Monday, November 19, 2012

Total Recall


Se existe filme de ficção científica que ficou preso às nossas memorias ao longo do tempo foi este desafio total que nos apresentava Sharon Stone como mulher fatal e uma luta inter planetas de primeira linha, dai que muitos foram entusiastas de uma reinvenção mesmo com as duvidas lançadas pelo seu realizador ligado normalmente a filmes de menor qualidade, mas que já tinha tido uma experiencia positiva no seu Die Hard. Mas desta vez a experiencia não foi tão bem acolhida muito pelo contrário em termos críticos o filme foi um desastre, e em termos comerciais esteve longe de concretizar o investimento em si revestido.
Mas o que se pode dizer deste desafio total, desde logo que se trata de um filme com a mesma linha mas com um contexto e uma roupagem completamente diferente, contudo esta tentativa de ser igual sendo diferente tornou o filme completamente desligado de si, com uma maior preocupação em tocar em pontos do primeiro, do que se unir e se tornar coeso narrativamente como segundo filme o que o torna uma manta de retalhos sem interesse quase sempre apenas interessado em sequencias de ação esteticamente interessantes mas mesmo essas sem a intensidade emocional que deveriam ter.
O vazio do filme está também vincado nas próprias personagens devido à pobreza contextual do filme não sabemos o que elas são o que as une, o que querem e para onde querem ir, apenas conseguimos dividir entre boas e más e isso e claramente pobre para o cinema de hoje em dia.
Ou seja estamos perante um filme vazio que entra com uma ideia interessante do primeiro que pensamos que poderia ter bem mais pernas por onde andar do que o próprio primeiro filme e torna-o num festival fraco de sequencias de ação mais ou menos trabalhadas e um contexto narrativo para as mesmas quase fora de linha, ou seja um filme fraco que nada trás aos fãs do primeiro filme muito pelo contrário desilusão e algum desrespeito poderá ser sensações bem presentes.
O filme fala de um trabalhador que interessado por fantasias com memorias se desloca a uma empresa e observa nesse instante que não é quem julga ser, aqui começa uma autentica luta entre partes com a sua personagem no epicentro de uma guerra e acima de tudo entre duas mulheres.
O argumento segue a linhagem em termos de corpo do primeiro filme, mas depois na parte de criar não o consegue fazer em nenhum ponto, ou seja estamos perante um argumento mal construído desinteressante,  com muitos buracos, que acaba por ser ainda pior pelo facto de não trabalhar em momento algum as personagens e acima de tudo colocar o filme desprovido de qualquer tipo de dialogo.
A realização de Wiseman é corajosa a forma como planeia os dois locais diferentes do filme é interessante a forma como os liga também, mas por outro lado ao exagerar no tamanho torna tudo demasiado confuso em termos relativos nunca sabemos onde as peronagem se encontram e isso torna o filme em termos de transmissão de imagens demasiado confuso.

Por fim o cast se existe filme que nada pede aos seus actores nem tão pouco lhes pede carisma é este, observamos o talentoso Farrel num dos papeis mais nulos da sua carreira destreza física qualquer um pode ter, e até um actor primário poderia mostrar mais entusiasmo do que o protagonista mostra. Biel apenas tem como função correr e dar beijos ao protagonista, um boneco animado sem qualquer interesse, pensamos sempre que perde todas as cenas para a sua antagonista Beckinsale, bem mais intensa, mais vistosa pela destreza física e de ação com sensualidade mais que suficiente, mas que as suas falas são quase ridículas. Ou seja num filme fraco o casto contribui ainda significativamente para este afundamento.

O melhor – A introdução dos locais

O pior – Isso não ser  indiciatorio de outra creatividade inexistente ao longo de todo o filme.

Avaliação  - D

Friday, November 09, 2012

Argo

Pois bem, depois das primeiras boas indicações de Afleck enquanto realizador, muitos estavam ansiosos por um projecto mais maduro de maior dimensão. Desde que foi desvendado o seu Argo, a critica aguardou e depois ficou deslumbrada com a obra de Afleck que ganha assim muito mais rapidamente o reconhecimento enquanto realizador do que como actor, pese embora continue a ser protagonista dos seus filmes. Assim e muito empolgado pela excelente recepçao que lhe vale o estatuto de alvo a abater para os oscares, o filme conseguiu tambem uma carreira comercial interessante que pode ainda mais cimentar a candidatura cimentada.
A minha primeira analise é que estamos perante um bom filme, talvez não entre na loucura que o filme se encontra a gerar, mas é indiscutivel o valor do filme, não só pela adaptação de uma historia insolita, historica e virtuosa que deve ser valorizada mas pelo excelente trabalho contextual do filme, poucos filmes de momentos da historia universal foram tão trabalhados na sua recriação que pensa no minimo pormenor sempre com o maior cuidado e perfecionista que torna o filme bastante perfeito.
Pelo lado negativo ressalva desde logo para um filme com tantas boas compoentes e mesmo sendo sobre a luta de uma personagem que essa personagem caia algumas vezes em cliches novelescos que nada tem a ver com a maturidade do tema. Depois outro erro o pensar que tudo tem de ser conseguido ao limite para ser um acto heroico, e num filme adulto Afleck podia ter evitado cair em demasiados cliches de filmes gastos o que acaba por tornar o filme um filme de grande qualidade mas com tiques de filmes fracos.
Mesmo assim estamos perante uma obra assinalavel do presente ano, que sem força no valor da historia na capacidade produtiva do filme, na execução quase perfeita em tornar o filme quase documental, e tudo isso mais o louvor ao cinema como ferramenta politica e a sua força são vectores muito fortes num filme forte e intenso, que tem como mais valia ainda funcionar como filme proximo do espectador e claramente para este.
O filme fala de um agente do CIA que tem como missão retirar seis diplomatas do Irão depois de se instalar um clima de conflito entre os dois paises, para isso uma historia de cobertura como equipa que se encontra a produzir um filme.
O argumento pode ser analisado em dois vectores, a riqueza narrativa e de dialogos do filme perde em alguns cliches ja abordados, ou seja a tentativa do filme se tornar um filme de acção basico, contudo e mesmo com personagens nem sempre muito dimensionais a historia e o documento são a mais valia que ultrapassam algumas fronteiras.
Afleck e logicamente melhor realizador do que actor e mesmo sem ser algo de outro mundo nos filmes anteriores ja o tinha demonstrado, mas neste filme deslumbra o estudo do filme e concretizaçao contextual e estetica do filme e do melhor que se viu nos ultimos anos, num filme de autor que pode o balançar para uma carreira ao melhor nivel, o segmento mais oscarizavel do filme.
Em termos de cast e conhecido que Afleck esta longe de ser um actor versatil e intenso alias a cada filme mais se pensa que o cinema ganharia com mais intensidade nas outras funçoes do que como interprete e mais uma vez isto se nota no filme, mesmo estando ligeiramente acima do seu nivel, esta longe do que o filme exige ainda mais quando os secundarios principalmente Arkin e Goodman estão em melhores papeis e com clara mais qualidade. Um segmento em que o filme merecia mais.

O melhor - A acção historica aqui homenageada e retratada.

O Pior - Um bom filme não deve ir buscar tiques dos maus.

Avaliação - B

Saturday, November 03, 2012

Resident Evil - Retribution

SE existe saga que foi permanecendo ao longo do tempo, neste momento há mais de dez anos com cinco filmes e sempre em subida comercial foi este Resident Evil e se os primeiros filmes passaram quase desprecebidos, muito pelos resultados fora dos EUA com a explosão em 3D o filme ganhou um impulso estetico que tornou independentemente de todo o desastre critico que todos os filmes são, uma força comercial principalmente fora dos EUA, com maior incidencia na europa.
Este quinto episodio nada muda relativamente aos seus antecessores novamente a protagonsta se encontra presa numa celula da umbrella e tem de sair de la para não morrer, ou seja em creatividade a saga e do mais limitado que se encontra com repetição sucessiva de conceitos personagens ao longo do filme, necessitando sempre de fazer uma recuperação dos filmes anteriores ja que nenhum teve força de se vincar pela propria historia.
Este filme e talvez o mais simples de todos com uma evolução tecnica que permite por momentor tirar os personagens para o exterior para duas cidades como Moscovo e Nova Iorque simuladas, contudo mesmo com este engenho o aproveitamento do filme deste facto e nulo, apenas e mais um despredicio excessivo de munições sem qualquer valor narrativo, que tem apenas um ponto interessante na luta geral que so no final podemos ter minima noção do seu ponto, de resto o obvio david contra golias com muitos disparos e do david ganha com mais ou menos facilidade e com tempo ainda para sentimentos maternais.
Ou seja mais um despredicio criativo de mais um filme baseado nos video jogos que pouco mais da do que trazer a ideia de base do jogo não a potenciando em nenhum aspecto narrativo, ou seja na soma dos cinco filmes temos menos dialogo, creatividade do que em muitos filmes isolados.
O filme agora leva-nos Alice para o interior de uma nova central da umbrella onde com o apoio de velhos conhecidos tem que sair de forma a fornecer a luta dos humanos a arma que eles precisam contra a rainha vermelha.
O argumento como em todos os outros filmes e muito pobre um trajecto com adversidades e algumas ajudas onde com armas tudo se mata, ate ao objectivo final, parco ou mesmo nulo em personagens densidade emocional e muito menos dialogos.
Paul WS Andersson podera ter ficado rico, mas a falta de guiao condiciona e torna-o mal visto mesmo quando os apontamentos de realização e estitica ate sao interessantes ligado em demasia ao estilo Matrix mas demonstra sentido estetico e funcional da utilização das imagens.
E certo que as escolhas de cast para o filme nunca foram relacionadas com a qualidade dos actores mas mais pela sua convicção fisica, mas mesmo no mais limitado dos papeis se denotam deficiencias principalmente numa Jovovich muito limitada e numa Michelle Rodriguez ja desaparecida.

O melhor - Ser ligeiramente mais simples que os antecessores.

O pior - Continuar o vazio e despredicio da saga

Avaliação - D+

Friday, November 02, 2012

Premium Rush

Se o valor de David Koepp como argumentista e mais do que conhecido por uma panoplia de blockbusters bem conseguidos reunindo exitos comerciais e de critica tendo em sala de panico talvez o seu trabalho mais valorizado, contudo em termos de realizaçao ate ao momento nunca conseguiu conciliar e atingir o exito em ambos os patamares que o ja fez como argumentista. Para este ano e seguindo a conteunidade do sucesso de Gordon Levitt trouxe.nos este curioso filme sobre estafetas e se por um lado conseguiu uma boa avaliação critica talvez a melhor enquanto realizador o filme reprovou em larga escala em termos comerciais defraudando os seus distribuidores e produtores num filme que parecia com todos os ingredientes para dar certo tambem comercialmente.
Premium Rush e um filme interessante principalmente nos seus detalhes na forma com que e concretizado nos pormenores mais do que no seu corpo de base e na sua historia. Ou seja numa historia simples nem sempre bem contada a forma como os pormenores vão seduzindo o espectador faz com que a avaliação va-se tornando cada vez mais positiva acabando em bom nivel, para isso o estilo do filme, nova iorque e algum humor ocasional funcionam na perfeição.
Tambem a montagem com retrtocessos de forma a completar as lacunas que o filme vão apresentando sempre no momento certofaz o ritmo abrandar o que a determinada parte do filme se torna necessario ja que o excesso de movimento já se tonrava insuportavem sendo este ponto importante na temporização do filme e na forma como isso torna o filme mais inteligente.
Pelo lado negativo a historia em si, simples nem sempre prodiga nas decisoes dos conflitos narrativos quase sempre algo cansativa pelo excesso de personagens e esteriotipos usados, pela falta de conhecimento do contexto somos quase colocados de para quedas no filme, o que faz com que durante muito tempo as personagens sejam desconhecidas ja que entram ja em plena acção.
A historia fala-nos de um estafeta que é incumbido de uma entrega que se torna uma aventura presseguido pela policia e por um detective interessado na encomenda a adrenalina no mais estado puro pode não chegar numa luta com diversos lados da lei e do crime.
O argumento e o parente pobre do filme, o que e de estranhar quando o filme e da autoria de um dos melhores argumentistas de hollywood, parece-nos com mais forma do que conteudo por vezes precisava de respirar e pensar melhor o filme, tornando-o mais denso, com personagens mais trabalhadas.
Mas se perde no argumento Koepp surpreende pela positiva na realização o aspecto mais fascinante do filme, de eleição com tecnologias com risco com componente artisticas e talvez uma das melhores realizações de um filme de acção dos ultimos tempos num contexto muito complicado o filme tem como grande valor as suas imagens.
No caste temos Gordon Levit na sua fita natural rebelde mas simpatico e um actor com carisma para encabeçar projectos mas ainda não provou versatilidade e aqui tambem nao o faz num filme mais exigente fisicamente do que emocionalmente, para alem de que perde o filme para o vilão de serviço o bipolar Shannon que funciona como pouco em personagens perturbadas, ou seja um actor de primeira linha, principalmente em personagens de complexidade elevada, brilha num papel simples, o que e de sublinhar.

O melhor - A realização e Nova iorque.

O pior - A historia sem detalhes.

Avaliação - B-

Dredd

É conhecido que o Juiz Dredd e uma das figuras mais conceituadas do mundo da BD é sabido tambem que depois do desastre que foi a primeira tentativa de adaptação do heroi ao grande ecra e do floop rotundo da mesma que era necessario muita coragem para uma nova tentativa. Pois bem diversos anos depois e com uma produçao mais modesta sem grandes estrelas aqui surgiu com o formato 3d como elemento de sedução. Os resultados foram ambiguos se em termos criticos o filme conseguiu avaliação positiva o que e dificil para o genero e antecedentes em questao em termos comerciais a falta de grandes figuras acabou por conduzir o filme a um floop rotundo um dos maiores do ano.
A avaliação do filme pode ser feita a dois niveis relativa em face da primeira adaptaçao do filme e neste particular estamos perante uma excelente avaliação ja que este filme tem carisma atitude, orginal, sem perder a intensidade e o caracter serie b da personagem e daqueles filmes bem feitos ao contrario do outro que apenas queria das algumas sequencias de acção a Stallone. Em termos absolutos o resultado nao e assim tao excelente pese embora tenha virtudes importantes de salientar. Desde logo o ambiente catastrofico do futuro, neste particular o filme e impecavel no cenario dantesco e nas dificuldades que fornecem ao heroi e sua ajudante. Por outro lado e um filme com uma intensidade de acção poucas vezes visto a quantidade de tiros e riffles e inacreditavel.
Pelo lado negativo a falta de densidade narrativa do filme basicamente e toda uma sequencia de acçao tendo em vista um objectivo num filme rapido sem historias pararlelas pouco dialogo e pouco crescimento ou evoluçao das personagens num filme basico que quase se traduz numa unica sequencia de acção.
mesmo perante as limitações inerentes a historia pelo menos se adaptação nao for corajosa estamos perante um filme positivfo que elimina a ma primeiria tentativa que demonstra que mesmo com historias simples pode-se fazer um filme interessante de entertenimento sem grandes figuras mesmo que o filme acabe por sentir falta delas.
A historia e o mais simples possivel o Juiz Dredd juntamente com uma novata com poderes mutantes estao encorralados no territorio de uma rainha do crime e mesmo na mais adversa das situações não colocam de lado fazer a sua missão.
O argumento e o parente pobre do filme, ou seja demasiado directo simplista, pouco trabalhado em termos de personagem desenolvimento narrativa e dialogos mas isto acaba por dar um estilo proprio e directo ao filme, nao lhe permite evoluir mas por outro lado nao permite que se coloque mais vezes a prova.
O realizador Peter Travis tinha supreendido pela positiva em Vantage Point um bom filme, bem filmado e escrito e comprova aqui ser um realizador a seguir mesmo sendo um argumento limitado e uma historia com expectativa negativa a realização e o exercicio de estilo do filme e muito interessante com risco e compoenente estetica acima da media.
O caste  pobre Urban e um actor de segunda divisão para filmes de acçao e neste filme e o que sempre foi, Thirby tenta ganhar espaço mas o filme não lhe facilita na personagem mais debil, melhor Hadley numa intensa vila de uma actriz demasiado intermitente que precisava de conseguir mais papeis pois a qualidade esta la e de forma vincada.

O melhor - Fez esquecer o primeiro

O pior - O medo de arriscar limita o alcance do filme

Avaliação - C+

Hotel Transylvania

Se e cada vez mais claro que a força comercial de Adam Sandler e a sua produtora em termos de filmes soltos se encontra cada vez menor por uma cada vez menor força critica que os filmes te conseguido, esta nova experiencia muda o estilo com conduzir os seus habituais ajudantes para uma animação surpreendente juntando os maiores monstros do imaginario num particular hotel, e se criticamente as coisas continuaram num marasmo para Sandler e amigos com resultados medios com alguma tendencia negativa em termos comerciais o filme foi uma aposta ganha em toda a linha com resultados interessantes que o tornaram num dos filmes mais vistos deste Outono.
Hotem Transylvania e um filme que segue o funcionamento habitual dos filmes de animação sobre imaginario ou seja tenta pegar num mundo e alterá-lo de um forma contraditoria, conseguindo impor elementos historicos e mesmo marcar a volução humana e neste ponto que nos parece que o filme e mais feliz na forma como pensa a evoluçao dos humanos longe da mesma, e aqui esta alteração nos habituais papeis funciona como a mais valia de todo o filme em termos morais.
O humor utilizado e direcionado para os mais pequenos suave divertido, incapaz de provocar a garagalhada mas com boas sensações é um filme que ao nao ter um lado declaradamente vilão e daquele filmes que agrada normalmente principalmente os mais novos. pelo lado negativo o filme perde muito tempo no adorno, em tentar ser repugnante na caracterização do modo de vida dos monstros e depois mesmo nestes e na organizaçao do filme não consegue ser competente em muitas sequencias pelo excesso elevado de personagens o filme e demasiado confuso, para alem de nunca se permitir ter a riqueza moral que outros filmes com mais qualidade de animaçao conseguem ter.
O filme fala do conde dracula e da sua pequena filha na construçao de um hotel que ponha a segunda livre do perigo de contacto com os humanos ate ao momento em que um consegue encontrar o hotel e descontrola tudo como este se desenrola.
O argumento e interessante na alteraçao de papeis, mas tem alguns problemas no cumprimento em se tornar simples e directo em outras vertentes o seu valor historico e superior ao narrativo, muito em custa de personagens pouco trabalhadas em termos de humor a mediania de boas emoçoes sem explosões comicas
A produçao do filme e simples sem grande arrojo mas com bom trabalho principalmente na criação das personagens não e de primeira linha mas funciona bem esteticamente mesmo com o preodimiinio de cores escuras e sempre agradavel e nao assustador.
A escolha e interessante Sandler e bom neste tipo de situações nao fosse ele um comico e o filme reside muito no proprio, em pior nivel os seus companheiros que parecem sempre aguardar o que o primeiro faz.

O melhor - A prespectiva historica dos seres humanos.

O pior - Ser confuso com excesso de personagens

Avaliação - C+

Thursday, November 01, 2012

Paranormal Activity 4

Depois da saga interminavel de Saw que preencheu comercialmente a epoca do halloween durante varios anos eis que surge a saga que lhe toma o lugar com o mesmo percurso um filme inicial surpreendente com um terror e uma formula original e depois as sequelas com periodicidade anual. Contudo e se e certo que a Actividade Paranormal manteve ate ao momento um nivel mais elevado nas suas sequelas o certo é que de filme para filme e pese embora os filmes sejam ideologicamente mais trabalhados  tem vindo a perder principalmente neste ultios filme valor critico. Comercialmente e depois da surpreendente explosao do terceiro filme este quarto abrandou nao pora em risco o quinto mas a este ritmo parece caminhar para deixar de ser rentavel.
Depois de avanços e recuos este filme e um pouquinho de ambos se por um lado volta ao seguimento do segundo filme, talvez o menos feliz da saga de forma a dar continuidade aos protagonistas centrais por outro lado a camara e desta vez em movimento ao som de todas tecnologias como iphone ipad e portatil se por um lado esse ponto da mobilidade ao filme, por outro lado o segredo do conceito era exactamente não ter essa mobilidade ja que torna o filme bem mais facil de executar e por outro lado sem o exercicio de estilo que tanto valorizava a saga,
Outro ponto que o torna tambem o filme menos feliz da saga e o facto de ser previsivel a entrada inicial do filme conduz logo a tudo que posteriormente vai acontecer sendo a sua fase final apenas um jogo de camaras pobre em termos narrativo como alias o filme todo mesmo comprativamente com os filmes anteriores da saga, ou seja apenas um ou outro elemento novo para recolher mais uns milhoes para uma saga que se valorizou e agora recolhe dividendos.
Ou seja mesmo reconhecendo o valor sa saga na forma como deu uma nova roupagem ao terror com creatividade e originalidade penso que o que é demais começa a ser gasto e penso que se conclui que a formula esta gasta e que destas personagens já pouco vai ser possivel recolher, sendo o futuro da saga quase de certeza a diminuição de intensidade ate o seu fim.
 A historia fala-nos da integraçao de um pequeno miudo no seio de uma familia que o acolhe sendo que nesse momento começam a surgir alguns aspectos estranhos em casa principalmente em termos de ruidos e outras coisas capazes de provocar o mais susto ao espectador, tudo sobre o ponto de vista de um casal de adolescentes ligados as novas tecnologias.
O argumento e de longe o mais facil e o menos evoluido e trabalhado e menos original da saga tudo o que este filme tem em termos narrativos ja anteriormente fora utilizado mesmo o aspecto de ligação com os antecessores e mais pobre que o normal e isso torna o filme neste ponto tambem bastante mais fraco.
A realização principalmente em exercicio de estilo e bem mais pobre do que ja foi efectuado ou seja as camaras sao demasiado movimentadas e perde o valor estatico do filme, parece tudo mais simples e menos automatico.
Em termos de cast nunca foi um filme muito valioso nas avaliações das suas interpretaçoes pela falta de qualidade de imagem, mais uma vez assim o e com interpretaçoes residuais,

O melhor- Algum valor da saga ainda presente

o pior - Ser bem pior que todos os outros.

Avaliação - C-

Saturday, October 27, 2012

Skyfall

Pois bem era sabido que com a chegada de Craig ao papel de James Bond muitas tradições foram quebradas, pois bem com este skyfall a promessa era ainda maior, desde logo ter ao leme um dos realizadores mais conceituados da actualidade que nao deixaria de querer deixar a sua marca na saga, um vilão de peso e a promessa do inicio da renovação do cast. Faltava saber de que forma, se comercialmente as expectativas sao elevadas pese embora o filme so em meados de Novembro chegue ao mercado Americano, criticamente as primeiras avaliações tem sido muito entusiasmantes para um filme.
O primeiro ponto que podemos dizer de Skyfall e que o marasmo na saga James Bond que parecia estar a regressar com Quantum of solance não se instalou e que o optimo Casino Royale tem aqui a continuação mais proxima se bem que ainda um furo abaixo deste filme, em termos narrativos e conteudo e maturidade. E o segredo deste filme esta na coragem de fazer transição entre pontos da historia ser um passo para o futuro. E se no futuro e no jogo importamente  e mitico com o passado o filme tem algumas das suas maiores virtudes no proprio presente do filme este Skyfall tem um as de trunfo na força do seu vilao, sempre carne para canhao perante Bond neste filme em termos praticos ate o pode ser mas a luz da personagem e talves dos unicos a combater o carisma do agente secreto.
E acente nestes pontos estamos perante um rico filme de acção com ritmo, com boas seleções de conflito e crise e daqueles filmes que tem nos seus defeitos algumas das virtudes da maioria dos filmes de acção que nos chegam em numero elevado.
Os maiores problemas do filme e a falta de um confronto final mais duradouro, depois de um inicio algo pausado e longo, o filme ganha claramente novo folego e intensidade com a entrade em cena do vilao de serviço e parece nos que na historia central o filme e demasiado linear e facil o que leva a uma simplicidade narrativa exagerada.
A historia tras nos James Bond e M em luta com um ex agente sedento de vingança quando foi abandonado em missao e resultou quase na sua morte, contudo este vilao tem um odio passional forte e não ideologico.
Em termos de argumento dois pontos sao extremamente bem conseguidos a uniao dos tempos a ligação ao passado sentir o presente e preparar o futuro e acima de tudo a criaçao e propria existencia do mitico Silva, em termos da historia em si podia ser mais intensa e creativa.
Sam Mendes e sem duvida um dos melhores realizadores que passou pela saga e isso denota-se na riqueza estetica do filme, longe dos seus melhores trabalhos algo lonquinquos mas muito melhor do que os seus antecessores temos um realizador que prima a estetica o risco e a luminusidade.
Em termos de cast Craig e neste momento Bond e isso e natural sem esforço mas aqui perde o filme todo para aquele que e neste momento  um dos actores mais completos competentes e versateis de Hollywood Bardem como vilao tem um papel fabuloso dos melhores do ano, que caso nao fosse repetido poderia ser um caso serio para os Oscares, a cada dia que passa mais o nuestro hermano se assume como uma exclencia no cinema muito por papeis para a historia como este.

o melhor - O passado e o futuro

o pior - O presente narrativo ser bom mas nao acompanhar estes dois pontos

Avaliação - B

Arbitrage

Este poderia ser mais um filme silencioso entre outros na carreira mais recente do desaparecido dos grandes circuitos Richard Gere, contudo a surpresa critica do filme empolgou.o para um sucesso quase instantaneo em termos criticos capaz de o colocar em algumas listas dos candidatos aos oscares, contudo e pese embora esse facto em termos comerciais o filme nao conseguiu a expansão wide o que pode em muito comprometer os objectivos do filme neste particular.
Arbitage e um filme escuro tenta dar a si o mais escuro das personagens que o preenchem e se por um lado ate se pode admitir que o filme tenha uma qualidade evidente que o retirasse do vazio do video club e um exagero completo um filme mediano com poucas virtudes aparecer como uma surpresa num ano com titulos bem mais eficazes e originais, diriamos que seriam manias mas trata-se obviamente de um filme sobre valorizado.
A mais valia do filme e mesmo a parte da intriga judicial mesmo essa fica longe do que ja foi feito em termos semelhantes depois o lado da vertente e fraude empresarial so e tratada pela rama e com pouca profundidade como se fosse mesmo a parte pobre do filme que mais tarde sabemos que o e na verdade. Temos um filme com uma intriga interessante que vai aos escrupolos ou falta deles da alta sociedade mas e pouco mais que isto, de resto um filme cinzento quase sempre linear que em nenhum complemento atinge densidade narrativa de grandes filmes e mesmo o seu fim e monotono sem a intensidade de um novo climax.
Ou seja um filme cinzento, enigmatico que promete nos seus pontos muito mas que muitas vezes acorda com o lado mais comercial de Nova iorque o contexto ideal para um filme como este, não o podemos considerar uma referencia neste ano, mas tambem mereceu a atenção que teve, pese embora as criticas sejam demasiados positivas para o filme em questão.
A historia fala de um empresxario que tem de resokver dois conflitos por um lado o seu envolvimento na morte da sua amante e os negocios em fraude da sua empresa, em tempo record tem que conseguir livrar a sua culpa de dois pontos que pode por em causa os ulitmos anos da sua vida.
O argumento tem como parte mais positiva a forma como a personagem tem o conflito com a sua propria idade, contudo em termos de evolução narrativa e um filme extremamente parado e monotono, parece querer acelarar mas nao consegue, e isso deve-se as limitações do guiao.
a realização e simples muitas vezes aposta por personagens em contextos dispersos funciona a exploração do lado mais negro das personagens e fornece envolvencia, parece nos de todos os segmentos o mais bem trabalhado e aquele que e mais explorado em guião.
O cast traz-nos um gere mais intenso mas longe do que as criticas apontam um papel com exigencia media bem interpretado mas normativo para um actor mediado, a sua volta pouco espaço para outros protagonistas.

O melhor - O drama da idade

O pior - O filme ficar sempre em mudança baixa narrativa

Avaliação- C+

Wednesday, October 24, 2012

Lawless

Depois do sucesso do primeiro filme escrito por Nick Cave eis que com melhor produçao mas novamente num western chega o seu segundo filme, com um melhor realizador e melhores estrelas este Lawless foi um dos primeiros filmes a figurar como oscar contender, contudo as primeiras criticas demasiado neutras desde logo tirou este registo ao filme, que tambem comercialmente esteve longe do que se poderia pensar num filme tao recheado de estrelas.
O filme tem a nascença um problema o ritmo demasiado silencioso mesmo nos seus dialogos parece sempre um filme mudo com pouco ritmo apenas interrompido pelos tiros que rompem em algumas sequencias. Contudo naquilo que os westerns melhor trabalham na honra inscrita no filme este e um dos registos mais vincados presente do inicio ao fim em quase todas as personagens e principalmente no seu desenlace e é nesta vertente que o filme tem as maiores virtudes ja que o seu lado romantico apenas serve de aperitivo com pouca profundidade para um filme como este
Nao e um poço de creatividade mas e um filme seguro nas suas linhas e bases e objectivo na forma de contar uma historia de homens e de ligaçoes por vezes demasiado puro em alguns pontos que se tornam estranhos num filme que nunca encaixa no esteriotipo da inocencia de alhumas personagens.
mesmo assim estamos perante um filme competente que mesmo nao sendo um prodigo ou um filme que nos marca entra nos westerns ben feitos nao minorizando o genero mas tambem pouco contribuindo para o seu real desenvolvimento.
O filme fala da reação de tres homes a chegada a cidade de um homem sem escrupolos capaz de começar uma guerra sem limites nas armas a utilizar.
O argumento e coeso algo limitiado em termos de dialogos mas forte em personagens nao e creativo mas e maduro no trato narrativo funciona melhor no conflito do que no amor.
A realização tem bons momentos de faces de personagens de confrontos nem sempre com primor estetico mas competente e vincado daqueles filmes de simples funçoes talvez pouco para premios.
Nas interpretaçoes temos alguns dos melhores pontos do filme, desde logo Hardy no seu papel menos vistoso mas mais completo do ano, de um actor em ascenção, e Pearce um vilao forte e intenso que poderia resultar bem com avaliaçoes mais fortes, mesmo Labouef esta bem melhor do que na maior parte dos seus filmes anteriores a espreita de um novo rumo a sua carreira demasiado comercial.

o melhor - A honra e defesa desta

O pior - Sem força suficiente para premios.

Avaliação - C+

Tuesday, October 23, 2012

The Campaign

E notorio que comédia e politica normalmente não se misturam no cine moderno o tema tabu da satira com este assunto durante anor reinou no cinema principalmente em comedias simples intensas e pouco consistentes, contudo este ano dois dos maiores icons da comedia norte americana juntaram-se num frente a frente. Os resultados foram positivos não só comercialmente onde os primeiros indicios apontam para resultados extremamente positivos mas criticamente onde as avaliações foram maioritariamente positivas.
The campaign tem um segredo desde logo satiriza de uma forma simpatica com o inarravel mundo da policia e apesar de tudo ainda descreve ambos como pessoas de bom fundo algo que retira o filme da realidade o que pode ser negativo numa comedia de costumes. Este ponto acaba juntamente com alguma falta de intensidade de algumas sequencias de humor por ser o calcanhar de Aquiles do proprio fiolme.
Pelo lado positivo a construção das diferenças das personagens a forma com que estas se ligam e a forma como descrevem os escrupolos ou a falta deles na parte traseira da politica, neste partiucular o marionetismo dos candidatos acaba por ser a satira mais proxima da realidade e aquela que melhor e  trabalhada ao longo de todo o filme.
Estamos perante uma boa comedia com profundidade no seu conteudo pese embora tente sempre dar a vertente mais simples e quase desligada muitas vezes ao de leve tocamos em pontos interessantes e neste particular ainda mais com um humor arrojado e actual
o filme fadaq de uma campanha de senador entre um eterno candidato e vencedor com um estranho personagem orquestrado pelos senhores do dinheiro, num sem numero de situações inacreditaveis e outras ainda mais absurdas.
O argumento e bem construidso não so em termos comicos o principal vector do filme mas acima de tudo nos proprios conteudos e alcance do proprio filme tem boas personagens e os dialogos funcional, tornam e vtudo mais distante quando fornecem coração aos politicos de serviço.
A realização e simples sem grande produção ou empenho de verbas e sempre o mais directa as personagens isso pode lhe dar algumas falta de latitude mas cumpre os seus objectivos.
O cast funciona com os seus protagonistas e humoristas a dar o mais obvio e tipico de si, acaba por funcionar melhor com Ferrel mas o lado mais serio de Glfinakis ew uma agradavel supresa e o melhor de tudo funcionam bem juntos.

O melhor - A satira da maquina politica

O pior - O coração pouco exequivel dos artistas politicos

Avaliação - B-

Sunday, October 14, 2012

Taken 2

Muitos ficaram surpreendidos quando o primeiro filme se tornou num sucesso sem paralelo por parte do seu produtor Besson, com este filme tipicamente de acção para alen do referido deu-nos um Neeson como um claro heroi de acção aspecto que anteriormente não tinha sido demonstrado, o sucesso comercial do primeiro filme parece ter sido repetido neste segundo filme o que era obvio tendo em conta a legiao de fas que o filme criou. Contudo em termos criticos o filme esteve longe do seu primeiro filme ou seja com avaliações medianas com preponderancia negativa.
Sobre este filme podemos dizer que tem o estofo do primeiro mas que atalha demasiado o que torna o filme com bastante menos intensidade do que o primiero, desde logo porque e mais despido ou seja tudo parece efectuado com o minimo de preocupação possivel, preocupando-se apenas em encaminhar rapidamente o filme para a sua conclusao onde as sequencias de confronto fisico são o ingrediente principal do filme.
E neste particular e no carisma central do filme continuam a ser as mais valias de uma obra que ganhou o seu espaço, pese embora em termos narrativos parece que já neste filme as ideias foram completamente gastas no seu primeiro filme sendo este apenas o uso do proveito comercial do sucesso anterior.
Mesmo assim parece-nos importasnte salientar que sao filmes como estes que ainda mantem o carisma de alguns filmes de acção e alimentam o seu carisma o sucesso dos filmes de acção baseia-se nisso e na convicção comercial que neste filme e mais uma vez inegavel.
A historia traz-nos a vingança contraria agora das vitimas de Neeson no primeiro filme aproveitando uma ida da familia completa a instambul todos sao capturados com a excepção de Kim quem tinha estado em cativeiro no primeiro filme, depois o que ja sabiamos ou seja a luta e acima de tudo a vingança.
O argumento e repetitivo, ou seja basicamento o mais simples que podemos imaginar em termos de filmes de acção ou seja vingança pura um, a um baseada na força do seu protagonismo, depois o mais liitado possivel em termos de guião e personagens e acima de tudo os poucos dialogos ao longo do filme.
A realização e intensa com ritmo nao tem o nivel estetico do primeiro filme mad e funcional num contexto dificil como e Instambul, contudo a cidade acaba por ser a boa escolha para o intuito do filme sendo na escolha da cidade a sua maior virtude
O cast e repetido de cima a baixo no caso de Neeson da-nos outra vez o seu carisma e intensidade de acção que tinha sido descoberto no primeiro filme e que novamente potencializado neste segundo. Jamsen e Grace ganham pela constancia dos papeis ja que estes são simples e pouco exigentes.

O melhor - O carisma de Neeson

O pior -  Ser um atalho do primeiro

Avaliação - C+

Saturday, October 13, 2012

Abrham Lincoln Vampire Hunter

Depois do sucesso do particular Wanted muitos colocaram o realizador russo como uma figura a seguir com interesse, e durante a produção esta historia que tornava o enigmatico ex presidente norte americano um caçador de vampiros tornou com grande expectativa o lançamentop deste filme, contudo a pouca força critica do filme com avaliações previas negativas afundou os resultados comerciais tornando-o um dos maiores falhanços comerciais do presente ano.
Este caçador de vampiros tem O problema e que depois se torna de imediato um filme de acção quase sem conteudo que sobrevive por sequencias de acção interminaveis bem realizadas mas que tornam o filme vazio sem profundidade que ao colocar o acento tonico em guerras de um pais como os estados unidos me parece no minimo injusto para um filme que cpntudo nunca poderia ser visto como mais do que um filme de acção mas com estes in gredientes rapidamente se torna absurdo.
Mesmo assim estamos perante um filme simples que tem como problema nadda trazer aos filmes de vampiros que outros não o tivessem feito apenas dando nova roupagem e um outro tipo de efeitos especiais.
A historia fala-nos do ex presidente dos usa e a forma com qued os seus ideais crescem relacionados com o facto de se tornar um caçador de vampiros de forma a se vingar da morte da sua mae, luta que o irá perdurar ao longo de toda a sua vida.
O argumento ate pode ter uma base original que e inegavel, independentemente do gosto da mesma contudo a sua concretização não vai alem do mais basico na criação de personagens e dialogos de minimo exigencia
E na realização e no aproveitamento de efeitos que o filme tem as suas maiores virtudes com sequencias de acção de primeira linha bem trabalhadas e potenciadas ao longo de todo o filme e com exercicio estetico proprio e funcional, uma mais valia para o proprio filme.
O cast sem figuras de proa parece me ser a primeira e grande condição para o insucesso do filme com tantos meios mais nome e carisma poderia ter elevado o filme para outro patamar e isso denota-se no proprio filme.

O melhor - O aproveitamento dos efeitos especiais

O pior - se tornar num simples filme de vampiros


Avaliação - C

Friday, October 12, 2012

Looper

Looper poderá se dizer que é o filme da moda, depois de uma produção mais badalada pelas alterações de Gordon Levit para se parecer a Bruce Willis o certo e que quando este pequeno filme saiu as excelentes criticas tornaram este filme num fenomeno que agradou ás audiencias não so criticamente mas também comercialmente, onde conseguiu resultados significativos tornando-se no filme sensação e mesmo com poucas chances chegou mesmo a ser colocado nas listas para os prémios.
Looper é um filme de primeira linha construido desde raiz com um argumento que nos tras as viagens ao passado e principalmente na sua base junta muita coesão, maturidade e originalidade num filme completo desde a sua base e sua evolução. Daqueles filmes que nos surpreende, que temos sempre a sensação que é crescido ambicioso sabe o que quer e o seu estilo. Podera perder em comparação com os melhores filmes de realidades, mas entra certamente no lote dos melhores principalmente por arriscarna formação de uma historia que demonstra que ainda ha espaço a novas ideias em filmes originais de base.
Como parte negativa a parte da sobrenaturalidade e certo que as viagens no tempo ja abriram um espaço a ficção mas entrar em super poderes demasiado fortes tira o filme algo da terra e e descontextualizado de tudo o resto.
Certo e quer este senao pese embora importante no desenvolvimento da historia deixa muito espaço para tudo o resto que leva o filme para um patamar de maior excelencia que este ponto não ajuda mas não o impede de se fazer sublinhar no circuito actual.
A historia fala-nos de um assassino profissional que tem como missão matar pessoas que sao enviadas do futuro para serem mortas, o problema e quando ele próprio tem de ser enviado e ao não morrer leva o sistema ao descontrolo.
O argumento e de primeira linha desde logo na historia de base e na sua construçao pese embora um outro aspecto algo exagerado, parece-nos que tudo o resto esta ao melhor nivel, personagens e dialogos de eleiçao, principalmente o segundo plano.
A realização e de primeiro nivel tem estetica tem personalidade e sabe usar efeitos mesmo num filme com budget reduzido, daqueles filmes que ficam na memoria pelas imagens e algumas delas dificeis de esquecer.
No cast e com a ajuda da caracterização temos levit e principalmente willis ao melhor nivel, sao uma boa simbiose e assemelham-se integrando entre si, o papel e mais dificil para o primeiro, mas o segundo e o complemento ideal. Ainda bons registos de
O melhor - O dialogo no cafe

O pior - o poder sobrenatural central

Avaliação - B+

Seeking a friend for the end of the World

Muita era a expectativa deste curioso filme que reunia um Carrel mais dramatico, genero onde alias tem obtido alguns dos seus melhores papeis com Knightley, um par improvavel, num filme curioso sobre as hipoteticas reacções ao fim do mundo. Pese embora um bom numero de ingredientes a priori apeteciveis, certo é que o filme apenas conseguiu sucesso ainda que moderado em termos criticos com avaliações favoraveis mas pouco entusiastas. Em termos comerciais as coisas foram um desastre, a custo conseguiu distribuição wide mas os resultados foram mais condizentes com as limitadas tornando este filme quase uma obra sem rasto.
Este filme e curioso principalkmente quando se intruduz, onde o principal ingrediente do mesmo e explorado ou seja a reação social ao anunciado fim do mundo e neste particular o filme tem o seu melhor momento nos primeiros vinte minutos, aqui ficamos com a sensação de um filme ambicioso estudioso original, apostado em definir as reações de uma sociedade evoluida numa hipotese por demais vivida principalmente em filmes de acção. Contudo aós a introdução o filme abranda em demasi tornando-se numa comedia romantica entre personagens desinteressantes que tem como motivo minimo de interesse os contactos pouco definidos que vão tendocom personagens com diferentes noções de como chegao ao fim do mundo.
Pese embora este facto e inegavel o valor romantico do filme muito inflacionado pela intensidade da sua conclusao que o transforma num filme a ver com alguma atenção pois permite perceber a existencia de boas ideias no cinema norte americano mesmo que nem sempre estas sejam ao maximo aproveitadas.
O filme fala de um calmo homem medio que apos ter o conhecimento que o muno ira acabar em tres semanas perde a mulher e vê-se sem nada para atingir nos dias que faltam ate conhecer uma rebelde jovem que o ira conduzir ao curto objectivo de vida
O argumento e de primeira linha nos primeiros vinte minutos e acima de tudo na sua historia de base ou seja e daqueles filmes que respira em si proprio pena e que na sua concretização nao consiga ser tao assertivo e concreto e o filme vai perdendo acima de tudo ritmo com isso.
A realização tem alguns bons momentos mas nunca e a grande aposta do proprio filme que prefere tentar prevalecer pelo seu guião, mesmo assim bons momentos mesmo sendo o aspecto menos relevante do filme.
Por fim o cast Carrel cabe bem em personagens silenciosas talvez mais do k no seu humor menos facil de aceitar, contudo nao funciona com Keira, uma actriz mais suave menos intensa poderia funcionar melhor individualmente mas acima de tudo na quimica do casal

O melhor - a introdução do filme

O pior - A monotonia do seu fim.


Avaliação - B-

Thursday, October 11, 2012

Maddeas Witness Protection

Tyler Perry nos ultimos anos foi o cineasta afro americano que mais contribuiu para uma expansao do cinema afro americano, nem tanto pela qujalidade dos seus filmes mas acima de tudo pela quantidade. Do lado mais comico do autor surgiu a sua personagem central, na terrivel Madea, interpretada por si envolvida em satira. Depois de presença em filmes nem todos com humor aqui surge o filme mais comico do autor onde ultimamente tem conseguido melhores resultados comerciais como e o caso, mesmo que em termos criticos não saia da mediania.
Este filme e um filme descontraido numa cultura mais abrangente nem tanto centrada na comunidade afro americana mas Perry perde se um bocadito nã na sua forma de fazer humor vinculada a sua personagem, sempre funcional mesmo que o humor seja de gosto descutivel mas mais em termos do contexto e se deixar por demais vezes cair no registo de Levy em termos de humor algo k nos parece mais ultrapassado e sem tanto humor.
Por outro lado e ja e tipico nos filmes do autor a direcção de actores e mesmo a definição do filme custa a chegar mesmo que neste filme surja antes do que estamos habituados parece nos que mesmo assim existe momentos em que não sabemos perfeitamente integrar partes do filme no seu todo acabando por o filme se perder em certos aspectos neste particular.
Mesmo assim ao ser um filme isoladamente de humor é mais directo e logico de que outros filmes do autor percebendo se melhor o seu sentido e a sua orientação, mesmo que o resultado no seu nivel global fique a perder comparativamento com os melhores filmes do realizadfor.
O filme fala de uma familia que para fugir ao perigo de uma ameaça da mafia tenta se esconder no local menos obvio ou seja na casa de madea e Joe, uma familia branca e com costumes bem diferentes que conduz a situações impensaveis.
O argumento e algo frouxo na sua construção abrangência mas tambem em termos de dialogos e humor e basico mas foi semprte nisso que Perry nos deu como autor talvez por isso tambem ainda nao tenha conseguido sair de circuioto domestico.
Como realizador neste filme pouco arrisca raramente as suas personagens compartilham sequencia como de teatro se tratasse, do resto e o mais elementar que há memoria.
Por fim o cast predominantemente branco e desegunda linha, pouco interessante em que as personagens nao ajudam mas que acima de tudo a qualidade dos interpretes nao mais possibilita, o proprio perry na sua personagem esta bem longe do que ja conseguiu.

O melhor - O caracter mais definido do filme,

O pior - Não resultar como comedia.

Avaliação C-

Thursday, September 27, 2012

To Rome with Love

Pois bem, depois de anos a filmar Nova Iorque, Allen dirigiu-se para diversas cidades europeias de forma a com a sua maneira propria de realizar fazer homenagem às mais diversas diferenças entre as mesmas. Depois do sucesso em meia noite em Paris, Allen dirigiu-se para Roma, na sua formula mais comum de diversas historias pouco ou nada ligadas e com o seu humor mais tradicional. O resultado foi brando quando comparado com outros seus filmes, desde logo em termos criticos onde não passou da mediania, mas acima de tudo em termos comerciais onde apenas nos ultimos momentos conseguiu uma disatribuição wide, pese embora este facto, o resultado acabou por ser um pouco menos do que satsfatorio.
sobre o filme podemos dizer que pese embora nao tenha a densidade ou a profundidade que o autor aborda em historias unicas, o certo e que o filme contrapoem e bem isto com bons momentos, muitas vezes bem trabalhados e originais que servem não so para o filme ficar mais ligeiro, mas acima de tudo acaba ao mesmo tempo por ter uma capacidade natural de trazer mais mensagens, mesmo que estas por vezes não tenham a dimensão que se espera sempre de um filme de Allen,
A maior virtude do filme e o bilhete postal de roma a forma como as personagens se movimentam pela cidade não só é o mais funcional do filme como o que qacaba por ser mais estetico para toda o filme. Depois como todas as historias paralelas existe segmentos que funcionam melhores uns que outros. No lado melhor a parodia e satira interpretada por Begnini, como o lado mais frouxo a descoberta da cidade no trexo onde esta presente Cruz.
O filme fala sobre diversas historias, todas elas relacionadas com amor e atracção, contextualizadas por uma bela Roma que aos poucos vai sendo conhecida pelas suas personagens e desvendada aos espectadores.
O argumento traz-nos um Allen mais tradicional mais fragmentado narrativamente, tipo em que Allen se movimenta mais vezes mas que ultimamente o tem afastado mais do sucesso. A historias, ou o conjunto de historias, funciona nao so em termos comicos e satiricis, onde o guiao e ferramenta essencial, mas acima de tudo em termos decoincidencia aspecto todo ele bem articulado ao longo do filme.~
A realização é pacifica, não se dfenota a força estetica que Allen por exemplo consegue com Nova iorque ou mesmo em Match Point com Londres mas tra partido da cidade de uma forma eficaz.
O cast tem o ponto negativo de ter Allen como protagonista, facto que normalmente condiciona o sucesso dos mesmos, sempre maior quando o autor fica apenas de um dos lasdos da camaras, depois o tipico Eisenberg, como lado mais positivo a extroversao de Cruz que brilha mesmo no segmento mais fraco do filme.

o melhor - suave roma.

o pior - a falta de profundidade da maior parte das historias.

Avaliação - B-

Saturday, September 22, 2012

People Like Us

Seria vulgar que com o suceOsso de Pine nos filmes de acçao mais puros e de grandes produçoes, o mesmo actor fosse lançado num outro tipo de filme. E aqui surge este drama familiar com um elenco recheado de estrelas antigas e modernas. Contudo e pese embora as boas intenções do filme, um drama de um realizador desconhecido lançado em pleno mes de agosto, sem uma figura verdadeiramente de proa tem dificuldade em ganhar o seu espaço, e foi o que aconteceu, e se comercialmente a mediania das avaliações até nao foram muito nocivas o seu pessimo resultado comercial, condicionou um filme que nem estreia fora dos EUA conseguiu verdadeiramente.
People like us pese embora tente ser um filme simples quase em ritmo de telenovel, sobre encontro com o passado, parece ser um filme algo perdido na forma como contextualiza a relaçao central, a longa duraçao do suspense faz o filme ter dificuldade em se caracterizar, principalmente como drama, ja que grande parte do tempo e demasiado suave para o ser.
Só na parte final o filme assume a intensidade que necessita, com a revelação, antes disso o filme e silencioso, parece calmamente tentar procurar o seu ritmo mas torna-se extremamente monotono e repetitivo, com pouco a acontecer para um filme tão longo. Nestes periodos o cinema necessita de algo mais do que uma novela sentimental em que as personagens buscam si proprias, dai que o filme funcione num curto espaço de tempo e nada mais.
Mesmo assim sabe sempre que o filme, é feito em limite de esforço, mesmo na exploraçao dos conflitos internos e externos do filme, a personagem central parece sempre perdida, e um filme sem centro tem dificuldade em se assumir, e nisso o filme, nao consegue se empolgar para passadas mais elevadas que o limitam em todos os pontos.
O filme fala de um jovem com o emprego em risco que apos a morte do pai, regressa a sua cidade natal, onde descobre a familia incognita do seu pai e acaba por se aproximar destes, mesmo sem estes saberem a sua real origem.
O argumento funciona melhor emotivamente na sua parte inicial, em termos de força do conflito, mas no filme funciona melhor narrativamente, pese embora esse facto tem diversas falhas de origentaçao temporal, mas tambem na forma como conduz o filme sem intensidade para um final ja sem peso ja que a narrativa adormece em si proprio.
A realizaçao e simples, sem rodeios nem grande força penso que nao tem objectivo de ser mais do que um filme realizado com suavidade e naturalidade, alguns planos mais bem conseguidos em termos de sentimento mas muito pouco para um filme com distribuiçao wide.
Em termosde cast Pine, ainda nao convenceu num genero como o drama, parece sempre ter dificuldade em ser tomado serio, e isso tambem condiciona o filme, Banks pelo contrario e uma actriz repleta que com melhores papeis poderia ser um caso serio em hollywood, o restante apenas presenças de Pfeffer e Wilde.

O melhor - Nao ser um drama romantico,

O pior - Funcionar como tal

Avaliação - C

Friday, September 21, 2012

Expendables 2


Depois do sucesso a todos os níveis de Expandebles como uma verdadeira homenagem ao cinema de acção muitos esperaram imediatamente pela sua sequela e pelas figuras que esta poderia trazer. Depois de um papel mais preponderante a Willis e a Schwarznegger, foi a cereja no topo do bolo a inclusão de Norris, e o papel de vilão a Van Damme, numa conjugação de estrelas de cinema de acção de serie B. Os resultados contudo ficaram aquém do primeiro filme em todos os níveis, o facto de já não existir o factor surpresa retirou algum espanto a critica e comercialmente o facto de nenhum actor já rentabilizar-se por si próprio acabou por encaminhar o filme para um resultado mais modesto mesmo assim bem melhor do que o valor de cada actor isolado e em conceito diferente.
Expandebles 2 é uma homenagem e deve ser compreendido assim, como um filme para os seus actores não só parodiarem com a sua carreira que faz o filme, valer muito mais pelo seu non sense ou mesmo o humor de determinadas situações do que propriamente por um guião que não existe e que apenas da contexto para os seus personagens que não nada mais nada menos do que os seus próprios interpretes. Por isso parece-nos a ideia em si deliciosa, a auto critica, e mesmo o facto do exagero ser ainda maior faz do filme, um objecto singular quem sabe a ser repetido com mais actores e pode se tornar uma saga homenagem que pode funcionar noutros géneros.
E obvio que nos pontos bases do cinema não e um filme de eleição não e original no guião pese embora na ideia esta chegue e sobre, nem sempre e bem filmado, é o exagero do cinema de heróis de serie B sem qualquer maturidade, mas estes pontos são claramente percebidos pelos autores do filme e ainda mais sublinhado porque essa e a intenção. Contudo e obvio que como género menor o filme não consegue ser mais do que isto, uma boa ideia, bem disposta que faz rir, pese embora pense que os verdadeiros faz de cada um dos actores prefira outro tipo de filmes deles, mais adultos, e mais aquilo que cada um realmente deu ao cinema.
No meu caso e uma vez que tenho uma relação bem distante com o género e principalmente com os actores dou mais valor a filmes como este que posso considerar um sumario bem disposto da maior parte da carreira dos protagonistas sublinhando claramente algumas excepçoes.
O filme fala do mesmo grupo que agora tem como missão recuperar um tesouro de um temível e sanguento grupo criminal e acima de tudo vingar a morte de um elemento do famoso grupo de elite.
Vingança, honra, guerra são sempre temas presentes em mais de metade dos filmes feitos pelos protagonistas e este filme e o típico filme de todos eles na sua linhagem narrativa, e como argumento base e repetitivo, contudo o humor e as tiradas à parte do filme dão-lhe uma auto critica e sentido de ridículo tão humoristicamente funcional que acaba por funcionar, talvez ainda mais do que o primeiro.
A realização é básica, como sempre foi efectuado, independentemente do realizador não e um filme para ser bem filmado, e não o é, quer demonstrar o máximo dos seus heróis, mas com os meios poderia ter mais sentido estético e quem sabe um sabor mais indie que poderia tornar o filme mais próprio e com um culto mais estético e artístico, mas parece que não o é por clara opção.
O cast recheado de actores sempre mais conhecidos pelo seu talento físico e carisma do que pela sua qualidade enquanto actor dá-nos apenas  a primeira vertente, e em carisma Norris parece ganhar a todos eles, principalmente a Willis, claramente de outra divisão, talvez por ter sido mais completo como actor. De resto o costume, ou seja os papeis de uma carreira inteira.

O melhor – O auto humor das personagens

O pior – Como sumo ser mais um filme fraco de acção.

Avaliação – C+

Wednesday, September 19, 2012

ParaNorman

Se existia um aspecto que poucos ou quase ninguem acreditava acontecer tão cedo era observar uma produtora de pequenos recursos habituada a fazer grandes filmes a produzir um filme de animação. Contudo com este enigmatico ParaNorman isto acabou por acontecer se bem que o sucesso comercial do filme ficou a luz do que as grandes produtoras como a Pixar ou Dreamworks conseguem em termos comerciais os resultados foram bem mais positivos, parecendo capaz de ombrear numa primeira analise pelas noemaçoes ao oscar de melhor animaçao que nao deixaria de ser uma entrada de luxo para a produtora.
À primeira analise existe um vector que desde logo condiciona o filme, ou seja o seu nivel produtivo e da evolução efectuada acaba por se tornar notoriamente diferenciador pela negativa relativamente aos filmes de animaçao anteriormente lançados ou seja o seu estado de evolução não deixa de estar longe daquilo que já é passivel de efectuar.
Mesmo assim tambem a historia em si de luta e desluta com Zombies esta longe de ser transversal em todas as idades ou mesmo capaz de fazer surgir uma riqueza ideologica que em outros filmes de animação acaba por existir e que é muitas vezes a riqueza dos proprios filmes. Mesmo assim e pese embora não entre na histeria das avaliações efectuadas pela critica o filme, tem bons momentos principalmente na introdução humoristica do filme com sequencias bem pensadas num humor familiar e imprevisivel mas que resulta.
Outro ponto interessante é alguns twists ou truques do guiao, nao muito habituais em filmes de animaçao mas que acabam por tornar o filme mais original e mais surpreendente, numa narrativa ja de si com muitos ingredientes neste sentido.
Ou seja estamos perante um exercicio com alguma diferenciaçao narrativa, com um humor proprio, mas a falta de charme da ideia ao qual se une uma produçao nem sempre de primeira linha condicionam o impacto de uma obra num genero cada vez mais explorado e ao mesmo tempo mais exigente.
A historia fala de um pequeno Norman, que tem a particularidade de contactar com pessoas mortas, apos o lançamento de uma maldição e com o seu poder vai ter de lutar para manter a sua cidade viva de um ataque de Zombies.
O argumento e linear, nem sempre adulto, mas tem bastante força no esteriotipo das personagens que funciona bem em termos humoristicos mas o tema de base penso que condiciona a forma como o filme funciona, e uma ideia gasta pese embora uma abordagem diferente.
A produçao e claramente o parente pobre do filme, imagens rectilineas fora da actualidade, e mesmo podendo fucnionar como estilo, nao tem a diferença para o fazer, ou seja uma produçao de baixo custo que condiciona o alcance do filme.
Em termos de vozes pouco a registiar, funcionam mas nao deslumbram, um positivo sem destinção

O melhor - O Humor utilizado

O pior - O tema nao e actual

Avaliação - C+

Tuesday, September 18, 2012

Hit and Run

Dax Shepard é daqueles comediantes que ao longo do tempo e a custa da televisao e apariçoes como secundario em alguns filmes, o certo e que poucos ainda tinham percebido o seu real valor nao so acomo actor mas tambem em termos de escritor e realizador. Pois bem pela primeira vez com uma dimensao Wide aqui surge a prova de fogo a todos os niveis e o resultado nao poderia ser pior, em termos criticos com uma avaliaçao mediana, mas tambem em termos comerciais onde o filme desapareceu rapidamente do box office americano.
Hit and Run e daqueles filmes que tem um estilo proprio e sem sentido na forma de realizar e mesmo na sua concepçao mas que em termos humoristicos o mesmo nao acontece ao longo do filme parece que nao consegue encontrar o seu tipo de humor passando por todos e ao mesmo tempo nao adoptando o nenhum o resultado e algo indegesto a maior parte das vezes sem sentido, onde apenas algumas apariçoes de humor exageradamente sem sentido consegue fazer a sua graça, num filme que vai ganhando intensidade e piada natural com o seu aproximar do fim, mas nao consegue por de lado o seu pessimo e muitas vezes ingrato inicio.
Hit and Run e uma comedia estranha, capaz de interessar em pessoas que gostam de conciliar comedia e acçao, em filmes trepidantes que nao necessitam de pausa, ou mesmo de um valor moral, por isso nao consegue o filme ganhar a sua força moral ou mesmo um valor educativo e reflexivo, surge apenas como um filme algo estranho com momentos definidos e sublinhados, mas que não chega para salvar o filme, ou para o tornar um filme mais forte.
O grande problema do filme e acima de tudo nao ter coerencia em si, ou mesmo a incapacidade de marcar um estilo proprio, num humor que nao funciona muitas vezes por culpa do exagero ou mesmo do contexto dos interpretes que o fazem.
A historia do filme e uma viagem para LA de um casal de uma professora e uma testemunha em sistema de protecção, que são seguidos pelo passado e presente de ambos, com uma autentica luta pela sobrevivencia e conquista de objectivos.
Em todos os niveis parece-nos que o mais postivivo de Shepard e mesmo o argumento, nao porque o filme seja maduro ou tenha uma construçao solida em termos narrativos, mas demonstra alguma força no humor utilizado e na capacidade de fazer algum estilo desconexo funcionar, mesmo assim o restante complica que este ponto funcione.
A realizaçao e demasiado movel, nem sempre funciona bem, muitas vezes exagera no excesso de grandes planos, nisso o filme torna-se nem sempre estetico e exageradamente movimentado, nao e claramente um filme com bom prognostivo para o realizador.
Por fim em termos de cast, Sheppard nao sera um actor de eleiçao nem tao pouco funciona bem em termos do humor que escreve ao eu lado uma Bell, de clara segunda divisao da comedia, cumpre, mas parece sempre Aniston menor, e por fim Cooper como um vilao sem grande intensidade.

O melhor - Algum sentido de humor em determinados momentos.

O pior - A falta de um estilo proprio e congruente ao longo do tempo

Avaliação - C

Sunday, September 16, 2012

The Possession

É incontavel o numero de filmes que tratam sobre a tomada de corpos por espiritos malignos principalmente em crianças, mas e mais ainda inacreditavel o numero de filmes com a mesma tematica que ano apos ano continuam a se tornar um sucesso quase sem precedentes em Hollywood. Pois bem este ano, mais um filme mais um sucesso comercial, principalmente por conseguir liderar duas semanas o box office americano, mesmo que isso nao seja uma explosao comercial. Em termos criticos por sua vez as coisas foram mais complicadas talvez pelo excesso e saturaçao com filmes semelhantes.
Os filmes sobre espiritos e exorcismos se forem bem pensados e bem realizados nao necessitam de muito mais para assustarem e assim cumprir o seu objectivo maximo. E nesse ponto podemos dizer que esse filme cumpre, contudo em tudo o resto parece-nos chegar a falta de ideias que muitas vezes generos em Hollywood acabar por atravessar. Ou seja a impressao de ja virmos filmes como estes, e mesmo com o mesmo guiao e obvia, onde pouco ou nada e colocado de novo, e onde o unico aspecto que muda e o aspecto sinistro do portador do demonio.
Ou seja temos mais um filme igual a tantos outros, onde nem a abordagem demonstra creatividade ou orginalidade temos uma abordagem obvia a um filme que nem tao obvio acaba por ser pelo facto de a determinada altura ninguem se importar com o mesmo nem tao pouco com o seu desenvolvimeno narrativo.
E daqueles filmes que rapidamente vao ser diluidos na nossa memoria num pacote que integra outros, ou seja daqueles filmes onde vamos ter a sensaçao que ja vimos, que vamos conseguir demonstrar como este se desenvolve mas no fim pouco ou nada recordamos.
A historia fala de uma menor que vive entre o pai e a mae depois do divorcio destes, na casa do pai compra uma caixa ao qual se liga, contudo esta tem no seu interior um espirito maligno que vai tomar conta do seu comportamento e conduzir ao caos na vida de todos que a rodeiam.
O argumento deve ter sido em termos de terror a forma mais utilizada onde apenas pequenos pormenores sao alterados mas na essencia o filme e sempre semelhante apenas mudando o contexto. Por isso em arte deve se penalizar a analise a obras repetitivas, onde nem as personagens nem a sua evoluçao trazem nada de realmente novo.
A realizaçao e escura, funcional, mas longe de ser espetacular, normalmente acaba por se tornar perdida com a falta de luz, e mesmo a caracterizaçao tambem importante para o impacto do filme, peca por algum exagero. Num realizador agora a entrar em Hollywood no terror muitas arestas a limar.
O cast sem propriamente figuras de proa, parece-nos competente na sua maior protagonista, com força e disponibilidade fisica a pequena Natasha Calis tem um filme que a pode conduzri bem na carreira, contudo os seus progenitores no filme estarao mais na fase de nao desaparecerem do que propriamente de recuperarem novo folego, e nao sera com filmes destes que o vao conseguir.

O melhor - Acaba sempre por funcionar como terror.

O pior  Mas funciona em quase mais nada

Avaliação - D+

Sparkle

Provavelmente Sparkle seria apenas mais um afro american movie sobre a soul music, caso a morte de Withney Houston não fizesse dele o ultimo filme da cantora enquanto actriz. Assim o filme acabou por se tornar a homenagem postuma a alguem que viveu dividida entre a musica e a 7 arte. Pese embora este facto a critica não foi branda com o filme, valorizando-o de forma muito negativa e tornado-o e encaminhando-o tambem para um filme quase residual em termos de receita de bilheteira, onde nem a popularidade da cantora conseguiu impedir o que seria previsivel sem o acontecimento.
Sparkle e um filme tipico sobre seguir os sonhos e acima de tudo sobre os sonhos relacionados com a nem sempre cor de rosa mundo do sucesso, podemos perceber numa das personagens "Sister" um pouco da vida da Houston, dai que este filme funcione bem melhor como marco historico como se uma retrospectiva final da vida de uma cantora com dificuldade em conciliar o talento com a sua vida privada. Pese embora este facto mais factual o resto e claramente de um filme de serie B tentanto lançar Jordan Sparks no mundo do cinema, contudo o azar e que com tudo o que ja foi referido nao so o filme acaba por deixar de ser tanto sublinhado na propria, mas sim nos acontecimentos que o circundam. Se por um lado a pouca qualidade do filme podera lhe dar uma outra oportunidade, o certo e que poucos reparam nos propositos originais do filme.
Ou seja estamos perante mais um filme sobre musica, de quem para gosta do genero ate pode dar bons momentos, mas depois cai na novela dramatica tipica por exemplo do lado mais novelesco de Tyler Perry talvez com menos intensidade emocional. Ou seja um filme de segunda linha que talvez o problema de se expor a tantar deficiencias foi o facto de ter uma visibi.lidade que poucos apostariam que o filme teria.
A historia debruça-se na forma como tres irmãs diferentes em termos de personalidade desenvolvem a carreira num mundo diferente da musica que lhes leva a diferentes formas de lidar com o sucesso, com exitos diferentes pese embora sempre existisse a uniao.
O argumento e pobre, resiste numa serie de cliches de filmes semelhantes, pouco creativo e original, mesmo as personagens sao demasiado esteriotipadas para o bem e para o mal, e o filme perde peso, maturidade muito por culpa de um argumento pobre.
Tambem a realizaçao arrisca mas parece sem sentido opçoes confusan num filme sem estilo apenas em termos de momentos musicais onde as sequencias sao mais faceis as coisas parecem funcionar um pouco melhor, mas existe outras que ate podem ser bem executadas mas completamente sem sentido no restante do filme.
POr fim o cast Sparks nao consegue convencer nem conquistar o filme, demonstrando nao ser actriz nem carisma suficiente para o cinema deixa demasiadas vezes o flanco aberta para outros brilharem neste caso principalmente Ejogo, que chama a si as atençoes do filme, nao so pela interpretaçao musical, mas por toda a intensidade emocional do filme ser em seu torno. houston nunca foi grande actriz e nao foi neste momento que o foi, pena e observar Luke que ja foi considerado um actor com grande futuro marcar simplesmente presença em filme que nada dignifica a sua carreira.

O melhor  - A ligaçao familiar incondicional-

O pior - Ser um filme de serie B com todas as deficiencias inerentes.

Avaliação - C-

The Five-Years Engagement

E conhecido que nos ultimos anos, Segel tem conseguido encontrar um local proprio na comedia norte americana, por um lado uma comedia com um fio condutor mais suave, mas por outro lado sem o apimentar sexual e relacional que conduziu ao sucesso de muitas delas. Na escrita e na interpretaçao as coisas têm corrido bem, desde que conseguiu o estrelato precisamente numa colaboraçao com o realizador deste filme.
Contudo o sucesso pode ter duas vertentes e se em termos criticos a boa recepçao deste filme fazia antever um bom resultado comercial os resultados contradisseram este facto com uma carreira muito aquem das expectativas de um filme que prometia assaltas as bilheteiras.
Mesmo com o insucesso comercial, cumpre-nos dizer que estamos perante uma das comedias mais adultas e coerentes dos ultimos anos, abordando o filme do ponto de vista emocional da relaçao o filme acaba por ter diversos pontos interessantes que os torna por si so num dos filmes que melhor explora uma relaçao adulta, sem entrar em grandes romanticos e sem medo de colocar o filme como tal. E obvio que o filme depois tras-nos uma vertente mais ligeira com um humor simples e muito na linha da figura do seu protagonista, mas o certo e que o filme é adulto no tema na forma como trata o tema, tornando-se num dos filmes mais romanticos mas ao mesmo tempo mais realistas dos ultimos anos sobre o tema.
Ou seja um filme que agrada na sua vertente mais reflexiva os mais calmos os mais amantes do drama novelesco, mas sem descuidar o humor algumas vezes murdaz e algo desocntextualizado. E uma comedia de costume actual que demonstra ainda existir força e vigor em Hollywood para filmes simples directos mas ao mesmo tempo que estudam um dos maiores temas do cinema ou seja o amor.
O unico senao do filme, centra-se na pouca limitação temporal do filme, ou seja um filme que caracteriza diferentes etapas deveria ter si uma balizaçao temporal ou seja dar ao espectador o ponto em que estamos desde o inicio, e ai penso que o filme perde porque nao da ao filme o contexto necessario para entender a intensidade ou mesmo a abrangencia das sequencias.
O filme fala de um casal que para toda a observaçao e perfeito que decide casar, contudo com as alteraçoes profissionais este feito vai sendo cada vez mais adiado e começar a surgir cedencias no dia a dia, num ajuste de um para a felicidade do outro. O tempo vai passando e o casamento ou falta dele começa a ser uma impossibilidade.
O centro do filme e a forma com que e escrito, nao so construido as personagens centrais principalmente em termos de personalidade, mas tambem a forma com que os proprios conflitos e resoluçao sao criados, e um estudo social dentro de si proprio, sem perder a intensidade de um humor actual, nem sempre contextualizado no filme, mas que nao o prejudica.
A realizaçao e simples sem grandes rasgos algum exagero na forma com contextualiza a depressao do protagonista, mas de resto silenciosa de forma a deixar o filme e o seu guiao serem os seus melhores protagonistas.
O cast e liderado por Segal que me parece sempre melhor escritor do que actor, e preso, nem sempre tem a intensidade que a personagem precisa ou mesmo a seriedade da mesma, o limbo expressivo acaba ainda por nao me convencer, mesmo sabendo que para pequenos apontamentos resultam bem. no lado oposto a suavidade de Blunt conquista o filme, e perfeita no encaixe de um papel nem sempre facil, mas que na maior parte das vezes fica propositadamente na sombra do filme, mas acaba no final por ser na exploraçao dramatica emocional, um trunfo para todo o filme.

O melhor - O estudo da relaçao

O pior - A falta de contextualizaçao temporal.

Avaliação - B