Wednesday, December 12, 2012

The Deep Blue Sea


Quando surgiu no inicio do ano este pequeno filme ingles com um elenco de caras conhecidas, poucos pensariam que este filme no inicio do ano pudesse estar a receber qualquer reconhecimento na luta dos prémios, principalmente porque o próprio filme em si estreou silenciosamente longe do grande publico e mesmo em termos críticos e pese embora avaliações na sua maioria positivas não foram suficientemente entusiasmantes para sustentar esta possibilidade.
The Deep Blue Sea é um filme pequeno com grandes actores, e isso e o marco mais definitivo do filme já que é monótono, parado demasiado silencioso, quase que se limita a filmas o sofrimento e o conflito das personagens e isso resulta na maior parte do tempo pela forma capaz que os actores tem de encarnas totalmente personagens.
Mas isto não chega para o filme ser apetecível, principalmente porque a historia é estranha e tratada de uma forma estranhamente distante, ou seja so conseguimos nos enquadrar na narrativa na parte final do filme quando pensamos que essa contudo não e suficiente apelativa para nos interessar de forma intensa pela forma como esta ira acabar.
Ou seja estamos perante um filme modesto sobre uma relação e sobre a forma pouco concreta com que o ser humano se comporta e a forma e diferença entre o racional e o emocional com destaque para a segunda parte, mas o filme nunca consegue imprimir a intensidade ritmo ou mesmo riqueza de diálogos que o capultasse para um bom exercício moral e narrativo.
O filme fala de uma mulher que apos fugir do marido se junta com o amor da sua vida que apos se esquecer do seu aniversario e assim demonstrar o fim do amor descobre uma carta de suicídio não concretizada e começa a questionar a relação e o futuro de algo que construíram.
O argumento sofre uma contrariedade grande na sua execução a dificuldade de se contextualizar temporalmente torna o espectador algo perdido na historia que por sua vez não e suficientemente envolvente bem como sofre do mal do cinema europeu de dificuldades em se concluir e caracterizar de uma forma vincadas personagens que no final continuam desconhecidas.
A realização e interessante com sentido estético e com imagens pensadas centrada na fora de expressão das personagens e interpretaoes tirando o melhor dos actores, mesmo assim por vezes torna-se monótono mas e dos vectores mais funcionais do filme.
Em termos de cast os protagonistas funcionam bem principalmente isoladamente Weisz demonstra ser uma grande actriz que funciona em acção e em dramas merecendo mais trabalho e luz Hiddlestone comprova a sua qualidade como actor principalmente na forma mais intensa, que já tinha demonstrado principalmente em Vingadores, em termos de química não funciona tão bem.

O melhor – Os protagonistas como personagens isoladas.

O pior – O excesso de sequencias silenciosas so com banda sonora

Avaliação - C

Thursday, December 06, 2012

Compliance

Este pequeno filme independente seria um entre muitos filmes durante um ano em que diversas experiencias são lançadas em cinemas especificos, caso no dia de ontem o National Board review não tivesse atribuido o premio de melhor actriz secundaria a Ann Dowd, facto que não só serviu para o filme ganhar mais visibilidade do que no seu decurso comercial todo, mas como o colocar numa corrida pelo menos como menção que nunca esteve nos seus melhores sonhos. Os resultados do filme em termos comerciais foi de acordo com as suas ambiçoes ou seja modesto e em termos critico as boas avaliações acabam por ser comuns dentro do cinema em que este filme esta inserido.
Compliance é um filme directo algo perturbante mas ao mesmo tempo interessante e com uma moral forte, ou seja ao tocar numa sociedade que não pensa sobre si, que faz as coisas como tarefas sem se questionar esta presente ao longo do todo filme, e tem aqui o seu maior trunfo, ao entrar no stress na preocupação e na capacidade de pro vezes perdermos a frieza de perceber o sentido ou pensar racionalmente sobre as coisas, neste conteudo moral o filme tem o seu maior trunfo.
Contudo o filme tem problemas ao ser demasiado repetitivo mesmo na curta duração ser monotono pois o filme e sempre uma repetição de eventos e pouco mais o filme e uma linha continua de situações semelhentes apenas se desenvolvendo de forma rapida como se uma investigação policia se tratasse no seu fim, sendo que esta parte poderia totalmente ter desaparecido ou então mais potenciada porque o filme fica coxo e o seu final totalmente descontextualizado.
Ou seja parece-nos que o filme funciona bem mais como paradigma moral da sociedade com bons momentos principalmente no encadeamento e na escalada se bem que o filme e pouco visual quase sempre no mesmo espaço e com as mesmas personagens para alem de que se revela cedo demais.
O filme fala de uma cadeia de fast food em dia de avaliação e de muita gente que recebe a chamada de um suposto policia que se encontra a investigar um roubo efectuado por uma funcionaria o papel de encarregada e enterrogar e ser o policia comandado por telefone.
O argumento e original pese embora seja baseado em factos reais e acima de tudo numa tendencia cada vez mais existente com o crescimento de tecnologias, e nisto o filme funciona bem principalmente na criaçao e na forma como nos dá as perosnagens que servem de marionetas, as situações são um pouco exageradas mas o filme narrativamente funciona.
A realização e a tipica em filmes independentes, escura, pouco movimentada cortada, com rebeldia, sem grande sentido estetico e uma realização crua, serve o interesse do filme, dando-lhe um lado noir interessante mas não é com este trabalho que o seu autor chamara a si a atenação de outros escaloes.
O cast é pouco posto à prova e surpreende o premio oferecido a Dowd desde logo porque o seu papel não é secundario, por outro lado proque o papel não tem grande exigencia, contudo e indiscutivel que o filme gira em seu torno, e o papel e bom, dai ao reconhecimento vai uma longa distancia.

O melhor - O paradigma moral.

O pior - Ser demasiado repetitivo.

Avaliação - C+

Anna Karenina

Depois dos sucessos que conseguiu com versões de Orgulho e Preconceito e depois com Expiação, Joe Wright tornou-se numa figura singular do cinema actual, capaz de paralisar critica e espectadores quando uma sua adaptação esta no horizonte. Para este ano, nada mais que a literatura russa e este classico de Tolstoi, para por à prova a capacidade do realizador reinventar historias conhecidas. O resultado contudo foi diferente do habitual, em termos comerciais a pouca divulgação do filme colocou barreiras curtas ao seu desenvolvimento, e talvez por isso e não impulsionado por uma recepão critica muito entusiasta pese embora positiva, o filme parece ir mais na direcão dos mais recentes filmes do realizador e ficar fora das disputas de galardoes principalmente nas carracteristicas tecnicas.
Anna Kerenina é uma historia forte e conhecida, pese embora obvia nem sempre é facil pegar num classico e dar-lhe originalidade não caindo no rigor da literatura historica, mas Wright tem a capacidade de reinventar conseguir reunir ainda mais adeptos de obras que já são universais e neste caso parece-me na minha opinião o seu melhor trabalho. Mais que um filme sobre uma historia este filme é uma obra de arte de saber realizar tirar o maximo proveito da beleza das imagens do contexto, da metafora, da tecnica, da originalidade de um estilo, e nisto, ou seja em termos tecnicos seria impossivel fazer melhor.
Em termos de imagem e da forma como o filme é abordado como uma opera, como um musical sem musica, dá-nos todo o sentido a uma obra bela, com uma historia moralmente interessante, forte, intensa emocionalmente se bem que já pouco actual, desconhecida do grande publico mas conhecida dos amantes da literatura russa, tem como principal problema o inicio o enquadramento das personagens o englobar o espectador na historia que acaba por o fazer para não mais o largar.
Em termos de pontos negativos o filme não consegue manter o ritmo da primeira para a segunda parte com a quebra da ligação central o filme parece a determinada altura perder algum norte narrativo, o que acontece numa obra demasiado extensa para a duração de o filme, e isso torna mesmo o filme por momentos com dificuldade mesmo na sua arte estetica, vulgarizando por alguns minutos regressando no final, para o climax forte tipico da literatura russa.
O filme fala de Anna Karenina que numa ida a Moscovo para salvar o casamento do seu irmão apaixona-se por um jovem conde, e acaba por destruir o seu, quando tem de enfrentar uma sociedade tradicional que nega o adulterio.
O argumento e simples ou seja uma historia universal sintetizada para a duração do cinema, tradicional, fiel a historia e as suas perosnagens demonstra que por vezes em determinadas historias e dificil mexer, não é original ou não fosse uma obra da historia, mas e competente na forma como a sintetiza, principalmente no principio, ou seja como introduz e como finaliza.
Os louros todos do filme vão para Wright a realização é virtuosa, marcante original , estetica, com um misto de tradicional e inovador, Wright demonstra ter um perfil creativo e arte apurada nas imagens que quer dar, mais que um filme tem aqui uma obra de arte.
O cast parece um dos grandes problemas do filme, desde logo continuo a achar Knightley uma actriz que exagera em expressões faciais a forma como gosta de ser debil, como exagera em situaões que exigem intensidade emocional, Wright poderia ter uma escolha mais acertada, jogou por alguem que conhecia, que a critica gosta, que que é de extremos ou se gosta ou odeia, o meu caso é mais proximo do segundo, depois penso que não existe quimica com Johnsson a diferença de idade impede sempre essa quimica, a personagem masculina é sempre aderessada com demasiados tiques e aos poucos distancia-se do espectador que não consegue criar empatia muito pelas dificuldades de maturidade do actor para o papel, salva-se as excelentes prestacções de Law, num dos seus melhores papeis domina as cenas onde entra e a sua interpretação vocal é algo de excelencia e neste filme isso é acentuado, tambem McFayden fora do tradicionalismo british que estamos habituados dá-nos uma componente humorista num papel vistoso talvez o melhor da sua carreira.

O melhor - A arte de Wright

O pior - A dupla de protagonistas, principalmente a falta de quimica.

Avaliação - B

Bernie

São conhecidas as dificuldades de Linklater em conseguir protagonismo no cinema quando sai fora dos seus antes com Deply e Hawke, agora que se prepara para o terceiro episodio da saga e no inicio do ano e com poucos focos saiu este particular Bernie, apostado em tentar chamar a atenção para um cinema diferente de autor. Os resultados ate ao momento não foram brilhantes o filme não conseguiu distribuição Wide, o que conduziu a que o filme acabasse muito longe do sucesso em termos comerciais, as boas avaliações criticas fizeram com que o filme neste inicio de galardões já fosse mencionado por duas ocasioes, contudo parece-nos dificil que se assuma a serio nesta corrida.
Bernie e um filme particular, sobre uma pessoa curiosa, e efectuado como um documentario sobre este, a forma do filme ser apresentado é ligeira, original com sentido artistico o que torna o filme um objecto independente interessante, centrado na curiosidade de uma personagem bem montada, bem apresentada num contexto tambem ele proprio, que dá ao filme o charme que ele precisa, principalmente nos primeiros minutos ja que o filme vai perdendo o seu charme e as suas curiosidades com a evolução narrativa.
Neste ponto o filme funciona bem melhor do que posteriormente como filme de julgamente ou tribunal aqui o acessorio parece sempre superiorizar-se ao resto do filme, ou seja os pequenos pormenores a personagem e a sua reação a reacção do contexto, e a longa sequencia de julgamente faz com que o filme perca por momentos algum norte, que depois recupera para o seu finalizar.
Podemos dizer que não é um filme de primeira linha, mas é um filme curioso bem escrito, bem montado com filosofia propria, por vezes engraçado, que conjuga a comicidade dos pormenores com uma historia dramatica baseada em factos reais satirizados ao maximo num argumento competente que ao contrario de muitos outros filmes de Jack Black merecia outro tipo de visibilidade. Ou seja um filme independente que demonstra que por vezes nestes filmes e mesmo nos mais pequenos temos formas proprias de fazer cinema que pode não nos apaixonar mas deixa-nos bem curiosos.
O filme fala de Bernie um ajudante de agencia funeraria que aos poucos começa a ser a pessoa mais famosa da pequena cidade ate se relacionar com a idosa mais odiada do lugar, até que este num acto desespero acaba por a assassinar aqui existe a luta entre o valor moral de quem erra, e a falta de quem é vitima e a forma como tudo e observado na comunidade
O argumento e moralmente interessante na forma como explora a dinamica moral do homicidio, a forma como se pode olhar em termos frios e quentes dependendo da distancio emocional à situação, a forma como a personagem é caricaturada da uma toada mais ligeiro a um filme, que acaba por ser um biopic interessante sobre um homicida moralmente forte.
A realização sob a forma de peças de teatro com actos e interessante Linklater é um realizador talentoso ao qual falta ainda um grande filme um sucesso, durante muito tempo surgiu a ideia que seria uma questao de tempo que parece agora mais longe neste filme mostra qualidade mas o filme não tem dimensão para entusiasmar.
O cast é interessante Black tem uma personagem interessante sem a maior parte dos tiques irritantes que tem como comediante, tem aqui um ar mais sobrio sem faltar a caricatura interessante para o filme, Maclane demonstra ainda se encontrar em boa forma pese embora algum tempo longe, e McConaughey demonstra e concretiza o bom ano que teve como o procurador proximo do que ja tinha efectuado em Time to Kill

O melhor - Uma historia comum bem contada.

O pior - A longevidade da sequencia de tribunal.

Avaliação - B-

Wednesday, December 05, 2012

Pitch Perfect

Seria expectavel que a febre provocada pela serie Glee se transferi-se para o grande ecra, pois bem neste Outono e com um cast pouco conceituado mas recheado de musicas actuais cantadas por grupos de jovens à capela surgiu este Pitch Perfect que talvez empolgado pelo sucesso do tema no momento conseguiu optimos resultados em termos criticos com avaliações muito positivas tendo em conta que estamos perante um filme juvenil com esse publico quase como alvo exclusivo. E mesmo em termos comerciais aposto que nem nas melhores previsoes o resultados seriam os alcançados tornando-se num fenomeno comercial do ano.
Desde logo podemos dizer que este filme na sua essencia diverge muito pouco dos ultimos Step Up quer em termos narrativos quer em termos de contextualização e trabalho produtivo, isso faz com que o filme seja um pouco copy cat e nem sempre muito original, mas na forma como um filme juvenil deve ser criado o filme resulta principalmente porque consegue ser divertido e actual nos seus momentos musicais, para alem de uma componente artisitica interessante.
Em termos da historia para alem da musica o filme é limitado obvio como todos os outros filmes de trabalho de grupo temos personagens para todos os gostos, umas mais humoristicas se bem que nesta componente o filme raramente consegue concretizar e ser feliz, mas outras mais de conflito e mesmo aqui este acaba por ser residual mas isto acaba por ser positivo no caracter mais ligeiro de todo o filme.
Por isto e pese embora seja facilmente assumivel o facto do filme ser um alvo de entertenimento algo positivo, o que é sem duvida nenhuma em termos de valor critico penso que o filme não se diferencia da maioria dos filmes semelhantes pelo que é surpreendente a aceitação critica unanime de um filme tão igual a muitos outros.
O filme fala de um grupo de raparigas que em pleno liceu querem levar um grupo ligado ao fracasso a serem campeoes anuais de grupos que cantam à capela, no meio de uma intriga tipica juvenil.
O argumento e repetitivo não so em termos de competição com os cliches tipicos de todos os filmes semelhantes, mas tambem em termos de novela juvenil, o já visto, dai que neste capitulo o filme seja demasiado repetitivo e com poucos ingredientes novos.
A realização apenas se destaca nos momentos mais musicais e na forma como eles são filmados principalmente na quimica das personagens o restante o basico de um realizador que da os primeiros passos na setima arte, contudo ainda sem chamar atenção a si.
O cast tem a omnipresente Kendrick num papel mais facil e comercial, mas ao mesmo tempo menos potenciador do talento ja demonstrado, aqui mais impressionante pelas qualidades vocais do que por qualquer outro ponto. O restante quase sem significado

O melhor - A conjugação musicar, comercialmente apetecivel.

O pior - Ser filme já visto noutros parametros

Avaliação - C

Tuesday, December 04, 2012

Rise of the Guardians

Quando surgiu os primeiros posteres muitos duvidaram o que estaria por tras do filme, que demonstrava um homem todo tatuada, passado algum tempo e com mais detalhes foi anunciado que seria a nova animação de Natal da Dreamworks e que essa pessoa era nem mais nem menos do que o Pai Natal. Pois bem com o veu retirado o filme começou a ser uma das apostas comerciais para este final de ano. Os resultados pese embora sejam consistentes estão longe das explosões dos filmes de verão de animação mesmo assim tendo em conta o tema e a longevidade so a longo prazo poderemos percepcionar o seu alcance. Já em termos criticos as coisas não correram bem principalmente quando olhando para o seu adversario directo mais valorizado e empenhado em conseguir a nomeaçao para o oscar nesta categoria.
Rise os the Guardians é um filme interessante pese embora parece-nos demasiado serio de mais e aventureiro para o filme em questão que nos tras personagens tão familiares como a Fada dos dentes, Coelho da pascoa, pai natal ou João Pestana, A estes junta-se um protagonista proximo do publico alvo mas desconhecido e descontextualizado do publico europeu o que torna-o como uma personagem algo estranha no meio de todo o filme, mesmo assim aos poucos a sua historia propria vai ganhando protagonismo e este ponto vai desaparecendo.
A mais valia do filme e o imaginario infantil e a forma como moralmente o filme defende este ponto na forma com que as crianças são não so o publico alvo do filme mas tambem as suas protagonistas. Pese embora este facto parece-nos que nem sempre o guiao seja o mais infantil que o filme poderia ter levando-se muitas vezes pela tematica da acção e do desenvolvimento de sequencias longas que acabam por não ser beneficas narrativamente para o filme.
Ou seja estamos perante um filme competente mais original na ideia de base do que na forma com que acaba por se concretizar mesmo assim o filme tem ritmo, algo repetitivo mas não podemos dizer que se trata de um mau filme mesmo que em nenhum ponto consiga chamar a si a competencia dos melhores filmes do genero.
A historia fala de um grupo de guardioes do imaginario infantil composto pelo pai Natal, coelho da pascoa, fada dos dentes, joao pestana e depois juntos com Jack Frost que tem de lutar contra o bicho papao de forma a conseguir manter o imaginario infantil com algo benefico em deterimento do medo.
O argumento ate pode ter uma ideia original e uma permissa moral bem intencionada, que acaba por ter em todas as dimensões mas por outro lado na sua concretização narrativa nem sempre o filme consegue implementar essa originalidade caindo quase sempre num facilitismo exagerando e em excesso do filme, como acçao.
A realizaão e produao do filme e simpatica tem bons momentos cria bem esteticamente as personagens cortando com o tradicional mas acabando por ter todas as percisoes do mais evoluido em termos tecnicos pese embora nos pareça que nem sempre os use da melhor maneira porque nunca fica a estetica como mais valia tirando no vilão.
Em termos de vozes o recheio valioso e conceituado do cast apenas se destaca em dois pontos Baldwin dá-nos um bom pai natal na sua voz rouca e cansada, mas é mesmo com Law na pele de vilão que temos o melhor ponto do filme, numa das melhores caracterizaçoes vocais que ha memoria em termos de animação, a personagem para alem da mais expressiva tem na voz de Law a mais valia de todo o filme.

O melhor  - O vilao e a voz de Law

O pior -A historia não seguir a originalidade da ideia

Avaliação -C+

Sunday, December 02, 2012

10 Years

É estranho olhar para um filme com um dos icons pop cinematograficos do momento e pensar que oeste filme teve uma estreia limitada quando o tema do filme, ou seja o reencontro pós escola está tanto em voga. Por este mesmo facto ou seja o facto do filme não ter uma estreia wide o impacto do filme foi diminuido com resultados quase insignificantes que nos leva a questionar a opção do estudio, ja que tambem em termos criticos e apesar de avaliações maioritariamente positivas não foi deslumbrante o suficiente para o filme resisitir por este parametro.
!0 years e um filme curioso e simpatico sobre o reencontro que nos dá um valor nostalgico interessante de colocarmo-nos na situação e conseguirmos perceber que tipo de paralelismos tipicos iriam existir , e neste particular o filme sem ser denso acaba pro perfeitamente entender o que quer e fazer funcionar sem cliches sem exageres, podemos dizer e um filme directo ao ponto. É certo que em determinados momentos o filme exagera na caricatura de algumas personagens mas acaba por existir sempre alguem assim num grupo tão grande como o retratado no filme.
O ponto que nos parece mais bem explorado no filme é a confusão de sentimentos os que temos no presente e são inabalaveis com o que são contextualizados com aquelas pessoas e aqui o filme, nos conflitos internos das personagens e muito forte alias e neste ponto que o filme perde mais tempo.
É obvio contudo que estamos perante um filme simples e linear que não arrisca que nem sempre é maduro osuficiente para tratar o tema de uma forma o mais maturo possivel mas talves esses pontos não fossem necessarios nem tão pouco fosse o objecto do filme, que na nossa opimião e retratar uma situação simples como ela tenta ser.
O filme fala de um grupo de amigos que se reune depois de dez anos apos o termino do liceu, com vidas diferentes o filme fala de um dia com diveras actividades de um marco que conduz a reencontros encontros e mais alguns pontos.
O argumento é basico tenta na sua forma de estar ser simples explorar emoções basicas e pouco mais sofre de excesso de personagens e que acima de tudo não permite que algumas evoluam dentro daquilo que poderiam efectuar por defice de direito de antena, contudo colocar um filme mais longo poderia o tornar facilmente aborrecido em termos narrativos.
A realização e simples novelesca, sem grandes rasgos ou riscos ou seja tem apenas o objectivo de transmitir emoçoes e relaões, não se expondo muito, um tipo de realizaão simples.
Em termos de cats um elenco riquissimo, e se no patamar principal todos ganham pela suavidade e nostalgia fisica das suas personagens não existe ninguem que se sobressair ressaltando o funcionamento de todos como colectivo

O melhor  - A suavidade da forma do filme

O pior - Excesso de personagens.

Avaliação - B-

Saturday, December 01, 2012

Red Dawn

É conhecido que actores como Chris Hemsworth e acima de tudo Josh Hutchersson nos ultimos anos ganharam um valor comercial forte devido a constante aparições em filmes comercialmente apeteciveis. Talvez por isso este pequeno e pouco ambicioso filme tenha surgido em distribuição Wide, e conseguido captar a atenção de alguns fas de ambos os jovens tornando-se um resultado comercial mediano, para as ambiçoes ou mesmo latitude do filme, contudo criticamente foi o desastre com avaliações muito duras para um filme que aparentemente não estava preparada para tanta dimensão.
Red Dawn é daqueles filmes serie B que nunca teriam qualquer problema caso os seus actores não tivessem fama, passaria rapidamente para a secção do aluguer e a maior parte dos europeus nunca conseguiria conhecer este filme, contudo com o sucesso dos seus protagonistas o filme foi quase obrigado a ser distribuido em grande escala e demonstrar a todo o mundo as suas mais que insuficiencias, desde logo na historia de base, descontextualizada politicamente nula mas acima de tudo fácil e pouco creativa, quando observamos o plot não queremos acreditar na forma simples com que o filme trata algo que deveria ser bem complexo.
E o filme e todo ele na sua restante fase mais do mesmo, simples sem preocupação em ser coerente ou crescido vive de efectuar pequenas sequencias de acção para os seus protagonistas com pouco dialogo muitas personagens para um filme curto, mas acima de tudo a unica coisa que chama a atenção do espectador e o absurdo de tudo aquilo, ja que tudo o resto e apenas mais um filme de acção simples com diferenciação de bons e maus, e advinhem os americanos são os bons coitadinhos.
Ou seja nesta fase em Hollywood onde muita gente arrisca e incompreensivel como um filme tão vazio em tantas vertentes consegue ver a luz do dia e desta forma, para azar do seu criador as limitações e falhas foram tantas que este filme ficara conhecido pelos maus motivos, e mesmo os seus protagonistas mais mediaticos devem estar arrependidos de ter entrado em tal projecto.
O filme fala de uma pequena cidade dos EUA que começa a ser invadida sem nenhum aviso por soldados norte coreanos aqui e arrmados os jovens da cidade criam uma milicia armada de forma a responder e tentar salvas as suas vidas e se possivel do pais.
O argumento e um autentico suicidio creativo desde logo na facilidade do lançamento desta ideia sem qualquer magnitude e depois fazer um filme oco que so sobrevive com trocas de tiros e cliches emocionais entre os guerrilheiros.
A realização tambem ela não e de primeira linha, quase sempre demasiado movimentada pouco corajosa com pouco primor estetico ou artistico encaixa naquilo que normalmente observamos em serie B, neste caso talvez uma divisao ainda abaixo.
E claro que Hemswoth não e um actor versatil nem tão pouco um grande actor, o carisma de Thor deu-lhe o brilho na carreira que provavelmente nunca teria, mas a forma com que tudo o resto e limitado para o seu lado, faz-nos pensar que este golpe de sorte se ira desvanecer com o tempo ou este demonstra qualidades ate aqui desconhecidas, já hutchersson parece saber mais envelhecer, podera ter mais futuro em comedia, e filmes ligeiros, já que a sua imagem e desconectada para filmes como estes, Hunger Games podera ser o balanço para outros registos.

O melhor - A ambição do filme não era esta.

O pior - Mas depois de feito a critica tem que existir

Avaliação - D-

Killing Them Softly

Desde que foi anunciada uma nova reunião entre Pitt e Dominik as atenções de Hollywood voltaram para este trepidante filme de acção assumidamente politicamente incorrecto, que tinha intenção de colocar em cheque a politica economica de um pais de um ponto de vista metaforica dentro das pequenas mafias instauradas. Agora que o filme finalmente tem a sua estreia em Hollywood e ainda se desconhece o seu valor comercial, apenas podemos dizer que em termos criticos as coisas voltaram a correr bem a esta união, com boas avaliações talvez insuficientes para o filme entrar na corrida pelos galardões mas será sempre um dos filmes bem avaliados do presente ano.
Confesso que as minhas expectativas relativas ao filme não eram as melhores, talves porque Jesse James me tinha parecido um filme aborrecido, e filmes sobre mafias, principalmente em suburbios americanos normalmente não funcionam com intensidade e riqueza narrativa. Mas para meu espanto encontrei um filme bem diferente do Jesse James, um filme intenso com um ritmo acelarada, com uma riqueza narrativa acente em dialogos de eleição alguns deles a fazer lembrar Pulp Fiction e mesmo sendo um drama consegue ter sempre um ritmo bem disposto que dá ao filme um caracter noir bastante interessante, principalmente na forma como idiotiza a pouca habilidade dos seus protagonistas iniciais.
A primeira fase do filme é brilhante não só na forma como os dialogos são construidos no conteudo dos mesmos, no paralelo que vai efectuando com a primeira campanha de Obama quase como fazendo uma paralelo metaforico, mas acima de tudo recheado de algumas situações non sense que por muito que pouco sirvam para o evoluir do filme são objectos que imprimem intensidade e a ligeireza como segredo ao proprio filme.
Na segunda parte o filme decai, principalmente porque o ritmo deixa de existir é ligeiramente mais pousado, principalmente com a introdução da personagem de Gandolfini, aqui o filme centra-se mais em dialogos longos, que pese embora a sua riqueza e alguns apontamentos de elevada qualidade retira algum ritmo ao filme, que apenas consegue recuperar já na parte final, acabando num dos paralelos mais interessantes entre a realidade e ficção quase em termos de analise politica que há memoria.
O filme fala de três assaltantes que após efectuarem um roubo a uma casa de jogo ilegal, observam a mafia a contratar um temivel assassina para limpar as consequencias de tal acto.
O argumento e rico, principalmente em termos de dialogos bem influenciado por filmes como Pulp Fiction o filme tem nos dialogos a dois momentos de escrita de primeira linha, com intensidade e sentido, mas a riqueza torna-se ainda maior quando o paralelismo metaforico existe entre o filme e a sua linhagem e o desenvolvimento economico e social do pais, um argumento dificil e bastante interessante.
A realização tem momentos de excelencia de risco de caracter estetico de desafio, Dominik tem plena noção do filme qual o estilo que melhor precisa, e mesmo em algumas situações quer deslumbrar com formas diferentes inovadores e que resultam bastante bem, uma das melhores realizações do ano.
O cast é funcional pese embora não seja tão vistoso como os outros segmentos do filme funciona bem Pitt tem um dos melhores papeis seus dos ultimos tempos, com carisma ironia e intensidade, ao qual se junta um Gandolfini em piloto automatico bem como um Jenkins que contrasta bem com Pitt que domina o filme neste registo.

O melhor - A junção de um bom argumento com uma optima realização.

O pior - O filme perder intensidade na segunda fase

Avaliação - B+

Friday, November 30, 2012

Beasts os Southern Wild

Desde que surgiram as primeiras listas de possiveis candidatos aos oscares que no terreno dos filmes mais pequenos e independentes surge este pequeno filme, principalmente na categoria de melhor actriz onde a pequenina Wallis parece ter convencido pequenos e maiores em termos de critica, comercialmente este filme teve pouca visibilidade fruto da sua pouca visibilidade e pouca capacidade comercial.
Existe um quase culto de que os filmes mais exprimentalistas e aclamados de Sundance tem de ser valores seguros quase como se lei se tratasse, devendo ser venerados por todos que se consideram amantes do cinema, e este pequeno filme e quase um incon desse tipo de cinefilo. Pois a minha opinião neste filme, e mesmo ja tendo aperciado muitos filmes que surgiram naquele festival, neste caso a minha opinião e negativo e incompreensão total por tanto ruido em torno deste filme. Se por um lado estamos perante um filme cru, que impressiona pela dureza e pelo estilo de vida de besta dos seus personagens integrados em tão pouco, o certo é que narrativamente o filme é um vazio desligado sem qualquer linha ou creatividade na forma com que a historia por um lado existe mas ainda pior na forma como que é transmitida. Ou seja é daqueles filmes que é tão neutra a sua historia de base que o espectador perde-se ao estar atento a envolvencia esquecendo o filme em si.
Alias cada vez mais é a ideia que os filmes em monologos são por si so uma mais valia, mas neste caso como na maioria de outros tornam-se filmes penosos, filmes muitas vezes perdidos na divagação sem ideias que vem na reflexao de personagem um metodo facil de transmitir ideias dificeis,
Ou seja estamos perante um estilo de cinema que se perde em si, temos muitos casos de filmes que relatam cruamente realidades ou estilos que são filmes completos e narrativamente interessantes como por exemplo cidades de deus, contudo ultimamente temos vindo a assistir a preferencia por dissertações vagas sobre algo que temos dificuldade em saber, e que fazem as delicias de quem gosta de ver cinemas pelos ouvidos dos outros.
O fillme fala de um comunidade propria que vive na miseria mas presa a alegria da colaboração e pela defesa do instinto mais sobrevivente do ser humano, no meio disto tudo temos uma pequena que assiste a degradação fisica do seu pai, e do espaço onde vive necessitando de procurar novos desafios para sobreviver.
O argumento acaba por ser o ponto mais debil do filme, sem uma historia concertada, sem nenhum ingrediente que pegue no espectador e o paralise frente ao filme, parece sempre um filme com demasiada filosofia e pouca arte, sendo o argumento nas suas componentes basicas a maior certeza deste facto.
A realizaçao e interessante a criaçao de um espaço sombrio sem qualquer tipo de beleza, da ao filme a estetica que o filme precisa e que o podia impulsionar para outro plano, contudo a componente mais importante do filme, ou seja a historia não o consegue seguir.
Em termos de cast Wallis domina, alias o filme e sobre si, e com um papel nem sempre facil dai que convecça e chame a atençao contudo pensamos que o grande valor da interpretação advem da idade e não da sua dificuldade o resto do cast de desconhecidos está satisfatorio para este mesmo plano.

O melhor - A contextualização do espaço numa degradação social nunca visto.

O pior - O argumento filosofico

Avaliação - C-

Wednesday, November 28, 2012

The Odd Life of Timmoty Green


Para o inicio de Outono a Disney trouxe-nos um pequeno filme familiar sobre a ambição de ser pais, e acima de tudo com uma metáfora próxima da queda da folha. Assumimos que esta historia poderia ter com indicações uma mistura de ternura e algum non sense, mas a aposta foi grande já que sabemos não ser comum o estúdio conhecido pelos desenhos animados apostar em filmes de imagem real. Contudo os resultados estiveram longe dos pergaminhos da produtora, principalmente comercialmente onde os resultados medíocres desiludiram e mesmo criticamente as coisas não foram alem de uma indiferença de um filme que caiu rapidamente no esquecimento não conseguindo marcar posição no seu ano cinematográfico.
Este filme podemos dizer que tem um aspecto central que funciona a ternura da personagem central parece-nos a preocupação para não dizer a obsessão de todo o projecto reunindo nele tudo o que o filme quer transmitir de um ponto de vista mistico, mas aqui o filme funciona não só pela suave interpretação do protagonista mas também em termos de todos os pontos de ligação que são fornecidos à sua personagem.
Pese embora este ponto resulte, a tentativa de efectuar um pseudo big fish infantil no filme, peca por cair no exagero desmedido em termos de ficção o que faz com que o filme seja demasiado desligado da realização e exija um poder de imaginação acima da media o que muitas vezes mesmos os mais pequenos, também eles um publico direcionado do filme, podem não achar tão concreto principalmente por ser um filme com imagem real.
Outro problema do filme e que não tem elementos cómicos ou seja quase sempre o filme opta por um teor melodramático o que torna o filme em determinados pontos pesado, mesmo em alguns conflitos mais secundários do filme, parece sempre um filme com uma carga emocional escondida que não permite o filme de ser alegre e com ritmo o que poderia conduzir para um estilo diferente e mais valorizado pelos espectadores.
O filme fala de um casal que não consegue ter filhos e que idealiza aquilo que queriam ter, no dia seguinte surge em casa um rapaz cuja origem desconhecem capaz de propiciar todos os desejos que foram efectuados, em características bem próprias e únicas do menor, entre elas ter folhas nas pernas.
O argumento sobre forma de fabula parece-nos a nos funcionar muito mais como historia abstracta onde podemos contextualizar o mundo onde o filme se insere do que propriamente como guião de cinema, principalmente porque as personagens e os diálogos trazidos para um mundo real dão sempre a sensação de algum ridículo e exigem muito poder de abstração.
A realização parece-nos que criar um ambiente ou uma cidade estitcamente mais diferente e longe da realidade poderia dar o teor de conto infantil mais marcante, com esta opção o filme perde algum valor estético que poderia ter, mas acima de tudo não funciona como alicerce de arranque a um outro registo com a mesma historia que poderia ter um resultado mais valorizado.
Por fim o cast se no plano infantil o protagonista nos da ao filme tudo aquilo que necessita, principalmente em termos fisionómicos e de suavidade emocional, do lado dos adultos actores diferentes com capacidade de encaixe neste registo, se Garner consegue transmitir no olhar uma ternura emocional interessante que ajuda o filme a tornar-se emocionalmente mais forte, Ederton parece-nos mais talhado para filmes mais adultos onde o seu registo não seja o seu lado mais paterno, já que neste filme parece sempre desligado de todo o restante.

O melhor – uma fabula dos nossos dias.

O pior – Talvez não devesse ser na nossa realidade.

Avaliação - C

Hope Springs


Poucos poderiam um dia pensar que pudesse existir uma comedia romântica sobre a temática da sexualidade quase na terceira idosa, contudo este ano surgiu aqui precisamente o contrario um filme sobre única e exclusivamente essa temática e acima de tudo com dois dos actores mais conceituados da historia recente do cinema como par, ou não fosse Lee Jones e a tri oscarizada Streep. Pese embora o elenco e originalidade da historia os resultados comerciais estiveram longe de outros títulos com o mesmo género mas com uma população mais nova, e mesmo criticamente esteve algo longe daquilo que já observamos em cada um dos actores na sua carreira.
O que podemos começar por dizer deste filme é que o mesmo é bem intencionado, ou seja, pegar num assunto próprio original e bem real e tentar fazer um filme suave, bem disposto que trata com ligeireza um problema concreto de muitas relações. E se o objectivo é este o filme acaba por perder por não conseguir concretizar-se de uma forma concreta por um lado porque em termos de comedia ao não querer ser exagerado e polemico acaba por ser suave demais, com um humor lento, que não consegue funcionar principalmente nos espectadores mais jovens. Depois com a sua ligeireza não consegue ter a dimensão e o alcance que o tema num aspecto mais dramático poderia ter.
Outro aspecto do filme é a sua baixa sensualidade, o que nos parece ser um defeito mais do que a idade dos protagonistas na forma como os torna cinzentos dentro de si próprio, antes da idade as personagens são desinteressantes e isso não os permite funcionar nem em termos de critica mesmo de algum sexy appeal que o filme necessitava principalmente no seu fim.
Ou seja estamos perante uma comedia ligeira, sobre um tema imponente mas que e concretizado com demasiadas precauções ou riscos tornando-o num filme frouxo quase sempre desinteressante e monótono que se desenrola a passo de caracol.
A historia fala de um casal a entrar na terceira idade que não consegue manter qualquer manifestação de contacto físico típico de uma relação de amor, neste momento o elemento feminino tenta conseguir ajuda especializada que leve ao relançar de um casamento.
O argumento tem toda a sua força na temática real e actual, mas acaba por perder toda a força da forma pouco corajosa com que a linhagem narrativa e criada de uma forma cinzenta sem ritmo sem emoção e sensualidade, muito perdida pela forma como as personagens são criadas de base.
A realização e a típica em filmes de comedia romântica, colorisa, com luz mas pouco ambiciosa em termos artísticos não arrisca, mas também não nos parece que o facto de ser simples contamina em algum ponto o porque do filme.
Por fim o cast juntar Lee Jones e Streep e dar todo o peso e qualidade que o filme podia precisar mas desperdiça completamente o talento de ambos com particular destaque o de Streep quase sempre em piloto automático já Lee Jones ligeiramente mais convincente e trabalhado, funciona melhor principalmente na sua rigidez, Já Carrel completamente desnecessário.

O melhor – Um tema pouco cinematográfico mas bem actual

O pior – A falta de graça natural do filme

Avaliação – C-