Thursday, June 07, 2012

Big Miracle

E normal nas epocas mais paradas do ano surgirem filmes familiares sobre historias reais que pautam a relação e ligação entre humanos e animais nos mais diversos contextos, este ano começou logo no primeiro mês este pequeno filme sobre a força de um numero de pessoas de forma a salvar um grupo de baleias no alaska e o envolvimento politico neste mesmo facto. Os resultados criticos foram a mediania tipica neste tipo de filmes familiares baseados em factos veridicos, ja em termos comerciais terreno mais propicio para este tipo de filmes, os resultados foram eles bastante curtos, nao entusiasmando os espectadores do cinema.
O problema de filmes sobre historias reais familiares e a dificuldade dos mesmos serem mesmo veridicos ou parecerem ser, ou seja, parece sempre que os filmes, tem sempre um exagero em termos de se tornarem exageradamente positivos e pouco concretos e detalhados nos seus elementos mais especificos, isso torna o filme demasiado pastoso, quase sempre pouco interessante, a não ser por um ou outro conceito que apenas se conhece no inicio ou no fim do filme.
E daqueles filmes recheados de boas intençoes, mas nem por isso o filme consegue ser um bom exercicio creativo, sendo apenas mais uma historia para preencher os domingos a tarde de um canal generalista, sem grande intensidade, e mesmo nos momentos em que tenta ligeiramente ser uma comedia o filme quase nunca resulta.
Vale apenas e tem como principal trunfo a contextualizaçao espacial e cultural num terreno desconhecido da maior parte do grande publico, o filme acaba por nos dar uma imagem exagerada mas ao mesmo tempo interessante sobre o Alaska um paraiso gelido perdido na parte superior do continente americano, e que e neste filme o unico ponto novo claro que nos tras.
A historia fala de um grupo de pessoas que se unem em torno da tentativa de salvar um grupo de baleias que se encontram presas num pequeno espaço no interior do alaska, apos a solidifaçao de uma massa de agua, ou seja estas pessoas vao se unir em torno de um objectivo comum mesmo com as suas diferenças.
O filme tem um argumento frouxo, quase sempre demasiado pastoso sem intensidade e sem rasgo de creatividade e originalidade, para um filme que se fixa em dados reais era necessario maior rigor em alguns pontos o que acaba por quase nunca aparecer, sabendo sempre a pouco a narrativa que o filme nos tras.
Tambem em termos de realizaçao Kwapis tem um filme mais rigoroso do que as suas comedias anteriores, mas parece-nos mais descuidado na forma como filme personagens ou com se preocupa com alguns vectores emocionais num realizador de nivel baixo em hollywood dentro do registo que nos habituou.
Por fim em termos de cast um elenco com actores tipicos em filmes deste genero familiares, num registo cinzento alias como todo o filme, com o aparecimento de outros desaparecidos como Danson ou Mulroney, enfim muito pouco a sublinhar.

O melhor - O Alaska profundo.

O pior - O tom demasiado baixo do filme.

Avaliação - C-

Tuesday, June 05, 2012

Snow White and the Huntsman

Desde que foi lançada a promoçao do filme observamos que estariamos perante uma disputa entre dois filmes diferentes apostados em tentar fazer a reinvençao do conto da Branca de Neve, um mais infantil e musical e outro um blockbuster de verão com muitos efeitos especiais, batalha e acima de tudo algumas das estrelas da moda. Dai que a aposta natural seria neste filme, mais de estudio e mais apostado em triunfar nas bilheteiras. Os primeiros resultados sao positivos para o filme sem serem maravilhosos conseguiu uma consistencia que alguns poderiam duvidar, mesmo que criticamente as coisas nao tenham passado de uma cinzenta mediania.
E o que se pode dizer deste filme e rápido ou seja o filme apenas consegue sair da mediania para entrar na mediocridade em alguns pontos fundamentais do filme, desde logo podemos dizer que estamos perante um filme que quer ser epico mas ao mesmo tempo vem recheado de sequencias de acçao quase sempre vazias e sem intensidade. Com a personagem do Huntsman quer ser engraçado mas rapidamente cai na lamechice sem qualquer tipo de fundamento para uma personagem assim. E por fim quer ter a intensidade narrariva, que perde em imagens da personagem central quase sempre sonambula que adormece o filme para graus de uma monotonia que nao entra em sintonia com um blockbuster de verão.
Mas para estes pontos negativos gerais tem alguns pontos positivos especificos desde logo em termos do aspecto estetico do filme, de primeira linha com uma boa montagem, direcçao artistica e fotografia com meios e sentido estetico de primeiro nivel, por outro lado a caracterização e mesmo a quimica dos anoes, acabam por dar uma naturalidade e uma toada menos pesada a um filme, que tem dificuldades em se assumir como uma produto de divertimento sem ter qualidade narrativa para mais, acabando por se tornar quase sempre num filme cinzento.
Ou seja um filme basico, quase sempre pelo caminho mais facil que perde por ser demasiado rigido e sem cor, fruto de um guião pouco interessante mais preocupado na grandiosidade de algumas sequencias do que propriamente trazer o filme para proximo do entertenimento do espectador.
O filme fala da historia ja conhecida da branca de neve, numa vertente mais fisica e militar, sem perder nenhum dos seus pontos centrais, da historia conhecida de todos nos.
O argumento e uma das grandes brechas do filme, nao so porque normalmente faz os dialogos serem baseados em frases feitas por demais utilizadas o que torna as personagens pouco coerentes, e quase sempre demasiado lineares, falta humor e intensidade a um filme que tem no argumento talvez o seu maior problema.
Rupert Sanders foi uma aposta surpreendente para um projecto com tantos meios, e acaba por ser por ele que o filme nao entra num declineo total na riqueza estetica e algumas soluções que demonstram um realizador arriscado, com sentido de filme que com outro guiao podera ter filmes e construir uma carreira com outro tipo de qualidade.
Por ultimo o cast, talvez os fãs de twilight nunca mais me vão ler, mas Stewart e daquelas actrizes que nao muda o registo seja que filme interprete e pior que isso em nenhum convence, aqui e um autentico festival de uma interpretação vazia, que nem nas vertentes mais fisicas deixa de ser débil, uma actriz com sorte a mais para tantos lapsos interpretativos. Hemsworth esta a vontade numa personagem bruta semelhante a Thor a personagem que o ira marcar para o resto da carreira, ja que nao me parece existir força para alterar este sentido, e por fim Theron que esteticamente e perfeita no filme, em termos de interpretaçao nos momentos mais intensos nao consegue atingir os niveis que ja demonstrou em filmes isolados.

o melhor - A fotografia do filme.

O pior - Entre outras coisas Stewart.

Avaliação - C-

Saturday, May 26, 2012

MIB - Men in Black III

Pois bem mais de uma decada depois do sucesso que foi os dois primeiros filmes de Men in Black a equipa juntou.se para fazer um terceiro filme, com o espaço para amadurecer a ideia e acima de tudo para arriscar na mesma, com a introduçao de novos segmentos e claro do omnipresente 3d. O resultado ainda nao e perceptivel, se em termos criticos as coisas correram medianamente entre o sucesso do primeiro filme e o floop completo do segundo em termos comerciais so no final desta semana podemos ter uma previsao do que vale este produto.
Men in Black 3 e uma mistura dos dois primeiros filmes, por um lado adopta uma postura mais simplista e linear no guião mais proximo do primeiro filme, mas por outro lado em termos humoristicos uma vertente muito importante do filme, nunca consegue ser um filme com natural piada, acabando por funcionar bem melhor como filme de acçao do que propriamente como uma historia com piadas funcionais.
Pese embora tudo isto e um filme que com o seu decurso vai ganhando intensidade e acima de tudo vai funcionando melhor, nao so porque o argumento aos poucos parece ir encontrando novamente as personagens que se sentem algo desconfortaveis no inicio, mas que no fim ja funcionam na maquina hollywoodesca no seu terceiro episodio. Pese embora tudo isto parece claro que o filme não nos parece fortemente para colocar a febre instaurada pelo lançamento do primeiro filme, mas podera funcionar como uma bela homenagem ao que ja foi feito, sem medo de arriscar na introduçao de aspectos interessantes e originais, como a viagem no tempo que acaba por ser bem feita e orientada, sendo o grande problema do filme a forma com que o humor custa a resultar talvez por estar algo desorientado temporalmente.
Ou seja um filme com maior produçao dos seus antecessores, mais espetacular em efeitos com um uso natural mas quase desnecessario do 3d mas que perde pela falta por vezes de graça natural, pese embora a acção e a intensidade narrativa va conseguindo ganhar folego ao longo de todo o filme.
A historia tras-nos novamente a equipa mais conhecida de MIB ou seja os agentes J e K, contudo apos o regresso de um detido perigoso o segundo acaba por morrer, e para impedir que isto aconteça J tera que recuar no tempo e formar equipa com K mais novo de forma a salvar nao so a vida deste mas tambem a terra onde vivemos.
Em termos de argumento se no planeamento narrativo e um filme que vai do menos ao mais, com um final interessante e bem montado, o filme perde muito tempo em definir uma narrativa simples que neste tipo de filme acaba por ser uma mais valia. nao e um filme de grandes personagens, mas o pior mesmo acaba por ser a incapacidade de fazer funcionar o filme em termos humoristicos.
A realizaçao de Sonnenfeld e a propria deste tipo de filmes com mais meios e utilizando-os bem o realizador tem nesta saga a sua imagem de marca com a sonorização de Elfman a dar um ambiente gotico infantil que o filme quer para si, pode nao ser um primor de realizaçao mas e um filme com estilo proprio.
Em termos de cast falar de Will Smith e Lee Jones na mesma frase e falar de MIB foi dos papeis mais marcantes de cada um e neste filme pese embora a idade avançada notoria de ambos o certo e que o filme sao eles naquele, fato para K mais novo uma escolha que me parece mais acertada fisicamente como Brolin do que propriamente em termos de interpretação onde nunca transmite o rigor de Lee Jones, mesmo assim uma escolha obvia.

O melhor - A revelação final

O pior - A falta de graça do filme em termos de humor..

Avaliação - C+

Sunday, May 20, 2012

W.E.

É natural que o mediatismo de Madonna como figura publica chamasse a atenção para a sua estreia como realizadora de cinema, esta sua obra de estreia lançada em diversos festivais com o carimbo de candidato a oscar, rapidamente desmoronou-se com uma recepção bastante negativa e criticas bastante desfavoráveis a um filme que queria demonstrar uma vertente mais seria da cantora agora realizadora, e se em termos criticos as coisas foram um desastre em termos comerciais não foram bastante melhores com dificuldades de divulgação o filme também não se conseguiu impor comercialmente.
Podemos desde ja dizer que Madonna arrisca para estreia tentando fazer um filme de paralelismo algo feminino sobre prespectivas de amor em epocas diferentes e a forma como uma inspira a outra, mas nem sempre um bom objectivo se transfere para um bom filme e neste caso muito pelo contrario já que estamos perante um filme que falha quase todos os seus objectivos, tornando-se em momentos absurdamente mal executado.
O grande mal do filme começa na forma narrativa, uma boa ideia nem sempre conduz a um bom argumento e neste filme isso esta bastante patente no inicio ao fim do filme, os pontos mais importantes da historia amorosa de base e colocada de lado para enfatizar os efeitos da mesma, uma vez que se centra no seio da familia real inglesa, mas por outro lado na historia mais actual e precisamente o contrario, conjugando mais a parte da aproximaçao e seduçao, ou seja o paralelismo que o filme a espaços quer fazer acaba por nao existir por este desencontro natural.
Outro grande problema e a tentativa do filme ser demasiado estetico e quando se quer fazer um filme nestes moldes um aspecto como experiencia separa um filme bem executado de uma manta de retalhos esteticos como infelizmente este filme se torna.
A agravar tudo isto temos uma ação demasiado lenta, quase sem grandes motivos de interesse, claramente parcial na forma como adopta a figura feminina como vitima das circunstancias de vida, num filme que claramente nao demonstra o jeito da artista para estas lides ja que erros de palmatoria estao presentes e condicionam por completo o filme.
A historia fala do romance proibido do príncipe Eduardo, e a forma como esse romance com uma mulher casada vai inspirar uma apaixonada pela historia em conflito na sua relaçao com um peculiar segurança russo.
O argumento e confuso, quase sempre incidindo mal sobre partes irrelevantes, parcial e esteriotipado na construçao de personagens, ou seja um argumento mal formulado, que podera ter uma ou outra ideia de base interessante, mas que nao funciona como um todo.
A realizaçao de Madonna tem um aspecto interessante ou seja as ideias estao la para o filme ter um carácter  estetico contudo nao a consegue concretizar na pratica, muitas vezes as sequencias de estilo demonstram ser demasiado forçadas, com experiencia podera melhorar, mas precisa de muito caminho a trilhar para o sucesso.
No cast nao existe grande risco actores de um segundo plano em Hollywood a um nivel mediano, alguns deles mais baixo como Darcy, vale a qualidade interpretativa de Cornish uma verdadeira figura de hollywood que necessita de um grande filme, que não este para saltar para primeiro plano de hollywood.

O melhor - Alguns segmentos da historia actual

O pior - O argumento.

Avaliação - C-

Wednesday, May 16, 2012

21 Jump Street

Desde que foi anunciada a adaptação cinematografica de uma das series mais conceituadas dos anos 80 que a atenção este virada para esta produção, desde logo porque as informações anunciavam a entrada de Depp com um cameo, bem como a escolha de protagonistas e o sentimento que o mesmo tipo de humor estariam novamente presentes. As primeiras avaliações ainda tornaram a expectativa maior com resultados criticos e de bilheteira interessantes demonstando ainda se tratar de um produto comercialmente interessante.
Confesso que pese embora assisti-se à serie nao me recordo de pormenores da mesma, e penso que o filme tem diferenças substanciais da mesma, desde logo em termos de humor, mais actual e acaba por ser o ponto onde o filme aposta mais, assumindo-se como uma comedia de acçao tipica dos anos 80 com a pimenta de uma boa comedia.
E pese embora estes ingredientes estejam divididos de uma forma equalitaria o resultado nem sempre e o melhor, ou porque o humor nao consegue quase nunca conduzir a gargalhada, ou porque a intensidade da acção nunca e aquela que prende o espectador à parede, ou seja temos uma mistura que transforma o filme num objecto algo estranho a primeira vista, com identidade propria, mas que contudo nao e um filme que nos agrada a primeira, pese embora existe vectores positivos facilmente identificaveis.
Um dos segredos do filme e a quimica entre protagonistas que e um ponto essencial para o proprio filme, neste particular o filme escolhe bem e por vezes ate exagera no sentimento de equipa que quer empregar a todo o filme.
A historia fala de dois amigos que se tornam policias juntos e que depois de falharem nas tarefas diarias da profissao sao conduzidos para uma equipa especial de infiltrados no liceu de forma a tentar descobrir uma rede de trafico de uma nova droga perigosa.
O argumento e original nao so no formato irreverente que o filme tem, como no proprio humor que utiliza, contudo ao balançar muito entre generos acaba por ter dificuldades em encaixar em algum deles, nao criando sempre humor fora de serie.
A realizaçao tem bons momentos, principalmente nas sequencias de acçao e na forma como filma alguns pontos de vista, tem momentos originais e mesmo nao sendo uma sintese propria com estetica assumida tem uma realizaçao ritmada para o filme.
Em termos de cast a aposta em dois actores diferentes funciona principalmente em termos de duo, por um lado o lado mais fisico e nao menos comica de Tattum, funciona melhor do que o aspecto patetico de Hill, contudo o filme debruça-se mais sobre o segundo e acaba por danificar alguns pontos o prorpio filme, que deveria apostar no contrario.

O melhor - O risco do humor.

O Pior - Ele nem sempre funcionar.

Avaliação - C+

Tuesday, May 15, 2012

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Monday, May 14, 2012

Dark Shadows

Desde sempre que o imaginario de Tim Burton foi para mim enquanto cinefilo um dos prazeres maiores da setima arte a forma estetica e simbolica com que coaduna mundos é uma dadiva ao cinema e o seu reportorio de filmes uma homenagem a todos como eu se dedicam aos filmes. Para este ano tinha em mente e com expectativa o seu lançamento de Dark Shadows novamente com johnny deep e num imaginario que encaixa como uma luva naquilo que Burton foi conseguindo. Contudo com as primeiras avaliações as coisas nao foram tao positivas como os mais retoricos pareciam advinhar, alguma mistura nas criticas nao era o inicio esperado, e mesmo comercialmente a aposta de suceder a Avengers retirou-lhe algum poder comercial que o filme poderia ter tido, mesmo assim o resultado foi minimamente consideravel. Restava o mais importante ver o filme.
E desde logo digo que o filme frustrou em algum sentido as minhas expectativas, nao porque Burton nao tivesse lutado pelo filme, nota-se a sua imaginaçao o seu sentido estetico o seu mundo, de uma forma mais natural e encaixada talvez que nunca, os primeiros vinte minutos de filme podemos dizer que sao dos melhores que Burton nos deu do seu mundo, da sua estetica do seu simbolismo, mas depois tem graves problemas em fazer o filme se definir ou como comedia, como filme dramarico familiar, ou filme de vampiros, no final temos uma confusao de um filme que nao sabemos bem o que é, agradavel em todos os niveis produtivos por vezes engraçado e como uma conjugação temporal interessante mas que lhe falta ritmo intensidade, quase sempre demasiado parado e pouco apostado em dois aspectos que podiam ser o trunfo de Burton, o humor, menos tipico no realizador e o simbolismo, sempre consumido pela para anormalidade demasiado castradora do filme.
Pode se dizer mas Dark Shadows e isto a serie e isto, mas nos sabemos que Burton e mais que isto, que altera filmes que cria mundos e sabe a pouco perceber que o filme ou a historia nao e tao rica como Burton a queria tornar, e isso nota-se na introduçao ao filme, do melhor que Burton fez para os seus filmes, pena e que depois a historia nao acompanhe e se perca, principalmente em termos de humor onde parece que o filme quase que desiste para nao se tornar demasiado vulgar.
Mesmo com estes defeitos vincados estamos perante um filme que nos tras a maior parte das qualidades de Burton, esteticas e creativas, com o esquizoide tipico mas que fascina tudo e todos ao longo do tempo e o torna num dos realizadores mais influentes da actualidade.
A historia fala de uma familia Collins que observa o seu vampiro antepassado regressar em pleno anos 70, de forma a tentar resolver o negocio da familia, contra a sua enimiga de sempre e a causadora de todo o sofrimento da sua familia.
O problema do filme esta no guiao como todo, pese embora tenha partes interessantes e extremamente creativas, perde-se emocionalmente nas persoangens mas acima de tudo perde-se na intensidade e na historia central, quando o talento de Burton nao e acompanhado na historia o filme tem mais dificuldades de resultar.
Burton e um iluminado e neste filme demonstra mais uma vez nao so nos esquemas mentais tipicos, e na excentricidade que sempre trouxe aos filmes mas aqui tambem na forma com que consegue conjugar com outros aspectos como o culto dos 70, num exercicio quase perfeito de realizaçao.
O cast e excepcional se Depp e Pfifer ja tinham dado mostras do seu maior valor com Burton, onde sao personagens perfeitamente encaixadas no seu imaginario, Hackey e principalmente Green conquistam o filme, alias somos tentados a dizer que nunca uma atriz encaixou tao bem numa personagem femenina de Burton como Green faz neste filme, roubando quase sempre as cenas ao já alter ego de Burton, Depp.

O melhor - Os primeiros vinte minutos de cinema de arte.

O pior - Ser narrativamente um filme menor do realizador.

Avaliação - B-

Saturday, May 12, 2012

The Lucky One

A adaptação de obras de Nicholas Sparks ao cinema e tão rotineira que muitos ja consideram em parte um genero proprio do cinema actual. Pois bem este ano o registo e semelhante a todos os outros com a diferença que a liderar o cast se encontra Zac Efron um heroi adolescente muito ligado aos filmes Disney. Os resultados porem nao sao sempre semelhantes e neste caso alguma falta de qualificação critica do filme reuniu-se a também um valor comercial pouco valido tornando este filme um fracasso relativo.
O grande problemas nas adaptaçoes dos livros de Sparks e tentar dar ao filme um bom ritmo ou tirar um obra assim alicerçada em algo mais do que uma historia de cliche de amor, e neste caso o filme nao consegue e mais do que isso nunca o tenta efectuar, optando sempre pelo estilo de filme pausado, quase sempre idilico na fase inicial, e mesmo a introdução do elemento dramatico que costuma ser o grande sentido dos livros de Spark neste filme e quase diluido em outras opções em dar um filme mais claro e com um final mais proximo daquilo que o espectador deste filme, ou seja tipicamente feminino assim querem.
E daqueles filmes que aos dez minutos ja sabemos completamente tudo o que vamos visualizar e da forma que vai ser feito, ja que nao traz consigo nenhum aspecto surpresa nem este objectivo esta em algum momento patente no proprio filme, e daqueles filmes que poderia ser facilmente enviado para video mas conhecesse a dificukldade de fazer isto a uma adaptação de um best seller, mesmo assim muito pouco para um filme que nada traz em nenhum teor para o cinema actual.
A grande vantagem do filme centra-se em apresentar uma visão mais adulta da obra  de Sparks um bocadinho aquilo que já tinha sido efectuado em notebook, tirando o registo conto de fadas que muitas vezes este filmes caem facilmente.
A historia fala de um ex militar que apos o regresso da regua acaba por procurar uma mulher que encontra numa fotografia durante a guerra, altura em que começa a estabelecer com esta mais que uma relação profissional, uma relação amorosa e mais do que isso familiar, contudop essta ja tem uma vida efectuada.
O argumento e a historia tipica de Sparks com personagens quase desenhadas em termos de perfeição moral, mas ao mesmo tempo muito distantes da realidade, ou seja parece sempre personagens demasiado positivas em contextos negativos, aqui mais do mesmo contudo sem a riqueza de historia e de dialogos de personagens de outros tempos.
Scott Hicks apos Shine foi considerado uma das maiores promessas do cinema futuro, contudo nunca a conseguiu realizar com um segundo flme de nivel consideravel, foi sempre demasiado preso a historias ja feitas e mesmo em termos esteticos nunca conseguiu marcar uma identidade que e sua, acabando como mais um obreiro menor de grandes estudios, sem grande referencia como neste filme.
Em termos de cast o objectivo parece-nos dar caras bonitas para o casal protagonista e isso conseguem, mesmo que Efron nas partes em que a sua personagem tem que ser mais adulto e fisico parece nunca encaixar no prototipo da personagens, uma vez que parece sempre demasiado jovem para a mesma, mesmo assim estamos perante um filme que nada exige neste particular.

O melhor - O caracter adulto de alguma fase do filme.

O pior - Sparks ao pior registo


Avaliação - C-

Friday, May 11, 2012

Chronicle

Pois bem o ano começou com uma surpresa sem precedentes em termos de originalidade e sucesso instantaneo de um filme sem grandes estrelas, mas que chamou a atençao pela seu enigma, os resultados foram bastante positivos para um filme lançado em Janeiro sem no entanto deslumbrar, ja em termos criticos as boas avaliações acabaram por ser a maior vitoria para um filme surpreendente.
Chronicle figurara certamente em algumas listas dos melhores filmes do ano, nao porque traga uma historia diferente, ou talvez traga, mas acima de tudo porque respira irreverencia e originalidade nao so na forma planeada com que e feito, atraves de sequencias de camaras casuais uma escolha que se reveste como o as de trunfo do filme.
Outro ponto positivo e que embora seja um filme tipicamente adolescente nos tras muitos temas novos como a forma com que se lida com a força e com o poder ou entao aquilo que e mais importante no filme a descoberta de nos proprios com todos os meios, aliado a isto temos uma produçao que pese embora tenha sido poupada tem efeitos de primeira linha que tornam o filme um concorrente de primeira linha com as grandes apostas de grandes estudios.
E daqueles filmes que dificilmente sai na retina, um pouco proximo do que tinha acontecido com Cloverfield com a diferença que as imagens sao mais certinhas e por outro lado tudo e exposto em prol de uma estetica mais compentente, num filme que da uma lofada de ar fresco a um terreno que nem sempre tem conseguido ser o mais original nos ultimos anos.
O filme fala de um grupo de tres jovens que depois de encontrar uma estranha substancia acabam por ganhar poderes quase incomparaveis ao contrario de muitos filmes a historia nao procura explicaçao para isto mas sim a forma com que cada um lida com isto no seu contexto.
O argumento e original, nao perdendo o espirito adolescente temos um filme diferente numa abordagem complexa e corajosa que nao precisa de acentar em grandes personagens nem grandes dialogos para ser um filme intenso e rico em termos de argumento.
A realizaçao e o segredo do filme a escolha por este tipo de filme acaba por tornar tudo mais real intenso e ao mesmo tempo assustador, o filme e complexo no que transmite e acima de tudo na forma como traz a si os generos que quer preencher acabando por beber um pouco de todos.
O cast recheado de jovens desconhecidos nao e brilhante mas tambem nao e este o foco que o filme quer dar, mesmo assim a competencia esta presente e da ao filme tudo aquilo que ele necessita.

O melhor - A originalidade do argumento e do formato.

O pior - Os cliches de filme de adolescente residuais.

Avaliação - B+

Thursday, May 10, 2012

The Raven

Pois bem, muitos pensaram quando saiu V de Vingança que estavamos perante mais um realizador de excelencia ou seja alguem capaz de produzir e realizar filmes com uma versatilidade diferença e juntar o culto de um blockbuster de primeira linha com tiques proprios sempre aperciados neste tipo de cinema. Contudo a falta de força o seu primeiro filme, e alguma falta de mediatismo deste filme levaram a que de The Raven nao concretizasse nada nem em termos criticos onde as avaliação nem sempre foi muito positiva para o filme, mas acima de tudo em termos comerciais onde as coisas tambem nao correram bem a um filme que pode ter muita boa vontade mas isso so, nunca chegara.
The Raven e um tipico filme policial sobre um serial killer com o ingrediente interessante de trazer consigo a figura mitica do escritor Allen Poe, num misto das suas historias e com a sua mente algo deslocada, o certo e que o filme consegue a determinados momentos ter intensidade, contudo por outro lado nao consegue a ter quando mais precisa dela ou seja no momento do seu final, dai que ao longo do filme vamos passando do fascinio pela forma interessante com que o filme e realizado para a descoberta de pontos de pouca ou nenhuma qualidade, desde logo na construçao das personagens demasiado esteriotipadas, e ao facto de nao ser um filme objectivo no seu enredo, mesmo que tudo peça isso, o filme quer sem mais complexo do que aquilo que realmente consegue ser e sabe sempre muito a pouco aquilo que realmente o filme tem para nos dar.
The Raven quer ser um filme negro, e violento mas tem medo disso denota-se na forma com que controla os seus impulsos mais sanguineos e isso nem sempre e uma vantagem porque cria no filme alguma crise de identidade que nao e facil recuperar. Mas isso normalmente ate e conseguido ultrapassar com a forma e intensidade psicologica que o filme adquire, mas de resto muito pouco a registar com particular destaque negativo para a forma com que o filme se finaliza.
A historia fala de um serial killer que começa a cometer crimes baseados nas obras mais desviantes de Allen Poe, contudo para conseguir capturar o proprio escritor torna-se no auxiliar mais proximo da investigação tentando desvendar e acima de tudo advinhar os proximos passos do criminoso.
O argumento nao e particularmente perfeito, principalmente na pouca riqueza que da aos suas personagens principalmente a central que os seus dialogos ricos em semanticas nada transmitem de si e o filme perde particularmente com isso, depois a falta de organizaçao de intensidade leva a um final frouxo que condiciona a avaliação de todo o filme.
O unico aspecto que me parece meritorio do proprio filme e a realizaçao e a forma como o realizador capta as imagens muito sentido estetico de um filme que ate nem precisa de tanto, pena e que neste caso o realizador nao tivesse a acompanhar um argumento que permitisse outros voos.
Em termos de cast muito pobre apostar em Cusack nesta altura para liderar um filme parece sempre uma escolha secundaria porque trata se daqueles actores presos a uma imagem e que provavelmente nunca saira da mesma, e mesmo em personagens diferentes como estas rapidamente cansa o espectador, nos secundarios pouco ou nada a registar.
Salienta-se ainda o generico final, interessante mas totalmente fora do resto do filme.

O melhor- A fotografia

O pior - A intensidade final.

Avaliação - C

Saturday, May 05, 2012

Albert Nobbs

Existe filmes que desde a sua estreia ou mesmo da sua produção que ficam intimamente ligados as interpretaçoes que lhe vão dar alma, para o ano 2011 existiu um em que isso ficou
 mais evidente do que nunca, era este Albert Nobbs onde Glen Close interpreta uma especie de mordomo masculino, a procura do seu sonho. o resultado do filme em termos comerciais deixou muito a desejar principalmente pelo pouco valor comercial que o filme teria. Em termos criticos tambem esteve longo do sucesso que muitos esperariam e que poderia valer oscar a Glen Close mesmo assim as coisas ate foram positivas para a sua interpretação. Albert Nobbs pese embora seja um filme tradicional britanico nao tem o rigor dos filmes tipicos dos britanicos e um filme com um ponto interessante relacionado com a sexualidade e forma com que esta e aceite, e acima de tudo e um filme instavel narrativamente o que acaba por ser um dos seus maiores segredos principalmente pela indefiniçao que o espectador observa e que nunca consegue perceber como a historia vai acabar.
E certo que a determinada altura como a maior parte dos filmes britanicos a este filme falta um bocadinho de intensidade principalmente na personagem central sempre demasiado silenciosa e em vivencias internas que muitas vezes nao transparecem para o espectador, mas a formula e o costume do filme acabam por se tornar as suas mais valias num filme simpatico interessante e intenso, sobre um tema que mesmo tratado em termos de filme da epoca ainda se torna algo actual nos nossos dias.
E daqueles filmes que tem como o seu grande segredo a interpretação das alterações de sexo e um pouco a interioridade dos negocios hoteleioros antigos os rigores constrastantes com a imagem fundamental para o negocio, e daqueles filmes bem contextualizados temporalmente que perde por alguma falta de chama a espaços, mas que nao compromete o filme.
A historia fala de uma mulher que se disfarça toda a vida de homem para ser mordomo em um hotel, enquanto guarda um dinheiro para o seu sonho, casar com uma mulher e construir uma loja de tabaco onde trabaralhariam os dois.
O argumento e interessante nao so no nivel simples do seu inicio mas acima de tudo na forma como este se desenvolve com avanços e recuos que fazem o filme ser surpreendente em decisoes que toma acente em duvidas e conflitos de personagens que contudo nem sempre sao construidas da melhor forma algo demasiado ambiguas.
Um britanico a fazer um filme destes nao seria noticia agora um colombiano a fazer um filme de costume britanico e interessante pelo rigor do costume que o filme tem, e por ser rico em imagens principalmente na simplicidade dos momentos em que entra na cabeça da personagem central. Tem ainda como grande aliado a caracterizaçao de primeira linha.
EM termos de cast falar das prestações de Close e Mcteer e falar do que de melhor se fez femininamente o ano passado, com um filme mais consensual provavelmente teriam obtido as duas galardoes ainda mais significativos, assim fica apenas duas pretações assombrosas que levam o filme consigo para um patamar mais elevado.

O melhor - AS interpretações de Close e Mcteer.

O pior - Existir momentos em que o filme se perde em personagens que nada trazem

Avaliação - B-

Tuesday, May 01, 2012

The Avengers

Pois bom um dos filmes mais aguardados do ano ja teve o seu lançamento o acontecimento que seria a reunião de alguns dos mais famosos herois da Marvel, a maior parte dos quais com o seu filme isolado ja lançado ja viu a luz do diz, com toda a poupa e circunstancia que teria direito. Depois da estreia os primeiros resultados pese embora ainda algo primarios dao indicios de resultados extraordinários para um filme sem limites nas ambiçoes. Em termos comerciais e pese embora apenas tenha estreado em Nationwide os resultados forma para ja brilhantes com quase 200 milhoes de dolares do primeiro fim de semana. Contudo a maior surpresa bem em termos criticos onde o filme conseguiu ate ao momento uma fantastica reaçao das melhores no presente ano, e que o tornam por si so um sucesso.
Fazer The Avengers nunca seria um filme facil uma vez que pegar num filme com tantos super herois e tentar fazer um filme que respeite e consiga o devido relevo para todos eles nao e facil, contudo podemos dizer que a primeira barreira e conseguida, mas cedo ou mais tarde ao longo do filme cada um dos herois tem o seu momento de fama de luz das camaras.
A segunda dificuldade seria criar uma narrativa e uma historia de base que podesse englobar tantas realidades diferentes e neste particular o filme tem mais dificuldades a historia de base e demasiado remisturada do que ja temos de cada um o que faz com que nos primeiros 50 minutos de filmes quase nada seja entendido sobre os interesses dos viloes nem tao pouco a razao da chamada de cada um deles acabando o inicio do filme ser um conjunto de gags da interação de cada um dos susper herois.
Contudo o segredo do filme e a deterinada altura tentar abandonar o guiao e dar atençao a forma com que as miticas personagens interagem em situação limite, aqui há tempo para tudo para grandes sequencias de acçao para um projecto extremamente dispendidoso, mas acima de tudo para o humor que é o grande segredo e mais valia do filme, principalmente em termos de duas personagens bem distintas por um lado o ja conhecido refinada convicção de Tony Stark e depois a propria furia de Hulk ´e utilizada muitas vezes em sequencias de humor interessantes.
Provavelmente tivemos aqui o nascimento de um Franchising que podera conduzir a muitos milhoes dolares que acaba por começar bem, sem deslumbrar mas em alguns casos e bem melhor que os filmes isolados com excepçao de Iron Man.
O filme fala de um ataque extra terrestre sob o comando de Loki que obriga a terra a reunir uma equipa especial de super herois para responder a este ataque a dificuldade e tornar pessoas habituradas a trabalhar a solo a perceber o sentido de equipa.
O argumento tem pontos fracos principalmente na forma como o guiao e apresentado e mesmo na historia de base fica a sensação que e optado pelo obvio em vez de algo mais real e acima de tudo mais proximo de cada um. Contudo dos pormenores o filme tem alguma riqueza permitindo o desenvolver na personalidade de cada personagem e bem trabalhada nas formas de humor de si proprio.
A realização advem de alguem longe de grandes produçoes mas que por outro lado surpreendeu o mundo em Serenety, com a capacidade de reunir um bom filme de equipa com um humor que procede a uma quimica interessante, mais uma vez este e o segredo do filme, contudo com mais meios que nao os desprediça no filme grandioso.
Em termos de cast todos os actores sao escolhidos em papeis que ja tinham sido configurados para si, continua a ser o ponto mais brilhante Downey Jr como Iron Man, sendo a escolha de Rufallo para Banner das mais naturais sem grandes perigos. Johansson volta a sensualidade que ja nao aparecia à muito tempo o restante pouco mais que vulgar. A suspresa do filme e Hidlestone num vilao com uma intensidade extremamente forte, bem melhor do que ja tinha feito em Thor.

O melhor - O humor de hulk

O pior - A introduçao narrativa do filme

Avaliação - B-

Monday, April 30, 2012

Battleship

Pois bem um dos filmes mais esperados para o presente ano trazia á baila a adaptação cinematografica de um dos maiores classicos de jogos de tabuleiro com a equipa que produziu o monstruoso Transformers a premissa era forte ou seja um investimento muito elevado, uma grande produção e um conceito ja abordado na anterior saga dos produtores. os resultados ate ao momento positivos, para o inicio de um novo francising bons resultados de bilheteira em Worldwide prespectivando resultados muito fortes no mercado domestico e criticamente pese embora nao tenha passado da mediania o certo e que nao entrou no negativo o que e sempre um risco em filmes como este.
Battleship e um filme de grande orçamento e tem isso em mente ou seja antes de se preocupar com a narrativa ou a construçao da historia o filme preocupa-se em ser grandioso e espetacular, e nestes termos o filme tem bons momentos pese embora longe em termos de dimensao e espetacularidade do que transformers conseguiu.
O problema e que o filme no final nao tem mais nada e se mesmo o seu ponto central nao e nada que ja nao tenhamos visto no final sobra muito pouco para um filme que apenas consegue momentaneamente surpreender os espectadores com um humor esperto que que apenas aparece a espaços porque de resto e apenas sequencias de acçao interminaveis apostada em fazer render os efeitos valiosos que o filme tem.
Ou seja um rotundo vazio de um cinema blockbuster que ultimamente tem voltado novamente ao vazio de outras horas depois de momentos bons nos ultimos dez anos, o grande problema parece no avanço tecnologico cada vez mais forte que faz com que filmes como estes apenas estejam preocupados com o seu aparente valor estetico sendo o conteudo completamente despredicado.
O filme tem uma historia do mais simples que há, ou seja uma invasao extra terrestre uma equipa de marines americanos e a luta, entre isso uma relaçao familiar e uma relaçao com a filha do ptrão.
Em termos de guiao o filme e quase inexistente, personagens vazias em dialogos quase sempre predevinidos por defeito a narrativa e basida sem grande desenvolvimento tornando-se a detemrinado momento um deserto total de ideias.
Peter Berg tem alguns aspectos que devem ser valorizados o de chamar a si numeros elevados para projectos novos, contudo ao contrario de Hanckock aqui as coisas nao foram tao inovadores e espetaculares muito pelo contrario, parece sempre prometer mais do que consegue mesmo com todos os meios e alguns ao seu dispor.
Por ultimo o cast recheado de novas figuras de Hollywood, Kitsch com um ano de sonho não conseguiu conquistar o seu espaço e claro e notoria a incapacidade de liderar tantos projectos como ja tinha sido visivel no super floop John Carte, Decker e apenas uma cara bonita e Saarsgard o unico promissor nao tem meia hora de antena. No meio um Neeson que concilia bons filmes com presenças quase pateticas em filmes de pouca qualidade.

O melhor - Alguns apontamentos de humor isolados.

O pior - O desaproveitar de verbas


Avaliação - D+

Sunday, April 29, 2012

Lorax

Depois de Despicable Me observou-se que o cinema de animação podia ao mesmo tempo ser infantil e transmitir uma mensagem forte sem que a mesma fosse subliminar, trazendo tambem alguns pontos de um cinema mais adulto principalmente na forma como prespectiva o futuro. Pois bem dos mesmos produtores surge outro filme, com uma formula parecida mas lançado no inicio do ano comercial com resultados ainda melhores do que o primeiro desde logo em termos comerciais onde o filme conseguiu resultados bastante fortes mas acima de tudo em termos criticos onde conseguiu novamente trazer boas criticas a grande projectos de animaçao o que nos ultimos anos tem sido mais dificil de obter.
Lorax é um filme que conjuga bem dois pontos positivos interessantes, por um lado um humor inteligente cada vez menos tipico e mais trabalhado no cinema de animação e por outro lado uma mensagem clara directa com uma implicação muito positiva na aprendizagem de algumas crianças, e esse projecto e objectivo do filme esta bem vincado o que torna este filme mais do que bom filme de animação um filme com uma causa propria.
Em termos da historia e da narrativa o filme pese embora nao seja tao forte como os dois pontos que falamos anteriormente tem tambem interesse na construçao de uma realidade futorista interessante e aspectos que normalmente nao sao abordados com tanto realismo no cinema de animaçao de hoje em dia. Esta creatividade aliada aos pontos mais fortes do filme dao um bom prenuncio para um bom ano para o cinema de animaçao cada vez mais preso a sequelas que nada de novo trazem para o genere.
E daqueles filme que pelo seu coraçao podemos por de parte algumas insuficiencias presentes do filme principalmente em termos de qualidade produtiva e mesmo na construçao narrativa ja que estes sao completamente suprimidos pela riqueza moral do filme e pela formula adulta do humor utilizado.
O filme fala de um jovem que para encantar o amor da sua vida, tenta sair de uma cidade criada para descobrir uma arvore verdadeira aqui encontra um velho que lhe ira revelar como estas desapareceram.
O argumento tem pontos interessantes principalmente na forma como da em evidencia a mensagem que quer transmitir e acima de tudo na forma como constroi o seu humor natural, em termos de personagem e desenvolvimento narrativo podia ser mais rico.
Em termos de produçao nao estamos normalmente num filme de primeira linha nao trazendo nada de novo em termos de efeitos ao que ja tinhamos visto, mas este ponto e claramente secundario na analise do todo o filme.
O cast de vozes tem como grande trunfo a escolha de Der Vito para o ser mitico de Lorax a voz encaixa na perfeiçao e e outra mais valia forte do filme, quanto ao resto nada a registar nem positiva nem negativamente.

O melhor - O humor e a mensagem que transmite.

O pior - A nivel tecnico ainda nao ser a primeira linha

Avaliação  B

Saturday, April 28, 2012

Silent House

Depois do sucesso de Martha Marcia May Marlene Elizabeth Olson ganhou um espaço em Hollywood que nenhuma das suas conceituadas irmãs algumas ganharam em termos de estarem ligadas a um cinema independente. Mas era obvio que com a sua imagem e a sua capacidade os grandes estudios ou mesmo as distribuidores iriam estar atentas ao seu futuro e nao esperaram muito para o cinema de terror perceber a imagem que ela poderia ter. Silent House foi um filme algo diferente no genero de terror que nao conseguiu contudo trazer nada de novo a carreira da actriz ja que comercialmente nao foi alem de um floop quase natural e tambem em termos criticos a formula original do filme nao convenceu com criticas medianamente negativas.
Silent House e um filme tipico de terror onde a formula esta inteiramente dependente da forma como a camara se movimenta perante uma casa sem luz, alias o filme e mais que isso ou seja e um filme que nao traz elementos sobrenaturais a nao ser a forma da protagonista ver um mundo passado e regressar e essa formula com todos os pontos negativos que isso podera trazer. E no final de ver o filme e pese embora o entusiasmo nao ser muito perante um filme curto e quase sempre demasiado escuro o certo e que o filme tem mais valias desde logo a formula com que e filmado na primeira pessoa permite o filme ter uma intensidade e um suspense que de outra forma nunca teria, por outro lado a forma com que o filme consegue conjugar elementos ilusorios com a realidade e bem interessante, sendo que os twists finais tornam um filme um bom elemento de um genero nem sempre muito bem trabalhado mas em algumas obras mais singulares com esta aqui em que~stão nem sempre lhe consegue dar o devido valor.
Silent House parece nos aqui dar um contextyo diferente para os proximos filmes do futuro provavelmente nem sempre ira funcionar uma vez que o filme nao conseguiu o sucesso que esperaria mas parece sempre pouco perceber que filmes como este sao ultrapassados por filmes de exorcismos nem sempre tao interessantes.
O filme fala de uma jovem que na companhia do seu pai e da sua irmã vao arrumar as coisas de uma sua ex casa pronta para a reparação nesta altura a jovem começa a ter alucinaçoes e acima de tuco começa a descobrir e a recordar se do passado que quer esquecer.
O argumento e interessante nao na sua construçao demasiada basica, mas acima de tudo na forma como se consegue concluir este ponto da ao filme uma vitalidade que de outra forma nao seria possivel e tira o filme de uma avaliaçao negativa neste setor ja que nao e um filme de grandes personagens ou mesmo grandes dialogos.
A aposta da realizaçao e arriscada por um lado pela carencia estetica total de que o filme ja nao tinha, mas acima de tudo por utilizar a luz ou a falta dela como a formula secreta de um filme, aqui pese embora a avaliação seja positiva parece que existe pontos exagerados como a demasia tremedeira da camara em algumas sequencia.
Em termos de cast e um filme de protagonista onde e pouco posta a prova para alem de uma serie de gritos e fugas e demosntrar medo, mesmo neste e filme e com uma prestaçao vulgarissima a actriz mostra a presença que a pordera conduzir para um futuro risonho.

O melhor - Alguma originalidade da formula

O pior - O argumento nao ser de priemira linha de terror

Avaliaçã - C+

Friday, April 20, 2012

Wrath of Titans

Se existe um filme com meios que se torna um sucesso instantaneo a probabilidade de nos dois anos seguintes surgir uma sequela e quase 100% dai que depois do sucesso comercial principalmente por todo o mundo de Clash of Titans toda a gente percebeu que Perseus iria voltar com mais meios mas com a mesma vontade de amealhar dinheiro. Contudo nem sempre um sucesso inicial se repete, principalmente quando o segundo filme nao é cimentado e surpreendente como o primeiro, como foi o caso desta saga, onde comercialmente as coisas diminuiram bastante de intensidade e por outro lado tambem criticamente o filme acabou por chumbar com avaliações maioritariamente negativas.
Quando uma sequela de um filme de ação mas complexto regressa sem a complexidade ou mesmo a intensidade do primeiro a probabilidade do falhanço e quase cem por cento, e neste caso e isso que acontece. Tudo que a saga podia nos dar de curioso ou supreendente surge no primeiro filme, sendo que este e apenas uma amostra e da parte mais fraca do primeiro, ou seja um conjunto de sequencias de ação que poderiam ser pequenos retalhos do primeiro filme, com um vilao suprerior com toda a sua força.
QUando os filmes se baseam no imaginario quase sempre o exagero do adversario torna o filme demasiado absurdo e neste filme isso e levado a um patamar quase nunca visto, ou seja a determinada altura o vilao e a coisa mais forte e inigualavel isso tira valor ao filme, mesmo a disputa entre deuses e humanos tao bem trabalhada no primeiro filme acaba por ser desaproveitada ao longo de todo o filme, que e apenas a versao blockbuster de baixa qualidade do primeiro ou seja apenas contextos para grandes sequencias de efeitos espeiciais de ponta.
OU seja uma ideia desaproveitada que torna mais negra umprimeiro filme que tinha sido uma agradavel surpresa e k provavelmente no futuro sera danificada pela conjugação que sera efectuada com este filme.
A historia fala novamente das aventuras de Perseus, filho de Zeus, apos a morte deste e ja com um filho que tem de lutar com todas as forças contra o libertado Kronos, e tentando salvar o seu pai, com a ajuda de outros semideus.
O argumento e desaproveitado, confuso, quase sempre pouco coeso, nao aproveita alguma dimensao que a personagem central tem no primeiro filme so o provendo de algum sentido de humor a espaços, de resto narrativa e trabalho especifico quase sempre muito pobre.
Em termos de efeitos temos um filme com mais força do que o primeiro e com mais meios, mesmo assim parece menos estetico com demasiadas sequencias do imaginario que nem sempre e feito com primor estetico, mesmo assim bons momentos de produçao com tecnologia de ponta.
O primeiro filme trouxe um Worthington com mais força e carisma do que este talvez pelo estado de graça que se encontrava parecia mais forte mais dominante e mais proximo do grande publico, aqui mais apagado e mesmo em presença uns furos abaixo do que ja vimos, nos secundarios apenas destaque para a disputa entre Neeson e Phienes como ja tinhamos visto em Lista de Schindler.

O melhor - Maior destaque a rivalidade de irmao deuses.

O pior - Perder todo o encanto do primeiro filme.

Avaliação - C-

Amigos Improvaveis

Poucos ou mesmo ninguem acreditaria que mais uma historia de vida no tradicional cinema francês se tornasse no maior sucesso comercial daquele país. Pois bem em momentos de crise económica é muitas vezes o tempo de glorificar o sentimento mais natural, evocando historias reais de sentimento provável. Contudo não foi apenas em termos comerciais que este filme foi um sucesso tambem criticamente as coisas parecem correr bem, contudo so no final deste ano podemos ter uma maior dimensao do filme neste aspecto.
Amigos Improvaveis e um das maiores surpresas da comedia e do drama europeu porque como nenhuma consegue ter um humor proprio, muitas vezes negro sem deixar de ser um drama um filme que leva a serio todas as problematicas que tras consigo, saimos do filme com a vontade e motivação de sermos melhores independentemente de onde vimos. Alias do pontos de vista moral o filme e fortissimo, pela mensagem que transmite, sem nunca ser pesado na mesma, dando-a da forma mais natural e perfeita, num filme leve mas ao mesmo tempo recheado de significado.
Outra mais valia do filme e a quimica de todas as personagens ou seja e um filme que rapidamente nos da a conhecer o contexto adquirindo um ritmo interessante muitas vezes nao visto e nao tipico do cinema europeu mas que leva o filme quase por si so para um patamar de excelencia que o diferencia de tudo um pouco, num registo pouco habitual na fronteira da comedia e do drama.
Mas o sublinhar do filme e na sua propria mensagem nao so na forma como o proprio filme lida com a doença mas na forma como ensina a relação entre as pessoas ou mesmo valoriza a propria ligação entre factos.
A historia fala de um individuo de cor saido da prisao que como forma de conseguir subsidio de emprego concorre ao lugar de ajudante de um teptraplegico multimilionario, com o objectivo de demontrar procura activa, contudo pela irreverencia acaba por ser selecionado, e acaba por construir uma relaçao de completar com o seu novo patrão.
O argumento e brilhante em toda a sua dimensao como todo, como aspectos especificos na construçao das personagens e na forma como estas se ligam, nos dialogos construidos e no humor que faz o filme respirar.
A realização pese embora seja simples e eficaz tira pouco partido de Paris que podia dar um caracter mais simbolico ao filme, mesmo assim o filme nada e danificado por este aspecto pois acaba por lhe dar um caracter nao espacial.
O cast constituido por actores franceses que nao de uma primeira linha, esta a um nivel muito alto em termos de comedia mais na personagem mais simples e em termos dramaticos e fisicos na de Phillipe, dois actores que entram de rompante na lista de grandes papeis europeus.

O melhor -O balanço humor e drama.

O pior - A realização nao aproveitar paris.

Avaliação - B+

Friday, April 13, 2012

Project X


Muito bem, tudo o que imaginamos que pode acontecer numa noite de bebedeira e mais alguma coisa, ou seja a parte escondida da ressaca em contexto de festa universitaria teve agora a sua luz num trepidante filme, que com a chancela do sucesso extremo que foi hangover conseguiu nao so a produçao como acima de tudo uma estreia wide. Os resultados embora ninguem tivesse a espera do sucesso que a saga do mesmo produtor originou o certo e que os resultados pese embora alguma consistencia nao passam disso mesmo nao dando inicio a nada longinquo. Por outro lado em termos criticos tambem nao foi alem da mediania o que pode ser pouco para o que o filme poderia querer tambem neste particular.
Project X e um filme diferente desde logo porque foi o primeiro a utilizar a realizaçao em camaras portateis e em forma de quase documentario que nada tem a ver com terror ou suspense, desde logo esse ponto poe o filme num patamar ja de si de alguma originalidade. Depois o exagero total todos os limites que podemos pensar em ser ultrapassados numa noite unica neste filme e reunido ao maximo como nos nunca esperamos com o exagero tipico que o filme quer ter. E nesta forma de colocar o filme sobre todos os pontos do exagero ele funciona no seu extremismo, muito mais no que no seu humor quase sempre demasiado adolescente e quase pouco com raciocinio que faz o filme demasiado fisico no que diz respeito ao humor perdendo alguma abrangencia neste particular.
Este facto de nao ser constante no humor e por outro lado nunca ter um humor capaz de resultar o maximo da gargalhada, por conseguinte o filme perde nesta incapacidade mais do que em qualquer outro aspectos.
O filme fala de tres jovens longe de serem os mais populares da escola que acabam por se reunir e tentar efectuar para aniversario de um deles a festa mais popular do liceu, contudo tudo o que podera pensar e acontecer acaba por se suceder numa festa que leva a destruiçao de tudo e ultrapassado todos os limites.
Em termos de argumento nao estamos perante um filme de primeira linha ou seja a historia central mais nao e do que uma festa em ponto grande onde os acontecimentos historia ou personagens nada trazem ao filme ou seja o filme e apenas um conjunto de imagens delirantes dos absurdos da juventude.
A realizaçao e a formula do filme e diferente principalmente pela utilizar uma maquinaria de terror numa comedia e resultar a determinada altura a forma rudimentar de realizaçao e esquecida, talvez por nunca se denotar o amadorismo da camara, muito embora nos pareça existir essa intençao.
Por fim o cast recheado de jovens desconhecidos apostados numa carreira em comedia, aquii o filme acaba por ser basico e a determinado ponto funcional com jovens irreverentes com movimento que mesmo nao brilhando cumprem os serviços do filme.

O melhor - Alguns promenores isolados.

O pior - A falta de conteudo global, nunca sendo realmente engraçado.

Avaliação - C

Wednesday, April 11, 2012

The Secret World of Ariety



Desde a Princesa Monkoke que a animação japonesa de autor ganhou um espaço muito proprio no panorama internacional do cinema, principalmente depois do sucesso e dos galardoes de As Viagens de Chihiro tudo começou a estar atento as produçoes niponicas neste campo. E certo que apos este filme e pese embora as diversas tentativas nunca mais o resultado foi semelhante ou tao pouco se aproximou do sucesso deste filme. Este ano e pese embora tenha sido lançado no mercado original em 2010 vem um novo filme de um produtor agora ao leme o resultado pese embora positivo em termos criticos esteve longe do que os filmes anteriores conseguiram e em termos comerciais a estreia em wide nos EUA mesmo apos dois anos pode se considerar uma vitoria.



Aririty e um filme que encaixa muito bem naquilo que ja vimos neste tipo de produçoes um filme sentimental emotivo que mistura e bem dois mundos distintos em interação por um lado o nosso mundo normativo de relações nem sempre faceis de uns com os outros e um mundo de pequenos seres iguaizinhos a nos que coabitam sem nos darmos por eles bem no mesmo espaço que nos, este cruzamento de realidades e o grande fenomeno do filme em toda a sua vertente misturando e mocionalidade e ternura dos melhores filmes de animaçao mesmo que por momentos perca a intensidade e mesmo o imaginario de outros filmes.



Nao e o melhor filme do genero nem tao pouco o mais creativo neste particular podemos dizer mesmo que e o mais terra a terra, ou seja aquele que mais fica preso ao realismo, mesmo assim podemos dizer que o filme tem outros segredos quer na exposição emocional do filme, quer as curiosidades dos pequenos seres passando por uma banda sonora de primeira linha que conjuga bem com a envolvente tecnica sempre positiva do filme, mesmo que neste aspecto ja tenhamos tido realizações mais entusiasmantes.



Ou seja e daqueles filmes que de principio ao fim e o cinema tradicional emotivo japones, nao sendo sinceramente uma obra prima preenche todas as necessidades que este tipo de filme tem, e nao deixa mal o expectante nivel que o genero ja atingiu.



O argumento pese embora coeso bem montado e com a originalidade que muitos de outros filmes ja conseguiram nao e um prodigo na fluencia de creatividade pura, mesmo assim bom dinamismo na interaçao de personagens cujos dialogos vao mais de encontro a sua emotividade do que propriamente outro aspecto.



Em termos produtivos de animaçao e sabendo de ante mao a qualidade das produçoes japonesas estamos perante uma produçao de primeira linha em quase todos os aspectos qualidade estetica beleza definiçao de personagens e pormenor encontra-se quase tudo ao melhor nivel.



POr fim o cast norte americano de vozes esta tambem ele num registo positivo num filme sempre dificil pelo descontexto que causa, contudo tambem por si so nao e uma mais valia.






O melhor - A tradiçao de um cinema de animaçao de primeira linha






O pior - Perder em creatividade para outros titulos semelhantes






Avaliação - B-

Sunday, April 08, 2012

Man on the ledge

No inicio do ano surgiu um peculiar filme que se desenvolvia a partir de um homem em cima do topo de um hotel, no qual se desenvolve a narrativa posterior. No protagonismo do filme surgia Sam Wortingthon a estrela maior de Avatar. Pese embora este facto os resultados foram duais se por um lado comercialmente o filme nao recapitulou grande atenção em termos criticos as coisas correram bem pior com criticas maioritariamente negativas nao entusiasmadas pela forma como o filme conta a sua narrativa.
Man on the ledge e um filme peculiar desde logo porque a sua forma de ser encondendo e desvendando a poucos os seus segredos poderia ser capitalizado num argumento creativo e forte intenso narrativamente e em termos de intensidade policial tambem ser um filme de topo mas falha completamante o seu objectivo, desde logo porque e confuso em alguns momentos ou seja em algumas arterias narrativas o filme e demasiado denso sem força e noutros e completamente o oposto ou seja de uma simplicidade extrema quase sem sentido, ou seja no final temos um filme confuso sem sempre forte em termos de intensidade narrativa e que no fim acaba por ser um pouco de nada ou seja um cunjunto de futilidades sobre a forma de um filme que promete muito mas que acaba por ser rigorosamente nada.,
O problema deste tipo de filme e pensar que tudo e bem criado tudo e bom e termos do planeamento no tipo de filme que temos perante nos mas que depois nao consegue sobreviver ou se concretizar em si proprio, ou seja a historia depois nao consegue caber na forma como o filme esta montado, ou seja e daqueles filmes que e uma frustraçao de ideias que podiam ser mais bem potenciadas.
E daqueles filmes que normalmente sao lançados em dezembro numa epoca de tentativas de novos tipos de filmes em que uns resultam e outros tem mais dificuldade em fazer mostrar-se
A historia fala de um policia que depois de ser detido por alegadamente ter roubado um diamante e que foge da prisao para provar a sua inocencia criando um circo para sob a forma de tentativa de suicidio para de alguma forma tentarem demonstrar a inocencia do protagonista.
Em termos de argmento o filme e um floop ou seja pese embora tenha uma forma de contar a historia inovadora o que acaba por se suceder no filme acaba por ser um vazio de personagem de historia de dialogos ou seja um projecto falhado principalmente na historia.
A realiação nao e de primeira linha pese embora a sensação de altura do filme acaba por ser interessante e o ponto mais forte da realização, que no restante e simples e sem grandes margens de nivelaçao.
EM termos de cast Worthington esteve longe de um grande papel ou mesmo da intensidade que ja o vimos em clara desacelaração aqui limita-se a uma ou dois momentos mais intensos mas que acaba por nada ser no filme, alias como o restante cast recheado de figuras pelo menos conhecidas, pouco postas a prova.

O melhor - A sensação de altura.

O pior - Uma boa forma para um mau conteudo

Avaliação - C-

The Mighty Macs



Muitos ficaram surpreendidos quando em meados do ano passado um pequeno filme sobre basketball feminino conseguiu a estreia wide, principalmente porque o tema era mais tipico do cinema de domingo a tarde de serie B e por outro lado não trazia consigo nenhuma figura de proa do cinema actual pese embora se possa considerar Gugino e Burstyn pessoas com algum mediatismo no cinema. Pese embora a estreia wide as façanhas do filme ficaram exclusivamente por aqui ja que em termos de bilheteira, ninguem ou quase ninguem teve interesse no filme e mesmo em termos criticos as coisas nao correram muito bem, com avaliaçoes algo negativas.



Mighty Macs e como muitos outros um pequeno filme sobre facanhas desportivas sejam elas as mais incriveis que existe no panorama americano e que sempre gostam da sua homenagem, e este e o filme que abraça o mais comum deste filmes ou seja tudo corre mal no inicio ate ao campoenato num espaço de 90 minutos de superação maxima num filme com demasiada fabula em deterimento de um realismo que seria interessante mas com a suavidade que o filme tem entregue a si as coisas acabam por ser naturais, ou seja um filme simples para se ver rapidamente sem grande conteudo moral ou densidade narrativa, que se entranha bem naquilo que estamos habituados em filmes desportivos.



Em termos produtivos nao e um filme de primeira escala e isso nota se acima de tudo nas sequencias de jogo onde o acompanhamento da camara da acçao de jogo e quase sempre demasiado rudimentar, mesmo assim o coraçao do filme e positivo e a mensagem tambem mesmo que seja dada com uma crise clara de identidade e mais que isso de creatividade.



E daqueles filmes que em contextos distintos ja vimos por inumeras vezes mas que mesmo assim consegue na atençao que lhe damos pregar-nos ao ecra durante a sua curta duração.



O filme fala de um ex jogadora de basquetbal que quer ser treinadora sendo a escolhida para a equipa feminina de um colegio de freiras sem condiçoes nenhumas depois o que ja vimos milhares de vezes, treinos de personalidade espirito de equipa, dificuldades pessoais e voila campeos nacionais.



O argumento e pouco crativo ou seja tudo que o filme tras consigo ja foi pelo menos revisitado milhares de vezes em diversos generos desportivos com diversos personagens, neste particular o filme nao tem nada de novo principalmente na criaçao de personagens sao todas positivas de mais.



A realizaçao e de um filme pequeno e isso nota se como anteriormente ja mencionamos na pouca qualidade das sequencias desportivas, mesmo assim a intençao e a dificuldade esta la e nao e neste patamar que o filme perde grande qualidade.



Em termos de cast um filme facil para uma Gugino que pela seu carisma parece sempre nao ter sido aproveitada ao maximo em Hollywood, mostrandos sempre ter algo mais para dar e neste filme isso e claro, tambem Burstyn numa desacelaraçao de carreira tem um papel facil, o melhor esta nas jovens protagonistas todas elas desconhecidas com um bom desepenho principalmente fisico.






O melhor - O coração simples do filme.






O pior - A falta de novos dados no genero.






Avaliação - C+

Saturday, April 07, 2012

Mirror Mirror


Pois bem ja há muito que se sabia que 2012 seria o ano da branca de neve com dois filmes distintos tentando reinventar a mitica historia de uma das princesas da Disney. Por um lado esta sob a toada de um filme mais tradicional, com uma sequencia logica da maior parte da historia num mundo de fantasia e diferenciaçao da adaptaçao que surgira com maiores meios la para o verao. Pelo resultado deste primeiro filme as coisas nao funcionaram lá muito bem, não só em termos criticos onde a mediania das avaliaçoes nada trouxe de proveitoso ao filme mas principalmente em termos comerciais onde a aposta mais tradicional nao fez por si so o filme como um sucesso sendo ate ao momento um floop relativo.
Mirror Mirror e das adaptaçoes para este ano a menos revolucionaria aquela que segue mais o que a historia tradicional nos dá, não so por ter um publico alvo mais jovem mas acima de tudo pela cor e fantasia que o filme tras consigo, pese embora este facto as alterações na historia sao consideraveis com o principe a ganhar um particular preponderancia ao longo de todo o filme, sendo que a sequencias mais miticas da historia sao reinventadas e estruturadas ao longo de todo o filme.
Nao e um filme apesar de tudo inovador, com bons meios tecnicos principalmente do decoração e cenario nunca e uma produçao de primeira linha, pese embora a historia assim o necessitasse parece sempre um filme marcadamente infantil, e pouco preocupado em levar a narrativa um pouco mais alem, apesar de tudo isso e daqueles filmes que tambem nao surpreende pela negativa, utilizando quase sempre um humor basico pouco rebuscado alias como todo o filme acaba por ser.
Enfim um filme que poderia bem ser da Disney mesmo nao sendo que provavelmente perdera em termos de produçao e mediatismo para o seu grande adversario mais corporal e de acçao, contudo este e uma formula mais normativa e tradicional.
O filme fala a historia ja conhecida da branca de neve sem grandes alterações ou seja a menina que quando fica so entregue a sua madrasta ve a sua vida virada num inferno ate que fica e encontra os sete anoes, depois o princepe aparece e resolve tudo.
Em termos de guiao muito pouco de novo ou creativo talvez so a forma como contextualiza alguns dos momentos mais marcantes do livro dando-lhes uma nova roupagem pode ser considerado relativamente inovador e estes sao os melhores momentos de um filme pouco recheado neste aspecto.
A realizaçao mostra um realizador mais empenhado e colorido depois do sucesso de imortais, sendo uma conjugaçao estetica interessante de um realizador que ja tinha mostrado esta forma em a cela. mesmo assim parece por vezes a curto espaço algo perdido em termos de fundamentação com o nivel produtivo do filme.
O cast nada de especial mais virado para a vertente comercial em termos de Roberts e Harmer, e uma aposta mais estetica em Lily Collins, num filme facil sem grandes exigencias a nao ser o nivel comercial dos protagonistas e aqui LIlly ainda nao te um lugar marcado.

O melhor - A cor do filme.

O pior - Misturar para dar no mesmo.

Avaliação - C

Friday, April 06, 2012

American Reunion


Treze anos depois do suscesso instantaneo e surpreendente que foi American Pie e depois de tres filmes para o grande publico e mais alguns directamente para video, tudo parecia ter terminado com o decrescimo natural das coisas, e uma vez que os protagonistas seguiram a sua vida normal tentando novos projectos e cimentar a carreira. Contudo a reunião foi feita este ano num nivel de existencia e de vida completamente diferente, o filme criticamente conseguiu o sucesso do primeiro com criticas medianas mas a maior parte destas positivas, em termos comerciais aguarda-se o primeiro anuncio ja que so estreia este fim de semana, mas pela amostra portuguesa estamos perante um sucesso estrondoso.
O segredo da saga American Pie e facil de perceber se por uma lado entra no submundo libidinal dos adolescentes por outro lado o humor fisico, politicamente incorrecto e sem limites e a delicia da rebeldia dos mais jovens e a concretizaçao dos mais velhos, e nisso os filmes anteriores mais ou menos tem todos sequencias de humor ritmado. Aqui o filme pega nas personagens numa reunion, e o certo e que resultado continua la a quimica entre personagens e evidente, pese embora acentue o desaparecimento da relaçao entre todos o que acaba por de alguma forma criar alguma desilusao no espectador, contudo apos este facto os ingredientes sao o mesmo, pese embora se note sem a intensidade de outros tempos, mas com a coragem que sempre evidenciou a saga,
O grande segredo do filme e que se torna a mais valia ao mesmo tempo e conseguir reunir no filme todos os actores das sagas sem qualquer um deixado de fora, desde o principal ate ao secundario sendo a unica ausencia de peso o irmao do Stifller mas como esse nos filmes para video ja teve o seguimento nao e uma baixa de relevo, e depois a homenagem sentida ao primeiro filme, e muito comum enunciar o passado de uma forma relevante, num dos filmes que se tornou um culto da comedia norte americana.
Como filme podemos dizer que o ritmo a qualidade humoristica e a intensidade baixam um pouquinho as piadas e o sentido de humor do filme ja nao e tao actual e revolucionario, pese embora exista sempre o carisma do inicio de tudo ter sido com eles.
A historia fala da reuniao dos colegas de turma na terra natal e do reencontro dos protagonistas do primeiro filme com diversas linhagens de vida nem todos no sucesso mas acima de tudo todos com o que os unem mais.
O argumento e interessante na formula como consegue trazer a actualidade todos os pontos interessantes do primeiro filme, mais do que qualquer um dos outros, nao desliga de nenhum deles com excepçao do terceiro onde recuperar January Jones seria complicado e perderia a intensidade de humor ao centre Stifler. As personagens evoluem no mesmo registo sendo o epicentro de todo o filme, em termos de humor nao esta tao forte como os anteriores, mas como e uma homenagem isso nao prejudica o filme.
A realizaçao e a tipica neste tipo de filmes, com a diferença que e mais explicito nas cadencias sexuais e ao mesmo tempo os truques de camera nao sao tao utilizados, mesmo assim e interessante a forma como as expressoes faciais mais adultas sao mais vincadas ao longo de todo o filme.
O cast e totalmente recuperado, com trajectorias diferentes mas que no geral conduziu todos a um papel secundario em Hollywood, Biggs, Suvari e Klein foram os que mais espaço chegaram a ganhar em estilos diferentes mas com o tempo acabou por nada sobrar a nao ser isto dai a facil reuniao de todos.

O melhor - A recuperação do cast original todo.

O pior - A desactualizaçao de algum tipo de humor

Avaliação - C+

Monday, April 02, 2012

Act of Valor



Muitos ficaram surpreendidos quando na lista dos filmes a serem lançados em wide se observava este act of valor, sem grandes actores sem nomes conhecidos nem realizadores, e que apenas tinha como função homenagear os soldados americanos que em deterimento de uma vida familiar acabam por lutar na sua essencia da vida por um mundo melhor. COntudo o sucesso do filme nao foi apenas na estreia em wide ja que nas bilheteiras o filme acabou por conseguir bons resultados sendo ate a data um sucesso surpreendente. EM termos criticos as coisas ficaram pela mediania.



Act of Valor e um filme cuja historia quase inexistente a falta de qualidade de interpretação gritante poderia conduzir para um filme absolutamente sem nenhum valor, contudo a realização impecavel em termos de sequencias de acção e escolha de planos nas ações tacticas e a nobreza da horna e do sentido moratorio e de homenagem que o filme tras consigo, faz com que o filme melhore uns pontos na sua vertente mais teorica.



Act of Valor pese embora estes pontos positivos e daqueles filmes que tem em si muito de amadorismo principalmente em termos de interpretações e a forma como isso acaba por tornar o filme muito pouco de personagens e sim de sequencias de ação extremamente longas que a alguns espaços torna o filme algo penoso.



Fica a salvaguarda de fazer acreditar que mesmo sem grandes meios obras proprias podem chegar ao sucesso entre grandes estreias de grandes estudios.



O filme fala de um grupo de soldados americanos que deixam de lado as suas familias para lutar contra uma estrutura terrorista que se encontra a ser formado, podendo mesmo por em causa a vida de cada um deles.



O argumento nao e forte e quase sempre o basico em filmes deguerra com boa diferença entre bons e maus e com um sentido patritotico americano exagerado, o que deixa pouco espaço a personagens e muito menos a dialogos.



EM termos de realizaçao o filme tem a sua grande virtude em sequencias que pese embora toda a sua duração são bem realizadas com sentido estetico e espetacularidade que da ao filme um virtuosismo acima do normal e acaba por ser o segredo do filme de um realizador que so agora tem o primeiro contacto com o grande cinema



Em termos de cast um conjunto de desaparecidos e desconhecidos que nada dao ao filme, e neste capitulo que o filme tem o seu grande calcanhar de aquiles pese embora o seu objectivo nunca fosse ter um grande nivel de interpretação






O melhor - A realização.






O pior . INterpretação e argumento






Avaliação - C