Monday, November 19, 2012

Step Up Revolution


Se existe uma saga que seguiu modas, principalmente no que diz respeito aos movimentos de dança ao longo do tempo, contudo com o tempo os filmes foram perdendo folego, principalmente porque a história tornou-se sempre a mesma apenas alterando o estilo, os resultados foram também decrescendo e se a critica sempre passou um pouco ao lado do filme com avaliações sempre sem grande saliência, comercialmente e após repetir o formato 3d a bilheteira decresceu num filme mais silencioso, que teve menos repercussões criticas e comerciais
O que podemos dizer deste filme começa pelo lado negativo parece-nos abusivo filme apos filme a historia central ser a mesma apenas com formatos diferente, parece um insulto aos seguidores de uma saga que querem mais que esperam mais e que ano apos ano apenas recebem o mesmo filme com uma roupa diferente.
Mas se o lado negativo pesa, do lado positivo temos talvez o filme mais pensado mais creactivo em termos de actualidade e produção dos momentos de dança, cada um deles realça um valor estético e creactivo transversal a diferentes estilos bem realizado que torna esses momentos apetecíveis e aperciaveis momentos estéticos.
Ou seja analisando o filme estamos perante uma boa obra de dança contemporânea bem filmada mas falha como filme, ou seja quando se tenta conciliar aspectos e complicado, podemos dizer que o primeiro filme com o arrojo creactivo deste poderia ser um objecto interessante no panorama cinematográfico, assim já vem um pouco esgotado.
O filme fala de um grupo creativo, onde se realça um empregado de mesa, que chama para si a filha do seu patrão um homem de dinheiro que tem um plano diferente para o bairro do protagonista.
O argumento podemos dizer que na sua base central é já o utilizado em todos os filmes anteriores da saga, com uma roupagem nova, e acima de tudo num contexto artístico diferente e mais completo no que ao argumento diz respeito podemos dizer que o filme é bastante curto.
A realização tem bons momentos principalmente na produção de momentos musicais, bem trabalhado, bem filmado, nos restantes é filmado sem grande valor creativo quase sempre ao ritmo de telenovela, no mesmo filme dois estilos de realização diferente com resultados diferentes.
O cast recheado de desconhecidos coloca a prova os seus protagonistas muito mais como dançarinos do que como actores e na primeira vertente todos saem com nota positiva na segunda parte sem qualquer tipo de avaliação, quer em principais como em secundários não e um filme apetecível para grandes nomes.

O melhor – O estilo de dança.

O pior – A repetição do argumento

Avaliação - C

Silent Hill Revelation


Pois só com um exercício muito grande de memória nos recordámos que há alguns anos atrás surgiu um filme estranho e peculiar apostado em recriar o vídeo jogo Silent Hill cujo o sucesso foi mediano mas que rapidamente pela sua fraca qualidade caiu no esquecimento, dai que muitos consideraram um absurdo uma sequela. Mas o certo é que esta acabou por surgir com resultados ainda bem piores do que o primeiro filme, desde logo criticamente onde conseguiu das piores criticas que há memoria e com mais peso quem sabe uma nomeação para os Razzies, depois também comercialmente quase ninguém perdeu tempo em ir ao cinema ver um filme com tão poucos ingredientes e nem o 3d alterou o seu futuro comercial.
Silent Hill a sequela tem um ponto que parece positivo, ou seja, o seu inicio pese embora poucos tenham percebido o primeiro filme ou sequer se recorde dele o filme perde alguns segundos a explicar o que poderá ter acontecido, não chega para nos recordar do filme todo mas sim de como acabou. Mas a logica acaba ai, depois algo que ninguém percebe ou quer perceber bem, uma mistura de sonhos com realidade num local ainda mais estranho onde as pessoas ou algo semelhante são todas más, e uma personagem estranha parece mesmo a única normalidade no meio de tudo o resto.
Ou seja um objecto exagerado com um terror sem sentido, como toda a historia que demonstra que por vezes um jogo de computador pode estar longe de poder dar um filme, e neste caso ao jogar poucos querem coerência, mas num filme com narrativa isso é essencial. Ou seja um disparate sob a forma de filme de alguém que pensou que conseguia colocar com algum sucesso algo que já anterior tinha sido um disparate cinematográfico.
Mesmo o 3d exagerado demasiado sanguinário nada trás para o filme, a não ser um budget maior que não poderá ser rentabilizado porque todos os ingredientes do filme estão longe de conseguir  trazer algum ponto positivo a tudo o resto.
O filme segue alguns anos após o primeiro na tentativa de colocar de novo a personagem central agora teenager de regresso a silent Hill aqui depois do rapto do pai, a jovem agora com um namorado regressão ao local, ou o que quer que aquilo seja, para tentar salvar o pai, e quem sabe mais alguma coisa.
O argumento como toda a historia para alem de confusa não tem sentido particularmente nenhum não tem linha condutora, não tem sentido, não tem personagem diálogos nem intensidade em qualquer vector em muitos pontos negativos este é de longe o pior.
Na realização o 3d até poderia ser uma boa aposta se o filme apresentasse primor estético mas funciona apenas na tentativa de impressionar a carnificina exagera e sem sentido, não e por este lado que os realizadores ganham o seu lugar ao sol.
EM termos de cast muito pouco, jovens pouco conhecidos e pouco colocados a prova, mas mesmo assim não e aqui que o filme perde, ou se contamina, é pena vermos Sean Bean em filmes de qualidade mais que duvidosa.

O melhor – Provavelmente morrerá de vez.

O pior – Como chegou ao segundo capitulo.

Avaliação – D-

Total Recall


Se existe filme de ficção científica que ficou preso às nossas memorias ao longo do tempo foi este desafio total que nos apresentava Sharon Stone como mulher fatal e uma luta inter planetas de primeira linha, dai que muitos foram entusiastas de uma reinvenção mesmo com as duvidas lançadas pelo seu realizador ligado normalmente a filmes de menor qualidade, mas que já tinha tido uma experiencia positiva no seu Die Hard. Mas desta vez a experiencia não foi tão bem acolhida muito pelo contrário em termos críticos o filme foi um desastre, e em termos comerciais esteve longe de concretizar o investimento em si revestido.
Mas o que se pode dizer deste desafio total, desde logo que se trata de um filme com a mesma linha mas com um contexto e uma roupagem completamente diferente, contudo esta tentativa de ser igual sendo diferente tornou o filme completamente desligado de si, com uma maior preocupação em tocar em pontos do primeiro, do que se unir e se tornar coeso narrativamente como segundo filme o que o torna uma manta de retalhos sem interesse quase sempre apenas interessado em sequencias de ação esteticamente interessantes mas mesmo essas sem a intensidade emocional que deveriam ter.
O vazio do filme está também vincado nas próprias personagens devido à pobreza contextual do filme não sabemos o que elas são o que as une, o que querem e para onde querem ir, apenas conseguimos dividir entre boas e más e isso e claramente pobre para o cinema de hoje em dia.
Ou seja estamos perante um filme vazio que entra com uma ideia interessante do primeiro que pensamos que poderia ter bem mais pernas por onde andar do que o próprio primeiro filme e torna-o num festival fraco de sequencias de ação mais ou menos trabalhadas e um contexto narrativo para as mesmas quase fora de linha, ou seja um filme fraco que nada trás aos fãs do primeiro filme muito pelo contrário desilusão e algum desrespeito poderá ser sensações bem presentes.
O filme fala de um trabalhador que interessado por fantasias com memorias se desloca a uma empresa e observa nesse instante que não é quem julga ser, aqui começa uma autentica luta entre partes com a sua personagem no epicentro de uma guerra e acima de tudo entre duas mulheres.
O argumento segue a linhagem em termos de corpo do primeiro filme, mas depois na parte de criar não o consegue fazer em nenhum ponto, ou seja estamos perante um argumento mal construído desinteressante,  com muitos buracos, que acaba por ser ainda pior pelo facto de não trabalhar em momento algum as personagens e acima de tudo colocar o filme desprovido de qualquer tipo de dialogo.
A realização de Wiseman é corajosa a forma como planeia os dois locais diferentes do filme é interessante a forma como os liga também, mas por outro lado ao exagerar no tamanho torna tudo demasiado confuso em termos relativos nunca sabemos onde as peronagem se encontram e isso torna o filme em termos de transmissão de imagens demasiado confuso.

Por fim o cast se existe filme que nada pede aos seus actores nem tão pouco lhes pede carisma é este, observamos o talentoso Farrel num dos papeis mais nulos da sua carreira destreza física qualquer um pode ter, e até um actor primário poderia mostrar mais entusiasmo do que o protagonista mostra. Biel apenas tem como função correr e dar beijos ao protagonista, um boneco animado sem qualquer interesse, pensamos sempre que perde todas as cenas para a sua antagonista Beckinsale, bem mais intensa, mais vistosa pela destreza física e de ação com sensualidade mais que suficiente, mas que as suas falas são quase ridículas. Ou seja num filme fraco o casto contribui ainda significativamente para este afundamento.

O melhor – A introdução dos locais

O pior – Isso não ser  indiciatorio de outra creatividade inexistente ao longo de todo o filme.

Avaliação  - D

Friday, November 09, 2012

Argo

Pois bem, depois das primeiras boas indicações de Afleck enquanto realizador, muitos estavam ansiosos por um projecto mais maduro de maior dimensão. Desde que foi desvendado o seu Argo, a critica aguardou e depois ficou deslumbrada com a obra de Afleck que ganha assim muito mais rapidamente o reconhecimento enquanto realizador do que como actor, pese embora continue a ser protagonista dos seus filmes. Assim e muito empolgado pela excelente recepçao que lhe vale o estatuto de alvo a abater para os oscares, o filme conseguiu tambem uma carreira comercial interessante que pode ainda mais cimentar a candidatura cimentada.
A minha primeira analise é que estamos perante um bom filme, talvez não entre na loucura que o filme se encontra a gerar, mas é indiscutivel o valor do filme, não só pela adaptação de uma historia insolita, historica e virtuosa que deve ser valorizada mas pelo excelente trabalho contextual do filme, poucos filmes de momentos da historia universal foram tão trabalhados na sua recriação que pensa no minimo pormenor sempre com o maior cuidado e perfecionista que torna o filme bastante perfeito.
Pelo lado negativo ressalva desde logo para um filme com tantas boas compoentes e mesmo sendo sobre a luta de uma personagem que essa personagem caia algumas vezes em cliches novelescos que nada tem a ver com a maturidade do tema. Depois outro erro o pensar que tudo tem de ser conseguido ao limite para ser um acto heroico, e num filme adulto Afleck podia ter evitado cair em demasiados cliches de filmes gastos o que acaba por tornar o filme um filme de grande qualidade mas com tiques de filmes fracos.
Mesmo assim estamos perante uma obra assinalavel do presente ano, que sem força no valor da historia na capacidade produtiva do filme, na execução quase perfeita em tornar o filme quase documental, e tudo isso mais o louvor ao cinema como ferramenta politica e a sua força são vectores muito fortes num filme forte e intenso, que tem como mais valia ainda funcionar como filme proximo do espectador e claramente para este.
O filme fala de um agente do CIA que tem como missão retirar seis diplomatas do Irão depois de se instalar um clima de conflito entre os dois paises, para isso uma historia de cobertura como equipa que se encontra a produzir um filme.
O argumento pode ser analisado em dois vectores, a riqueza narrativa e de dialogos do filme perde em alguns cliches ja abordados, ou seja a tentativa do filme se tornar um filme de acção basico, contudo e mesmo com personagens nem sempre muito dimensionais a historia e o documento são a mais valia que ultrapassam algumas fronteiras.
Afleck e logicamente melhor realizador do que actor e mesmo sem ser algo de outro mundo nos filmes anteriores ja o tinha demonstrado, mas neste filme deslumbra o estudo do filme e concretizaçao contextual e estetica do filme e do melhor que se viu nos ultimos anos, num filme de autor que pode o balançar para uma carreira ao melhor nivel, o segmento mais oscarizavel do filme.
Em termos de cast e conhecido que Afleck esta longe de ser um actor versatil e intenso alias a cada filme mais se pensa que o cinema ganharia com mais intensidade nas outras funçoes do que como interprete e mais uma vez isto se nota no filme, mesmo estando ligeiramente acima do seu nivel, esta longe do que o filme exige ainda mais quando os secundarios principalmente Arkin e Goodman estão em melhores papeis e com clara mais qualidade. Um segmento em que o filme merecia mais.

O melhor - A acção historica aqui homenageada e retratada.

O Pior - Um bom filme não deve ir buscar tiques dos maus.

Avaliação - B

Saturday, November 03, 2012

Resident Evil - Retribution

SE existe saga que foi permanecendo ao longo do tempo, neste momento há mais de dez anos com cinco filmes e sempre em subida comercial foi este Resident Evil e se os primeiros filmes passaram quase desprecebidos, muito pelos resultados fora dos EUA com a explosão em 3D o filme ganhou um impulso estetico que tornou independentemente de todo o desastre critico que todos os filmes são, uma força comercial principalmente fora dos EUA, com maior incidencia na europa.
Este quinto episodio nada muda relativamente aos seus antecessores novamente a protagonsta se encontra presa numa celula da umbrella e tem de sair de la para não morrer, ou seja em creatividade a saga e do mais limitado que se encontra com repetição sucessiva de conceitos personagens ao longo do filme, necessitando sempre de fazer uma recuperação dos filmes anteriores ja que nenhum teve força de se vincar pela propria historia.
Este filme e talvez o mais simples de todos com uma evolução tecnica que permite por momentor tirar os personagens para o exterior para duas cidades como Moscovo e Nova Iorque simuladas, contudo mesmo com este engenho o aproveitamento do filme deste facto e nulo, apenas e mais um despredicio excessivo de munições sem qualquer valor narrativo, que tem apenas um ponto interessante na luta geral que so no final podemos ter minima noção do seu ponto, de resto o obvio david contra golias com muitos disparos e do david ganha com mais ou menos facilidade e com tempo ainda para sentimentos maternais.
Ou seja mais um despredicio criativo de mais um filme baseado nos video jogos que pouco mais da do que trazer a ideia de base do jogo não a potenciando em nenhum aspecto narrativo, ou seja na soma dos cinco filmes temos menos dialogo, creatividade do que em muitos filmes isolados.
O filme agora leva-nos Alice para o interior de uma nova central da umbrella onde com o apoio de velhos conhecidos tem que sair de forma a fornecer a luta dos humanos a arma que eles precisam contra a rainha vermelha.
O argumento como em todos os outros filmes e muito pobre um trajecto com adversidades e algumas ajudas onde com armas tudo se mata, ate ao objectivo final, parco ou mesmo nulo em personagens densidade emocional e muito menos dialogos.
Paul WS Andersson podera ter ficado rico, mas a falta de guiao condiciona e torna-o mal visto mesmo quando os apontamentos de realização e estitica ate sao interessantes ligado em demasia ao estilo Matrix mas demonstra sentido estetico e funcional da utilização das imagens.
E certo que as escolhas de cast para o filme nunca foram relacionadas com a qualidade dos actores mas mais pela sua convicção fisica, mas mesmo no mais limitado dos papeis se denotam deficiencias principalmente numa Jovovich muito limitada e numa Michelle Rodriguez ja desaparecida.

O melhor - Ser ligeiramente mais simples que os antecessores.

O pior - Continuar o vazio e despredicio da saga

Avaliação - D+

Friday, November 02, 2012

Premium Rush

Se o valor de David Koepp como argumentista e mais do que conhecido por uma panoplia de blockbusters bem conseguidos reunindo exitos comerciais e de critica tendo em sala de panico talvez o seu trabalho mais valorizado, contudo em termos de realizaçao ate ao momento nunca conseguiu conciliar e atingir o exito em ambos os patamares que o ja fez como argumentista. Para este ano e seguindo a conteunidade do sucesso de Gordon Levitt trouxe.nos este curioso filme sobre estafetas e se por um lado conseguiu uma boa avaliação critica talvez a melhor enquanto realizador o filme reprovou em larga escala em termos comerciais defraudando os seus distribuidores e produtores num filme que parecia com todos os ingredientes para dar certo tambem comercialmente.
Premium Rush e um filme interessante principalmente nos seus detalhes na forma com que e concretizado nos pormenores mais do que no seu corpo de base e na sua historia. Ou seja numa historia simples nem sempre bem contada a forma como os pormenores vão seduzindo o espectador faz com que a avaliação va-se tornando cada vez mais positiva acabando em bom nivel, para isso o estilo do filme, nova iorque e algum humor ocasional funcionam na perfeição.
Tambem a montagem com retrtocessos de forma a completar as lacunas que o filme vão apresentando sempre no momento certofaz o ritmo abrandar o que a determinada parte do filme se torna necessario ja que o excesso de movimento já se tonrava insuportavem sendo este ponto importante na temporização do filme e na forma como isso torna o filme mais inteligente.
Pelo lado negativo a historia em si, simples nem sempre prodiga nas decisoes dos conflitos narrativos quase sempre algo cansativa pelo excesso de personagens e esteriotipos usados, pela falta de conhecimento do contexto somos quase colocados de para quedas no filme, o que faz com que durante muito tempo as personagens sejam desconhecidas ja que entram ja em plena acção.
A historia fala-nos de um estafeta que é incumbido de uma entrega que se torna uma aventura presseguido pela policia e por um detective interessado na encomenda a adrenalina no mais estado puro pode não chegar numa luta com diversos lados da lei e do crime.
O argumento e o parente pobre do filme, o que e de estranhar quando o filme e da autoria de um dos melhores argumentistas de hollywood, parece-nos com mais forma do que conteudo por vezes precisava de respirar e pensar melhor o filme, tornando-o mais denso, com personagens mais trabalhadas.
Mas se perde no argumento Koepp surpreende pela positiva na realização o aspecto mais fascinante do filme, de eleição com tecnologias com risco com componente artisticas e talvez uma das melhores realizações de um filme de acção dos ultimos tempos num contexto muito complicado o filme tem como grande valor as suas imagens.
No caste temos Gordon Levit na sua fita natural rebelde mas simpatico e um actor com carisma para encabeçar projectos mas ainda não provou versatilidade e aqui tambem nao o faz num filme mais exigente fisicamente do que emocionalmente, para alem de que perde o filme para o vilão de serviço o bipolar Shannon que funciona como pouco em personagens perturbadas, ou seja um actor de primeira linha, principalmente em personagens de complexidade elevada, brilha num papel simples, o que e de sublinhar.

O melhor - A realização e Nova iorque.

O pior - A historia sem detalhes.

Avaliação - B-

Dredd

É conhecido que o Juiz Dredd e uma das figuras mais conceituadas do mundo da BD é sabido tambem que depois do desastre que foi a primeira tentativa de adaptação do heroi ao grande ecra e do floop rotundo da mesma que era necessario muita coragem para uma nova tentativa. Pois bem diversos anos depois e com uma produçao mais modesta sem grandes estrelas aqui surgiu com o formato 3d como elemento de sedução. Os resultados foram ambiguos se em termos criticos o filme conseguiu avaliação positiva o que e dificil para o genero e antecedentes em questao em termos comerciais a falta de grandes figuras acabou por conduzir o filme a um floop rotundo um dos maiores do ano.
A avaliação do filme pode ser feita a dois niveis relativa em face da primeira adaptaçao do filme e neste particular estamos perante uma excelente avaliação ja que este filme tem carisma atitude, orginal, sem perder a intensidade e o caracter serie b da personagem e daqueles filmes bem feitos ao contrario do outro que apenas queria das algumas sequencias de acção a Stallone. Em termos absolutos o resultado nao e assim tao excelente pese embora tenha virtudes importantes de salientar. Desde logo o ambiente catastrofico do futuro, neste particular o filme e impecavel no cenario dantesco e nas dificuldades que fornecem ao heroi e sua ajudante. Por outro lado e um filme com uma intensidade de acção poucas vezes visto a quantidade de tiros e riffles e inacreditavel.
Pelo lado negativo a falta de densidade narrativa do filme basicamente e toda uma sequencia de acçao tendo em vista um objectivo num filme rapido sem historias pararlelas pouco dialogo e pouco crescimento ou evoluçao das personagens num filme basico que quase se traduz numa unica sequencia de acção.
mesmo perante as limitações inerentes a historia pelo menos se adaptação nao for corajosa estamos perante um filme positivfo que elimina a ma primeiria tentativa que demonstra que mesmo com historias simples pode-se fazer um filme interessante de entertenimento sem grandes figuras mesmo que o filme acabe por sentir falta delas.
A historia e o mais simples possivel o Juiz Dredd juntamente com uma novata com poderes mutantes estao encorralados no territorio de uma rainha do crime e mesmo na mais adversa das situações não colocam de lado fazer a sua missão.
O argumento e o parente pobre do filme, ou seja demasiado directo simplista, pouco trabalhado em termos de personagem desenolvimento narrativa e dialogos mas isto acaba por dar um estilo proprio e directo ao filme, nao lhe permite evoluir mas por outro lado nao permite que se coloque mais vezes a prova.
O realizador Peter Travis tinha supreendido pela positiva em Vantage Point um bom filme, bem filmado e escrito e comprova aqui ser um realizador a seguir mesmo sendo um argumento limitado e uma historia com expectativa negativa a realização e o exercicio de estilo do filme e muito interessante com risco e compoenente estetica acima da media.
O caste  pobre Urban e um actor de segunda divisão para filmes de acçao e neste filme e o que sempre foi, Thirby tenta ganhar espaço mas o filme não lhe facilita na personagem mais debil, melhor Hadley numa intensa vila de uma actriz demasiado intermitente que precisava de conseguir mais papeis pois a qualidade esta la e de forma vincada.

O melhor - Fez esquecer o primeiro

O pior - O medo de arriscar limita o alcance do filme

Avaliação - C+

Hotel Transylvania

Se e cada vez mais claro que a força comercial de Adam Sandler e a sua produtora em termos de filmes soltos se encontra cada vez menor por uma cada vez menor força critica que os filmes te conseguido, esta nova experiencia muda o estilo com conduzir os seus habituais ajudantes para uma animação surpreendente juntando os maiores monstros do imaginario num particular hotel, e se criticamente as coisas continuaram num marasmo para Sandler e amigos com resultados medios com alguma tendencia negativa em termos comerciais o filme foi uma aposta ganha em toda a linha com resultados interessantes que o tornaram num dos filmes mais vistos deste Outono.
Hotem Transylvania e um filme que segue o funcionamento habitual dos filmes de animação sobre imaginario ou seja tenta pegar num mundo e alterá-lo de um forma contraditoria, conseguindo impor elementos historicos e mesmo marcar a volução humana e neste ponto que nos parece que o filme e mais feliz na forma como pensa a evoluçao dos humanos longe da mesma, e aqui esta alteração nos habituais papeis funciona como a mais valia de todo o filme em termos morais.
O humor utilizado e direcionado para os mais pequenos suave divertido, incapaz de provocar a garagalhada mas com boas sensações é um filme que ao nao ter um lado declaradamente vilão e daquele filmes que agrada normalmente principalmente os mais novos. pelo lado negativo o filme perde muito tempo no adorno, em tentar ser repugnante na caracterização do modo de vida dos monstros e depois mesmo nestes e na organizaçao do filme não consegue ser competente em muitas sequencias pelo excesso elevado de personagens o filme e demasiado confuso, para alem de nunca se permitir ter a riqueza moral que outros filmes com mais qualidade de animaçao conseguem ter.
O filme fala do conde dracula e da sua pequena filha na construçao de um hotel que ponha a segunda livre do perigo de contacto com os humanos ate ao momento em que um consegue encontrar o hotel e descontrola tudo como este se desenrola.
O argumento e interessante na alteraçao de papeis, mas tem alguns problemas no cumprimento em se tornar simples e directo em outras vertentes o seu valor historico e superior ao narrativo, muito em custa de personagens pouco trabalhadas em termos de humor a mediania de boas emoçoes sem explosões comicas
A produçao do filme e simples sem grande arrojo mas com bom trabalho principalmente na criação das personagens não e de primeira linha mas funciona bem esteticamente mesmo com o preodimiinio de cores escuras e sempre agradavel e nao assustador.
A escolha e interessante Sandler e bom neste tipo de situações nao fosse ele um comico e o filme reside muito no proprio, em pior nivel os seus companheiros que parecem sempre aguardar o que o primeiro faz.

O melhor - A prespectiva historica dos seres humanos.

O pior - Ser confuso com excesso de personagens

Avaliação - C+

Thursday, November 01, 2012

Paranormal Activity 4

Depois da saga interminavel de Saw que preencheu comercialmente a epoca do halloween durante varios anos eis que surge a saga que lhe toma o lugar com o mesmo percurso um filme inicial surpreendente com um terror e uma formula original e depois as sequelas com periodicidade anual. Contudo e se e certo que a Actividade Paranormal manteve ate ao momento um nivel mais elevado nas suas sequelas o certo é que de filme para filme e pese embora os filmes sejam ideologicamente mais trabalhados  tem vindo a perder principalmente neste ultios filme valor critico. Comercialmente e depois da surpreendente explosao do terceiro filme este quarto abrandou nao pora em risco o quinto mas a este ritmo parece caminhar para deixar de ser rentavel.
Depois de avanços e recuos este filme e um pouquinho de ambos se por um lado volta ao seguimento do segundo filme, talvez o menos feliz da saga de forma a dar continuidade aos protagonistas centrais por outro lado a camara e desta vez em movimento ao som de todas tecnologias como iphone ipad e portatil se por um lado esse ponto da mobilidade ao filme, por outro lado o segredo do conceito era exactamente não ter essa mobilidade ja que torna o filme bem mais facil de executar e por outro lado sem o exercicio de estilo que tanto valorizava a saga,
Outro ponto que o torna tambem o filme menos feliz da saga e o facto de ser previsivel a entrada inicial do filme conduz logo a tudo que posteriormente vai acontecer sendo a sua fase final apenas um jogo de camaras pobre em termos narrativo como alias o filme todo mesmo comprativamente com os filmes anteriores da saga, ou seja apenas um ou outro elemento novo para recolher mais uns milhoes para uma saga que se valorizou e agora recolhe dividendos.
Ou seja mesmo reconhecendo o valor sa saga na forma como deu uma nova roupagem ao terror com creatividade e originalidade penso que o que é demais começa a ser gasto e penso que se conclui que a formula esta gasta e que destas personagens já pouco vai ser possivel recolher, sendo o futuro da saga quase de certeza a diminuição de intensidade ate o seu fim.
 A historia fala-nos da integraçao de um pequeno miudo no seio de uma familia que o acolhe sendo que nesse momento começam a surgir alguns aspectos estranhos em casa principalmente em termos de ruidos e outras coisas capazes de provocar o mais susto ao espectador, tudo sobre o ponto de vista de um casal de adolescentes ligados as novas tecnologias.
O argumento e de longe o mais facil e o menos evoluido e trabalhado e menos original da saga tudo o que este filme tem em termos narrativos ja anteriormente fora utilizado mesmo o aspecto de ligação com os antecessores e mais pobre que o normal e isso torna o filme neste ponto tambem bastante mais fraco.
A realização principalmente em exercicio de estilo e bem mais pobre do que ja foi efectuado ou seja as camaras sao demasiado movimentadas e perde o valor estatico do filme, parece tudo mais simples e menos automatico.
Em termos de cast nunca foi um filme muito valioso nas avaliações das suas interpretaçoes pela falta de qualidade de imagem, mais uma vez assim o e com interpretaçoes residuais,

O melhor- Algum valor da saga ainda presente

o pior - Ser bem pior que todos os outros.

Avaliação - C-

Saturday, October 27, 2012

Skyfall

Pois bem era sabido que com a chegada de Craig ao papel de James Bond muitas tradições foram quebradas, pois bem com este skyfall a promessa era ainda maior, desde logo ter ao leme um dos realizadores mais conceituados da actualidade que nao deixaria de querer deixar a sua marca na saga, um vilão de peso e a promessa do inicio da renovação do cast. Faltava saber de que forma, se comercialmente as expectativas sao elevadas pese embora o filme so em meados de Novembro chegue ao mercado Americano, criticamente as primeiras avaliações tem sido muito entusiasmantes para um filme.
O primeiro ponto que podemos dizer de Skyfall e que o marasmo na saga James Bond que parecia estar a regressar com Quantum of solance não se instalou e que o optimo Casino Royale tem aqui a continuação mais proxima se bem que ainda um furo abaixo deste filme, em termos narrativos e conteudo e maturidade. E o segredo deste filme esta na coragem de fazer transição entre pontos da historia ser um passo para o futuro. E se no futuro e no jogo importamente  e mitico com o passado o filme tem algumas das suas maiores virtudes no proprio presente do filme este Skyfall tem um as de trunfo na força do seu vilao, sempre carne para canhao perante Bond neste filme em termos praticos ate o pode ser mas a luz da personagem e talves dos unicos a combater o carisma do agente secreto.
E acente nestes pontos estamos perante um rico filme de acção com ritmo, com boas seleções de conflito e crise e daqueles filmes que tem nos seus defeitos algumas das virtudes da maioria dos filmes de acção que nos chegam em numero elevado.
Os maiores problemas do filme e a falta de um confronto final mais duradouro, depois de um inicio algo pausado e longo, o filme ganha claramente novo folego e intensidade com a entrade em cena do vilao de serviço e parece nos que na historia central o filme e demasiado linear e facil o que leva a uma simplicidade narrativa exagerada.
A historia tras nos James Bond e M em luta com um ex agente sedento de vingança quando foi abandonado em missao e resultou quase na sua morte, contudo este vilao tem um odio passional forte e não ideologico.
Em termos de argumento dois pontos sao extremamente bem conseguidos a uniao dos tempos a ligação ao passado sentir o presente e preparar o futuro e acima de tudo a criaçao e propria existencia do mitico Silva, em termos da historia em si podia ser mais intensa e creativa.
Sam Mendes e sem duvida um dos melhores realizadores que passou pela saga e isso denota-se na riqueza estetica do filme, longe dos seus melhores trabalhos algo lonquinquos mas muito melhor do que os seus antecessores temos um realizador que prima a estetica o risco e a luminusidade.
Em termos de cast Craig e neste momento Bond e isso e natural sem esforço mas aqui perde o filme todo para aquele que e neste momento  um dos actores mais completos competentes e versateis de Hollywood Bardem como vilao tem um papel fabuloso dos melhores do ano, que caso nao fosse repetido poderia ser um caso serio para os Oscares, a cada dia que passa mais o nuestro hermano se assume como uma exclencia no cinema muito por papeis para a historia como este.

o melhor - O passado e o futuro

o pior - O presente narrativo ser bom mas nao acompanhar estes dois pontos

Avaliação - B

Arbitrage

Este poderia ser mais um filme silencioso entre outros na carreira mais recente do desaparecido dos grandes circuitos Richard Gere, contudo a surpresa critica do filme empolgou.o para um sucesso quase instantaneo em termos criticos capaz de o colocar em algumas listas dos candidatos aos oscares, contudo e pese embora esse facto em termos comerciais o filme nao conseguiu a expansão wide o que pode em muito comprometer os objectivos do filme neste particular.
Arbitage e um filme escuro tenta dar a si o mais escuro das personagens que o preenchem e se por um lado ate se pode admitir que o filme tenha uma qualidade evidente que o retirasse do vazio do video club e um exagero completo um filme mediano com poucas virtudes aparecer como uma surpresa num ano com titulos bem mais eficazes e originais, diriamos que seriam manias mas trata-se obviamente de um filme sobre valorizado.
A mais valia do filme e mesmo a parte da intriga judicial mesmo essa fica longe do que ja foi feito em termos semelhantes depois o lado da vertente e fraude empresarial so e tratada pela rama e com pouca profundidade como se fosse mesmo a parte pobre do filme que mais tarde sabemos que o e na verdade. Temos um filme com uma intriga interessante que vai aos escrupolos ou falta deles da alta sociedade mas e pouco mais que isto, de resto um filme cinzento quase sempre linear que em nenhum complemento atinge densidade narrativa de grandes filmes e mesmo o seu fim e monotono sem a intensidade de um novo climax.
Ou seja um filme cinzento, enigmatico que promete nos seus pontos muito mas que muitas vezes acorda com o lado mais comercial de Nova iorque o contexto ideal para um filme como este, não o podemos considerar uma referencia neste ano, mas tambem mereceu a atenção que teve, pese embora as criticas sejam demasiados positivas para o filme em questão.
A historia fala de um empresxario que tem de resokver dois conflitos por um lado o seu envolvimento na morte da sua amante e os negocios em fraude da sua empresa, em tempo record tem que conseguir livrar a sua culpa de dois pontos que pode por em causa os ulitmos anos da sua vida.
O argumento tem como parte mais positiva a forma como a personagem tem o conflito com a sua propria idade, contudo em termos de evolução narrativa e um filme extremamente parado e monotono, parece querer acelarar mas nao consegue, e isso deve-se as limitações do guiao.
a realização e simples muitas vezes aposta por personagens em contextos dispersos funciona a exploração do lado mais negro das personagens e fornece envolvencia, parece nos de todos os segmentos o mais bem trabalhado e aquele que e mais explorado em guião.
O cast traz-nos um gere mais intenso mas longe do que as criticas apontam um papel com exigencia media bem interpretado mas normativo para um actor mediado, a sua volta pouco espaço para outros protagonistas.

O melhor - O drama da idade

O pior - O filme ficar sempre em mudança baixa narrativa

Avaliação- C+

Wednesday, October 24, 2012

Lawless

Depois do sucesso do primeiro filme escrito por Nick Cave eis que com melhor produçao mas novamente num western chega o seu segundo filme, com um melhor realizador e melhores estrelas este Lawless foi um dos primeiros filmes a figurar como oscar contender, contudo as primeiras criticas demasiado neutras desde logo tirou este registo ao filme, que tambem comercialmente esteve longe do que se poderia pensar num filme tao recheado de estrelas.
O filme tem a nascença um problema o ritmo demasiado silencioso mesmo nos seus dialogos parece sempre um filme mudo com pouco ritmo apenas interrompido pelos tiros que rompem em algumas sequencias. Contudo naquilo que os westerns melhor trabalham na honra inscrita no filme este e um dos registos mais vincados presente do inicio ao fim em quase todas as personagens e principalmente no seu desenlace e é nesta vertente que o filme tem as maiores virtudes ja que o seu lado romantico apenas serve de aperitivo com pouca profundidade para um filme como este
Nao e um poço de creatividade mas e um filme seguro nas suas linhas e bases e objectivo na forma de contar uma historia de homens e de ligaçoes por vezes demasiado puro em alguns pontos que se tornam estranhos num filme que nunca encaixa no esteriotipo da inocencia de alhumas personagens.
mesmo assim estamos perante um filme competente que mesmo nao sendo um prodigo ou um filme que nos marca entra nos westerns ben feitos nao minorizando o genero mas tambem pouco contribuindo para o seu real desenvolvimento.
O filme fala da reação de tres homes a chegada a cidade de um homem sem escrupolos capaz de começar uma guerra sem limites nas armas a utilizar.
O argumento e coeso algo limitiado em termos de dialogos mas forte em personagens nao e creativo mas e maduro no trato narrativo funciona melhor no conflito do que no amor.
A realização tem bons momentos de faces de personagens de confrontos nem sempre com primor estetico mas competente e vincado daqueles filmes de simples funçoes talvez pouco para premios.
Nas interpretaçoes temos alguns dos melhores pontos do filme, desde logo Hardy no seu papel menos vistoso mas mais completo do ano, de um actor em ascenção, e Pearce um vilao forte e intenso que poderia resultar bem com avaliaçoes mais fortes, mesmo Labouef esta bem melhor do que na maior parte dos seus filmes anteriores a espreita de um novo rumo a sua carreira demasiado comercial.

o melhor - A honra e defesa desta

O pior - Sem força suficiente para premios.

Avaliação - C+

Tuesday, October 23, 2012

The Campaign

E notorio que comédia e politica normalmente não se misturam no cine moderno o tema tabu da satira com este assunto durante anor reinou no cinema principalmente em comedias simples intensas e pouco consistentes, contudo este ano dois dos maiores icons da comedia norte americana juntaram-se num frente a frente. Os resultados foram positivos não só comercialmente onde os primeiros indicios apontam para resultados extremamente positivos mas criticamente onde as avaliações foram maioritariamente positivas.
The campaign tem um segredo desde logo satiriza de uma forma simpatica com o inarravel mundo da policia e apesar de tudo ainda descreve ambos como pessoas de bom fundo algo que retira o filme da realidade o que pode ser negativo numa comedia de costumes. Este ponto acaba juntamente com alguma falta de intensidade de algumas sequencias de humor por ser o calcanhar de Aquiles do proprio fiolme.
Pelo lado positivo a construção das diferenças das personagens a forma com que estas se ligam e a forma como descrevem os escrupolos ou a falta deles na parte traseira da politica, neste partiucular o marionetismo dos candidatos acaba por ser a satira mais proxima da realidade e aquela que melhor e  trabalhada ao longo de todo o filme.
Estamos perante uma boa comedia com profundidade no seu conteudo pese embora tente sempre dar a vertente mais simples e quase desligada muitas vezes ao de leve tocamos em pontos interessantes e neste particular ainda mais com um humor arrojado e actual
o filme fadaq de uma campanha de senador entre um eterno candidato e vencedor com um estranho personagem orquestrado pelos senhores do dinheiro, num sem numero de situações inacreditaveis e outras ainda mais absurdas.
O argumento e bem construidso não so em termos comicos o principal vector do filme mas acima de tudo nos proprios conteudos e alcance do proprio filme tem boas personagens e os dialogos funcional, tornam e vtudo mais distante quando fornecem coração aos politicos de serviço.
A realização e simples sem grande produção ou empenho de verbas e sempre o mais directa as personagens isso pode lhe dar algumas falta de latitude mas cumpre os seus objectivos.
O cast funciona com os seus protagonistas e humoristas a dar o mais obvio e tipico de si, acaba por funcionar melhor com Ferrel mas o lado mais serio de Glfinakis ew uma agradavel supresa e o melhor de tudo funcionam bem juntos.

O melhor - A satira da maquina politica

O pior - O coração pouco exequivel dos artistas politicos

Avaliação - B-

Sunday, October 14, 2012

Taken 2

Muitos ficaram surpreendidos quando o primeiro filme se tornou num sucesso sem paralelo por parte do seu produtor Besson, com este filme tipicamente de acção para alen do referido deu-nos um Neeson como um claro heroi de acção aspecto que anteriormente não tinha sido demonstrado, o sucesso comercial do primeiro filme parece ter sido repetido neste segundo filme o que era obvio tendo em conta a legiao de fas que o filme criou. Contudo em termos criticos o filme esteve longe do seu primeiro filme ou seja com avaliações medianas com preponderancia negativa.
Sobre este filme podemos dizer que tem o estofo do primeiro mas que atalha demasiado o que torna o filme com bastante menos intensidade do que o primiero, desde logo porque e mais despido ou seja tudo parece efectuado com o minimo de preocupação possivel, preocupando-se apenas em encaminhar rapidamente o filme para a sua conclusao onde as sequencias de confronto fisico são o ingrediente principal do filme.
E neste particular e no carisma central do filme continuam a ser as mais valias de uma obra que ganhou o seu espaço, pese embora em termos narrativos parece que já neste filme as ideias foram completamente gastas no seu primeiro filme sendo este apenas o uso do proveito comercial do sucesso anterior.
Mesmo assim parece-nos importasnte salientar que sao filmes como estes que ainda mantem o carisma de alguns filmes de acção e alimentam o seu carisma o sucesso dos filmes de acção baseia-se nisso e na convicção comercial que neste filme e mais uma vez inegavel.
A historia traz-nos a vingança contraria agora das vitimas de Neeson no primeiro filme aproveitando uma ida da familia completa a instambul todos sao capturados com a excepção de Kim quem tinha estado em cativeiro no primeiro filme, depois o que ja sabiamos ou seja a luta e acima de tudo a vingança.
O argumento e repetitivo, ou seja basicamento o mais simples que podemos imaginar em termos de filmes de acção ou seja vingança pura um, a um baseada na força do seu protagonismo, depois o mais liitado possivel em termos de guião e personagens e acima de tudo os poucos dialogos ao longo do filme.
A realização e intensa com ritmo nao tem o nivel estetico do primeiro filme mad e funcional num contexto dificil como e Instambul, contudo a cidade acaba por ser a boa escolha para o intuito do filme sendo na escolha da cidade a sua maior virtude
O cast e repetido de cima a baixo no caso de Neeson da-nos outra vez o seu carisma e intensidade de acção que tinha sido descoberto no primeiro filme e que novamente potencializado neste segundo. Jamsen e Grace ganham pela constancia dos papeis ja que estes são simples e pouco exigentes.

O melhor - O carisma de Neeson

O pior -  Ser um atalho do primeiro

Avaliação - C+