E notorio que comédia e politica normalmente não se misturam no cine moderno o tema tabu da satira com este assunto durante anor reinou no cinema principalmente em comedias simples intensas e pouco consistentes, contudo este ano dois dos maiores icons da comedia norte americana juntaram-se num frente a frente. Os resultados foram positivos não só comercialmente onde os primeiros indicios apontam para resultados extremamente positivos mas criticamente onde as avaliações foram maioritariamente positivas.
The campaign tem um segredo desde logo satiriza de uma forma simpatica com o inarravel mundo da policia e apesar de tudo ainda descreve ambos como pessoas de bom fundo algo que retira o filme da realidade o que pode ser negativo numa comedia de costumes. Este ponto acaba juntamente com alguma falta de intensidade de algumas sequencias de humor por ser o calcanhar de Aquiles do proprio fiolme.
Pelo lado positivo a construção das diferenças das personagens a forma com que estas se ligam e a forma como descrevem os escrupolos ou a falta deles na parte traseira da politica, neste partiucular o marionetismo dos candidatos acaba por ser a satira mais proxima da realidade e aquela que melhor e trabalhada ao longo de todo o filme.
Estamos perante uma boa comedia com profundidade no seu conteudo pese embora tente sempre dar a vertente mais simples e quase desligada muitas vezes ao de leve tocamos em pontos interessantes e neste particular ainda mais com um humor arrojado e actual
o filme fadaq de uma campanha de senador entre um eterno candidato e vencedor com um estranho personagem orquestrado pelos senhores do dinheiro, num sem numero de situações inacreditaveis e outras ainda mais absurdas.
O argumento e bem construidso não so em termos comicos o principal vector do filme mas acima de tudo nos proprios conteudos e alcance do proprio filme tem boas personagens e os dialogos funcional, tornam e vtudo mais distante quando fornecem coração aos politicos de serviço.
A realização e simples sem grande produção ou empenho de verbas e sempre o mais directa as personagens isso pode lhe dar algumas falta de latitude mas cumpre os seus objectivos.
O cast funciona com os seus protagonistas e humoristas a dar o mais obvio e tipico de si, acaba por funcionar melhor com Ferrel mas o lado mais serio de Glfinakis ew uma agradavel supresa e o melhor de tudo funcionam bem juntos.
O melhor - A satira da maquina politica
O pior - O coração pouco exequivel dos artistas politicos
Avaliação - B-
Tuesday, October 23, 2012
Sunday, October 14, 2012
Taken 2
Muitos ficaram surpreendidos quando o primeiro filme se tornou num sucesso sem paralelo por parte do seu produtor Besson, com este filme tipicamente de acção para alen do referido deu-nos um Neeson como um claro heroi de acção aspecto que anteriormente não tinha sido demonstrado, o sucesso comercial do primeiro filme parece ter sido repetido neste segundo filme o que era obvio tendo em conta a legiao de fas que o filme criou. Contudo em termos criticos o filme esteve longe do seu primeiro filme ou seja com avaliações medianas com preponderancia negativa.Sobre este filme podemos dizer que tem o estofo do primeiro mas que atalha demasiado o que torna o filme com bastante menos intensidade do que o primiero, desde logo porque e mais despido ou seja tudo parece efectuado com o minimo de preocupação possivel, preocupando-se apenas em encaminhar rapidamente o filme para a sua conclusao onde as sequencias de confronto fisico são o ingrediente principal do filme.
E neste particular e no carisma central do filme continuam a ser as mais valias de uma obra que ganhou o seu espaço, pese embora em termos narrativos parece que já neste filme as ideias foram completamente gastas no seu primeiro filme sendo este apenas o uso do proveito comercial do sucesso anterior.
Mesmo assim parece-nos importasnte salientar que sao filmes como estes que ainda mantem o carisma de alguns filmes de acção e alimentam o seu carisma o sucesso dos filmes de acção baseia-se nisso e na convicção comercial que neste filme e mais uma vez inegavel.
A historia traz-nos a vingança contraria agora das vitimas de Neeson no primeiro filme aproveitando uma ida da familia completa a instambul todos sao capturados com a excepção de Kim quem tinha estado em cativeiro no primeiro filme, depois o que ja sabiamos ou seja a luta e acima de tudo a vingança.
O argumento e repetitivo, ou seja basicamento o mais simples que podemos imaginar em termos de filmes de acção ou seja vingança pura um, a um baseada na força do seu protagonismo, depois o mais liitado possivel em termos de guião e personagens e acima de tudo os poucos dialogos ao longo do filme.
A realização e intensa com ritmo nao tem o nivel estetico do primeiro filme mad e funcional num contexto dificil como e Instambul, contudo a cidade acaba por ser a boa escolha para o intuito do filme sendo na escolha da cidade a sua maior virtude
O cast e repetido de cima a baixo no caso de Neeson da-nos outra vez o seu carisma e intensidade de acção que tinha sido descoberto no primeiro filme e que novamente potencializado neste segundo. Jamsen e Grace ganham pela constancia dos papeis ja que estes são simples e pouco exigentes.
O melhor - O carisma de Neeson
O pior - Ser um atalho do primeiro
Avaliação - C+
Saturday, October 13, 2012
Abrham Lincoln Vampire Hunter
Depois do sucesso do particular Wanted muitos colocaram o realizador russo como uma figura a seguir com interesse, e durante a produção esta historia que tornava o enigmatico ex presidente norte americano um caçador de vampiros tornou com grande expectativa o lançamentop deste filme, contudo a pouca força critica do filme com avaliações previas negativas afundou os resultados comerciais tornando-o um dos maiores falhanços comerciais do presente ano.Este caçador de vampiros tem
Mesmo assim estamos perante um filme simples que tem como problema nadda trazer aos filmes de vampiros que outros não o tivessem feito apenas dando nova roupagem e um outro tipo de efeitos especiais.
A historia fala-nos do ex presidente dos usa e a forma com qued os seus ideais crescem relacionados com o facto de se tornar um caçador de vampiros de forma a se vingar da morte da sua mae, luta que o irá perdurar ao longo de toda a sua vida.
O argumento ate pode ter uma base original que e inegavel, independentemente do gosto da mesma contudo a sua concretização não vai alem do mais basico na criação de personagens e dialogos de minimo exigencia
E na realização e no aproveitamento de efeitos que o filme tem as suas maiores virtudes com sequencias de acção de primeira linha bem trabalhadas e potenciadas ao longo de todo o filme e com exercicio estetico proprio e funcional, uma mais valia para o proprio filme.
O cast sem figuras de proa parece me ser a primeira e grande condição para o insucesso do filme com tantos meios mais nome e carisma poderia ter elevado o filme para outro patamar e isso denota-se no proprio filme.
O melhor - O aproveitamento dos efeitos especiais
O pior - se tornar num simples filme de vampiros
Avaliação - C
Friday, October 12, 2012
Looper
Looper poderá se dizer que é o filme da moda, depois de uma produção mais badalada pelas alterações de Gordon Levit para se parecer a Bruce Willis o certo e que quando este pequeno filme saiu as excelentes criticas tornaram este filme num fenomeno que agradou ás audiencias não so criticamente mas também comercialmente, onde conseguiu resultados significativos tornando-se no filme sensação e mesmo com poucas chances chegou mesmo a ser colocado nas listas para os prémios.Looper é um filme de primeira linha construido desde raiz com um argumento que nos tras as viagens ao passado e principalmente na sua base junta muita coesão, maturidade e originalidade num filme completo desde a sua base e sua evolução. Daqueles filmes que nos surpreende, que temos sempre a sensação que é crescido ambicioso sabe o que quer e o seu estilo. Podera perder em comparação com os melhores filmes de realidades, mas entra certamente no lote dos melhores principalmente por arriscarna formação de uma historia que demonstra que ainda ha espaço a novas ideias em filmes originais de base.
Como parte negativa a parte da sobrenaturalidade e certo que as viagens no tempo ja abriram um espaço a ficção mas entrar em super poderes demasiado fortes tira o filme algo da terra e e descontextualizado de tudo o resto.
Certo e quer este senao pese embora importante no desenvolvimento da historia deixa muito espaço para tudo o resto que leva o filme para um patamar de maior excelencia que este ponto não ajuda mas não o impede de se fazer sublinhar no circuito actual.
A historia fala-nos de um assassino profissional que tem como missão matar pessoas que sao enviadas do futuro para serem mortas, o problema e quando ele próprio tem de ser enviado e ao não morrer leva o sistema ao descontrolo.
O argumento e de primeira linha desde logo na historia de base e na sua construçao pese embora um outro aspecto algo exagerado, parece-nos que tudo o resto esta ao melhor nivel, personagens e dialogos de eleiçao, principalmente o segundo plano.
A realização e de primeiro nivel tem estetica tem personalidade e sabe usar efeitos mesmo num filme com budget reduzido, daqueles filmes que ficam na memoria pelas imagens e algumas delas dificeis de esquecer.
No cast e com a ajuda da caracterização temos levit e principalmente willis ao melhor nivel, sao uma boa simbiose e assemelham-se integrando entre si, o papel e mais dificil para o primeiro, mas o segundo e o complemento ideal. Ainda bons registos de
O melhor - O dialogo no cafe
O pior - o poder sobrenatural central
Avaliação - B+
Seeking a friend for the end of the World
Muita era a expectativa deste curioso filme que reunia um Carrel mais dramatico, genero onde alias tem obtido alguns dos seus melhores papeis com Knightley, um par improvavel, num filme curioso sobre as hipoteticas reacções ao fim do mundo. Pese embora um bom numero de ingredientes a priori apeteciveis, certo é que o filme apenas conseguiu sucesso ainda que moderado em termos criticos com avaliações favoraveis mas pouco entusiastas. Em termos comerciais as coisas foram um desastre, a custo conseguiu distribuição wide mas os resultados foram mais condizentes com as limitadas tornando este filme quase uma obra sem rasto.
Este filme e curioso principalkmente quando se intruduz, onde o principal ingrediente do mesmo e explorado ou seja a reação social ao anunciado fim do mundo e neste particular o filme tem o seu melhor momento nos primeiros vinte minutos, aqui ficamos com a sensação de um filme ambicioso estudioso original, apostado em definir as reações de uma sociedade evoluida numa hipotese por demais vivida principalmente em filmes de acção. Contudo aós a introdução o filme abranda em demasi tornando-se numa comedia romantica entre personagens desinteressantes que tem como motivo minimo de interesse os contactos pouco definidos que vão tendocom personagens com diferentes noções de como chegao ao fim do mundo.
Pese embora este facto e inegavel o valor romantico do filme muito inflacionado pela intensidade da sua conclusao que o transforma num filme a ver com alguma atenção pois permite perceber a existencia de boas ideias no cinema norte americano mesmo que nem sempre estas sejam ao maximo aproveitadas.
O filme fala de um calmo homem medio que apos ter o conhecimento que o muno ira acabar em tres semanas perde a mulher e vê-se sem nada para atingir nos dias que faltam ate conhecer uma rebelde jovem que o ira conduzir ao curto objectivo de vida
O argumento e de primeira linha nos primeiros vinte minutos e acima de tudo na sua historia de base ou seja e daqueles filmes que respira em si proprio pena e que na sua concretização nao consiga ser tao assertivo e concreto e o filme vai perdendo acima de tudo ritmo com isso.
A realização tem alguns bons momentos mas nunca e a grande aposta do proprio filme que prefere tentar prevalecer pelo seu guião, mesmo assim bons momentos mesmo sendo o aspecto menos relevante do filme.
Por fim o cast Carrel cabe bem em personagens silenciosas talvez mais do k no seu humor menos facil de aceitar, contudo nao funciona com Keira, uma actriz mais suave menos intensa poderia funcionar melhor individualmente mas acima de tudo na quimica do casal
O melhor - a introdução do filme
O pior - A monotonia do seu fim.
Avaliação - B-
Este filme e curioso principalkmente quando se intruduz, onde o principal ingrediente do mesmo e explorado ou seja a reação social ao anunciado fim do mundo e neste particular o filme tem o seu melhor momento nos primeiros vinte minutos, aqui ficamos com a sensação de um filme ambicioso estudioso original, apostado em definir as reações de uma sociedade evoluida numa hipotese por demais vivida principalmente em filmes de acção. Contudo aós a introdução o filme abranda em demasi tornando-se numa comedia romantica entre personagens desinteressantes que tem como motivo minimo de interesse os contactos pouco definidos que vão tendocom personagens com diferentes noções de como chegao ao fim do mundo.
Pese embora este facto e inegavel o valor romantico do filme muito inflacionado pela intensidade da sua conclusao que o transforma num filme a ver com alguma atenção pois permite perceber a existencia de boas ideias no cinema norte americano mesmo que nem sempre estas sejam ao maximo aproveitadas.
O filme fala de um calmo homem medio que apos ter o conhecimento que o muno ira acabar em tres semanas perde a mulher e vê-se sem nada para atingir nos dias que faltam ate conhecer uma rebelde jovem que o ira conduzir ao curto objectivo de vida
O argumento e de primeira linha nos primeiros vinte minutos e acima de tudo na sua historia de base ou seja e daqueles filmes que respira em si proprio pena e que na sua concretização nao consiga ser tao assertivo e concreto e o filme vai perdendo acima de tudo ritmo com isso.
A realização tem alguns bons momentos mas nunca e a grande aposta do proprio filme que prefere tentar prevalecer pelo seu guião, mesmo assim bons momentos mesmo sendo o aspecto menos relevante do filme.
Por fim o cast Carrel cabe bem em personagens silenciosas talvez mais do k no seu humor menos facil de aceitar, contudo nao funciona com Keira, uma actriz mais suave menos intensa poderia funcionar melhor individualmente mas acima de tudo na quimica do casal
O melhor - a introdução do filme
O pior - A monotonia do seu fim.
Avaliação - B-
Thursday, October 11, 2012
Maddeas Witness Protection
Tyler Perry nos ultimos anos foi o cineasta afro americano que mais contribuiu para uma expansao do cinema afro americano, nem tanto pela qujalidade dos seus filmes mas acima de tudo pela quantidade. Do lado mais comico do autor surgiu a sua personagem central, na terrivel Madea, interpretada por si envolvida em satira. Depois de presença em filmes nem todos com humor aqui surge o filme mais comico do autor onde ultimamente tem conseguido melhores resultados comerciais como e o caso, mesmo que em termos criticos não saia da mediania.
Este filme e um filme descontraido numa cultura mais abrangente nem tanto centrada na comunidade afro americana mas Perry perde se um bocadito nã na sua forma de fazer humor vinculada a sua personagem, sempre funcional mesmo que o humor seja de gosto descutivel mas mais em termos do contexto e se deixar por demais vezes cair no registo de Levy em termos de humor algo k nos parece mais ultrapassado e sem tanto humor.
Por outro lado e ja e tipico nos filmes do autor a direcção de actores e mesmo a definição do filme custa a chegar mesmo que neste filme surja antes do que estamos habituados parece nos que mesmo assim existe momentos em que não sabemos perfeitamente integrar partes do filme no seu todo acabando por o filme se perder em certos aspectos neste particular.
Mesmo assim ao ser um filme isoladamente de humor é mais directo e logico de que outros filmes do autor percebendo se melhor o seu sentido e a sua orientação, mesmo que o resultado no seu nivel global fique a perder comparativamento com os melhores filmes do realizadfor.
O filme fala de uma familia que para fugir ao perigo de uma ameaça da mafia tenta se esconder no local menos obvio ou seja na casa de madea e Joe, uma familia branca e com costumes bem diferentes que conduz a situações impensaveis.
O argumento e algo frouxo na sua construção abrangência mas tambem em termos de dialogos e humor e basico mas foi semprte nisso que Perry nos deu como autor talvez por isso tambem ainda nao tenha conseguido sair de circuioto domestico.
Como realizador neste filme pouco arrisca raramente as suas personagens compartilham sequencia como de teatro se tratasse, do resto e o mais elementar que há memoria.
Por fim o cast predominantemente branco e desegunda linha, pouco interessante em que as personagens nao ajudam mas que acima de tudo a qualidade dos interpretes nao mais possibilita, o proprio perry na sua personagem esta bem longe do que ja conseguiu.
O melhor - O caracter mais definido do filme,
O pior - Não resultar como comedia.
Avaliação C-
Este filme e um filme descontraido numa cultura mais abrangente nem tanto centrada na comunidade afro americana mas Perry perde se um bocadito nã na sua forma de fazer humor vinculada a sua personagem, sempre funcional mesmo que o humor seja de gosto descutivel mas mais em termos do contexto e se deixar por demais vezes cair no registo de Levy em termos de humor algo k nos parece mais ultrapassado e sem tanto humor.
Por outro lado e ja e tipico nos filmes do autor a direcção de actores e mesmo a definição do filme custa a chegar mesmo que neste filme surja antes do que estamos habituados parece nos que mesmo assim existe momentos em que não sabemos perfeitamente integrar partes do filme no seu todo acabando por o filme se perder em certos aspectos neste particular.
Mesmo assim ao ser um filme isoladamente de humor é mais directo e logico de que outros filmes do autor percebendo se melhor o seu sentido e a sua orientação, mesmo que o resultado no seu nivel global fique a perder comparativamento com os melhores filmes do realizadfor.
O filme fala de uma familia que para fugir ao perigo de uma ameaça da mafia tenta se esconder no local menos obvio ou seja na casa de madea e Joe, uma familia branca e com costumes bem diferentes que conduz a situações impensaveis.
O argumento e algo frouxo na sua construção abrangência mas tambem em termos de dialogos e humor e basico mas foi semprte nisso que Perry nos deu como autor talvez por isso tambem ainda nao tenha conseguido sair de circuioto domestico.
Como realizador neste filme pouco arrisca raramente as suas personagens compartilham sequencia como de teatro se tratasse, do resto e o mais elementar que há memoria.
Por fim o cast predominantemente branco e desegunda linha, pouco interessante em que as personagens nao ajudam mas que acima de tudo a qualidade dos interpretes nao mais possibilita, o proprio perry na sua personagem esta bem longe do que ja conseguiu.
O melhor - O caracter mais definido do filme,
O pior - Não resultar como comedia.
Avaliação C-
Thursday, September 27, 2012
To Rome with Love
Pois bem, depois de anos a filmar Nova Iorque, Allen dirigiu-se para diversas cidades europeias de forma a com a sua maneira propria de realizar fazer homenagem às mais diversas diferenças entre as mesmas. Depois do sucesso em meia noite em Paris, Allen dirigiu-se para Roma, na sua formula mais comum de diversas historias pouco ou nada ligadas e com o seu humor mais tradicional. O resultado foi brando quando comparado com outros seus filmes, desde logo em termos criticos onde não passou da mediania, mas acima de tudo em termos comerciais onde apenas nos ultimos momentos conseguiu uma disatribuição wide, pese embora este facto, o resultado acabou por ser um pouco menos do que satsfatorio.
sobre o filme podemos dizer que pese embora nao tenha a densidade ou a profundidade que o autor aborda em historias unicas, o certo e que o filme contrapoem e bem isto com bons momentos, muitas vezes bem trabalhados e originais que servem não so para o filme ficar mais ligeiro, mas acima de tudo acaba ao mesmo tempo por ter uma capacidade natural de trazer mais mensagens, mesmo que estas por vezes não tenham a dimensão que se espera sempre de um filme de Allen,
A maior virtude do filme e o bilhete postal de roma a forma como as personagens se movimentam pela cidade não só é o mais funcional do filme como o que qacaba por ser mais estetico para toda o filme. Depois como todas as historias paralelas existe segmentos que funcionam melhores uns que outros. No lado melhor a parodia e satira interpretada por Begnini, como o lado mais frouxo a descoberta da cidade no trexo onde esta presente Cruz.
O filme fala sobre diversas historias, todas elas relacionadas com amor e atracção, contextualizadas por uma bela Roma que aos poucos vai sendo conhecida pelas suas personagens e desvendada aos espectadores.
O argumento traz-nos um Allen mais tradicional mais fragmentado narrativamente, tipo em que Allen se movimenta mais vezes mas que ultimamente o tem afastado mais do sucesso. A historias, ou o conjunto de historias, funciona nao so em termos comicos e satiricis, onde o guiao e ferramenta essencial, mas acima de tudo em termos decoincidencia aspecto todo ele bem articulado ao longo do filme.~
A realização é pacifica, não se dfenota a força estetica que Allen por exemplo consegue com Nova iorque ou mesmo em Match Point com Londres mas tra partido da cidade de uma forma eficaz.
O cast tem o ponto negativo de ter Allen como protagonista, facto que normalmente condiciona o sucesso dos mesmos, sempre maior quando o autor fica apenas de um dos lasdos da camaras, depois o tipico Eisenberg, como lado mais positivo a extroversao de Cruz que brilha mesmo no segmento mais fraco do filme.
o melhor - suave roma.
o pior - a falta de profundidade da maior parte das historias.
Avaliação - B-
sobre o filme podemos dizer que pese embora nao tenha a densidade ou a profundidade que o autor aborda em historias unicas, o certo e que o filme contrapoem e bem isto com bons momentos, muitas vezes bem trabalhados e originais que servem não so para o filme ficar mais ligeiro, mas acima de tudo acaba ao mesmo tempo por ter uma capacidade natural de trazer mais mensagens, mesmo que estas por vezes não tenham a dimensão que se espera sempre de um filme de Allen,
A maior virtude do filme e o bilhete postal de roma a forma como as personagens se movimentam pela cidade não só é o mais funcional do filme como o que qacaba por ser mais estetico para toda o filme. Depois como todas as historias paralelas existe segmentos que funcionam melhores uns que outros. No lado melhor a parodia e satira interpretada por Begnini, como o lado mais frouxo a descoberta da cidade no trexo onde esta presente Cruz.
O filme fala sobre diversas historias, todas elas relacionadas com amor e atracção, contextualizadas por uma bela Roma que aos poucos vai sendo conhecida pelas suas personagens e desvendada aos espectadores.
O argumento traz-nos um Allen mais tradicional mais fragmentado narrativamente, tipo em que Allen se movimenta mais vezes mas que ultimamente o tem afastado mais do sucesso. A historias, ou o conjunto de historias, funciona nao so em termos comicos e satiricis, onde o guiao e ferramenta essencial, mas acima de tudo em termos decoincidencia aspecto todo ele bem articulado ao longo do filme.~
A realização é pacifica, não se dfenota a força estetica que Allen por exemplo consegue com Nova iorque ou mesmo em Match Point com Londres mas tra partido da cidade de uma forma eficaz.
O cast tem o ponto negativo de ter Allen como protagonista, facto que normalmente condiciona o sucesso dos mesmos, sempre maior quando o autor fica apenas de um dos lasdos da camaras, depois o tipico Eisenberg, como lado mais positivo a extroversao de Cruz que brilha mesmo no segmento mais fraco do filme.
o melhor - suave roma.
o pior - a falta de profundidade da maior parte das historias.
Avaliação - B-
Saturday, September 22, 2012
People Like Us
Seria vulgar que com o suceOsso de Pine nos filmes de acçao mais puros e de grandes produçoes, o mesmo actor fosse lançado num outro tipo de filme. E aqui surge este drama familiar com um elenco recheado de estrelas antigas e modernas. Contudo e pese embora as boas intenções do filme, um drama de um realizador desconhecido lançado em pleno mes de agosto, sem uma figura verdadeiramente de proa tem dificuldade em ganhar o seu espaço, e foi o que aconteceu, e se comercialmente a mediania das avaliações até nao foram muito nocivas o seu pessimo resultado comercial, condicionou um filme que nem estreia fora dos EUA conseguiu verdadeiramente.People like us pese embora tente ser um filme simples quase em ritmo de telenovel, sobre encontro com o passado, parece ser um filme algo perdido na forma como contextualiza a relaçao central, a longa duraçao do suspense faz o filme ter dificuldade em se caracterizar, principalmente como drama, ja que grande parte do tempo e demasiado suave para o ser.
Só na parte final o filme assume a intensidade que necessita, com a revelação, antes disso o filme e silencioso, parece calmamente tentar procurar o seu ritmo mas torna-se extremamente monotono e repetitivo, com pouco a acontecer para um filme tão longo. Nestes periodos o cinema necessita de algo mais do que uma novela sentimental em que as personagens buscam si proprias, dai que o filme funcione num curto espaço de tempo e nada mais.
Mesmo assim sabe sempre que o filme, é feito em limite de esforço, mesmo na exploraçao dos conflitos internos e externos do filme, a personagem central parece sempre perdida, e um filme sem centro tem dificuldade em se assumir, e nisso o filme, nao consegue se empolgar para passadas mais elevadas que o limitam em todos os pontos.
O filme fala de um jovem com o emprego em risco que apos a morte do pai, regressa a sua cidade natal, onde descobre a familia incognita do seu pai e acaba por se aproximar destes, mesmo sem estes saberem a sua real origem.
O argumento funciona melhor emotivamente na sua parte inicial, em termos de força do conflito, mas no filme funciona melhor narrativamente, pese embora esse facto tem diversas falhas de origentaçao temporal, mas tambem na forma como conduz o filme sem intensidade para um final ja sem peso ja que a narrativa adormece em si proprio.
A realizaçao e simples, sem rodeios nem grande força penso que nao tem objectivo de ser mais do que um filme realizado com suavidade e naturalidade, alguns planos mais bem conseguidos em termos de sentimento mas muito pouco para um filme com distribuiçao wide.
Em termosde cast Pine, ainda nao convenceu num genero como o drama, parece sempre ter dificuldade em ser tomado serio, e isso tambem condiciona o filme, Banks pelo contrario e uma actriz repleta que com melhores papeis poderia ser um caso serio em hollywood, o restante apenas presenças de Pfeffer e Wilde.
O melhor - Nao ser um drama romantico,
O pior - Funcionar como tal
Avaliação - C
Friday, September 21, 2012
Expendables 2
Depois do sucesso a todos os
níveis de Expandebles como uma verdadeira homenagem ao cinema de acção muitos
esperaram imediatamente pela sua sequela e pelas figuras que esta poderia
trazer. Depois de um papel mais preponderante a Willis e a Schwarznegger, foi a
cereja no topo do bolo a inclusão de Norris, e o papel de vilão a Van Damme,
numa conjugação de estrelas de cinema de acção de serie B. Os resultados
contudo ficaram aquém do primeiro filme em todos os níveis, o facto de já não
existir o factor surpresa retirou algum espanto a critica e comercialmente o
facto de nenhum actor já rentabilizar-se por si próprio acabou por encaminhar o
filme para um resultado mais modesto mesmo assim bem melhor do que o valor de
cada actor isolado e em conceito diferente.
Expandebles 2 é uma homenagem e
deve ser compreendido assim, como um filme para os seus actores não só
parodiarem com a sua carreira que faz o filme, valer muito mais pelo seu non
sense ou mesmo o humor de determinadas situações do que propriamente por um
guião que não existe e que apenas da contexto para os seus personagens que não
nada mais nada menos do que os seus próprios interpretes. Por isso parece-nos a
ideia em si deliciosa, a auto critica, e mesmo o facto do exagero ser ainda
maior faz do filme, um objecto singular quem sabe a ser repetido com mais
actores e pode se tornar uma saga homenagem que pode funcionar noutros géneros.
E obvio que nos pontos bases do
cinema não e um filme de eleição não e original no guião pese embora na ideia
esta chegue e sobre, nem sempre e bem filmado, é o exagero do cinema de heróis
de serie B sem qualquer maturidade, mas estes pontos são claramente percebidos
pelos autores do filme e ainda mais sublinhado porque essa e a intenção.
Contudo e obvio que como género menor o filme não consegue ser mais do que
isto, uma boa ideia, bem disposta que faz rir, pese embora pense que os
verdadeiros faz de cada um dos actores prefira outro tipo de filmes deles, mais
adultos, e mais aquilo que cada um realmente deu ao cinema.
No meu caso e uma vez que tenho
uma relação bem distante com o género e principalmente com os actores dou mais
valor a filmes como este que posso considerar um sumario bem disposto da maior
parte da carreira dos protagonistas sublinhando claramente algumas excepçoes.
O filme fala do mesmo grupo que
agora tem como missão recuperar um tesouro de um temível e sanguento grupo
criminal e acima de tudo vingar a morte de um elemento do famoso grupo de
elite.
Vingança, honra, guerra são
sempre temas presentes em mais de metade dos filmes feitos pelos protagonistas
e este filme e o típico filme de todos eles na sua linhagem narrativa, e como
argumento base e repetitivo, contudo o humor e as tiradas à parte do filme
dão-lhe uma auto critica e sentido de ridículo tão humoristicamente funcional
que acaba por funcionar, talvez ainda mais do que o primeiro.
A realização é básica, como
sempre foi efectuado, independentemente do realizador não e um filme para ser
bem filmado, e não o é, quer demonstrar o máximo dos seus heróis, mas com os
meios poderia ter mais sentido estético e quem sabe um sabor mais indie que
poderia tornar o filme mais próprio e com um culto mais estético e artístico,
mas parece que não o é por clara opção.
O cast recheado de actores sempre
mais conhecidos pelo seu talento físico e carisma do que pela sua qualidade
enquanto actor dá-nos apenas a primeira
vertente, e em carisma Norris parece ganhar a todos eles, principalmente a
Willis, claramente de outra divisão, talvez por ter sido mais completo como
actor. De resto o costume, ou seja os papeis de uma carreira inteira.
O melhor – O auto humor das
personagens
O pior – Como sumo ser mais um
filme fraco de acção.
Avaliação – C+
Wednesday, September 19, 2012
ParaNorman
Se existia um aspecto que poucos ou quase ninguem acreditava acontecer tão cedo era observar uma produtora de pequenos recursos habituada a fazer grandes filmes a produzir um filme de animação. Contudo com este enigmatico ParaNorman isto acabou por acontecer se bem que o sucesso comercial do filme ficou a luz do que as grandes produtoras como a Pixar ou Dreamworks conseguem em termos comerciais os resultados foram bem mais positivos, parecendo capaz de ombrear numa primeira analise pelas noemaçoes ao oscar de melhor animaçao que nao deixaria de ser uma entrada de luxo para a produtora.
À primeira analise existe um vector que desde logo condiciona o filme, ou seja o seu nivel produtivo e da evolução efectuada acaba por se tornar notoriamente diferenciador pela negativa relativamente aos filmes de animaçao anteriormente lançados ou seja o seu estado de evolução não deixa de estar longe daquilo que já é passivel de efectuar.
Mesmo assim tambem a historia em si de luta e desluta com Zombies esta longe de ser transversal em todas as idades ou mesmo capaz de fazer surgir uma riqueza ideologica que em outros filmes de animação acaba por existir e que é muitas vezes a riqueza dos proprios filmes. Mesmo assim e pese embora não entre na histeria das avaliações efectuadas pela critica o filme, tem bons momentos principalmente na introdução humoristica do filme com sequencias bem pensadas num humor familiar e imprevisivel mas que resulta.
Outro ponto interessante é alguns twists ou truques do guiao, nao muito habituais em filmes de animaçao mas que acabam por tornar o filme mais original e mais surpreendente, numa narrativa ja de si com muitos ingredientes neste sentido.
Ou seja estamos perante um exercicio com alguma diferenciaçao narrativa, com um humor proprio, mas a falta de charme da ideia ao qual se une uma produçao nem sempre de primeira linha condicionam o impacto de uma obra num genero cada vez mais explorado e ao mesmo tempo mais exigente.
A historia fala de um pequeno Norman, que tem a particularidade de contactar com pessoas mortas, apos o lançamento de uma maldição e com o seu poder vai ter de lutar para manter a sua cidade viva de um ataque de Zombies.
O argumento e linear, nem sempre adulto, mas tem bastante força no esteriotipo das personagens que funciona bem em termos humoristicos mas o tema de base penso que condiciona a forma como o filme funciona, e uma ideia gasta pese embora uma abordagem diferente.
A produçao e claramente o parente pobre do filme, imagens rectilineas fora da actualidade, e mesmo podendo fucnionar como estilo, nao tem a diferença para o fazer, ou seja uma produçao de baixo custo que condiciona o alcance do filme.
Em termos de vozes pouco a registiar, funcionam mas nao deslumbram, um positivo sem destinção
O melhor - O Humor utilizado
O pior - O tema nao e actual
Avaliação - C+
À primeira analise existe um vector que desde logo condiciona o filme, ou seja o seu nivel produtivo e da evolução efectuada acaba por se tornar notoriamente diferenciador pela negativa relativamente aos filmes de animaçao anteriormente lançados ou seja o seu estado de evolução não deixa de estar longe daquilo que já é passivel de efectuar.
Mesmo assim tambem a historia em si de luta e desluta com Zombies esta longe de ser transversal em todas as idades ou mesmo capaz de fazer surgir uma riqueza ideologica que em outros filmes de animação acaba por existir e que é muitas vezes a riqueza dos proprios filmes. Mesmo assim e pese embora não entre na histeria das avaliações efectuadas pela critica o filme, tem bons momentos principalmente na introdução humoristica do filme com sequencias bem pensadas num humor familiar e imprevisivel mas que resulta.
Outro ponto interessante é alguns twists ou truques do guiao, nao muito habituais em filmes de animaçao mas que acabam por tornar o filme mais original e mais surpreendente, numa narrativa ja de si com muitos ingredientes neste sentido.
Ou seja estamos perante um exercicio com alguma diferenciaçao narrativa, com um humor proprio, mas a falta de charme da ideia ao qual se une uma produçao nem sempre de primeira linha condicionam o impacto de uma obra num genero cada vez mais explorado e ao mesmo tempo mais exigente.
A historia fala de um pequeno Norman, que tem a particularidade de contactar com pessoas mortas, apos o lançamento de uma maldição e com o seu poder vai ter de lutar para manter a sua cidade viva de um ataque de Zombies.
O argumento e linear, nem sempre adulto, mas tem bastante força no esteriotipo das personagens que funciona bem em termos humoristicos mas o tema de base penso que condiciona a forma como o filme funciona, e uma ideia gasta pese embora uma abordagem diferente.
A produçao e claramente o parente pobre do filme, imagens rectilineas fora da actualidade, e mesmo podendo fucnionar como estilo, nao tem a diferença para o fazer, ou seja uma produçao de baixo custo que condiciona o alcance do filme.
Em termos de vozes pouco a registiar, funcionam mas nao deslumbram, um positivo sem destinção
O melhor - O Humor utilizado
O pior - O tema nao e actual
Avaliação - C+
Tuesday, September 18, 2012
Hit and Run
Dax Shepard é daqueles comediantes que ao longo do tempo e a custa da televisao e apariçoes como secundario em alguns filmes, o certo e que poucos ainda tinham percebido o seu real valor nao so acomo actor mas tambem em termos de escritor e realizador. Pois bem pela primeira vez com uma dimensao Wide aqui surge a prova de fogo a todos os niveis e o resultado nao poderia ser pior, em termos criticos com uma avaliaçao mediana, mas tambem em termos comerciais onde o filme desapareceu rapidamente do box office americano.Hit and Run e daqueles filmes que tem um estilo proprio e sem sentido na forma de realizar e mesmo na sua concepçao mas que em termos humoristicos o mesmo nao acontece ao longo do filme parece que nao consegue encontrar o seu tipo de humor passando por todos e ao mesmo tempo nao adoptando o nenhum o resultado e algo indegesto a maior parte das vezes sem sentido, onde apenas algumas apariçoes de humor exageradamente sem sentido consegue fazer a sua graça, num filme que vai ganhando intensidade e piada natural com o seu aproximar do fim, mas nao consegue por de lado o seu pessimo e muitas vezes ingrato inicio.
Hit and Run e uma comedia estranha, capaz de interessar em pessoas que gostam de conciliar comedia e acçao, em filmes trepidantes que nao necessitam de pausa, ou mesmo de um valor moral, por isso nao consegue o filme ganhar a sua força moral ou mesmo um valor educativo e reflexivo, surge apenas como um filme algo estranho com momentos definidos e sublinhados, mas que não chega para salvar o filme, ou para o tornar um filme mais forte.
O grande problema do filme e acima de tudo nao ter coerencia em si, ou mesmo a incapacidade de marcar um estilo proprio, num humor que nao funciona muitas vezes por culpa do exagero ou mesmo do contexto dos interpretes que o fazem.
A historia do filme e uma viagem para LA de um casal de uma professora e uma testemunha em sistema de protecção, que são seguidos pelo passado e presente de ambos, com uma autentica luta pela sobrevivencia e conquista de objectivos.
Em todos os niveis parece-nos que o mais postivivo de Shepard e mesmo o argumento, nao porque o filme seja maduro ou tenha uma construçao solida em termos narrativos, mas demonstra alguma força no humor utilizado e na capacidade de fazer algum estilo desconexo funcionar, mesmo assim o restante complica que este ponto funcione.
A realizaçao e demasiado movel, nem sempre funciona bem, muitas vezes exagera no excesso de grandes planos, nisso o filme torna-se nem sempre estetico e exageradamente movimentado, nao e claramente um filme com bom prognostivo para o realizador.
Por fim em termos de cast, Sheppard nao sera um actor de eleiçao nem tao pouco funciona bem em termos do humor que escreve ao eu lado uma Bell, de clara segunda divisao da comedia, cumpre, mas parece sempre Aniston menor, e por fim Cooper como um vilao sem grande intensidade.
O melhor - Algum sentido de humor em determinados momentos.
O pior - A falta de um estilo proprio e congruente ao longo do tempo
Avaliação - C
Sunday, September 16, 2012
The Possession
É incontavel o numero de filmes que tratam sobre a tomada de corpos por espiritos malignos principalmente em crianças, mas e mais ainda inacreditavel o numero de filmes com a mesma tematica que ano apos ano continuam a se tornar um sucesso quase sem precedentes em Hollywood. Pois bem este ano, mais um filme mais um sucesso comercial, principalmente por conseguir liderar duas semanas o box office americano, mesmo que isso nao seja uma explosao comercial. Em termos criticos por sua vez as coisas foram mais complicadas talvez pelo excesso e saturaçao com filmes semelhantes.Os filmes sobre espiritos e exorcismos se forem bem pensados e bem realizados nao necessitam de muito mais para assustarem e assim cumprir o seu objectivo maximo. E nesse ponto podemos dizer que esse filme cumpre, contudo em tudo o resto parece-nos chegar a falta de ideias que muitas vezes generos em Hollywood acabar por atravessar. Ou seja a impressao de ja virmos filmes como estes, e mesmo com o mesmo guiao e obvia, onde pouco ou nada e colocado de novo, e onde o unico aspecto que muda e o aspecto sinistro do portador do demonio.
Ou seja temos mais um filme igual a tantos outros, onde nem a abordagem demonstra creatividade ou orginalidade temos uma abordagem obvia a um filme que nem tao obvio acaba por ser pelo facto de a determinada altura ninguem se importar com o mesmo nem tao pouco com o seu desenvolvimeno narrativo.
E daqueles filmes que rapidamente vao ser diluidos na nossa memoria num pacote que integra outros, ou seja daqueles filmes onde vamos ter a sensaçao que ja vimos, que vamos conseguir demonstrar como este se desenvolve mas no fim pouco ou nada recordamos.
A historia fala de uma menor que vive entre o pai e a mae depois do divorcio destes, na casa do pai compra uma caixa ao qual se liga, contudo esta tem no seu interior um espirito maligno que vai tomar conta do seu comportamento e conduzir ao caos na vida de todos que a rodeiam.
O argumento deve ter sido em termos de terror a forma mais utilizada onde apenas pequenos pormenores sao alterados mas na essencia o filme e sempre semelhante apenas mudando o contexto. Por isso em arte deve se penalizar a analise a obras repetitivas, onde nem as personagens nem a sua evoluçao trazem nada de realmente novo.
A realizaçao e escura, funcional, mas longe de ser espetacular, normalmente acaba por se tornar perdida com a falta de luz, e mesmo a caracterizaçao tambem importante para o impacto do filme, peca por algum exagero. Num realizador agora a entrar em Hollywood no terror muitas arestas a limar.
O cast sem propriamente figuras de proa, parece-nos competente na sua maior protagonista, com força e disponibilidade fisica a pequena Natasha Calis tem um filme que a pode conduzri bem na carreira, contudo os seus progenitores no filme estarao mais na fase de nao desaparecerem do que propriamente de recuperarem novo folego, e nao sera com filmes destes que o vao conseguir.
O melhor - Acaba sempre por funcionar como terror.
O pior Mas funciona em quase mais nada
Avaliação - D+
Sparkle
Provavelmente Sparkle seria apenas mais um afro american movie sobre a soul music, caso a morte de Withney Houston não fizesse dele o ultimo filme da cantora enquanto actriz. Assim o filme acabou por se tornar a homenagem postuma a alguem que viveu dividida entre a musica e a 7 arte. Pese embora este facto a critica não foi branda com o filme, valorizando-o de forma muito negativa e tornado-o e encaminhando-o tambem para um filme quase residual em termos de receita de bilheteira, onde nem a popularidade da cantora conseguiu impedir o que seria previsivel sem o acontecimento.
Sparkle e um filme tipico sobre seguir os sonhos e acima de tudo sobre os sonhos relacionados com a nem sempre cor de rosa mundo do sucesso, podemos perceber numa das personagens "Sister" um pouco da vida da Houston, dai que este filme funcione bem melhor como marco historico como se uma retrospectiva final da vida de uma cantora com dificuldade em conciliar o talento com a sua vida privada. Pese embora este facto mais factual o resto e claramente de um filme de serie B tentanto lançar Jordan Sparks no mundo do cinema, contudo o azar e que com tudo o que ja foi referido nao so o filme acaba por deixar de ser tanto sublinhado na propria, mas sim nos acontecimentos que o circundam. Se por um lado a pouca qualidade do filme podera lhe dar uma outra oportunidade, o certo e que poucos reparam nos propositos originais do filme.
Ou seja estamos perante mais um filme sobre musica, de quem para gosta do genero ate pode dar bons momentos, mas depois cai na novela dramatica tipica por exemplo do lado mais novelesco de Tyler Perry talvez com menos intensidade emocional. Ou seja um filme de segunda linha que talvez o problema de se expor a tantar deficiencias foi o facto de ter uma visibi.lidade que poucos apostariam que o filme teria.
A historia debruça-se na forma como tres irmãs diferentes em termos de personalidade desenvolvem a carreira num mundo diferente da musica que lhes leva a diferentes formas de lidar com o sucesso, com exitos diferentes pese embora sempre existisse a uniao.
O argumento e pobre, resiste numa serie de cliches de filmes semelhantes, pouco creativo e original, mesmo as personagens sao demasiado esteriotipadas para o bem e para o mal, e o filme perde peso, maturidade muito por culpa de um argumento pobre.
Tambem a realizaçao arrisca mas parece sem sentido opçoes confusan num filme sem estilo apenas em termos de momentos musicais onde as sequencias sao mais faceis as coisas parecem funcionar um pouco melhor, mas existe outras que ate podem ser bem executadas mas completamente sem sentido no restante do filme.
POr fim o cast Sparks nao consegue convencer nem conquistar o filme, demonstrando nao ser actriz nem carisma suficiente para o cinema deixa demasiadas vezes o flanco aberta para outros brilharem neste caso principalmente Ejogo, que chama a si as atençoes do filme, nao so pela interpretaçao musical, mas por toda a intensidade emocional do filme ser em seu torno. houston nunca foi grande actriz e nao foi neste momento que o foi, pena e observar Luke que ja foi considerado um actor com grande futuro marcar simplesmente presença em filme que nada dignifica a sua carreira.
O melhor - A ligaçao familiar incondicional-
O pior - Ser um filme de serie B com todas as deficiencias inerentes.
Avaliação - C-
Sparkle e um filme tipico sobre seguir os sonhos e acima de tudo sobre os sonhos relacionados com a nem sempre cor de rosa mundo do sucesso, podemos perceber numa das personagens "Sister" um pouco da vida da Houston, dai que este filme funcione bem melhor como marco historico como se uma retrospectiva final da vida de uma cantora com dificuldade em conciliar o talento com a sua vida privada. Pese embora este facto mais factual o resto e claramente de um filme de serie B tentanto lançar Jordan Sparks no mundo do cinema, contudo o azar e que com tudo o que ja foi referido nao so o filme acaba por deixar de ser tanto sublinhado na propria, mas sim nos acontecimentos que o circundam. Se por um lado a pouca qualidade do filme podera lhe dar uma outra oportunidade, o certo e que poucos reparam nos propositos originais do filme.
Ou seja estamos perante mais um filme sobre musica, de quem para gosta do genero ate pode dar bons momentos, mas depois cai na novela dramatica tipica por exemplo do lado mais novelesco de Tyler Perry talvez com menos intensidade emocional. Ou seja um filme de segunda linha que talvez o problema de se expor a tantar deficiencias foi o facto de ter uma visibi.lidade que poucos apostariam que o filme teria.
A historia debruça-se na forma como tres irmãs diferentes em termos de personalidade desenvolvem a carreira num mundo diferente da musica que lhes leva a diferentes formas de lidar com o sucesso, com exitos diferentes pese embora sempre existisse a uniao.
O argumento e pobre, resiste numa serie de cliches de filmes semelhantes, pouco creativo e original, mesmo as personagens sao demasiado esteriotipadas para o bem e para o mal, e o filme perde peso, maturidade muito por culpa de um argumento pobre.
Tambem a realizaçao arrisca mas parece sem sentido opçoes confusan num filme sem estilo apenas em termos de momentos musicais onde as sequencias sao mais faceis as coisas parecem funcionar um pouco melhor, mas existe outras que ate podem ser bem executadas mas completamente sem sentido no restante do filme.
POr fim o cast Sparks nao consegue convencer nem conquistar o filme, demonstrando nao ser actriz nem carisma suficiente para o cinema deixa demasiadas vezes o flanco aberta para outros brilharem neste caso principalmente Ejogo, que chama a si as atençoes do filme, nao so pela interpretaçao musical, mas por toda a intensidade emocional do filme ser em seu torno. houston nunca foi grande actriz e nao foi neste momento que o foi, pena e observar Luke que ja foi considerado um actor com grande futuro marcar simplesmente presença em filme que nada dignifica a sua carreira.
O melhor - A ligaçao familiar incondicional-
O pior - Ser um filme de serie B com todas as deficiencias inerentes.
Avaliação - C-
The Five-Years Engagement
E conhecido que nos ultimos anos, Segel tem conseguido encontrar um local proprio na comedia norte americana, por um lado uma comedia com um fio condutor mais suave, mas por outro lado sem o apimentar sexual e relacional que conduziu ao sucesso de muitas delas. Na escrita e na interpretaçao as coisas têm corrido bem, desde que conseguiu o estrelato precisamente numa colaboraçao com o realizador deste filme.Contudo o sucesso pode ter duas vertentes e se em termos criticos a boa recepçao deste filme fazia antever um bom resultado comercial os resultados contradisseram este facto com uma carreira muito aquem das expectativas de um filme que prometia assaltas as bilheteiras.
Mesmo com o insucesso comercial, cumpre-nos dizer que estamos perante uma das comedias mais adultas e coerentes dos ultimos anos, abordando o filme do ponto de vista emocional da relaçao o filme acaba por ter diversos pontos interessantes que os torna por si so num dos filmes que melhor explora uma relaçao adulta, sem entrar em grandes romanticos e sem medo de colocar o filme como tal. E obvio que o filme depois tras-nos uma vertente mais ligeira com um humor simples e muito na linha da figura do seu protagonista, mas o certo e que o filme é adulto no tema na forma como trata o tema, tornando-se num dos filmes mais romanticos mas ao mesmo tempo mais realistas dos ultimos anos sobre o tema.
Ou seja um filme que agrada na sua vertente mais reflexiva os mais calmos os mais amantes do drama novelesco, mas sem descuidar o humor algumas vezes murdaz e algo desocntextualizado. E uma comedia de costume actual que demonstra ainda existir força e vigor em Hollywood para filmes simples directos mas ao mesmo tempo que estudam um dos maiores temas do cinema ou seja o amor.
O unico senao do filme, centra-se na pouca limitação temporal do filme, ou seja um filme que caracteriza diferentes etapas deveria ter si uma balizaçao temporal ou seja dar ao espectador o ponto em que estamos desde o inicio, e ai penso que o filme perde porque nao da ao filme o contexto necessario para entender a intensidade ou mesmo a abrangencia das sequencias.
O filme fala de um casal que para toda a observaçao e perfeito que decide casar, contudo com as alteraçoes profissionais este feito vai sendo cada vez mais adiado e começar a surgir cedencias no dia a dia, num ajuste de um para a felicidade do outro. O tempo vai passando e o casamento ou falta dele começa a ser uma impossibilidade.
O centro do filme e a forma com que e escrito, nao so construido as personagens centrais principalmente em termos de personalidade, mas tambem a forma com que os proprios conflitos e resoluçao sao criados, e um estudo social dentro de si proprio, sem perder a intensidade de um humor actual, nem sempre contextualizado no filme, mas que nao o prejudica.
A realizaçao e simples sem grandes rasgos algum exagero na forma com contextualiza a depressao do protagonista, mas de resto silenciosa de forma a deixar o filme e o seu guiao serem os seus melhores protagonistas.
O cast e liderado por Segal que me parece sempre melhor escritor do que actor, e preso, nem sempre tem a intensidade que a personagem precisa ou mesmo a seriedade da mesma, o limbo expressivo acaba ainda por nao me convencer, mesmo sabendo que para pequenos apontamentos resultam bem. no lado oposto a suavidade de Blunt conquista o filme, e perfeita no encaixe de um papel nem sempre facil, mas que na maior parte das vezes fica propositadamente na sombra do filme, mas acaba no final por ser na exploraçao dramatica emocional, um trunfo para todo o filme.
O melhor - O estudo da relaçao
O pior - A falta de contextualizaçao temporal.
Avaliação - B
Saturday, September 15, 2012
The Watch
É sempre um filme com alguma expectativa para alguem que goste de comedia a reuniao ja habitual de Stiller e Vaugh mas acima de tudo quando ainda se acrescenta Hill, em clara ascençao neste terreno. A isto tudo junta-se um combate a extra terrestres sob a forma de comedia e ainda por cima escrita por Seth Rogen. Os resultados contudo estiveram longe da melhor prespectiva e se criticamente este ponto ate poderia ser minimamente expectavel em termos comerciais parece nos claro que o filme poderia valer bem mais do que o que realmente conseguiu realizar.
The Watch tem um problema que surge do excesso de filmes com Ben Stiller e demasiado obvio nao so no tipo de humor que o actor nao larga e que nos parece ja se encontrar bastante gasto, mas acima de tudo tambem a introduçao de extraterrestres parece-nos sempre uma jogada de risco elevado e que nem sempre da resultado principalmente aleado a comedia. Ou seja estamos perante um filme com um estilo ja esperado cujo o humor nunca consegue encontrar um padrao de intensidade forte o que acaba por conduzir o filme a um entertenimento moderado, sem grandes surpresas ou grandes segredos.
Para uma comedia com tanto investimento um pouco mais de coragem seria positivo, onde apenas nas jogadas musicais se consegue encontrar alguma originalidade e um estilo proprio de um filme, que depois vive muito dos seus protagonistas e das caracteristicas habituais dos mesmos principalmente Stiler.
Ou seja uma comedia de final de verao sem grande brilho mas tambem longe do ridiculo que por exemplo as produçoes de Sandler tem atingido, contudo sem grande fulgor para conquistar novos adeptos para um tipo de filme que necessita de uma pequena evoluçao para respirar de novo.
O filme fala de quatro personalidades diferentes que se juntam para fazer patrulha do bairro e tentar encontrar quem matou um segurança de uma loja, so que nao esperam que o assassino seja uma pessoa de outro planeta.
O argumento tem pontos interessantes em alguns dialogos ou falta de sentido dos mesmos com algum valor comico, e com a forma com que conjuga determinadas musicas e momentos, contudo o resto nao e propriamente prodigo em originalidade ou mesmo creatividade, personagens demasiado presa aos interpretes, e acima de tudo um desenrolar da historia pouco mais do que normativo.
A realizaçao nao e de primeira linha com alguns meios nota-se a dificuldade destes serem usados com rigor, parece sempre demasiado despreocupado e em momentos isso acaba por condicionar a qualidade da realizaçao.
Em termos de cast todos preenchem papeis semelhantes a mais de metade da carreira pelo que estao dentro do que se espera muito em favor do valor comico de cada um, de resto nada de novo.
O melhor - A uniao musical a comedia.
O pior - Seth Rogen ja escreveu bem melhor.
Avaliação - C
The Watch tem um problema que surge do excesso de filmes com Ben Stiller e demasiado obvio nao so no tipo de humor que o actor nao larga e que nos parece ja se encontrar bastante gasto, mas acima de tudo tambem a introduçao de extraterrestres parece-nos sempre uma jogada de risco elevado e que nem sempre da resultado principalmente aleado a comedia. Ou seja estamos perante um filme com um estilo ja esperado cujo o humor nunca consegue encontrar um padrao de intensidade forte o que acaba por conduzir o filme a um entertenimento moderado, sem grandes surpresas ou grandes segredos.
Para uma comedia com tanto investimento um pouco mais de coragem seria positivo, onde apenas nas jogadas musicais se consegue encontrar alguma originalidade e um estilo proprio de um filme, que depois vive muito dos seus protagonistas e das caracteristicas habituais dos mesmos principalmente Stiler.
Ou seja uma comedia de final de verao sem grande brilho mas tambem longe do ridiculo que por exemplo as produçoes de Sandler tem atingido, contudo sem grande fulgor para conquistar novos adeptos para um tipo de filme que necessita de uma pequena evoluçao para respirar de novo.
O filme fala de quatro personalidades diferentes que se juntam para fazer patrulha do bairro e tentar encontrar quem matou um segurança de uma loja, so que nao esperam que o assassino seja uma pessoa de outro planeta.
O argumento tem pontos interessantes em alguns dialogos ou falta de sentido dos mesmos com algum valor comico, e com a forma com que conjuga determinadas musicas e momentos, contudo o resto nao e propriamente prodigo em originalidade ou mesmo creatividade, personagens demasiado presa aos interpretes, e acima de tudo um desenrolar da historia pouco mais do que normativo.
A realizaçao nao e de primeira linha com alguns meios nota-se a dificuldade destes serem usados com rigor, parece sempre demasiado despreocupado e em momentos isso acaba por condicionar a qualidade da realizaçao.
Em termos de cast todos preenchem papeis semelhantes a mais de metade da carreira pelo que estao dentro do que se espera muito em favor do valor comico de cada um, de resto nada de novo.
O melhor - A uniao musical a comedia.
O pior - Seth Rogen ja escreveu bem melhor.
Avaliação - C
Tuesday, September 04, 2012
Moonrise Kingdom
Ja ha muito tempo que os adeptos mais atentos do cinema tinham sublinhado o autor Wes Anderson e o seu humor ou mesmo forma de contar historias como algo a seguir. De filme para filme foi aperfeiçoando o estilo quer seja com personagens reais ou mesmo com cinema de animação. Para este ano e depois do sucesso do ser Mr Fox, surgiu um filme curioso no universo do escutismo que conquistou alguma critica em Cannes e foi bem reconhecido criticamente nos EUA, e conhecido contudo alguma dificuldade dos filmes de Anderson imperar na bilheteira nao so pelo seu conteudo proprio mas acima de tudo por nem sempre ter a distribuiçao necessaria.Confesso nao ser um entusiasta do realizador nem tao pouco do proprio como argumentista contudo tivesse observado sempre mais qualidades na segunda vertente, talvez por isso este filme me tenha surpreendido pela positiva, principalmente no primeiro aspecto sem contudo descuidar o sempre importante argumento que sustenta o flme. As sensaçoes do filme sao optimas nao so pela simplicidade emotiva da historia de base ao que nao foge algum non sense sempre comum no estilo, que é casa vez mais proprio e mais artistico ao qual junta uma realizaçao estetica impressionante num filme que nao precisava de uma grande historia para deslumbrar esteticamente contudo e tudo melhor quando tudo corre bem e neste filme podemos dizer que isso acontece.
Os segredos do filme estao patentes desde logo pela riqueza moral da historia que e trazida com força de dialogos inteligentes nao so em termos metaforicos mas mesmo na simplicidade dos mesmos, que estão sustentados em pormenores tecnicos de contextualizaçao do filme impressionantes, ou seja nao temos apenas um filme coeso, competente, original, como temos uma figura de estilo proprio mais que um flme estamos numa obra de arte em muitos vectores.
O unico senão do filme podera ser em algum absurdo das personagens que podera retirar o filme da sua simplicidade, e mesmo o facto de nem sempre ser logico ao mais comum bem pensado estamos perante um filme simples quase infantil, um conto de fadas contado de uma forma particular.
A historia fala do amor impossivel de dois pre adolescentes que combinam encontrar-se e fugir das complicadas vidas onde tem, e de onde parece existir muita gente que nao os quer deixar sair, e a tentativa de duas crianças encontrarem o seu sonho mesmo que o mesmo seja impossivel.
O argumento e riquissimo em quase todos os planos, em termos de historia de base, simples mas emotiva e moralmente forte, na abordagem que faz da mesma propria, original, e acima de tudo no crescimento dos dialogos que disfarça a pouca coerencia das personagens o parente mais pobre de um guiao de primeiro nivel.
Contudo foi na realizaçao do filme que fiquei deslumbrado pela arte estetica, abordagem creativa que pauta todo o filme simples mas pensado ao limite de um realizador que me parece neste filme fazer um filme para lembrar neste parametro, ainda tudo nao começou e parece-me dificil alguem bater neste parametro uma realizaçao tam diferente original e artistica.
Pois o cast tem altos e baixos se Norton volta ao seu melhor nivel num papel algo diferente do habitual mas que encaixa e permite uma sua toada melhor, mais suave mas mais apelativa, Willis, Murray e Mcdorman nao sao postos a prova porque o filme deixa os actores serem os mais novos, aqui claro maior brilho para o lado feminino ja que o protagonista masculino apenas ganha pelo aspecto fisico esquizoide importante em alguns momentos.
O melhor - A capacidade de arriscar num filme simples, diferente original disfarçado do contrario.
O pior - As personagens podiam ser ligeiramente mais densas
Avaliação - A-
Sunday, September 02, 2012
What to Expect when you're expecting
Depois do sucesso do ano passado de Cameron Diaz a liderar professora baldas era obvio que novos mercados da comedia iriam estrear com a actriz desta vez recheada de outras figuras principalmente Jeniffer Lopez numa comedia sobre a paternidade masculina sob a forma de diversas historias. Os resultados contudo estiveram longe de tornar este filme uma das figuras do verao desde logo em termos criticos com avaliaçoes pouco surpreendentes negativas, contudo o lado negro acabou por vir da vertente comercial do filme, ou seja com uma ou quase nenhuma força o filme foi-se diluindo num conjunto de outras estreias tendo saido sem qualquer registo assinalavel.Esta comedia tem muitas poucas virtudes e acima de tudo muitos defeitos os dois maiores deles, e tentar ser minimamente seria quando todo o contexto não o é querem empragnar o filme de uma dinamica moral sem espaço porque o filme e suave e idiota na sua base, e perante isto a falta de humor e clara e danifica por completo o valor do filme como comedia, e isso conduz ao segundo problema que e um filme monotono e penoso, pela sua duraçao e pala falta de profundidade ou mesmo de algum ritmo tudo e demasiado lento pausado e sempre repetitivo o que nada conduz a que o filme consiga agarrar o espectador.
Ou seja o unico ponto que poderia ser interessante nao se materializa que a formula de ver a gravidez do ponto de vista masculino nem sempre abordado em filmes sobre a tematica, contudo a formula como o filme e desarticulado em diferentes historias e pior que tudo o facto destas serem pouco trabalhadas faz apenas existir um pequeno numero de esteriotipos sempre utilizados que nao permitem que o filme atinja outro tipo de niveis ou sequencias.
Entao estamos perante uma comedia frouxa, cansativa, onde os ingredientes de interesse ou mesmo com alguma comicidade quase sempre são inexistentes, ou seja sai um filme com quase muitos pontos a favor e bastantes contra, ou seja um filme fraco para ser lançado em pleno verao quente dos blockbusters.
A historia fala-nos de diversos casais que enfrentam de forma diferente a gravidez, estes para alem de caracteristicas diferentes enfrentam o facto de serem pais de forma diferente, sendo o filme um pouco o estudo da forma de reagir a este facto por muitos considerado milagre.
O argumento ate consegue ter uma premissa forte original e interessante, a divisao por historias permite um retrato mais abrangente da tematica mas o resultado e demasiado superficial, e um filme com um argumento fragil preguiçoso e quase sempre sem profundidade, a falta de objectividade e acima de tudo a tentativa de dar uma comedia ao filme nao resulta e acima de tudo porque o filme nao consegue nunca ter graça natural.
A realizaçao e basica sem grandes remendos nao damos por ela, para o bem e para o mal, ja que nao degrada o filme mas tambem nao o resgata em alguns momentos
POr fim o cast e pouco posto a prova e mesmo a falta de qualidade tipica em Diaz e Lopez aqui nao sao tão declaradas porque o filme quase nada exige do que algumas formulas ja utilizadas por todas elas. Santoro tem um papel mais proeminente mas talvez fora do desejavel para a sua carreira internacional, sobre um ou outro bom apontamento de uma personagem mais completa no caso Banks claramente a melhor actriz em todo o filme.
O melhor - A premissa
O pior - A formula que esta e trabalhada.
Avaliação D+
Tuesday, August 28, 2012
Bourne Legacy
Muitas foram as reticencias nos fas da saga de Jason Bourne quando no anuncio da sequela se soube que Matt Damon e logo a personagem que da nome ao filme não iriam entrar directamente, pensou-se que saga podia por de lado a sua maior fonte de inspiração e de rendimento. E nem o facto da realização estar a cargo de Gilroy o argumentista de todos os filmes anteriores deu descanso aos fãs. E na resposta podemos dizer que este filme acabou por não ser um falhanço mas tambem possivelmente não foi do consenso geral dos anteriores, não so em termos comerciais onde ficou a meio caminho do que a saga ja conseguiu, e tambem em termos criticos onde não conseguiu ombrear com o melhor reconhecimento principalmente do ultimo filme.O que podemos dizer deste filme e que desde logo achamos que a nao participaçao directa de Bourne e um risco demasiado elevado para um filme com o nome deste, desde logo porque o filme fica demasiado dependente da ligaçao a este e neste particular esta ligaçao e demasiado suave para o filme, o que torna algo defraudada este filme enquanto sequencia. E se e certo que a maioria dos outros elmentos estao presentes, o certo e que a sua presença pouco ou nada se relaciona no desenvolvimento central narrativo do filme, que opta por outras personagens por si so isoladas, e que sofrem apenas pelo que ja veio antes e que a estas nada dizem.
Depois tudo o que o filme ja deu principalmente na sua genese ou seja uma trama complexa que vai sendo filtrada e se tornando num filme simples de acçao de sequencias planeadas e filmadas com longividade por vezes ate morosamente demoradas, para um final tambem ele simples o colateral que neste caso e o os unicos pontos de ligaçao com o anterior acabam por ser dispensados e tornar um filme num so isolado contudo sem o valor que podera ter envolvido numa saga onde alguns filmes ja foram melhores e mais fortes do que este.
Mesmo assim um filme razoavel de acçao simples, sem grandes ingredientes surpreendentes, que reside na formula mais comum, e num protagonista forte, que falta a longevidade no ecra para ganhar o carisma de Bourne pensando nos que com mais filmes seria possivel uma aproximação.
O filme fala-nos de outro participante no programa que sobrevive quando o mesmo e terminado, e acaba por fugir ao extreminio, aqui junta-se a uma medica que estava na genese do aspecto cientifico do projecto tambem ela presseguida na luta pela sobrevivencia.
Em termos de argumento pensamos que nesta saga ja vimos filmes mais ricos, e mais bem escritos principalmente em termos de suspense e funcionamento narrativo, aqui temos um filme mais simples sem grandes dialogos quase sempre demasiado directo perde mesmo na força das personagens e deixa algumas arterias abertar parece-nos por esquecimento.
A realizaçao e a mais simples de todos os filmes Gilroy pese embora ja tenha sido noemado para um oscar e um realizados simples e directo as personagens aqui com mais meios nao muda o estilo o filme ganha em rigor mas perde em estetica o que e sempre importante em blockbusters.
O cast a substituiçao de Damon era uma tarefa muito dificil, nao so na personagem mas acima no actor a escolha de Renner foi inteligente, nao so pela qualidade e carisma do actor mas tambem pelo seu bom momento de forma, a escolha foi a acertada e capaz de minorizar alguns danos pela falta de Damon mesmo assim a saga e deste ultimo e isso nao fica totalmente ultrapassado no filme, ao seu lado a ajuda de Weisz e importante num papel de acçao de uma actriz de qualidade que se encontra algo afastada do seu melhor e o filme tambem nao o exige. Ainda mais afastado dos belos tempos esta Norton num papel basico sem intensidade.
O melhor - Nao ter sido uma catastrofe por muitos anunciados
O pior - Nao fazer esquecer em momento algum a ausencia de Bourne
Avaliação - C+
The Cold Light of the Day
Era de esperar depois do anuncio de Henry Canvil como próximo Super Homem que existisse um numero de filmes produzidos previamente ao aguardado filme no qual faziam uso da sua imagem enquanto herói de acção, desses filmes surgiu um com a participaçao de outros dois herois de acçao concretamente Bruce Willis e Sigoney Weaver, realizado por um arabe que apenas anteriormente tinha tido mençao como realizador de um dos muitos filmes de Van Damme. O filme acabou por ter um resultado visivel em termos europeus muito por ser totalmente realizado em Espanha principalmente em Madrid mas criticamente foi um desastre cujo Cavil vai querer esquecer caso queira que o seu Super Homem seja o sucesso que o franchising bem precisa.Este Thriller e pequeno em todos as pontas, e pese embora tenha algumas ideias creativas principalmente na introduçao do filme depressa se torna um filme tipico de Van Damme ou mesmo de Norris de um actor contra o mundo, onde o mundo, neste caso os viloes sao tantos e estao em todo o lado, pena e que alguma ponta de misterio que o argumento lance na sua fase inicial acabe mesmo por se tornar apenas residuos ja que o filme apenas se preocupa em continuar na sua formula acelarada, em sequencias de acçao sem coerencia mas com adrenalina, que o coloca facilmente no estilo de filme cinzento sem maturidade que muitas vezes ocorre nos seus proprios filmes.
Para alem deste aspecto achamos que o filme tem outro grande problema a contextualizaçao cultural de um Madrid desenvolvido que mais parece no filme e na forma como o filme o tras um cenaria quase sul americano de sub desenvolvimento puro, que de alguma forma acaba por se tornar quase insultuoso para qualquer europeu, a falta de conhecimento e alguma rotina do realizador neste trabalho faz com que o filme nunca se sinta bem na pele que quer usar, o que o torna quase sempre mal executado
O filme fala de um empresario que na visita que faz a sua familia a espanha, observa que esta acaba toda por desaparecer e o seu pai morto, assim começa uma luta por uma pasta que nunca sabemos o que contem, e que de alguma forma o leva a procura da mesma e ser presseguido quase pelo mundo inteiro, numa luta total pela sobrevivencia onde apenas comparece uma sua irma.
O argumento do filme e extremamente pobre em todos os sentidos na montagem da trama, na forma com que as personagens sao desprovidas de qualquer sentido, na forma com que nao aproveita a restia de emoçao que o filme contem e acima de tudo nos atalhos que o filme faz em si propria.
A realizaçao embora tenho alguns bons promenores de filmagem principalmente nos balanços que a propria camara faz em movimentos principalmente utilizando os veiculos do filme, isto e apenas residual em tudo o resto ja que a contextualizaçao e mesmo a realizaçao no seu todo no filme fica muito aquem do desejado.
Por fim o cast sabemos que tudo depende da direcçao de actores e mesmo do filme como o seu todo mas pela amostra Cavill tera de ganhar em muitos pontos para começar a ter o carisma necessario a filme com a dimensao se super homem aqui parece silencioso quase sempre contrariado exagerado em algumas sequencias e a seu lado um Willis e Weaver claramente em desacelaraçao de carreira muito aquem do que ja vimos principalmente na segunda.
O melhor - Os pormenores de realizaçao nas sequencias de acçao
O pior - Que estes sejam inuteis num cenario tao negro
Avaliação - D
Monday, August 20, 2012
Brave
Pois bem, sempre que a Pixar efectua o lançamento de um novo filme estamos preparados e vem à recordação os emblematicos Toy Story, Finding Nemo ou Wall E, que junto ao filme trazem um fulgor comercial vinculado pela Disney e que nos conduz a que aquelas personagens de repense sejam os parentes mais novos de um agregado familiar com crianças. Desta vez não existiu personagens animais nem extra terrestres mas sim o regresso ao mundo encantado das princesas onde apenas a fisionomia diverge, com Merdia a princesa de cabelo ruivo. Os resultados pese embora sempre com muito fulgor estiveram longe do que Pixar ja conseguiu não so em termos criticos onde pese embora a recepçao positiva ficou longe da loucura e generalidade aclamaçao de outros filmes da produtora e mesmo comercialmente e pese embora os bons resultados não foi uma explosao como outros ja tinham sido.Brave e de todos os filmes da Disney em conjugaçao com a Pixar talves o mais simples o mais linear e tradicional junto daquilo que a Disney fez durante dois anos com o 2D, por isso talvez o filme saiba a pouco ou seja pensamos sempre que o filme deveria ter mais ingredientes mais completo sempre mais proximo do que habitualmente aquela produtora no oferecia que era a criaçao de universos paralelos interessantissimos onde os pormenores vincavam mas tambem onde a historia e moratoria da mesma prevaleciam mesmo no mais mediatico desenvolvimento produtivo.
Brave tem a formula directiva que talvez devesse ter mas a historia nunca parece ter o ritmo ou a intensidade necessaria para um filme com tantos olhos em cima ou pelo qual tantas crianças aguardavam e isto acima de tudo porque o filme não e completo nao perde tempo em construir as bases para uma narrativa de acçao que o proprio filme quer ter em si, por isso quando acorda para este ponto apenas lhe salva a riqueza moral que e sempre presente nos filmes da produtora e que mais uma vez e o contexto ideal e a força mais vincada do mesmo.
Ou seja estamos pese embora um produto com algumas virtudes qualitativas na ideia e na propria concretizaçao da mesma perante um filme que pode ser considerado um objecto menor da pixar, com uma narrativa demasiado simples e linear para o que estamos habituados quase sempre sem o fulgor ou intensidade narrativa de outros tempos, que infelizmente o torna mais um entre muitos filmes de princesas e feitiços.
O filme fala de um jovem rebelde, princesa que tem uma predileçao por actos masculinos, ate a altura em que tem que escolher o princepe com quem se casara nesse momento pede um feitiço para a sua mae que se transforma num urso nesse momento tem que descobrir a forma deste mesmo feitiço desaparecer o que nao vai ser nem parecer facil.
O argumento parece-nos o ponto mais pobre do filme, a construçao contextual ou mesmo a narrativa demasiado linear parece-nos so salvo em determinado ponto pela riqueza moral implicita ao proprio filme e que o catapulta para alguma satisfaçao moderada, mesmo assim longe do que ja vimos.
A realizaçao e produçao e como a pixar nos sempre habituou e de primeira linha, com o maximo de evoluçao principamente pela fotografia que o filme tem pela escolha de planos tudo acaba por ser esteticamente pensado para um filme particular pena e que em termos narrativos o filme nao acompanha esta riqueza.
O cast de vozes, todas originarias do reino unido e com os respetivos sotaques funciona bem, dentro do que o filme necessita contudo longe da riqueza de vozes como toy story em que estas eram uma mais valia, neste caso, cumprem bem
O melhor - A riqueza moral do filme.
O pior - A falta de intensidade e complexidade narrativa.
Avaliação - C+
Sunday, August 19, 2012
The Cabin in Woods
Se existe filme que demorou demasiado tempo a ser lançado depois de antevisoes e antevisoes sobre a sua estreia foi este particular filme de terror escrito por Whedon que aproveitou o sucesso dos seus vingadores para finalmente e com a sua marca lançar este peculiar filme de terror que foi efectuado com poucos meios mas com o tempo se tornou um objecto bem diferente, desde logo pela boa recepçao critica maioritariamente positiva para um filme que prima pela originalidade e mesmo com muita dificuldade em se impor comercialmente pela falta de ingredientes apelativos neste particular a boa recepçao critica acabou por contornal alguma infelicidade neste particular.Cabin in the Woods, e a primeira vista um filme te terror vulgar ou seja um filme onde um grupo de jovens acaba por se colocar ao dispor de um grupo de mortos vivos prontos a desfaze-los, contudo o filme tem uma realidade paralela do genero de um reality show que controla uma empresa que controla a casa onde estes estão com uma finalidade que so ao final do filme temos contacto mas este paralelismo acaba por dar toda a força e originalidade ao filme, não so em termos de alguns conceitos de realizaçao interessantissimos mas acima de tudo nas sequencias humor que balançam na agressividade e excesso de sangue de um filme que para alem do terror tem uma satira interessante.
Esta originalidade acaba por demarcar este particular filme de todos os outros de terror demonstrando um cunho de autor interessante na forma como a abordagem e efectuada, isso acaba por dar ao filme um peso intlectual interessante na forma como o filme acaba por se fazer crescer perante si, contudo ao mesmo tempo tem alguns pontos mais interessantes e mais proximos naquilo que estamos habituados no cinema tradicional de terror.
Ou seja um objecto interessante que mais do que um filme de grandiosidade qualidade e um filme que surpreenda e num terreno onde cada vez mais e dificil conseguir este feito ha que valorizar que consegue, num filme unico e particular que vale a pena ver.
A historia fala de cinco jovens que se dirigem para uma casa na floresta que apos entrarem percebe-se que e controlada e esta cheia de perigos que vai conduzir a maior parte destes para um destino fatal e transformar o filme numa luta pela sobrevivencia de cada um.
O argumento ganha nao so pelo conceito central imponente e ao mesmo tempo orginal mas tambem em alguns dialogos principalmente na antecamara da acçao e no argumento que reside a mais valia do filme, quer o leva para patamares que de outra forma seriam dificeis de alcançar.
A realizaçao tem bons momentos num estilo serie B funcional o filme acaba por conseguir jogar com o excesso de sangue sem ser violento com a utilizaçao de algum humor que acaba por amenizar a dureza da maior parte de sequencias, ou seja um bom registo, sem ser uma obra de arte.
Em termos de cast pouco ou nada e requerido aos mais novos, com destaque para a apariçao de Hemsworth mais velho, num filme antes do sucesso de Thor, contudo e nos mais velhor que tem o filme mais valor desde logo pela forma ironica de Jenkins e a apariçao algo mitica de Weaver.
O melhor - Tudo que e paralelo ao terror
O pior - Alguma ausencia de respostas coerentes no fim
Avaliação - B
Saturday, August 18, 2012
Amazing Spider Man
Se existe um reboot de um super heroi que ´dificil perceber no tempo pode ser o lançamento desta nova abordagem a Spider Man, principalmente porque a ultima saga, e primeira realmente a apostar na historia no cinema tem menos de dez anos foi um sucesso em todos os seus filmes. Contudo por algum motivo os produtores quiseram fazer uma reenvençao do heroi, dando-lhe um novo vilao uma nova familia e um novo actor. Os resultados distintos se criticamente o filme conseguiu a avaliação positiva que já o seu antecessor tinha conseguido, em termos comerciais e pese embora os bons resultados que um filme do genero consegue sempre, ficou algo distante principalmente em termos domesticos do primeiro filme de Sam Raimi.Depois de ver o fillme a primeira pergunta que se faz é, porque razão chamam a este filme um reboot se o mesmo é demasiado semelhante na formula e na abordagem do seu antecessor, se e certo que Batman deu origem ao sucesso das novas formulas sobre super herois e importante ressalvar que para o sucesso dos filmes e necessario que estes tragam ingredientes novos o que este filme acaba por não ter, quase em pretexto nenhum, com apenas algumas alteraçoes mais rebeldes na personagem, se bem que perde a capacidade de dialogo sentimental que nos parece uma mais valia. Ou seja o filme acaba por perder em demasia por se colar demasiado ao sucesso do filme anterior por algum receio de arriscar, a sensação de saber tudo o que vai acontecer a seguir cria com que o filme seja monotono, e mesmo a forma com que a personagem e criada principalmente quando despe a mascara parece-nos limitada pouco trabalhada.
Como positivo desde logo temos algumas sequencias muito bem gravadas em termos de efeitos especiais principalmente quando nos coloca por tras da mascara e uma abordagem interessante, contudo o reste assenta numa tentativa de ir de encontro ao tradicional com medo de arriscar o que nunca aconteceu em Batman que nos parece inspiraçao neste reboot, que altera por completo a tradiçao narrativa do mesmo.
Ou seja estamos perante um spider man colado aos seus anteriores onde mudam os interpretes mas narrativamente segue os mesmos preceitos, e a mesma base na congruencia de uma acçao com aspectos comicos onde este filme acaba por algum non sense dos segmentos por ser mais conseguido quase e exclusivamente neste vector.
O filme fala da criaçao do heroi, da ligaçao com os seus tios, como responde a picadela de uma aranha que lhe da poderes acima da média e o leva a tornar-se num heroi da cidade tendo em vista proteger as pessoas mais indefesas.
Como argumento parece nos que as personagens sao bastante mais limitadas do que no primeiro filme da saga ou seja parece-nos que o filme perde demasiado tempo em pontos paralelos da narrativa e em efeitos isolados do que propriamente apostar naquilo que poderia dar mais resultado, ou seja criaçao de uma personagem central forte, mas acima de tudo num vilao de primeira linha o que tambem nao acontece, nao termos um argumento rico.
A realizaçao tambem fica muito aquem do que Sam Raimi faz, eu ate considero Webb um realizador de primeiro nivel principalmente na forma com que aborda os seus filmes, contudo neste filme pese embora boas opçoes na abordagem parece ter dificuldades em trabalhar com efeitos que nem sempre parecem de acordo com a evolução actual das coisas.
Por fim o cast Garfield tem caracteristicas diferentes de Mguire e provavelmente tem mais qualidade interpretativa mas o certo e que neste filme, nao o demonstra estando sempre calado, ligado a um ou dois tiques interpretativos que usa exaustivamente ao longo de todo o filme, pode brilhar num aspecto mais fisico mas interpretativamente não esta a um nivel exigido. melhor Stone a actriz tem dominado hollywood pelo seu estilo descontraido que vem trazer ao filme, por vezes em exagero, mas a quimica entre o duo de protagonistas acaba por ser o segredo de algum sucesso do filme, Por fim Ifans não tem um papel conseguido num vilao frouxo que tb nao leva o filme para mais longe.
O melhor - Alguns momentos de humor numa abordagem original
O pior - Ser uma copia demasiado semelhante ao filme de Raimi
Avaliação - C
Wednesday, August 15, 2012
Think Like a Man
Se existe titulo que surpreendeu o box office americano este anjo foi esta particular comedia afro americana sobre a forma como diferentes tipos de homens tentar entrar em convivencia com diferentes tipos de mulheres, desde logo porque ao contrario de muitos outros filmes, tenta entrar na cabeça dos homens, e por outro lado porque o tema da guerra dos sexos e sempre benvindo principalmente quando abordado em termos de comedia ou seja mesmo que nao seja um filme de primeira linha critica o certo e comercialmente se tornou numa das sensaçoes da primavera.Think Like a Man e um filme inserido no contexto afro americano que nos ultimos anos tantos titulos nos tem trazido a baila com mais ou menos sucesso, este filme acaba por ser um filme mediano em quase todas as suas componentes se por um lado a tentativa de entrar no submundo dos homens nos parece uma opçao interessante e de valorizar, por outro lado ao torna-los demasiado iguais a algumas mulheres tira algum realismo ao filme, e depois o contexto afro americano e demasiado particular para qualquer tipo de generalizaçoes abusivas que nos da um filme suave, quase sempre demasiado objectivo nos seus intuitos faltando.-lhe alguma subtilidade em determinados momentos e vectores.
Por outro lado o filme ao assumir-se como uma comedia deveria ter entregue a si uma forma ou um humor mais declarado ao contrario de se esconder em um ou dois momentos com essa finalidade e depois um sem numero de outras opçoes que apenas conduzem a suavidade do momento e nada mais.
Ou seja um filme de primavera sem a leveza necessaria para marcar uma temporada e tambem sem a intensidade emocional para ficar na historia entrando na mediania que marca todo o filme, onde pouco ou nada fica registado, do que uma especie de telenovela sobre relaçoes e pouco mais.
O filme fala de um grupo de amigos, que acaba por se juntar para discutir relaçoes mesmo estando presente diversos tipos de personalidade, neste filme fala-nos dos desenlaces de cada um com cada mulher especifica, em micro historias.
O argumento fracionado e sempre o mais facil de criar primeiro porque ninguem quer muito conteudo de nenhuma das historias e por outro lado o acaso e a coincidencia e sempre um trunfo a lançar, neste caso estamos perante uma telenovela emocional basica sem grande intensidade mas quase sempre bem vincada nos seus pontos.
A realizaçao e basica e silenciosa sem se fazer notar pode ser uma das valorizaçoes interiores do filme, sem grande relance, ou seja daqueles filmes que vale por tudo mais do que por este aspecto.
O cast recheado de actores quase anonimos pese embora algo reconhecidos do cinema, acaba por ser no seu todo que ganha a quimica e o valor individual de cada um pese embora sem destaques individuais o colectivo funciona dentro dos seus limites.
O melhor - A suavidade.
O pior - Nao perceptivel de geral tanta receita
Avaliação - C
Subscribe to:
Posts (Atom)

