Friday, May 24, 2013

The English Teacher


Quando um produtor e realizador de sucesso no mundo do pequeno ecrã anuncia a sua passagem para o grande ecrã a expectativa é elevada principalmente quando estamos a falar de um dos criadores de uma das series de maiores sucesso dos últimos anos marcada pela sua originalidade como é Weeds. Mas nem sempre essa passagem é um sucesso e este e um caso claro do contrario, um filme silencioso que quase ninguém viu ou prestou atenção e pior que isso mesmo criticamente o filme foi um autentico desastre, com criticas na generalidade negativas.
Sobre o filme podemos dizer que é daqueles filmes que em pormenores próprios denota claramente que tem boas ideias mas que quase sempre não as consegue aproveitar, e isso deve-se a uma historia de base frouxa quase adolescente que não permite que o seu espirito inicial irreverente assuma o protagonista tornando-se mais facilmente numa comedia suave familiar do que propriamente um filme com um objectivo próprio, e com risco.
O filme começa bem como uma introdução forte que nos faz pensar que podemos estar perante uma comedia bem escrita forte nos diálogos e personagens igual as melhores dos últimos tempos, mas rapidamente isso cai, e torna-se num filme extremamente vulgar pouco empolgante totalmente imprevisível que nunca consegue ter uma graça natural.
Já so no fim no contronto com o narrador o aspecto mais original do filme mas que apenas dura um par de minutos o filme consegue recuperar o conceito que prometia ter, contudo já tarde demais porque o filme já se desenvolveu completamente num ritmo mais frouxo e pouco creativo, num filme que desilude aqueles que gostam tanto do Weeds pela sua incorrecção, percebem que o filme aqui podia ser completamente diferente.
A historia fala de uma professora de ingles solteira que se encontra a vida presa aos livros que le, depois de um reencontro com um seu ex aluno, acaba por tentar adaptar uma peça do mesmo na escola, mas esta aproximação acaba por conduzir a uma volta total na sua vida.
O argumento acaba por ser uma promessa totalmente não cumprida ou seja começa e acaba bem mas na generalidade e um conjunto de ideias que não funcionam parece que o filme tenta encontrar um caminho que já so quando finaliza o encontra e isso deve-se a um argumento sofrível.
Em termos de realização a historia em si não pede particualmente muito arrojo e o filme também não o tem e quase sempre um filme básico não procurando imagens e um estilo próprio, mas colado a comedias familiares bem dispostas mesmo nos detalhes.
Em termos de cast não e propriamente um filme que permita grandes interpretações Moore encontra-se a tentar reencontrar um caminho que perdeu recentemente numa das actrizes que já foi apontada como senhora Hollywood mas que nos últimos anos tem estado longe e este e mais um filme que nada traz a uma carreira com qualidade, como secundários Lane e Kennear na sua versão habitual em actores que normalmente se prendem a um único registo.

O melhor – Os últimos dois minutos.

O pior – Pensarmos que o filme anda o tempo todo a procurar uma razão que a encontra quando já está tudo acabado

Avaliação - C

Monday, May 20, 2013

The Place Beyond the Pines

Desde o lançamento de Blue Valentine, que existiu dois vectores que chamaram à atenção por um lado o grito de epirange do lando mais noir de Ryan Gosling e por outro lado o lado escuro de um realizador de emoçoes como Ciafrance, algum tempo depois uma nova reuniao deste conjunto num filme tipicamente independente mas com um cast de chamar a si todas as atençoes com dois dos valores mais activos do cinema actual, talvez empolgado por isso o resultado comercial do filme foi muito mais positivo do que alguma vez alguem imaginaria, criticamente as avaliações foram positivas na generalidade contudo talvez devido a precoce epoca do ano sem um entusiasmo desmesurado.
Quanto ao filme podemos dividi-lo em diversas parte e aqui reside talvez o maior problema do filme é que pese embora tenha intensidade é um filme demasiado fragmentado em trechos como se cenas de teatro se tratassem com espaço temporal elevado, onde as personagens centrais se vão revesando, principalmente em três sectores. Inicialmente temos o lado mais selvagem do filme, narrativamente o mais pobre mas ao mesmo o tempo onde o filme tem um caracter mais creativo e mais diferenciador principalmente na forma como o filme é realizado. Com a entrada do segundo vector em cena o filme torna-se mais simples no seu conceito mais mais rico narrativamente pese embora a partir deste momento o filme adquira alguma previsibilidade, e por fim a sequencia final onde a previsbilidade continua mas a maturação do filme completa-se pese embora nos pareça que a sua conclusão é dual, por um lado ao não ser extremada da um caracter positivo ao filme, mas por outro lado ao ser pouco intensa talvez desiluda os amantes de maior profundidade nas conclusões.
Mesmo assim num ano ate ao momento pasmatico estamos perante um dos filmes mais completos do ano, com virtudes e alguns defeitos assumidos mas um filme maduro, intenso, num genero dramático puro, pena é que o estilo inicial seja abandonado sem motivo em termos de formula de final e caracter diferenciador.
O filme fala de um motard que de forma a arranjar dinheiro para o seu novo filho que descobre ter começa a dedicar-se a assaltos a bancos, aqui acaba por ter um encontro imediato com um policia que marcara para sempre o desenvolvimento de ambas as vidas e mais que isso dos seus.
O argumento esta bem elaborado principalmente na formula causa efeito que tem em si principalmente nas pontas do filme, aqui o filme o filme sem grandes dialogos ou personagens consegue fazer um filme intenso e eficaz, onde a espacidade temporal e o melhor aliado para fazer o argumento funcionar a espaços.
A realizaçao principalmente na primeira hora de filme é de excelente nivel, amadora mas ao mesmo tempo rica num estilo proprio que consegue seduzir, depois quando se torna mais pausado o filme e mais narrativo a realizaçao perde não so o carisma como deix
a quase de existir como elemento diferenciador.
Em termos de cast e um luxo ter Gosling e Cooper no mesmo filme, mais pelo valor comercial de ambos do que pela qualidade como interprete principalmente na generalidade do segundo, mas aqui nem um nem outro brilham deixando espaço a Mendes, num papel mais surpreendente pela sua construção fisica e imagem de sofrimento e principalmente a partir do momento da entrada de Dehaan uma das surpresas dos ultimos anos o filme passa a ser dominado por um actor que aproveitado pode ser um caso serio no cinema actual, como demonstra neste filme.

O melhor - A primeira hora de realização.

O pior - Alguma previsibilidade a partir de então.

Avaliação - B-

Sunday, May 19, 2013

Quartet

É conhecida a ambição dos actores um dia lançarem-se atrás das camaras com um projecto mais seu, no ano passado chegou a vez de Dustin Hoffman arriscar a sua sorte num pequeno filme sobre a terceira idade mais concretamente passado num centro de 3ºa idade para musicos famosos. Os resultados foram provavelmente melhor do que esperado quer comrcialmente onde ainda conseguiu alguma visibilidade num filme a partida sem grande sabor comercial, mas tambem criticamente asvalorizações foram positivas tendo inclusive alguns artigos da especielidade colocado Maggie Smith como oscar contender o que acabou por não ocorrer.
Sobre o filme podemos dizer que Hoffman apostou num cinema tradicional inglês com as suas virtudes como sentido de humor e um filme de dialogos, mas por outro lado com os seus defeitos pouco ritmo, um rigor demasiado acérrimo num cinema contemporaneo onde pelo menos o grande publico é ligeiramente mais exigente. Mesmo assim estamos perante um filme que trata um assunto cada vez mais actual e dificil de abordar como a dificuldade em assumir a velhice, mas acima de tudo olhar para a terceira idade como a forma de resolver conflitos e ai o filme funciona facilmente, com um ritmo ligeiro mas funcional.
A melhor virtude do filme esta na contraposição de casa duo de personagens se o duo central nos da a emoçao e o conflito por outro lado eles são auxilidados por um outro duo mais ligeiro que torna o filme mais facil e divertido com principal noção para a personagem interpretada por Billy Connely.
Ou seja um filme simples mas com bons apontamentos que nos parece ser um bom arranque para um realizador que optou por um genero dificil exigente nem sempre reconhecido, num ritmo de acordo com o tema mas que no fim nos mostra alguma habilidade principalmente ao introduzir tambem a tematica da musica como pano de fundo.
O filme fala-nos de uma instituição que alberga idosos ex figuras de proa do mundo da musica, que entra em alvoroço com a chegada de mais uma estrela que contudo tem relaçoes fortes ja nas pessoas institucionalizadas, aqui para alem dos conflitos pessoas ja existentes no decurso da vida existe um concerto unico para dar.
O argumento e interessante prima os dialogos e as personagens e nisto o filme funciona melhor do que na propria acção e no interesse da historia de base, e princiaplmente pela riqueza individual de personagens bem montadas e principalmente bem falantes.
A realizaçao nao e vistosa Hoffman e um realizador que se nota estar no inicio, pois tem medo de arriscar quase sempre e o simples num estilo adoptado de mais rigor do que espetaculo podemos dizer que e mais funcional do que deslumbrante.
O cast é rigoroso mão também o filme não permite grandes insterpretações pelo seu caracter ligeiro apenas Connoly funciona um furo acima que e perceptivel para quem ve o filme, de resto normal, ou seja bons papeis mas nada de particularmente relevante.

O melhor - O tema cada vez mais actual.

O pior - O excesso de british mode

Avaliação - C+

Tuesday, May 14, 2013

Java Heat

É conhecida a intermitência da carreira de Mickey Rourke que parecia ter renascido depois do consenso critico de Wrestler mas que rapidamente chegou a limitar-se a ser vilao em filme de qualidade e produção duvidosa, como é este Java Heat que agora chega silenciosamente ao cinama com efeitos e tecnologia muito retograda. Este filme que estreou em cinemas muito limitados foi um autentico desastre de critica algo que era expectavel para o filme em questão e nem a presença do conceituado actor lhe deu qualquer tipo de dimensao comercial.
Sobre o filme, existe um genero do cinema que sempre existiu que foi a acção pura pouco articulada quase sempre presa a sequencias de acção quase interminaveis e pouca intriga e dialogo, contudo normalmente estes filmes tem uma boa produçao, quando nem este aspecto esta presente so podemos dizer que um filme que se acenta nestes pressupostos so pode ser um desastre o que é o caso deste Java Heat.
O grande problema do filme e que e tudo tão solto e acima de tudo tão mal ligado que parece por vezes que isso e um dos objectivos do filme contudo como estes surgem tantas vezes acabamos por perceber que não e que apenas estamos perante um filme de pessima qualidade que alguns actores protagonizam para ganhar uns trocos e satisfazer alguns dos fas do cinema de acçao puro e poucos exigentes neste facto.
Ou seja um filme pessimo, onde todos os promenores demonstram as deficiencias de um filme como um todo de um tipo de cinema cada vez mais abandonado e quase tão detestado como outros generos como o terror hardcore, mas que dao vida a alguns actores e mesmo o facto de algum valor estrangeiro consegue tirar este filme do calvario.
o filme e facil um agente do fbi desloca-se para a Asia para tentar investigar um organização criminosa neste local é preso suspeito de ter morto a princesa do pais mas depois acaba por se unir as forças deste pais para descobrir a verdadeira historia.
O argumento é tão previsivel como todos os pontos do filme, não existe qualquer tipo de investimento em personagens muito menos em dialogos numa formula sem qualquer tipo de sentido e ja utilizada por diversas vezes.
A realização e fraca mas pior isso tem uns efeitos especiais de baixissimo nivel, numa produçao que tem que ser muito barata face ao resultado mediocre encontrado, para esquecer.
O cast liderado por perfeitos desconhecidos que conseguem descer ao pior de Rourke e sabemos quanto baixo pode descer se tivermos duvidas basta ver o filme e perceber

O melhor -Ser simples nos procedimentos.

O pior - Este tipo de cinema ainda ter luz do dia

Avaliação - D-

The Power of Few


Quando os actores estão fora de nível é normal estes integrarem alguns projectos de pequena dimensão normalmente de realizadores em inicio de carreira com uma visão mais experimentalista do cinema. Este é mais um desses títulos apostado num filme dividido em seis sequencias com  união entre elas mas bem diferentes entre si. Contudo nem sempre o experimentalismo é sinonimo de reconhecimento critico sendo este um caso de negação e comercialmente o filme pouco ou nada estava a ambicionar dentro de si mesmo.
Ou seja este Power of Few até podia ser uma boa ideia pese embora gasta de filmes que se completa a mesma sequencia vista de diferentes prismas mas o problema e que a historia central que guia o filme é tão suave e pouco interessante que quase passa despercebida, fazendo com que o filme nunca tenha emoção força ou suspense, sendo um filme frouxo quase sempre sem ritmo, onde todo o interesse acaba por ruir na própria primeira historia.
Outro dos problemas do filme e que de historia para historia muda o registo sem nunca adoptar uma formula coerente e ai o filme acaba por se tornar aborrecido principalmente nas historias mais longas e centradas em diálogos que querem atingir um patamar de complexidade que não é entusiasmante muito pelo contrario. Ou seja um filme que no fundo é ambicioso mas falta-lhe arte para ser aquilo que quer realmente ser.
Do lado positivo alguns bons pormenores na forma como o filme é filmado pese embora pouco originais já que se consegue observar quais as influencias do realizador, que consegue num filme mais compacto e acima de tudo com menos risco ter chamado mais a atenção para si e menos para um filme esquizoide de fraca qualidade.
A historia fala sobre um roubo de arte sacra e a forma como diferentes personagens em diferentes situações acabam por interagir com este facto, num pequeno espaço de tempo, dividido em seis segmentos a historia fala sobre a interação até ao climax.
O argumento tem claros toques ao cinema escrito por tarantino contudo quando os diálogos o motor do cinema deste género não funcionam o filme e as personagens não conseguem funcionar como e o caso, a forma esta la o conteúdo e que fica muito aquém.
A realização tem bons pormenores, contudo não tem um coesão ou seja o estilo vai divergindo o que não e propriamente interessante ou seja o filme parece que nunca consegue ser um so mesmo em parâmetros técnicos como realização.
O cast falta-lhe um verdadeiro líder, o filme da pequenos espaços aos seus protagonistas pedindo lhes pouco, de referir as participações de Walken, Slater e Bradford longe dos filmes que lhes deram fala em desaceleração de carreira, que já de si esta baixa com excepçao do primeiro, que contrapõem estes filmes menores com outros mais fortes.

O melhor – A primeira sequencia.
O pior – As restantes


Avaliação – C-

Wednesday, May 08, 2013

Spring Breakers

Poucos algum dia apostariam que algumas das estrelas dos ultimos anos dos filmes Disney estaria no novo filme rebelde do argumentista de Kids debruçando-se sobre problematicas personagens no mundo de drogas, sexo e diversão. Mas este foi o segredo para o filme se tornar num filme expansivo comercialmente ja que é de proveniencia claramente independente e por outro lado com algum fulgor de criticas aceitaveis na sua maioria, principalmente num espaço temporal de dureza critica para tudo e todos.
Quanto ao filme podemos dizer que é um filme duro, mas ao mesmo tempo com todas as desvantagens de um filme excessivamente independente no seu fundamento quer pela excessiva trepidação da camara, um autentico acto de rebeldia pois nada tras de positivo para o filme, a instrospeção quase sempre presente no filme que lhe fazer perder ritmo e acima de tudo fio condutor, isto torna o filme aborrecido e a espaços demasiado irritante ja que a historia de suporte simplesmente deixa de existir e tudo o resto parece apenas uma forma de ser rebelde gratuitamente sem qualquer tipo de fundamento.
Dai a incompreensão com a boa impressão critica por um filme tão estranho tão pouco sedutor, que tenta ser tanto introspectivo sem materia por o ser, ja que o tema do filme é tão futil que nem a tentativa de dar uma roupagem mais dura lhe da um conteudo que o filme não tem, pensando nos que apenas a surpresa de um registo completamente anti comercial das suas estrelas pode ser visto como algo a valorizar se bem que o filme em si e extremamente penoso.
Quando o epicentro de um filme deixa o de ser transmitir uma historia para ser o choque ou a rebeldia ou se tem que ir mais longe e mais creatividade e componente artistica ou sabe a floop completo como este filme acaba por ser em quase tudo.
A historia fala de quatro amigas que juntam dinheiro para debruçaram-se sobre a viagem de finalistas neste local e apos serem presas são libertadas por um gangster que as conduz para um submundo curioso mas ao mesmo tempo bem perigoso.
O argumento e simples e não se quer assumir como tal artilhando de monologos um filme ja de si aborrecido que se torna na sua narração ezquizoide principalmente no exagero repetitivo de monologos pouco densos ou sem qualquer tipo de mensagem, ou seja fraquinho.
Korine não é um realizador experiente, e um exprimentalista que neste filme opta pelos piores cenarios, o filme tem uma dosagem propria de autor mas parece sempre com a pior opção ganha apenas numa boa contextualização sonora.
O cast trás-nos as estrelas da Disney numa versão unrated mas o filme nada lhes pede do que rebeldia, de resto podera ser curiosa a aparição propria de Franco, um actor que arrisca muito mas nem sempre bem, coleciona personagens que lhe podem retirar uma vertente mais comercial que disfarce algumas dificuldades.

O melhor - A banda sonora.

O pior - No seu grosso o argumento ou a falta dele.

Avaliação - D

Saturday, May 04, 2013

Generation UM

Keanu Reeves ficara na historia como um actor de filmes de acção, consagrado principalmente em Speed e Advogado do Diabo, contudo com o passar dos anos e com o seu envelhecimento e natural que os grandes projectos abdiquem de si e ele tenha de se inteirar em projectos mais independentes como este filme, que agora chega as salas, claramente indie, a pouca exposição comercial do filme não lhe permitira grande resultado de bilheteira e criticamente o filme foi um autentico desastre.
Sobre o filme podemos dizer que desde logo tem a dureza e pouca logica de um cinema exprimental indie mas que tambem nunca consegue ter a profundidade moral que o conduzisse para altos voos ficando sempre a sensação de um filme vazio que quer ser espiritual mas aquenas consegue ser aquilo que as imagens traduzem e isso e mesmo muito pouco.
Desde logo o pessimo arranque do filme onde em aproximadamente vinte minutos não tem qualquer sequencia de dialogo faz com que o filme perca total força junto do espectador e nem a continuação mais logica consegue dar ao filme ritmo ou força porque mesmo o objecto do filme e sempre muito vago e pouco concreto, numa experiencia indie de pessima qualidade onde nada de registo fica vincado.
O lado positivo do filme pode ser o facto do filme ter um caracter proprio de gosto discutivel mas o certo e que o filme tem seu cunho em alguns momentos mas acaba por nunca funcionar como uma obra já que e demasiado solto ou perdido na sua falta de genero.
A historia fala de um homem que se relaciona com duas mulheres num clima de tentar ganhar algum dinheiro para as necessidades numa relação e personagens no limite do sobrevivente.
O argumento e completamente inexistente o filme não tem fio condutor as personagens nunca são reveladas e pior que isso os dialogos quase não existem, os monologos são dotados do mesmo vazio do que o proprio filme.
A realização tem cunho proprio mas confesso que a mesma foi o pior parametro do filme, irritante, irrequieta, confusa e desgastante não nos da componente estetica mas apenas uma rebeldia inutil que em naba funciona para o filme.
O cast tem um Reeves cansado e longe do mediatismo, nota-se na pouca força da personagem e no seu desgaste mesmo fisico, melhor para a servia Novakovic que junta beleza com espontaneadade numa personagem que domina o filme.

O melhor - Novakovic.

O pior - A realização entre outras coisas.

Avaliação - D-

Love is All you Need

Ver Pierce Brosnan como pai de um dos noivos e acabar por apaixonar-se pode soar a deja vu principalmente para quem tem em mente o Mamma Mia, contudo desta vez temos um filme diferente com o mesmo conceito mais um drama com contornos de romantismo sobre a batuta de Susanne Bier uma realizadora que este ano ainda lançara o aguardado Serena que junta novamente Cooper e Lawrence. Sobre este filme podemos dizer que os resultados foram vagos comercialmente so apenas em paises produtores as coisas correram bem e criticamente não foi alem de uma mediania que Bier norlmanete não esta habituada.
SObre o filme podemos dizer que é o tipico filme de encontro de amor na terceira idade, segmentado com paisagens idilicas conflitos mais ou menos previsiveis, ou seja daqueles filmes de reuniao de familiar para reuniao de conflitos cada vez mais comuns so que com algum teor europeu pelos temas que vai debruçando sempre com ligeireza como a doença e acima de tudo a homossexualidade, mas não deixa de ser um filme murxo previsivel e redundante.
O inicio do filme parece ir beber ao que de melhor tem o cinema europeu que e a riqueza dos dialogos, e neste particular o filme funciona no primeiro terço, contudo com a introduçao do humor o filme torna-se basico simples e quem sabe com uma prespectiva demasiado comercial o que lhe retira alguma profundidade que inicialmente tenta ter, mesmo assim estamos perante um filme que se observa bem a um ritmo pausado que permite o espectador saborear o clima e o contexto que a italia funciona.
OU seja um filme que não ira causar muito ruido para casais em busca do romantismo ou esperança perdida, ligeiro sem grande desgaste emocional ou mental mas que por outro lado nunca consegue ser aquilo que realmente esperamos de um filme, mas nunca consegue ser um filme positivo mesmo na paixao da personagem central.
A historia fala de um jovem casal que embarca para Italia para proceder ao casamento contudo antes reunem familiares directos de ambos com muitos conlflitos entre eles e pior que isso com os proprios elementos do casal.
O argumento inicia bem, introduz bem uma historia usada e previsivel mas que a riqueza inicial dos dialogos funciona, contudo com o passar do tempo torna-se um filme mais basico mais directo menos preocupado e ao mesmo tempo bem menos forte e apelativo para as personagens e para si proprio.
Realizar em Italia e facil e deixar as paisagens falar por si e aqui e o que Bier faz, em acendente na carreira parece que lhe falta um grande filme quer em termos narrativos quer como objecto estetico sera o proximo onde a atençao estara mais centrada a ver vamos, aqui não passa da mediania.
O cast dominantemente europeu funciona bem, sem grande primor mas cumpre o que o filme pede, o que também não é muito, Brosnan serve para dar valor comercial ao filme ja que as suas qualidades interpretativas estão longe de ser brilhantes e vastas como mais uma vez o filme comprova.

O melhor - Os primeiros vinte minutos.

O pior - TOrnar-se numa ideia já vista e gasta

Avaliação - C

Scary Movie 5

Quanto os irmão Wayans trouxeram este conceito ao cinema contenporaneo como homenagem ao cinema que foi criado e alimentado durante anos por David Zucker, nunca imaginaram que o filme iria chegar ao 5 capitulo e muito menos que apartir do terceiro seria o proprio Zucker a pegar no filme, contudo o boom critico acabou no primeiro filme bem como o comercial ja que os restantes apenas se limitaram a cumprir calendario. Os resultados deste quinto capitulo foram desapontantes criticamente como ja era de esperar e comercialmente.
Quanto ao filme podemos dizer que com o evoluir do filme as coisas tornaram-se cada vez com menos sentido menos interessado em efectuar um filme com corpo tronco e membros onde as satiras seriam envolvidas, mas agora e precisamente o contrario, são as satiras que englobam a historia praticamente inexistente. Quanto ao valor humoristico com o evoluir  do tempo parece que estes filmes se centram basicamente em dois conceitos a sexualidade e acima de tudo o consumo de canabis, o que é redutor e faz o filme perder muita base de captação em satira, nem sempre funciona, quer como humor e muito menos como filme.
Tambem em termos de presenças o filme é redutor, falta algumas curiosidades e os filmes homenageados não tem carisma principalmente os recentes Mama e Evil Dead, homenagem mais relacionado com publicidade ou não fosse o filme da mesma produtora o erro e que a maioria das pessoas ainda não viu qualquer um deles.
Ou seja um conceito que parece gasto desasctualizado que aposta apenas num humor facil e basico nem sempre eficaz entre diversos vectores, um filme que com o decorrer da historia ficou cada vez com menos sentido e so a espaços consegue retirar a si algum humor mais inteligente, que contudo e pouco para o filme.
Sobre a historia temos como base uma ligação central entre a historia de mama o filme de guillermo del toro e Black Swan, contudo e dificil precisar uma historia concreta porque o filme acaba por não a ter.
Sobre o argumento do filme o unico ponto de avaliação possivel é mesmo analisar o que o filme vale em termos de humor ja que não e um filme com personagens ou dialogos aqui o filme resulta muito pouco com um humor fisico e sem conteudo na maior parte do tempo, salva-se a originalidade das sequencias dos aspiradores.
A realizaçao tem bons promenores mesmo que na maior parte das vezes o filme seja demasiado basico mas penso que e escolha do realizador, mas pensamos que neste particular o filme usa o que precisa.
Em cast não esperamos que o filme seja ambicioso neste particular Tishdale parece uma boa substituta de Faris, principalmente na abrangencia de sequencias, depois a sempre curiosa participação de Sheen e a auto satira de Lohan.

O melhor - A sequencia dos aspiradores.

O pior - Zucker ir para a piada demasiado sexual


Avaliação - C-

Wednesday, May 01, 2013

The Company You Keep

Robert Redford será sem duvidas um dos icons do cinema moderno quer pela sua longevidade pela sua versatilidade como realizador, produtor e actor, mesmo que nos ultimos anos e principalmente os seus dois ultimos projectos tenham estado longe daquilo que se poderia esperar em termos de mediatismo quer mesmo em termos de reconhecimento critico. para este ano e com um cast recheado surgiu este drama politico que não conseguiu se impor na distribuiçao que conduziu a resultados de bilheteira desapontantes mas tambem criticamente ficou longe da unanimidade de outros filmes de Redford.
E conhecido o fascinio de Redford pela politica pela intervenção social, mas tambem por gostar de efectuar filmes que tem como pano de fundo a politica, neste caso a politica serve apenas de orientação porque o filme é mais policial do que outra coisa, dentro de uma organização considerada terrorista que passados 30 anos tenta se revelar. O filme até podia ter um principio interssante se a sua organização interna fosse simplesmente inexistente, uma baralhada de personagens de relações que muitas vezes são tão tenues ou desaproveitadas que simplesmente nada de novo trazem ao filme ou mesmo sequer os momentos com eles so acabam por interessar por trazer mais uma figura de proa ao casting.
E daqueles filmes que mais parece um desfile vazio de consagrados do que propriamente um filme com cabeça tronco e membros, numa tentativa de enredo que de tão complexo que quer ser acaba por não construir nada de sustentavel que termine de uma forma convincente alias a conclusão do filme é tão fraquinha e desesperante como previsivel concluindo um filme que é um autentico despredicio de talento numa obra muitas vezes efectuada em cima do joelho o que não conduziu a piores resultados criticos por algum respeito em relaçao a Redford.
Pelo lado positivo muito pouco uma ideia que poderia ser interessante, alguns dialogos soltos principalmente entre Saradon e Labeuf, mas pouco mais tudo o reste é uma passagem de personagens que desaparecem sem qualquer tipo de interesse ou força para o filme como guias para o encontro final que contudo ja chega sem chama como todo o filme.
A historia fala de um pretenso advogado que apos a detençao de um membro de uma organizaçao que ele pretencia te que fugir de forma a evitar a sua detençao mas o seu objectivo passar por apoio dos antigos companheiros limpar a sua imagem.
O argumento é um autentico desastre, mesmo com uma ideia que podia ser funcional a complexificação do filme, o excesso de personagens a incapacidade de conduzir o filmes para uma intensidade emocional mais forte, acaba por limitar os bons momentos escritos do filme a uma ou sequencia isolada ja que como historia central o filme não funciona.
Redford provavelmente vai ficar para a historia como um actor que realizou, e este filme provavelmente mostra que a sua vertente atras das camaras chegou algo tarde não oferecendo ritmo mais pausado e neste filme excessivamente auto centrado.
O cast riquissimo é desaproveitado no seu maximo, sendo dominado por um Redford que não tem noção ja das limitaçoes da sua idade o que leva a que o seu papel seja surreal, mesmo em boa forma fisica o que pede ao seu personagem exije uma frescura que infelizmente ja não tem, e esse auto centrar não deixa espaço para mais nenhuma outra estrela que parecem estar no filme para o homenagear.

O melhor - Os primeiros cinco minutos.

O pior - O desaproveitar de tanta mão de obra.

Avaliação - C-

Sunday, April 28, 2013

Dark Skies

Se falarmos no realizador deste filme ou seja Scott Stewart percebemos que nos ultimos anos esteve ligado a filmes algo estranhos com fundamentos sobrenaturais pouco aperciados pela critica sempre com Betanny como protagonista. Contudo este ano para alem de deixar o lado mais religioso da questão entrando para a vertente dos extra terrestres optou por um filme de um terror mais declarado. Os resultados comerciais ficaram aquem dos anteriores talvez pelo seu valor menos comercial como produto, mas criticamente as coisas correram melhor com a mediania nas avaliações o que acaba por ser positivo ou não estivessemos a falar no sempre pantanoso terreno do terror.
Sobre este Dark Skies e falando desde ja de um filme completamente diferente dos primeiros da carreira do realizador podemos dizer que num terreno ainda mais dificil o realizador consegue subir muito a fasquia, demonstrando simplicidade de processos e acima de tudo a capacidade de fazer terror num filme dificil ja que junta dois pontos sempre complicados e pantanosos o imaginario infantil e aliens.
A vantagem do filme e conseguir entrar na loucura das personagens sem nunca perder consistencia sem entrar de uma forma deliberada na espiritualidade, desde inicio que percebemos do que se podera tratar e depois tudo o que vemos no filme acaba por se unir na explicação final, pode não ser tão consistente quanto isso mas acaba por unir todas as peças, por vezes com demasiadas explicações como se o espectador tivesse adormecido tem essa preocupaçao de no final ir buscar os pontos perceptiveis da conclusão o que acaba por ser exagerado.
Pese embora estas virtudes o filme tem tambem alguns defeitos vincados desde logo o vazio das personagens a falta de uma ligação logica entre o casal a pouca quimica destes o permitir o desenvolvimento de outros ramos narrativos que não é efectuado e por fim a tentativa de um mind game final que não é propriamente exuberante para a conclusão do filme.
A historia fala de uma familia com carencias economicas que começa a ser assaltada por factos inexplicaveis com os seus elementos que conduzem a tentar perceber o porque do que se encontra a ocorrer.
O argumento e coeso principalmente porque se consegue ligar a si, o que e o mais importante para o filme, que pode não ser prodigo em originalidade ter persoangens muito densas ou mesmo grandes dialogos mas consegue o essencial impressionar psicologicamente com o seu terror.
A realização é simples sem grandes puridos ou grandes objectivos limita-se a filmar, funciona bem com alguns efeitos outros nem tantos não tira partido visual do tema e  isso pode ser um defice acentuado, mesmo assim pensamos que mesmo com menos cuidados ou objectivos estamos a falar do melhor filme do realizador.
O cast não tem figuras de proa, dá o seu relevo aos mais pequenos que também acabam por ter poucas exigencias nos seus papeis e muito mais um filme de situações do que de interpretações onde o ponto mais positivo vai para Hamilton ja que os grandes pontos e dificuldades interpretativas estão no seu personagem

O melhor - Ser um filme agradavel mesmo com temas tão gastos.

O pior - O mind game final.

Avaliação - C+

The Call

Durante muitos anos os filmes sobre serial Killers fizeram as delicias nos adeptos do cinema muitas vezes resignados pela critica o certo e que este tipo de filmes acabou por se tornar moda no final dos anos 90 contudo acabariam por ser abandonados. Por isso e que este The Call tras algo saudoso na sua formula. Contudo os resultados foram medianos criticamente pese embora as avaliações tenham sido na generalidade positivas as mesmas não foram entusiasmantes e comercialmente o registo pese embora tenha sido significativo não foi vincado.
Sobre o filme podemos dividir a sua analise em dois pontos desde logo em termos de entertenimento o filme consegue prender o espectador ao ecra do inicio ao fim com alguns dos melhores pontos dos filmes de serial killes como a violencias a loucura e mesmo assim o desespero. A este ponto junta-se o interesse da base do filme centrado numa central de atendimento de telefone de emegência que da ao filme a creatividade quase semelhante a que Shumacher ja tinha dado na sua cabinte telefonica, contudo desta vez temos um filme bem mais activo.
O ponto mais negativo do filme é que para determinados propositos do filme funcionarem muitos aspectos são exagerados ou mesmo impossiveis de acontecer na realidade de forma a permitir o alongamento do filme e mesmo a sua conclusão num confronto final, aqui o filme peca pela falta declarada de algum rigor que poderia ser importante para o conduzir para um patamar mais elevado.
Mesmo assim estamos perante um filme com algum valor, facil de ver que permite ao espectador passar um bom tempo junto ao ecra, mesmo que em termos de densidade e riqueza moral o filme não seja espantoso, ou seja um filme que ganha grande parte do seu valor na ideia e no contexto onde se insere e o restante de ser simples nos processos.
A historia fala de uma telefonista da 911 que acaba por assistir a execução de uma jovem por um psicopata em directo no outro lado da linha, alguns meses mais tarde uma situação semelhante ocorre onde tem que ajudar uma jovem a tentar sobreviver das acções deste mesmo individuo.
o argumento tem como sua maior riqueza o corpo ou seja a sua formula mais do que priopriamente a sua execução já que aqui nos parece que o filme nem sempre é muito funcional, principalmente em alguns atalhos ou vias que segue que acabam por lhe tirar algum realismo o que acaba por ser importante. Não e um filme rico em dialogos ou personagens mas acaba por não se ressentir disso.
A realização é bem planeada arriscada nem sempre muito estetica mas quase sempre funcional e nisto denota-se que Andersson e um realizador com futuro como ja o tinha demonstrado principalmente em Maquinista mas que tarda em se afirmar no grande ecra ja que no pequeno ecra começa a ser uma coquelucnhe, neste filme não é vistoso mas demonstra qualidades a explorar.
O cast e pouco colocado a prova. Berry funciona sem deslumbrar mas demonstra algumas qualidades para heroina de acção e Breslin tenta ganhar o seu espaço ja como adulta uma transição dificil e que temos de ser justos não sera com papeis limitados como este que ira conseguir.

O melhor - O mundo do 911

O pior - A falta de realismo de determinados pontos para alongar o filme

Avaliação - C+

Saturday, April 27, 2013

Movie 43

Quando este projecto foi lançado como uma plantaforma para o divertimento com a participação de diversos realizadores e actores, a expectativa de algo descontraído foi obvialmente assimilado, contudo quando as primeiras visualizações foram efectuadas percebeu-se que quer a descontração quer o ridículo tinham ido longe demais, com resultados críticos desoladores e comercialmente longe daquilo que o filme poderia valer, a probabilidade do filme e o conceito terem ganho um lugar no lado negro do cinema tornou-se quase de certeza uma realidade.
Desde logo podemos dizer que não podemos analisar o filme como um todo já que não o é com excepção da ligação ténue que quase não existe e se existe ainda consegue ser o pior que o filme tem, num ridículo sentido de humor adolescente que quase faz frente em fraca qualidade a filmes como Scary Movie, no que diz respeito as historias todas elas funcionam mal ou mesmo deixam de funcionar com um humor brejeiro e sexualizado ao limite quase sempre sem qualquer tipo de graça oferece-nos um autentico festival de um cinema e interpretações de consagrados em autênticos desastres de uma carreira que se não fossem curtas dificilmente conseguiriam tão cedo apagas esta mancha.
Para salvar o filme apenas um ou outro momento principalmente os mais pequenos e os com menos historia, como a publicidade à TAMPAX ou algum sentido de humor mais subtil na tranche protagonizada por Gere, depois um humor exagerado entre o extremamente sexualidado ao grosseiro onde apenas o humor é tentado pelo exagero sem qualquer tipo de graça natural, ou inteligência na forma como as próprias graças são construídas.
OU seja uma tentativa de efectuar graças naturais sem qualquer funcionalidade baseado exclusivamente para um publico mais juvenil e com as hormonas ao máximo e mesmo esses já devem ter observado outro tipo de títulos mais bem ilustrativos e com um humor mais funcional nas comedias mais recentes, mais que tudo é um filme fácil.
A historia fala de uns adolescentes que percorrem o lado obscuro da net na tentativa de encontrar o vídeo mais chocante de sempre que intitulam de movie 43, assim vão encaminhando por diversos vídeos também eles restringidos.
O argumento como um todo não existe principalmente na esteriotipo das sequencias de união e as historias em si também nos parecem todas mal escritas sem personagens e pior que isso sem qualquer tipo de profundidade ou força nos seus diálogos
A realização da sequencias são lineares sem grandes truques ou preocupações estéticas, em nenhuma das historias observamos qualquer elemento de destaque mesmo que em algumas nomes como Farrely ou Ratner estejam presentes.
No cast num recheio incrível de actores e incrível como muitos deles aceitaram entrar num projecto tão vazio e pouco aliciante para as suas carreiras principalmente Jackman, Watson e Winslet.

O melhor - A publicidade Tampax

O pior - Tudo o resto

Avaliação - D

Thursday, April 25, 2013

To the Wonder

Com a excepção dos ultimos anos onde Mallick se tornou uma presença surpreendentemente assidua no cinema, quando um novo filme do realizador era lançado o mundo parava na expectativa daquilo que ele nos ia dar, pelo seu caracter repentista de filmar muitas sequencia e escolher algumas desafiar a logica, mesmo que com isso ganhe alguns enimigos. Para este ano e promete não ficar para aqui esta dissertação sobre o amor, que não foi propriamente o seu maior sucesso critico com muitas divisões que ja tinham ocorrido mas em menor numero em arvore da vida e comercialmente e sabido que o valor do realizador não é muito elevado.
SObre o filme desde ja sublinha que não fui adepto de Arvore da Vida e de um cinema sem ligação, por achar que o mesmo é facil pois o risco é nulo, onde apenas a unica questão que se coloca é a capacidade do realizador e essa esta mais que comprovada. E aqui Mallick continua com o estilo criado mas em menor grau, aqui pelo menos prende-se mais com as personagens que em momento algum chegamos mesmo a conhecer, contudo a falta de logica e o caracter poetico é o mesmo, num estilo de cinema que volto a frisar é facil e pouco arriscado.
Ou seja estamos perante um filme dificil de avaliar porque a logica é apenas em pequenas sequencias de imagens entre personagens onde podemos analisar diversas situações nas palavras o amor e a religião sem que destas se retire uma profundidade pelo menos declarada, e das imagens confusão mental, e acima de tudo relacional, e aqui o filme funciona melhor do que a Arvore da Vida pelo menos a logica e mais assinalavel, pese embora não seja tão rico em termos esteticos o certo é que a sua coerencia ainda assim e mais elevada.
Não sei se o restante precurso do realizador será assim quando se anuncia mais dois filmes, se for penso que rapidamente ficara limitado a alguma vulgaridade, ja que se percebe que a unanimidade em torno deste filme desceu pela sensação que a novidade deixa de existir o estilo é conhecido e os filmes nada mais dão do que boas imagens.
Como todos os filmes de Mallick não é facil fazer a sinopse do filme, podemos dizer que é uma francesa que vai com a sua filha residir para os USA com uma filha, contudo a relação entre eles é uma montanha russa capaz do melhor e do pior.
O argumento é em termos narrativos quase inexistente é um puzzle irrosoluvel onde as peças sabemos que unem mas não sabemos como, do ponto de vista poetico tambem me parece que não consegue atingir tanta evidencia como outros filmes de Mallick, podemos dizer que o argumento e o parente pobre do filme.
Mallick e um excelente realizador e um dia se conseguir fugir deste registo para um argumento mais simples e acima de tudo mais directo podemos perceber que poderia ser uma figura iconica de massas em vez de um expressor indie que nos parece ter demasiado talento para ser apenas aperciado por alguns e neste filme mesmo que em menor grau volta a demonstrar todo o seu talento.
O cast podemos dizer que é vulgar, o que nem sempre acontece com Mallick, todos os olhos vão para Kirilenko que domina o filme não só em minutos como em intensidade, o papel não é dificil porque Mallick da aos actores a oportunidade e liberdade de serem o que quiserem, mas é a ucraniana que mais reluz, Aflect e quase como um quadro de parede, pese embora nos pareça pouco intenso para o filme, e por fim Mcadams que pelo perceptivel deve ter ficado sem grande parte da sua prestação na sala de montagem bem como Bardem.

O melhor - A riqueza estetica da realização de Mallick

O pior - A facilidade de apenas nos oferecer imagens pouco ligadas das mesmas pessoas

Avaliação - C-

Evid Dead

Trinta e dois anos depois do grande sucesso de terror de Sam Raimi, entretanto dedicado a outras andanças, aqui surge uma especie de homenagem, mais actual, um pouco diferente mas apostada em revitalizar o conceito. Pois bem sem grandes figuras de destaque para alem do nome o filme foi lançado com grande impunencia e sobre a chancela produtiva do realizador original. Os resultados do filme ate ao momento podemos considerar criticamente positivos pois conseguiu escapar ao total deserto que normalmente invade os filmes de terror, já comercialmente as coisas correram um pouco aquem das melhores expectativas mesmo assim com algum reconhecimento comercial principalmente se tivermos em atenção ser um filme sem figuras de proa.
Sobre o filme podemos dizer que mantem a tradição do primeiro filme, na falta de subtileza na dureza e crueldade das imagens que consigo trás, nesse particular o filme funciona bem, pois consegue impressionar e ir ao limite do poder das imagens para impressionar mais do que aterrorizar o espectador, num escesso de sangue, num massacre completo, mas que por outro lado acaba por ser um dos pontos mais conceituados do modelo de filme.
Pese embora este facto e um pouquinho como ja tinha sido em 1981 a historia é base quase so oferece um contexto para a carnificina, apresentando ao de leve as personagens que seram apenas joguetes no objectivo do filme, e isto no cinema actual e redutor, nem que seja porque os efeitos especiais ja nao conseguem impressionar por si so tendo em conta a evolução entretanto criada.
OU seja estamos perante um filme de terror igual a tantos outros com a vantagem de ir mais alem na crueldade dureza e manifestação propria das suas intenções mesmo assim parece-nos que uma homenagem ao filme se por um lado tinha de ter todas estas componentes poderia quem sabe ser ligeiramente mais evoluido noutras.
O filme fala de um conjunto de amigos que se reune numa cabana de forma a tentar ajudar um dos elementos a uma cura sobre adeição de drogas, contudo no porão da habitação vão encontrar um livro que ira libertar o mal que encarnara as personagens e provocara uma autentica carnificina.
O argumento tem por um lado um aspecto positivo ser fiel ao espirito do primeiro filme na sua forma primitiva e na crueldade quase doentia, mas por outro lado parece nos demasiado redutor as personagens simplesmente ou não existem ou tem apenas apices de emocionalidade pouco coerente.
Na realizaçao nada a destacar ao contrario do que Raimi fez no primeiro filme aqui denota-se ser um terefeiro ou seja alguem que se sente ausente e sem capacidade de dar ao filme um estilo proprio muito semlhante em termos de luz e apresentação a outros remakes ja efectuados.
Por fim o cast sem figuras de proa mas bem interpretado nas suas exigencias por Jane Levy a jovem destaca-se ao longo de todo o filme principalmente nas sequencias de controlo externor num filme nem sempre facil para si e muito fisico, é sabido que o terror nunca foi uma rampa de lancamento mas aqui face a alguma aceitação critica do filme ate pode ser.

O melhor - O espirito duro fiel ao original

O pior - O cinema exigir em 30 anos algo diferente.

Avaliação - C

Escape From Planet Earth

A animação tem sido el dorado do cinema actual principalmente porque o publico ao não ser muito rigoroso acaba por permitir que qualquer filme ou qualquer produtora consiga amealhar um bom cardápio monetário independentemente da qualidade ou mesmo amibição do projecto. Para este ano o lançamento foi dado pela Weinstein Company e este filme de ligação entre extra terrestres e seres humanos. Os resultados foram diferentes segundo o prisma de analise, em termos criticos mais uma vez a produtora colecionou uma autentico floop de animação no qual beneficiou apenas na minha opinião de um resultado comercial bem mais apetecivel do que se poderia prever contudo ser estar sequer proximo dos mais medianos de industrias mais fortes.
Sobre o filme, a animação normalmente de produtoras mais pequenas ou mais vocacionadas para outro tipo de produto, insiste mais em humor e curiosidades num que em guiões complexos densos e ao mesmo tempo narrativamente mais ricos, aqui temos precisamente aqui ao filtrar o filme apenas conseguimos ter uma ou outra sequencia de humor vantajosa e funcional, algumas curiosidades e depois um filme de acção e previsivel igual a tantos outros.
É nestas limitações que o cinema de animação de grande estudio consegue marcar totalmente a diferença pelo filme não se limitas a definição de personagens mas ir muito mais alem, principalmente na forma como caracteriza o contexto aqui existe um total abandono deste pre requisito, limitando-se a contar a historia já ela limitada sem grandes tipo de incidencia ou trabalho extra.
Contudo parece-nos que se os objectivos forem curtos isto chega, mas na cada vez mais competitva esfera da animação apresentar um filme limitado como este em alcance pode servir para durante duas semanas ser reconhecido mas nunca sera uma referencia para os mais pequenos e por algum excesso de agressividade nem tao pouco os adultos o premitiriam.
o Filme fala de dois extraterrestres irmãos que acabam por em fases diferentes dirigirem-se ao que chamam dark planet mais conhecido entre nos como terra, aqui são capturados por um torturado chefe militar que quer por a sua inteligencia ao serviço e construir uma arma de destruição massiva.
O argumento e basico demasiado simples mesmo para um filme de animação, tem como principais glorias as curiosidades o acessorio, mas não deixa de mesmo narrativamente ser obviamente um filme menor em termos de animação em todos os planos personagens dialogos e resoluções da historia.
Tambem produtivamente estamos obviamente perante um filme sem grandes meios, pese embora consiga disfarçar com as personagens não humanas em determinados pontos o filme neste parametro e repetitivo, o que aponta para algumas fragilidades neste particular.
Por fim o cast de vozes rico, com muitas figuras de proa mas que no filme não vão para alem do vulgar nenhuma chama a si particular foco de atenção levando a concluir que é indiferente o peso dos nomes num filme que nada recolhe de particular sobre eles.

O melhor - Algumas curiosidades do filme.

O pior - Ser demasiado agressivo gratuitamente.

Avaliação - C

Wednesday, April 24, 2013

Dead Man Down

MUitos ficaram surpreendidos quando o realizador que trouxe a trilogia sueca de millenium á vida anunciou que o seu proximo projecto seria uma produção americana, onde apenas o unico ponto de contacto seria a sua menina Rapace. Pois bem o filme acabou ser lançado no inicio do presente ano contudo os resultados foram desoladores em quase todos os sentidos, o mais preocupante de todos em termos criticos onde o filme colecionou avalições negativas mesmo que não fossem desastrosas e por outro lado comercialmente nem a presença de Farrel impulsionou o filme para um registo mais satisfatorio.
Sobre o filme podemos dizer que o contexto e a forma de filmar tem um caracter proprio que o realizador ja tinha deixado em Millenium ou seja personagens sombrias procurando algo para se agarrarem, marcadas pela vivencia alias a personagem de Rapace parece retirada do mesmo livro se bem que o filme em termos de contexto seja mais fisico e menos cerebral e nisto e que o filme tem o seu maior defeito pelo exagero da capacidade da personagem central, num filme de plena racionalidade e pretenciosismo organizacional o final ritmado acaba por deitar tudo abaixo e cola-se a um cinema de serie B sem grande profundidade que acaba por ser a ultima imagem que fica.
De resto temos um filme que na sua fase inicial nao e simples na sua definição o que distancia os espectadores mas aos poucos com a revelação do seu conteudo central e mesmo depois na forma facil com que o filme cria alguma emocao e relacões mais positivas entre as personagens o filme readquire algum capital de interesse que com outra conclusão mais acertada e inteligente poderia contuduzir o filme para avaliações mais positivas.
Mesmo assim um filme com alguns destaques positivos algum sentido de humor, inesperado mesmo que em poucas sequencias mas que funciona, um registo proprio em termos de definição dos lados negros das personagens com sequencias bem pensadas e por fim uma boa banda sonora sempre presente no filme e que fornece o pano de fundo essencial.
A historia fala de um criminoso que acaba por planear uma vingança contra os responsaveis pela morte da sua familiar com um projecto orquestrado ao milimetro o que ele não pensaria era que a sua vizinha da frente queria participar neste projecto.
O argumento é interessante principalmente na forma gradual com que se dá a conhecer com que vai calmamanente montando o seu puzzle deixa as personagens amadurecer, contudo parece-nos que no final não se consegue concluir e ai desaproveita o trabalho duro de fazer crescer personagens ja que não lhe fornece sentido no fim pelo menos da forma que mereciam.
A realização tem um sentido proprio de um realizador funcional e com marca de autor, ainda que não muito apelativa mas que e reconhecida como sua, nem sempre estetico mas cru o filme é na sua essencia um filme narrativo mais que estetivo.
O cast tem em Farrel um lider que funciona porque a personagem parece escrita para si, na dureza em contraste com um lado afectivo Farrel encaixa perfeitamente nesta dualidade não necessitando de se empregar a fundo para funcionar. Rapace também funciona no seu lado mais ezquizoide não tanto como em Millenium deixando espaço para Farrel dominar, pior escolha mesmo a de Howard não tem perfil de vilão e aqui denota-se prefeitamente que é o elo mais fraco.

O melhor - A forma como a determinado ponto o filme é entregue às personagens

O pior - A conclusão serie B

Avaliação - C+

Monday, April 22, 2013

The Guilt Trip


A época de Natal é sempre tempo para algumas comedias, relacionadas com família e com o reencontro entre familiares, num contexto de um género de filmes mais para toda a família e mais sincera na sua forma de fazer humor, entre elas este ano surgia este road trip que marcava o regresso de Streisend ao protagonismo. Contudo os resultados estiveram longe das melhores previsões a todos os níveis, comercialmente o filme foi um autentico flop longe do que outras comedias com temáticas semelhantes  conseguiram e criticamente o caminho da desilusão foi o mesmo.
Sobre o filme podemos dizer que para um road trip ao filme falta-lhe o essencial que é dar a si a vantagem e um bocadinho onde os filmes passam pois bem neste isso nunca e utilizado ou seja a zona onde os protagonistas se encontram e apenas um contexto indiferenciado para as situações não aproveitando em forma nenhuma uma das maiores vantagens de um filme assim, e este ponto poem todo o peso do filme em torno da dupla de protagonistas e do que estas fazem.
E é aqui que reside o maior problema do filme, que é o facto de mesmo sendo assumidamente uma comedia nunca consegue ser minimamente engraçado e para um filme onde a comedia é anunciada e não aparece, sendo sempre um filme cinzento como a sua personagem principal que nunca consegue dar o colorido que o filme precisa.
E por fim a previsibilidade ou seja um filme que na sua parte final utiliza a formula sempre anunciada e de maneira desgastante não consegue no fim criar qualquer tipo de impacto, num filme frouxo, pouco engraçado, aborrecido, que utiliza um humor desactualizado, que não funciona, ou seja, os únicos pontos em que o filme consegue funcionar e nas dinâmicas diferentes de emprego que o protagonista aborda, que demonstra estudo no tema e pouco mais
O filme fala de um jovem empreendedor, que decide fazer uma road trip para tentar vender um produto por si criado, a isto une um outro objectivo da viagem que é dar à sua mãe um encontro com o amor da sua vida e a pessoa que esteve na origem do seu nome, mas a química entre os dois está longe de ser natural.
O argumento do filme fala no seu pilar principal que é fazer totalmente um filme pensado para fazer rir, e não consegue nunca o seu objectivo por culpa de todos os aspectos do argumento historia, personagens e diálogos falham completamente.
A realização é simples maioritariamente dentro do carro da um teor próprio ao filme, se bem que sem grande aprumo ou risco não é por aqui que o filme não funciona, e apenas não e mais vistoso porque com isto o peso fica nos diálogos e estes estão longe do sucesso.
O cast dá-nos um Rogen cansado fora de forma numa personagem pouco interessante que ele não consegue erguer, perdendo sempre tudo para Straisend como uma personagem mais agradável e colorida mas mesmo assim longe de criar qualquer tipo de força na mesma, não e no cast que o filme ganha qualquer tipo de força

O melhor – O estudo pelas estratégias de captação de atenção
O pior – A falta de graça dos diálogos
Avaliação – D+