Monday, February 25, 2013

Bullet to the Head


Pois bem podemos dizer que este inicio de ano marca o regresso de todos os heróis de acção dos últimos anos, depois de Arnold, e previsivelmente de Willis, eis que também Sly teve direito ao seu filme tentando novamente reanimar uma carreira que nos últimos anos apenas com a saga dos mercenários conseguiu algum colorido. Contudo o problema e que muitas vezes existe tipos de filmes gastos e mesmo imagens dai se perceba que este regresso se tornou um autentico flop e se criticamente era expectável, pese embora Walter Hill na realização em termos comerciais observou-se assim como já tinha ocorrido com Shwarznegger que estes são heróis do passado.
Bullet to the head é uma autentica mixórdia em termos de filmes de acção por um lado tenta ser mais profundo quando trás a si temas como a corrupção e os fora da lei, mas por outro lado tem personagens como Keegan sem qualque sentido nenhum, que apenas permite um bom confronto com um protagonista. Muitas vezes os problemas de um filme deação que se quer simples é tentar complicar, ser denso o que não só retira intensidade ao filme como o torna facilmente mais fraco e criticável, como é o caso deste filme.
Por outro lado o filme tem a imagem cinzenta e escura do seu protagonista ao passar-se numa espécie de submundo que poucos conseguem caracterizar o filme não é sedutor para o espectador que prefere sempre um cinema mais colorido onde as duas tentativas de humor sejam mais clara, já que a narrativa não proporciona por si so um elemento suficiente para o filme.
Ou seja estamos perante um filme de ação básico, que tenta ser mais do que pode ser e acaba por cair numa temática aborrecida previsível e com pouco jogo de cintura, um filme que poderia caber bem numa prateleira de directo para aluguer, já que nos parece que pouco ou nada tem em si que possa chamar a atenção.
O filme fala de um ex policia que veste a pele de justiceiro, aqui acaba por tentar perceber o que esteve na morte de um se ex companheiro agora na companhia de um policia que investiga o caso.
O argumento e muito limitado, parece embrulhar demasiado para lançar os seus próprios dados, ou seja arranca demasiado tarde e com pouco conteúdo, de resto poucas falas pouco trabalhadas um filme directo e com pouca originalidade onde as personagens de tão unilaterais que são chegam a ser absurdas.
A realização de Hill demonstra um realizador cansado demasiadas opções  por sequencias escuras e de multidão fazem com que a realização seja confusa quase sempre demasiado barulhenta, num realizador veterano muito longe do sucesso que conseguiu em duplas de acção em 48 horas.
Em termos de cast parece-nos que Stallone esta mais disponível fisicamente do que Arnold, mas penso que no seu regresso Arnold conseguiu escolher melhor um género de filme mais suave que não depende tanto da sua forma física, Stallone esta como a maior parte da sua carreira aborrecido sem fleixibilidade não se adaptando a este cinema, em termos de secundários muito pouco, em qualidade e risco.

O melhor – Termos um cheirinho das antigas duplas de acção.

O pior – O filme nem a dupla funciona.

Avaliação - D

The Last Stand


Desde que deixou o cargo de senador seria obvio que mais cedo ou mais tarde Schwarznegger regressasse ao cinema, principalmente a liderar filmes de acção pese embora a sua elevada idade o conceito e o carisma deixaram sempre uma legião de fãs, esperava era saber se o mesmo conseguia ainda estar na moda. Com este Last Stand demonstrou que se quiser a fama e o proveito de outras horas terá obviamente de alterar a formula, já que se criticamente as coisas foram medianas em termos comerciais demonstraram que o grande Arnold já pouco consegue imperar no que diz respeito à bilheteira norte americana.
The Last Stand é um filme típico de Arnold pela sua coragem forma física e mesmo frieza, contudo o actor esta diferente bem mais velho sem a destreza física de outros tempos e isso e bem evidente ao longo de todo o filme, o que faz com a historia tenha de ter mais humor para suavizar todas as limitações, e se a ideia até pode ser interessante bem como o facto de potenciar mais um numero de frases chavões ao protagonista o filme não tem um projecto narrativo interessante, caindo sempre no demasiado obvio.
Tambem em termos de humor e secundários o filme nem sempre funciona caindo no paralelismo de tudo bom ou tudo mau com algum exagero, o que faz com que o filme muitas vezes seja demasiado previsível e uma acção pura que consegue fazer o espectador se agarrar ao ecrã mas que provavelmente o deixe logo que o filme termine.
Tenho duvidas que estará aqui o melhor regresso do mito de acção já que o filme é demasiado básico e simples sem grandes efeitos, acaba por empatar com o seu inimigo Stallone que também falhou no seu bullet in the head, talvez seja bom pensar que liderança e assumir um filme terá de ser obviamente noutro moldes.
O filme fala de um sheriff de um pequena cidade de fronteira americana que ve chegar a mesma um grupo criminoso organizado que planeia a fuga de um dos maiores traficantes entretanto fugido da prisão, contudo aqui eles não esperam o confronto de uma pequena equipa liderada pelo sheriff da cidade.
O argumento é básico directo, típico de acção das ultimas décadas pouco atento ao pormenor mas sim a linha central do filme o que o torna quase sempre demasiado obvio sem espaço para grande complexidade nem em personagens e muito menos em diálogos pese embora permita algumas frase soltas ao protagonista.
Em termos de realização temos bons apontamentos num filme nem sempre fácil de dirigir devido as sequencias de acçao e algum sangue que o filme tem consigo, mesmo assim tem claros bons momentos principalmente na forma com que diferencia um tiro de uma morte, mas ainda existe pontos a trabalhar as sequencias de troca de tiros são quase sempre muito confusas.
Por fim o cast se Arnold esta igual a si mesmo com todas as deficiências que sempre foram evidentes em termos de interpretação, os secundários acabam por se perder num filme que nada exige destes Santoro ainda tenta encontrar um filme que o lance para uma carreira com mais qualidade e menos comercial, e Withaker depois de um oscar continua perdido em escolhas infelizes que provavelmente deveria repensar.

O melhor – Algumas frase carismáticas de Arnold.
O pior – A forma física do astro

Avaliação - C

Tuesday, February 19, 2013

Mama

Guillermo del Toro nos ultimos anos tem-se tornado uma referencia do cinema actual não so como realizador pelo cinema fantastico mas pela forma como tem apadrinhado algumas estreias na realização principalmente no cinema de terror. Este ano surge este Mama com a sua marca, um filme que num inicio do ano sempre calmo conseguiu criticas razoaveis para o genero em questão e comercialmente marcou o terreno proprio com alguma mestria.
Mama é um filme que sabe utilizar um terror moderno principalmente centrado na imagem mais do que no proprio guião, que tambem ele como muitos outros filmes perde por ser algo absurdo, mas a forma com que a imagem funciona para o guião acaba com que o filme cumpra bem o seu objectivo de terror principalmente na forma como faz as menores e a imagem destas trabalhar para a impressão de terror.
Outro dos riscos que o filme corre mas que acaba por funcionar bem é o facto de nos dar tudo o que o filme tem a dar em termos narrativos no inicio, o facto do sabermos o que estamos a lidar muito cedo dá-nos tempo para estar atento a tudo o restyo e valorizar mais um filme que não depende da sua concretição final, e da explicação para tudo.
Ou seja estamos perante um razoavel filme de terror, com muitos dos cliches do cinema moderno do genero nem sempre funcional, mas acima de tudo com muitas virtudes principalmente na forma como se completa esteticamente ou mesma na forma com que o filme conduz rapidamente para a sua concretização. Não nos parece ser muito arriscado mas cumpre os serviços minimos.
A filme fala de duas menores que ficam abandonadas ao cuidado de um espirito diversos anos, só na companhia de um espirito, contudo quando são entregues ao seu tio, elas não vão sozinhas.
O argumento não é prodigo em creatividade ou originalidade muito pelo contrario, muitas vez o argumento e o parente pobre do filme por alguma previsibilidade e mesmo por vezes ser demasiado fabulastico, não dando tempo as personagens ainda que secundarias maturar.
A realizaçao e conseguida em todos os niveis na forma como o susto consegue estar presente mas acima de tudo na forma simples com que o filme consegue jogar com a camara som e ruido em prol de um objectivo comum, um realizador que parece com futuro no genero e quem sabe fora dele.
O filme tem como ancora Chastain uma das actrizes do momento mas num registo menos exposto mais simples e menos vistoso, o filme centra-se em termos de interpretações mais na qualidade de interpretação e exigencia das menores do que propriamente nos seus adultos.

O melhor - O explorar que alguns truques de terror.

O pior - Não fugir muito ao padrão

Avaliação - C+

Sunday, February 17, 2013

Playing for Keeps


Se existe opção que este ano se revestiu de flop foi o apostar em comedias românticas ou mesmo em filmes de estúdio em Butler como protagonista, ou seja podemos dizer que foi um ano onde o actor teve dificuldade em se impor mesmo sendo quase omnipresente. Para o sempre complicado mês de Dezembro foi lançado uma comedia romântica sob o mundo do futebol europeu nos EUA. Os resultados como todos os filmes que debruçam esta temática foi muito negativo se criticamente este facto nem é muito danoso para uma comedia simples ser um flop comercial sim já é bem pior.
Playing for the keeps e uma comedia romântica natural, sem grande sentido de humor sobrevive pelo extenso cast que permite muitas personagens mesmo que quase todas sejam limitadas ao máximo e o filme nunca permita que se desenvolva, o que é penoso ver tantas estrelas num filme tão simples e directo. Neste ponto na simplicidade e no facto de ser um filme simpático o filme é comum e pouco mais, pouco fica registado do que um filme se segundo plano que nunca arrisca a ser mais que isso.
O problema deste filme é que a exigência de grande estúdio e cada vez maior filmes como este já tiveram a sua moda e o seu lugar agora exige-se mais arrojo e creatividade o que nem sempre se consegue, dai que surpreenda o objectivo tão curto de um filme com tantas personagens, num típico filme alegre bem disposto mas nunca capaz de lançar a gargalhada ou tão pouco de se fazer notar por qualquer sua valencia.
Outro ponto que o filme falha é nunca sequer tentar trabalhar a relação central e tornar o filme num romântico assumido menos ligeiro mas talvez mais profundo nas relações sempre circunstanciais, onde falha principalmente o final onde tudo e arranjado em cima do joelho e o filme perde alguma simpatia que na fase inicial amealhou.
A historia e bem simples um ex jogador de futebol vai para os EUA para estar perto do filme e começa a treinar uma equipa de jovens, contudo aqui é a sensação do bairro e começa a perceber que por muito que tente o seu futuro estará no que já tinha, ou não conquistado.
O argumento tem duas vertentes sempre simplesmente tratadas e se do ponto de vista de abrangência a relação pai filho e muito mais bem trabalhada do que a relação emocional central, o filme perde no facto de tudo o que é personagem secundaria ser do mais básico que há memoria sem qualquer tipo de fundamento ou profundidade.
A realização e simples pouco arriscada principalmente nas sequencias de jogo, limitada a personagens em planos curtos e pouco sentido estético ou cuidados, num cinema pouco impressionante para realizadores pouco ambiciosos.
O cast é riquíssimo em nomes se Butler tem na minha opinião apostado num cinema pouco eficaz e exigente num actor que muitas vezes demonstra as suas limitações e pouco potencia alguns dos seus valores, o certo é que neste fácil papel o carisma joga a seu favor, ao contrario de Biel apagada e cansada, que precisa de definir o seu rumo. Nos secundários é deprimente ver actrizes com carreira como Zetta Jones e Thurman em papeis secundários básicos, já Quaid e mais habitue neste tipo de papeis.

O melhor – Algum conceito do futebol europeu.

O pior – Ser um cinema ultrapassado e com pouco espaço

Avaliação - C

Tuesday, February 12, 2013

Warm Bodies


Depois da formula cómica de Levine encontrou para efectuar uma comedia que tem como tónico dominante um cancro observou-se que o realizador gosta de efectuar comedias em contextos adversos. A aposta neste ano seria uma comedia romântica entre um humano e uma espécie de Zombie, o trailer tinha todos os ingredientes para contornar alguma falta de estrelas. Os resultados foram positivos se em termos comercias podemos dizer que o filme decorreu de forma normal sem grande enstusiasmo mas com resultados competentes em termos críticos as avaliações iniciais foram positivas mesmo que posteriormente não se tenham tornado tão unanimes.
O primeiro apontamento que podemos dizer deste filme é que funciona como objeto creativo, diferenciador e acima de tudo comico tudo o que neste é particular em termos de pequenas coisas de pormenores bem coesos que fazem o filme resultar como um todo, mesmo a seleção da musica tanto de positiva e de bom gosto funciona na forma como o filme consegue funcionar no seu estilo próprio quase sempre funcional em termos de comicidade, mesmo que não seja da gargalhada histérica e daqueles filmes que nos cativam principalmente na sua personagem central e no facto deste manter um dialogo permanente com o espectador que se torna a mais valia de aproximar o espectador do próprio filme.
Warm Bodies e uma boa comedia mais que um bom filme, não é daqueles filmes com muito alcance mas e mais que uma parodia aos filmes românticos dos últimos tempos, e uma boa produção com uma boa linhagem e utilização de recursos no próprio filme que fazem um filme forte facilmente apelativo e que funciona em todos os níveis como objecto de acção.
O problema que acaba por ser contornado e que pese embora todo o adorno seja diferente o sumo do filme e uma comedia comantica moralista igual a tantos outros com uma positividade demasiado exagerada e desconexa do que por exemplo Levine apresentou no seu filme anterior mesmo assim parece-nos um filme mais vistoso, mesmo que nos parece mais fácil de escrever.
A historia fala de um zombie que não sabe bem o que é, e encontra-se perdido entre os seus semelhantes ate contactar numa ivestida rebelde com uma humana com quem se apaixona, no seu contexto tenta demonstrar a esta que é diferente mas sera que consegue tornar a rapariga a sua paixao.
O argumento e extremamente creativo, desde logo na sua base mas acima de tudo em alguns apontamentos do próprio argumento principalmente no diálogos e apartes da personagem central para com o espectador da um clima intimo que funciona e torna tudo o resto muito mais aceite independentemente se isto e mais ou menos competente mais ou menos creativo.
Levine tem uma realização mais difícil na união da comedia com Zombies com mais meio tem uma realização mais estética mesmo que nem sempre fácil. Não e dos pontos do filme mais sublinhados como não é habitual nas comedias, Levine tem normalmente melhores filmes do que realizações.
O cast tem na liderança Hoult que pormete ter um ano em cheio da reconquista de Hollywood neste filme tem um papel exigente em termos cómicos e ganha num registo pouco visto, a caracterização ajuda mas a capacidade expressiva do actor também, assume aqui qualidades para uma carreira que desde muito cedo se tornou promissora. Palmer parece mais objecto mais estética e menos competente, mas acima de tudo e importante que o filme funciona na química do casal,

O melhor – Os diálogos da personagem para o espectador.

O pior – Algum cliché e obvio final

Avaliação - B

Saturday, February 09, 2013

Promised Land

Quando foi anunciado que Matt Damon voltaria a escrever um guião acompanhado de outra estrela da interpretação no caso Krasinski, e que este argumento iria ser realizado por Van Sant a sensação de Deja vu e acima de tudo expectativas elevadas começaram a ser lançadas. Posteriormente com a estreia em finais do ano a sombra de premios era evidente e as ambições do filme assumidas. Contudo mesmo quando tudo parece bem, nem sempre o é, e desde logo as criticas iniciais muito repartida ao filme deitaram por terra a necessaria unanimidade para entrar na luta pelos premios, e que por si so condicionou tambem a carreira comercial do filme.
Pese embora o filme seja um pouco o patinho feio deste final de ano podemos dizer que estamos perante um bom filme, nem sempre muito vistoso mas daqueles filmes que nos prega ao ecrá mesmo sem grande ritmo que nos dá a envolvencia necessaria ao ser todo ele realizado num pequeno espaço e depois pelo tema não só bem actual como capaz de nos oferecer um contexto ideial para uma intriga moderada que serve de guião a todo o filme.
Podemos nos queixar que nos momentos decisivos principalmente na sua conclusão é demasiado obvio e sentimentalista e pouco real, é verdade que no momento em que poderia ser mais racional o filme no final deixa-se levar pelo coração, contudo num filme que a espaços vive desses momentos e torna esses momentos interessantes, principalmente na forma como eles tiram a logica ao espectador que tem dificuldades em se colocar num dos lados da trama. Ou seja nesta ambiguidade o filme tem o seu grande segredo de colocar o espectador envolvido num filme calmo, paciente, mas inteligente e muito bem escrito principalmente nos guiões.
Podemos dizer que o filme é demasiado simples para os amantes de Van Sant não é eloquente como Good Will Hunting parece mais um daqueles filmes simples do interior americano mesmo tratando de algo bem mais denso e complexo como o mundo das energias e a forma de trabalhar de grandes empresas. E um pequeno filme conseguido contudo parece-nos que o seu tamanho condicionou muito o seu resultado.
O filme fala-nos de dois funcionarios de uma empresa de energia natural que tenta instalar um reservatorio numa pequena cidade, o que parecia uma compra facil torna-se complicado quando do outro lado se encontra um professor aposentado que sustenta os problemas de tal instalação surgindo uma batalha pela instalação ou não da referida central.
O argumento é bastante mais vistoso em termos de pormenores do que propriamente na sua essencia narrativa, a historia de base pese embora esteja bem montada e promenorizada é simples e sem grandes rasgos mas é no dialogos e na manipulação com que as partes são defendidas que o filme tem segredos e a mais valia de um argumento que pese embora não seja um poço de creatividade e muito bem montado.
A realização é talvez o ponto mais simples da carreira de Van Sant, silenciosa com planos largos envolventes num contexto proprio que se torna o segredo e a mais valia da realização ja que esta não é particularamente vistosa ou arriscada, um filme mais suave dum realizador intenso.
O cast tem nos seus argumentistas os seus protagonistas Damon é dos melhores e mais carismaticos e versateis actores funciona sempre bem, com naturalidade em qualquer tipo de papel a interpretação é de dificuldade moderada mas Damon dá-lhe mais valor do que o papel tem, já Krasinki tem mais dificuldades em brilhar com mais limitações e menos poder principalmente em sequencias divididas. O melhor papel do filme e para Mcdormand uma interpretação que num filme mais valorizado poderia estar bem nas nomeaçoes para melhor actriz secundaria pela simplicidade pelo improviso e pela naturalidade brilhante.

O melhor - Um argumento simples mas maduro e eficaz apetrechado de excelentes dialogos.

O pior - Van Sant costuma ser mais inovador

Avaliação - B

Friday, February 08, 2013

Stand Up Guys

Se estivessemos a falar de uma reunião de Arkin Pacino e Walken no melhor da carreira destes actores esteriamos obviamente de falar de um acontecimento cinematografico, contudo para alguns deles os anos passados principalmente os ultimos foram algo dolorosos e a reunião de três consagrados é efectuada numa comedia de segundo plano que em termos criticos quase é observada apenas com nostalgia e em termos comerciais o seu percurso e quase rudimentar.
Stand Up Guys é um misto de comedia com um filme de acção com muito sentimento à mistura, o filme varia rapidamente de formula na sua base é uma comedia centrada em dialogos profundos e situações mais ou menos irrisorias  com os seus personagens neste parametro nunca é um filme para nos levar à gargalhada mas algumas conversas principalmente com a introduçao de Arkin torna tudo mais interessante pese embora por vezes utilize cliches gastos e nem sempre muito funcionais.
Em termos de acção ao escolher veteranos o filme não consegue ter grande vigor, mesmo na perseguiao que tenta lançar ou mesmo no confronto final tudo parece em slow motion num filme simpático neste nivel mas longe de qualquer grande filme de acção. Em termos emocionais o filme pode cair num facilitismo bacoco mas dá o sentido da amizade e principalmente a dupla Pacino Walken funciona bem em simbiose dando uma força diferente ao filme.
Mesmo com estes pequenos valores e negações estamos perante um filme pequeno em quase todas as suas vertentes que permite uma hora e meia bem disposta mas sem grande profundidade ou densidade narrativa, faz passar bem o tempo, por vezes um pouco morta para uma comedia, o registo principal do filme, mas em alturas onde o risco pode ser enimigo fazer um filme simples e objectivo pode funcionar como redutor de risco e aqui claramente funciona.
O filme fala de dois amigos que se reencontram após um deles sair da cadeia por cumprir 28 anos por pena de homicidio, contudo este desconhece que quem ficou cá fora tem como missão o matar. Durante uma noite convivem e lembram como eram uma equipa de homens de mão no passado.
O argumento é simples com um plano bem definido previsivel e nem sempre do mais original, mas que se cimenta bem no seu plano circular e na forma como alguns dialogos são bem escritos principalmente os mais longos, que fazem as personagens principalmente as duas principais crescerem mesmo que não sejam prodigas do entusiasmo
Fisher Stevens assim como um actor secundario tipico tem um papel igual como realizador, silenciosos quase não se dá por ele não consegue elevar o filme, mas também não o danifica não tem perocupações esteticas limitando-se ao mais facil.
O cast tem espaço para os seus três protagonistas de forma diferente Walken dá-nos algo mais calmo e parado, que não encaixa no seu estilo enigmatico, parece o menos aproveitado de todos, mas ao mesmo tempo o que mais surpreende mesmo que nem sempre pelo melhor. Pacino é um bom actor nos ultimos tempos algo perdido mas neste filme dá-nos o seu tradicional, num papel a sua medida facil, mas que nos faz recordar o melhor Pacino claramente desgastado. Já Arkin o mais secundario mas aquele que nos ultimos anos tem apresentado melhor forma é o mais apagado, a sua personagem tem carisma mas pede pouco.

O melhor - A quimica Pacino Walken

O pior -Adormecer em determinadas partes para uma comedia.

Avaliação - C+