Monday, April 22, 2013

Love and Honor


Perceber como um filme no qual é protagonista Liam Hemsworth não tem privilégios de lançamente wide, é algo estranho, já que após Hunger Games o actor ganhou particular destaque não só em redes sociais mas acima de tudo entre o publico adolescente feminino, contudo quando a produção é pequena quase nada se pode fazer. Quanto aos resultados do filme quase insignificantes não só em termos comerciais mas acima de tudo também em termos críticos.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme mais do qualquer coisa suave que aborda ao mesmo tempo três pontos históricos similares, como os hippies, á guerra do Vietname e o homem na lua, podemos dizer que a combinação de factores funciona melhor nos primeiros dois do que no terceiro, mas devemos salientar que o filme consegue mesmo assim demasiado verde e inocente como de uma telenovela para adolescentes simplesmente se tratasse.
O problema do filme é que nunca deixa de ser um filme fácil num contexto difícil, ou seja tudo o resto parece extremamente despropositado quando o filme se debruça exclusivamente em amor e na realização do mesmo, perdendo realismo em quase todas as vertentes o que poderia ser importante em tornar o filme mais maduro e consistente, mas parece que esse nunca é um principio assumido fortemente pelo próprio filme.
Mesmo assim pensamos que para os objectivos que se propõem de efectuar um filme simples com alguma dose de emoção baseado em sentimentos puros dos seus personagens o filme cumpre com alguma eficácia os seus objectivos, nunca será um filme para a memoria mas podemos dizer que é um filme que nos permite ficar a observar o filme sem pressa do seu fim.
A historia fala de dois soldados a cumprir missão no vietnam que nos dez dias de folga decidem regressar aos EUA para um deles rever o seu grande amor, contudo muita coisa mudou não só nela mas no contexto onde ficam inseridos num total anti guerra, que de alguma forma acaba por ir contra aquilo que eles próprios defendem.
O argumento é simples nunca se complicando a si próprio quer em termos narrativos, quer em diálogos mesmo na crianças de personagens quase sempre estereotipadas, mas e na facilidade e simplicidade de movimentos que o filme tem também as suas virtudes, ainda que em dose moderada.
A realização é novelesca, simples tentando preveligiar as sequencias a dois e pouco mais, grande parte do filme esses são os momentos escolhidos, pensamos que falta algum ponto de autor, mas num filme pequeno e com poucas ambições isso poderá ser natural.
Quanto ao cast dois pontos distintos, se relativamente ao mais novo de Hemsworth pensamos que as limitações são mais que muitas e não oferece realismos nem qualidade em qualquer filme, contudo o seu valor teen comercial permite que os filmes ganhem dimensão que ele enquanto actor ainda não conseguiu directamente oferecer, já Palmer parece algo mais uma actriz que neste filme não tem espaço para grandes voos mas parece estar dentro de si, alguma maior multifaceta que poderá funcionar bem num cinema mais forte.

O melhor – A simplicidade de movimentos…

O pior – Demasiado estereotipado na simplicidade de afectos complexos.

Avaliação – C+

A Dark Truth


Logo no inicio do ano para além de filmes de terror para minorias é normal lançarem pequenos filmes cujas ambições ficaram aquém do que se esperava, mesmo que com elencos mais ou menos fortes, um desses filmes logo lançado comercialmente em circuito reduzino nos EUA foi este filme, sobre interesses internacionais, os resultados foram um autentico desastre quer comercial quer critico, tornando-se facilmente um filme para uma lista negra como outros tantos.
Sobre o filme podemos dizer que acima de tudo é uma autentica trapalhada, ou seja, um filme que começa com uma intensa guerrilha sul americana até a um programa de radio, uma personagem estranha com monólogos  ou conversas moralistas mas que depois se transforma num herói de acção pronto a salvar o mundo em troca de dinheiro para a família, como este pequeno parâmetro bem ilucida estamos perante uma autentica trapalhada concretizada num filme sem qualquer tipo de razão de ser, muito previsível e sem grande paciencia.
O problema do filme é pensar que na sua historia básica tem conteúdo, e com isto acaba por de dez em dez minutos integrar mais um nó que não consegue desatar até criar um emaranhado total, que não se consegue desatar já que na parte final o filme nada mais quer do que rapidamente acabar da forma planeada, notando-se completamente que a meio do filme ele próprio já sabe que não funciona.
E difícil encontrar virtudes num filme assim, quer pela simplicidade com que o filme quer tratar de aspectos complexos, quer pela falta de rigor narrativa mas também produtiva, que provoca facilmente um filme fácil de não gostas que mesmo como objecto de entretenimento e aborrecido.
O filme fala de uma guerrilha numa cidade do equador, onde uma doença provocada pela agua publica semeia o pânico, aqui um ex agente do CIA e contratado para perceber qual a ligação da guerrilha e do poder instalado com a companhia das aguas americanas que faz a distribuição.
O argumento é pobre em todos os pontos na ma definição das personagens na forma quase patética com que o filme se desenrola sem conseguir nunca ser intenso, e pior que isso na forma com que pensa que os diálogos contem uma profundidade que não tem, ou seja, quando se tenta fazer um filme tocando em tantos pontos o rigor e indispensável.
Em termos de realização simples, nem sempre num filme fácil opta por ser mais eficaz do que creativo e aqui o filme até podemos dizer que não tem o seu ponto mais fraco, mas também fica longe de ser o escape do mesmo.
O cast poderia ser o elemento mais apelativo do filme e é um desastre a forma de Garcia é preocupante para um actor que tanto já conquistou, neste filme tem uma autentica travessia no deserto, numa personagem que nunca consegue convencer em nenhum dos pontos que atravessa o problema não é so do argumento e Garcia e culpado nisto mesmo, ao seu lado um Withaker que depois do oscar permanece numa travessia no deserto preocupante em filmes de baixo orçamento sem nada de apelativo, onde se limita ao seu piloto automático simples e pouco mais.

O melhor – A denuncia da privatização da agua como um perigo

O pior – O filme ser um autentico desperdício de tudo que tem

Avaliação - D

Welcome to the Punch


As produções europeias com actores cimentados em Hollywood são novamente refrescantes ideias creativas de um cinema não tão dependente de uma industria movida por dinheiro, dai que quando sai um novo projecto, mesmo que de um realizador pouco conceituado as expectativas são no mínimo razoáveis. Contudo existe sempre filmes que são excepção a essa creatividade, e este Welcome to the Punch acabou por não surtir qualquer tipo de excitação nem comercial nem critica, sendo assim como a sua cor escura.
Sobre o filme podemos dizer quando se quer fazer um filme de acção simples com estilo, esquece-se muito o emaranhado narrativo, contudo o filme não o faz tenta condensar demasiado a narrativa e acaba por perder tudo por um lado o estilo já que a narrativa torna-se algo penosa, tornando o filme cinzento normalmente sem interesse e os twists acabam por ser tão denunciados que rapidamente percebemos que não vamos ser surpreendidos.
Mesmo em termos de ritmo de acção o filme promete no seu inicio mas depois acaba por nunca cumprir, ou seja a maior parte do tempo são sequencias que são preparadas de forma que quando acontecem são apenas para cumprir calendário num filme de acção básico, muitas vezes revelado com colagens forçadas e pior que isso onde as personagens simplesmente não existem como pessoas, mas sim escravos do que o filme precisa delas.
Mesmo no fim, parece-nos que o filme anuncia um confronto final entre as personagens centrais tendo em conta o passado do filme, mas que acaba por nunca existir, deixando a sensação de frustração no espectador já que esta resolução é a única que ao longo da duração do filme vai mantendo o espectador atento.
O filme fala de um Policia que vive obcecado por encontrar um bandido do passado que o baleou na perna deixando-o incapacitado e que foi sempre o grande objectivo, com a morte do filho deste individuo o alvo torna-se novamente mais próximo, continuando a sim a luta pelo seu objectivo.
O argumento e uma emaranhado de ideias que num fato simples quer tornar o filme numa serie de coisas, como um filme de acção com estilo noir, um thriller policial e consipiração politica mas não se dedica enquanto argumento a ser algo disso em si, descuidando personagens guiões e acima de tudo a forma como os atalhos e as derivações narrativas são previsíveis.
A realização tem alguns dos bons aspectos do filme, principalmente a introdução de cenas, com uma realização artisitco de planos citadinos, que contudo em termos de restante execução do filme e no essencial cumpre sem grande relevo.
O cast liderado por Mcavoy, que me custa compreender o seu espaço conquistado, parece-me sempre um actor pouco convincente quando se exige mais das suas personagens não só em termos técnicos como em termos de carisma e presença e neste filme é obvio ambas as dificuldades, com sequencias em que necessita de ser mais efectivo emocionalmente onde parece forçado e acima de tudo por perder todo o filme em termos de carisma para Strong, que mesmo não tendo perfil para assumir a si um filme, consegue sempre ser uma presença marcante nos mesmos e aqui mostra esse valor.

O melhor – A cor geral do filme

O Pior – entre outras coisas, a falta de capacidade de convencer de Mcavoy

Avaliação – C-

The Baytown Outlaws



Quando um estilo cinematográfico mesmo pouco ortodoxo começa a ganhar adeptos numa certa época de cinema é normal existirem alguns fenómenos menores, com menos meios e acima de tudo menos luzes da ribalta apostados em adoptar um estilo próprio, assim podemos dizer que este filme, é uma tentativa de seguir os passos de Robert Rodriguez com um projecto mais convencional, contudo os resultados ficaram muito longe daquilo que o realizador mexicano consegue quer em termos críticos onde este filme foi um desastre quase sem precedentes mas acima de tudo em termos comerciais onde acabou por ser lançado em pouco mais do que um par de cinemas para quase ninguém o conseguir ver.
Sobre o filme podemos dizer que na fase inicial nos demonstra alguma tentativa de creatividade e aspectos próprios como a passagem da imagem real para o cartoon para apresentar os protagonistas, mas rapidamente se torna naquele tipo de road trip com alguns tiques de mad max onde os protagonistas são sujeitos aos mais diversos tipos de adversários apresentados como letais mas que acabam sempre por ceder rapidamente.
Ou seja estamos perante um filme claramente assumido como sendo de serie B, pouco interessante com apenas alguns pormenores e irreverencia bem fundamentada mas que no geral pouco ou nada mais oferece do que isso, potenciando uma serie de sequencias de violência gratuita ainda que pouco exposta, mas que torna-se básico observar que o filme tem neste ponto a sua maior preocupação.
Mesmo assim e estando perante um filme assumidamente medíocre parece-nos exagerado a reprecrussão negativo que o mesmo teve quando observamos quase com a periocidade semanal muitos outros filmes, com muito mais budget e objectivos se tornarem em filmes bem mais difíceis de visualizar e gostar do que este, porque a determinados momentos se não consegue mais nada o filme ate em determinados diálogos ser na sua vertente menos seria algo engraçado.
O filme fala de três irmãos violentos e pouco adaptados que fazem vida de merecenarios ou seja acabar por aniquilar da pior forma possível pessoas para o qual são contratados normalmente bandidos aqui são contratados para tentar recuperar um menor das mãos de um dos lideres de quartel, contudo o que parece fácil torna-se difícil porque o adversário é bem mais forte do que previam.
O argumento é básico limitado em todas as suas componentes, mas parece que o filme não quer ser mais que isto, os únicos pontos de interesse e claramente trabalhados no filme e a tentativa de alguns actos de humor em conversas que por vezes ate funcionam outros são desastres totais e muito pouco trabalhados.
A realização tem alguns pontos em que se torna totalmente original e bem criada, mas no geral abandona a ideia da irreverencia demasiado cedo para ser mais convencional, o que acaba por não dar ao filme o seu estilo próprio que parece querer incutir na sua fase inicial.
Quanto ao cast o filme pede alguma componente física aos seus protagonistas simples desconhecidos mas que acabam por dar ao papel  o que este necessita, de inicio ao fim, não sera com este filme que saltaarão para a ribalta mas pelo menos protagonizam um filme com os objectivos centrados, quando as figuras de proa do filme, Longoria em serviços mínimos e Thorton com a rebeldia que o conhecemos que lhe deu a fama que entretanto desapareceu, mas sublinho temos saudades de ver este actor em outro tipo de projectos mais condizentes com a sua qualidade como actor.

O melhor – A introdução das personagens

O pior – Ter como objectivo violência gratuita

Avaliação - C

Tuesday, April 16, 2013

Oblivion

Era conhecido que para 2013 a super estrela Tom Cruise se dedicou à ficção cientifica, sendo que o primeiro de duas estreias que vai lançar seria este Oblivion, cujo trailer causou boa impressão pelos espantosos efeitos especiais e pela forma como deixou o planeta terra. A uma semana de estrear nos EUA e com uma estreia ambiciosa comercial pelo resto do mundo, podemos dizer que as prespectivas para o novo filme de Cruise são boas, ja criticamente as coisas não foram tão unanimes com mediania na maior parte das avaliações.
Quanto ao filme podemos dizer quer dos filmes mais recentes protagonizados por Cruise, é aquele que me pareceu mais monotono, e pese embora a riqueza creativa que esta subjacente ao genero parece claramente que falta algum dos pressupostos fundamentais para um bom filme de entertenimento, desde logo humor, o filme parece sempre estar numa toada seria gastando os seus unicos dois apontamentos num trailer, e depois a forma como as proprias sequencias de acção acabam por ser repetitivas, o que torna o filme quer no seu inicio quer mesmo no seu fim algo monotono e aborrecido.
Por outro lado na creatividade podemos dizer que o principio é bom que alguns twists são conseguidos principalmente as revelações iniciais que introduzem os dados de jogo, mas posteriormente o filme torna-se algo previsivel, contudo parece-nos claramente que com a clarificação e união de algumas peças o filmes adquira mais qualidade que inicialmente parece não ter objectivo de chegar.
Como positivo a riqueza estetica do filme, e a forma madura com que o filme apesar de tudo não consegue deixar pontas soltas, o que é um ponto dificil e torna alguns filmes mais ricos, pela forma com que todos os pormenores acabam por ter relevancia ou não ser esquecidos em si proprios.
O filme fala de um casal que apos uma disputa que destroi a terra e a lua acaba por serem funcionarios dos sobreviventes agora fora da terra para que esta consiga fornecer energia ao local onde se encontram, contudo algum permanece na terra apostado em contrariar esta dinamica.
O argumento é complexo bem criado, dificil e funciona principalmente como obra literaria bem mais certamente como um filme de entertenimento pois o filme acaba por ser monotono mesmo nas personagens e por algum vazio dos dialogos principais e alguma previsibilidade, que não tira contudo a riqueza de alguns aspectos e acima de tudo a forma com que o filme aborda o promenor.
A realização de Kosinki é de bom nivel, consegue em si trazer uma riqueza estetica de um realizador que não tinha deslumbrado numa estranho Tron, aqui apresenta-se em melhor nivel com um bom imaginario com riqueza estetica e realismo com promenores futoristas de eleição.
O cast é facil, o filme pouco ou nada exige, num Cruise longe do que ja conseguiu fazer e ainda recentemente num papel vazio e facil, ao seu lado a quase paralisada Kurilenko, que tem de mostrar bem mais para justificar a escolha de Mallick, depois Freeman para oferecer algum carisma ao filme, que Cruise nem sempre consegue dar.

O melhor - A riqueza tecnica.

O pior - A falta de um humor que tornasse o filme mais suave.

Avaliação - C

Saturday, April 13, 2013

GI JOE Retaliation


Depois do sucesso do primeiro franchising de GI Joe todos sabiam que seria uma questão de tempo à sequela ter lugar a unica duvida seria se consiguiria manter o seu cast ou teria de existir alterações, porque muitos dos seus protagonistas adquiriram outro tipo de reconhecimento muito quem sabe em termos comerciais impulsionados pelo sucesso do primeiro filme. Aqui percebeu-se que apenas Tattum regressaria, contudo para um pequeno cameo. os resultados criticos foram semelhantes ou seja mais uma vez a critica não foi de amores, muito pelo contrario com a formula que o filme encontrou, contudo comercialmente o filme mais uma vez conseguiu a rentabilidade necessaria para assegurar quem sabe mais um episodio, principalmente fora dos Estados Unidos.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme tradicional com um espirito juvenil, mas pensamos que fica a perder claramente para o seu antecessor, por um lado pelo facto de The Rock não ter o efeito carismatico de Tattum, por outro lado pelo enrredo narrativo ser demasiado complexo, por vezes achamos que nos perdemos demasiado em transformações, em grupos em miticismo, quando o que realmente interessa no filme é a acção.
Aqui temos um filme competente ou seja com boas sequencias de acção algum humor contudo muito menos funcional do que em outros filmes do genero, principalmente tendo em conta a presença de Willis, o climax do filme é eficaz e os efeitos especiais eficientes que nos da um filme de acção de grande projecção mesmo que narrativamente nunca consiga ter a intensidade que se poderia esperar de um filme tão ambicioso comercialmente como este, principalmente na forma e na pouca força dos vilões.
Ou seja estamos perante um filme que quem gostou do primeiro vai novamente gostar do segundo se bem que talvez em menor grau, pela deficiencia de não conseguir trazer ao filme pelo menos a tempo inteiro as personagens mais importantes do primeiro filme, por motivos de cast, quem ja não gostou do primeiro filme não ficara certamente encantado com o segundo filme já que nada de especialmente complexo nos trás de novo.
A historia fala da introdução do grupo liderado pelo Cobra na Casa Branca que conduz a um armadilha que acaba por dizimar a maior parte do grupo G I JOE, depois o que sabemos os que restaram unem-se com uma ou outra captação e vão lutar contra este poder instalado e devolver o poder a quem de direito.
Em termos de argumento mais uma vez o filme não perde tempo nas personagens nem no guiao o objectivo e fazer acção por isso tudo o resto e acessorio o que pode ser redutor em termos de cinema, mas que para os objectivos do filme chega por completo, perde e alguns cliches iniciais que tornam o ponto mais intenso emocional do filme demasiado previsivel.
A realização é menos forte e mais escura do que o primeiro filme, ao ser entregue a alguem menos experiencia existe menos risco, menos força nesta componente no filme, colando-se demasiado a alguns filmes de artes marciais o que não nos parece conjugavel com o espirito que o filme deveria ter, neste particular perde claramente para o primeiro filme.
Em termos de cast o inicio dá Tattum a oferecer o protagonismo a The Rock, que mesmo conseguindo efectuar uma carreira muito forte em Hollywood este ano é omnipresente no numero de projectos, em termos de alcance existe muitas mais debilidades tornando o filme mais fisico, o que nos parece retroceder, depois Willis acaba por amparar na parte final o protagonista que a meio do filme sente-se sozinho ja que tudo o restante não consegue suportar o papel de Rock dando a sensação que o filme ficar orfão.

O melhor - a intensidade de alguma sequencias de acção.

O pior - Os vilões.


Avaliação - C-

Friday, April 12, 2013

The Incredible Burt Wonderstone

Desde que o projecto foi anunciado, que a expectativa em torno do primeiro grande projecto como realizador da figura de 30 Rock que o mundo da comedia esperava com ansiedade o resultado que iria surgir, ainda para mais pelo cast juntando Carey e Carrel, e pelo mundo da magia como pano de fundo. logo nas primeiras criticas percebeu-se que a unanimidade estaria longe do que conseguiu com a serie de referencia de humor, e ainda pior se tornou quando o filme acabou por efectuar um penoso trajecto comercial que tornou rapidamente este filme numa das maiores desilusões comerciais deste inicio de 2013, defraudando os que esperavam algo mais deste filme.
Sobre o filme podemos dizer que é uma comedia com pontos originais e inteligentes que funcionam com um humor simples quase tradicional mas depois principalmente na construção narrativa cai num elemento demasiado basico que chega a tornar-se saturante, princiapalmente na dinamica relacional entre personagens, ou seja por vezes parece que estamos perante um filme com um humor inteligente e por vezes caimos num humor sem sentido, pateta, para alem dos truques de face de Carey omnipresentes e nem sempre funcionais pelo menos neste filme.
FIca a sensação que o filme quer agradar a toda a gente em termos de comedia e perde uma ocasião para termos uma comedia engraçada curiosa, com o atractivo de ser facil de ver e apelar a creatividade pelo menos nas sequencias de magia, contudo por vezes os estilos são demasiado misturados e o familiar torna-se demasiado confuso.
Mas o filme tem riqueza moral bem assimilada na preservação da tradição, na paixão pelas coisas, na simplicidade de observação e amizade, como as comedias devem ter a liçao moral esta bem estudade e bem cimentada no filme ao longo de todo o seu trajecto, pena é que a indecisão de humor e uma historia de base demasiado simplificada com atalhos algo mal executados ponham em causa o resultado final.
A historia fala de um mágico, que devido ao sucesso deixa de se preocupar pois acha-o natural, com o desprezo ve surgir uma nova vaga de magia por parte de um executante arrugante e uma forma diferente de estar, conduzindo-o à miseria, ao ter de reconstruir a carreira vai ter novos desafias para um objectivo comum.
O argumento se por um lado consegue reitirar o melhor em termos humoristicos das personagens principalmente em situações à parte perde pela forma como atalha determinados pontos como as mudanças nas personagens que surgem sem sustento o que é sempre um handicap para qualquer filme, tambem nos parece que por vezes tem dificuldade de utilizar o humor em palavras.
A realizaçao e simples o maior problema e conciliar as sequencias de magia, mas consegue com Las Vegas por tras tudo parece facil e aqui é mesmo, num filme que em termos de realizaçao funciona a meio gás.
O cast tem um Carrel no seu tipo mais base, Carey com as suas caras em personagem excentrica habitual pelo lado negro, contudo parece-nos que Carey consegue dominar o filme, e isso é porque é melhor humorista e acima de tudo tem mais luz, Carrel ainda é um fenomeno a estudar como humorista. Buscemi é sofrivel num papel longe do que esperamos dele, e por fim Arkin num espaço mais soft que faz falta as suas carreiras.


O melhor - Alguns a parte humoristicos de excelente qualidade, como o Cambodja.

O pior - Carrell conduz sempre o humor para demasiado soft

Avaliação - C+