Monday, April 22, 2013

Welcome to the Punch


As produções europeias com actores cimentados em Hollywood são novamente refrescantes ideias creativas de um cinema não tão dependente de uma industria movida por dinheiro, dai que quando sai um novo projecto, mesmo que de um realizador pouco conceituado as expectativas são no mínimo razoáveis. Contudo existe sempre filmes que são excepção a essa creatividade, e este Welcome to the Punch acabou por não surtir qualquer tipo de excitação nem comercial nem critica, sendo assim como a sua cor escura.
Sobre o filme podemos dizer quando se quer fazer um filme de acção simples com estilo, esquece-se muito o emaranhado narrativo, contudo o filme não o faz tenta condensar demasiado a narrativa e acaba por perder tudo por um lado o estilo já que a narrativa torna-se algo penosa, tornando o filme cinzento normalmente sem interesse e os twists acabam por ser tão denunciados que rapidamente percebemos que não vamos ser surpreendidos.
Mesmo em termos de ritmo de acção o filme promete no seu inicio mas depois acaba por nunca cumprir, ou seja a maior parte do tempo são sequencias que são preparadas de forma que quando acontecem são apenas para cumprir calendário num filme de acção básico, muitas vezes revelado com colagens forçadas e pior que isso onde as personagens simplesmente não existem como pessoas, mas sim escravos do que o filme precisa delas.
Mesmo no fim, parece-nos que o filme anuncia um confronto final entre as personagens centrais tendo em conta o passado do filme, mas que acaba por nunca existir, deixando a sensação de frustração no espectador já que esta resolução é a única que ao longo da duração do filme vai mantendo o espectador atento.
O filme fala de um Policia que vive obcecado por encontrar um bandido do passado que o baleou na perna deixando-o incapacitado e que foi sempre o grande objectivo, com a morte do filho deste individuo o alvo torna-se novamente mais próximo, continuando a sim a luta pelo seu objectivo.
O argumento e uma emaranhado de ideias que num fato simples quer tornar o filme numa serie de coisas, como um filme de acção com estilo noir, um thriller policial e consipiração politica mas não se dedica enquanto argumento a ser algo disso em si, descuidando personagens guiões e acima de tudo a forma como os atalhos e as derivações narrativas são previsíveis.
A realização tem alguns dos bons aspectos do filme, principalmente a introdução de cenas, com uma realização artisitco de planos citadinos, que contudo em termos de restante execução do filme e no essencial cumpre sem grande relevo.
O cast liderado por Mcavoy, que me custa compreender o seu espaço conquistado, parece-me sempre um actor pouco convincente quando se exige mais das suas personagens não só em termos técnicos como em termos de carisma e presença e neste filme é obvio ambas as dificuldades, com sequencias em que necessita de ser mais efectivo emocionalmente onde parece forçado e acima de tudo por perder todo o filme em termos de carisma para Strong, que mesmo não tendo perfil para assumir a si um filme, consegue sempre ser uma presença marcante nos mesmos e aqui mostra esse valor.

O melhor – A cor geral do filme

O Pior – entre outras coisas, a falta de capacidade de convencer de Mcavoy

Avaliação – C-

The Baytown Outlaws



Quando um estilo cinematográfico mesmo pouco ortodoxo começa a ganhar adeptos numa certa época de cinema é normal existirem alguns fenómenos menores, com menos meios e acima de tudo menos luzes da ribalta apostados em adoptar um estilo próprio, assim podemos dizer que este filme, é uma tentativa de seguir os passos de Robert Rodriguez com um projecto mais convencional, contudo os resultados ficaram muito longe daquilo que o realizador mexicano consegue quer em termos críticos onde este filme foi um desastre quase sem precedentes mas acima de tudo em termos comerciais onde acabou por ser lançado em pouco mais do que um par de cinemas para quase ninguém o conseguir ver.
Sobre o filme podemos dizer que na fase inicial nos demonstra alguma tentativa de creatividade e aspectos próprios como a passagem da imagem real para o cartoon para apresentar os protagonistas, mas rapidamente se torna naquele tipo de road trip com alguns tiques de mad max onde os protagonistas são sujeitos aos mais diversos tipos de adversários apresentados como letais mas que acabam sempre por ceder rapidamente.
Ou seja estamos perante um filme claramente assumido como sendo de serie B, pouco interessante com apenas alguns pormenores e irreverencia bem fundamentada mas que no geral pouco ou nada mais oferece do que isso, potenciando uma serie de sequencias de violência gratuita ainda que pouco exposta, mas que torna-se básico observar que o filme tem neste ponto a sua maior preocupação.
Mesmo assim e estando perante um filme assumidamente medíocre parece-nos exagerado a reprecrussão negativo que o mesmo teve quando observamos quase com a periocidade semanal muitos outros filmes, com muito mais budget e objectivos se tornarem em filmes bem mais difíceis de visualizar e gostar do que este, porque a determinados momentos se não consegue mais nada o filme ate em determinados diálogos ser na sua vertente menos seria algo engraçado.
O filme fala de três irmãos violentos e pouco adaptados que fazem vida de merecenarios ou seja acabar por aniquilar da pior forma possível pessoas para o qual são contratados normalmente bandidos aqui são contratados para tentar recuperar um menor das mãos de um dos lideres de quartel, contudo o que parece fácil torna-se difícil porque o adversário é bem mais forte do que previam.
O argumento é básico limitado em todas as suas componentes, mas parece que o filme não quer ser mais que isto, os únicos pontos de interesse e claramente trabalhados no filme e a tentativa de alguns actos de humor em conversas que por vezes ate funcionam outros são desastres totais e muito pouco trabalhados.
A realização tem alguns pontos em que se torna totalmente original e bem criada, mas no geral abandona a ideia da irreverencia demasiado cedo para ser mais convencional, o que acaba por não dar ao filme o seu estilo próprio que parece querer incutir na sua fase inicial.
Quanto ao cast o filme pede alguma componente física aos seus protagonistas simples desconhecidos mas que acabam por dar ao papel  o que este necessita, de inicio ao fim, não sera com este filme que saltaarão para a ribalta mas pelo menos protagonizam um filme com os objectivos centrados, quando as figuras de proa do filme, Longoria em serviços mínimos e Thorton com a rebeldia que o conhecemos que lhe deu a fama que entretanto desapareceu, mas sublinho temos saudades de ver este actor em outro tipo de projectos mais condizentes com a sua qualidade como actor.

O melhor – A introdução das personagens

O pior – Ter como objectivo violência gratuita

Avaliação - C

Tuesday, April 16, 2013

Oblivion

Era conhecido que para 2013 a super estrela Tom Cruise se dedicou à ficção cientifica, sendo que o primeiro de duas estreias que vai lançar seria este Oblivion, cujo trailer causou boa impressão pelos espantosos efeitos especiais e pela forma como deixou o planeta terra. A uma semana de estrear nos EUA e com uma estreia ambiciosa comercial pelo resto do mundo, podemos dizer que as prespectivas para o novo filme de Cruise são boas, ja criticamente as coisas não foram tão unanimes com mediania na maior parte das avaliações.
Quanto ao filme podemos dizer quer dos filmes mais recentes protagonizados por Cruise, é aquele que me pareceu mais monotono, e pese embora a riqueza creativa que esta subjacente ao genero parece claramente que falta algum dos pressupostos fundamentais para um bom filme de entertenimento, desde logo humor, o filme parece sempre estar numa toada seria gastando os seus unicos dois apontamentos num trailer, e depois a forma como as proprias sequencias de acção acabam por ser repetitivas, o que torna o filme quer no seu inicio quer mesmo no seu fim algo monotono e aborrecido.
Por outro lado na creatividade podemos dizer que o principio é bom que alguns twists são conseguidos principalmente as revelações iniciais que introduzem os dados de jogo, mas posteriormente o filme torna-se algo previsivel, contudo parece-nos claramente que com a clarificação e união de algumas peças o filmes adquira mais qualidade que inicialmente parece não ter objectivo de chegar.
Como positivo a riqueza estetica do filme, e a forma madura com que o filme apesar de tudo não consegue deixar pontas soltas, o que é um ponto dificil e torna alguns filmes mais ricos, pela forma com que todos os pormenores acabam por ter relevancia ou não ser esquecidos em si proprios.
O filme fala de um casal que apos uma disputa que destroi a terra e a lua acaba por serem funcionarios dos sobreviventes agora fora da terra para que esta consiga fornecer energia ao local onde se encontram, contudo algum permanece na terra apostado em contrariar esta dinamica.
O argumento é complexo bem criado, dificil e funciona principalmente como obra literaria bem mais certamente como um filme de entertenimento pois o filme acaba por ser monotono mesmo nas personagens e por algum vazio dos dialogos principais e alguma previsibilidade, que não tira contudo a riqueza de alguns aspectos e acima de tudo a forma com que o filme aborda o promenor.
A realização de Kosinki é de bom nivel, consegue em si trazer uma riqueza estetica de um realizador que não tinha deslumbrado numa estranho Tron, aqui apresenta-se em melhor nivel com um bom imaginario com riqueza estetica e realismo com promenores futoristas de eleição.
O cast é facil, o filme pouco ou nada exige, num Cruise longe do que ja conseguiu fazer e ainda recentemente num papel vazio e facil, ao seu lado a quase paralisada Kurilenko, que tem de mostrar bem mais para justificar a escolha de Mallick, depois Freeman para oferecer algum carisma ao filme, que Cruise nem sempre consegue dar.

O melhor - A riqueza tecnica.

O pior - A falta de um humor que tornasse o filme mais suave.

Avaliação - C

Saturday, April 13, 2013

GI JOE Retaliation


Depois do sucesso do primeiro franchising de GI Joe todos sabiam que seria uma questão de tempo à sequela ter lugar a unica duvida seria se consiguiria manter o seu cast ou teria de existir alterações, porque muitos dos seus protagonistas adquiriram outro tipo de reconhecimento muito quem sabe em termos comerciais impulsionados pelo sucesso do primeiro filme. Aqui percebeu-se que apenas Tattum regressaria, contudo para um pequeno cameo. os resultados criticos foram semelhantes ou seja mais uma vez a critica não foi de amores, muito pelo contrario com a formula que o filme encontrou, contudo comercialmente o filme mais uma vez conseguiu a rentabilidade necessaria para assegurar quem sabe mais um episodio, principalmente fora dos Estados Unidos.
Sobre o filme podemos dizer que é um filme tradicional com um espirito juvenil, mas pensamos que fica a perder claramente para o seu antecessor, por um lado pelo facto de The Rock não ter o efeito carismatico de Tattum, por outro lado pelo enrredo narrativo ser demasiado complexo, por vezes achamos que nos perdemos demasiado em transformações, em grupos em miticismo, quando o que realmente interessa no filme é a acção.
Aqui temos um filme competente ou seja com boas sequencias de acção algum humor contudo muito menos funcional do que em outros filmes do genero, principalmente tendo em conta a presença de Willis, o climax do filme é eficaz e os efeitos especiais eficientes que nos da um filme de acção de grande projecção mesmo que narrativamente nunca consiga ter a intensidade que se poderia esperar de um filme tão ambicioso comercialmente como este, principalmente na forma e na pouca força dos vilões.
Ou seja estamos perante um filme que quem gostou do primeiro vai novamente gostar do segundo se bem que talvez em menor grau, pela deficiencia de não conseguir trazer ao filme pelo menos a tempo inteiro as personagens mais importantes do primeiro filme, por motivos de cast, quem ja não gostou do primeiro filme não ficara certamente encantado com o segundo filme já que nada de especialmente complexo nos trás de novo.
A historia fala da introdução do grupo liderado pelo Cobra na Casa Branca que conduz a um armadilha que acaba por dizimar a maior parte do grupo G I JOE, depois o que sabemos os que restaram unem-se com uma ou outra captação e vão lutar contra este poder instalado e devolver o poder a quem de direito.
Em termos de argumento mais uma vez o filme não perde tempo nas personagens nem no guiao o objectivo e fazer acção por isso tudo o resto e acessorio o que pode ser redutor em termos de cinema, mas que para os objectivos do filme chega por completo, perde e alguns cliches iniciais que tornam o ponto mais intenso emocional do filme demasiado previsivel.
A realização é menos forte e mais escura do que o primeiro filme, ao ser entregue a alguem menos experiencia existe menos risco, menos força nesta componente no filme, colando-se demasiado a alguns filmes de artes marciais o que não nos parece conjugavel com o espirito que o filme deveria ter, neste particular perde claramente para o primeiro filme.
Em termos de cast o inicio dá Tattum a oferecer o protagonismo a The Rock, que mesmo conseguindo efectuar uma carreira muito forte em Hollywood este ano é omnipresente no numero de projectos, em termos de alcance existe muitas mais debilidades tornando o filme mais fisico, o que nos parece retroceder, depois Willis acaba por amparar na parte final o protagonista que a meio do filme sente-se sozinho ja que tudo o restante não consegue suportar o papel de Rock dando a sensação que o filme ficar orfão.

O melhor - a intensidade de alguma sequencias de acção.

O pior - Os vilões.


Avaliação - C-

Friday, April 12, 2013

The Incredible Burt Wonderstone

Desde que o projecto foi anunciado, que a expectativa em torno do primeiro grande projecto como realizador da figura de 30 Rock que o mundo da comedia esperava com ansiedade o resultado que iria surgir, ainda para mais pelo cast juntando Carey e Carrel, e pelo mundo da magia como pano de fundo. logo nas primeiras criticas percebeu-se que a unanimidade estaria longe do que conseguiu com a serie de referencia de humor, e ainda pior se tornou quando o filme acabou por efectuar um penoso trajecto comercial que tornou rapidamente este filme numa das maiores desilusões comerciais deste inicio de 2013, defraudando os que esperavam algo mais deste filme.
Sobre o filme podemos dizer que é uma comedia com pontos originais e inteligentes que funcionam com um humor simples quase tradicional mas depois principalmente na construção narrativa cai num elemento demasiado basico que chega a tornar-se saturante, princiapalmente na dinamica relacional entre personagens, ou seja por vezes parece que estamos perante um filme com um humor inteligente e por vezes caimos num humor sem sentido, pateta, para alem dos truques de face de Carey omnipresentes e nem sempre funcionais pelo menos neste filme.
FIca a sensação que o filme quer agradar a toda a gente em termos de comedia e perde uma ocasião para termos uma comedia engraçada curiosa, com o atractivo de ser facil de ver e apelar a creatividade pelo menos nas sequencias de magia, contudo por vezes os estilos são demasiado misturados e o familiar torna-se demasiado confuso.
Mas o filme tem riqueza moral bem assimilada na preservação da tradição, na paixão pelas coisas, na simplicidade de observação e amizade, como as comedias devem ter a liçao moral esta bem estudade e bem cimentada no filme ao longo de todo o seu trajecto, pena é que a indecisão de humor e uma historia de base demasiado simplificada com atalhos algo mal executados ponham em causa o resultado final.
A historia fala de um mágico, que devido ao sucesso deixa de se preocupar pois acha-o natural, com o desprezo ve surgir uma nova vaga de magia por parte de um executante arrugante e uma forma diferente de estar, conduzindo-o à miseria, ao ter de reconstruir a carreira vai ter novos desafias para um objectivo comum.
O argumento se por um lado consegue reitirar o melhor em termos humoristicos das personagens principalmente em situações à parte perde pela forma como atalha determinados pontos como as mudanças nas personagens que surgem sem sustento o que é sempre um handicap para qualquer filme, tambem nos parece que por vezes tem dificuldade de utilizar o humor em palavras.
A realizaçao e simples o maior problema e conciliar as sequencias de magia, mas consegue com Las Vegas por tras tudo parece facil e aqui é mesmo, num filme que em termos de realizaçao funciona a meio gás.
O cast tem um Carrel no seu tipo mais base, Carey com as suas caras em personagem excentrica habitual pelo lado negro, contudo parece-nos que Carey consegue dominar o filme, e isso é porque é melhor humorista e acima de tudo tem mais luz, Carrel ainda é um fenomeno a estudar como humorista. Buscemi é sofrivel num papel longe do que esperamos dele, e por fim Arkin num espaço mais soft que faz falta as suas carreiras.


O melhor - Alguns a parte humoristicos de excelente qualidade, como o Cambodja.

O pior - Carrell conduz sempre o humor para demasiado soft

Avaliação - C+

Ginger & Rosa

Sally Potter é daquelas realizadores de Hollywood que todos conhecem sem muitas vezes conhecermos um filme dela, pela motologia em torno do seu nome e de um cinema acessorio com marca própria que ao longo dos anos foi-se tornando menos mediatico e ao mesmo tempo mais silencioso. Para este ano o grande chamariz do filme era dar a Elle Fanning o seu primeiro papel como adulta, os resultados se comercialmente o filme não tinha grandes ambiçoes como todos da propria realizadora comercialmente o filme passou na critica com avaliações positivas.
Sobre o filme podemos dizer que o cinema de Potter sempre foi demasiado silencioso e metaforico neste filme isso esta mais evidente de que muito em muitas sequencias as palavras são abandonadas e substituidas por lagrimas mais proximo da tradição europeia do que propriamente de Hollywood, por outro lado o caracter metaforico do filme na forma como a protagonista vivencia os seus problemas como do mundo se tratasse na forma como esta os mascara. No todo da um filme de altos e baixos demasiado lento e mesmo sem uma intencidade emocional forte que só surge a espaços e principalmente no fim quando o filme ja passou muito tempo sem nada dar.
Ou seja no competo geral estamos perante um filme a meio gás que nos surpreende apenas na parte final quando já desesperamos com a falta de ritmo num cinema pastoso cada vez com mais dificuldade em singrar no cinema dos nossos dias, mesmo assim alguns bons aspectos principalmente em alguns apontamentos do guião e aspectos tecnicos que não chegam para seduzir-nos como espectador que passamos a maior parte do tempo tedeados com o que observamos.
Mesmo assim a forma subtil com que demonstra a complexidade relacional nos dá ainda que de forma incaputada a intensidade da homossexualidade são pregaminhos que vincam o filme, nem que seja por um conteudo idelogico proprio sem que isso se traduza numa obra forte de cinema.
A historia fala de duas companheiras adolescentes inseparáveis, que compartilham todos os seus problemas familiares e ideologias, ate que se intromete o pai de uma na relação entre ambas que conduz a uma panoplia de conflitos e situações internas e relacionais.
O argumento tem bons apontamentos sendo contudo mais forte no conteudo simbolico do que na sua propria caracterização, se consegue introduzir bem a subtileza da paixao entre as personagens mesmo que unidirecional, por vezes parece que tem receio de assumir uma postura mais clara em outros aspectos.
A realização de Potter tem um vector proprio interessante que funciona no filme, ou seja filmas as personagens em segundo plano quando estas são debatidas como se contextualizassem o que ocorre, uma opção original interessante simples e estetica, de uma realizadora experiente a demonstrar isso mesmo com espaço de manobra para uma realização que sem ser brilhante ganha nos promenores.
O cast tem uma Fanning dual, por um lado nos momentos mais expressivos consegue explodir, mas nos momentos mais calmos parece sempre demasiado infantil sem talvez um leque sentimental expressivo mais vasto, nao permite que saia claramente a ganhar neste seu primeiro papel mais adulto,o mesmo para Englert que tambem aqui nos parece mais misteriosa do que eficaz, nos secundarios papeis normais onde apenas consegue chamar a si algum protagonismo Hendricks, mais mesmo do que um Nivola mais em foco.

O melhor - A aceleração final

O pior - A lentidão predominante.


Avaliação - C

Wednesday, April 10, 2013

Mental

PJ Hogan ganhou sucesso como realizador nas comedias romanticas depois do casamento do meu melhor amigo, desde ai conseguiu mais alguns filmes de grande produção e desapareceu, nunca concretizando a promessa que o inicio da sua carreira prespectivava. Numa fase mais independente e de autor tras-nos este Mental centrado no seu pais Australia. os resultados comerciais no filme limitaram-se a alguma força no seu pais de origem mas uma total indiferença nos restantes criticamente as coisas foram também elas negativas.
Sobre o filme podemos dizer que o mesmo é uma mistura, de um filme bem intencionado e com bom coração, mas ao lidar com a doença mental, tem demasiado pouco sentido não so nas personagens mas acima de tudo na sequencia destas, sendo o maior problema do filme a velocidade com que as personagens passam de um lado saudavel ao expoente da loucura. E mesmo que isso nos traga um conceito interessante a maior parte do tempo bem filmado, fica a sensação que o filme é demasiado estranho e quer alimentar esse facto como figura de estilo o que o torna aborrecido, principalmente tendo em conta a sua longevidade.
Mesmo asssim pensamos que a ideia e principalmente a introdução do filme, funciona, num aspecto totalmente diferente, ou seja, a sencação de um paralelsimo e a forma original com que aborda a tematica da saude mental, contudo depois na sua concretização cai no exagero, no infantil perde seriedade o filme e tranforma-se em mais uma comedia bem estranha mas algo familiar.
Ou seja estamos perante um filme com um espirito independente na creatividade mas que no final se preocupa mais em ser politicamente incorrecto do que concretizar algumas das premissas centrais em que o filme se baseia, e isso faz com que o filme se torne bem mais simplista do que a partida parecia apostado em ser.
O filme fala sobre uma familia, composta essencialmente pela mãe e filhas, ja que o pai é distante e apenas pensa na sua carreira politica, onde todas evidenciam e disputam a existencia de problemas mentais em cada uma delas, ate que ficam entregues a uma especie de ama, que mais não é do que alguem que quer demonstrar que a saude mental é um termo extremamente relativo.
O argumento do filme na sua base e na forma como tras um tema pouco trabalhado para o cinema acaba por ter o aspecto positivo da curiosidade, contudo a concretização perde por falta de objectividade e uma maior preocupação em tornar o filme rebelde, bem como as suas personagens do que este ser concreto nos pontos que deveriam ser pilares da historia.
PJ Hogan pese embora ja tenha filmes de grande sucesso nunca se evidenciou como cineasta mas mais como obreiro mesmo na sua concretização de Peter Pan finalmente aqui da algum sentido creativo a sua forma de filmas a espaços com algumas referencias ao cinema de Wes Andersson mas mais simples, o que pode dar um bom prenuncio para o regresso em filmes com mais cunho proprio.
 O cast extremamente australiano funciona, não so nas pequenas interpretes todas elas a bom nivel, mas na direcção de Collete uma excelente actriz que sempre pareceu com dificuldades de ser aposta concreta em Hollywood aqui demonstra que a capacidade e multifaceta esta la, falta e talvez uma componente mais estetica e carisma, o resto são apenas pilares basicos do filme.

O melhor - A saude mental retratada na setima arte.

O pior - Demasiado irrequieto e confuso


Avaliação - C+

Tuesday, April 09, 2013

A Glimpsie Inside the Mind of Charles Swan


Desde que se aventurou na realização pela primeira vez, há aproximadamente 12 anos com o enigmático CQ que a critica ganhou alguma aversão ao filho mais novo de Copolla, principalmente como realizador, dai que o tempo de espera foi muito e só após recuperar algum renome como argumentista esta segunda incursão teve lugar. Contudo o resultado acabou por ser ainda mais decepcionante que o primeiro, desde logo comercialmente onde foi completamente ignorado por toda a gente e criticamente onde novamente levou a um autentico coro de reações negativos em torno deste filme.
Sobre o filme podemos dizer que tem tudo o que se gosta de Copolla como argumentista, que é o festival de cor e personagens peculiares, tão bem criados em Moonrise Kingdom, mas percebe-se que por muito que tente nada faz sentido em todo o filme, ou seja a cola que Wes Andersson faz ao espirito de Copolla torna tudo diferente torna um objecto esquisito numa obra de arte aqui so temos a primeira parte.
É difícil perceber o sentido ou a narrativo do filme para alem de um conjunto de sequencias de esquizofrenia que é bem patente na personagem mas acima de tudo também no filme, que raramente consegue ser um objecto coeso, e acima de tudo capaz de nos dar sentido de todo, isto tudo fica pior quando mesmo as partes muitas vezes são desprovidas de qualquer sentido.
O único ponto positivo do filme é a cor, e a forma com que as personagens são creativas principalmente nos seus desvaneios, e alguma similaridade principalmente em pormenores próprios e isolados da realização com o panorama tão bem por si escrito em Moonrise Kingdom, pena é que Copolla desista ou faça de estilo o sem sentido, principalmente quando tenta dar ao filme um sentido non sense humorístico que nunca consegue funcionar neste mesmo ponto.
O filme fala de um creativo que de repente entra em depressão quando é abandonado pela sua namora, aqui entra em loucura, que de alguma forma o conduz para um estado esquizofrénico levando o espectador para o seu mundo mental.
O argumento até pode ser orignal e creativo mas não potencia uma historia enquanto todo, como filme e obra singular não funciona, não tem narrativa, não tem fio condutor tem irreverencia algumas sequencias isoladas curiosas e pouco mais, percebe-se que é o mesmo argumentista de outros grandes filmes, mas no outro lado da sua competência, o estilo e o mesmo o resultado e que e o oposto.
Podemos dizer que Copolla demonstra neste filme como já demonstrara em CQ ter um optimo sentido estético nos filmes, ou seja, que a capacidade como realizador com um estilo próprio, ou quanto muito num registo em que poderia integrar junto dos seus amigos Wes Andersson ou a sua irmã Sofia Copolla, contudo a materialização dos filmes é sempre demasiado estranha e pouco próxima do publico para ser reconhecido. Não sabemos se um dia ira mudar e conseguir o sucesso mas os quesitos parecem estar la.
O cast e liderado por um Charlie Sheen decadente enquanto actor, mas que encaixa na personagem também essa um misto de rebeldia e ao mesmo tempo pouco sentido, ou seja, um filme que Sheen actual encaixa já que é fora do sistema, e rebelde o suficiente, mesmo assim domina o filme, num papel que lhe poderia dar um regresso caso o filme tivesse outra recepçao, de resto os meninos do grupo Murray e Shwartzman, no registo Wes Andersson e pouco mais.

O melhor – Sheen a cantar em português e a falar espanhol e apontamentos de realização

O pior – A falta de capacidade do filme ter qualquer tipo de logica congruente para ser um filme valorizado

Avaliação – C-

Monday, April 08, 2013

Inescapable


Filmar sobre o regime Sirio actualmente não deixa de ser um tema de alguém que se encontra actualizado em termos de movimentações politicas, contudo quando o filme e de pequenas dimensões e tenta ser um pouquinha uma reidição barata de Taken, a complexidade do tema pode rapidamente desaparecer. Talvez o regime tenha conduzido a que o filme tivesse um lançamento no grande ecrã mesmo que que curto, passando silenciosamente pelos cinemas americanos e com uma critica adversa e daqueles filmes que poucos perceberam que existia e muitos menos viram.

Sobre o filme podemos dizer que quando a produção americana é amadora, os filmes não conseguem respirar, principalmente porque existe sempre a tentativa de complicar o que ate podia ser fácil para deixar uma marca própria no filme. E este era um filme fácil de chamar a atenção pela produção na Siria, num momento actual, mas depois trás.nos um emaranhado da facilitismo narrativo que na parte final nem mesmo o fácil permite com que a conlusao seja simples, tornando o filme num objecto que se perde em si mesmo, e quando quer resolver já e tarde demais.

O problema do filme é não sabem definir se quer ser um drama politico que o é na parte final, ou num filme de acção básico sem qualquer tipo de adorno, fica a sensação que o filme se sente sempre melhor desta maneira mesmo que longe do que de melhor se faz em Hollywood contudo acaba num recambulesco mixórdia de temáticas que não agrada a nenhum ponto.

Por fim os lapsos narrativos para chegar ao que se encontra por tras do filme passamos por etapas escandalosas, pouco vermosiveis e capazes de entedear o mais fanático adepto de novelas habituado aos truques mais utilizados no cinema actual. Ou seja um filme fraco produção de segunda que so surpreende por ter nas suas fileiras uma vencedora de oscar que já viu melhores dias.

O filme fala sobre um ex agente da policia Siria que se ve obrigado a regressar a este pais onde é procurado já que a sua filha se encontra desaparecida no mesmo, aqui encontra um jogo de espionagem e relações perigosas onde apenas sobra para ajudar uma ex amante e pior que isso um projecto de embaixador.

O argumento e fraquinho demasiado atalhado naquilo que uma narrativa de acção e suspense tem que ser simples ou bem montado, aqui tudo parece cair ao virar da esquina sem qualquer tipo de base, mas pior e o facto dos personagens não conseguirem nunca evoluir nem tão pouco se caracterizar com o mínimo de realismo.


A realização ate tem bons momentos principalmente dentro de veículos, que demonstra que sentido de realização o filme ate tem, contudo quando tudo o resto e uma nulidade a determinados momentos a realização também o é, qualquer apontamento creativo surpreende.

Quanto ao cast desolador, ver um protagonista que cai muitas vezes no overacting, quase irritante, um Jackson que parou no tempo de promessa, para ser uma promessa pela negativa, e Tomei perdida num elenco com manifesta falta de qualidade e muito pouco para um filme que ate aposta neste ponto.


O melhor – A realização na queda do carro.

 

O pior – O protagonista~

 

Avaliação – D+

Saturday, April 06, 2013

21 and Over

Desde o sucesso instantaneo que foi a Ressaca bem como o seu segundo volume que os seus produtores e argumentistas tem tentado repetir a forma mas num mundo mais adolescente, o ano passado com o excentrico e excessivo Project X e este ano com este 21 and over. Pese embora o sucesso dos seus antecessores este filme não conseguiu continuar a senda, não so em termos criticos onde foi um desastre mesmo comparando apenas com os outros filmes, mas principalmente comercialmente onde o seu trajecto não foi entusiasmante, talvez a falta de uma estrela tenha sido demasiado custosa para o filme.
Sobre o filme, quando se quer fazer uma comédia a alta velocidade e do cross limite como foram obviamente A Ressaca e acima de tudo o exageradissimo Projecto X, é preciso ter dois elementos que este filme nunca consegue ter, desde logo concretizar com sucesso mais de metade dos seus momentos de humor pleno, neste filme seremos muito bondosos se dissermos que cinco por cento das situações funcionam na sua plenitude, e depois o filme tem que ter um ritmo que seja uma evidencia o que neste filme acaba por não funcionar o que torna o filme extremamente silencioso e desesperante principalmente tendo em conta o que promete no seu inicio, o que acaba por ser uma desilusão mesmo para quem seja mesmo muito adepto deste tipo de filmes o que não e claramente o meu caso.
Ou seja estamos perante uma comedia juvenil igual a tantas outras, normalmente com pouca ou nenhuma graça que como tem sido ultimamente moda cai no exagero principalmente em piadas de cariz sexual demasiado exageradas e quase sempre sem qualquer tipo de graça, que tem ligada a si uma moral emocional de amizade que nunca parece ser realmente transmitida a não ser na sequencia final.
Do lado positivo pouco a registar desde logo o caracter estetico do personagem asiatico de longo o mais funcional do trio em termos humoristicos e pouco mais, porque de resto a mistura de irreverencia sem precedente e a emocionalidade relacional não funcionam num filme em que se espera mais que tudo rir até doer e pe no acelerador.
O filme fala de tres amigos que em pleno campus universitario saem no sentido de tentarem festejar o 21 aniversario de um deles, contudo o exagero poem em causa a entrevista fundamental que este teria no dia seguinte, depois o ja esperado uma serie de aventuras sem fim, numa unica noite, com consequencias imprevisiveis.
Sobre o argumento apenas podemos dizer que estamor perante uma repetiçao disfuncional da ressaca num contexto diferente mas que o filme falha em dois pontos centrais o humor e mesmo os dialogos, não oferecendo vida a personagens pouco interessantes.
A realização e simples com pouco rigor ou mesmo com muita pouca exigencia, algumas das piadas necessitam de apoio da realizaçao e esse esta la, mas o filme não permite explorar muito neste teor, alias como a maior parte das comedias juvenis.
Quanto ao cast liderado por Milles Teller, demonstra que este actor não funciona e provavelmente nunca funcionara, primeiro porque esteticamente não e comediante, depois porque dá sempre a sensação de que a rebeldia não acenta bem, demonstrando que o carisma não esta presente. Tambem Astin parece ir aquem do que conseguiu em Pitch Perfect num papel mais basico e menos interessante deixa toda a comedia e funcão para Chow, o unico com valor assumido no proprio filme.

O melhor - Os momentos Chow.

O pior - A falta de graça e ritmo do filme

Avaliação - D+

Beautiful Creatures

Depois do sucesso natural da saga twilight seria comum que alguns dos livros juvenis com mais misticismo tivesse tambel a luz do dia, em produçoes mais ou menos grandes dos diferentes estudios de hollywood este ano no inicio de um ano, surgiu este Beautiful Creatures, sem grandes figuras nos seus protagonistas, contudo o resultado foi muito divergente criticamente não foi alem de uma mediania que não deixa ao filme qualquer tipo de rastilho mas comercialmente a maior aposta do filme as coisas ainda foram bem piores com resultados muito frustrantes para a adaptaçao de um livro de sucesso.
Sobre o filme podemos dizer que quando se entra no sobre natural é importante o fazer com alguma proximidade no publico e não fazer um filme naturalmente esquizoide, e aqui este segundo ponto é aquele que é mais visivel, normalmente o filme acaba por ser sempre estranho, nas suas personagens no seu sentido e acima de tudo não consegue simplificar quando o tem que fazer por mais que tudo ser um filme para jovens. Mas este acaba por ser o grande problema do filme, por um lado não conseguir simplificar uma historia que é demasiado longa para o seu conteudo e acima de tudo oferecer ritmo que tambem e um aspecto pouco potenciado.
Depois tem o facto de ser um filme com demasiados retalhos personagens que entram e ficam demasiado tempo fora de forma a que quando regressam não e perceptivel o seu real envlvimento no filme, ou seja um filme que com a tentativa de se diferenciar dos demais com mais pormenor e contexto acaba por ficar demasiado preso a este ponto e perder alguns dos pontos comerciais mais importantes ja que criticamente o filme dificilmente poderia ter grandes ambiçoes.
O unico aspecto importante de todo o filme e aquele que resulta melhor e o facto do filme se tornar no final um filme claro de bruxas e de poderes com sentido estetico e que transforma mesmo que de forma arriscada num filme finalmente com algum sentido proprio, e mesmo a forma como o final é aberto demonstra que o filme apenas no seu fim, consegue ter um projecto que por vezes funciona, mesmo que grande parte da duração não consega ser mais que aborrecido.
O filme fala de um jovem que sonha sair de uma pequena cidade totalmente pre definida, ate que se começa a interessar por uma jovem descendente de uma familia ligada a bruxaria, mesmo contra a convençao de toda a cidade, depois começa a convivencia com um mundo completamente diferente.
E obvia a similaridade da forma do guião e mesmo do mecanismo do que observamos na genese de twilight dai que em termos de originalidade estamos perante um filme previsivel numa formula que funcionou mas nunca pelos seus meritos mas mais pela sua novidade, em termos de argumento o filme é limitado quer nos guiões, quer nos dialogos e personagens mas mesmo no seu desenvolvimento e um filme de curto espaço.
A realizaçao de um filme com alguns efeitos especiais nao e facil, e aqui pensamos que o filme funciona na formaçao de cenarios e espaços e menos na utilizaçao vaga dos efeitos principalmente nos feitiços onde parece sempre primario, de um realizador pouco habituado a tantos meios, nao podemos ir alem de alguma mediocridade.
QUanto ao cast a aposta em supostos deconhecidos acaba por resultar melhor do que a maioria do filme Englert parece-nos uma boa escolha pois o caracter dual e bem transmitido o que e a maior força da perosnagem num papel que tinha que viver mais do carisma do que propriamente da beleza de uma actriz perfeitamente vulgar neste aspecto,Erehreich parece-nos que futuramente podera ter uma carreira mais promissora porque parece ter mais argumentos mas tem que os aprimurar, ja que parece ainda demasiado verde em muitos segmentos. Nos secundarios Irons e Rossum tem o maior destaque pese embora a simples curiosidade de ver Emma Tomphson como vila o que não ocorre muitas vezes.

O melhor - O final.

O pior - A indefinição aborrecida de grande parte do trajecto do filme

Avaliação - C

Sunday, March 31, 2013

A Good Day to Die Hard

Se existe personagem que ao longo do tempo conquistou um espaço de miticismo no mundo do cinema de acção esse alguem foi John Mclane principalmente pelos seus primeiros filmes. Contudo sabemos como a industria de cinema gosta de ir buscar esses herois e tentar recolher mais uns dolars com eles, este ano surgia um novo capitulo o quinto ao todo, contudo aqui a personagem central ja perto dos 60 anos tinha perto de si o seu filho. O resultado foi contudo desolador, criticamente foi um desastre total como mais nenhum tinha sido comercial os resultados foram muito limitados para uma saga que tanto sucesso ja teve.
Sobre o filme podemos dizer sem grande perigo que e claramente o pior filme de toda a saga acima de tudo porque torna todo o filme mais um filme de herois de acção e aproximao que Willis fez por este personagem do que normalmente efectuava Van Damme ou mesmo Norris nos seus filmes o unico ponto de união ao que ate a data tinha sido feito é mesmo algum humor na personagem e mesmo este esta como a idade ou seja algo gasto.
O problema do filme reside em dois pontos bases, por um lado na falta de quimica natural entre Willis e o seu filho e este ponto acaba por ser o mais danificante na forma como o filme resulta junto ao espectador, mas tambem num guião extremamente basico, simplista e minimalista que nunca consegue arecadar a si o espectador mais fa dos espectadores. Mesmo em termmos da narrativa de acçaõ o filme resulta a espaços perdendo força com o seu desenvolvimento acabando por ser limitado na forma com que segue uma historia que deveria resultar por si so.
Ou seja um filme cujo o unico motivo e tentar vender um produto que ate hoje sempre foi minimamente agradavel num filme basico esteriotipado sem interesse e muitas vezes pouco emotivo, tecnicamente o filme não tras nada de novo dando ainda mais a ideia de que com o minimo de aposta querem a rentabilidade simplesmente pelo heroi.
O filme fala de John mclane desta vez na Russia para tentar resgatar o seu filho agente da Cia no meio de uma conspiração com organizações terroristas russas, e que vai conduzir a mais uma avnetura de acção trepidante desta vez a dois.
o Argumento e claramente o parente pobre do filme quer na narrativa e historia escolhida na limitação dos dialogos e acima de tudo por não dar espaço a Mclane ser ele proprio com o seu humor e mesmo non sense, e este facto leva a um filme aborrecido com muito pouco interesse.
Hugues e um realizador de produções limitadas normalmente em filmes fracos e pouco coesos, aqui mais uma vez demonstra a razão de não ter evoluido mais com muitas vezes imagens confusas e pouca intensidade.
O cast tem Willis no seu melhor papel, contudo o filme não o deixa ser igual a si proprio, depois o filme não da espaço para mais nada e principallmente Courtney necessitava de bem mais para num papel com tanto destaque chamar as atenções a si.

O melhor - As poucas graças de mclane senior.

O pior - A falta de graça do Junior

Avaliação - C-

Saturday, March 30, 2013

The Host

Será comum nos proximos anos, após o sucesso internacional que foi a saga Twilight que os seus produtores e acima de tudo os livros ou contos da sua escritora seja levados ao cinema com produçoes mais ou menos de grande dimensão. A primeira apos o término da saga que conduziu myer ao estrelato foi este The Host, com a batuta do sempre controverso Nicol. O filme parece não ter agradado de maneira nenhuma aos defensores criticos e comercialmente uma vez que o filme só neste fim de semana viu a luz do dia, so agora se podera observar o seu real valor tambem neste aspecto.
Quanto ao filme podemos dizer que a permissa é interessante, original e no seu inicio acaba por ser bem montada, num thriller futurista com uma boa dinamica, um filme que quer em si uma boa contextualização do mundo onde esta inserido, contudo depois o filme que se prepara para ser, quem sabe um bom filme de acção nunca se concretiza neste aspecto preferindo ser um filme romantico por vezes, ou mesmo quase sempre excessivamente meloso, e com muito pouco conteudo ou complexidade, e se isto até ao fim nos parece que leva o filme para um genero diferente mas aceitavel a sua finalização é mesmo de uma bondade excessiva que nada oferece em termos de conteudo moral ou mesmo de logica ao filme.
Pese embora este grande erro de decisão sobre o proprio filme, podemos dizer que principalmente esteticamente e na forma como monta todos os espaços do filme este tem creatividade quer na gruta auto suficiente quer mesmo na simplicidade do mundo criado e desenhado com algum estilo, após a ocupação a produçao demonstra a forma e a riqueza da aposta que funciona, se bem que por vezes pensamos que poderia ir bem mais alem principalmente no segundo plano, demasiado simples e proximo do que temos hoje.
Ou seja estamos perante um filme juvenil que na sua hipotese de base poderia ser bem mais adulto evoluido e ir por onde o proprio livro não quer ir, a orignalidade do filme fica-se pela sua base que depois desenvolve-se como todos os filmes que tiveram inspiração nos dolars que Twilight ganhou por todo o mundo que como filme propriamente este nunca poderia ser fonte de inspiração de nada.
O filme fala de uma invasão extraterrestre onde estes seres acabam por entrar dentro dos nossos corpos e manipular o que fazemos, numa guerra contra nos que acabamos por ficar prisioneiros dos mesmos, aqui temos a luta de uma jovem que apos ter sido tomada, acaba por conduzir o seu novo eu na procura da sua familia e amigos ainda resistentes.
O argumento e bem montado, tem uma ideia de base bastante interessante mas dissipa-se por ai a qualiade do mesmo, depois demasiado basico, indefinido pouco complexo, tendo o seu principal erro em nao aproveitar a riqueza natural que a ideia poderia trazer, tornando-o num romantico filme sem conteudo que se salva com duas ou tres piadas dos dilemas morais e disputas da propria personagem.
A realização tem qualidade principalmente na forma como monta cenarios e acima de tudo o desenvolvimento dos mundos, não é de excelencia mas com a sua simplicidade é eficaz, e acaba por dar o contexto a um filme que poderia ter outro tipo de dimensão pelo menos atendendo a este aspecto.
Por fim o cast liderado por Ronan habituada a liderar filmes mais exigentes que neste filme está a anos luz do que ja demonstrou a personagem é desinteressante pouco potenciada e exigente e a actriz parece querer dar mais do que o filme pede e não resulta surgindo uma sensação de uma actriz perdida ao longo de todo o filme, bem como os seus colegas de filme, onde apenas Hurt tem consigo uma aura funcional, Kruger não nos parece com perfil para liderar qualquer tipo de lado negro em qualquer filme.

O melhor - A ideia do filme.

O pior - Ter tornado a mesma num filme romantico de sabado a tarde.

Avaliação - C

Thursday, March 28, 2013

Gambit

Muitas poucas vezes os irmãos Cohen escreveram um filme que não fosse realizado por Joel, contudo para este ano surgia um filme com o argumento dos irmãos mas trazia o veterano Hoffman como realizador, em torno de uma comedia particular. Para alem do mais Firth encabeçava o primeiro filme depois do Oscar que venceu em discurso do rei, a expectativa contudo bateu no fundo quando as criticas começaram a ser violentas com o filme, de forma a colocar fora da sua estreia nos cinemas americanos e condicionar por completo o seu box office.
Quanto ao filme podemos dizer que em termos da filmiografica dos irmãos Cohen como realizadores e argumentistas, temos muitos filmes semelhantes a este ou seja comedias com um humor simples mas com uma intriga complexa, nem sempre bem montada e funcional em termos de comedia mas em pequenos pontos denota-se a sua presença mesmo sem deslumbrar. Neste filme esse toque mais uma vez e visivel contudo a qualidade do filme na sua generalidade e muito inferior ao que estamos habituados a ver nos irmãos.
O problema do filme não se passa tanto na sua base ou mesmo na complexidade narrativa por vezes bem montada mesmo para uma comedia, mas no humor utilizado em si, nesse particular o filme nao funciona e principalmente nos momentos exclusivamente humoristicos o filme cai rapidamente no tedio e na falta de graça natural, ou seja um filme que se fosse mais adulto e mais serio poderia se aproximar mais de um bom filme de aventuras.
Ou seja estamos perante um claro parente pobre da comedia que justifica a pouca aposta comercial num filme com limitações quer na sua montagem quer na sua narrativa, que caso não fosse a presença de alguns actores conceituados rapidamente poderia ser esquecido entre tantos outros directos para aluguer.
O filme fala de um especialista em arte que planeia um golpe ao seu patrão com a ajuda de uma texana, que lçhe dara a cobertura perfeita a sua estrategia, numa serie de aventuras e curiosidades sem limite.
O argumento do filme e bem gerido no seu corpo e mesmo narrativa de fundo contudo a abordagem demasiado goofy em termos humoristicos nao funciona e distancia e aborrece o espectador principalmente porque idiotiza as persoangens tornando-as demasiado limitadas na sua essencia.
Na realizaçao Hoffman não é um prodigo e um tarefeiro em final de carreira, normalmente em filmes simples sem grande reconhecimento aqui com a moleta dos Cohen acaba por não ter um reconhecimento diferente do que tem feito ate aqui e nºao tem sido muito
O cast é simples, onde o unico destaque podera ir para um Rickman sempre funcional no lado negro do filme, FIrth volta a grande parte da sua carreira muito limitada, bem diferente dos seus anos de ouro, e Diaz e uma pin up comercial que não consegue sair desse registo.

O melhor - Alguma capacidade na montagem do guião

O pior - A falta de graça natural da comedia

Avaliação - C

Tuesday, March 26, 2013

Broken City

Reunir Whalberg e Crowe num unico filme pode ser motivo de ansiedade para qualquer adepto do cinema, contudo o facto do filme que marca o encontro de estas duas figuras do cinema actual ser num filme pouco expressivo lançado no mês das experiencias e dos projectos pouco convincentes surpreendeu meio mundo. Tudo ficou perceptivel que seria um filme menor na carreira de ambos quando criticamente o filme foi quase ignorado assim como a prestação de ambos e comercialmente pouco mais que aceitavel foi o trajecto deste filme pelo box office.
Desde logo podemos dizer que ambos os actores mereciam um encontro num filme mais forte, num outro tipo de registo do que num filme vulgar em regime policial com intriga policia com objectivos limitados bem definidos e com pouco risco e ao mesmo tempo margem de progressao. E as limitações centrais do filme acabam por residir no emaranhado que é o seu guião ao querer ser ao mesmo tempo um filme simples e directo ao objectivo acaba por jogar com diversas linhagens de personagens que nem sempre tem o protagonisto introdutorio necessario para a relevancia que posterirmente acabam por ter, o que torna o filme algo confuso principalmente quando tenta se concluir.
Mesmo assim estamos perante um filme com bom ritmo capaz de provocar um entertenimento interessante com algumas pontes previsiveis outras que funcionam, mas no globar é um tradicional filme politico de entendimento simples e eficaz nos predicados mais basicos, e que consegue principalmente na sua fase inicial ter algum humor, que acaba sempre por ser uma ponte eficaz com o espectador para não tornar o filme tão duro.
A parte que poderia ser mais potenciada seria a fase inicial, quase so aparece de relance, a custo é entendida pelo espectador mas mesmo na dinamica relacional do protagonista, o filme parece sempre perdido ate que acaba por o abandonar como uma ponta solta.
O filme fala de um detetive privado afastado da policia que e contratado pelo Mayor de Nova Iorque para investigar a infedilidade da mulher que por sua vez vai conduzir a que esta investigação seja bem mais do que parece.
O argumento e uma narrativa de altos e baixos, se a montagem do corpo da historia esta bem conseguida em pormenores nem sempre consegue dar aquela intensidade e surpresa as revelaçoes que era expectavel, mesmo nas personagens parece que algum defice de introduçao dos mesmos coloca o filme algo solto na fase mais central, contudo tem bons momentos de dialogos ao serviço de bons protagonistas.
A realizaçao e facil sem ser brilhante filmas Nova Iorque principalmente em planos longos e algo que funciona sempre bem principalmente em filmes politicos e neste filme não é excepçao contudo de resto e apenas funcional.
O cast não retira o melhor dos seus protagonistas, principalmente a Walbergh mais proximo dos seus papeis mais limitados como heroi simples de acção ou policial e da mais espaço a Crowe que consegue nas poucas oportunidades que o filme lhe da, oferecer a excelencia de um grande actor num filme de um registo inferior ao que esta habituado, os secundarios são meros participantes activos.

O melhor - Os momentos do melhor Crowe.

O pior - Não introduzir as personagens que vão ser chave na historia

Avaliação - C+