Friday, April 20, 2012

Amigos Improvaveis

Poucos ou mesmo ninguem acreditaria que mais uma historia de vida no tradicional cinema francês se tornasse no maior sucesso comercial daquele país. Pois bem em momentos de crise económica é muitas vezes o tempo de glorificar o sentimento mais natural, evocando historias reais de sentimento provável. Contudo não foi apenas em termos comerciais que este filme foi um sucesso tambem criticamente as coisas parecem correr bem, contudo so no final deste ano podemos ter uma maior dimensao do filme neste aspecto.
Amigos Improvaveis e um das maiores surpresas da comedia e do drama europeu porque como nenhuma consegue ter um humor proprio, muitas vezes negro sem deixar de ser um drama um filme que leva a serio todas as problematicas que tras consigo, saimos do filme com a vontade e motivação de sermos melhores independentemente de onde vimos. Alias do pontos de vista moral o filme e fortissimo, pela mensagem que transmite, sem nunca ser pesado na mesma, dando-a da forma mais natural e perfeita, num filme leve mas ao mesmo tempo recheado de significado.
Outra mais valia do filme e a quimica de todas as personagens ou seja e um filme que rapidamente nos da a conhecer o contexto adquirindo um ritmo interessante muitas vezes nao visto e nao tipico do cinema europeu mas que leva o filme quase por si so para um patamar de excelencia que o diferencia de tudo um pouco, num registo pouco habitual na fronteira da comedia e do drama.
Mas o sublinhar do filme e na sua propria mensagem nao so na forma como o proprio filme lida com a doença mas na forma como ensina a relação entre as pessoas ou mesmo valoriza a propria ligação entre factos.
A historia fala de um individuo de cor saido da prisao que como forma de conseguir subsidio de emprego concorre ao lugar de ajudante de um teptraplegico multimilionario, com o objectivo de demontrar procura activa, contudo pela irreverencia acaba por ser selecionado, e acaba por construir uma relaçao de completar com o seu novo patrão.
O argumento e brilhante em toda a sua dimensao como todo, como aspectos especificos na construçao das personagens e na forma como estas se ligam, nos dialogos construidos e no humor que faz o filme respirar.
A realização pese embora seja simples e eficaz tira pouco partido de Paris que podia dar um caracter mais simbolico ao filme, mesmo assim o filme nada e danificado por este aspecto pois acaba por lhe dar um caracter nao espacial.
O cast constituido por actores franceses que nao de uma primeira linha, esta a um nivel muito alto em termos de comedia mais na personagem mais simples e em termos dramaticos e fisicos na de Phillipe, dois actores que entram de rompante na lista de grandes papeis europeus.

O melhor -O balanço humor e drama.

O pior - A realização nao aproveitar paris.

Avaliação - B+

Friday, April 13, 2012

Project X


Muito bem, tudo o que imaginamos que pode acontecer numa noite de bebedeira e mais alguma coisa, ou seja a parte escondida da ressaca em contexto de festa universitaria teve agora a sua luz num trepidante filme, que com a chancela do sucesso extremo que foi hangover conseguiu nao so a produçao como acima de tudo uma estreia wide. Os resultados embora ninguem tivesse a espera do sucesso que a saga do mesmo produtor originou o certo e que os resultados pese embora alguma consistencia nao passam disso mesmo nao dando inicio a nada longinquo. Por outro lado em termos criticos tambem nao foi alem da mediania o que pode ser pouco para o que o filme poderia querer tambem neste particular.
Project X e um filme diferente desde logo porque foi o primeiro a utilizar a realizaçao em camaras portateis e em forma de quase documentario que nada tem a ver com terror ou suspense, desde logo esse ponto poe o filme num patamar ja de si de alguma originalidade. Depois o exagero total todos os limites que podemos pensar em ser ultrapassados numa noite unica neste filme e reunido ao maximo como nos nunca esperamos com o exagero tipico que o filme quer ter. E nesta forma de colocar o filme sobre todos os pontos do exagero ele funciona no seu extremismo, muito mais no que no seu humor quase sempre demasiado adolescente e quase pouco com raciocinio que faz o filme demasiado fisico no que diz respeito ao humor perdendo alguma abrangencia neste particular.
Este facto de nao ser constante no humor e por outro lado nunca ter um humor capaz de resultar o maximo da gargalhada, por conseguinte o filme perde nesta incapacidade mais do que em qualquer outro aspectos.
O filme fala de tres jovens longe de serem os mais populares da escola que acabam por se reunir e tentar efectuar para aniversario de um deles a festa mais popular do liceu, contudo tudo o que podera pensar e acontecer acaba por se suceder numa festa que leva a destruiçao de tudo e ultrapassado todos os limites.
Em termos de argumento nao estamos perante um filme de primeira linha ou seja a historia central mais nao e do que uma festa em ponto grande onde os acontecimentos historia ou personagens nada trazem ao filme ou seja o filme e apenas um conjunto de imagens delirantes dos absurdos da juventude.
A realizaçao e a formula do filme e diferente principalmente pela utilizar uma maquinaria de terror numa comedia e resultar a determinada altura a forma rudimentar de realizaçao e esquecida, talvez por nunca se denotar o amadorismo da camara, muito embora nos pareça existir essa intençao.
Por fim o cast recheado de jovens desconhecidos apostados numa carreira em comedia, aquii o filme acaba por ser basico e a determinado ponto funcional com jovens irreverentes com movimento que mesmo nao brilhando cumprem os serviços do filme.

O melhor - Alguns promenores isolados.

O pior - A falta de conteudo global, nunca sendo realmente engraçado.

Avaliação - C

Wednesday, April 11, 2012

The Secret World of Ariety



Desde a Princesa Monkoke que a animação japonesa de autor ganhou um espaço muito proprio no panorama internacional do cinema, principalmente depois do sucesso e dos galardoes de As Viagens de Chihiro tudo começou a estar atento as produçoes niponicas neste campo. E certo que apos este filme e pese embora as diversas tentativas nunca mais o resultado foi semelhante ou tao pouco se aproximou do sucesso deste filme. Este ano e pese embora tenha sido lançado no mercado original em 2010 vem um novo filme de um produtor agora ao leme o resultado pese embora positivo em termos criticos esteve longe do que os filmes anteriores conseguiram e em termos comerciais a estreia em wide nos EUA mesmo apos dois anos pode se considerar uma vitoria.



Aririty e um filme que encaixa muito bem naquilo que ja vimos neste tipo de produçoes um filme sentimental emotivo que mistura e bem dois mundos distintos em interação por um lado o nosso mundo normativo de relações nem sempre faceis de uns com os outros e um mundo de pequenos seres iguaizinhos a nos que coabitam sem nos darmos por eles bem no mesmo espaço que nos, este cruzamento de realidades e o grande fenomeno do filme em toda a sua vertente misturando e mocionalidade e ternura dos melhores filmes de animaçao mesmo que por momentos perca a intensidade e mesmo o imaginario de outros filmes.



Nao e o melhor filme do genero nem tao pouco o mais creativo neste particular podemos dizer mesmo que e o mais terra a terra, ou seja aquele que mais fica preso ao realismo, mesmo assim podemos dizer que o filme tem outros segredos quer na exposição emocional do filme, quer as curiosidades dos pequenos seres passando por uma banda sonora de primeira linha que conjuga bem com a envolvente tecnica sempre positiva do filme, mesmo que neste aspecto ja tenhamos tido realizações mais entusiasmantes.



Ou seja e daqueles filmes que de principio ao fim e o cinema tradicional emotivo japones, nao sendo sinceramente uma obra prima preenche todas as necessidades que este tipo de filme tem, e nao deixa mal o expectante nivel que o genero ja atingiu.



O argumento pese embora coeso bem montado e com a originalidade que muitos de outros filmes ja conseguiram nao e um prodigo na fluencia de creatividade pura, mesmo assim bom dinamismo na interaçao de personagens cujos dialogos vao mais de encontro a sua emotividade do que propriamente outro aspecto.



Em termos produtivos de animaçao e sabendo de ante mao a qualidade das produçoes japonesas estamos perante uma produçao de primeira linha em quase todos os aspectos qualidade estetica beleza definiçao de personagens e pormenor encontra-se quase tudo ao melhor nivel.



POr fim o cast norte americano de vozes esta tambem ele num registo positivo num filme sempre dificil pelo descontexto que causa, contudo tambem por si so nao e uma mais valia.






O melhor - A tradiçao de um cinema de animaçao de primeira linha






O pior - Perder em creatividade para outros titulos semelhantes






Avaliação - B-

Sunday, April 08, 2012

Man on the ledge

No inicio do ano surgiu um peculiar filme que se desenvolvia a partir de um homem em cima do topo de um hotel, no qual se desenvolve a narrativa posterior. No protagonismo do filme surgia Sam Wortingthon a estrela maior de Avatar. Pese embora este facto os resultados foram duais se por um lado comercialmente o filme nao recapitulou grande atenção em termos criticos as coisas correram bem pior com criticas maioritariamente negativas nao entusiasmadas pela forma como o filme conta a sua narrativa.
Man on the ledge e um filme peculiar desde logo porque a sua forma de ser encondendo e desvendando a poucos os seus segredos poderia ser capitalizado num argumento creativo e forte intenso narrativamente e em termos de intensidade policial tambem ser um filme de topo mas falha completamante o seu objectivo, desde logo porque e confuso em alguns momentos ou seja em algumas arterias narrativas o filme e demasiado denso sem força e noutros e completamente o oposto ou seja de uma simplicidade extrema quase sem sentido, ou seja no final temos um filme confuso sem sempre forte em termos de intensidade narrativa e que no fim acaba por ser um pouco de nada ou seja um cunjunto de futilidades sobre a forma de um filme que promete muito mas que acaba por ser rigorosamente nada.,
O problema deste tipo de filme e pensar que tudo e bem criado tudo e bom e termos do planeamento no tipo de filme que temos perante nos mas que depois nao consegue sobreviver ou se concretizar em si proprio, ou seja a historia depois nao consegue caber na forma como o filme esta montado, ou seja e daqueles filmes que e uma frustraçao de ideias que podiam ser mais bem potenciadas.
E daqueles filmes que normalmente sao lançados em dezembro numa epoca de tentativas de novos tipos de filmes em que uns resultam e outros tem mais dificuldade em fazer mostrar-se
A historia fala de um policia que depois de ser detido por alegadamente ter roubado um diamante e que foge da prisao para provar a sua inocencia criando um circo para sob a forma de tentativa de suicidio para de alguma forma tentarem demonstrar a inocencia do protagonista.
Em termos de argmento o filme e um floop ou seja pese embora tenha uma forma de contar a historia inovadora o que acaba por se suceder no filme acaba por ser um vazio de personagem de historia de dialogos ou seja um projecto falhado principalmente na historia.
A realiação nao e de primeira linha pese embora a sensação de altura do filme acaba por ser interessante e o ponto mais forte da realização, que no restante e simples e sem grandes margens de nivelaçao.
EM termos de cast Worthington esteve longe de um grande papel ou mesmo da intensidade que ja o vimos em clara desacelaração aqui limita-se a uma ou dois momentos mais intensos mas que acaba por nada ser no filme, alias como o restante cast recheado de figuras pelo menos conhecidas, pouco postas a prova.

O melhor - A sensação de altura.

O pior - Uma boa forma para um mau conteudo

Avaliação - C-

The Mighty Macs



Muitos ficaram surpreendidos quando em meados do ano passado um pequeno filme sobre basketball feminino conseguiu a estreia wide, principalmente porque o tema era mais tipico do cinema de domingo a tarde de serie B e por outro lado não trazia consigo nenhuma figura de proa do cinema actual pese embora se possa considerar Gugino e Burstyn pessoas com algum mediatismo no cinema. Pese embora a estreia wide as façanhas do filme ficaram exclusivamente por aqui ja que em termos de bilheteira, ninguem ou quase ninguem teve interesse no filme e mesmo em termos criticos as coisas nao correram muito bem, com avaliaçoes algo negativas.



Mighty Macs e como muitos outros um pequeno filme sobre facanhas desportivas sejam elas as mais incriveis que existe no panorama americano e que sempre gostam da sua homenagem, e este e o filme que abraça o mais comum deste filmes ou seja tudo corre mal no inicio ate ao campoenato num espaço de 90 minutos de superação maxima num filme com demasiada fabula em deterimento de um realismo que seria interessante mas com a suavidade que o filme tem entregue a si as coisas acabam por ser naturais, ou seja um filme simples para se ver rapidamente sem grande conteudo moral ou densidade narrativa, que se entranha bem naquilo que estamos habituados em filmes desportivos.



Em termos produtivos nao e um filme de primeira escala e isso nota se acima de tudo nas sequencias de jogo onde o acompanhamento da camara da acçao de jogo e quase sempre demasiado rudimentar, mesmo assim o coraçao do filme e positivo e a mensagem tambem mesmo que seja dada com uma crise clara de identidade e mais que isso de creatividade.



E daqueles filmes que em contextos distintos ja vimos por inumeras vezes mas que mesmo assim consegue na atençao que lhe damos pregar-nos ao ecra durante a sua curta duração.



O filme fala de um ex jogadora de basquetbal que quer ser treinadora sendo a escolhida para a equipa feminina de um colegio de freiras sem condiçoes nenhumas depois o que ja vimos milhares de vezes, treinos de personalidade espirito de equipa, dificuldades pessoais e voila campeos nacionais.



O argumento e pouco crativo ou seja tudo que o filme tras consigo ja foi pelo menos revisitado milhares de vezes em diversos generos desportivos com diversos personagens, neste particular o filme nao tem nada de novo principalmente na criaçao de personagens sao todas positivas de mais.



A realizaçao e de um filme pequeno e isso nota se como anteriormente ja mencionamos na pouca qualidade das sequencias desportivas, mesmo assim a intençao e a dificuldade esta la e nao e neste patamar que o filme perde grande qualidade.



Em termos de cast um filme facil para uma Gugino que pela seu carisma parece sempre nao ter sido aproveitada ao maximo em Hollywood, mostrandos sempre ter algo mais para dar e neste filme isso e claro, tambem Burstyn numa desacelaraçao de carreira tem um papel facil, o melhor esta nas jovens protagonistas todas elas desconhecidas com um bom desepenho principalmente fisico.






O melhor - O coração simples do filme.






O pior - A falta de novos dados no genero.






Avaliação - C+

Saturday, April 07, 2012

Mirror Mirror


Pois bem ja há muito que se sabia que 2012 seria o ano da branca de neve com dois filmes distintos tentando reinventar a mitica historia de uma das princesas da Disney. Por um lado esta sob a toada de um filme mais tradicional, com uma sequencia logica da maior parte da historia num mundo de fantasia e diferenciaçao da adaptaçao que surgira com maiores meios la para o verao. Pelo resultado deste primeiro filme as coisas nao funcionaram lá muito bem, não só em termos criticos onde a mediania das avaliaçoes nada trouxe de proveitoso ao filme mas principalmente em termos comerciais onde a aposta mais tradicional nao fez por si so o filme como um sucesso sendo ate ao momento um floop relativo.
Mirror Mirror e das adaptaçoes para este ano a menos revolucionaria aquela que segue mais o que a historia tradicional nos dá, não so por ter um publico alvo mais jovem mas acima de tudo pela cor e fantasia que o filme tras consigo, pese embora este facto as alterações na historia sao consideraveis com o principe a ganhar um particular preponderancia ao longo de todo o filme, sendo que a sequencias mais miticas da historia sao reinventadas e estruturadas ao longo de todo o filme.
Nao e um filme apesar de tudo inovador, com bons meios tecnicos principalmente do decoração e cenario nunca e uma produçao de primeira linha, pese embora a historia assim o necessitasse parece sempre um filme marcadamente infantil, e pouco preocupado em levar a narrativa um pouco mais alem, apesar de tudo isso e daqueles filmes que tambem nao surpreende pela negativa, utilizando quase sempre um humor basico pouco rebuscado alias como todo o filme acaba por ser.
Enfim um filme que poderia bem ser da Disney mesmo nao sendo que provavelmente perdera em termos de produçao e mediatismo para o seu grande adversario mais corporal e de acçao, contudo este e uma formula mais normativa e tradicional.
O filme fala a historia ja conhecida da branca de neve sem grandes alterações ou seja a menina que quando fica so entregue a sua madrasta ve a sua vida virada num inferno ate que fica e encontra os sete anoes, depois o princepe aparece e resolve tudo.
Em termos de guiao muito pouco de novo ou creativo talvez so a forma como contextualiza alguns dos momentos mais marcantes do livro dando-lhes uma nova roupagem pode ser considerado relativamente inovador e estes sao os melhores momentos de um filme pouco recheado neste aspecto.
A realizaçao mostra um realizador mais empenhado e colorido depois do sucesso de imortais, sendo uma conjugaçao estetica interessante de um realizador que ja tinha mostrado esta forma em a cela. mesmo assim parece por vezes a curto espaço algo perdido em termos de fundamentação com o nivel produtivo do filme.
O cast nada de especial mais virado para a vertente comercial em termos de Roberts e Harmer, e uma aposta mais estetica em Lily Collins, num filme facil sem grandes exigencias a nao ser o nivel comercial dos protagonistas e aqui LIlly ainda nao te um lugar marcado.

O melhor - A cor do filme.

O pior - Misturar para dar no mesmo.

Avaliação - C

Friday, April 06, 2012

American Reunion


Treze anos depois do suscesso instantaneo e surpreendente que foi American Pie e depois de tres filmes para o grande publico e mais alguns directamente para video, tudo parecia ter terminado com o decrescimo natural das coisas, e uma vez que os protagonistas seguiram a sua vida normal tentando novos projectos e cimentar a carreira. Contudo a reunião foi feita este ano num nivel de existencia e de vida completamente diferente, o filme criticamente conseguiu o sucesso do primeiro com criticas medianas mas a maior parte destas positivas, em termos comerciais aguarda-se o primeiro anuncio ja que so estreia este fim de semana, mas pela amostra portuguesa estamos perante um sucesso estrondoso.
O segredo da saga American Pie e facil de perceber se por uma lado entra no submundo libidinal dos adolescentes por outro lado o humor fisico, politicamente incorrecto e sem limites e a delicia da rebeldia dos mais jovens e a concretizaçao dos mais velhos, e nisso os filmes anteriores mais ou menos tem todos sequencias de humor ritmado. Aqui o filme pega nas personagens numa reunion, e o certo e que resultado continua la a quimica entre personagens e evidente, pese embora acentue o desaparecimento da relaçao entre todos o que acaba por de alguma forma criar alguma desilusao no espectador, contudo apos este facto os ingredientes sao o mesmo, pese embora se note sem a intensidade de outros tempos, mas com a coragem que sempre evidenciou a saga,
O grande segredo do filme e que se torna a mais valia ao mesmo tempo e conseguir reunir no filme todos os actores das sagas sem qualquer um deixado de fora, desde o principal ate ao secundario sendo a unica ausencia de peso o irmao do Stifller mas como esse nos filmes para video ja teve o seguimento nao e uma baixa de relevo, e depois a homenagem sentida ao primeiro filme, e muito comum enunciar o passado de uma forma relevante, num dos filmes que se tornou um culto da comedia norte americana.
Como filme podemos dizer que o ritmo a qualidade humoristica e a intensidade baixam um pouquinho as piadas e o sentido de humor do filme ja nao e tao actual e revolucionario, pese embora exista sempre o carisma do inicio de tudo ter sido com eles.
A historia fala da reuniao dos colegas de turma na terra natal e do reencontro dos protagonistas do primeiro filme com diversas linhagens de vida nem todos no sucesso mas acima de tudo todos com o que os unem mais.
O argumento e interessante na formula como consegue trazer a actualidade todos os pontos interessantes do primeiro filme, mais do que qualquer um dos outros, nao desliga de nenhum deles com excepçao do terceiro onde recuperar January Jones seria complicado e perderia a intensidade de humor ao centre Stifler. As personagens evoluem no mesmo registo sendo o epicentro de todo o filme, em termos de humor nao esta tao forte como os anteriores, mas como e uma homenagem isso nao prejudica o filme.
A realizaçao e a tipica neste tipo de filmes, com a diferença que e mais explicito nas cadencias sexuais e ao mesmo tempo os truques de camera nao sao tao utilizados, mesmo assim e interessante a forma como as expressoes faciais mais adultas sao mais vincadas ao longo de todo o filme.
O cast e totalmente recuperado, com trajectorias diferentes mas que no geral conduziu todos a um papel secundario em Hollywood, Biggs, Suvari e Klein foram os que mais espaço chegaram a ganhar em estilos diferentes mas com o tempo acabou por nada sobrar a nao ser isto dai a facil reuniao de todos.

O melhor - A recuperação do cast original todo.

O pior - A desactualizaçao de algum tipo de humor

Avaliação - C+

Monday, April 02, 2012

Act of Valor



Muitos ficaram surpreendidos quando na lista dos filmes a serem lançados em wide se observava este act of valor, sem grandes actores sem nomes conhecidos nem realizadores, e que apenas tinha como função homenagear os soldados americanos que em deterimento de uma vida familiar acabam por lutar na sua essencia da vida por um mundo melhor. COntudo o sucesso do filme nao foi apenas na estreia em wide ja que nas bilheteiras o filme acabou por conseguir bons resultados sendo ate a data um sucesso surpreendente. EM termos criticos as coisas ficaram pela mediania.



Act of Valor e um filme cuja historia quase inexistente a falta de qualidade de interpretação gritante poderia conduzir para um filme absolutamente sem nenhum valor, contudo a realização impecavel em termos de sequencias de acção e escolha de planos nas ações tacticas e a nobreza da horna e do sentido moratorio e de homenagem que o filme tras consigo, faz com que o filme melhore uns pontos na sua vertente mais teorica.



Act of Valor pese embora estes pontos positivos e daqueles filmes que tem em si muito de amadorismo principalmente em termos de interpretações e a forma como isso acaba por tornar o filme muito pouco de personagens e sim de sequencias de ação extremamente longas que a alguns espaços torna o filme algo penoso.



Fica a salvaguarda de fazer acreditar que mesmo sem grandes meios obras proprias podem chegar ao sucesso entre grandes estreias de grandes estudios.



O filme fala de um grupo de soldados americanos que deixam de lado as suas familias para lutar contra uma estrutura terrorista que se encontra a ser formado, podendo mesmo por em causa a vida de cada um deles.



O argumento nao e forte e quase sempre o basico em filmes deguerra com boa diferença entre bons e maus e com um sentido patritotico americano exagerado, o que deixa pouco espaço a personagens e muito menos a dialogos.



EM termos de realizaçao o filme tem a sua grande virtude em sequencias que pese embora toda a sua duração são bem realizadas com sentido estetico e espetacularidade que da ao filme um virtuosismo acima do normal e acaba por ser o segredo do filme de um realizador que so agora tem o primeiro contacto com o grande cinema



Em termos de cast um conjunto de desaparecidos e desconhecidos que nada dao ao filme, e neste capitulo que o filme tem o seu grande calcanhar de aquiles pese embora o seu objectivo nunca fosse ter um grande nivel de interpretação






O melhor - A realização.






O pior . INterpretação e argumento






Avaliação - C

Sunday, April 01, 2012

We Bought a Zoo


Desde Jerry Mcguire que Cameron Corwe ganhou um espaço muito proprio em comedia de sentimento, em filmes com algum grau de boa disposição mas intensos do ponto de vista da expressao natural de sentimentos. Pese embora este facto e obvio que nunca mais conseguiu o sucesso deste filme, ficando sempre um pouco aquem das expectativas. Com este we bought a zoo, podemos considerar que em termos criticos o filme esteve mais perto do sucesso pese embora este nao tenha sido claro, mesmo assim avanços principalmente comparativamente a Vanilla Sky e acima de tudo a Elizabethtown. Em termos comerciais e pese embora um mau arranque a continuidade do filme permitiu um resultado relevante pese embora nao seja brilhante.
We Bought de Zoo e um filme tipico de Cameron Crowe com a diferença que não adquire a profundidade moral da maior parte dos seus outros filmes, uma vez que e obviamente relacionado para um publico mais jovem e acima de tudo e um filme mais familiar sendo o seu objectivo ser um filme que transmite ternura nas suas personagens.
E um filme sem viloes, ou seja as circunstancias sao a unica adversidade e pese embora seja um filme baseado em factos veridicos a forma com os problemas sao resolvidos parece tao caidos do ceu e quase tao sem sentido, que de outra forma seria no meu entender um argumento sem grande trabalho, que contudo analisando este dado podemos dizer que e uma historia feita para este tipo de cinema.
Pese embora a sua força emocional que Crowe transmite como poucos, nao penso que seja nem de perto nem de longe um dos seus melhores filmes, desde logo pelo facto de nos parecer com pouco ritmo ou seja pese embora tenha um bom inicio a segunda hora do filme perde intensidade focos de interesse parecendo nada mais nada menos do que um caminho facil ate ao esperado resultado final. E o cinema necessita cada vez mais de nas diferentes vertentes surpreender o espectador e o que Crowe normalmente efectuava muito por conta dos dialogos acaba por nao ser tao evidente neste filme, mesmo assim um filme ternurento facil de gostar.
A historia fala de um viuvo com a sua nova realidade com os seus dois filhos que muda de casa para um zoo, no qual mesmo sem experiencia tem a aventura de tentar abrir aquele espaço e que este seja um sucesso enquanto luta pela sua coesao familiar.
O argumento parece nos demasiado facil e um pouco a antitese que Crowe costuma dar nos seus filmes com frases poeticas para diversas circunstancias, aqui e pese embora a expressao de sentimentos esteja bem tomada pelo argumento em personagens agradaveis para esse efeito, temos de esperar pela ultima fala do filme para vermos a verdadeira intensidade expressiva de Crowe com um poder que so conseguiu quase em jerry Mcguire
A realização nao e brilhante parece que Crowe esta com medo de arriscar ao longo de todo o filme na captaçao de imagens e acima de tudo na forma como necessita de mais estetica o filme, mesmo assim a competencia esta la, e as personagens sao filmadas na sua maior expressao.
O cast e bem escolhido, Matt Damon e dos melhores actores da actualidade nao so em temos da manifestação de sentimentos positivos mas na vivencia de crises internas que o filme lhe pede, a sua interpretação e principalmente da sua filha no filme sao a alavanca ternurenta do filme, pese embora Joahnsson e Chuch tambem estejam num nivel aceitavel.

O melhor - A ultima frase do filme.

O pior - A perda de ritmo do filme na segunda hora.

Avaliação - B-

Saturday, March 31, 2012

Gone


Desde Mamma Mia que Armanda Seyfried ganhou um protagonismo natural em Hollywood, nao so em comedias romanticas mas mais recentemente em thrillers sejam eles policiais ou futoristas. Para o inicio deste ano surgiu um filme sobre desaparecimento e sindorme pos traumatico, onde a actriz assume este policial, pese embora Seyfried tenha o seu peso o resultado foi bastante negativo, principalmente criticamente onde as avaliações foram bastante negativas e danos para o filme. Mas se criticamente o falhanço ate poderia ser expectavel em termos comerciais o falhanço tornou se mais surpreendente e ao mesmo tempo mais danoso para os objectivos do filme
A tentativa de criar protagonistas de filmes de acçaão em algumas das novas caras de hollywood sempre foi tentado, normalmente com pouco sucesso o certo e que Seyfried e uma das actrizes que mais filmes tem lançado nos ultimos tempos e quase sempre com pouco sucesso, neste filme temos um policia de quarta linha, previsivel, com pouca intensidade cujo o unico foco de interesse e a dictomia entre o real e o criado com uma resolução demasiado esperada e acima de tudo em prol de um filme pipoca de baixa classe.
Gone e daqueles filmes que a determinado ponto nada de novo nos tras ou seja tudo e introduzido e ate ao final estamos dependente da forma como tudo lentamente e obviamente vai ser desvendado nunca conseguindo criar climax nem intensidade em momento nenhum da sua duraçao
Ou seja estamos perante um filme frouxo, quase sempre limitado em ideias pouco creatio que vive acima de tudo, ou tenta viver do peso de uma protagonista, que mesmo em termos de criaçao de personagem deixa muito a desejar. Ou seja um filme que podera ter sido a ultima tentativa dos estudios apostarem nesta actriz para assumir em exclusivo um filme
A historia fala de uma jovem que vive com um trauma de um rapto que foi vitima, e que muita gente pensa que nao aconteceu ate ao momento em que a sua irma desaparece sem deixar rasto, sendo o filme a suspeito da mesma situaçao e onde a a personagem central tem que provar a sua vivencia para assim encontrar a sua irma
o Argumento e limitado em todos os seus vertices, desde logo em termos de construção de personagens ou seja pouco ou nada temos de substancial nas mesmas e principalmente na criaçao de situações ou dialogos entre elas, tambem o fio narrativo e demasiado obvio e pouco creativo
A realização e basica para um filme de grande estudio, sem grande componente produtiva e muito menos estetica e um filme algo negro, e isso acaba por ser o unico promenor valido de todo este lado dom filme.
Seyfried esta longe de convencer pelos seus dotes interpretativos, ou seja parece nos mais uma cara bonita bem lançada num filme comercial que ainda colhe dividendos desse sucesso não mais os repetindo em filmes que nada a fazem crescer como actriz, os secundarios nao existem

O melhor - O final tão obvio acaba por surpreender por este facto

O pior - A pouca energia do filme

Avaliação - D+

Friday, March 30, 2012

The Hunger Games



Depois do sucesso de Twilight as adaptaçoes de livros para adolescentes principalmente de best selleres tornou-se a nova mina de ouro das produtoras de holywood, para este ano sob a batuta do intermitente Gary Ross, veio este novo padrão de jogos de fome, circunscrito a um futuro recente onde o dominio dos media e cada vez mais abrasivo. Por muito que a expectativa fosse elevada principalmente pela fama dos livros poucos esperariam um sucesso tao grandioso para este filme, nao so em termos criticos, onde o filme conseguiu passar com avaliação bastante positivas mas acima de tudo em termos comerciais onde rapidamente se tornou o filme mais visto do ano.



The Hunger Games e ate ao momento não só o melhor filme de 2012, mas tambem o acontecimento cinematografico do ano, desde logo por ser o inicio de uma saga sem qualquer precedente para alem do livro que esteve na sua origem, depois porque tem tudo que um grande filme ou o inicio de uma grande saga deve ter, ou seja acção, actualidade no tema, bons efeitos especiais, criatividade ritmo, ou seja todos os ingredientes que um bom filme deve ter e ainda mais um filme para o grande publico. E daqueles filmes em que tudo esta fisicamente ou subtilmente presente no filme, desde a forma como encara uma prespectiva futorista com grandes ligações de realidade ou mesmo na forma clara com que assume uma visão muito proxima do nosso dia com um exagero satirico interessante.



Outro dos grandes valores do filme é mesma a forma como o filme nao tenta ir logo ao assunto ou seja a introduçao contextual e politica de todo o filme que o leva para o patamar dos melhores, num livro que possivelmente ficara na historia como um dos livros de referencia como 1984 ou admiravel mundo novo são na actualidade.



O filme fala de um futuro proximo no qual o mundo e dividio por distritos que servem de escravos para o centro de capitolio onde uma sociedade vive unica e exculsivamente da aparencia e de tudo o que seja entertenimento facil, apos esse facto o filme acaba por ser um reality show onde a morte e sinonimo de perda.



O argumento e fortissimo numa historia de base de primeira linha, com personagens complexas e com dialogos fortes actual com grande paralelismo ritmo ação e comedia, enfim todos os ingredientes para um grande filme com uma grande historia.



Depois de Plesantville todos ja sabiam da originalidade e capacidade de Ross fazer grandes filmes e artisticos mesmo que Seabiscuit nao seja um prodigo neste filme voltou ao seu melhor nivel co beleza força e empenho numa realização que poe o nivel demasiado alto no inicio deste ano.
Em termos de cast o valor vai todo para Lawrence num daqueles papeis que enche de inicio ao fim, num daqueles papeis que diferencia a primeira da segunda linha naquela que e talvez neste momento a melhor actriz da sua geraçao, ainda da espaço para bons papeis de Harellson e Bentley.






O melhor - O cinema actual e com meios






O pior - É uma triologia e o nivel esta elevado






Avaliação - A-

Tuesday, March 27, 2012

Ghost Rider - Spirit of Vengeance



Poucos acreditariam que depois do insucesso que foi a primeira adaptação deste mitico superheroi que alguem se atrevesse a arriscar um novo filme, pois bem, Hollywood tem destas coisas, deste tipo de coragem, muitas vezes sem sentido. Este projecto foi anunciado como um reboot, mas por outro lado trazia novamente Cage como protagonista. O resultado ainda pior do que o primeiro, principalmente em termos comerciais onde não conseguiu chamar atençao para quase ninguem, sendo muito inferior ao seu antecessor, e tambem criticamente para quem queria um corte com o passado e obvio que o filme e diferente mas tambem criticamente o resultado foi o mesmo ou seja um autentico desastre critico.



O primeiro ponto que se deve dese ja salientar e que o filme e completamente diferente do seu antecessor, ou seja enquanto o primeiro era o tipico filme de um grande estudio com um estilo e um argumento basico para fazer render dinheiro, este filme e mais um exercicio de estetica mais colado a um filme indie com um padrao agressivo politicamente incorrecto, com determinada dose de loucura, mas todos os aspectos irreverentes no filme acabam por se tornar ridiculos num argumento ou uma historia de base do mais ridicula que a memoria, se e que o filme tem historia de base, pois parece sempre um filme cuja unica motivaçao esta em tentar fazer dos desvaneios da personagem um exercicio de estilo que quase sempre acaba por ser desinteressante.



E daqueles filmes que quer ser tao radical que acaba por nao ter qualquer raiz ou mesmo qualquer fundamento principalmente quando apesar de tudo estamos a fazer um filme para grande publico, como o primeiro foi e quando nao se quer cortar o embriao caso contrario nao seria Cage o escolhido, ou sejo temos um filme com uma complexidade e interesse narrativo inexistente como ja o primeiro filme tinha sido, num exercicio de realizaçao e produçao incompreensivelmente rebelde que torna o filme num objecto muito dificil de digerir e um filme facilmente ridicularizado pelo espectador.



Ou seja mais um floop total numa carreira cada vez mais desesperante de Cage que durante uma altura da sua carreira parecia escolher os melhores filmes de acçao mas que agora serve de face as produçoes mais duvidosas que ultimamente ha memorias, estando este filme numa das suas piores experiencias.



O filme fala de mais uma aventura de Johnny Blaze, mais conhecido por Ghost Rider depois de fazer um pacto com o diabo e se transformar na estranha criatura, aqui vai tentar salvar um menor das garras do proprio diabo, enquanto de alguma forma tem que lutar com um grupo armado com pouco ou mesmo nenhum fundamento.



O argumento e pessimo, na construçao das personagens na limitaçao do guiao, na inexistencia de personagens mesmo o proprio Blaze pouco mais e do que um maluco que lembra se a espaços que e boa pessoa, ou seja tudo demasiado mau. Dialogos simplesmente nem existem



A realização ate podia ter boas intençoes numa vertente mais noir e incorrecta da saga que alias transpira este tipo de condiçao, contudo acaba por ser tudo mal aproveitado num guiao ridiculo ou mesmo inexistente, que conduz o filme para algo ainda pior do que o primeiro ja tinha sido.



Em termos de cast houve uma aposta menor, Cage e o mesmo do primeiro filme e isso e bastante mau num actor que ele sim necessita urgentemente de um reboot, de resto um cast de secundarios que pelo menos nao da tudo como mal gasto.






O melhor - A intençao da realizaçao






O pior - COnseguir piorar o ja mau primeiro fllme






Avaliação - D

Sunday, March 25, 2012

Shame


Se existe filme que no final do ano passado estev envolvido em polemica foi este estridente Shame um filme sobre a loucura sexual e a doença que pode estar envolvido e a luta entre o lado fisico e moral da questão. Foi das sensações que apenas não chegou mais longe em termos de galardões pelo facto de se tratar de um filme pouco tradicional e demasiado polemico, mesmo assim foi dos filmes com melhores avaliações do ano lançando para o estrelato o seu peculiar realizador. Em termos comerciais as coisas foram bem mais modestas expectavel para um filme baseadamente independente.
Shame não e um filme facil, principalmente porque o ritmo nem sempre e o mais acelarado, mas a sua maior preocupação e fazer com que cada uma das suas ideias seja vincada, o que faz que o filme seja sempre uma tentativa longe de sequencias quase sempre silenciosas, mas cujo os gestos acabam por interpretar tudo que o filme quer ser.
E daqueles filmes que em determinada altura poe o dedo na ferida principalmente pelo facto de retratar um habitante tipico de um mundo moderno onde a realidade fisica desencontra se com a perturbação, um pouco o que ja tinha sido feito em American Psico, mas numa vervtente mais sexualizado.
A riqueze do filme e acima de tudo em termos do conflito moral da personagem alias todos os epicentros narrativos centram-se neste proposito, o que funciona quase em plenitude, ou seja um filme forte, nem sempre contudo pensado para grande publico, ou emocionalmente intenso.
O filme fala de um gestor de uma empresa que tem um problema de adição sexual, sendo o filme o conflito na manutençao de algo que se torna cada vez mais problematico com o drama familiar que o assiste.
O argumento em termos de riqueza narrativa nao e tao rico cinematografico quanto o filme poderia exigir, pensa-se que o filme poderia funcionar muito mais como livro do que propriamente como filme, nem sempre e facil o filme poder dar toda a dimensão que as personagens tem. ou seja parece sempre ter algo demasiado imp,licito.
A realização e perfeita de mcqueen e daqueles filmes que acabam por ser a força maior de um filme o poder de captar imagens,e esteticamente perfeito e um dos pontos mais interessantes do filme, a sequencia da corrida de Fassenbander e perfeito.
O cast tem dois dos actores do momento na sua melhor forma possivel, a prestação de Fassambender e muito forte, e acima de tudo demasiado intensa em todos os pontos a nomeação seria no minimo justa para um actor deste nivel, por fim Mulligan a mostrar ser a grande revelação dos ultimos anos em termos de actrizes, com outro tema poderiamos ter mais duas nomeações certas.

O melhor - A realização e as interpretações.

O pior - O silencio pausado.

avaliação - B

Saturday, March 24, 2012

Young Adult


DEpois do sucesso de Juno e principalmente de Up in The Air Jason Reitman pos em seu torno a expectativa de um autor de filmes suaves com um conteudo moratorio forte e que acabam por rapidamente entrar na mente dos espectadores. Foi assim de uma forma muito alegre em Juno e de uma forma mais profunda em Up in the Air, para este ano nova colaboração com Diablo Cody que lhe deu a fama em Juno, contudo o resultado esteve longe da primeira colaboração nao so em termos comerciais onde este fillme foi quase inexistente, mas acima det tudo em termos criticos nunca tendo sido um filme capaz de chamar para si a atenção dos premios pese embora criticas na maioria das quais positivas.
Podemos dizer que o filme tem conteudo e realismo no assunto que debruça, ou seja que sao as dificuldades da vida que fazem as pessoas evoluir e com facilitismo continuamos mais velhos mas sem a maturidade que deveria acompanhar, a forma como o filme trata disso na personagem central e muito forte e delicioso e é a grande mais valia do filme, que nao esquece qualquer pormenor para fazer este ponto funcinar.
Por outro lado o filme tem um problema que nao lhe permite nunca ser tao animado ou curioso como os filmes anteriormente referidos do realizador, mas acima de tudo nao consegue ter a intensidade narrativa em virtude de ter adoptado um estilo demasiado pausado de forma a ser um filme de personagem o que nem sempre e facil.
è daqueles filmes que quando acabamos de ver temos sensação de não acabado ou seja que nada que o filme nos da como conflito acaba por não conseguir por outro lado o resolver, ou seja tudo que o filme questiona no inicio não deixa de exisitr no filme, parecendo apenas ser mais um filme sobre um momento como tantos outros na vida de uma personagem propria e de pouco conteudo.
O filme fala de uma quase quarentona, que apos ter conhecimento de que o seu namorado da adolescencia foi pai regressa ainda presa a um passado em virtude de nao ter crescido, onde vai encontrar um pequena aldeia completamente diferente.
O argumento tem duas vertentes completamente diferente em termos de avaliação, por um lado no trabalho contextual o filme e perfeito na forma como a personagem e criada, as personagens e o desenvolvimento das mesmas num contexto de pequena cidade e muito trabalhado mas por outro lado em termos da linha central o filme peca pro ser demasiado linear e sem grandes focos de intensidade.
A realizaçao de Reitman e forte e acima de tudo é perfecionista, estamos perante um talento para os proximos anos, que tem neste filme um mais dificuldades pela faltaa de intensidade natural do filme, mesmo assim tem nota positiva.
Em termos de cast Reitman tem conseguido nas suas personagens dar papeis intensos e acima de tudo narrativamente complexos, e mais uma vez ganha em toda a escala com a sua escolha Theron esta perfeita e a encarnaçao de tudo que o filme nos da, numa das suas melhores interpretaçoes sem ter que modificar a sua fisionomia, sendo ela mais um trunfo para uma construçao que merecia ser mais valorizada. Em termos de secundarios o filme funciona contudo sem o mesmo brilho.

O melhor - Cherlize theron e a sua personagem.

O pior - A intensidade que a determinada altura nao permite empolgar o espectador.

Avaliação - B-

Tuesday, March 20, 2012

John Carter



Quando a Disney anunciou um mega projecto para este ano de 2012, poucos ou quase poucos tinham conhecimento do que poderia ser este John Carter, com o topo da tecnologia de um grande estudio aposta para verncer no inicio do periodo de blockbusters. Contudo tudo começou a ficar mais difuso quando no filme nao aparecia qualquer estrela de primeira ordem. Com as primeiras avaliações demasiado médias para um filme de classe discutivel. Tambem em termos comerciais o filme esteve longe de explosao que se pensava principalmente nos EUA com resultados bastante modestos para um filme que tinha em si uma ambição forte.



John Carter é um filme demasiado basico para o perfil disney nao so em termos de uma narrativa que apenas consegue incutir alguma força no seu paralelo com a realidade actual, já que em marte tudo e demasiado vistoso mas com pouco conteudo, ou seja e um filme que se resume a uma serie de frases freitas e efeitos especiais fortes, num 3d bem efectuado, mas que contudo demonstra mais uma vez que a tecnologia nem sempre e utilizada em prol de bons guiões.



John Carter e daqueles filmes a quem pese embora a historia ate tenha alguma profundidade o foco de interesse fica totalmente circunscrito a sua formula artisitica e ao seu poder tecnologico, este ponto nem sempre acaba por fortalecer um filme no epoca em que os blockbusters cada vez mais apostam numa narrativa mais forte eenvolvente, dai que o seu futuro o definira como um projecto aquem dos estudios da Disney em todos os planos.



O filme fala de um capitão do exercito americano que acaba por ser transferido para marte onde acaba por ser ver no meio de uma guerra de povos e apaixona-se por uma princesa num territorio controlado por uns seres mitologicos.



O argumento e o parente pobre do filme desconexo da realidade com alguma falta de profundidade apenas com o objectivo de efectivar as poderosas sequencias de acção que parecem sempre preparadas para a potencia maxima. No fim acaba por a narrativa ser pobre e as personagens inexistentes.



Em termos de realizaçao e daqueles filmes que tem em termos tecnicos tudo que um filme ambiciona ter exprimenta bem o mundo do 3d esteticamente interessante com uma boa potencializaçao do ambiente de marte, mas que pouco ou nada consegue incutir numa narrativa, um realizador habituado à animação mas que consegue uma exibição satisfatoria na estreia em carne e osso.



O cast e fraquinho um grande projecto deve ser constituido por grandes actores caso cotnrario perde força e o filme acaba por ser refem deste facto principalmente em termos de protagonista e vilao principal. COm outros actores o filme poderia ter um nivel completamente diferente.






O melhor - Tecnicamente









O pior - O Conteudo






Avaliação - C-

Saturday, March 17, 2012

Wanderlust


Muitos quando observaram que Paul Rudd iria contracenar Jennifer Aniston a primeira impressão que surge e que este par é um dos mais naturais de Hollywood, contudo se olharmos temos de recuar quase 14 anos para encontrarmos a unica aparição no grande ecra dos dois actores juntos quando ainda ganhavam alguma dimensao em Hollywood. Por esse facto este filme criou alguma expectativa para alem de trazer o actual namorado da actriz. Pese embora estes ingredientes e dificil considerar este filme um sucesso principalmente em termos de bilheteira onde teve muitas dificuldades em obter uma grade distribução que conduziu a resultados muitos diminuidos de bilheteira. Criticamente e tendo em conta o que e vulgar na dupla as coisas nem correram assim tão mal.
A primeira avaliação que se pode fazer deste filme e que o mesmo e politicamente incorrecto satiriza com os fenomenos de associações fundamentalistas de ideais inexistentes e acima de tudo traz consigo originalidade e creatividade com um humor adulto, actual e que funciona na maior parte do tempo bem, contudo vai perdendo gas ao longo de todo o filme com alguma repetiçao de conceitos.
O segredo do filme e a sua formula natural e descontraida sem medo de arriscar e um filme corajoso que pese embora consiga picos diversos de intensidade de humor perde por lhe faltar alguma componente moral que não consegue ser vincada na sua parte final, sendo apenas um conjunto de gargalhadas mais do que um bom filme que acaba mesmo por nao ser.
O grande problema do filme e no momento em que entra no seu contexto natural começa a ser algo repetitivo no tipo de piada e humor utilizado o que leva a um abrandamento da originalidade e creatividade, mesmo assim estamos perante um filme positivo em termos de humor.
A historia fala de um casal de desempregados que para tentar sobreviver prefere se deslocar para uma comunidade naturista onde aos poucos se vão encontrar com os rituais e tradições peculiares do grupo.
O argumento funciiona muito melhor numa analise fraccionada de cenas do que propriamente como um todo, aqui o filme parece ter mais dificuldades em ser analisado como um bom argumento, nem que seja que algum dos segredos advem da forma como o filme e montado e acima de tudo realizado, mesmo assim a mistura de humor adulto com non sense funciona algumas vezes.
A realizaçao tem bons momentos nos contextos do filme, e acima de tudo em algumas sequencias onde o proprio jogo de camara e o humor do filme.
Em termos de cast temos Aniston e Rudd no seu contexto natural a comedia romantica, e se Aniston recentemente ja esteve melhor e mais exigente, principalmente em Horrible Bosses, Rudd já à muito tempo que não tinha um papel tao intenso como este fisicamente e do ponto de vista de humor fisico que acho que nem sempre representa bem, neste filme temos bons, e maus momentos mas os bons foram do melhor da sua carreira.

O melhor - Algumas personagens isoladas, o contexto do irmão do protagonista por exemplo.

O pior - ir perdendo intensidade e repetitivo nos mesmos contextos.

Avaliação - C+

Good Deeds


Tyler Perry nos ultimos anos ganhou um espaço proprio no cinema norte americano principalmente pelos seus filmes maioritariamente dramaticos com tiques de comedia principalmente na construçao da sua personagem Madea que o conduziu a um sucesso proprio nas comunidades afro americanas. Ultimamente a Madea ficou um pouco de lado e o drama assumiu mais intensidade. para este ano um filme sobre uma personagem sua mais do que o fluxo de personagens que era habitual, o resultado contudo foi desapontante desde logo em termos comerciais algo longe do que Perry conseguiu nos melhores dos seus filmes e tambem em termos criticos com avaliações algo negativas.
De todos os filmes de Tyler Perry este Good Deeds e de longe aquele que mais entra em Cliche dramatico de comedias romanticas lamechas como a muito ja nao se via no cinema moderno, alias o proprio filme em todos os seus elementos e um total cliche daquilo que funciona em telenovelas mas que pouco ou nada tem de novo, creativo ou entusiasmante. Alias no final ficamos com a sensação que esta especie de conto de fadas onde tudo corre bem, a maior parte das persoangens sao melhor do que algo que alguma vez existiu, enfim um autentico espectaculo de um cinema melancolico e pouco intenso, de um autor que ja deu mostras de conseguir de uma forma mais madura trabalhar sentimentos.
Alias a sensaçao que se fica no filme e que tudo e demasiado feito a pressa e da forma mais obvia possivel para numa especie de linha de montagem sair mais um filme do autor, que pela falta de profundidade dos seus filmes ja deve ter o proximo em execução.
Enfim dos filmes de Tyler Perry para alem do mais simples um filme de serie B romantico de pouca qualidade, que nada ficara bem a um curriculo ate ao momento consistente do autor pese embora seja brilhante.
O filme fala de um grande empresario que acaba por estar demasiado consignado ao ritmo programado da sua vida, quando acaba por interagir com uma empregada de limpeza da sua empresa em grandes dificuldades economicas e com o encargo de uma filha menor, que vai conduzir a descoberta de verdadeira identidade.
Como as frases anteriores denunciam estamos perante a tipica telenovela portuguesa ou a ficção tipica da relação entre o rico e o pobre quando estes sao boas pessoas, ou seja tudo o resto e demasiado pouco trabalhado, como as personagens, ou dialogos tudo demasiado fraco e futil.
Em termos de realizaçao o filme nao e bem nem mal filmado o ritmo de imagem de Perry e sempre lento e demasiado focalizado no obvio das personagens, neste filme e mais do mesmo sem grande mudança.
Em termos de cast Perry esta longe de ser um grande actor principalmente na vertente dramatica mas e a sua aposta talvez para conseguir conquistar um espaço neste mesmo teor, contudo pouco convincente limitado e pouco intenso perde todas as cenas para a sua companheira de reparto, uma Newton intensa contudo muitas vezes caindo num overacting excessivo.

O melhor - O clima final que ja e tradicçao de Perry

O pior - Ser um Perry demasiado lamechas

Avaliação - C-

Wednesday, March 07, 2012

Coriolanus


As adaptações dos filmes de Shakespeare ultimamente tem-se tornado moda das sua temporização aos nossos dias ou pelo menos ao nosso tempo. para o final deste ano e marcando a estreia como realizador de Ralph Phienes surgiu a sua adaptação de Coriolanus uma das peças sobre liderança e traiçao que marcou o trajecto do dramaturgo ingles. Os resultados contudo ficaram aquem das expectativas uma vez que pese embora as criticas positivas que o filme recebeu nao conseguiu entrar na disputa directa aos diferentes premios e por um lado em termos comerciais nao conseguiu sequer uma distribuição wide, o que conduziu facilmente o filme a quase invisibilidade de bilheteira.
Coriolanus como a maior parte das adaptaçoes do nosso dia de Shakespeare perde pela forma como nao consegue articular o discurso ou mesmo algumas opçoes narrativas a actualidade sendo esse o objectivo do filme. Mais uma vez torna-se dificil observar tanta teatralidade num meio real e ainda por cima contemporaneo, esse problema acaba por condicionar a veracidade do filme e acaba por condicionar a forma como todo o restante filme funciona junto do espectador.
De resto estamos perante um filme tecnicamente bem feito, com uma boa conjectura politica que serve de base a intensidade de todo o filme, e acima de tudo a crueza das imagens ou pelo menos da forma como estas sao oferecidas ao espectador. De resto a intensidade acaba por ficar quase sempre no discurso da personagem principalmente de Corulanious o grande enfoque do filme, mesmo que o enigma esteja sempre ao longo do todo filme como e normal nas peças do dramaturgo ingles.
E daqueles filmes que parece contudo apensar da sua qualidade indisicutivel um pouquinho fora de tempo, ou mesmo demasiado estranha no corpo do cinema actual, pese embora tenha tudo para ser um filme que funcione bem quer pela forma como e escrito quer pela força estetica o certo e que parece sempre faltar um degrau para ser o maximo de realizaçao.
O filme fala de um general que depois de dar o corpo pela patria e ser chamado a senador e traido e colocado contra o povo, o que conduz a procurar apoio junto do grupo de rebeldes que sempre combateu.
O argumento nao e facil, principalmente porque tenta com a escrita e dizeres de shakespear tornar nos nossos tempos aquelas palavras com sentido e isso acaba por condicionar em momentos o filme pese embora a historia e as personagens sejam fortes como o dramaturgo as criou.
A forma de Fiennes se estrear na realizaçao deixa antever um futuro promissor, num filme dificil ao qual ele da um caracter estetico cru mas proprio que acaba por ser uma mais valia para a forma como o filme surpreende o estetador, nao e um filme comum principalmente nesta valencia.
Em termos de cast Fiennes lidera o seu proprio cast num papel ao seu melhor nivel e que o mesmol e do mais alto que podemos ver, de um actor de primeira linha que tem aqui um papel que merecia mais reconhecimento tem um filme a seu cargo tem uma disponibilidade fisica e expressiva pouco vista num dos melhores papeis do ano, que apaga tudo o resto no filme, que se torna quase so o seu lirismo, apenas algum espaço para Redgrave principalmente nos dialogos entre ambos.

O melhor - O papel de Fiennes

O pior - Lirismo shakespear nao expressa a actualidade

Avaliação - B-

Monday, March 05, 2012

Bel Ami



Seria logico que a figura de Pattinson acabasse por criar uma serie de filmes apostados em reder a sua imagem, contudo tambem seria logico a tentativa deste tentar sair deste registo enverdando por filmes menos comerciais e do grande publico. Contudo um dos perigos e nao ter metodo no que escolhe, escolhendo apenas porque nao seria comercial. Bel Ami apesar do grande elenco e feito como dinheiro italiano e rodado em França. Os resultados comerciais e criticos ainda nao foram medidos uma vez que o filme ate a data ainda nao conseguiu distribuiçao nos EUA. Sera que nem Pattinso consegue vender este filme?



O mal de alguns filmes europeus e que pensam que conseguem subentender sempre a mensagem subliminar de uma forma demasiado perfeita e que isso vai sempre dar um poder quase sobre natural ao filme. Pois bem este filme demonstra claramente que isto nao e verdade, ou seja se por um lado no final conseguimos sentir a moral que o filme tem, o certo e que o caminho nao e o mais agradavel pelo espectador, que se limita a ver uma persongem com demasiados tiques e esquizoide a passear as suas conquistas, nao percebendo qual a sua real existencia, parece mesmo que o realizador proprio nao sabe, e o filme anda sempre perdido como a sua personagem, as mulheres do protagonista vao aparecendo e desaparecendo sem moça como se nao interessassem e culmina num final a retalho de um filme que por ser da epoca e de uma obra literaria com algum nome deveria ser mais prefeccionista e trabalhada em termos de consistencia interna.



Nao podemos dizer que o filme nao tem conteudo, porque tem, contudo o facto de tentar ser simples e acima de tudo no facto da falta de ritmo da maior parte das sequencias nao tento o envolvimento politico que a obra em si tem nao permite que o filme adquira uma força interior propria e uma dimensao capaz de tornar um filme de epoca de primeira linha, parecendo apenas a deteminada altura estar ao serviço comercial de um Pattinson a tentar provar que nao e um produto de markting.



A historia fala de um pobre individuo que tenta subir na hierarqueia e na riqueza da alta sociedade parisiense a custa da seduçao e das relaçoes que vai estabelecendo e nao de encontro ao seu talento.



O argumento parece demasiado penoso para aquilo que o filme tem a dar, as mulheres sao todas descritas como futeis sem existencia propria e o filme mesmo no seu personagem nao se consegue definir o que acaba por nao dar intensidade e desenvolvimento a historia do filme.



A realizaçao para filme de epoca tem alguns bons momentos principalmente na intensidade de vida nocturna parisiense contudo tambem nao permite que o filme em termos de meios de o salto para uma mais valia, acabando por ser apenas mais um bom exercicio nem sempre preocupado com caracter estetico ou artistico,



O cast tras um Pattinson apostado em fazer romper a sua imagem de menino bonito, mas nao e com registos como estes dificieis e que tem tudo para agradar e falhar que ganha um espaço proprio principalmente porque demonstra as suas limitaçoes e o facto de estar preso a expressoes faciais sim demsiado intensas mas quase sempre desligadas do sentido da acçao ao seu lado tres mulheres em clara baixa de forma com principal destaque para Thurman aliada e bem da alta roda.






O melhor - O moral do filme.






O pior - Nao conseguir ser mais que um filme em beneficio do persongem






Avaliação - C-

One for the Money



Desde Knocked Up que a figura de proa de Anatomia de Grey começou a construir uma carreira dentro da comedia romantica. E se no inicio a sua imagem acabou por ficar rentavel com bons resultados com o passar do tempo as coisas começaram a ficar piores nao so nos resultados mas mesmo nos actores que passaram a contracenar consigo. Neste inicio de ano lança se como produtora executive e unica estrela neste filme e os resultados foram bastante fracos nao so em termos criticos onde apos o filme de estreia nao mais conseguiu resultado significativos mas tambem comercialmente a sua imagem ja deixou de valer o que ja valeu.



One for the money mais do que uma comedia sem graça que acaba por ser e uma tentativa de revitalizar o tipo de acçao com graça sob a forma de pseudo policial que foi muito em voga nos anos 90 e que recentemente ja quase nao existe ou so em tentativas frustradas de actores fora da alta roda do cinema. Aqui podemos a custo encaixar Heigl que depois do sucesso parece arrastar se nesta experiencia para um filme de clara toada de serie B sem acçao nem comedia para valer o rotulo de qualquer um dos generos, alias quando o filme ja parece nao concretizar nenhum dos generos a aposta em apenas tentar rentabilizar a imagem da protagonista e notoria, num filme que para alem de tudo nao consegue ter um epicentro emocional de primeira linha.



Ou seja tudo no filme parece demasiado condicionado para falhar desde logo a toada demasiado calma de todo o filme, depois a inexistencia de uma sequencia clara em que o humor e a gargalhada deveriam funcionar e por fim a falta de uma historia apelativa achando quase sempre que o drama e a intriga do filme e tao obvia que pensamos que isso nem sequer funcionara como surpresa no filme. Ou seja muito pouco para um filme com expansao wide e que se podera rotular de que genero for.



A historia fala de uma ex empregada de uma loja de langerie que apos o despedimento acaba por aceitar o emprego de localizar criminosos, e entregar a policia sendo que um dos buscados e um policia seu ex namorado acusado de matar um traficante, entrando numa intriga que leva a verdade por detras do caso.



O argumento e do mais basico que e possivel ver no cinema actual, a intriga apesar de na nossa opiniao tentar ser densa acaba por ser ridicula na sua tentativa de ser mais qualquer coisa do que um filme linear e simples, as personagens e os dialogos quase nao existem como o argumento do pontos de vista comico.



A realizaçao a cargo de uma completa desconhecida que ja anteriormente tinha estado num teor mais romantico adaptando Sparks, mais uma vez e apesar de mais movimento centra-se demasiado na figura mesmo que por vezes ridicula da protagonista, nao ganhando o filme muito com este aspecto.



Em termos de cast Heigl como produtora e mentora do filme faz a personagem ao seu sabor e isso parece ser vincado ao longo de todo o filme, tudo tenta chamar a protagonista a cena mesmo que esta nem sempre seja a actriz que pensa que e, desta vez nem secundarios acaba por haver.






O melhor - Ser um filme simples e rapido.






O pior - A tentativa de twist final






Avaliação - D+

Saturday, March 03, 2012

The Vow


Todos os anos na altura do dia dos namorados existe uma aposta por parte de alguma produtora de um filme dedicado em exclusivo ao amor, normalmente sob a forma de comedia romantica, ou historias paralelas, contudo este ano o filme com mais atenção foi diferente marcando uma historia baseada em factos reais da procura e reencontro com o grande amor. Ao leme dois dos actores mais mediaticos de uma nova geração, resultado criticamente desinteressante, sendo que em momento algum o objectivo do filme passou por esta vertente, comercialmente um estrondoso sucesso principalmente nos EUA onde ate a presente data e o filme mais rentavel de 2012 e um dos dois filmes que ultrapassou a berreira mitica dos 100 milhoes de dolares.
The Vow e um filme sem duvida nenhuma sobre o amor, e sobre a forma como ele nos pode de alguma forma origentar para os objectivos, claro e que em determinados momentos e um filme que nos deixa irritados com a persistencia com as circunstancias mas e daqueles filmes e principalmente na personagem masculina que vemos tudo o que é ou que pelo menos devia ser o amor, na sua vertente mais comum e na ligaçao intima principalmente vista nos momentos iniciais do filme.
Pese embora este facto e esta boa caracterização inicial fica sempre a sensação que posteriormente o filme nao aproveita esta mesma intensidade na relação para potenciar o desenvolvimento e toda a aproximação deixando a quase subtendida num final que so nao e aberto porque tem umas palavras. Penso que o filme ganhava mais emoção e sentimento se tentasse conduzir o filme para a reaproximação e o reapaixonar das personagens e nao no objecto estranho apos o acidente.
Nao e um filme de primeira linha mas e um filme com um objectivo concreto num timming concreto que cumpre plenamente aquilo que se quer, nao e o grande filme de amor, mas tambem nao e um filme menor num genero nem sempre marcado por boa qualidade.
O filme fala de uma esposa, que apos um acidente perde a memoria esquecendo os ultimos cinco anos de vida, os que conheceu o seu amor, assim o filme e nada mais nada menos o papel do esposo de forma a esta novamente se apaixonar por ele e reconquistar o que tinham construido.
O argumento pese embora nao seja prodigo em conteudo nao so nas personagens como mesmo no seu desenvolvimento e emocionalmente forte e na caracterização inicial da relação muito forte, perde pela forma como tenta dar o foco do filme numa parte que nos parece francamente ma escolha, porque lhe da uma toada nem sempre facil de suster.
A realizaçao nao e de primeira linha, mesmo na componente estetica um filme de amor poderia ter bem mais qualidade neste prisma, certo e que isso nao condiciona muito o filme, mas poderia ser o ponto diferenciador que acaba por nao ser.
O cast tem duas personalidades cada vez mais fortes em Hollywood e um par que surge como natural, uma vez que ja por diversas vezes estiveram presentes em filmes romanticos, Tattum e um actor que funciona bem por é naturalmente simpatico, nao teve ainda provas de fogo mas o tempo se encarregara disso. macadams e a senhora do momento no genero, com uma graça natural tem talento que neste filme nao e colocado a prova, demasiado preso a falta de qualidade da personagem, acima de tudo o importante e perceber que a quimica existe e funcionam moderadamente juntos.

O melhor -Os primeiros 5 minutos do filme

O pior - O enfoque na dificuldade e nao na reconquista

Avaliação - C+

Friday, March 02, 2012

Extremely Loud and Incredebly Close


É inexplicavel a força que Daldry nos ultimos anos tem conseguido junto da academia, quando os seus filmes sao lançados como baixa em relaçao a expectativa no ultimo sprint la consegue a nomeaçao para melhor filme e a imagem de um dos prefilados favoritos fica lavada, foi assim com o Leitor e este ano repetiu-se com este filme, que foi desde o inicio do ano apontado como um dos mais serios candidatos aos oscares, pelos seus actores, realizadores, argumentista e produtores. Mesmo conseguindo a nomeaçao o filme nao conseguiu a coesão critica com avaliações muito dispares nao conseguindo ser um filme unanime, muito menos aceite na maioria das avaliações.
Este filme de nome complicado tinha muito para jogar a ser favor, tocar de perto na emoçao da perda criada pelo acontecimento mais marcante da historia contemporanea norte americana, ser um filme sobre personagens e sobre relacionamento com profundidade no que diz respeito ao tema da morte, e por outro lado para transpirar toda esta emoçao era o filme sobre a adaptação de uma criança ao luto numa forma de ser particular.
E se por um lado a forma algo esquizoide do protagonista permite que o filme seja riquissimo em dialogos em curiosidades mesmo na força emocional das suas cenas e do valor metaforico e quase poetico do filme, o certo e que a sua bondade e o seu valor dramatico demasiado imaturo e previsivel nao permite que o filme surpreenda, e nesta falta de objectivos concretos do filme reside o seu maior problema, ou seja muitas vezes mesmo sendo riquissimo em variados aspectos ja descritos deixar-se levar por um sentimentalismo exagerado, e por sequencias previsiveis que parecem retiradas de uma novela.
Mesmo assim estamos perante um bom filme, um filme que mesmo nem sempre sendo maduro, tem muito de qualidade principalmente na forma com que molda as personagens entre si, no poder e força emocional dos dialogos e um filme intenso, com um ritmo emocional elevado, por vezes em demasia.
O unico senao e a falta de concretizaçao de aspectos de mais simbolismo na parte final, e acima de tudo um maior sofrimento partilhado ficamos sempre na sensaçao de ficar aquem do que a personagem central quer transmitir.
O filme fala de um pequeno e estranho rapaz que apos a morte do seu pai no World Trade Center tenta encontras o significado de uma chaves que o seu pai sempre lhe deixou, enqunato tenta ultrapassar a dor da perda.
O argumento de Roth e fortissimo nas componentes emocionais e metaforicas, e uma obra literaria com uma intensidade muito forte e sustentada por uma personagem capaz de tudo, em termos do seu proprio desenvolvimento e sequencias e acima de tudo nos dialogos que consegue criar.
Daldry e um realizador com talento que depois de Elliot nem sempre soube escolher os seus filmes, apostando mais em epoca, no cinema dos nossos dias e um realizador de planos abertos interessanstes e com postura propria, mesmo que nem sempre com o maior caracter estetico.
O cast e poderosíssimo mas e todo ele trabalhado para a interpretação do jovem Horn que e a força natural do filme, numa interpretação capaz, que nem sempre e dificil, mas e preenchida e exigente na forma como a sua estetica tem que funcionar no filme e o sua ambivalencia, contudo o jovem ganha em toda a escala anulando as personagens tb ela pouco desenvolvidades de Bullock, Hanks. Resta um caracter mais emotivo e simpativo para Sydow que acabou por conquistar uma nomeaçao para o oscar sem dizer uma simples palavra, um feito exagerado.

O melhor - O valor sentimental e metaforico do filme.

O pior - A toada demasiado sentimentalista

Avaliação - B

My Week With Marlyn


Talvez ainda seja muito cedo para fazer um biopic sobre a vida do maior icon sensual de Hollywood nao so porque os dados relativamente à sua vida ainda são escassos mas acima de tudo porque e dificil concluir. pese embora este ponto e pela mão de um tradicional britanico surgiu a primeira tentativa de a retratar, embora so durante uma semana é certo. Mas o filme que tem tanto de estranho como de arriscado acabou por ganhar e mesmo sendo ingles conseguiu nomeaçoes para os seus actores principais coroando com uma serie de premios a jovem Michelle Williams. Em termos comerciais o valor do filme era mais duvidoso, dai que o dinheiro conseguido e apenas um mero aspecto circunstancial.
Arriscar fazer um biopic sobre uma personagem tao ambigua como Marlyn nunca foi tarefa facil, e neste filme muito menos, tentar ainda para mais tentar reproduzir os seus traumas de produçao num contexto diferente ainda pior. E neste registo que o filme consegue tirar mais potencialidades ao aproveitar para fazer um filme sobre Marlyn sem nunca a desvendar, pelo menos na sua totalidade e aproveitar sim o efeito da sua personagem ou vida nos outros. A forma leve com que o realizador apenas quer situar o filme em pouco mais que uma semana e o grande trunfo do filme se por um lado esta toada mais suave torna o filme mais alegre e com outro espirito permitindo uma passagem pela comedia e o musical, por outro lado o seu caracter factual em termos de personagens nos da um exercicio responsavel, mas que ao mesmo tempo mais humano de pessoas que ficaram imortalizadas nos seus papeis.
Nao direi que sera um dos melhores filmes do ano, mas ao quebrar alguma rigidez do estilo BBC mesmo adoptando-o para si o filme e uma agradavel e surpreendente surpresa, mesmo que com o decorrer de si proprio se torne demasiado previsivel, sendo ao que nos supomos um dissertar sobre a convivencia com Marlyn.
Mas o aspecto mais fascinante do filme e a forma como o efeito Marlyn e trabalhado e transposto para o ecra como algo que nao se ve e muito menos se consegue entender, e daqueles segredos que o proprio filme guarda e usa como o seu maior trunfo.
O filme fala das dificuldades de Marlyn Monroe se adaptar com todos os seus tiques a forma de filmar de Lawrence Olivier ate que tudo fica mais facil com a ajuda de um ajudante de produção que se vai tornar fulcral na ajuda e adaptação do mito ao projecto.
O argumento e interessante por fazer de personagens famosas da historia do cinema, personagens de um filme e de uma narrativa em si, esse ponto acaba por ser a maior força de um argumento que consegue conciliar bem o que e conhecido das personalidades com o que o filme precisa para si.
A realizaçao nao e facil com uma imagem tao forte e estetica como Marlyn mas tudo corre bem preferindo um caracter mais tradicional mais britanico nao acaba por ser uma aposta perdida contudo tambem nao da mais brilho ao filme.
Williams e uma estrela em ascençao, e ao contrario de Monroe consegue ganhar espaço pela sua versatilidade dramatica, encaixando perfeitamente num filme diferente, nao direi que sera uma personagem dificil como nenhuma e no filme mas entrar num corpo nao esta ao alcance e Williams consegue isso como branaghan tambem.

O melhor - A suavidade com que não deixa cair o mito.

O pior -Continuamos a nao conhecer a estrela

Avaliação - B

Haywire



Desde alguns anos para trás a carreira de Sodenbergh tem sido marcado por altos e baixos não so em termos criticos onde estas oscilações tem sido mais permanentes mas acima de tudo em termos comerciais onde tem repartido filmes para o grande publico com experiencias intimistas que dificilmente tem dado bom resultado. Para o inicio deste ano de 2012 e depois de anunciar o abandono da profissao o realizador demonstrou bem esta dictomia, depois de no final do ano passado ter lançado o commercial Contagio, lança agora um filme de acção sobre espionagem com uma particular protagonista, como ja tinha feito em Girlfrien Experience. Os resultados foram bem melhores do que este ultimo com resultados comerciais mais fortes pelo menos tendo obtido o lançamento wide, e em termos criticos avaliações maioritariamente positivas.



Haywire e um estilo que Sodenbergh gosta de exprimentar ou seja lançar filmes diferentes onde o centro sao a protagonista efectuar em terrenos onde se sinta a vontade. E neste filmes temos uma mistura de diversas coisas, por um lado um filme de espionagem por outro um filme de artes marciais e por fim um filme de complicadas redes de ligações. Contudo como tudo isto e efectuado parece-nos de forma a reunir o minimo de trabalho possivel resulta num pequeno filme com muita coisa, com muito ritmo, mas que se acaba na parte final por singir a uma serie de acção com uma intriga bem montada, mas que esta longe de ser o interessantes puzzles de outro tipo de filme.



Haywire e mesmo assim um filme interessante para uma epoca onde normalmente os filmes sao mais exprimentais e arriscados, onde encontramos uma especie de policial ritmado na centraçao maxima da personagem,, de um realizador exprimental mas que neste filme acaba por ser completamente o oposto.



Podemos sempre achar que o filme na parte final e apenas mais um filme igual a tantos outros e que isso nao poderia acontecer a um realizador como Sodenberg mas por vezes mais vale nao arriscar do que efectuar filmes demasiado corajosos e fortes que acabam por ser mais uma desilusao para quem gosta de bom cinema.



O filme fala de uma jovem contratada de uma empresa governamental que apos uma missao arriscada em barcelona começa ela propria a ser a visada de uma teia montada de intriga sem perceber ao certo a razao de tal presseguicao acabando por ter como unica soluçao a defesa.



O argumento tem partes interessantes o ser baseado nas suas sequencias de acçao e violencia sem descuidar uma intriga moderadamente interessante, nao temos muita complexidade em nenhum dos pontos do guiao, mas isso faz o filme interessante em determinados pontos.



Em termos de realização ja tivemos um Sodenberg bem mais intenso e interessante, pelo contrario aqui temos quase o limite minimo das suas capacidades, com excepção das sequencia de condução onde explica porque razao ja tem consigo um oscar da academia.



O cast e basico a protagonista e escolhida pela sua competencia em artes marciais do que pela limitaçao intepretativa que transpira, ao seu lado uma serie de figuras famosas que so dao nome ao filme.






O melhor - A realização na condução.






O pior - A falta de profundidade em alguns vectores do filme.






Avaliação - C+

Thursday, March 01, 2012

Machine Gun Preacher



Se olhassemos para o fundamento deste filme e para toda a sua produçao poderiamos expectivar que estivessemos perante um acontecimento natural do ano, por um lado a realizaçao a cargo do competente Forster, ao qual estava aliado uma historia de redenção envolvendo a guerrilha em Africa. COntudo nem sempre todos os fundamentos conduzem naturalmente a um grande filme e tudo comçou a ir no sentido de um filme menor quando o filme nao conseguiu distribuição wide. Isto apenas veio comprovar alguma desiulusão critica do filme que mesmo assim conseguiu fugir de criticas negativas sem contudo grande entusiasmo mas a nivel comercial este pequeno filme quase nao existiu nao conseguindo sequer entrando na disputa pelos premios.



Machine Gun Preacher e daqueles filme que se por um lado tem uma força tematica forte, principalmente pelos temas que trazem consigo, por outro lado ao tentar dar uma vertente demasiado positiva e uma transformação demasiado rapida num personagem em que o seu maior foco de interesse seria talvez mais a sua transformaçao do que propriamente o trabalho efectuado em seguida, que deveria apenas ser o resultado pratico daquilo que a mudança conduziu.



Alis o balanço temporal e a divisao temporal do filme e mesmo o calcanhar de aquiles do mesmo, ou seja rapidamente temos dificuldade de circunscrever o filme nos seus espaços levando a saltos temporais demasiado elevados nao percebendo ou acima de tudo efectuando cortes demasiado imperceptiveis cortando por um lado o ritmo narrativo do filme mas acima de tudo a convicção do mesmo.



Por isso podemos dizer que e um filme que tinha alguma força mas que acaba por perder por toda a fraca qualidade da organizaçao do filme e pelo pouco tempo dedicado a cada parametro isso conduz a um filme demasiado solto, sem grandes convicções que rapidamente chega ao seu trajecto pelo caminho mais facil mas sem atingir um patamar que podia conseguir por um caminho mais longo, observa-se ainda que determinadas pontas narrativas sao deixadas de lado, o que denota um projecto algo feito em cima de joellho o que nao e praticavel com uma tematica alegadamente tao imponente.



O filme fala de um ex condenado que apos uma sequencia de acçoes criminosas faz a sua redenção atraves da igreja que o leva para assumir a lide de projectos humanitarios em africa onde vai começar a descobrir a sua existencia num claro clima de guerra.



O argumento que pode factualmente ser interessante mas parece mal aproveitado, com os constantes saltos narrativos perde a intensidade e a conjectura de cada sequencia e nao permite dar uma imagem completa de nenhuma personagem, parece um argumento com potencial mas algo mal aproveitado.



A realizaçao de Forster e esforçada num realizador que ja deu provas da sua qualidade em realizar filmes em contextos dificeis e isso acaba por demonstrar experiencia em determinados pontos do filme, mas carece de alguma componente estetica que poderia ser interessante abordar.



O cast tem um Butler cada vez mais protagonista e em filmes mais serios contudo pese embora a personagem lhe podesse dar uma interpretação forte o certo e que o filme acaba por nao evoluir neste sentido acabando sempre por dar sequencias muito curtas consideradas de facil resoluçao pela maioria da critica, a ver vamos se a expectativa defraudada neste filme tem seguimento futuro. Nos secundarios apenas a boa mençao para Shannon um actor em relevo nos ultimos tempos e que aqui tem uma apareição congruente com o nivel ultimamente apresentado.






O melhor - o caracter politico e factual do filme.






O pior - O estilhaçar narrativo pelos buracos temporais.







Avaliação - C

Sunday, February 26, 2012

Red Tails


E conhecido o facto de Janeiro não ser prodigo em estreias mediaticas, mas um filme que tenha a chancela de George Lucas e sempre objecto de alguma expectativa mesmo que este explique que esta sua ideia so teve a sua produçao porque nenhum estudio quis apostar num filme de pilotos de avioes negros em plena grande guerra. O resultado do filme foi misto se por um lado em termos criticos nao passou da mediania com tendencia negativa, as coisas correram melhor comercialmente onde os quase cinquenta milhoes de dolares ja amealhados sao consistentes para nao considerar esta aposta como perdida.
Red Tails e um filme facil, ou seja dentro do que ja vimos em disputas de cor, em diversos temas como escola futebol, a historia repete-se mas desta vez com pilotos de aviões e a sua forma de serem funcionais em plena grande guerra, pelo que a primeira avaliação que se pode fazer deste filme e que não é propriamente prodigo em creatividade e originalidade do tema.
Mesmo depois no desenvolvimento dos aspectos da sua narrativa fica sempre com a sensação de pouco trabalho e opção sempre pelo caminho mais facil e do prazer obvio, em vez de tentar condensar mais os propositos do filme, ou mesmo a forma como o contexto cultural poderia ser melhor trabalhado.
Red Tails fica sempre na sensação de nunca ser um filme que ambiciona ser de primeiro plano pela escassez de intensidade emocional, pese embora as circunstancias do filme assim o permitam e potencie, pela forma como os proprios efeitos especiais do filme sao diminuos ou seja daqueles filmes que parece sempre querer ir para um caminho facil sem grandes sobressaltos.
O filme fala de um grupo de negros que se encontram ao serviço dos EUA na segunda guerra mundial contudo pese embora sejam pilotos por decisao politica apenas fazem missoes de segunda esperando a oportunidade para terem o seu momento.
O argumento e basico, nao na forma como constroi a sua narrativa central mas em aspectos secundarios acaba por nao atingir qualquer tipo de profundidade e coerencia, as persoangens nao sao muito evoluidas, sendo o tipico filme de acçao com pouco condimento.
A realização nao tem os meios de outros filmes, mas a forma de filmar nem sempre facil, acaba por ter bons momentos principalmente na altura, contudo os efeitos acabam por condicionar uma tarefa ja de si dificil.
Para escolher um cast de afro americanos sem querer entrar nas figuras maiores acaba sempre por perder dimensao e o filme sofre isso, Cuba e Howard sao apenas figuras presenciais, sendo que os protagonistas sofrem falta de carisma no ecra. Ruah apresenta-se como figura meramente decorativa.

O melhor - A intenção do filme

O pior - Não querer e limitar a sua profundidade.

Avaliação - C

Saturday, February 25, 2012

The Muppets


Quando surgiu pela primeira vez o rumor que a Disney se preparava para revitalizar os Marretas, muitos colocaram duvidas principalmente pelo facto dos mesmos ja não estarem actuais na forma de fazer humor. Mesmo assim a poderosa produtora e muito ajudade pelo culto que Segel quis criar acabou por apostar no filme. Os resultados eram uma perfeita incognita mas depois do lançamento podemos dizer que o filme tornou-se um sucesso desde logo critico com a maioria das avaliações a ser muito positiva para este regresso. Comercialmente e apesar da maioria dos resultados terem sido positivos, ficaram talvez um pouquinho aquem das expectativas, muito pelo facto da populaçao alvo nao saber por completo quem sao estes bonequinhos.
Os Marretas e um regresso que pela primeira vez consegue trazer consigo o elemento saudisismo como talvez muitos poucos filmes que tentaram reanimar um produto realmente conseguiram, principalmente porque reage como se o sucesso ja fosse ultrapassado e trata sobre a tentativa de renovar o mesmo. e nisto o filme para alem de realismo introduz se em si mesmo. Outro dos pontos positivos do filme e o metafilme e a forma como as piadas sobre si proprio estao presentes que acabam por balançar melhor alguma falta de humor actual que a tradiçao dos marretas poderia ter para apostar num humor mais tradicional que acaba por funcionar e dar os melhores momentos comicos do filme.
Mesmo perante isto o filme tem uma dificuldade que e criar fas nos novos naqueles para quem as figuras foram a primeira aparição neste filme, ao basear se muito nos passados e no reviver memorias perde alguma força junto de possiveis novos fas e acima de tudo alcance de quem sabe um novo ressurgimento, assim mais parece ficar apenas uma homenagem localizada num espaço temporal a serie.
Contudo parece que este facto possa ter sido pensado por ja se denotar alguma falta de ligaçao das personagens com o nosso dia, o estilo variedades deixou de existir e com sequencia poderia ser um elemento estranho. Mesmo assim e uma homenagem forte bem efectuada e um filme registo para 2011.
A historia fala de um casal juntamente com um irmão marreta fã do show dos marretas resolvem ir até Los Angeles e na visita irem ao centro onde ocorria o espetaculo, observando que este esta prestes a desaparecer a equipa tenta se reunir para salvar o espaço deles.
O argumento e interessante principalmente pela forma com que consegue se contextualizar temporalmente, e isso acaba por ser o segredo do filme e fazer tudo o restante resultar com mais força. Nao e um filme de personagens pese embora consiga imprimir uma consciencia moratoria que sempre existiu nas figuras tradicionais.
A realiaçao tem como a sua maior virtude ser fiel aquilo que os marretas sao, e princiapalmente por traduzir esse mesmo espirito ao filme, e isso foi uma vitoria clara.
Por fim em termos de cast observamos que Segel ta de corpo e alma na personagem e no filme, um desafio ganho por um comediante a ganhar o seu espaço proprio num cinema exigente, munido de grandes companhias Adams e um espanto como actriz e forte em musical e Cooper uma agradavel surpesa pela sua força musical.

O melhor - O espirito saudosista do filme.

O pior - Alguma falta de actualidade.


Avaliação - -B