito pouco para um filme assim.
Pese embora a presença de todos os elementos produtivos de grande estudio e daqueles filmes que poucos reconheceram como uma mais valia ja que nao cria nenhum mundo particularmente interessante no mundo da floresta parece sempre ser limitada a capacidade imaginativa do filme, a capacidade de criar um mundo proprio num filme que permitia bem isso, e isso condiciona a empatia criada entre o publico e o filme que se torna sempre algo estranho e essa barreira e a cumplicidade nunca se cria.
E facil perceber as formas em que o filme e competente principalmente na dinamica relacional pai filha, ou mesmo na boa personagem do cao apenas com uma perna mas no centro do filme nunca consegue ultrapassar a competencia com capacidade propria com magia da animaçao dando sempre a sensaçao de um filme que nunca consegue encontrar o seu espirito.
O filme fala-nos de um guerra pelo poder da folha num reino diferente e que se encontra inserido na flora, sem que os humanos tenham percepçao com exclusao de um cientista que deixou de lado toda a vida e concretamente a relaçao com a filha para procurar e estudar a existencia destes seres.
O argumento e limitado, as personagens sao demasiado obvias, a diferenciaçao de contextos nem sempre e unida, ou seja existe diferenças claras entre ambas e a riqueza contextual e muito pobre para um filme que exigia mais, sendo que o guiao nunca consegue ultrapassar estas dificuldades.
A realizaçao e produçao de um bom nivel sem grandes potencialidades mas competente nao fosse a aposta de um dos grandes estudios.
O cast de vozes eficaz onde mesmo os nomes nao funcionam mais do que a sua presença mas da algum peso comercial ao filme.

O melhor - A relaçao pai- filha.

O pior - A falta de imaginaçao de o mundo criado.

Avaliação - C

Friday, May 31, 2013

Erased



Existem sempre produções europeias com actores conceituados em Hollywood que são fortes apostas de um cinema mais internacional com os tiques de Hollywood, este ano uma dessas apostas quase totalmente rodado na Belgica e este filme, que nos tras acção e intriga com Eckhart como figura de proa. Criticamente o filme não funcionou com valorizações essencialmente negativas, em termos comerciais o filme conseguiu alguma dimensão em termos europeus, ainda nada de relevantes, mas nos EUA não conseguiu a distribuição wide o que de si limita de imediato qualquer filme.
Sobre o filme podemos dizer que os filmes de espionagem necessitam de ter um argumento bem montado em que tudo sai certo e que as peças se unam com alguma facilidade e creatividade, desde logo podemos dizer que e um filme que é sobre espionagem e que começa como um filme de acção familiar e acaba numa guerra interna do CIA sem que o espectador consiga ultrapassar o ritmo confuso e pouco intenso de um filme quase sempre sem chama para o espectador e dentro de si mesmo.
O problema do filme e que na fase inicial não consegue ser simples abrindo demasiadas portas e necessitando de diversas explicações para funcionar, e depois torna-se num filme de fuga e não consegue fechar estas portas que acaba por fazer de uma forma quase sem sentido e a pressa na parte final, onde o filme parece perder o pouco norte que tem no inicio, que são os conflitos pai filha que dão alguma força comercial a um filme nem sempre fácil de ver.
Este são o tipo de filmes que por vezes confirma que em Hollywood há géneros que são funcionais e quando são tentados por outro tipo de produções normalmente não funcionam porque as peças não se unem não existe um balanço ou a definição de um género tornando os filmes por si so bastante vulneráveis.
A historia fala-nos de um avaliador de segurança que ve de um momento para o outro tudo o que esta a sua volta desaparecer sem rasto e os seus colegas de trabalho mortos, apenas com a sua filha que tenta salvar dos atentados tenta desvendar a razão de tal mistério.
Em termos de argumento e um filme dependente da forma como e escrito ao ser filmes que se desvendam a si mesmo, dependem da forma do que tem a dar ao espectador e neste caso a capacidade de surpreender e originalidade são limitadas principalmente a primeira, num filme com poucas personagens ou diálogos de relevo.
A realização e simples numa cidade europeia pouco carismática comparativamente penso que não aproveita as suas potencialidades sempre com uma realização simples, ou mesmo básica, onde o valor artisitico nunca e motivo.
O cast mostra-nos um Eckhart numa versão de herói de acção que da o seu lado pior e menos versátil quase sempre cansado unidimensional num actor fora de forma e que esta a voltar ao principio cheio de limitações em filmes de segundo nível que nada lhe exige, pior ainda a prestação quase residual de Kirilenko que num ano mais forte como este, filmes assim nada lhe podem melhorar ou vincar a carreira, falta um vilão assumido.

O melhor – A criação do misterior.

O pior – Confusao em todas as resoluções.

Avaliação – C-

The Great Gatsby



Se existe obra singular da literatura americana é esta historia no centro do pré depressão em Wall Street, que depois de diversas conversões ao cinema tem neste ano e no espirito único de Lurhman mais uma desta vez com a chancela de grande produção mas com promessa de fidelidade a historia base. Os resultados foram duais, se por um lado criticamente a mediania e alguma divisão foram marcantes em termos comerciais e condução do filme para uma época mais forte neste termos permitiu ao filme um resultado de bilheteira muito interessante, principalmente para um filme com muito pouco de Blockbuster.
Sobre o filme podemos dizer que por um lado ele é fiel a historia de base o que e sempre positivo tendo em conta a dimensão da mesma mas por outro lado e principalmente no seu inicio tem todas as componentes que fazem de lurhman um realizador próprio com um estilo muito seu que o diferencie de tudo o resto. E nisto podemos ver a claramente a sua versão da historia sem que esta se perca.
Contudo e aqui que também reside algum dos problemas do filme, principalmente porque nem todos os grandes livros tem em si a boa base para um bom filme a aqui parece claramente isto a historia central do filme é limitada principalmente para um filme com grande longevidade parece sempre que o filme é demasiado pausado ou tão pouco o filme consegue em termos narrativos ter o vigor que a produção em si consegue facilmente.
Mas em termos produtivos o filme e excelente no sentido estético principalmente no seu inicio e na sua introdução quando o filme perde essa dose de loucura torna-se mais aborrecido e banal e aqui o filme parece perder fulgor que apenas consegue recuperar no seu final. Ou seja um filme com virtudes de autor mas com as debilidades que provavelmente são acentes na própria historia e podem explicar o facto da historia nunca ter tido o seu grande filme.
A historia e conhecida um peculiar milionário resolve efectuar diferentes festas de alta sociedade com o objectivo de chamar a atenção da mulher da sua vida, contudo a recuperação do passado e algo que nem sempre o dinheiro pode comprar facilmente.
O argumento e fiel a historia e aqui não se denota muita diferença nesta historia em si, e filme, da espaço as personagens mas ao mesmo tempo não tem em si nada de particularmente novo, e o argumento possível para a historia com virtudes e defeitos.
A realização e excelente Lurhman e um grande artista e com excepçao de Australia soube da melhor forma ter um estilo próprio diferenciador, esteticamente impressionante e orignal, daqueles pontos que e sempre necessário nos novos autores audácia para fazer algo aperciavel e acima de tudo original este filme tem tudo.
O cast e do mais alto nível Di Caprio e um dos melhores actores de Hollywood e uma personagem tao carismática como este so com um actor ao mais alto nível e Di Caprio esta ao melhor nível neste complicado papel principalmente na linguagem não verbal, que demonstra o melhor de um dos melhores actores da sua geração ao seu lado Mulligan capaz, e competente sem deslumbrar num papel que poderia ser mais bem potenciado. A escolha de Maguire e sempre discutível, a personagem podia ser mais forte com um actor mais intenso, mas o estilo do actor e este quer se goste ou não, como é o meu caso. E por fim Edergton, num papel com relevo mas que parece estar a muitos níveis longe principalmente de Di Caprio para tornar a disputa mais forte e intensa.

O melhor – O mundo de Baz.

O pior – Um bom livro não ser sempre um excelente guião

Avaliação - B

Saturday, May 25, 2013

Iron Man 3

Quando há cinco anos foi lançado o primeiro filme sobre as peripecias de Iron Man mais conhecido como Tony Stark poucos podiam esperar que três filmes depois incluindo o mega sucesso dos vingadores esta seria uma das personagens mais rentaveis e de filmes com uma maior recepcitividade geral. Para o terceiro filme a barreira estava colocada bem no topo e o certo é que mesmo assim foram ultrapassadas, principalmente me termos de valor comercial onde o filme rapidamente bateu todos os records da saga seguindo os traços dos seus vingadores. Ja criticamente as avaliações foram positivas pese embora não tivessem sido totalmente deslumbrantes mesmo assim parece-nos um filme que conseguiu sempre reunir sucesso em dois prismas.
Sobre o filme podemos dizer que o sucesso deste filme e principalmente da saga tem um ponto em si que se destaca de todos os outros e a personagem e principalmente a forma com que Downey Jr conseguiu montar uma personagem tão credivel e tão interessante que consegue reunir todo o carisma de um super heroi com um sentido de humor que é unico e o tornou rapidamente numa das figuras mais singulares e aperciadas do cinema actual e que nesta saga teve o reconhecimento que precisava. muitos dizem que é ele, pois bem simplesmente resulta.
Sobre o filme em si, é indiscutivel a facilidade com que o filme funciona principalmente porque tem dois elementos que sao indespensaveis para um bom bloackbuster principalmente acção e efeitos de primeiro nivel, e depois porque o humor por si utilizado e actual e quase sempre resulta na perfeição, principalmente nas dinamicas da personagem central, na relação com pepper e neste filme acima de tudo na personagem de Kingsley, no restante o filme continua aquilo que os antecessores fizeram com alguns promenores que funcionam melhor e outros menos evoluidos.
Ou seja mais um bom filme de uma saga que conquistou por si propria um espaço forte no cinema dos ultimos anos e facilmente se perceberá que não ficara por aqui, neste filme, por um lado não precisa de muito para ter um bom vilão que pese embora tenha sido algum dos elementos mais criticados do filme, acaba na minha opinião por ser uma mais valia.
A historia debruça-se na luta do super heroi, contra um alegado terrorista, que e na verdade um cientista em que as armas por si criadas e nada mais do que o controlo termico regenerador que acaba por ser bombas ambulantes, e que pior que isso conhece bem as fragilidades emocionais do heroi.
Em termos narrativos funciona dois pontos a continuidade com os anteriores, o humor e nao cortar nada com os filmes anteriores mesmo com vingadores com referencias constantes o que nem sempre e facil, contudo parece que a determinada altura o filme abre muitas portas e no filme tem alguma dificuldade em fechar algumas, mesmo assim e principalmente em termos de humor o filme funciona melhor principalmente do que o segundo.
A realizaçao mudou de mão para Black e podemos dizer que em termos de guiao Black era a pessoa ideal para assumir o cargo e o faz com competencia, o filme e mais humoristico e ele consegue melhor filmar humor principalmente com o seu protagonista e uma dupla que ja tinha demonstrado funcionar e bem.
O cast tem em Downey Jr uma personagem para a eternidade e um complemente quase indiferenciado, que ficara para a historia do cinema, de novo temos um Pearce eficaz, que na minha opiniao e a antitese perfeita de Stark e melhor consegue combater em termos de dialogos consigo, numa boa escolha, mas melhor ainda a forma com que Kingsley aparece, num bom pepel de um actor que merece este tipo de protagonismo.

O melhor - O humor do filme.

O pior - As pontas soltas.


Avaliação - B-

Friday, May 24, 2013

Olympus has Fallen

Desde o lançamento de Dia de Treino que o realizador afro americano Antoine Fuqua ganhou um espaço proprio no cinema americano com uma vertente politica simulada em filmes de açao puro e principalmente com um timming de excelencia tem conquistado o seu espaço com filmes de maior sucesso contrapondo com alguns floops comerciais o seu grande alvo. Para este verão antecipa-se a um dos filmes do verão num tema semelhante ou seja um ataque a casa branca. Os resultados interessantes principalmente em termos comerciais onde o filme ultrapassou as melhores expectativas com registo interessante, ja criticamente os resultados foram mais sofriveis com resultados limitados e na maioria abaixo da media.
Sobre o filme podemos dizer que se estamos a espera de um filme coeso com algum realismo, e acima de tudo maduro esqueçam porque o filme e compeltamente diferente, um produto descendente a uma escala superior dos Die Hard mas ainda mais carne para canhão depois o que se espera num filme de ação quase serie B complicar a situação ao maximo para o heroi salvar, mesmo que isso exija um ataque a casa branca que no filme é quase mais facil do que roubar um doce a uma criança, e este ponto apesar de ser contextual no filme acaba por pautar um pouquinho aquilo que e o filme, para glorificar o heroi tudo e permitido para precisamente dar a volta.
Assim estamos perante um filme que acima de tudo tem na destroição e bons efeitos especiais o seu melhor trunfo bem como algum cuidado na forma como os simbolos são retratados e no simbolismo dos mesmos mas no final não passa de um filme a maior parte do tempo vazio, intenso e trepidante mas ao ser expremido de muito pouco resulta do que duas horas de acção pura de um cinema pouco racional preocupado em uso de tecnicas cada vez mais evoluidas.
Nota-se do primeiro a ultimo minuto que as personagens são pouco fortes e quase unidimensionais a barreira do bom e o mal e muito facilmente estabelecida e o filme não da espaço para mais nada do que ritmo, tiros e explosoes, o que para um realizador que na sua estreia em força deu o oscar a Washington nao e propriamente uma evoluçao na carreira.
O filme fala de um ataque a casa branca por parte de uma organização terrorista que acaba por controlar completamente todo o poder norte americano o unico problema e que no interior da casa esta um ex segurança do presidente pronto a dar sozinho alguma luta.
O argumento funciona como acção e carisma da personagem mas no alcance e maturidade e muito pouco evoluido, nas componentes centrais como dialogos e personagens o filme e praticamente inexistente resultando num dialogo pobre.
Fuqua começou com alguem com caracter proprio nos seus filmes, com risco para se tornar rapidamente num obreiro eficaz dos grandes estudios em filmes de segunda linha, tem sentido estetico mas com este filmes a realização mesmo com bons promenores como esta tem fica sempre pouco valorizada.
O cast tras os actores na sua forma tipica mas longe de ser a melhor Butler tem carisma funciona na ação pura mas não e versatil, e as personagens nao conseguem alcançar mais. Ekhart ja teve melhores momentos e acaba por mesmo em papeis menos convincentes demontrar um desgaste preocupante, Freeman tem o seu papel tipico que se diluira na carreira.

O melhor - Apesar de tudo os efeitos especiais

O pior - A falta de densidade narrativa

Avaliação - C