Wednesday, November 21, 2012

Sinister

Cada vez mais os filmes de terror tentam encontrar um espaço que os conduza a sucessos passado, e se existiu um titulo que principalmente na dinamica paranormal conseguiu impor um estilo foi o primeiro episodio de The Ring. Pois bem ao longo do tempo foram varios os filmes que se tentaram aproximar, mas penso que nunca um tão declaradamente como este sinister. Os resultados contudo estiveram longe, mesmo tendo em conta o intervalo de tempo, por um lado comercialmente o filme pese embora não se possa considerar um floop teve resultados dentro de um intervalo normativo, e depois por outro lado porque criticamente não foi ao lado de algum colocar de parte, pese embora em termos medios ate tenha conseguido positivo o que não e comum em filmes de terror mais declarados.
Sobre o filme podemos dizer desde logo que tem um problema grave, se bem que é mais negro e com um estilo mais terrorifico do que The Ring as colagens são por demais evidentes na narrativa, na forma só conseguindo alterar e na minha opinião para algo melhor na sua conclusão, principalmente em efeitos de genero do que propriamente em efeitos comerciais. Contudo a originalidade é sempre necessaria e deve ser trabalhada e neste caso o filme falha por alguma falta de originalidade.
Contudo devemos valorizar o horror traduzido em situaçoes concretas e documentadas em filme, um segredo do filme que pela sua frieza cria impacto, alias o impacto do filme em termos de segmentos e forte o que e uma mais valia para qualquer filme de terror e este não e excepçao.
Ou seja estamos perante um filme que funciona como terror, se bem que por vezes perde por ser algo previsivel nos pontos que faz o espectador pensar ja que noutros nao consegue agarrar o espectador, contudo que no final e como querendo assistir a um filme de terror até sai satisfeito com a conclusão de um filme que consegue cumprir algumas das premissas que se propoem com sucesso, sendo que outras ficam demasiado na rama.
O flme fala de um escritos que tenta reactivar o seu sucesso na descoberta de um assassinio mudando-se para a casa onde ocorreram os factos enquanto observa o video dos acontecimentos todos eles documentados algo de estranho começa a surgir que o conduz a tentativa de descobrir o que esta por tras dos assassinatos.
O argumento perde pela falta de profundidade alguns atalhos narrativos e por se prender demasiado ao filme The Ring, contudo nos aspectos exclusivos do argumento perde para este filme, principalmente nas personagens e envolvencia das mesmas menos funcionais na historia talvez mais misteriorsos para outros objectivos.
O que se pode dizer e que este realizador que teve o seu maior sucesso do exorcismo de Emely Rose, esta talhado e tem futuro no terror consegue criar panico e medo, mas falta lhe guião, principalmente neste filme, porque na criaçao do ambiente, com particular destaque nos filmes dentro do filme, funciona bem.
Os filmes de terror nunca exigem muito dos actores optando normalmente por actores de segunda linha ou em inicio de carreira aqui Hawke funciona como a figura mais sonante de um actor que ja teve melhores dias, e que este filme da-lhe o seu estado da carreira ou seja sem grande fulgor.

O melhor - O filme dentro do filme.

O pior - Já vimos este filme.

Avaliação - C+

Monday, November 19, 2012

The Words

É conhecido que o sucesso de Bradley Cooper por si só tornam os seus filmes um acontecimento, e a provar isso observa-se que este The Words um filme pensado e escrito para uma plateia menor consiga uma expansão wide, mesmo que no seu elenco não tenhamos actores de primeira linha comercial e alguns mais relacionados com cinema de carreira. Talvez por isso e depois de alguma indiferença critica o filme tenha sido conduzido para resultados muito modestos comercialmente, talvez demonstrando que a grande distribuição do filme não tenha sido bem pensada.
Podemos dizer que The Words é um filme sobre uma historia simples dentro de uma historia complexa, e por esse facto não é um filme intuitivo, por um lado por tentar jogar algumas vezes com o escondido e por outro lado pela falta de ritmo alucinante, ou seja, para um filme de pouco mais de hora e meia, a acção desenrola-se a um ritmo devagar, que apenas consegue ganhar impulso nas partes mais proximas do fim, ja que o inicio é todo ele a um ritmo parado que faz o espectador adormecer.
Outro dos pontos menos positivos do filme e pensarmos que um segmento o protagonizado por Quaid e Wilde e totalmente insignificante para o filme, pode dar uma maior rebeldia ao filme, um truque narrativo, pelo menos esse e o objectivo, mas perde algum do estado puro e elementar do restante filme o que o faz perder sentido de todo, e demasiado diferente entre si, o que em alguns filmes funciona bem de forma original mas neste casa parece obvio que soa a estranho.
Como positivo a historia dentro da historia, simples com muita ternura e romantica, pese embora em alguns pontos demasiado recheada de cliches a sua forma simples e como homenageia a literatura e o mundo da escrita tem em si uma vertente poética, já a historia central entre Irons e Cooper aparece com uma dinamica moral interessante que se questiona e é transmitida quase em desespero, o que nos parece forte na labilidade emocional que traduz, pena é que se perca em narrações algum tempo.
O filme fala de um escritor que após descobrir uns rascunhos e perceber a qualidade literaria dos mesmos publica-os com o seu nome, contudo nessa mesma altura aparece o autor original e o sentido de falsidade começa a influenciar o dia a dia do jovem escritor
O argumento tem apontamentos interessantes o criar uma historia onde são as palavras escritas e faladas aquelas que mais protagonismo tem ultrapassando em larga escala aquilo que as personagens podem dar, ou mesmo os seus dialogos, e um filme simples que quer ser completo narrativamente e muitas vezes gosta-se do risco mas preferia-se mais simplicidade
A realizaçao e simples com imagens algo silenciosas, o filme tem momentos de boa realizaçao principalmente na historia mais longinqua temporalmente nos nossos dias e mais normal, mais novelesca, sem preocupaçao estetica.
O cast e liderado por um Cooper mais talhado para a comedia com dificuldades no terreno dramatico que aqui fica patente, o mesmo de Barnes que com um papel mais focalizado depois das apariçoes em Narnia, nos parece com demasiados tiques para uma personagem que se queria simples. Com simplicidade positiva aparece-nos Sandana e mesmo Irons num papel que noutro filme e tendo em conta o actor em causa poderia o encaminhar para mais alguma coisa.

O melhor - A literatura dentro do filme.

O pior - O segmente Quaid Wilde.

Avaliação - C

Step Up Revolution


Se existe uma saga que seguiu modas, principalmente no que diz respeito aos movimentos de dança ao longo do tempo, contudo com o tempo os filmes foram perdendo folego, principalmente porque a história tornou-se sempre a mesma apenas alterando o estilo, os resultados foram também decrescendo e se a critica sempre passou um pouco ao lado do filme com avaliações sempre sem grande saliência, comercialmente e após repetir o formato 3d a bilheteira decresceu num filme mais silencioso, que teve menos repercussões criticas e comerciais
O que podemos dizer deste filme começa pelo lado negativo parece-nos abusivo filme apos filme a historia central ser a mesma apenas com formatos diferente, parece um insulto aos seguidores de uma saga que querem mais que esperam mais e que ano apos ano apenas recebem o mesmo filme com uma roupa diferente.
Mas se o lado negativo pesa, do lado positivo temos talvez o filme mais pensado mais creactivo em termos de actualidade e produção dos momentos de dança, cada um deles realça um valor estético e creactivo transversal a diferentes estilos bem realizado que torna esses momentos apetecíveis e aperciaveis momentos estéticos.
Ou seja analisando o filme estamos perante uma boa obra de dança contemporânea bem filmada mas falha como filme, ou seja quando se tenta conciliar aspectos e complicado, podemos dizer que o primeiro filme com o arrojo creactivo deste poderia ser um objecto interessante no panorama cinematográfico, assim já vem um pouco esgotado.
O filme fala de um grupo creativo, onde se realça um empregado de mesa, que chama para si a filha do seu patrão um homem de dinheiro que tem um plano diferente para o bairro do protagonista.
O argumento podemos dizer que na sua base central é já o utilizado em todos os filmes anteriores da saga, com uma roupagem nova, e acima de tudo num contexto artístico diferente e mais completo no que ao argumento diz respeito podemos dizer que o filme é bastante curto.
A realização tem bons momentos principalmente na produção de momentos musicais, bem trabalhado, bem filmado, nos restantes é filmado sem grande valor creativo quase sempre ao ritmo de telenovela, no mesmo filme dois estilos de realização diferente com resultados diferentes.
O cast recheado de desconhecidos coloca a prova os seus protagonistas muito mais como dançarinos do que como actores e na primeira vertente todos saem com nota positiva na segunda parte sem qualquer tipo de avaliação, quer em principais como em secundários não e um filme apetecível para grandes nomes.

O melhor – O estilo de dança.

O pior – A repetição do argumento

Avaliação - C

Silent Hill Revelation


Pois só com um exercício muito grande de memória nos recordámos que há alguns anos atrás surgiu um filme estranho e peculiar apostado em recriar o vídeo jogo Silent Hill cujo o sucesso foi mediano mas que rapidamente pela sua fraca qualidade caiu no esquecimento, dai que muitos consideraram um absurdo uma sequela. Mas o certo é que esta acabou por surgir com resultados ainda bem piores do que o primeiro filme, desde logo criticamente onde conseguiu das piores criticas que há memoria e com mais peso quem sabe uma nomeação para os Razzies, depois também comercialmente quase ninguém perdeu tempo em ir ao cinema ver um filme com tão poucos ingredientes e nem o 3d alterou o seu futuro comercial.
Silent Hill a sequela tem um ponto que parece positivo, ou seja, o seu inicio pese embora poucos tenham percebido o primeiro filme ou sequer se recorde dele o filme perde alguns segundos a explicar o que poderá ter acontecido, não chega para nos recordar do filme todo mas sim de como acabou. Mas a logica acaba ai, depois algo que ninguém percebe ou quer perceber bem, uma mistura de sonhos com realidade num local ainda mais estranho onde as pessoas ou algo semelhante são todas más, e uma personagem estranha parece mesmo a única normalidade no meio de tudo o resto.
Ou seja um objecto exagerado com um terror sem sentido, como toda a historia que demonstra que por vezes um jogo de computador pode estar longe de poder dar um filme, e neste caso ao jogar poucos querem coerência, mas num filme com narrativa isso é essencial. Ou seja um disparate sob a forma de filme de alguém que pensou que conseguia colocar com algum sucesso algo que já anterior tinha sido um disparate cinematográfico.
Mesmo o 3d exagerado demasiado sanguinário nada trás para o filme, a não ser um budget maior que não poderá ser rentabilizado porque todos os ingredientes do filme estão longe de conseguir  trazer algum ponto positivo a tudo o resto.
O filme segue alguns anos após o primeiro na tentativa de colocar de novo a personagem central agora teenager de regresso a silent Hill aqui depois do rapto do pai, a jovem agora com um namorado regressão ao local, ou o que quer que aquilo seja, para tentar salvar o pai, e quem sabe mais alguma coisa.
O argumento como toda a historia para alem de confusa não tem sentido particularmente nenhum não tem linha condutora, não tem sentido, não tem personagem diálogos nem intensidade em qualquer vector em muitos pontos negativos este é de longe o pior.
Na realização o 3d até poderia ser uma boa aposta se o filme apresentasse primor estético mas funciona apenas na tentativa de impressionar a carnificina exagera e sem sentido, não e por este lado que os realizadores ganham o seu lugar ao sol.
EM termos de cast muito pouco, jovens pouco conhecidos e pouco colocados a prova, mas mesmo assim não e aqui que o filme perde, ou se contamina, é pena vermos Sean Bean em filmes de qualidade mais que duvidosa.

O melhor – Provavelmente morrerá de vez.

O pior – Como chegou ao segundo capitulo.

Avaliação – D-

Total Recall


Se existe filme de ficção científica que ficou preso às nossas memorias ao longo do tempo foi este desafio total que nos apresentava Sharon Stone como mulher fatal e uma luta inter planetas de primeira linha, dai que muitos foram entusiastas de uma reinvenção mesmo com as duvidas lançadas pelo seu realizador ligado normalmente a filmes de menor qualidade, mas que já tinha tido uma experiencia positiva no seu Die Hard. Mas desta vez a experiencia não foi tão bem acolhida muito pelo contrário em termos críticos o filme foi um desastre, e em termos comerciais esteve longe de concretizar o investimento em si revestido.
Mas o que se pode dizer deste desafio total, desde logo que se trata de um filme com a mesma linha mas com um contexto e uma roupagem completamente diferente, contudo esta tentativa de ser igual sendo diferente tornou o filme completamente desligado de si, com uma maior preocupação em tocar em pontos do primeiro, do que se unir e se tornar coeso narrativamente como segundo filme o que o torna uma manta de retalhos sem interesse quase sempre apenas interessado em sequencias de ação esteticamente interessantes mas mesmo essas sem a intensidade emocional que deveriam ter.
O vazio do filme está também vincado nas próprias personagens devido à pobreza contextual do filme não sabemos o que elas são o que as une, o que querem e para onde querem ir, apenas conseguimos dividir entre boas e más e isso e claramente pobre para o cinema de hoje em dia.
Ou seja estamos perante um filme vazio que entra com uma ideia interessante do primeiro que pensamos que poderia ter bem mais pernas por onde andar do que o próprio primeiro filme e torna-o num festival fraco de sequencias de ação mais ou menos trabalhadas e um contexto narrativo para as mesmas quase fora de linha, ou seja um filme fraco que nada trás aos fãs do primeiro filme muito pelo contrário desilusão e algum desrespeito poderá ser sensações bem presentes.
O filme fala de um trabalhador que interessado por fantasias com memorias se desloca a uma empresa e observa nesse instante que não é quem julga ser, aqui começa uma autentica luta entre partes com a sua personagem no epicentro de uma guerra e acima de tudo entre duas mulheres.
O argumento segue a linhagem em termos de corpo do primeiro filme, mas depois na parte de criar não o consegue fazer em nenhum ponto, ou seja estamos perante um argumento mal construído desinteressante,  com muitos buracos, que acaba por ser ainda pior pelo facto de não trabalhar em momento algum as personagens e acima de tudo colocar o filme desprovido de qualquer tipo de dialogo.
A realização de Wiseman é corajosa a forma como planeia os dois locais diferentes do filme é interessante a forma como os liga também, mas por outro lado ao exagerar no tamanho torna tudo demasiado confuso em termos relativos nunca sabemos onde as peronagem se encontram e isso torna o filme em termos de transmissão de imagens demasiado confuso.

Por fim o cast se existe filme que nada pede aos seus actores nem tão pouco lhes pede carisma é este, observamos o talentoso Farrel num dos papeis mais nulos da sua carreira destreza física qualquer um pode ter, e até um actor primário poderia mostrar mais entusiasmo do que o protagonista mostra. Biel apenas tem como função correr e dar beijos ao protagonista, um boneco animado sem qualquer interesse, pensamos sempre que perde todas as cenas para a sua antagonista Beckinsale, bem mais intensa, mais vistosa pela destreza física e de ação com sensualidade mais que suficiente, mas que as suas falas são quase ridículas. Ou seja num filme fraco o casto contribui ainda significativamente para este afundamento.

O melhor – A introdução dos locais

O pior – Isso não ser  indiciatorio de outra creatividade inexistente ao longo de todo o filme.

Avaliação  - D

Friday, November 09, 2012

Argo

Pois bem, depois das primeiras boas indicações de Afleck enquanto realizador, muitos estavam ansiosos por um projecto mais maduro de maior dimensão. Desde que foi desvendado o seu Argo, a critica aguardou e depois ficou deslumbrada com a obra de Afleck que ganha assim muito mais rapidamente o reconhecimento enquanto realizador do que como actor, pese embora continue a ser protagonista dos seus filmes. Assim e muito empolgado pela excelente recepçao que lhe vale o estatuto de alvo a abater para os oscares, o filme conseguiu tambem uma carreira comercial interessante que pode ainda mais cimentar a candidatura cimentada.
A minha primeira analise é que estamos perante um bom filme, talvez não entre na loucura que o filme se encontra a gerar, mas é indiscutivel o valor do filme, não só pela adaptação de uma historia insolita, historica e virtuosa que deve ser valorizada mas pelo excelente trabalho contextual do filme, poucos filmes de momentos da historia universal foram tão trabalhados na sua recriação que pensa no minimo pormenor sempre com o maior cuidado e perfecionista que torna o filme bastante perfeito.
Pelo lado negativo ressalva desde logo para um filme com tantas boas compoentes e mesmo sendo sobre a luta de uma personagem que essa personagem caia algumas vezes em cliches novelescos que nada tem a ver com a maturidade do tema. Depois outro erro o pensar que tudo tem de ser conseguido ao limite para ser um acto heroico, e num filme adulto Afleck podia ter evitado cair em demasiados cliches de filmes gastos o que acaba por tornar o filme um filme de grande qualidade mas com tiques de filmes fracos.
Mesmo assim estamos perante uma obra assinalavel do presente ano, que sem força no valor da historia na capacidade produtiva do filme, na execução quase perfeita em tornar o filme quase documental, e tudo isso mais o louvor ao cinema como ferramenta politica e a sua força são vectores muito fortes num filme forte e intenso, que tem como mais valia ainda funcionar como filme proximo do espectador e claramente para este.
O filme fala de um agente do CIA que tem como missão retirar seis diplomatas do Irão depois de se instalar um clima de conflito entre os dois paises, para isso uma historia de cobertura como equipa que se encontra a produzir um filme.
O argumento pode ser analisado em dois vectores, a riqueza narrativa e de dialogos do filme perde em alguns cliches ja abordados, ou seja a tentativa do filme se tornar um filme de acção basico, contudo e mesmo com personagens nem sempre muito dimensionais a historia e o documento são a mais valia que ultrapassam algumas fronteiras.
Afleck e logicamente melhor realizador do que actor e mesmo sem ser algo de outro mundo nos filmes anteriores ja o tinha demonstrado, mas neste filme deslumbra o estudo do filme e concretizaçao contextual e estetica do filme e do melhor que se viu nos ultimos anos, num filme de autor que pode o balançar para uma carreira ao melhor nivel, o segmento mais oscarizavel do filme.
Em termos de cast e conhecido que Afleck esta longe de ser um actor versatil e intenso alias a cada filme mais se pensa que o cinema ganharia com mais intensidade nas outras funçoes do que como interprete e mais uma vez isto se nota no filme, mesmo estando ligeiramente acima do seu nivel, esta longe do que o filme exige ainda mais quando os secundarios principalmente Arkin e Goodman estão em melhores papeis e com clara mais qualidade. Um segmento em que o filme merecia mais.

O melhor - A acção historica aqui homenageada e retratada.

O Pior - Um bom filme não deve ir buscar tiques dos maus.

Avaliação - B

Saturday, November 03, 2012

Resident Evil - Retribution

SE existe saga que foi permanecendo ao longo do tempo, neste momento há mais de dez anos com cinco filmes e sempre em subida comercial foi este Resident Evil e se os primeiros filmes passaram quase desprecebidos, muito pelos resultados fora dos EUA com a explosão em 3D o filme ganhou um impulso estetico que tornou independentemente de todo o desastre critico que todos os filmes são, uma força comercial principalmente fora dos EUA, com maior incidencia na europa.
Este quinto episodio nada muda relativamente aos seus antecessores novamente a protagonsta se encontra presa numa celula da umbrella e tem de sair de la para não morrer, ou seja em creatividade a saga e do mais limitado que se encontra com repetição sucessiva de conceitos personagens ao longo do filme, necessitando sempre de fazer uma recuperação dos filmes anteriores ja que nenhum teve força de se vincar pela propria historia.
Este filme e talvez o mais simples de todos com uma evolução tecnica que permite por momentor tirar os personagens para o exterior para duas cidades como Moscovo e Nova Iorque simuladas, contudo mesmo com este engenho o aproveitamento do filme deste facto e nulo, apenas e mais um despredicio excessivo de munições sem qualquer valor narrativo, que tem apenas um ponto interessante na luta geral que so no final podemos ter minima noção do seu ponto, de resto o obvio david contra golias com muitos disparos e do david ganha com mais ou menos facilidade e com tempo ainda para sentimentos maternais.
Ou seja mais um despredicio criativo de mais um filme baseado nos video jogos que pouco mais da do que trazer a ideia de base do jogo não a potenciando em nenhum aspecto narrativo, ou seja na soma dos cinco filmes temos menos dialogo, creatividade do que em muitos filmes isolados.
O filme agora leva-nos Alice para o interior de uma nova central da umbrella onde com o apoio de velhos conhecidos tem que sair de forma a fornecer a luta dos humanos a arma que eles precisam contra a rainha vermelha.
O argumento como em todos os outros filmes e muito pobre um trajecto com adversidades e algumas ajudas onde com armas tudo se mata, ate ao objectivo final, parco ou mesmo nulo em personagens densidade emocional e muito menos dialogos.
Paul WS Andersson podera ter ficado rico, mas a falta de guiao condiciona e torna-o mal visto mesmo quando os apontamentos de realização e estitica ate sao interessantes ligado em demasia ao estilo Matrix mas demonstra sentido estetico e funcional da utilização das imagens.
E certo que as escolhas de cast para o filme nunca foram relacionadas com a qualidade dos actores mas mais pela sua convicção fisica, mas mesmo no mais limitado dos papeis se denotam deficiencias principalmente numa Jovovich muito limitada e numa Michelle Rodriguez ja desaparecida.

O melhor - Ser ligeiramente mais simples que os antecessores.

O pior - Continuar o vazio e despredicio da saga

Avaliação - D+

Friday, November 02, 2012

Premium Rush

Se o valor de David Koepp como argumentista e mais do que conhecido por uma panoplia de blockbusters bem conseguidos reunindo exitos comerciais e de critica tendo em sala de panico talvez o seu trabalho mais valorizado, contudo em termos de realizaçao ate ao momento nunca conseguiu conciliar e atingir o exito em ambos os patamares que o ja fez como argumentista. Para este ano e seguindo a conteunidade do sucesso de Gordon Levitt trouxe.nos este curioso filme sobre estafetas e se por um lado conseguiu uma boa avaliação critica talvez a melhor enquanto realizador o filme reprovou em larga escala em termos comerciais defraudando os seus distribuidores e produtores num filme que parecia com todos os ingredientes para dar certo tambem comercialmente.
Premium Rush e um filme interessante principalmente nos seus detalhes na forma com que e concretizado nos pormenores mais do que no seu corpo de base e na sua historia. Ou seja numa historia simples nem sempre bem contada a forma como os pormenores vão seduzindo o espectador faz com que a avaliação va-se tornando cada vez mais positiva acabando em bom nivel, para isso o estilo do filme, nova iorque e algum humor ocasional funcionam na perfeição.
Tambem a montagem com retrtocessos de forma a completar as lacunas que o filme vão apresentando sempre no momento certofaz o ritmo abrandar o que a determinada parte do filme se torna necessario ja que o excesso de movimento já se tonrava insuportavem sendo este ponto importante na temporização do filme e na forma como isso torna o filme mais inteligente.
Pelo lado negativo a historia em si, simples nem sempre prodiga nas decisoes dos conflitos narrativos quase sempre algo cansativa pelo excesso de personagens e esteriotipos usados, pela falta de conhecimento do contexto somos quase colocados de para quedas no filme, o que faz com que durante muito tempo as personagens sejam desconhecidas ja que entram ja em plena acção.
A historia fala-nos de um estafeta que é incumbido de uma entrega que se torna uma aventura presseguido pela policia e por um detective interessado na encomenda a adrenalina no mais estado puro pode não chegar numa luta com diversos lados da lei e do crime.
O argumento e o parente pobre do filme, o que e de estranhar quando o filme e da autoria de um dos melhores argumentistas de hollywood, parece-nos com mais forma do que conteudo por vezes precisava de respirar e pensar melhor o filme, tornando-o mais denso, com personagens mais trabalhadas.
Mas se perde no argumento Koepp surpreende pela positiva na realização o aspecto mais fascinante do filme, de eleição com tecnologias com risco com componente artisticas e talvez uma das melhores realizações de um filme de acção dos ultimos tempos num contexto muito complicado o filme tem como grande valor as suas imagens.
No caste temos Gordon Levit na sua fita natural rebelde mas simpatico e um actor com carisma para encabeçar projectos mas ainda não provou versatilidade e aqui tambem nao o faz num filme mais exigente fisicamente do que emocionalmente, para alem de que perde o filme para o vilão de serviço o bipolar Shannon que funciona como pouco em personagens perturbadas, ou seja um actor de primeira linha, principalmente em personagens de complexidade elevada, brilha num papel simples, o que e de sublinhar.

O melhor - A realização e Nova iorque.

O pior - A historia sem detalhes.

Avaliação - B-

Dredd

É conhecido que o Juiz Dredd e uma das figuras mais conceituadas do mundo da BD é sabido tambem que depois do desastre que foi a primeira tentativa de adaptação do heroi ao grande ecra e do floop rotundo da mesma que era necessario muita coragem para uma nova tentativa. Pois bem diversos anos depois e com uma produçao mais modesta sem grandes estrelas aqui surgiu com o formato 3d como elemento de sedução. Os resultados foram ambiguos se em termos criticos o filme conseguiu avaliação positiva o que e dificil para o genero e antecedentes em questao em termos comerciais a falta de grandes figuras acabou por conduzir o filme a um floop rotundo um dos maiores do ano.
A avaliação do filme pode ser feita a dois niveis relativa em face da primeira adaptaçao do filme e neste particular estamos perante uma excelente avaliação ja que este filme tem carisma atitude, orginal, sem perder a intensidade e o caracter serie b da personagem e daqueles filmes bem feitos ao contrario do outro que apenas queria das algumas sequencias de acção a Stallone. Em termos absolutos o resultado nao e assim tao excelente pese embora tenha virtudes importantes de salientar. Desde logo o ambiente catastrofico do futuro, neste particular o filme e impecavel no cenario dantesco e nas dificuldades que fornecem ao heroi e sua ajudante. Por outro lado e um filme com uma intensidade de acção poucas vezes visto a quantidade de tiros e riffles e inacreditavel.
Pelo lado negativo a falta de densidade narrativa do filme basicamente e toda uma sequencia de acçao tendo em vista um objectivo num filme rapido sem historias pararlelas pouco dialogo e pouco crescimento ou evoluçao das personagens num filme basico que quase se traduz numa unica sequencia de acção.
mesmo perante as limitações inerentes a historia pelo menos se adaptação nao for corajosa estamos perante um filme positivfo que elimina a ma primeiria tentativa que demonstra que mesmo com historias simples pode-se fazer um filme interessante de entertenimento sem grandes figuras mesmo que o filme acabe por sentir falta delas.
A historia e o mais simples possivel o Juiz Dredd juntamente com uma novata com poderes mutantes estao encorralados no territorio de uma rainha do crime e mesmo na mais adversa das situações não colocam de lado fazer a sua missão.
O argumento e o parente pobre do filme, ou seja demasiado directo simplista, pouco trabalhado em termos de personagem desenolvimento narrativa e dialogos mas isto acaba por dar um estilo proprio e directo ao filme, nao lhe permite evoluir mas por outro lado nao permite que se coloque mais vezes a prova.
O realizador Peter Travis tinha supreendido pela positiva em Vantage Point um bom filme, bem filmado e escrito e comprova aqui ser um realizador a seguir mesmo sendo um argumento limitado e uma historia com expectativa negativa a realização e o exercicio de estilo do filme e muito interessante com risco e compoenente estetica acima da media.
O caste  pobre Urban e um actor de segunda divisão para filmes de acçao e neste filme e o que sempre foi, Thirby tenta ganhar espaço mas o filme não lhe facilita na personagem mais debil, melhor Hadley numa intensa vila de uma actriz demasiado intermitente que precisava de conseguir mais papeis pois a qualidade esta la e de forma vincada.

O melhor - Fez esquecer o primeiro

O pior - O medo de arriscar limita o alcance do filme

Avaliação - C+

Hotel Transylvania

Se e cada vez mais claro que a força comercial de Adam Sandler e a sua produtora em termos de filmes soltos se encontra cada vez menor por uma cada vez menor força critica que os filmes te conseguido, esta nova experiencia muda o estilo com conduzir os seus habituais ajudantes para uma animação surpreendente juntando os maiores monstros do imaginario num particular hotel, e se criticamente as coisas continuaram num marasmo para Sandler e amigos com resultados medios com alguma tendencia negativa em termos comerciais o filme foi uma aposta ganha em toda a linha com resultados interessantes que o tornaram num dos filmes mais vistos deste Outono.
Hotem Transylvania e um filme que segue o funcionamento habitual dos filmes de animação sobre imaginario ou seja tenta pegar num mundo e alterá-lo de um forma contraditoria, conseguindo impor elementos historicos e mesmo marcar a volução humana e neste ponto que nos parece que o filme e mais feliz na forma como pensa a evoluçao dos humanos longe da mesma, e aqui esta alteração nos habituais papeis funciona como a mais valia de todo o filme em termos morais.
O humor utilizado e direcionado para os mais pequenos suave divertido, incapaz de provocar a garagalhada mas com boas sensações é um filme que ao nao ter um lado declaradamente vilão e daquele filmes que agrada normalmente principalmente os mais novos. pelo lado negativo o filme perde muito tempo no adorno, em tentar ser repugnante na caracterização do modo de vida dos monstros e depois mesmo nestes e na organizaçao do filme não consegue ser competente em muitas sequencias pelo excesso elevado de personagens o filme e demasiado confuso, para alem de nunca se permitir ter a riqueza moral que outros filmes com mais qualidade de animaçao conseguem ter.
O filme fala do conde dracula e da sua pequena filha na construçao de um hotel que ponha a segunda livre do perigo de contacto com os humanos ate ao momento em que um consegue encontrar o hotel e descontrola tudo como este se desenrola.
O argumento e interessante na alteraçao de papeis, mas tem alguns problemas no cumprimento em se tornar simples e directo em outras vertentes o seu valor historico e superior ao narrativo, muito em custa de personagens pouco trabalhadas em termos de humor a mediania de boas emoçoes sem explosões comicas
A produçao do filme e simples sem grande arrojo mas com bom trabalho principalmente na criação das personagens não e de primeira linha mas funciona bem esteticamente mesmo com o preodimiinio de cores escuras e sempre agradavel e nao assustador.
A escolha e interessante Sandler e bom neste tipo de situações nao fosse ele um comico e o filme reside muito no proprio, em pior nivel os seus companheiros que parecem sempre aguardar o que o primeiro faz.

O melhor - A prespectiva historica dos seres humanos.

O pior - Ser confuso com excesso de personagens

Avaliação - C+

Thursday, November 01, 2012

Paranormal Activity 4

Depois da saga interminavel de Saw que preencheu comercialmente a epoca do halloween durante varios anos eis que surge a saga que lhe toma o lugar com o mesmo percurso um filme inicial surpreendente com um terror e uma formula original e depois as sequelas com periodicidade anual. Contudo e se e certo que a Actividade Paranormal manteve ate ao momento um nivel mais elevado nas suas sequelas o certo é que de filme para filme e pese embora os filmes sejam ideologicamente mais trabalhados  tem vindo a perder principalmente neste ultios filme valor critico. Comercialmente e depois da surpreendente explosao do terceiro filme este quarto abrandou nao pora em risco o quinto mas a este ritmo parece caminhar para deixar de ser rentavel.
Depois de avanços e recuos este filme e um pouquinho de ambos se por um lado volta ao seguimento do segundo filme, talvez o menos feliz da saga de forma a dar continuidade aos protagonistas centrais por outro lado a camara e desta vez em movimento ao som de todas tecnologias como iphone ipad e portatil se por um lado esse ponto da mobilidade ao filme, por outro lado o segredo do conceito era exactamente não ter essa mobilidade ja que torna o filme bem mais facil de executar e por outro lado sem o exercicio de estilo que tanto valorizava a saga,
Outro ponto que o torna tambem o filme menos feliz da saga e o facto de ser previsivel a entrada inicial do filme conduz logo a tudo que posteriormente vai acontecer sendo a sua fase final apenas um jogo de camaras pobre em termos narrativo como alias o filme todo mesmo comprativamente com os filmes anteriores da saga, ou seja apenas um ou outro elemento novo para recolher mais uns milhoes para uma saga que se valorizou e agora recolhe dividendos.
Ou seja mesmo reconhecendo o valor sa saga na forma como deu uma nova roupagem ao terror com creatividade e originalidade penso que o que é demais começa a ser gasto e penso que se conclui que a formula esta gasta e que destas personagens já pouco vai ser possivel recolher, sendo o futuro da saga quase de certeza a diminuição de intensidade ate o seu fim.
 A historia fala-nos da integraçao de um pequeno miudo no seio de uma familia que o acolhe sendo que nesse momento começam a surgir alguns aspectos estranhos em casa principalmente em termos de ruidos e outras coisas capazes de provocar o mais susto ao espectador, tudo sobre o ponto de vista de um casal de adolescentes ligados as novas tecnologias.
O argumento e de longe o mais facil e o menos evoluido e trabalhado e menos original da saga tudo o que este filme tem em termos narrativos ja anteriormente fora utilizado mesmo o aspecto de ligação com os antecessores e mais pobre que o normal e isso torna o filme neste ponto tambem bastante mais fraco.
A realização principalmente em exercicio de estilo e bem mais pobre do que ja foi efectuado ou seja as camaras sao demasiado movimentadas e perde o valor estatico do filme, parece tudo mais simples e menos automatico.
Em termos de cast nunca foi um filme muito valioso nas avaliações das suas interpretaçoes pela falta de qualidade de imagem, mais uma vez assim o e com interpretaçoes residuais,

O melhor- Algum valor da saga ainda presente

o pior - Ser bem pior que todos os outros.

Avaliação - C-

Saturday, October 27, 2012

Skyfall

Pois bem era sabido que com a chegada de Craig ao papel de James Bond muitas tradições foram quebradas, pois bem com este skyfall a promessa era ainda maior, desde logo ter ao leme um dos realizadores mais conceituados da actualidade que nao deixaria de querer deixar a sua marca na saga, um vilão de peso e a promessa do inicio da renovação do cast. Faltava saber de que forma, se comercialmente as expectativas sao elevadas pese embora o filme so em meados de Novembro chegue ao mercado Americano, criticamente as primeiras avaliações tem sido muito entusiasmantes para um filme.
O primeiro ponto que podemos dizer de Skyfall e que o marasmo na saga James Bond que parecia estar a regressar com Quantum of solance não se instalou e que o optimo Casino Royale tem aqui a continuação mais proxima se bem que ainda um furo abaixo deste filme, em termos narrativos e conteudo e maturidade. E o segredo deste filme esta na coragem de fazer transição entre pontos da historia ser um passo para o futuro. E se no futuro e no jogo importamente  e mitico com o passado o filme tem algumas das suas maiores virtudes no proprio presente do filme este Skyfall tem um as de trunfo na força do seu vilao, sempre carne para canhao perante Bond neste filme em termos praticos ate o pode ser mas a luz da personagem e talves dos unicos a combater o carisma do agente secreto.
E acente nestes pontos estamos perante um rico filme de acção com ritmo, com boas seleções de conflito e crise e daqueles filmes que tem nos seus defeitos algumas das virtudes da maioria dos filmes de acção que nos chegam em numero elevado.
Os maiores problemas do filme e a falta de um confronto final mais duradouro, depois de um inicio algo pausado e longo, o filme ganha claramente novo folego e intensidade com a entrade em cena do vilao de serviço e parece nos que na historia central o filme e demasiado linear e facil o que leva a uma simplicidade narrativa exagerada.
A historia tras nos James Bond e M em luta com um ex agente sedento de vingança quando foi abandonado em missao e resultou quase na sua morte, contudo este vilao tem um odio passional forte e não ideologico.
Em termos de argumento dois pontos sao extremamente bem conseguidos a uniao dos tempos a ligação ao passado sentir o presente e preparar o futuro e acima de tudo a criaçao e propria existencia do mitico Silva, em termos da historia em si podia ser mais intensa e creativa.
Sam Mendes e sem duvida um dos melhores realizadores que passou pela saga e isso denota-se na riqueza estetica do filme, longe dos seus melhores trabalhos algo lonquinquos mas muito melhor do que os seus antecessores temos um realizador que prima a estetica o risco e a luminusidade.
Em termos de cast Craig e neste momento Bond e isso e natural sem esforço mas aqui perde o filme todo para aquele que e neste momento  um dos actores mais completos competentes e versateis de Hollywood Bardem como vilao tem um papel fabuloso dos melhores do ano, que caso nao fosse repetido poderia ser um caso serio para os Oscares, a cada dia que passa mais o nuestro hermano se assume como uma exclencia no cinema muito por papeis para a historia como este.

o melhor - O passado e o futuro

o pior - O presente narrativo ser bom mas nao acompanhar estes dois pontos

Avaliação - B