Friday, September 21, 2012

Expendables 2


Depois do sucesso a todos os níveis de Expandebles como uma verdadeira homenagem ao cinema de acção muitos esperaram imediatamente pela sua sequela e pelas figuras que esta poderia trazer. Depois de um papel mais preponderante a Willis e a Schwarznegger, foi a cereja no topo do bolo a inclusão de Norris, e o papel de vilão a Van Damme, numa conjugação de estrelas de cinema de acção de serie B. Os resultados contudo ficaram aquém do primeiro filme em todos os níveis, o facto de já não existir o factor surpresa retirou algum espanto a critica e comercialmente o facto de nenhum actor já rentabilizar-se por si próprio acabou por encaminhar o filme para um resultado mais modesto mesmo assim bem melhor do que o valor de cada actor isolado e em conceito diferente.
Expandebles 2 é uma homenagem e deve ser compreendido assim, como um filme para os seus actores não só parodiarem com a sua carreira que faz o filme, valer muito mais pelo seu non sense ou mesmo o humor de determinadas situações do que propriamente por um guião que não existe e que apenas da contexto para os seus personagens que não nada mais nada menos do que os seus próprios interpretes. Por isso parece-nos a ideia em si deliciosa, a auto critica, e mesmo o facto do exagero ser ainda maior faz do filme, um objecto singular quem sabe a ser repetido com mais actores e pode se tornar uma saga homenagem que pode funcionar noutros géneros.
E obvio que nos pontos bases do cinema não e um filme de eleição não e original no guião pese embora na ideia esta chegue e sobre, nem sempre e bem filmado, é o exagero do cinema de heróis de serie B sem qualquer maturidade, mas estes pontos são claramente percebidos pelos autores do filme e ainda mais sublinhado porque essa e a intenção. Contudo e obvio que como género menor o filme não consegue ser mais do que isto, uma boa ideia, bem disposta que faz rir, pese embora pense que os verdadeiros faz de cada um dos actores prefira outro tipo de filmes deles, mais adultos, e mais aquilo que cada um realmente deu ao cinema.
No meu caso e uma vez que tenho uma relação bem distante com o género e principalmente com os actores dou mais valor a filmes como este que posso considerar um sumario bem disposto da maior parte da carreira dos protagonistas sublinhando claramente algumas excepçoes.
O filme fala do mesmo grupo que agora tem como missão recuperar um tesouro de um temível e sanguento grupo criminal e acima de tudo vingar a morte de um elemento do famoso grupo de elite.
Vingança, honra, guerra são sempre temas presentes em mais de metade dos filmes feitos pelos protagonistas e este filme e o típico filme de todos eles na sua linhagem narrativa, e como argumento base e repetitivo, contudo o humor e as tiradas à parte do filme dão-lhe uma auto critica e sentido de ridículo tão humoristicamente funcional que acaba por funcionar, talvez ainda mais do que o primeiro.
A realização é básica, como sempre foi efectuado, independentemente do realizador não e um filme para ser bem filmado, e não o é, quer demonstrar o máximo dos seus heróis, mas com os meios poderia ter mais sentido estético e quem sabe um sabor mais indie que poderia tornar o filme mais próprio e com um culto mais estético e artístico, mas parece que não o é por clara opção.
O cast recheado de actores sempre mais conhecidos pelo seu talento físico e carisma do que pela sua qualidade enquanto actor dá-nos apenas  a primeira vertente, e em carisma Norris parece ganhar a todos eles, principalmente a Willis, claramente de outra divisão, talvez por ter sido mais completo como actor. De resto o costume, ou seja os papeis de uma carreira inteira.

O melhor – O auto humor das personagens

O pior – Como sumo ser mais um filme fraco de acção.

Avaliação – C+

Wednesday, September 19, 2012

ParaNorman

Se existia um aspecto que poucos ou quase ninguem acreditava acontecer tão cedo era observar uma produtora de pequenos recursos habituada a fazer grandes filmes a produzir um filme de animação. Contudo com este enigmatico ParaNorman isto acabou por acontecer se bem que o sucesso comercial do filme ficou a luz do que as grandes produtoras como a Pixar ou Dreamworks conseguem em termos comerciais os resultados foram bem mais positivos, parecendo capaz de ombrear numa primeira analise pelas noemaçoes ao oscar de melhor animaçao que nao deixaria de ser uma entrada de luxo para a produtora.
À primeira analise existe um vector que desde logo condiciona o filme, ou seja o seu nivel produtivo e da evolução efectuada acaba por se tornar notoriamente diferenciador pela negativa relativamente aos filmes de animaçao anteriormente lançados ou seja o seu estado de evolução não deixa de estar longe daquilo que já é passivel de efectuar.
Mesmo assim tambem a historia em si de luta e desluta com Zombies esta longe de ser transversal em todas as idades ou mesmo capaz de fazer surgir uma riqueza ideologica que em outros filmes de animação acaba por existir e que é muitas vezes a riqueza dos proprios filmes. Mesmo assim e pese embora não entre na histeria das avaliações efectuadas pela critica o filme, tem bons momentos principalmente na introdução humoristica do filme com sequencias bem pensadas num humor familiar e imprevisivel mas que resulta.
Outro ponto interessante é alguns twists ou truques do guiao, nao muito habituais em filmes de animaçao mas que acabam por tornar o filme mais original e mais surpreendente, numa narrativa ja de si com muitos ingredientes neste sentido.
Ou seja estamos perante um exercicio com alguma diferenciaçao narrativa, com um humor proprio, mas a falta de charme da ideia ao qual se une uma produçao nem sempre de primeira linha condicionam o impacto de uma obra num genero cada vez mais explorado e ao mesmo tempo mais exigente.
A historia fala de um pequeno Norman, que tem a particularidade de contactar com pessoas mortas, apos o lançamento de uma maldição e com o seu poder vai ter de lutar para manter a sua cidade viva de um ataque de Zombies.
O argumento e linear, nem sempre adulto, mas tem bastante força no esteriotipo das personagens que funciona bem em termos humoristicos mas o tema de base penso que condiciona a forma como o filme funciona, e uma ideia gasta pese embora uma abordagem diferente.
A produçao e claramente o parente pobre do filme, imagens rectilineas fora da actualidade, e mesmo podendo fucnionar como estilo, nao tem a diferença para o fazer, ou seja uma produçao de baixo custo que condiciona o alcance do filme.
Em termos de vozes pouco a registiar, funcionam mas nao deslumbram, um positivo sem destinção

O melhor - O Humor utilizado

O pior - O tema nao e actual

Avaliação - C+

Tuesday, September 18, 2012

Hit and Run

Dax Shepard é daqueles comediantes que ao longo do tempo e a custa da televisao e apariçoes como secundario em alguns filmes, o certo e que poucos ainda tinham percebido o seu real valor nao so acomo actor mas tambem em termos de escritor e realizador. Pois bem pela primeira vez com uma dimensao Wide aqui surge a prova de fogo a todos os niveis e o resultado nao poderia ser pior, em termos criticos com uma avaliaçao mediana, mas tambem em termos comerciais onde o filme desapareceu rapidamente do box office americano.
Hit and Run e daqueles filmes que tem um estilo proprio e sem sentido na forma de realizar e mesmo na sua concepçao mas que em termos humoristicos o mesmo nao acontece ao longo do filme parece que nao consegue encontrar o seu tipo de humor passando por todos e ao mesmo tempo nao adoptando o nenhum o resultado e algo indegesto a maior parte das vezes sem sentido, onde apenas algumas apariçoes de humor exageradamente sem sentido consegue fazer a sua graça, num filme que vai ganhando intensidade e piada natural com o seu aproximar do fim, mas nao consegue por de lado o seu pessimo e muitas vezes ingrato inicio.
Hit and Run e uma comedia estranha, capaz de interessar em pessoas que gostam de conciliar comedia e acçao, em filmes trepidantes que nao necessitam de pausa, ou mesmo de um valor moral, por isso nao consegue o filme ganhar a sua força moral ou mesmo um valor educativo e reflexivo, surge apenas como um filme algo estranho com momentos definidos e sublinhados, mas que não chega para salvar o filme, ou para o tornar um filme mais forte.
O grande problema do filme e acima de tudo nao ter coerencia em si, ou mesmo a incapacidade de marcar um estilo proprio, num humor que nao funciona muitas vezes por culpa do exagero ou mesmo do contexto dos interpretes que o fazem.
A historia do filme e uma viagem para LA de um casal de uma professora e uma testemunha em sistema de protecção, que são seguidos pelo passado e presente de ambos, com uma autentica luta pela sobrevivencia e conquista de objectivos.
Em todos os niveis parece-nos que o mais postivivo de Shepard e mesmo o argumento, nao porque o filme seja maduro ou tenha uma construçao solida em termos narrativos, mas demonstra alguma força no humor utilizado e na capacidade de fazer algum estilo desconexo funcionar, mesmo assim o restante complica que este ponto funcione.
A realizaçao e demasiado movel, nem sempre funciona bem, muitas vezes exagera no excesso de grandes planos, nisso o filme torna-se nem sempre estetico e exageradamente movimentado, nao e claramente um filme com bom prognostivo para o realizador.
Por fim em termos de cast, Sheppard nao sera um actor de eleiçao nem tao pouco funciona bem em termos do humor que escreve ao eu lado uma Bell, de clara segunda divisao da comedia, cumpre, mas parece sempre Aniston menor, e por fim Cooper como um vilao sem grande intensidade.

O melhor - Algum sentido de humor em determinados momentos.

O pior - A falta de um estilo proprio e congruente ao longo do tempo

Avaliação - C

Sunday, September 16, 2012

The Possession

É incontavel o numero de filmes que tratam sobre a tomada de corpos por espiritos malignos principalmente em crianças, mas e mais ainda inacreditavel o numero de filmes com a mesma tematica que ano apos ano continuam a se tornar um sucesso quase sem precedentes em Hollywood. Pois bem este ano, mais um filme mais um sucesso comercial, principalmente por conseguir liderar duas semanas o box office americano, mesmo que isso nao seja uma explosao comercial. Em termos criticos por sua vez as coisas foram mais complicadas talvez pelo excesso e saturaçao com filmes semelhantes.
Os filmes sobre espiritos e exorcismos se forem bem pensados e bem realizados nao necessitam de muito mais para assustarem e assim cumprir o seu objectivo maximo. E nesse ponto podemos dizer que esse filme cumpre, contudo em tudo o resto parece-nos chegar a falta de ideias que muitas vezes generos em Hollywood acabar por atravessar. Ou seja a impressao de ja virmos filmes como estes, e mesmo com o mesmo guiao e obvia, onde pouco ou nada e colocado de novo, e onde o unico aspecto que muda e o aspecto sinistro do portador do demonio.
Ou seja temos mais um filme igual a tantos outros, onde nem a abordagem demonstra creatividade ou orginalidade temos uma abordagem obvia a um filme que nem tao obvio acaba por ser pelo facto de a determinada altura ninguem se importar com o mesmo nem tao pouco com o seu desenvolvimeno narrativo.
E daqueles filmes que rapidamente vao ser diluidos na nossa memoria num pacote que integra outros, ou seja daqueles filmes onde vamos ter a sensaçao que ja vimos, que vamos conseguir demonstrar como este se desenvolve mas no fim pouco ou nada recordamos.
A historia fala de uma menor que vive entre o pai e a mae depois do divorcio destes, na casa do pai compra uma caixa ao qual se liga, contudo esta tem no seu interior um espirito maligno que vai tomar conta do seu comportamento e conduzir ao caos na vida de todos que a rodeiam.
O argumento deve ter sido em termos de terror a forma mais utilizada onde apenas pequenos pormenores sao alterados mas na essencia o filme e sempre semelhante apenas mudando o contexto. Por isso em arte deve se penalizar a analise a obras repetitivas, onde nem as personagens nem a sua evoluçao trazem nada de realmente novo.
A realizaçao e escura, funcional, mas longe de ser espetacular, normalmente acaba por se tornar perdida com a falta de luz, e mesmo a caracterizaçao tambem importante para o impacto do filme, peca por algum exagero. Num realizador agora a entrar em Hollywood no terror muitas arestas a limar.
O cast sem propriamente figuras de proa, parece-nos competente na sua maior protagonista, com força e disponibilidade fisica a pequena Natasha Calis tem um filme que a pode conduzri bem na carreira, contudo os seus progenitores no filme estarao mais na fase de nao desaparecerem do que propriamente de recuperarem novo folego, e nao sera com filmes destes que o vao conseguir.

O melhor - Acaba sempre por funcionar como terror.

O pior  Mas funciona em quase mais nada

Avaliação - D+

Sparkle

Provavelmente Sparkle seria apenas mais um afro american movie sobre a soul music, caso a morte de Withney Houston não fizesse dele o ultimo filme da cantora enquanto actriz. Assim o filme acabou por se tornar a homenagem postuma a alguem que viveu dividida entre a musica e a 7 arte. Pese embora este facto a critica não foi branda com o filme, valorizando-o de forma muito negativa e tornado-o e encaminhando-o tambem para um filme quase residual em termos de receita de bilheteira, onde nem a popularidade da cantora conseguiu impedir o que seria previsivel sem o acontecimento.
Sparkle e um filme tipico sobre seguir os sonhos e acima de tudo sobre os sonhos relacionados com a nem sempre cor de rosa mundo do sucesso, podemos perceber numa das personagens "Sister" um pouco da vida da Houston, dai que este filme funcione bem melhor como marco historico como se uma retrospectiva final da vida de uma cantora com dificuldade em conciliar o talento com a sua vida privada. Pese embora este facto mais factual o resto e claramente de um filme de serie B tentanto lançar Jordan Sparks no mundo do cinema, contudo o azar e que com tudo o que ja foi referido nao so o filme acaba por deixar de ser tanto sublinhado na propria, mas sim nos acontecimentos que o circundam. Se por um lado a pouca qualidade do filme podera lhe dar uma outra oportunidade, o certo e que poucos reparam nos propositos originais do filme.
Ou seja estamos perante mais um filme sobre musica, de quem para gosta do genero ate pode dar bons momentos, mas depois cai na novela dramatica tipica por exemplo do lado mais novelesco de Tyler Perry talvez com menos intensidade emocional. Ou seja um filme de segunda linha que talvez o problema de se expor a tantar deficiencias foi o facto de ter uma visibi.lidade que poucos apostariam que o filme teria.
A historia debruça-se na forma como tres irmãs diferentes em termos de personalidade desenvolvem a carreira num mundo diferente da musica que lhes leva a diferentes formas de lidar com o sucesso, com exitos diferentes pese embora sempre existisse a uniao.
O argumento e pobre, resiste numa serie de cliches de filmes semelhantes, pouco creativo e original, mesmo as personagens sao demasiado esteriotipadas para o bem e para o mal, e o filme perde peso, maturidade muito por culpa de um argumento pobre.
Tambem a realizaçao arrisca mas parece sem sentido opçoes confusan num filme sem estilo apenas em termos de momentos musicais onde as sequencias sao mais faceis as coisas parecem funcionar um pouco melhor, mas existe outras que ate podem ser bem executadas mas completamente sem sentido no restante do filme.
POr fim o cast Sparks nao consegue convencer nem conquistar o filme, demonstrando nao ser actriz nem carisma suficiente para o cinema deixa demasiadas vezes o flanco aberta para outros brilharem neste caso principalmente Ejogo, que chama a si as atençoes do filme, nao so pela interpretaçao musical, mas por toda a intensidade emocional do filme ser em seu torno. houston nunca foi grande actriz e nao foi neste momento que o foi, pena e observar Luke que ja foi considerado um actor com grande futuro marcar simplesmente presença em filme que nada dignifica a sua carreira.

O melhor  - A ligaçao familiar incondicional-

O pior - Ser um filme de serie B com todas as deficiencias inerentes.

Avaliação - C-

The Five-Years Engagement

E conhecido que nos ultimos anos, Segel tem conseguido encontrar um local proprio na comedia norte americana, por um lado uma comedia com um fio condutor mais suave, mas por outro lado sem o apimentar sexual e relacional que conduziu ao sucesso de muitas delas. Na escrita e na interpretaçao as coisas têm corrido bem, desde que conseguiu o estrelato precisamente numa colaboraçao com o realizador deste filme.
Contudo o sucesso pode ter duas vertentes e se em termos criticos a boa recepçao deste filme fazia antever um bom resultado comercial os resultados contradisseram este facto com uma carreira muito aquem das expectativas de um filme que prometia assaltas as bilheteiras.
Mesmo com o insucesso comercial, cumpre-nos dizer que estamos perante uma das comedias mais adultas e coerentes dos ultimos anos, abordando o filme do ponto de vista emocional da relaçao o filme acaba por ter diversos pontos interessantes que os torna por si so num dos filmes que melhor explora uma relaçao adulta, sem entrar em grandes romanticos e sem medo de colocar o filme como tal. E obvio que o filme depois tras-nos uma vertente mais ligeira com um humor simples e muito na linha da figura do seu protagonista, mas o certo e que o filme é adulto no tema na forma como trata o tema, tornando-se num dos filmes mais romanticos mas ao mesmo tempo mais realistas dos ultimos anos sobre o tema.
Ou seja um filme que agrada na sua vertente mais reflexiva os mais calmos os mais amantes do drama novelesco, mas sem descuidar o humor algumas vezes murdaz e algo desocntextualizado. E uma comedia de costume actual que demonstra ainda existir força e vigor em Hollywood para filmes simples directos mas ao mesmo tempo que estudam um dos maiores temas do cinema ou seja o amor.
O unico senao do filme, centra-se na pouca limitação temporal do filme, ou seja um filme que caracteriza diferentes etapas deveria ter si uma balizaçao temporal ou seja dar ao espectador o ponto em que estamos desde o inicio, e ai penso que o filme perde porque nao da ao filme o contexto necessario para entender a intensidade ou mesmo a abrangencia das sequencias.
O filme fala de um casal que para toda a observaçao e perfeito que decide casar, contudo com as alteraçoes profissionais este feito vai sendo cada vez mais adiado e começar a surgir cedencias no dia a dia, num ajuste de um para a felicidade do outro. O tempo vai passando e o casamento ou falta dele começa a ser uma impossibilidade.
O centro do filme e a forma com que e escrito, nao so construido as personagens centrais principalmente em termos de personalidade, mas tambem a forma com que os proprios conflitos e resoluçao sao criados, e um estudo social dentro de si proprio, sem perder a intensidade de um humor actual, nem sempre contextualizado no filme, mas que nao o prejudica.
A realizaçao e simples sem grandes rasgos algum exagero na forma com contextualiza a depressao do protagonista, mas de resto silenciosa de forma a deixar o filme e o seu guiao serem os seus melhores protagonistas.
O cast e liderado por Segal que me parece sempre melhor escritor do que actor, e preso, nem sempre tem a intensidade que a personagem precisa ou mesmo a seriedade da mesma, o limbo expressivo acaba ainda por nao me convencer, mesmo sabendo que para pequenos apontamentos resultam bem. no lado oposto a suavidade de Blunt conquista o filme, e perfeita no encaixe de um papel nem sempre facil, mas que na maior parte das vezes fica propositadamente na sombra do filme, mas acaba no final por ser na exploraçao dramatica emocional, um trunfo para todo o filme.

O melhor - O estudo da relaçao

O pior - A falta de contextualizaçao temporal.

Avaliação - B

Saturday, September 15, 2012

The Watch

É sempre um filme com alguma expectativa para alguem que goste de comedia a reuniao ja habitual de Stiller e Vaugh mas acima de tudo quando ainda se acrescenta Hill, em clara ascençao neste terreno. A isto tudo junta-se um combate a extra terrestres sob a forma de comedia e ainda por cima escrita por Seth Rogen. Os resultados contudo estiveram longe da melhor prespectiva e se criticamente este ponto ate poderia ser minimamente expectavel em termos comerciais parece nos claro que o filme poderia valer bem mais do que o que realmente conseguiu realizar.
The Watch tem um problema que surge do excesso de filmes com Ben Stiller e demasiado obvio nao so no tipo de humor que o actor nao larga e que nos parece ja se encontrar bastante gasto, mas acima de tudo tambem a introduçao de extraterrestres parece-nos sempre uma jogada de risco elevado e que nem sempre da resultado principalmente aleado a comedia. Ou seja estamos perante um filme com um estilo ja esperado cujo o humor nunca consegue encontrar um padrao de intensidade forte o que acaba por conduzir o filme a um entertenimento moderado, sem grandes surpresas ou grandes segredos.
Para uma comedia com tanto investimento um pouco mais de coragem seria positivo, onde apenas nas jogadas musicais se consegue encontrar alguma originalidade e um estilo proprio de um filme, que depois vive muito dos seus protagonistas e das caracteristicas habituais dos mesmos principalmente Stiler.
Ou seja uma comedia de final de verao sem grande brilho mas tambem longe do ridiculo que por exemplo as produçoes de Sandler tem atingido, contudo sem grande fulgor para conquistar novos adeptos para um tipo de filme que necessita de uma pequena evoluçao para respirar de novo.
O filme fala de quatro personalidades diferentes que se juntam para fazer patrulha do bairro e tentar encontrar quem matou um segurança de uma loja, so que nao esperam que o assassino seja uma pessoa de outro planeta.
O argumento tem pontos interessantes em alguns dialogos ou falta de sentido dos mesmos com algum valor comico, e com a forma com que conjuga determinadas musicas e momentos, contudo o resto nao e propriamente prodigo em originalidade ou mesmo creatividade, personagens demasiado presa aos interpretes, e acima de tudo um desenrolar da historia pouco mais do que normativo.
A realizaçao nao e de primeira linha com alguns meios nota-se a dificuldade destes serem usados com rigor, parece sempre demasiado despreocupado e em momentos isso acaba por condicionar a qualidade da realizaçao.
Em termos de cast todos preenchem papeis semelhantes a mais de metade da carreira pelo que estao dentro do que se espera muito em favor do valor comico de cada um, de resto nada de novo.

O melhor - A uniao musical a comedia.

O pior - Seth Rogen ja escreveu bem melhor.

Avaliação - C

Tuesday, September 04, 2012

Moonrise Kingdom

Ja ha muito tempo que os adeptos mais atentos do cinema tinham sublinhado o autor Wes Anderson e o seu humor ou mesmo forma de contar historias como algo a seguir. De filme para filme foi aperfeiçoando o estilo quer seja com personagens reais ou mesmo com cinema de animação. Para este ano e depois do sucesso do ser Mr Fox, surgiu um filme curioso no universo do escutismo que conquistou alguma critica em Cannes e foi bem reconhecido criticamente nos EUA, e conhecido contudo alguma dificuldade dos filmes de Anderson imperar na bilheteira nao so pelo seu conteudo proprio mas acima de tudo por nem sempre ter a distribuiçao necessaria.
Confesso nao ser um entusiasta do realizador nem tao pouco do proprio como argumentista contudo tivesse observado sempre mais qualidades na segunda vertente, talvez por isso este filme me tenha surpreendido pela positiva, principalmente no primeiro aspecto sem contudo descuidar o sempre importante argumento que sustenta o flme. As sensaçoes do filme sao optimas nao so pela simplicidade emotiva da historia de base ao que nao foge algum non sense sempre comum no estilo, que é casa vez mais proprio e mais artistico ao qual junta uma realizaçao estetica impressionante num filme que nao precisava de uma grande historia para deslumbrar esteticamente contudo e tudo melhor quando tudo corre bem e neste filme podemos dizer que isso acontece.
Os segredos do filme estao patentes desde logo pela riqueza moral da historia que e trazida com força de dialogos inteligentes nao so em termos metaforicos mas mesmo na simplicidade dos mesmos, que estão sustentados em pormenores tecnicos de contextualizaçao do filme impressionantes, ou seja nao temos apenas um filme coeso, competente, original, como temos uma figura de estilo proprio mais que um flme estamos numa obra de arte em muitos vectores.
O unico senão do filme podera ser em algum absurdo das personagens que podera retirar o filme da sua simplicidade, e mesmo o facto de nem sempre ser logico ao mais comum bem pensado estamos perante um filme simples quase infantil, um conto de fadas contado de uma forma particular.
A historia fala do amor impossivel de dois pre adolescentes que combinam encontrar-se e fugir das complicadas vidas onde tem, e de onde parece existir muita gente que nao os quer deixar sair, e a tentativa de duas crianças encontrarem o seu sonho mesmo que o mesmo seja impossivel.
O argumento e riquissimo em quase todos os planos, em termos de historia de base, simples mas emotiva e moralmente forte, na abordagem que faz da mesma propria, original, e acima de tudo no crescimento dos dialogos que disfarça a pouca coerencia das personagens o parente mais pobre de um guiao de primeiro nivel.
Contudo foi na realizaçao do filme que fiquei deslumbrado pela arte estetica, abordagem creativa que pauta todo o filme simples mas pensado ao limite de um realizador que me parece neste filme fazer um filme para lembrar neste parametro, ainda tudo nao começou e parece-me dificil alguem bater neste parametro uma realizaçao tam diferente original e artistica.
Pois o cast tem altos e baixos se Norton volta ao seu melhor nivel num papel algo diferente do habitual mas que encaixa e permite uma sua toada melhor, mais suave mas mais apelativa, Willis, Murray e Mcdorman nao sao postos a prova porque o filme deixa os actores serem os mais novos, aqui claro maior brilho para o lado feminino ja que o protagonista masculino apenas ganha pelo aspecto fisico esquizoide importante em alguns momentos.

O melhor - A capacidade de arriscar num filme simples, diferente original disfarçado do contrario.

O pior - As personagens podiam ser ligeiramente mais densas

Avaliação - A-

Sunday, September 02, 2012

What to Expect when you're expecting

Depois do sucesso do ano passado de Cameron Diaz a liderar professora baldas era obvio que novos mercados da comedia iriam estrear com a actriz desta vez recheada de outras figuras principalmente Jeniffer Lopez numa comedia sobre a paternidade masculina sob a forma de diversas historias. Os resultados contudo estiveram longe de tornar este filme uma das figuras do verao desde logo em termos criticos com avaliaçoes pouco surpreendentes negativas, contudo o lado negro acabou por vir da vertente comercial do filme, ou seja com uma ou quase nenhuma força o filme foi-se diluindo num conjunto de outras estreias tendo saido sem qualquer registo assinalavel.
Esta comedia tem muitas poucas virtudes e acima de tudo muitos defeitos os dois maiores deles, e tentar ser minimamente seria quando todo o contexto não o é querem empragnar o filme de uma dinamica moral sem espaço porque o filme e suave e idiota na sua base, e perante isto a falta de humor e clara e danifica por completo o valor do filme como comedia, e isso conduz ao segundo problema que e um filme monotono e penoso, pela sua duraçao e pala falta de profundidade ou mesmo de algum ritmo tudo e demasiado lento pausado e sempre repetitivo o que nada conduz a que o filme consiga agarrar o espectador.
Ou seja o unico ponto que poderia ser interessante nao se materializa que a formula de ver a gravidez do ponto de vista masculino nem sempre abordado em filmes sobre a tematica, contudo a formula como o filme e desarticulado em diferentes historias e pior que tudo o facto destas serem pouco trabalhadas faz apenas existir um pequeno numero de esteriotipos sempre utilizados que nao permitem que o filme atinja outro tipo de niveis ou sequencias.
Entao estamos perante uma comedia frouxa, cansativa, onde os ingredientes de interesse ou mesmo com alguma comicidade quase sempre são inexistentes, ou seja sai um filme com quase muitos pontos a favor e bastantes contra, ou seja um filme fraco para ser lançado em pleno verao quente dos blockbusters.
A historia fala-nos de diversos casais que enfrentam de forma diferente a gravidez, estes para alem de caracteristicas diferentes enfrentam o facto de serem pais de forma diferente, sendo o filme um pouco o estudo da forma de reagir a este facto por muitos considerado milagre.
O argumento ate consegue ter uma premissa forte original e interessante, a divisao por historias permite um retrato mais abrangente da tematica mas o resultado e demasiado superficial, e um filme com um argumento fragil preguiçoso e quase sempre sem profundidade, a falta de objectividade e acima de tudo a tentativa de dar uma comedia ao filme nao resulta e acima de tudo porque o filme nao consegue nunca ter graça natural.
A realizaçao e basica sem grandes remendos nao damos por ela, para o bem e para o mal, ja que nao degrada o filme mas tambem nao o resgata em alguns momentos
POr fim o cast e pouco posto a prova e mesmo a falta de qualidade tipica em Diaz e Lopez aqui nao sao tão declaradas porque o filme quase nada exige do que algumas formulas ja utilizadas por todas elas. Santoro tem um papel mais proeminente mas talvez fora do desejavel para a sua carreira internacional, sobre um ou outro bom apontamento de uma personagem mais completa no caso Banks claramente a melhor actriz em todo o filme.

O melhor - A premissa

O pior - A formula que esta e trabalhada.

Avaliação  D+

Tuesday, August 28, 2012

Bourne Legacy

Muitas foram as reticencias nos fas da saga de Jason Bourne quando no anuncio da sequela se soube que Matt Damon e logo a personagem que da nome ao filme não iriam entrar directamente, pensou-se que saga podia por de lado a sua maior fonte de inspiração e de rendimento. E nem o facto da realização estar a cargo de Gilroy o argumentista de todos os filmes anteriores deu descanso aos fãs. E na resposta podemos dizer que este filme acabou por não ser um falhanço mas tambem possivelmente não foi do consenso geral dos anteriores, não so em termos comerciais onde ficou a meio caminho do que a saga ja conseguiu, e tambem em termos criticos onde não conseguiu ombrear com o melhor reconhecimento principalmente do ultimo filme.
O que podemos dizer deste filme e que desde logo achamos que a nao participaçao directa de Bourne e um risco demasiado elevado para um filme com o nome deste, desde logo porque o filme fica demasiado dependente da ligaçao a este e neste particular esta ligaçao e demasiado suave para o filme, o que torna algo defraudada este filme enquanto sequencia. E se e certo que a maioria dos outros elmentos estao presentes, o certo e que a sua presença pouco ou nada se relaciona no desenvolvimento central narrativo do filme, que opta por outras personagens por si so isoladas, e que sofrem apenas pelo que ja veio antes e que a estas nada dizem.
Depois tudo o que o filme ja deu principalmente na sua genese ou seja uma trama complexa que vai sendo filtrada e se tornando num filme simples de acçao de sequencias planeadas e filmadas com longividade por vezes ate morosamente demoradas, para um final tambem ele simples o colateral que neste caso e o os unicos pontos de ligaçao com o anterior acabam por ser dispensados e tornar um filme num so isolado contudo sem o valor que podera ter envolvido numa saga onde alguns filmes ja foram melhores e mais fortes do que este.
Mesmo assim um filme razoavel de acçao simples, sem grandes ingredientes surpreendentes, que reside na formula mais comum, e num protagonista forte, que falta a longevidade no ecra para ganhar o carisma de Bourne pensando nos que com mais filmes seria possivel uma aproximação.
O filme fala-nos de outro participante no programa que sobrevive quando o mesmo e terminado, e acaba por fugir ao extreminio, aqui junta-se a uma medica que estava na genese do aspecto cientifico do projecto tambem ela presseguida na luta pela sobrevivencia.
Em termos de argumento pensamos que nesta saga ja vimos filmes mais ricos, e mais bem escritos principalmente em termos de suspense e funcionamento narrativo, aqui temos um filme mais simples sem grandes dialogos quase sempre demasiado directo perde mesmo na força das personagens e deixa algumas arterias abertar parece-nos por esquecimento.
A realizaçao e a mais simples de todos os filmes Gilroy pese embora ja tenha sido noemado para um oscar e um realizados simples e directo as personagens aqui com mais meios nao muda o estilo o filme ganha em rigor mas perde em estetica o que e sempre importante em blockbusters.
O cast a substituiçao de Damon era uma tarefa muito dificil, nao so na personagem mas acima no actor a escolha de Renner foi inteligente, nao so pela qualidade e carisma do actor mas tambem pelo seu bom momento de forma, a escolha foi a acertada e capaz de minorizar alguns danos pela falta de Damon mesmo assim a saga e deste ultimo e isso nao fica totalmente ultrapassado no filme, ao seu lado a ajuda de Weisz e importante num papel de acçao de uma actriz de qualidade que se encontra algo afastada do seu melhor e o filme tambem nao o exige. Ainda mais afastado dos belos tempos esta Norton num papel basico sem intensidade.

O melhor - Nao ter sido uma catastrofe por muitos anunciados

O pior - Nao fazer esquecer em momento algum a ausencia de Bourne

Avaliação - C+

The Cold Light of the Day

Era de esperar depois do anuncio de Henry Canvil como próximo Super Homem que existisse um numero de filmes produzidos previamente ao aguardado filme no qual faziam uso da sua imagem enquanto herói de acção, desses filmes surgiu um com a participaçao de outros dois herois de acçao concretamente Bruce Willis e Sigoney Weaver, realizado por um arabe que apenas anteriormente tinha tido mençao como realizador de um dos muitos filmes de Van Damme. O filme acabou por ter um resultado visivel em termos europeus muito por ser totalmente realizado em Espanha principalmente em Madrid mas criticamente foi um desastre cujo Cavil vai querer esquecer caso queira que o seu Super Homem seja o sucesso que o franchising bem precisa.
Este Thriller e pequeno em todos as pontas, e pese embora tenha algumas ideias creativas principalmente na introduçao do filme depressa se torna um filme tipico de Van Damme ou mesmo de Norris de um actor contra o mundo, onde o mundo, neste caso os viloes sao tantos e estao em todo o lado, pena e que alguma ponta de misterio que o argumento lance na sua fase inicial acabe mesmo por se tornar apenas residuos ja que o filme apenas se preocupa em continuar na sua formula acelarada, em sequencias de acçao sem coerencia mas com adrenalina, que o coloca facilmente no estilo de filme cinzento sem maturidade que muitas vezes ocorre nos seus proprios filmes.
Para alem deste aspecto achamos que o filme tem outro grande problema a contextualizaçao cultural de um Madrid desenvolvido que mais parece no filme e na forma como o filme o tras um cenaria quase sul americano de sub desenvolvimento puro, que de alguma forma acaba por se tornar quase insultuoso para qualquer europeu, a falta de conhecimento e alguma rotina do realizador neste trabalho faz com que o filme nunca se sinta bem na pele que quer usar, o que o torna quase sempre mal executado
O filme fala de um empresario que na visita que faz a sua familia a espanha, observa que esta acaba toda por desaparecer e o seu pai morto, assim começa uma luta por uma pasta que nunca sabemos o que contem, e que de alguma forma o leva a procura da mesma e ser presseguido quase pelo mundo inteiro, numa luta total pela sobrevivencia onde apenas comparece uma sua irma.
O argumento do filme e extremamente pobre em todos os sentidos na montagem da trama, na forma com que as personagens sao desprovidas de qualquer sentido, na forma com que nao aproveita a restia de emoçao que o filme contem e acima de tudo nos atalhos que o filme faz em si propria.
A realizaçao embora tenho alguns bons promenores de filmagem principalmente nos balanços que a propria camara faz em movimentos principalmente utilizando os veiculos do filme, isto e apenas residual em tudo o resto ja que a contextualizaçao e mesmo a realizaçao no seu todo no filme fica muito aquem do desejado.
Por fim o cast sabemos que tudo depende da direcçao de actores e mesmo do filme como o seu todo mas pela amostra Cavill tera de ganhar em muitos pontos para começar a ter o carisma necessario a filme com a dimensao se super homem aqui parece silencioso quase sempre contrariado exagerado em algumas sequencias e a seu lado um Willis e Weaver claramente em desacelaraçao de carreira muito aquem do que ja vimos principalmente na segunda.

O melhor - Os pormenores de realizaçao nas sequencias de acçao

O pior - Que estes sejam inuteis num cenario tao negro

Avaliação - D

Monday, August 20, 2012

Brave

Pois bem, sempre que a Pixar efectua o lançamento de um novo filme estamos preparados e vem à recordação os emblematicos Toy Story, Finding Nemo ou Wall E, que junto ao filme trazem um fulgor comercial vinculado pela Disney e que nos conduz a que aquelas personagens de repense sejam os parentes mais novos de um agregado familiar com crianças. Desta vez não existiu personagens animais nem extra terrestres mas sim o regresso ao mundo encantado das princesas onde apenas a fisionomia diverge, com Merdia a princesa de cabelo ruivo. Os resultados pese embora sempre com muito fulgor estiveram longe do que Pixar ja conseguiu não so em termos criticos onde pese embora a recepçao positiva ficou longe da loucura e generalidade aclamaçao de outros filmes da produtora e mesmo comercialmente e pese embora os bons resultados não foi uma explosao como outros ja tinham sido.
Brave e de todos os filmes da Disney em conjugaçao com a Pixar talves o mais simples o mais linear e tradicional junto daquilo que a Disney fez durante dois anos com o 2D, por isso talvez o filme saiba a pouco ou seja pensamos sempre que o filme deveria ter mais ingredientes mais completo sempre mais proximo do que habitualmente aquela produtora no oferecia que era a criaçao de universos paralelos interessantissimos onde os pormenores vincavam mas tambem onde a historia e moratoria da mesma prevaleciam mesmo no mais mediatico desenvolvimento produtivo.
Brave tem a formula directiva que talvez devesse ter mas a historia nunca parece ter o ritmo ou a intensidade necessaria para um filme com tantos olhos em cima ou pelo qual tantas crianças aguardavam e isto acima de tudo porque o filme não e completo nao perde tempo em construir as bases para uma narrativa de acçao que o proprio filme quer ter em si, por isso quando acorda para este ponto apenas lhe salva a riqueza moral que e sempre presente nos filmes da produtora e que mais uma vez e o contexto ideal e a força mais vincada do mesmo.
Ou seja estamos pese embora um produto com algumas virtudes qualitativas na ideia e na propria concretizaçao da mesma perante um filme que pode ser considerado um objecto menor da pixar, com uma narrativa demasiado simples e linear para o que estamos habituados quase sempre sem o fulgor ou intensidade narrativa de outros tempos, que infelizmente o torna mais um entre muitos filmes de princesas e feitiços.
O filme fala de um jovem rebelde, princesa que tem uma predileçao por actos masculinos, ate a altura em que tem que escolher o princepe com quem se casara nesse momento pede um feitiço para a sua mae que se transforma num urso nesse momento tem que descobrir a forma deste mesmo feitiço desaparecer o que nao vai ser nem parecer facil.
O argumento parece-nos o ponto mais pobre do filme, a construçao contextual ou mesmo a narrativa demasiado linear parece-nos so salvo em determinado ponto pela riqueza moral implicita ao proprio filme e que o catapulta para alguma satisfaçao moderada, mesmo assim longe do que ja vimos.
A realizaçao e produçao e como a pixar nos sempre habituou e de primeira linha, com o maximo de evoluçao principamente pela fotografia que o filme tem pela escolha de planos tudo acaba por ser esteticamente pensado para um filme particular pena e que em termos narrativos o filme nao acompanha esta riqueza.
O cast de vozes, todas originarias do reino unido e com os respetivos sotaques funciona bem, dentro do que o filme necessita contudo longe da riqueza de vozes como toy story em que estas eram uma mais valia, neste caso, cumprem bem

O melhor  - A riqueza moral do filme.

O pior - A falta de intensidade e complexidade narrativa.

Avaliação - C+

Sunday, August 19, 2012

The Cabin in Woods

Se existe filme que demorou demasiado tempo a ser lançado depois de antevisoes e antevisoes sobre a sua estreia foi este particular filme de terror escrito por Whedon que aproveitou o sucesso dos seus vingadores para finalmente e com a sua marca lançar este peculiar filme de terror que foi efectuado com poucos meios mas com o tempo se tornou um objecto bem diferente, desde logo pela boa recepçao critica maioritariamente positiva para um filme que prima pela originalidade e mesmo com muita dificuldade em se impor comercialmente pela falta de ingredientes apelativos neste particular a boa recepçao critica acabou por contornal alguma infelicidade neste particular.
Cabin in the Woods, e a primeira vista um filme te terror vulgar ou seja um filme onde um grupo de jovens acaba por se colocar ao dispor de um grupo de mortos vivos prontos a desfaze-los, contudo o filme tem uma realidade paralela do genero de um reality show que controla uma empresa que controla a casa onde estes estão com uma finalidade que so ao final do filme temos contacto mas este paralelismo acaba por dar toda a força e originalidade ao filme, não so em termos de alguns conceitos de realizaçao interessantissimos mas acima de tudo nas sequencias humor que balançam na agressividade e excesso de sangue de um filme que para alem do terror tem uma satira interessante.
Esta originalidade acaba por demarcar este particular filme de todos os outros de terror demonstrando um cunho de autor interessante na forma como a abordagem e efectuada, isso acaba por dar ao filme um peso intlectual interessante na forma como o filme acaba por se fazer crescer perante si, contudo ao mesmo tempo tem alguns pontos mais interessantes e mais proximos naquilo que estamos habituados no cinema tradicional de terror.
Ou seja um objecto interessante que mais do que um filme de grandiosidade qualidade e um filme que surpreenda e num terreno onde cada vez mais e dificil conseguir este feito ha que valorizar que consegue, num filme unico e particular que vale a pena ver.
A historia fala de cinco jovens que se dirigem para uma casa na floresta que apos entrarem percebe-se que e controlada e esta cheia de perigos que vai conduzir a maior parte destes para um destino fatal e transformar o filme numa luta pela sobrevivencia de cada um.
O argumento ganha nao so pelo conceito central imponente e ao mesmo tempo orginal mas tambem em alguns dialogos principalmente na antecamara da acçao e no argumento que reside a mais valia do filme, quer o leva para patamares que de outra forma seriam dificeis de alcançar.
A realizaçao tem bons momentos num estilo serie B funcional o filme acaba por conseguir jogar com o excesso de sangue sem ser violento com a utilizaçao de algum humor que acaba por amenizar a dureza da maior parte de sequencias, ou seja um bom registo, sem ser uma obra de arte.
Em termos de cast pouco ou nada e requerido aos mais novos, com destaque para a apariçao de Hemsworth mais velho, num filme antes do sucesso de Thor, contudo e nos mais velhor que tem o filme mais valor desde logo pela forma ironica de Jenkins e a apariçao algo mitica de Weaver.

O melhor - Tudo que e paralelo ao terror

O pior - Alguma ausencia de respostas coerentes no fim

Avaliação - B

Saturday, August 18, 2012

Amazing Spider Man

Se existe um reboot de um super heroi que ´dificil perceber no tempo pode ser o lançamento desta nova abordagem a Spider Man, principalmente porque a ultima saga, e primeira realmente a apostar na historia no cinema tem menos de dez anos foi um sucesso em todos os seus filmes. Contudo por algum motivo os produtores quiseram fazer uma reenvençao do heroi, dando-lhe um novo vilao uma nova familia e um novo actor. Os resultados distintos se criticamente o filme conseguiu a avaliação positiva que já o seu antecessor tinha conseguido, em termos comerciais e pese embora os bons resultados que um filme do genero consegue sempre, ficou algo distante principalmente em termos domesticos do primeiro filme de Sam Raimi.
Depois de ver o fillme a primeira pergunta que se faz é, porque razão chamam a este filme um reboot se o mesmo é demasiado semelhante na formula e na abordagem do seu antecessor, se e certo que Batman deu origem ao sucesso das novas formulas sobre super herois e importante ressalvar que para o sucesso dos filmes e necessario que estes tragam ingredientes novos o que este filme acaba por não ter, quase em pretexto nenhum, com apenas algumas alteraçoes mais rebeldes na personagem, se bem que perde a capacidade de dialogo sentimental que nos parece uma mais valia. Ou seja o filme acaba por perder em demasia por se colar demasiado ao sucesso do filme anterior por algum receio de arriscar, a sensação de saber tudo o que vai acontecer a seguir cria com que o filme seja monotono, e mesmo a forma com que a personagem e criada principalmente quando despe a mascara parece-nos limitada pouco trabalhada.
Como positivo desde logo temos algumas sequencias muito bem gravadas em termos de efeitos especiais principalmente quando nos coloca por tras da mascara e uma abordagem interessante, contudo o reste assenta numa tentativa de ir de encontro ao tradicional com medo de arriscar o que nunca aconteceu em Batman que nos parece inspiraçao neste reboot, que altera por completo a tradiçao narrativa do mesmo.
Ou seja estamos perante um spider man colado aos seus anteriores onde mudam os interpretes mas narrativamente segue os mesmos preceitos, e a mesma base na congruencia de uma acçao com aspectos comicos onde este filme acaba por algum non sense dos segmentos por ser mais conseguido quase e exclusivamente neste vector.
O filme fala da criaçao do heroi, da ligaçao com os seus tios, como responde a picadela de uma aranha que lhe da poderes acima da média e o leva a tornar-se num heroi da cidade tendo em vista proteger as pessoas mais indefesas.
Como argumento parece nos que as personagens sao bastante mais limitadas do que no primeiro filme da saga ou seja parece-nos que o filme perde demasiado tempo em pontos paralelos da narrativa e em efeitos isolados do que propriamente apostar naquilo que poderia dar mais resultado, ou seja criaçao de uma personagem central forte, mas acima de tudo num vilao de primeira linha o que tambem nao acontece, nao termos um argumento rico.
A realizaçao tambem fica muito aquem do que Sam Raimi faz, eu ate considero Webb um realizador de primeiro nivel principalmente na forma com que aborda os seus filmes, contudo neste filme pese embora boas opçoes na abordagem parece ter dificuldades em trabalhar com efeitos que nem sempre parecem de acordo com a evolução actual das coisas.
Por fim o cast Garfield tem caracteristicas diferentes de Mguire e provavelmente tem mais qualidade interpretativa mas o certo e que neste filme, nao o demonstra estando sempre calado, ligado a um ou dois tiques interpretativos que usa exaustivamente ao longo de todo o filme, pode brilhar num aspecto mais fisico mas interpretativamente não esta a um nivel exigido. melhor Stone a actriz tem dominado hollywood pelo seu estilo descontraido que vem trazer ao filme, por vezes em exagero, mas a quimica entre o duo de protagonistas acaba por ser o segredo de algum sucesso do filme, Por fim Ifans não tem um papel conseguido num vilao frouxo que tb nao leva o filme para mais longe.

O melhor - Alguns momentos de humor numa abordagem original

O pior - Ser uma copia demasiado semelhante ao filme de Raimi

Avaliação - C

Wednesday, August 15, 2012

Think Like a Man

Se existe titulo que surpreendeu o box office americano este anjo foi esta particular comedia afro americana sobre a forma como diferentes tipos de homens tentar entrar em convivencia com diferentes tipos de mulheres, desde logo porque ao contrario de muitos outros filmes, tenta entrar na cabeça dos homens, e por outro lado porque o tema da guerra dos sexos e sempre benvindo principalmente quando abordado em termos de comedia ou seja mesmo que nao seja um filme de primeira linha critica o certo e comercialmente se tornou numa das sensaçoes da primavera.
Think Like a Man e um filme inserido no contexto afro americano que nos ultimos anos tantos titulos nos tem trazido a baila com mais ou menos sucesso, este filme acaba por ser um filme mediano em quase todas as suas componentes se por um lado a tentativa de entrar no submundo dos homens nos parece uma opçao interessante e de valorizar, por outro lado ao torna-los demasiado iguais a algumas mulheres tira algum realismo ao filme, e depois o contexto afro americano e demasiado particular para qualquer tipo de generalizaçoes abusivas que nos da um filme suave, quase sempre demasiado objectivo nos seus intuitos faltando.-lhe alguma subtilidade em determinados momentos e vectores.
Por outro lado o filme ao assumir-se como uma comedia deveria ter entregue a si uma forma ou um humor mais declarado ao contrario de se esconder em um ou dois momentos com essa finalidade e depois um sem numero de outras opçoes que apenas conduzem a suavidade do momento e nada mais.
Ou seja um filme de primavera sem a leveza necessaria para marcar uma temporada e tambem sem a intensidade emocional para ficar na historia entrando na mediania que marca todo o filme, onde pouco ou nada fica registado, do que uma especie de telenovela sobre relaçoes e pouco mais.
O filme fala de um grupo de amigos, que acaba por se juntar para discutir relaçoes mesmo estando presente diversos tipos de personalidade, neste filme fala-nos dos desenlaces de cada um com cada mulher especifica, em micro historias.
O argumento fracionado e sempre o mais facil de criar primeiro porque ninguem quer muito conteudo de nenhuma das historias e por outro lado o acaso e a coincidencia e sempre um trunfo a lançar, neste caso estamos perante uma telenovela emocional basica sem grande intensidade mas quase sempre bem vincada nos seus pontos.
A realizaçao e basica e silenciosa sem se fazer notar pode ser uma das valorizaçoes interiores do filme, sem grande relance, ou seja daqueles filmes que vale por tudo mais do que por este aspecto.
O cast recheado de actores quase anonimos pese embora algo reconhecidos do cinema, acaba por ser no seu todo que ganha a quimica e o valor individual de cada um pese embora sem destaques individuais o colectivo funciona dentro dos seus limites.

O melhor - A suavidade.

O pior - Nao perceptivel de geral tanta receita

Avaliação - C

Saturday, August 11, 2012

Ice Age: Continental Drift

É conhecido a forma como um filme de animação pode ser espremido em termos de sequelas até ao maximo, e para isso tem contribuido muito as formas de produzir e entrada em produçao de animaçao de Dreamwoks e acima de tudo a resposta conseguida da Fox com a saga de idade do gelo. Pese embora a critica tenha vindo a descer de filme para filme, em termos comerciais e principalmente fora dos EUA a saga continua a ser um sucesso sem precedentes, como há muito não se via, e assim parece ser mais uma vez este quarto episodio, ou seja mediano em termos criticos com pouco releve, e comercialmente a ser um floop considerado nos EUA e um filme de grande sucesso no resto do mundo, agora se sera suficiente para uma nova aposta so o tempo o dira.
Ice Age tem uma formula original interessante por um lado tem um estilo proprio ao ir para eras distantes e com animais distantes, mas por outro lado pela formula de humor apresentada que acabou por ser o grande segredo do filme, ou seja, a forma com que a simplicidade do humor e das historias utilizadas e acima de tudo a formula de Scratch acabou por tornar a saga numa formula sempre presente nos mais jovens mas tambem em mais graudos. O problema da saga e que a partir do primeiro filme nada ou muito pouco trouxe de novo, a formula foi repetida sem força suficiente para trazer nos novos filmes dados importantes proximos, sendo apenas a forma que a produtora tem de retomar o valor economico de uma mina bem encontrada mas que nos parece em termos de conteudo poder ser mais potenciado.
Este quarto episodio vem no seguimento pese embora traga-nos novamente um valor historico interessante como principalmente a separaçao e a formaçao dos continentes esses acabam por ser pormenores numa narrativa linear com algumas novas personagens mas que nada interferem na formula central ja utilizada, e um vilão tipico igual a muitos outros, que tambem nao consegue chamar a si a novidade que o filme poderia precisar.
Mesmo assim e uma vez que as historias conhecidas sao muitas vezes as mais dificeis de conservar podemos dizer que este quarto capitulo pese embora nao inove tambem nao danifica a formula conseguida dos filmes logo os seus adeptos ficaram na mesma satiffeitos numa possibilidade de rever as personagens que tanto gostam da forma como estas sempre foram apresentadas.
A historia e a mesma apos uma fenda no gelo, o mamute na companhia de Diego e Sid, acabam por ficar separados do resta da comuniodade e ficar a deriva na agua, aqui vao ter de lutar para regressar a casa, com o combate de uma embaraçao de piratas conduzido por um louco orangotango.
O argumento e colado talvez em demasia aos filmes anteriores, principalmente no ritmo humor utilizado e mesmo nos truques narrativos que estao presentes no filme, isso faz deste filme uma boa continuaçao mas um filme de valor muito discutivel em termos de filme isolado, o que nao e propriamente muito bom, para um filme apostado em amealhar muito dinheiro e ser um dos filmes mais vistos do ano.
Em termos de produçao a saga nao encontra muita diferença nem demonstra seguir o desenvolvimento tecnico que por vezes poderia ser de esperar pelo facto de ja passarem diversos anos desde o primeiro filme, por um lado fica a fidelidade mas alguns pontos ja ficaram desactualizados.
O segredo do cast de vozes e escolher sempre actores pouco conhecidos mas que encaixam nas peronagens como sempre o fizeram as tres principais, aqui pouco de novo as novas introduçoes sao basicas e sem poder suficiente para interferir neste particular.

O melhor - A fidelidade.

O pior - A falta de inovação

Avaliação - C+

That's My Boy

Pois bem faz muito tempo que Adam Sandler surpreendeu a comedia norte americana com um humor incorrecto fazendo diversas referencias a icons desaparecidos dos anos 80, mas que acabava por ter em si uma formula moratoria interessante. Com o passar do tempo nao só os seus filmes ficaram mais obvios e sem graça como o risco foi menor. Contudo como isso acabou por não resultar regressou recentemente a um filme mais exagerado, chegando mesmo ao "nojento" como ja tinha ocorrido no terrivel Bucky Larson e agora consigo como protagonista neste filme que acabou por trazer Sandler para o nivel que a critica esperava ou seja conjugar um autentico desastre critico que já não são passiveis de contar, com uma recepçao bastante mais palida em termos comerciais algo que ate a data nao tinha sido muito comum.
Thats my boy podera mesmo ser aquilo que Sandler demonstra que a sua mente não esta bem, o inicio do filme é quase doentio, exagerado, na tentativa de fazer de cima a baixo um filme extremamente incorrecto, e nisto o filme vai ao limite do que tinha sido observado até hoje. Ou seja um Pfilme com demasiadas demonstraçºoes sexualizadas, exagerado quase sempre sem graça, onde impera um Sandler que cada vez mais busca personagens imbecis sem grande contacto com a normalidade mas que há muito tempo ja se perceber não se tratar do futuro da comedia e muito menos o sucesso que se procura.
O problema do filme é que o humor que utiliza esta embrulhado num risco imenso, e quando se joga com determinados niveis de risco a probabilidade de falhar e imensa principalmente se estivermos a falar de um produtor que se encontra em baixo de forma e longe do sucesso, ou seja estamos num filme que aborda com todos os limites minimos do razoavel todo o tipo de piada sexualidas que podemos imaginar, longe da proeza subtil da ressaca pese embora a comparaçao seja de imediato obvia, com grande força para este ultimo.
Thats myu boy, vem comprovar que Sandler necessita de pensar a sua carreira principalmente na formula que utiliza dar uma nova roupagem ja que nos parece que em termos de comedia nao so esta gasto como muita gente ja considera o seu estilo como non grato o que  e sempre dificil dar a volta, e nao nos parece que sera a formula que este tem aplicado que lhe dara novamente o caminho para o sucesso.
O filme fala-nos da relação ou tentativa de reatar a relação entre um pai que acabou por ser molestado pela sua professora, tendo dificuldade em crescer depois do sucesso que o processo acabou por lhe dar, tentando reatar a relaçao com o seu filho que acabou por encaminhar-se noutro rumo com sucesso.
O argumento e o grande problema do filme desde logo porque ao ser demasiado arriscado e com diversas referencias a relaçoes sexuais e comportamentos semelhantes, e com pouca moratoria acaba por ser um filme que entra num exagero pegado sem qualquer ligaçao com a realidade tornando-se por si so um filme pouco considerado, ou seja um argumento de pouca qualidade.
A realizaçao e utilizada muito bem em termos de humor e na forma como isto e concretizado nos pontos nem sempre muito facil, ou seja nao e pela realizaçao que o filme nao consegue atingir os seus objectivos ja que se coloca toda a forma pronta para o argumento que lhe e apresentado.
Por fim o cast traz-nos um Sandler igual a sempre, ou seja desligado da realidade tentando ser o rebelde que o cinema nao o vem e este facto tem-no conduzido para um limite muito baixo em hollywood perdendo a aurea que chegou ganhar, necessita de um rumo diferente nao so em termos de produçao mas tambem e principalmente em termos de actuaçao. De resto um Samberg muito proximo de Sandler ligado a este no sucesso de Satuday Night Live, mas temos duvidas se a força deste actor conseguira competir com outros actores de humor, com filmes mais conseguidos.

O melhor - O regresso de figuras como Vanilla Ice

O pior - Tudo o resto.

Avaliação  D

Wednesday, August 08, 2012

Magic Mike

Já a algum tempo que Sodenbergh nao fazia um filme tão direcionado para o grande publico, talvez desde Ocean Eleven, contudo talvez mesmo com este filme ele não queria o regresso mas aconteceu, tornando-se num fenomeno interessante de idas ao cinema de grupos de mulheres, e quase um filme non grato para os homens. Os resultados foram muito interessantes não so em termos criticos onde o realizador conseguiu uma projecção que já há muito tempo não conseguia, mas acima de tudo em termos comerciais com resultados surpreendentes em todos os pontos.
Magic Mike é um filme simples dos mais simples de Sodenbergh, que pese embora entre num submundo pouco explorado, e um drama romantico com uma historia linear igual a muitos outros, contudo falta-lhe ritmo intensidade, parecendo mesmo que o objectivo e fornecer o sub mundo de uma forma muitas vezes gratuita e de uma forma simplificada aos olhos do seu protagonista, e da sua personagem central que parece demasiado narrativa e pouco real, tornando o filme mais colorido mas ao mesmo tempo mais ligado ao grande publico do que propriamente para um retrato social que o filme podesse tentar fazer.
Nao e um filme que nos agarre pensamos sempre que poderia ir mais longe, na sala de cinema no meio de gritos histericos de mulheres e de sorrisos embasbacados e dificil perceber mais no filme, que para alem de ser pouco emotivo, e entusiaste chega a ser aborrecido em momentos, parece algo vazio e pouco desenhado, pese embora toda a produçao e organizaçao seja interessante em diversos pontos.
Ou seja Magic Mike funciona muito melhor como fenomeno de massas do que propriamente como filme, e interessante a rotina e o ritual que o filme conseguiu num aspecto que muitas vezes nao foram conseguidas mas que nos parece interessante pena e que o filme seja vazio e quase mesmo so vala por esse ponto.
A historia fala de um empresario de moveis que para financiar o seu sonho acaba por ser um sucesso de strip levando consigo um jovem algo perdido, e que acaba por o conduzir para a beira da irma deste uma mulher distante que o vai atrair para outroa valores.
O argumento do filme falta-lhe intensidade narrativa, emotiva e mesmo no ritmo que as personagens adquirem e demasiado esteriotipada na sua construçao e mesmo no seu desenvolvimento, ou sejo parece nos algo escasso para um filme de um realizador tao conceituado.
A realizaçao de SOdenbergh e sua tem o seu cunho e profundidade e acaba por ser a forma mais forte do filme, e onde a obra de autor esta mais presente, depois parece sempre algoredutor tudo a volta.
Em termos de cast Tatumm mesmo na sua formula propria, nao vai muito alem daquilo que ja nos demonstrou, e Pteiffer tras as insuficiencias conhecidas o unico bom registo e mesmo Maconaguey num registo forte e intenso que pode cheirar a oscar.

O melhor - A realizaçao em alguns momentos.

O pior - O vazio narrativo do filme.

Avaliação - C

Saturday, August 04, 2012

Pirates: Band of Misfits

É conhecida a tradição da animação feita em plasticina pelos britanicos, capazes de pese embora não trazerem a si uma força unica em termos comerciais conhecer em si o reconhecimento critico como poucos filmes americanos de animação ja conseguem chegar, foi assim com Wallace and Gormit e acima de tudo nestes Piratas, que conquistou a critica pese embora as dificuldades comerciais que um filme britanico tem num terreno norte americano.
Piratas e daqueles filmes que para alem da produçao de primeiro nivel que reune nao so a qualidade e inovação creativa de um filme feito em termos plasticina mas acima de tudo na originalidade de um guião arriscado quase sempre com uma graça natural que junta nao so uma boa historia e creativa com o risco que muitas vezes tem deixado de existir nos filmes americanos de animação. O segredo do filme e mesmo essa frescura que o filme trás consigo o trazer personagens historicas ter sentido de humor actualizado faz deste filme um ponto novo em termos de animaçao mesmo longe das maiores produtoras.
Como unico senão a força moral que sempre parece necessario em termos de animaçao, cada vez mais pedxe-se que estes filmes sejam liçoes para os mais pequenos e aqui tirando a ilaçao historica o filme parece nao conseguir ter mais força em quase nenhum preceito, ou seja esta componente acaba por ser uma menos boa prestacçao de um filme que em tudo o resto seja positivo.
OU seja um bom filme que pese embora com algumas dificuldades de imposiçao e de poder comerciail mas uma refrescante historia com creatividade oroginalidade e graça.
A historia fala de um pirata pouco conceituado que quer atingir a liderança na tarefa, mas que por dificuldades naturais acaba por ter no seu passaro o seu sucesso e a luta num terreno cientifico e politico que o vai levar a situaçoes muito proprias e engraçadas.
O argumento vale mais nos pormenores e na forma do que propriamente na sua força central e no seu aparelho narrativo central, mesmo assim bons momentos originalidade, creatividade dialogos que fazem uso do humor de forma inteligente ou seja um filme prodigo em termos de alguns valores do argumento.
Da forma como a realizaçao e produçao e feita temos um filme com uma produçao proxima de Wallace e Gromit que pese embora a evolução tecnica continua a surpreender e ser esteticamente interessante pese embora nao deslumbre como outros filmes, mesmo assim neste terreno ao nivel dos melhores.
POr fim em termos de cast apenas estamos a falar de actores britanicos ou seja nao é brilhante mas cumpre para um filme fiel as suas origens.

O melhor - A creatividade do humor.

O pior - A falta de uma moratoria assumida.

Avaliação - B-

Friday, August 03, 2012

Dark Knight Rises

Pois bem finalmente chegou aos ecras o filme mais esperado do ano, depois do magnifico reboot que Nolan fez a Batman, que traduziu numa mistura de sucesso critico e comercial a saga tornou-se no maior objecto de culto cinematografico dos ultimos anos, dai que a expectativa relativamente a este filme tenha atingido os limites do razoavel. COntudo e para sorte do cinema este terceiro capitulo e anunciado ultimo acabou por nao desiludir reunindo novamente um sucesso comercial impressionante mesmo que travado pelos tragicos acontecimentos em Aurora na sua antestreia ao qual juntou uma aceitaçao e boas avaliaçoes generalizadas.
Deste filme podemos dizer simplesmente que é a conclusao perfeita e madura para a triologia mais emblematica dos ultimos anos e como um marco para a frente. Dizer isto centra-se no aspecto de tornar uma historia de um dos super herois mais miticos da historia como uma historia actual que poderia passar nos nossos dias, e esse paralelo e actualidade dos temas e da roupagem que dá a saga com o talento unico e natural dos irmaos Nolan escrever filmes deram-nos tres obras singulares mas que como todo tornam-se facilmente no melhor filme de acçao dos ultimos tempos um epico sem precedentes que junta em si diversos valores unicos desde logo a forma como o filme nos da um heroi nem sempre certo nem sempre forte e acima de tudo apenas um homem rico. Depois a forma dos viloes um filme que soube tirar o melhor proveito dos adversarios do heroi que fortaleceu o filme mas acima de tudo conseguiu com que o filme acabasse por voltar aos seus fundamentos com a qualidade natural. E por fim a capacidade de surpreender mesmo ao terceiro filme e com os truques que Nolan faz o ultimo filme conseguiu surpreender pela positiva e acima de tudo na forma com que consegue preencher todas as necessidades dos fas do heroi e criar muitos outros.
Ou seja um dos grandes filmes de actualidade o complemento ideal ao que vimos nos anteriores, podera nao ter a intensidade na grande parte da narrativa do segundo filme, e não tem, o vilão é mais basico mas ao mesmo tempo mais enigmático. Falta-lhe Joker de longo a parte isolada mais sedutora do filme, mas tras consigo outros ingredientes principalmente em determinados pontos ser mais ligeiro, arriscar mais em frases de fundo e isso dão o complemento necessario ao filme, que tem como segredo a boa conclusao de um filme sempre dificil de concluir.
A historia passa-se sete anos depois do segundo filme, quando apos a saida do crime começa a existir uma ameaça disfarçada que obriga Wayne a regressar ao seu batman, contudo o objectivo dos viloes vai muito alem disto.
O argumento e a peça do puzzle perfeita para completar os dois filmes anteriores, a creatividade e capacidade de Joker nao existe neste filme, mas ao mesmo tempo surge menos dialogos e mais complemento do proprio filme que consegue consagrar melhor algumas personagens e acima de tudo conclui bem o que mais dificil foi de concluir.
A realizaçao e fulgurante , escreve como poucos mas realiza como nenhum sem grandes vicios sem grande preocupaçao em ser unico mas funciona perfeitamente num filme grandioso forte nao precisando de uma riqueza estetica ou os 3d para ser um grandioso filme.
Em termos de cast este filme tem novamente em Bale o seu principal protagonita algo que perdeu no filme anterior logicamente e regressa com o melhor Wayne em todas as vertentes e um actor completo e este filme precisa perfeitamente disso, e acaba por embalar tudo o resto para personagens que ficaram associados a cada um dos seus interpretes.

O melhor - A conclusao de um filme para a eternidade.

O pior - O vilao estar longe de Joker.

Avaliação - A

Saturday, July 28, 2012

Savages

É aceite que Oliver Stone, já teve dias melhores, em que os seus filmes reunião dimensão e acima de tudo poder e força, contudo e mesmo com o abrandar de uma carreira longa é certo que os seus filmes ainda demonstram vitalidade e criam sempre alguma inquietaçao em Hollywood, para este verão e com um conjunto de actores noves, veio um violento filme sobre o mundo da Droga, e se em termos criticos nao foi alem da mediania que tem sido patente nos ultimos filmes do realizador em termos comerciais as coisas correram ligeiramente melhor num terreno sempre competitivo os resultados deram alguma visibilidade que o filme parecia nao ter forma de alcançar.
Savages e um filme creativo e um filme diferente, incorrecto com ritmo mas ao mesmo tempo e um filme cuja violencia ou o contexto do proprio filme parece desnecessario, uma vez que e um filme que tem um corpo de adolescente querendo tratar de assuntos imponentes e interessantes que posteriormente o filme nao consegue concretizar.
Mesmo assim existe pontos interessantes no filme, a violencia do mesmo acaba por ser um cunho de autor interessante e tornar o filme mais escuro, mesmo que no tridente de personagens pareça sempre mais um filme de MTV do que um filme de Oliver Stone o filme acaba por ter a rebeldia que a maior parte dos filmes do realizador tem com uma força propria nem sempre bem organizada mas que da a este filme o espirito de Stone tanto gosta de trazer ao cinema principalmente nos seus filmes menos comerciais.
OU seja um filme com ritmo sobre droga, e a violencia entre estas num filme que contudo acaba por descuidar nos seus pilares e nas suas personagens o que acaba por nao ser positivo para o desenvolvimento do filme que se desliga algo do espectador uma vez que acaba este por nao saber onde se integra o proprio filme.
A historia fala de dois jovens que se juntam para comercializar haxixe, isto junto a uma mulher e namorada de ambos, quando um quartel poderoso de Droga entra no negocio com toda a violencia e exige dinheiro em troca da sauda da mulher da vida destes.
O argumento nao e creativo alias parece sempre ser constituido de elementos basicos em cada um dos propositos mesmo que estes sejam dificeis de encaixar, nao e um filme com grandes personagens ou dialogos mas isto acaba por dar ao filme o ritmo interessante.
A realizaçao de Stone e a sua vertente mais Noir que acaba por ser um ponto em que ele bem trabalha como alias ja conseguiu fazer em Assassinos Natos, mas mesmo assim longe da grandiosidade do que ja conseguiu fazer nos seus filmes, pela imponencia.
Em termos de cast a escolha de actores demasiado pegados a uma geraçao MTV onde apenas Johnsson sai do registo da serie para o cinema, todos tem papeis poucos interessantes ja que o relevo esta para os viloes principalmente Del TOro no seu lado mais sinistro.

O melhor - O lado Noir de Stone.

O pior - A dificuldade do filme concretizar-se

Avaliação - C+

Friday, July 27, 2012

Rock of Ages

Desde que se confirmou a presença de Tom Cruise neste famoso musical ja adaptado a Brodway a expectativa em torno do filme eram elevadas, principalmente depois do sucesso de Hairspray do mesmo realizador. Contudo a expectativa nem sempre transforma os filmes em sucessos e depois criticamente o filme ter sido recebido com uma reposta misturada, em termos comerciais o filme tornou-se um floop consideravel com resultados muito aquem das expectativas que entre outras coisas pode ter motivado outra ruptura familiar no proprio Cruise.
Rock of Ages e um filme bem intencionado na forma como tenta explorar o mais 80 possivel na altura em que aquela epoca esta novamente a ser revivida, contudo quando se pega numa epoca como essa o cuidado deve existir na forma como se pega e em que genero, ja que se trata de musica se pega, e aqui penso que o filme falha ao tentar ir buscar as baladas mais melosas daquele tempo que esta longe de ser a razao de alguma saudade do tempo. A isto temos uma historia de amor ao mais estilo MTV num argumento pouco aproveitado, que funciona mais pela comicidade de alguns aspectos do que propriamente pelo valor intlectual do filme ou mesmo pela espetacularidade das produçoes musicais muito aquem do que ja vimos.
O problema do filme e a identidade pouco ou ninguem se identifica com o estilo do filme, por isso a moratoria do mesmo acaba por nao existir, para alem do mais a escolha e estetica do casal protagonista esta sempre mais relacionado com um pop idol da actualidade do que as referencias a epoca do filme, ou seja o objectivo era interessante mas a forma como o filme tentou estar mais preocupado com o seu valor comercial acabou por ser o seu proprio handicap.
Mesmo assim tem pontos interessantes desde logo a forma vocal dos protagonistas, onde com muitos arranjos a mistura ate o proprio Cruise consegue os seus momentos, num filme tambem preparado para a sua imagem sobressair fora de tom como normalmente Cruise faz nos melhores momentos da sua carreira, mas o resto do filme nao consegue nem sequer imprimir os momentos pensados para a sua personagem tornando-se apenas num musical melodioso fora epoca e com pouca produçao de valor.
O filme fala de uma jovem que tenta a sorte em LA; num bar conhecido por concertos de Rock n Roll, depois de alguns problemas om o seu namorado, ambos seguem carreiras diferentes, que se unem para salvar o bar que deram a conhecer com caminhos distintos mas com o denominador comum a musica.
O argumento e pouco trabalhado pese embora seja sempre dificil conjugar musica e uma historia o filme perde-se na facilidade de um publico juvenil ligado a MTV e onde o caracter estetico parece uma preocupaçao unica, o filme nao tem personagens nem historia centrando-se apenas na musica.
Em termos de realização ja como em Hairspray parece-nos faltas o espetaculo a riqueza estetica e visual, parece apenas funcionar nos concertos do proprio filme, tudo o resto pouco trabalhado e mesmo em coreografias ja vimos nos ultimos anos bem melhor do que este rock of ages,.
Em cast e um filme pouco exigente porque as interpretaçoes dependem da forma musical de cada um, aqui com arranjos ou sem arranjos a atençao esta num estranho Cruise que consegue um bom momento na sua carreira, diferente alias sempre que incute algum risco consegue melhor resposta como mais uma vez aconteceu, o restante cast pouco fulgor dos casais protagonistas, e os secundarios sao funcionais a espaços mas muito pouco.

O melhor - Ver Cruise num caracter bem diferente.

O pior - O filme nao ter o risco que Cruise tem.

Avaliação - C+

Friday, July 20, 2012

Ted

Pois bem o que muitos entusiastas na nova voga da comedia americana tanto esperaram finalmente teve lugar, ou seja o escritor e curioso autor da saga Family Guy lançou um filme e acima de tudo com o mesmo genero humoristico e claras aproximações a serie sem desprezar um elenco de luxo. O resultado deste Ted ate ao momento tem sido fulgurante sendo ja um dos filmes sensaçao deste verao principalmente em termos comerciais onde os fantasticos resultados colocaram-no ja como a comedia do verao. Em termos criticos e pese embora seja um filme bastante incorrecto longe do tradicionalismo da critica as avaliaçoes foram positivas num filme que foi um inicio para MacFarlane se introduzir num terreno novo e proprio.
Assim como Family Guy Ted tem dois pontos interessantes se por um lado e particularmente non sense o que faz o filme ganhar bastantes pontos em termos comicos por outro lado a introduçao de um elemento animado com a conjugação se um aspecto carinhoso com uma aurea de completo disruptivo faz o que em Family Guy acontece com a maior parte das personagens e acaba por funcionar bem principalmente em alguns momentos de humor bem interessantes e curiosos.
Em termos cinematograficos e para os mais desatentos o filme pode cair demasiadas vezes em piadas nao perceptiveis mesmo as referencias cinematograficas que sao vinco da serie do autor estao bem patentiadas no filme, contudo e de clarificar que por um lado e um exercicio de estilo que muitas vezes pode ser um tiro ao lado no grande publico.
Pese embora o filme funcione como poucos em termos de comedia e curiosidade, para ser um filme de excelencia necessitava de um guiao e de uma gestao da narrativa central diferente talvez com o rasgo e a coragem do conceito do filme, ja que nos tras apenas mais uma historia de amor, familiar, o que o filme claramente pelo seu humor nao quer ser, neste ambito falta o risco que esta em tudo o resto, valendo muito mais pelos promenores e em numero elevado do que propriamente como comedia romantica na linha central bastante tipica.
Ou seja um filme refrescante diferente e original para rir, com um humor actual se bem que selectivo, que tras a demonstraçao que o cinema tem vitalidade e espaço para novos conceitos e produtos.
O filme fala de um jovem que quando pequeno solicita que um urso de peluche seja o seu melhor amigo, apos magia satisfazer este desejo crescem juntos ate ao momento em que o primeiro começa uma vida a dois, onde o urso sera um entrave ao seu crescimento.
O melhor dois pontos a base do filme, a ideia, o estilo humoristica intenso e apaixonante do filme, mas por outro lado perde no lado mais comum da historia no sumo final temos uma historia de amor de desencontro igual a tantas outras, mesmo as personagens centrais com excepçao do urso vale mais como as partes do que como todo.
A realizaçao e brilhante toda a figura de TED e uma das melhores personagens animadas num filme real, e presente e acaba por preencher em termos de realizaçao todo o filme, um autentico hino a realizaçao da comedia dual.
O cast nao propriamente exigente para os seus protagonistas principalmente aos protagonistas de carne e osso por vezes sente-se um Whalberg desconfortavel com a comedia que tem momentos em que fuinciona e outros de estranheza nao satisfatoria, Kunnis e basica mas cumpre o seu papel, que é deixar brilhar a estrela do filme, que tem na voz de Macfarlane o seu maior segredo.

O melhor - TED.

O pior - Ser um episodio de Family Guy com ligeiramente menor ritmo.

Avaliação - B

Thursday, July 12, 2012

Chernobyil Diaries

Desde o sucesso do projecto blair witch que um dos sucessos ou mesmo segredos do cinema de terror e tornar como maior ameaça algo que se desconhece, pelo menos para o espectador, dai que apos o pioneiro muitos outros filmes apostaram no mesmo territorio em contextos variados. Este ano e com uma produçao modesta traz nos um filme com a base semelhante mas com um contexto diferente para pior, a mitica cidade de Chernobyil depois do acidente nuclear. Os resultados contudos foram pessimo, nao so em termos comerciais onde ficou a anos luz daquilo que poderia os produtores expectivarem mas acima de tudo em termos criticos, que menos surpeendentemente negaram o filme.
Diarios de Chernobyl tem muito pouco de diferente relativamente a outros filmes de terror, e isso faz desde logo um filme fraco e com pouca margem de manobra, quando assim o e o cinema nada pode esperar de filmes que apenas utilizam mecanismos gastos para tentar conseguir obter o maximo de resultados sem qualquer força, e o caso deste e outros filmes semelhantes que tentam arranjar diferentes maneiras de assustar e matar adolescentes.
Mas normalmente estes filmes tem uma ponta, um protagonista alguem que pela razao obvia da narrativa acaba por liderar o filme, mas este filme nem isto tem, aos poucos vamos percebendo quem realmente e os herois ou sobreviventes do filme por exclusao de parte ja que o filme nunca os deixa assumir, e isso diz bem da pouca força de um guiao nao so ultrapassado mas que nada da de novo a um filme como este.
O unico ponto positivo e o contexto real destruiçao que da o espaço perfeito a um titulo de terror que apenas por este ponto merecia mais em todos os outros, ja que tudo o resto e bastante fraco e pouco trabalhado, nesses momentos o cinema principalmente a distribuiçao deveria ser mais exigente e filtrar filmes que apenas tem como objectivo ganhar dinheiro ao minimo custo.
O filme fala de um grupo de jovens aventureiros por viagens que decide ir embarcar ate a ucrania e surge a possibilidade de numa excursao de mercado negro irem ate chernobyl, contudo chegados ao local vao perceber que o terror da cidade nao esta so como residuo.
O argumento ate podia ter um principio bom de juntar num filme de terror o misterio do contexto mas ao adoptar o esquema padrao dos filmes sem nenhum primor no mesmo, o filme resulta quase numa total nulidade, sem força propria nem tão pouco qualquer preceito que o permita sobriviver a um guiao tao limitado nas sua componentes basicas como personagens e dialogos.
A realizaçao funciona como misteriosa se bem que a nao concretizaçao do intercalar camaras estaticas e movimento denota alguma fonte primaria de um filme que nem neste registo consegue mais que apontamentos isolados.
Por fim o cast sem estrelas nem sequer figuras reconhecidas num filme que nada lhes trara as carreiras para alem de alguem perceber que os conhece de qualquer lado sem saber onde.

O melhor - O clima real e apocalitico da cidade ucraniana.

O pior - Nao terem perdido tempo em alterar o formato standart.

Avaliação - D+

Sunday, July 08, 2012

The Three Stooges

Os três estarolas sempre foram falados e perteceram sempre ao imaginario de todos enquanto crianças e muitas vezes enunciados por adultos, mas o que realmente ocorreu é que há varios anos que estes não eram revividos, pelo que os irmão Farrely alguns dos senhores actuais da comedia norte americana resolveram efectuar a sua versão ligada ao original deste filme, mas o resultado acabou por ficar muito aquem das expectativas em termos criticos houve frieza na recepção do filme, mas acabou por ser em termos comerciais que o filme acabou por desiludir, demonstrando que já poucos se interessas por tão peculiares personagens.
Se olharmos para o filme, conseguimos de imediato ver a sua maior qualidade, uma originalidade tremenda na abordagem do filme, e saber perfeitamente que o terreno que se está a mexer é perigoso e desactual, e necessita de algo novo para conseguir resultar. Os realizadores tem noção deste aspecto e tentam ao maximo contorná-lo com uma abordagem de autor, original, mas que para mal dos pecados dele, não consegue disfarcar tudo que segue e uma desactualização de um estilo de humor plenamente surdo que foi ultrapassado, por um humor mais intlectual.
O grande problema do filme e mesmo esse o que fazia rir, há varios anos atras e bem diferente do que faz hoje, as pessoas nasceram numa cultura diferente, e desenvolveram-se olhando novos caminhos em termos de comedia, o que resulta neste filme, é um disparate autentico, quase absurdo e irritante que o conduz para patamares de quase tortura, provavelmente os mais pequenos irão gostar deste filme, e os mais idosos tambem, porque vão homenagear uma forma diferente de ver cinama, mas nos dias de hoje, o que temos mais que absurdo não tem qualquer forma de humor.
OS três estarolas e daqueles projectos que parece não ter sido opção a nova moda de homenagear o que foi sucesso no antigo como se fosse algo indiscutivel em termos de qualidade parece errado e a prova e que principalmente em areas como comedia o cinema alterou completamente para uma formula diferente e para mim inserido no desenvolvimento cultural actual bem melhor.
A historia e a conhecida os três orfãos conhecidos como estarolas continuam como sempre, na hispeactividade sem sentido e sem poder intlectual, e é neles que o orfanato deposita a confiança para tentar não ser vendido, colocando-os no mundo exterior.
O argumento acaba por ser o que é, tenta ser fiel à saga e consegue ser, mesmo que isso acaba por ser o destino fatal do filme, ja que tudo o que filme sempre teve esta ultrapassado, não há uma tentativa de dar algo diferente, os farrely sempre tiveram este registo mas conseguiram por vezes o remediar, mas também já dumb and dumber esta longinquo temproalmente e a comedia tem pre requesitos bem diferentes.
A realizaçao e o aspecto mais interessante e que demonstra que os realizadores tinham noção do terreno pantanoso do filme, ao tentar dar uma abordagem diferente, e creativa sem deixar o original, a opçao pode ser certa, de registar os ultimos dois minutos de filme onde claramente definem o seu publico alvo como o mais novo, o que nao acontecia normalmente nos seus filmes.
O cast não conseguiu chamar a si grandes estrelas porque sao personagens pouco aceitaveis para um curriculo, mesmo assim penso que todos os protagonistas dao o que precisam, um humor fisico que apesar de não ser algo de eleição é o que o filme precisa mesmo com todas as suas condicionantes.

O melhor - A explicação final dos realizadores.

O Pior - O humor de três estarolas só conseguir animar crianças com menos de dez anos.


Avaliação - D+

Saturday, July 07, 2012

Salmon Fishing in the Iemen

Longe vai o tempo em que um filme realizado por Hallstrom, normalmente adaptaçao de um livro era o outsider na corrida aos galardões, depois de ter vestido essa pele por diversas vezes sempre sem sucesso, e de forma surpreendente, começou a ser comum um trajecto mais de acordo com o real valor ou seja filmes em projectos mais pequenos, sempre sobre amor, mas com menos dimensão e a respectiva atenção, com este filme com curioso nome, Hallstrom perdeu a distribuição wide que viria a ganhar depois devido aos bons resultados do filme, comerciais que surpreenderam ate o proprio produtor do filme, já comercialmente a mediania que ilustra todos os outros filmes do realizador.
Este filme, tem como virtude a originalidade do contexto em que cria uma historia de amor, vulgar e tipica de dramas romanticos sem grandes alaridos, contudo é nos pormenores que o filme tem as suas mais valias, a forma comica com que relaciona o poder politico, a intrasigencia e diferença de personalidade entre o casal principal e consequentemente a quimica que cresce entre ambos sao os pontos mais positivos de um filme que perde pela falta de ritmo, pelo rigos britanico algo exagerado em determinados contextos, e por algum esteriotipo como filme que muda a sua personagem e o conduz para um ser melhor.
Outro dado interessante do filme, é a satira politica, actual mas ao mesmo tempo feito sem a dureza ou o crescimento para tornar o filme, demasiado cinzento, e que acaba tambem por ser o contexto de uma historia de amor, que tem um bom lançamento mas que acaba por se perder em demasiado facilitismo, na maneira como faz alguns atalhos narrativos perceptitados.
Nao sendo uma historia de amor para a eternidade estamos perante um filme suave, com uma toada positiva, que em termos romanticos tem bons momentos, mas que em outros sofre de maturaçao demasiado precoce sem amadurecer, as opçoes narrativas nem sempre sao as melhores e o ritmo do filme por vezes é tão paciente como a pesca, mas acaba por ser um filme com pontos originais, numa historia nem sempre tão original, mas que pela suavidade conquista em parte alguns espectadores.
O filme fala no projecto de uma executiva junto de um enviado no Ministerio do Reino Unido e um Sheik daquele pais do oriente, que ao mesmo tempo vai de encontro a um primor politico por parte do poder de inglaterra, a luta entre a fé e a ciencia entra em contacto quando se desenvolve uma historia de amor, entre duas pessoas diferentes.
Em termos de guião o filme tem um contexto interessante e diferente, pese embora demasiado parado e monocordico, que por um lado permite uma boa caracterizaçao das personagens mas por outro lado parece sempre limitá-los a espaços onde as personalidades não combatem tanto, ou seja parece uma narrativa bem idealizada, mas em termos de procedimentos acaba por nem sempre ser tão inuitiva como devia ser.
Hallstrom e um realizador de historias de amor, esteticamente fortes, aqui e pese embora esta questão passe em  momentos para segundo plano, nota-se a prediçeçao do realizador por estes momentos com a intervenção por vezes exagerada no reflexo da agua, como novidade algum arrojo comico, como por exemplo a forma como nos da as comuniçoes por computador.
O cast tem personagens interessantes principalmente a masculina, efectuada a medida do mais rigoroso e britanico Mcgregor, a personagem encaixa perfeitamente naquilo que o actor mais nos oferece tradicionalmente, nao e um papel marcante na sua carreira mas a continuidade de um actor que conjuga bem alguma vertente mais comica e suave, com a intensidade e rigidez britanica, Blunt tem a suavidade de um papel obvio e facil, que encaixa bem, sem deslumbrar, por fim Scott Thomas num papel mais descntraido e que na minha opiniao e a formula onde encaixa melhor.

O melhor - A diferença das personalidades.

O pior - O contexto pese embora original condiciona a força da historia.

Avaliação - C+

Friday, July 06, 2012

Lockout

Desde quinto elemento que o francês Luc Besson se entregou não só em termos de realização mas também em termos de produçao em filmes de acção simples baseadas em premissas que visam a gloria de uma personagem, depois de ter voltado ao cinema de grande publico com Taken, tentou este ano com a mesma protagonista o sucesso com este filme, contudo com resultados muito diferentes, se criticamente não passou de uma indiferença reprovatória, ja em termos comerciais as coisas foram bem piores, com resultados mediocres, para o que normalmente o produtor consegue.
Este Lockout e um filme futurista com poucos meios, onde a vertente idologica e totalmente ultrapassada pela tentativa de fazer um filme com dois preceitos, tornar a tarefa do protagonista quase impossivel, e por outro lado em termos de sequencias de luta oferecer uma componente estetica que normalmente não e trabalhada. O problema e que o filme e em quase tudo vazio, principalmente porque tenta criar uma intriga interessante no inicio e no fim do filme, mas a ligação é tão espassada, e tanto tempo deixada ao abandono que quando regressa ja ninguem se recorda da existencia da base inicial, principalmente porque no meio temos um filme simples linear, que nos coloca claramente nesse mesmo modo. Ou seja um filme que a espaços tenta ser complexo mas que o vazio no meio nao permite crescer.
Outro dos problemas do filme e o protagonista e construção de uma personagem com tiques de vedeta entregue a um humor demasiado forçado e que acaba que o filme e os espectadores nao consigam ter relaçao com uma personagem demasiado fora do realismo.
Por bem temos algumas sequencias de luta e o caracter estetico das mesmas a espaços, contexto onde o seu produtor, consegue manobrar como poucos em normalmente entidades futuristas desenvolvidas mas que neste filme quase so servem de contexto.
O filme fala-nos de um ex agente do CIA que depois de preso e inserido numa missao que é salvar a filha do presidente dos EUA que se encontra refem numa prisao de reclusos bastante perigosos.
O argumento perde essencialmente por falta de coerencia, a tentativa de efectuar um filme simples de acção com o contexto inicial e final nao conjuga e nao integra partes, para alem da clara falta de gosto na definiçao penso eu comica da personagem central.
Mesmo sem meios e sem arrojo neste particular, o filme tem em momentos caracter estetico principalmente quando fora do espaço, de resto as sequencias de luta bem treinadas que faz de Besson um autor na materia.
O cast tem um Pearce fora de papel de um actor que funciona em papeis mais complexos e fortes emocionalmente, como heroi de acçao claramente nao resulta e o filme perde muita força com isso, por outro lado Grace apenas e uma boneca com pouca envolvencia, mesmo os viloes perdem por disperssão.

O melhor - As sequencias de luta.

O pior - A personagem central

Avaliação - C-