Wednesday, November 28, 2012

Hope Springs


Poucos poderiam um dia pensar que pudesse existir uma comedia romântica sobre a temática da sexualidade quase na terceira idosa, contudo este ano surgiu aqui precisamente o contrario um filme sobre única e exclusivamente essa temática e acima de tudo com dois dos actores mais conceituados da historia recente do cinema como par, ou não fosse Lee Jones e a tri oscarizada Streep. Pese embora o elenco e originalidade da historia os resultados comerciais estiveram longe de outros títulos com o mesmo género mas com uma população mais nova, e mesmo criticamente esteve algo longe daquilo que já observamos em cada um dos actores na sua carreira.
O que podemos começar por dizer deste filme é que o mesmo é bem intencionado, ou seja, pegar num assunto próprio original e bem real e tentar fazer um filme suave, bem disposto que trata com ligeireza um problema concreto de muitas relações. E se o objectivo é este o filme acaba por perder por não conseguir concretizar-se de uma forma concreta por um lado porque em termos de comedia ao não querer ser exagerado e polemico acaba por ser suave demais, com um humor lento, que não consegue funcionar principalmente nos espectadores mais jovens. Depois com a sua ligeireza não consegue ter a dimensão e o alcance que o tema num aspecto mais dramático poderia ter.
Outro aspecto do filme é a sua baixa sensualidade, o que nos parece ser um defeito mais do que a idade dos protagonistas na forma como os torna cinzentos dentro de si próprio, antes da idade as personagens são desinteressantes e isso não os permite funcionar nem em termos de critica mesmo de algum sexy appeal que o filme necessitava principalmente no seu fim.
Ou seja estamos perante uma comedia ligeira, sobre um tema imponente mas que e concretizado com demasiadas precauções ou riscos tornando-o num filme frouxo quase sempre desinteressante e monótono que se desenrola a passo de caracol.
A historia fala de um casal a entrar na terceira idade que não consegue manter qualquer manifestação de contacto físico típico de uma relação de amor, neste momento o elemento feminino tenta conseguir ajuda especializada que leve ao relançar de um casamento.
O argumento tem toda a sua força na temática real e actual, mas acaba por perder toda a força da forma pouco corajosa com que a linhagem narrativa e criada de uma forma cinzenta sem ritmo sem emoção e sensualidade, muito perdida pela forma como as personagens são criadas de base.
A realização e a típica em filmes de comedia romântica, colorisa, com luz mas pouco ambiciosa em termos artísticos não arrisca, mas também não nos parece que o facto de ser simples contamina em algum ponto o porque do filme.
Por fim o cast juntar Lee Jones e Streep e dar todo o peso e qualidade que o filme podia precisar mas desperdiça completamente o talento de ambos com particular destaque o de Streep quase sempre em piloto automático já Lee Jones ligeiramente mais convincente e trabalhado, funciona melhor principalmente na sua rigidez, Já Carrel completamente desnecessário.

O melhor – Um tema pouco cinematográfico mas bem actual

O pior – A falta de graça natural do filme

Avaliação – C-

Sunday, November 25, 2012

Trouble with a Curve

Sempre que Clint Eastwood realiza mas acima de tudo actua num filme muita é a expectativa em seu torno referindo-se como possivelmente ao ultimo trabalho do actor/realizador. Este ano e de uma forma surpreendente e sem estar ao leme surgiu neste particular filme sobre baseball e sobre a terceira idade, o que causou logo ruidos. Os resultados contudo estiveram longe o ser os esperados desde logo criticamente onde ficou longe da unanimidade que é comum quando ele propria se coloca ao leme, tambem comercialmente nem mesmo a presença de Timberlake chamou a atenção de um filme que para os seus objectivos acabou por conseguir resultados modestos.
Sobre o filme podemos desde logo dizer que o que Eastwood tenta ao maximo efectivar nos seus filmes ou seja densidade e complexidade narrativa neste filme não existe, estamos perante uma historia simpatica e simples, de puro entertenimento sem grandes objectivos morais, contudo acaba por funcionar como uma fabula moderna bem disposta com um ritmo interessante com um sentido de humor apurado principalmente em dialogos bem escritos que faz o espectador sair bem disposto mesmo que saiba que as recordações do filme não são daquelas que se gravam definitivamente na memoria.
Ou seja podemos dizer que o que prejudica o filme são as expectativas criadas pela presença de Eastwood normalmente mais relacionado com dramas intensos ou com filmes criticamente fortes, aqui estamos claramente com um tipico filme de desporto para o grande publico, com ambições bem medidas e sem grandes euforias o que seria dificil face a presença de tao ilustre figura.
Como lado negativo estamos perante um filme que encaixa em quase todos os esteriotipos dos tipicos filmes de desporto e mesmo um humor mais forte o consegue libertar de uma proximidade pouco original com outros filmes que foram sendo criados ao longo do ano, sobre os diferentes desportos e facanhas e nesse particular podemos acusar o filme de alguma falta de intensidade e originalidade no seu todo.
Õ filme fala de um olheiro de basebol em fim de carreira que começa a acarretar alguns problemas de saude tipicos da sua idade, ai o seu desempenho profissional começa a ser colocado em causa, e tem como tarefa observar uma possivel primeira escolha do draft, aqui e com a ajuda de uma filha com quem tem uma relaçao conturbada numa pequena cidade começa a descobrir o seu estado e o seu futuro.
O argumento e importante na forma como escreve os dialogos e como o humor suave funciona como entertenimento no filme, contudo na exclusividade narrativa o filme atalha diversas vezes sem ser sempre pelo caminho mais correcto parecendo querer tornar demasiado simples aspectos que deveriam ser mais complicados.
Em termos de realização estamos perante um filme simples, sem grande preocupações esteticas ou mesmo de enquadramento é um filme de pouca ambiçao neste particular que apenas pertende dar das personagens o que elas são, não embeleza o filme esta escolha mas tambem nao o prejudica.
Por fim o cast de excelencia se por um lado Eastwood esta solto talvez como quase nunca esteve num registo mais comico que ate funciona em contraste com a rigidez da imagem e culto, mas o papel e simples mais interessante por tudo que tras consigo do que pela interpretação em si. Adams tem um papel suave longe dos melhores papeis mas que lhe da uma imagem simpatica bem como Timberlake mais ligado do que nunca nas referencias as comedias romanticas.

O melhor - O humor suave e bem disposto do filme.

O pior - Alguns atalhos narrativos proprios de um filme sem grandes ambiçoes

Avaliação - B-

Saturday, November 24, 2012

End of Watch

É conhecida o vicio de David Ayer tem em filmes sobre policias, bom ou maus, mas acima de tudo sobre o seu trabalho, foi assim quando escreveu Training Day, continuou em Harsh Times, e agora surge novamente com mais um filme em que concilia o papel de argumento e realizador, sempre com duplas a actuar, debruçando-se sobre a relaçao aos pares. Contudo e se no seu primeiro filme como realizador as coisas nem correram muito bem, comercial e criticamente desta vez o sucesso foi conseguido principalmente critico com avaliações bastante positivas que o colocam como entidade em termos de filmes sobre policias principalmente em LA, em termos comerciais o filme ainda teve algumas dificuldades já que o rotulo do filme não nos parece condizente com o conteudo.
De todos os filmes de Ayer este é de longe o mais intenso, e o mais emocional, e poderá assim dizer-se o melhor filme dos três que anteriormente falamos, desde logo porque a dictomia policia bom e mau desaparece para se centrar naquilo que a profissão mais pede, trabalho de equipa e confiança no outro e o filme ao longo das situações oferece-nos diversos exemplos disso, num filme que atinge niveis de quimica com as personagens que poucos conseguiram e que o tornam especial neste aspecto.
Por outro lado a forma com que o filme nos dá as imagens atraves de diferentes camaras de gravação ou seja quase como se de imagens não editadas se tratasse por um lado e uma homenagem a series como cops a influencia natural deste filme mas acima de tudo dá-nos o ritmo e a intensidade de cada sequencia ja que o filme nos trás uma panoplia incrivel de situações policiais.
Por fim dá-nos e traduz bem a outra vertente ou seja a policia para alem da farda e aqui o filme consegue atingir grandes niveis emocionais e principalmente de ligação das personagens. Ou seja estamos perante um filme forte, com ritmo bem interpretado que ao mesmo tempo agrada os amantes da acção mas acima de tudo aqueles que gostam de uma boa historia com todos os ingredientes que tem direito.
O filme fala de uma dupla de policias e da sua interação no trabalho e fora dele, aqui eles começam a lidar com uma serie de crimes cometidos por um gang ou quartel mexicano que os leva a situações nunca experienciadas no seu dia a dia.
O argumento mesmo não sendo um poço de creatividade e criterioso em todas as suas fases e completa-se bem ponto a ponto, desde logo na linhagem entre personagens e na riqueza simples de dialogos que fortalecem o valor emocional do filme. Por outro lado o espaço e forma com que as personagens crescem e uma mais valia de uma historia simples mas muito bem escrita.
Se ayer sempre foi mais ligado ao argumento do que a realização aqui perde mais tempo com este promenor numa escolha arriscada de formato camaras moveis o filme acaba pro ganhar sentido estetico, ganha intensidade realismo e ritmo, um filme interessante de um bom argumentista que ganha a cada filme mais intensidade ainda em termos de realizaçao.
Em termos de cast o filme e liderado de cima a baixo pelos seus protagonistas dois actores de mão cheia Gyllenhall actualmente sabe como poucos liderar um cast com qualidade interpretativa carisma e intensidade, e aqui tem ao seu lado uma vertente mais suave e espontanea de um pena que cada vez nos parece mais ligado a bons papeis, precisa talvez de mais apostas, pois são dois actores de primeira linha, mas que funcionam ainda melhor em conjunto.

O melhor - A forma com que consegue entrar bem no mundo dentro e fora da policia

O pior - A linha narrativa de base ser algo colocada de parte para os pormenores vincarem

Avaliação - B

Friday, November 23, 2012

Diary of Wimpy Kid - Dogs Days

Quando há cerca de três anos e após o sucesso literario do livro com o mesmo titulo surgiu a primeira incursão no cinema, poucos imaginavam que o filme iria conseguir chegar ao terceiro filme, desde logo porque faltavam figuras de proa, depois porque o livro era um misto de adulto mas acima de tudo juvenil. Os resultados do primeiro filme foram brilhantes criticamente do segundo comerciais e deste terceiro filme podemos dizer que nem uma coisa nem outra, já que criticamente foi de longe o filme pior recebido da saga.
Sobre este filme podemos dizer que é de longe o pior filme quando comparado com os outros três mas acima de tudo com o primeiro, nem parece a mesma serie, perdeu o seu conteudo estetico apenas trabalhado em poucos momentos o seu estilo de humor ambiguo mas com personalidade sendo substituido por um humor familiar quase sempre pouco funcional, e mesmo as suas personagens foram cedendo a uma necessidade de aceitaçao de um filme que se tornou comercial ao mesmo tempo que foi se tornando menos aperciado.
Outro problema do filme em exclusivo deste em concreto e que o filme e algo dividido, nos focos de conflito nas historias e personagens paralelas o que faz com que o filme parece diversos episodios em si, onde a resolução das mesmas nunca tem a intensidade ou a força que pensamos que o filme poderia ter.
Por fim o problema que talvez condicione ainda mais em termos comerciais e o facto do seu protagonista ter crescido e a graça natural e a forma natural com que tudo acontecia não tem a mesma força muito tambem por algum ar mais rude de uma personagem que não nasceu para o ser.
Pelo lado positivo algumas piadas soltas, alguma coragem num humor menos familiar que mesmo estando presente em menor numero ainda se deixa ver em sequencias isoladas bem conseguidas.
Neste episodio seguimos Gregg na tentativa de ter ferias de sonho, contudo as suas ferias não são segundo os seus designios mas si o de todos os outros, com situaçoes para todos os gostos e feitios.
O argumento e pese embora seja uma adaptaçao literaria pensamos que a historia cai em demasia nas ideias ja feitas de relacionamento pai filho por um lado, o que torna o filme repetitivo e cansativo relativamente a outras comedias com muito menos indice de valor inicial, no restante muito pouco o filme funciona pouco em termos de humor e a linha narrativa é debil.
A realizaçao pese embora siga o estilo proprio da saga utiliza-o muito menos vezes e com menos arte e mais tarefeiro mas num filme que sempre funcionou não é neste prisma que o filme acaba condicionado.
Por fim em termos de cast os mesmos actores nas mesmas personagens todos funcionam o mesmo registo mesmo Zahn com mais tempo de antena, o problema e que Gordon cresceu e a sua imagem fisica ja não colabora tanto para o funcionamento da personagem e acima de tudo do filme.

O melhor - A sequencia de imitação de Bieber de Roddick.

O pior - Ser demasiado familiar nas sequencias criadas.

Avaliação - C

Wednesday, November 21, 2012

Sinister

Cada vez mais os filmes de terror tentam encontrar um espaço que os conduza a sucessos passado, e se existiu um titulo que principalmente na dinamica paranormal conseguiu impor um estilo foi o primeiro episodio de The Ring. Pois bem ao longo do tempo foram varios os filmes que se tentaram aproximar, mas penso que nunca um tão declaradamente como este sinister. Os resultados contudo estiveram longe, mesmo tendo em conta o intervalo de tempo, por um lado comercialmente o filme pese embora não se possa considerar um floop teve resultados dentro de um intervalo normativo, e depois por outro lado porque criticamente não foi ao lado de algum colocar de parte, pese embora em termos medios ate tenha conseguido positivo o que não e comum em filmes de terror mais declarados.
Sobre o filme podemos dizer desde logo que tem um problema grave, se bem que é mais negro e com um estilo mais terrorifico do que The Ring as colagens são por demais evidentes na narrativa, na forma só conseguindo alterar e na minha opinião para algo melhor na sua conclusão, principalmente em efeitos de genero do que propriamente em efeitos comerciais. Contudo a originalidade é sempre necessaria e deve ser trabalhada e neste caso o filme falha por alguma falta de originalidade.
Contudo devemos valorizar o horror traduzido em situaçoes concretas e documentadas em filme, um segredo do filme que pela sua frieza cria impacto, alias o impacto do filme em termos de segmentos e forte o que e uma mais valia para qualquer filme de terror e este não e excepçao.
Ou seja estamos perante um filme que funciona como terror, se bem que por vezes perde por ser algo previsivel nos pontos que faz o espectador pensar ja que noutros nao consegue agarrar o espectador, contudo que no final e como querendo assistir a um filme de terror até sai satisfeito com a conclusão de um filme que consegue cumprir algumas das premissas que se propoem com sucesso, sendo que outras ficam demasiado na rama.
O flme fala de um escritos que tenta reactivar o seu sucesso na descoberta de um assassinio mudando-se para a casa onde ocorreram os factos enquanto observa o video dos acontecimentos todos eles documentados algo de estranho começa a surgir que o conduz a tentativa de descobrir o que esta por tras dos assassinatos.
O argumento perde pela falta de profundidade alguns atalhos narrativos e por se prender demasiado ao filme The Ring, contudo nos aspectos exclusivos do argumento perde para este filme, principalmente nas personagens e envolvencia das mesmas menos funcionais na historia talvez mais misteriorsos para outros objectivos.
O que se pode dizer e que este realizador que teve o seu maior sucesso do exorcismo de Emely Rose, esta talhado e tem futuro no terror consegue criar panico e medo, mas falta lhe guião, principalmente neste filme, porque na criaçao do ambiente, com particular destaque nos filmes dentro do filme, funciona bem.
Os filmes de terror nunca exigem muito dos actores optando normalmente por actores de segunda linha ou em inicio de carreira aqui Hawke funciona como a figura mais sonante de um actor que ja teve melhores dias, e que este filme da-lhe o seu estado da carreira ou seja sem grande fulgor.

O melhor - O filme dentro do filme.

O pior - Já vimos este filme.

Avaliação - C+

Monday, November 19, 2012

The Words

É conhecido que o sucesso de Bradley Cooper por si só tornam os seus filmes um acontecimento, e a provar isso observa-se que este The Words um filme pensado e escrito para uma plateia menor consiga uma expansão wide, mesmo que no seu elenco não tenhamos actores de primeira linha comercial e alguns mais relacionados com cinema de carreira. Talvez por isso e depois de alguma indiferença critica o filme tenha sido conduzido para resultados muito modestos comercialmente, talvez demonstrando que a grande distribuição do filme não tenha sido bem pensada.
Podemos dizer que The Words é um filme sobre uma historia simples dentro de uma historia complexa, e por esse facto não é um filme intuitivo, por um lado por tentar jogar algumas vezes com o escondido e por outro lado pela falta de ritmo alucinante, ou seja, para um filme de pouco mais de hora e meia, a acção desenrola-se a um ritmo devagar, que apenas consegue ganhar impulso nas partes mais proximas do fim, ja que o inicio é todo ele a um ritmo parado que faz o espectador adormecer.
Outro dos pontos menos positivos do filme e pensarmos que um segmento o protagonizado por Quaid e Wilde e totalmente insignificante para o filme, pode dar uma maior rebeldia ao filme, um truque narrativo, pelo menos esse e o objectivo, mas perde algum do estado puro e elementar do restante filme o que o faz perder sentido de todo, e demasiado diferente entre si, o que em alguns filmes funciona bem de forma original mas neste casa parece obvio que soa a estranho.
Como positivo a historia dentro da historia, simples com muita ternura e romantica, pese embora em alguns pontos demasiado recheada de cliches a sua forma simples e como homenageia a literatura e o mundo da escrita tem em si uma vertente poética, já a historia central entre Irons e Cooper aparece com uma dinamica moral interessante que se questiona e é transmitida quase em desespero, o que nos parece forte na labilidade emocional que traduz, pena é que se perca em narrações algum tempo.
O filme fala de um escritor que após descobrir uns rascunhos e perceber a qualidade literaria dos mesmos publica-os com o seu nome, contudo nessa mesma altura aparece o autor original e o sentido de falsidade começa a influenciar o dia a dia do jovem escritor
O argumento tem apontamentos interessantes o criar uma historia onde são as palavras escritas e faladas aquelas que mais protagonismo tem ultrapassando em larga escala aquilo que as personagens podem dar, ou mesmo os seus dialogos, e um filme simples que quer ser completo narrativamente e muitas vezes gosta-se do risco mas preferia-se mais simplicidade
A realizaçao e simples com imagens algo silenciosas, o filme tem momentos de boa realizaçao principalmente na historia mais longinqua temporalmente nos nossos dias e mais normal, mais novelesca, sem preocupaçao estetica.
O cast e liderado por um Cooper mais talhado para a comedia com dificuldades no terreno dramatico que aqui fica patente, o mesmo de Barnes que com um papel mais focalizado depois das apariçoes em Narnia, nos parece com demasiados tiques para uma personagem que se queria simples. Com simplicidade positiva aparece-nos Sandana e mesmo Irons num papel que noutro filme e tendo em conta o actor em causa poderia o encaminhar para mais alguma coisa.

O melhor - A literatura dentro do filme.

O pior - O segmente Quaid Wilde.

Avaliação - C

Step Up Revolution


Se existe uma saga que seguiu modas, principalmente no que diz respeito aos movimentos de dança ao longo do tempo, contudo com o tempo os filmes foram perdendo folego, principalmente porque a história tornou-se sempre a mesma apenas alterando o estilo, os resultados foram também decrescendo e se a critica sempre passou um pouco ao lado do filme com avaliações sempre sem grande saliência, comercialmente e após repetir o formato 3d a bilheteira decresceu num filme mais silencioso, que teve menos repercussões criticas e comerciais
O que podemos dizer deste filme começa pelo lado negativo parece-nos abusivo filme apos filme a historia central ser a mesma apenas com formatos diferente, parece um insulto aos seguidores de uma saga que querem mais que esperam mais e que ano apos ano apenas recebem o mesmo filme com uma roupa diferente.
Mas se o lado negativo pesa, do lado positivo temos talvez o filme mais pensado mais creactivo em termos de actualidade e produção dos momentos de dança, cada um deles realça um valor estético e creactivo transversal a diferentes estilos bem realizado que torna esses momentos apetecíveis e aperciaveis momentos estéticos.
Ou seja analisando o filme estamos perante uma boa obra de dança contemporânea bem filmada mas falha como filme, ou seja quando se tenta conciliar aspectos e complicado, podemos dizer que o primeiro filme com o arrojo creactivo deste poderia ser um objecto interessante no panorama cinematográfico, assim já vem um pouco esgotado.
O filme fala de um grupo creativo, onde se realça um empregado de mesa, que chama para si a filha do seu patrão um homem de dinheiro que tem um plano diferente para o bairro do protagonista.
O argumento podemos dizer que na sua base central é já o utilizado em todos os filmes anteriores da saga, com uma roupagem nova, e acima de tudo num contexto artístico diferente e mais completo no que ao argumento diz respeito podemos dizer que o filme é bastante curto.
A realização tem bons momentos principalmente na produção de momentos musicais, bem trabalhado, bem filmado, nos restantes é filmado sem grande valor creativo quase sempre ao ritmo de telenovela, no mesmo filme dois estilos de realização diferente com resultados diferentes.
O cast recheado de desconhecidos coloca a prova os seus protagonistas muito mais como dançarinos do que como actores e na primeira vertente todos saem com nota positiva na segunda parte sem qualquer tipo de avaliação, quer em principais como em secundários não e um filme apetecível para grandes nomes.

O melhor – O estilo de dança.

O pior – A repetição do argumento

Avaliação - C

Silent Hill Revelation


Pois só com um exercício muito grande de memória nos recordámos que há alguns anos atrás surgiu um filme estranho e peculiar apostado em recriar o vídeo jogo Silent Hill cujo o sucesso foi mediano mas que rapidamente pela sua fraca qualidade caiu no esquecimento, dai que muitos consideraram um absurdo uma sequela. Mas o certo é que esta acabou por surgir com resultados ainda bem piores do que o primeiro filme, desde logo criticamente onde conseguiu das piores criticas que há memoria e com mais peso quem sabe uma nomeação para os Razzies, depois também comercialmente quase ninguém perdeu tempo em ir ao cinema ver um filme com tão poucos ingredientes e nem o 3d alterou o seu futuro comercial.
Silent Hill a sequela tem um ponto que parece positivo, ou seja, o seu inicio pese embora poucos tenham percebido o primeiro filme ou sequer se recorde dele o filme perde alguns segundos a explicar o que poderá ter acontecido, não chega para nos recordar do filme todo mas sim de como acabou. Mas a logica acaba ai, depois algo que ninguém percebe ou quer perceber bem, uma mistura de sonhos com realidade num local ainda mais estranho onde as pessoas ou algo semelhante são todas más, e uma personagem estranha parece mesmo a única normalidade no meio de tudo o resto.
Ou seja um objecto exagerado com um terror sem sentido, como toda a historia que demonstra que por vezes um jogo de computador pode estar longe de poder dar um filme, e neste caso ao jogar poucos querem coerência, mas num filme com narrativa isso é essencial. Ou seja um disparate sob a forma de filme de alguém que pensou que conseguia colocar com algum sucesso algo que já anterior tinha sido um disparate cinematográfico.
Mesmo o 3d exagerado demasiado sanguinário nada trás para o filme, a não ser um budget maior que não poderá ser rentabilizado porque todos os ingredientes do filme estão longe de conseguir  trazer algum ponto positivo a tudo o resto.
O filme segue alguns anos após o primeiro na tentativa de colocar de novo a personagem central agora teenager de regresso a silent Hill aqui depois do rapto do pai, a jovem agora com um namorado regressão ao local, ou o que quer que aquilo seja, para tentar salvar o pai, e quem sabe mais alguma coisa.
O argumento como toda a historia para alem de confusa não tem sentido particularmente nenhum não tem linha condutora, não tem sentido, não tem personagem diálogos nem intensidade em qualquer vector em muitos pontos negativos este é de longe o pior.
Na realização o 3d até poderia ser uma boa aposta se o filme apresentasse primor estético mas funciona apenas na tentativa de impressionar a carnificina exagera e sem sentido, não e por este lado que os realizadores ganham o seu lugar ao sol.
EM termos de cast muito pouco, jovens pouco conhecidos e pouco colocados a prova, mas mesmo assim não e aqui que o filme perde, ou se contamina, é pena vermos Sean Bean em filmes de qualidade mais que duvidosa.

O melhor – Provavelmente morrerá de vez.

O pior – Como chegou ao segundo capitulo.

Avaliação – D-

Total Recall


Se existe filme de ficção científica que ficou preso às nossas memorias ao longo do tempo foi este desafio total que nos apresentava Sharon Stone como mulher fatal e uma luta inter planetas de primeira linha, dai que muitos foram entusiastas de uma reinvenção mesmo com as duvidas lançadas pelo seu realizador ligado normalmente a filmes de menor qualidade, mas que já tinha tido uma experiencia positiva no seu Die Hard. Mas desta vez a experiencia não foi tão bem acolhida muito pelo contrário em termos críticos o filme foi um desastre, e em termos comerciais esteve longe de concretizar o investimento em si revestido.
Mas o que se pode dizer deste desafio total, desde logo que se trata de um filme com a mesma linha mas com um contexto e uma roupagem completamente diferente, contudo esta tentativa de ser igual sendo diferente tornou o filme completamente desligado de si, com uma maior preocupação em tocar em pontos do primeiro, do que se unir e se tornar coeso narrativamente como segundo filme o que o torna uma manta de retalhos sem interesse quase sempre apenas interessado em sequencias de ação esteticamente interessantes mas mesmo essas sem a intensidade emocional que deveriam ter.
O vazio do filme está também vincado nas próprias personagens devido à pobreza contextual do filme não sabemos o que elas são o que as une, o que querem e para onde querem ir, apenas conseguimos dividir entre boas e más e isso e claramente pobre para o cinema de hoje em dia.
Ou seja estamos perante um filme vazio que entra com uma ideia interessante do primeiro que pensamos que poderia ter bem mais pernas por onde andar do que o próprio primeiro filme e torna-o num festival fraco de sequencias de ação mais ou menos trabalhadas e um contexto narrativo para as mesmas quase fora de linha, ou seja um filme fraco que nada trás aos fãs do primeiro filme muito pelo contrário desilusão e algum desrespeito poderá ser sensações bem presentes.
O filme fala de um trabalhador que interessado por fantasias com memorias se desloca a uma empresa e observa nesse instante que não é quem julga ser, aqui começa uma autentica luta entre partes com a sua personagem no epicentro de uma guerra e acima de tudo entre duas mulheres.
O argumento segue a linhagem em termos de corpo do primeiro filme, mas depois na parte de criar não o consegue fazer em nenhum ponto, ou seja estamos perante um argumento mal construído desinteressante,  com muitos buracos, que acaba por ser ainda pior pelo facto de não trabalhar em momento algum as personagens e acima de tudo colocar o filme desprovido de qualquer tipo de dialogo.
A realização de Wiseman é corajosa a forma como planeia os dois locais diferentes do filme é interessante a forma como os liga também, mas por outro lado ao exagerar no tamanho torna tudo demasiado confuso em termos relativos nunca sabemos onde as peronagem se encontram e isso torna o filme em termos de transmissão de imagens demasiado confuso.

Por fim o cast se existe filme que nada pede aos seus actores nem tão pouco lhes pede carisma é este, observamos o talentoso Farrel num dos papeis mais nulos da sua carreira destreza física qualquer um pode ter, e até um actor primário poderia mostrar mais entusiasmo do que o protagonista mostra. Biel apenas tem como função correr e dar beijos ao protagonista, um boneco animado sem qualquer interesse, pensamos sempre que perde todas as cenas para a sua antagonista Beckinsale, bem mais intensa, mais vistosa pela destreza física e de ação com sensualidade mais que suficiente, mas que as suas falas são quase ridículas. Ou seja num filme fraco o casto contribui ainda significativamente para este afundamento.

O melhor – A introdução dos locais

O pior – Isso não ser  indiciatorio de outra creatividade inexistente ao longo de todo o filme.

Avaliação  - D

Friday, November 09, 2012

Argo

Pois bem, depois das primeiras boas indicações de Afleck enquanto realizador, muitos estavam ansiosos por um projecto mais maduro de maior dimensão. Desde que foi desvendado o seu Argo, a critica aguardou e depois ficou deslumbrada com a obra de Afleck que ganha assim muito mais rapidamente o reconhecimento enquanto realizador do que como actor, pese embora continue a ser protagonista dos seus filmes. Assim e muito empolgado pela excelente recepçao que lhe vale o estatuto de alvo a abater para os oscares, o filme conseguiu tambem uma carreira comercial interessante que pode ainda mais cimentar a candidatura cimentada.
A minha primeira analise é que estamos perante um bom filme, talvez não entre na loucura que o filme se encontra a gerar, mas é indiscutivel o valor do filme, não só pela adaptação de uma historia insolita, historica e virtuosa que deve ser valorizada mas pelo excelente trabalho contextual do filme, poucos filmes de momentos da historia universal foram tão trabalhados na sua recriação que pensa no minimo pormenor sempre com o maior cuidado e perfecionista que torna o filme bastante perfeito.
Pelo lado negativo ressalva desde logo para um filme com tantas boas compoentes e mesmo sendo sobre a luta de uma personagem que essa personagem caia algumas vezes em cliches novelescos que nada tem a ver com a maturidade do tema. Depois outro erro o pensar que tudo tem de ser conseguido ao limite para ser um acto heroico, e num filme adulto Afleck podia ter evitado cair em demasiados cliches de filmes gastos o que acaba por tornar o filme um filme de grande qualidade mas com tiques de filmes fracos.
Mesmo assim estamos perante uma obra assinalavel do presente ano, que sem força no valor da historia na capacidade produtiva do filme, na execução quase perfeita em tornar o filme quase documental, e tudo isso mais o louvor ao cinema como ferramenta politica e a sua força são vectores muito fortes num filme forte e intenso, que tem como mais valia ainda funcionar como filme proximo do espectador e claramente para este.
O filme fala de um agente do CIA que tem como missão retirar seis diplomatas do Irão depois de se instalar um clima de conflito entre os dois paises, para isso uma historia de cobertura como equipa que se encontra a produzir um filme.
O argumento pode ser analisado em dois vectores, a riqueza narrativa e de dialogos do filme perde em alguns cliches ja abordados, ou seja a tentativa do filme se tornar um filme de acção basico, contudo e mesmo com personagens nem sempre muito dimensionais a historia e o documento são a mais valia que ultrapassam algumas fronteiras.
Afleck e logicamente melhor realizador do que actor e mesmo sem ser algo de outro mundo nos filmes anteriores ja o tinha demonstrado, mas neste filme deslumbra o estudo do filme e concretizaçao contextual e estetica do filme e do melhor que se viu nos ultimos anos, num filme de autor que pode o balançar para uma carreira ao melhor nivel, o segmento mais oscarizavel do filme.
Em termos de cast e conhecido que Afleck esta longe de ser um actor versatil e intenso alias a cada filme mais se pensa que o cinema ganharia com mais intensidade nas outras funçoes do que como interprete e mais uma vez isto se nota no filme, mesmo estando ligeiramente acima do seu nivel, esta longe do que o filme exige ainda mais quando os secundarios principalmente Arkin e Goodman estão em melhores papeis e com clara mais qualidade. Um segmento em que o filme merecia mais.

O melhor - A acção historica aqui homenageada e retratada.

O Pior - Um bom filme não deve ir buscar tiques dos maus.

Avaliação - B

Saturday, November 03, 2012

Resident Evil - Retribution

SE existe saga que foi permanecendo ao longo do tempo, neste momento há mais de dez anos com cinco filmes e sempre em subida comercial foi este Resident Evil e se os primeiros filmes passaram quase desprecebidos, muito pelos resultados fora dos EUA com a explosão em 3D o filme ganhou um impulso estetico que tornou independentemente de todo o desastre critico que todos os filmes são, uma força comercial principalmente fora dos EUA, com maior incidencia na europa.
Este quinto episodio nada muda relativamente aos seus antecessores novamente a protagonsta se encontra presa numa celula da umbrella e tem de sair de la para não morrer, ou seja em creatividade a saga e do mais limitado que se encontra com repetição sucessiva de conceitos personagens ao longo do filme, necessitando sempre de fazer uma recuperação dos filmes anteriores ja que nenhum teve força de se vincar pela propria historia.
Este filme e talvez o mais simples de todos com uma evolução tecnica que permite por momentor tirar os personagens para o exterior para duas cidades como Moscovo e Nova Iorque simuladas, contudo mesmo com este engenho o aproveitamento do filme deste facto e nulo, apenas e mais um despredicio excessivo de munições sem qualquer valor narrativo, que tem apenas um ponto interessante na luta geral que so no final podemos ter minima noção do seu ponto, de resto o obvio david contra golias com muitos disparos e do david ganha com mais ou menos facilidade e com tempo ainda para sentimentos maternais.
Ou seja mais um despredicio criativo de mais um filme baseado nos video jogos que pouco mais da do que trazer a ideia de base do jogo não a potenciando em nenhum aspecto narrativo, ou seja na soma dos cinco filmes temos menos dialogo, creatividade do que em muitos filmes isolados.
O filme agora leva-nos Alice para o interior de uma nova central da umbrella onde com o apoio de velhos conhecidos tem que sair de forma a fornecer a luta dos humanos a arma que eles precisam contra a rainha vermelha.
O argumento como em todos os outros filmes e muito pobre um trajecto com adversidades e algumas ajudas onde com armas tudo se mata, ate ao objectivo final, parco ou mesmo nulo em personagens densidade emocional e muito menos dialogos.
Paul WS Andersson podera ter ficado rico, mas a falta de guiao condiciona e torna-o mal visto mesmo quando os apontamentos de realização e estitica ate sao interessantes ligado em demasia ao estilo Matrix mas demonstra sentido estetico e funcional da utilização das imagens.
E certo que as escolhas de cast para o filme nunca foram relacionadas com a qualidade dos actores mas mais pela sua convicção fisica, mas mesmo no mais limitado dos papeis se denotam deficiencias principalmente numa Jovovich muito limitada e numa Michelle Rodriguez ja desaparecida.

O melhor - Ser ligeiramente mais simples que os antecessores.

O pior - Continuar o vazio e despredicio da saga

Avaliação - D+

Friday, November 02, 2012

Premium Rush

Se o valor de David Koepp como argumentista e mais do que conhecido por uma panoplia de blockbusters bem conseguidos reunindo exitos comerciais e de critica tendo em sala de panico talvez o seu trabalho mais valorizado, contudo em termos de realizaçao ate ao momento nunca conseguiu conciliar e atingir o exito em ambos os patamares que o ja fez como argumentista. Para este ano e seguindo a conteunidade do sucesso de Gordon Levitt trouxe.nos este curioso filme sobre estafetas e se por um lado conseguiu uma boa avaliação critica talvez a melhor enquanto realizador o filme reprovou em larga escala em termos comerciais defraudando os seus distribuidores e produtores num filme que parecia com todos os ingredientes para dar certo tambem comercialmente.
Premium Rush e um filme interessante principalmente nos seus detalhes na forma com que e concretizado nos pormenores mais do que no seu corpo de base e na sua historia. Ou seja numa historia simples nem sempre bem contada a forma como os pormenores vão seduzindo o espectador faz com que a avaliação va-se tornando cada vez mais positiva acabando em bom nivel, para isso o estilo do filme, nova iorque e algum humor ocasional funcionam na perfeição.
Tambem a montagem com retrtocessos de forma a completar as lacunas que o filme vão apresentando sempre no momento certofaz o ritmo abrandar o que a determinada parte do filme se torna necessario ja que o excesso de movimento já se tonrava insuportavem sendo este ponto importante na temporização do filme e na forma como isso torna o filme mais inteligente.
Pelo lado negativo a historia em si, simples nem sempre prodiga nas decisoes dos conflitos narrativos quase sempre algo cansativa pelo excesso de personagens e esteriotipos usados, pela falta de conhecimento do contexto somos quase colocados de para quedas no filme, o que faz com que durante muito tempo as personagens sejam desconhecidas ja que entram ja em plena acção.
A historia fala-nos de um estafeta que é incumbido de uma entrega que se torna uma aventura presseguido pela policia e por um detective interessado na encomenda a adrenalina no mais estado puro pode não chegar numa luta com diversos lados da lei e do crime.
O argumento e o parente pobre do filme, o que e de estranhar quando o filme e da autoria de um dos melhores argumentistas de hollywood, parece-nos com mais forma do que conteudo por vezes precisava de respirar e pensar melhor o filme, tornando-o mais denso, com personagens mais trabalhadas.
Mas se perde no argumento Koepp surpreende pela positiva na realização o aspecto mais fascinante do filme, de eleição com tecnologias com risco com componente artisticas e talvez uma das melhores realizações de um filme de acção dos ultimos tempos num contexto muito complicado o filme tem como grande valor as suas imagens.
No caste temos Gordon Levit na sua fita natural rebelde mas simpatico e um actor com carisma para encabeçar projectos mas ainda não provou versatilidade e aqui tambem nao o faz num filme mais exigente fisicamente do que emocionalmente, para alem de que perde o filme para o vilão de serviço o bipolar Shannon que funciona como pouco em personagens perturbadas, ou seja um actor de primeira linha, principalmente em personagens de complexidade elevada, brilha num papel simples, o que e de sublinhar.

O melhor - A realização e Nova iorque.

O pior - A historia sem detalhes.

Avaliação - B-