Monday, October 10, 2011

The Help









Não é facil criar ao mesmo tempo um filme forte do ponto de vista politico e capaz de chamar a si variadissimas audiencias, mesmo sem a presença de qualquer figura de primeira linha do panorama cinematografic onternacional. Pois bem neste verão houve um filme que reuniu isso tudo, e chama-se The Help. Não so conseguiu derivado do seu fundamentalismo politico hamar a atenção da rigorosa critica internacional, mas acima de tudo comercialmente conseguiu ser uma das grandes surpresas de verão batendo records especificos de semanas na liderança.



The Help e mais do que uma obra prima um filme completo, com conteudo nao so narrativo com boas personagens dialogos, mas tambem na forma como conjuga tudo isto com um contexto historico interessante potencializado com pequenos pontos bem digeridos e que tornam o filme importante mesmo num caracter factual.



Por outro lado tem tambem consigo outro ponto que nos parece bem trabalhado que e o seu caracter comercial, na forma quase gratuita como apela ao sentimentalismo profundo nem sempre racional, e que talvez por isso tenha tambem neste ponto algum do seu calcanhar de aquiles ou seja o por vezes querer ser mais novelistico do que factual perdendo a espaços alguma maturidade que transparece em grande parte do filme.



Mesmo perante esta dificuldade principalmente na forma como no final tenta reunir todas as pontas soltas que sao demasiadas ao logo do filme todo o filme consegue ser sempre eficaz, mesmo que por vezes em dicotomia pervaleça o comercial perante uma vertente mais historica, mas estamos sem duvida num dos filmes mais importantes e capazes do inicio deste ano.



O filme fala da historia do racismo e da igualdade de direitos civis entre raças nos estados unidos do seculo passado, na relação entre raças e entre a sociedade alta ou baixa e na luta por igualdade de direitos e valorização dos valores comuns dos seres humanos.



O filme em termos de argumento nao e prodigo em creatividade nem mesmo em algum momento em factualidade mas e um filme realizados escrito com boas personagens com coraçao mas quase sempre sem perder a razao que e importante na definiçao de um filme coeso.



A realizaçao nao e importante no filme, nem sequer a um aspecto muito trabalhado, e bem contextualizado historicamente mas nao tem os momentos em que chama a si a atençao, mesmo assim nao e um aspecto que condiciona o filme.



Em termos de cast um filme visivel deveria a partida ter um elenco mais recheado de nomes sonantes, mas mesmo não contendo este ingrediente estamos perante um filme de grandes actrizes ao seu melhor nivel principalmente três Octavia Spencer, Viola Davis e a grande revelaçao do presente ano Jessica Chastain. Noa podemos desvalorizar ainda os bons papeis de Howard e Stone.






O melhor - A junção do emocional e racional






O pior - POr vezes o emocional ser demasiado vincado






Avaliação - B

Wednesday, October 05, 2011

Don't Be Afraid of the Darl


Starring: Katie Holmes, Guy Pearce, Bailee Madison
Directed by: Troy Nixey

Quando observamos que um filme tem a chancela de Guillermo del Toro, e traz-nos criaturas fantasiosas ressalta-nos logo à imagem o magnifico Labirinto de Fauno, contudo desde logo e importante ressalvar que desta vez o mexinaco apenas aparece na produção e que tudo fica a cargo de outras pessoas. Os resultados foram medianos principalmente em termos criticos onde o filme nao foi alem do medio, ja comercialmente num dos piores meses de sempre da historia do cinema o filme foi sofrivel muito longe das melhores expectativas dos produtores.
Sobre este filme desde logo podemos dizer que tem no seu maior trunfo a fotografia, bastante proxima do habitual em Del Toro, e do contexto onde todo o filme se passa, que acaba por ser a ajuda fundamental para todo o miticismo que anda em torno de todo o filme, esse aspecto acaba por se tornar facilmento num aliado de luxo a todo o ambiente de medo que o filme quer dar.
Por outro lado o caracter directo do filme, ou seja nao se abstrai de desde inicio nos dar a imagem do mal, que muitas vezes é escondida ate a sua conclusao, neste filme ainda antes de meio sabemos a causa de tudo aquilo que vimos, o que nos leva a ter a expectativa de uma explicaçao mais logica que contudo nunca acaba por acontecer.
E sobre este ultimo particular que o filme poderia ir mais longe nao so em termos de alcance, profundidade mas acima de tudo no trabalho das personagens, principalmente o casal de protagonistas uma vez que toda a atençao acaba por ser demasiado focalizada numa unica personagem.
O problema do filme e o seu desenvolvimento ou seja e um filme sempre demasiano na rama, no mais basico possivel em termos de desenvolvimento da historia o que de alguma forma no contexto que se encontra criado deixa demasiada agua na boca.
O filme fala de uma pequena criança que fruto das desavenças com a mãe acaba por ir viver com o pai e a namorada deste para uma casa antiga em remodelação neste momento acaba por começar a ser importunada por umas criaturas que tentam a conduzir ao seu ponto.
O argumento pese embora tenha uma boa base peca por ser demasiado directo aos seus objectivos e por nao se enriquecer com pormenores metaforicos que podiam de alguma forma tornar um filme em algo mais complexo, por exemplo a doença psiquica da menor poderia ter sido melhor trabalhada e acaba por nunca o ser.
O melhor do filme a par da fotografia e a realização o ambiente criado acaba por ser o maior aliado as intençoes naturais do filme.
Em termos de cast toda a valorização vai para a pequena Madison, que ja tinha deslumbrado em filmes anteriores e que desta vez tem o filme so para si, se sair um pouco de alguns tiques ainda algo infantis pode se tornar num caso serio de actuaçao no cinema actual, ja Holmes e Pearce parecem devido ao guiao meras figuras decorativas.

O melhor - A estetica do filme

O pior - O argumento ser demasiado simples.


Avaliação - C+

Tuesday, October 04, 2011

Johnny English Reborn


Starring: Rowan Atkinson, Gillian Anderson, Pierce Brosnan, Dominic West, Rosamund Pike
Directed by: Oliver Parker


Depois de seis anos de interregno em que Rowan Atkinson teve afastado do grande ecra quer em termos de Mr Bean, quer em termos deste especie de espião criado para si, surge a tentativa de revitalizar um franchising que no primeiro filme conseguiu comercialmente alguns resultados, embora criticamente tenha sido um floop autentico, muito longe do que o comediante ja tinha feito com a sua figura de eleição. Para este ano surge o segundo capitulo desta personagem e uma vez que o filme so agora começa a sair ainda nao e possivel fazer uma analise nem comercial nem critica daquilo que o filme realmente vale.
Desde logo Johnny English II tem o mesmo problema do primeiro ou seja ser uma personagem in teiramente falada de Atkinson, o que perde quase na totalidade a sua piada natural, e o filme neste particular acaba por perder muito do humor que pode estar a cargo do comediante. Outro dos problemas do filme e o facto do humor utilizado pelo comediante no seu registo mais fisico estar um pouco desactualizado, e certo e inegavel a capacidade deste para soltar gargalhadas contudo ja sem o fulgor de outros tempos.
Depois todo o filme e ridiculo e pensado na sua personagem todo o enredo mas acima de tudo o humor utilizado esta ao seu serviço o que nos dias de hoje e muito pouco para qualquer filme que queira ter um sucesso, necessita pelo menos de um humor mais inteligente o que o filme quase nunca consegue ter.
De resto a continuaçao natural do primeiro filme ou seja aliados, amores e acima de tudo viloes bastante mais mal construidos relativamente ao primeiro filme, ou seja muito pouco para aquilo que Atkinson ja fez por exemplo em Mr Bean.,
A historia e quase a mesma, English e reactivado depois de ter sido exilado no tibete para mais uma dificil missao onde para alem de tudo tem de lutar com fuga de informaçao e com um vilao que conhece os cantos a casa, entretanto tem um fiel companheiro e uma paixao psicologica.
O argumento e simples e preocupa-se unicamente em fazer Atkinson funcionar como comediante colocando tudo o resto de lado que deveria ser bom cinema como argumento, personagens e muito menos dialogos, contudo este para as caracteristicas de Atkinson acaba mesmo por ser demais.
A realizaçao nao e tao vistosa nem com tantos meios como no primeiro filme, e quase sempre o limite minimo, para as sequencias funcionarem, esta mais ao serviço do humor do que da açao que o filme tb tem.
Por fim o cast atkinson quando fala fica fora do seu habitat natural, contudo a personagem permite toda a panoplia de humor facial que esta ao seu dispor, nos papeis secundarios um conjunto de actores em baixa, com excepçao de Pike o interesse amoroso de English cuja carreira ainda em algum vigor deveria a afastar deste tipo de papeis.

O melhor - Atkinson facial.

O pior - Ja nao ter a mesma piada.

Avaliação - D+

Monday, October 03, 2011

Dream House


Starring: Daniel Craig, Naomi Watts, Rachel Weisz, Rachel Fox
Directed by: Jim Sheridan

Olhando para a ficha técnica acima descrita a expectativa de ver o filme não podia ser maior, desde logo porque marca o regresso de Sheridan, e acima de tudo porque o acompanha uma serie de actores de primeira linha, do panorama cinematográfico actual. Pese embora todos estes ingredientes, eis que os primeiros resultados começaram a não ser animadores com a critica a ser algo negativa para com o filme, e comercialmente no primeiro fim de semana, não ir além do sexto lugar no box office americano.
Dream House é antes de mais um filme fora de sitio, por não ser comum olhar para o seu realizador e acima de tudo para o seu protagonista num filme como este em que o peso do oculto e sobre natural está presente. Contudo e após observarmos o filme, penso que as criticas ao filme não são justas desde logo porque o filme consegue mesmo depois de revelar o seu grande segredo conseguir manter a intensidade para a sua verdadeira conclusão. Contudo é nesta ultima que reside o grande calcanhar de aquiles do filme, depois de gasta a sua grande realidade o filme necessitaria de um final em grande para o espectador sair da sala com aquela boa sensação de surpresa e aqui nada disto acontece, muito por culpa de um atalho fácil numa narrativa que até então tinha muitos pontos interessantes.
Dream House nunca será uma obra maior, como as obras de puro engano ao espectador nunca o são, contudo parece-me um filme competente, e que mesmo que nunca se eleve para uma patamar além do entretenimento puro, o que é pouco usual em Sheridan, é daqueles filmes que para o seu próprio género tem muitos pontos positivos, principalmente motivados pela coerência do guião e a qualidade dos seus interpretes.
O filme fala de uma família, que após mudar para uma nova casa, começa a perceber que na mesma anteriormente tinha ocorrido três assassinatos, começando a existir uma serie de movimentos suspeitos, que conduzem a família à procura do segredo que a casa esconde.
O argumento pese embora tenha um ponto de partida simples, como que anteriormente foi descrito, na sua concretização torna-se algo completamente diferente uma vez que prefere o real não esquecendo a sua parte sobrenatural, trabalha bastante na complexidade do seu protagonista, apenas parecendo algo descuidada a qualidade dos diálogos um pouco superficiais.
Sobre a realização dizer que Sheridan não joga no seu terreno habitual e tem de fazer uso de mais meios do que propriamente está habituado, e isso parece-nos pouco trabalhado ainda, num realizador mas centrado em filmes de personagens e com teor politico.
Por fim o cast, uma das mais valias do filme, principalmente pela complexidade e capacidade interpretativa de Craig, que consegue facilmente se adaptar a qualquer papel e acima de tudo a qualquer circunstancia do seu personagem. Weisz e Watts mesmo não sendo colocadas à prova estão a um nível razoável.

O melhor - A intensidade até à primeira revelação

O pior - Depois disso o filme perde até um atalho final decepcionante.

Avaliação - B-

Judy Moody and the not Bummer Summer


Starring: Heather Graham, Jordana Beatty, Parris Mosteller, Preston Bailey, Jaleel White
Directed by: John Schultz

Pois bem era de prever que depois do sucesso natural de The Diary of Wimpy Kid, surgissem filmes parecidos com este na sua formula e acima de tudo naquilo que o filme acaba por ser. Pois bem este e a sua versão mais infantil e colorida e acima de tudo transporta para o feminino, contudo o resultado foi completamente o oposto nao so em termos criticos onde obteve maioritariamente criticas negativas mas acima de tudo em termos comerciais onde o filme resultou num floop tremendo.
O ponto central de um filme como este e a sua personagem central ter dois pontos fundamentais, por um lado ter piada natural, ou seja capaz de produzir em si um humor natural, e por outro lado ser carismatico ou seja alguem que de alguma forma o espectador acaba por admirar, pois bem neste filme nao temos nada disso e estamos muito longe daquilo que o filme necessitava, desde logo porque tudo a volta da personagem e imbecil, familia, amigos, contexto e ela propria, e acima de tudo porque o grito e o humor fisico e sempre o caminho utilizado para alegadamente fazer o filme resultar, como e obvio isso acaba por tornar o filme demasiado infantil para nao utilizar outro tipo de adjectivação.
Ou seja estamos perante um filme irritante quase sempre sem piada, sem qualquer tipo de qualidade no argumento ou narrativa cuja a unica preocupação e tentar ser esteticamente interessante na dictomia entre a animação e o mundo real, mas mesmo esta podia ser bem mais potenciado com outro tipo de registo.
E daqueles filmes que o cinema podia dispensar muito bem ainda para mais num ano muito longe daquilo que se poderia esperar e onde o vazio de ideias parece cada vez mais imperar.
A historia fala nos de um pre adolescente que acaba por sonhar ter umas ferias de verão a sua forma, contudo e uma vez que dois dos melhores amigos nao vao estar esta tera de tentar fazer a sua maneira as possiveis, ferias que sempre sonhou, apenas com ajuda do amigo "nerd", do seu irmão e uma tia excentrica.
O argumento e bastante defeituoso em quase todas as valencias sendo a mais preocupante a incapacidade do filme resultar como comedia, ou seja o extremo das siturações ou mesmo a falta de intlecto das mesmas nao permitem que o filme consiga imprimir uma nova dinamica e tudo torna-se demasiado irritante, ou seja um filme que perde acima de tudo no argumento.
A realização tem bom vontade com uma formula propria bastante colorida e com a ligação ao mundo de animaçao demonstra a tentativa do filme pelo menos ser diferente nem sempre esta opção se torna positiva uma vez que acaba por entrar demasiadas vezes no histerismo que e todo o filme
O cast e uma autentica nulidade quer na jovem protagonista mais histerica do que interpretativa nas figuras fisicas quase cartoonizadas de todos os outros protagonistas Ghram fora de moda incluida e tudo bastante mau para um filme tambem ele bastante fraquinho.

O melhor - A tentativa da realização

O pior - O festival histerico que o filme se torna

Avaliação - D

Killer Elite


Starring: Jason Statham, Clive Owen, Robert De Niro, Yvonne Strahovski, Dominic Purcell
Directed by: Gary McKendry

E conhecido do publico em geral que nos ultimos anos Statham tornou-se num dos maiores actores de acção e acima de tudo um daqueles que consegue ter para si uma imensidão de projectos que poem a nu todas as suas capacidades de duro, um pouco como era feito com jean Claude van Damme no inicio da decada de 90. Se ate aqui este filme não tras nada de novo as presenças de De Niro e Owen tornavam este filme algo com um ingrediente diferente do habitual, contudo os resultados foram os mesmos do que todos os outros filmes do heroi de acção conseguiu ate ao momento ou seja mediano em termos criticos sem grande excitação e a mesma coisa em termos comerciais e ainda longe do que ele ja fez noutros filmes.
KillerElite e facil de definir se estamos habituados aos filmes mais generalistas do seu protagonista temos a definição completa deste filme, uma vez que nada de novo lhe e acrescentado ou seja um filme pouco complexo em termos de argumento e ainda pior em termos de dialogo, personagens limitadas e com o unico porposto porporcionar ao espectador muitas sequencias de acçãoe a cima de tudo luta corpo a corpo.
Podemos dizer que é um filme esperado, que os adeptos do genero nao ficam defraudados com o filme, aqueles que gostam de outro tipo de filmes esperam sempre mais ainda para mais com um cast recheado como este. O filme segue o seu ritmo frenetico ao passo que as mortes vao existindo e a acção planeada tambem, perde o rasto a determinadas personagens que aparecem e desaparecem.
O filme fala de um assassino profissional que e contratado por um lider arabe para se vingar da morte dos seus filhos, sendo que so assim permitiram a libertação da sua inspiração, aqui tudo bem se do outro lado nao estivesse uma organização secreta tambem com as suas forças.
O argumento e limitado em todos os sentidos nao so na ideia de base ja utilizada por diversas vezes, mas tambem na sua concretização ou seja seguimento narrativo mas acima de tudo na pouca diversidade de personagens e dialogos.
A realização esta ao serviço completo das sequencias de acção e nisso parece nos estar como peixe na agua, nao tem caracter estetico nem quer ter, com esxepção de momentos filmados no deserto onde o contexto esta bem caracterizado.
Em termos de cast se Statham tem mais uma personagem igual a todas as outras e que nada traz de novo filme apos filme e surgem as duvidas se algum dia mudara a toada, Owen e De Niro demonstram a mare baixa em que se encontram numfilme onde nada e pedido as suas capacidades, e mesmo fisicamente ja demonstraram melhores dias.

O melhor - Nao desiludir os adeptos de acçao

O pior - Ser demasidao simples para actores como Owen e acima de tudo De nirto

Avaliação - C

Melancholia


Starring: Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling, John Hurt
Directed by: Lars von Trier

Se existiu filme sensação no ultimo festival de Cannes e logo pelas piores razões foi esta nova obra do polemico realizador dinamarques pricipalmente depois das suas declarações na apresentação do filme, que passou por sua vez algo silencioso no certame frances. Contudo quando ainda se aguarda a total recepção do filme quer criticamente quer em termos de bilheteira, embora este ponto pareça aqui quase irrelevante como sempre pareceu na cinematografia deste realizador.
Muitas coisas podem se dizer do realizador dinamarques, que se gosta, que se odeia, mas nunca que se é indiferente, eu proprio ja tive filmes que gostei, recordo-me de toda a saga dogville, ou mesmo ondas de paixao, ja tive filmes que me agradaram muito menos como anti cristo ou mesmo dancer in the dark. Este melhancolia e dos seus filmes aquele que me parece que mais pode encaixar no terreno intermedio avaliativo por diversas razoes, desde logo em termos narrativos onde a junçao de um filme dramatico sobre personagens com um filme catástrofe parece uma junção enigmática principalmente num realizador como Trier.
Mas é no ponto dramático que reside o melhor do filme, principalmente na primeira cena, como ele tão gosta de dividir os seus filmes, ou seja na parte da boda, o filme tras consigo os melhores momentos os momentos mais intensos emocionalmente os pontos que o filme precisa, contudo ja na segunda fase o filme perde algum sentido, o filme ja entra numa dinamica mais estetica de sofrimento das personagens que ja nao conjuga tao bem com as vertentes iniciais e mais bem trabalhadas do filme.
A simplicidade momentanea de Trier nao e facilmente encontrada noutros realizadores, a forma como define o filme, e como acima de tudo procura o explorar de situações e de fragilidades e uma força imponente numa realização claramente de autor, mas isso nao chega para fazer grandes filmes e muitas vezes naturalmente surgem obras menores.
O filme fala da relaçao entre duas irmãs apos o casamento de uma delas e os dramas familiares que estao patentes em toda a dinamica familiar, com isto tudo se junta o facto de um planeta estar proximo de ir contra o planeta terra.
O argumento nem sempre e o que de melhor vimos nos filmes de trier, mesmo na exploração das fragilidades ja vimos bem mais pontenciado noutros filmes em termos de força de personagens e mesmo na qualidade de dialogos a exploração de uma vertente independente e o novo trunfo, contudo nada de particularmente interessante.
Em termos de realizaçao com excepçao da saga dogville estamos perante uma das melhores realizaçoes de Von Trier, quer em termos esteticos na espetacular introduçao ao filme, quer mesmo na sua sempre curiosa forma de filmar, com pequenos salpicos, que tem o seu caracter mais forte na forte conlusao.
O cast tem como principal destaque Kirsten Dunst numa das suas melhores mais dificeis e intensas apariçoes que pode muito bem ser carta a jogar na altura dos oscares, nao so pelo seu caracter sedutor mas por toda a dificuldade fisica que o filme lhe exige, e deixa toda a restante panoplia de actores para segundo plano.

O melhor - A conjugação Trier Dunst

O pior - Perder-se em alguns segmentos narrativos.

Avaliação - B-

Saturday, October 01, 2011

Drive


Starring: Ryan Gosling, Carey Mulligan, Albert Brooks, Bryan Cranston, Ron Perlman
Directed by: Nicholas Winding Refn


Desde o anuncio dos vencedores do festival de Cannes que a expectativa em torno deste peculiar Drive ficou nos pincaros depois do seu realizador ter arrebatado o galardão para melhor realização. Desde essa altura as criticas não mais deixaram de elogiar este pequeno filme, que acabou por conseguir um distribuição wide que o catapultou para respeitosos resultado de bilheteira num ano nem sempre muito famoso fora dos espaços de verão.
Drive é antes de qualquer avaliação um filme curioso, um filme sem barreiras e acima de tudo um filme intenso. Como qualquer carro figura bem presente e figurativa de todo o filme, o filme tem um arranque algo lento, muito silencio que aos poucos vai aumentando tornando na sua conclusao um filme de uma violencia extrema, este e o particular primor do filme, a forma crua com que consegue os seus objectivos a forma crua das suas imagens a contrastar com os dois aspectos mais marcantes de todo o filme, por um lado a calma sempre existente de Gosling mas acima de tudo o silencio que precorre o filme todo.
Num ano que esta longe ate ao momento de ser muito prendado de grandes filmes temos aqui um dos primeiros filmes a ter atençao, mesmo que por vezes nos pareça demasiado colado a Taxi Driver, inspiração obvia do filme, e que por vezes falta a dimensao a envolvencia narrativa, mas parece nos uma boa preparaçao para aquilo que mais a frente podera vir
O principal trunfo reside na capacidade de surpreender de embalar o espectador para um tipo de filme que posteriormente resulta num completamente oposto, e isso da-lhe carisma e acima de tudo força.
A historia fala nos de um silencioso homem cuja sua principal qualidade e conduzir viaturas para diferentes tipos de serviços, aos poucos e com uma paixao iminente por uma vizinha acaba por embarcar num jogo perigoso muito arriscado.
O argumento nao e nem de perto nem de longe um poço de imaginaçao creativa mesmo sem uma grande ideia de base o filme consegue em si todos os aspectos complementares que um bom filme deve ter, quer em termos de personagens e mesmo na limitaçao do dialogo ao estritamente necessario.
A realizaçao e sem duvida a grande virtude do filme com uma capacidade sem precedente de dar imagens ritmo estetica e a prova que por vezes podemos realizar bem sem grandes meios basta saber tirar o melhor das imagens e este aproveitamento no filme e ao maximo.
Por fim o cast se penso que existe actor que tem o seu ano em 2011 é Gosling onde ja o vimos em diversas vertentes e provavelmente iremos ver em mais algumas, mas e neste Drive que ele toma conta do filme, dentro das caracteristicas pausadas que fazem dele um dos mais crediveis actores do momento, Mulligan cumpre num papel mesmo forte, e apenas registo para o regresso de Brooks, mas pese embora a critica esteja bastante apelativa neste papel, parece me mesmo o parente pobre do filme

O melhor - A realizaçao

O pior - Poderia ter alguma mais profundidade.


Avaliação - B

Friday, September 30, 2011

Contagion



Se olharmos bem para a ultima cinematografia de Sodenbergh encontramos um pouco um autor a deriva apostado entre filmes prometedores que acabam em nada e outros que nada prometem e que acabam por ter alguns pontos interessantes. Contudo se existe filme do realizador apostado para grandes massas foi este Contagion, nao so pelo tema em si mas acima de tudo pela forma como conseguiu reunir alguns dos melhores e mediaticos actores da actualidade. Os resultados mostram o maior sucesso nos ultimos anos do realizador quer em termos criticos com avaliaçoes maioritariamente positivas, mas tambem em termos comerciais onde os nomes reunidos conseguiu chamar a atençao ao proprio filme.



Contagion e um filme com boas intençoes nao so em termos factuais em termos tecnicos e na ambiçao de traduzir o verdadeiro panico que uma situaçao como esta inesperada pode trazer, salienta ainda a presença de um facto que pode ser bem real, e nesta forma o filme tem o seu valor, como caracter narrativo Sodenbergh apresenta um problema muito comum no seu cinema, que é ser demasiado difuso, neste caso particular pelo inumero leque de personagens e pela falta de um fio condutor a um lugar que este filme deveria ter.



Pese embora estas falhas o que principalmente dificulta o filme na forma com que nao se consegue concluir, tem momentos interessantissimos, a envolvencia de determinadas personagens como Damon e Winslet, a forma com que tudo passa de contexto pessoal para cultural, e mesmo a forma negra com que o filme vai aumentando a sua intensidade tudo e desta forma bem trabalhado.



O filme fala de uma ameaça de doença que aos poucos vai tomando conta da forma de viver das pessoas em diversas formas do globo e com o ecluidir da doença surge a luta enntre a etica e o valor pessoal.



O argumento como narrativa nao e particularmente feliz ou interessante valendo mais no ponto de vista factual, alertante e acima de tudo politico, nao e um filme de grandes personagens ou dialogos mas mais um filme de conlitos morais, e um filme que consegue vincar os seus pontos, mesmo que por vezes nao seja mais que isso.



A forma de realizar de Sodenbergh nem sempre e a esteticamente mais interessante contudo acaba por ser aquela que o filme mais precisa, principalmente na forma como consegue filmar o panico nas personagens o que para o filme e mais necessario do qualquer valor estetico que o filme deveria ter.



Em termos de cast temos um recheio como nao e comum ver no cinema actual, e daqui devemos diferenciar os bons papeis a cargo principalmente de Paltrow pelo sofrimento e Winslet, com os normais e pouco potenciados como de Law e Damon, que ja vimos melhor diversas vezes. nao e um filme de actores pese embora conte com eles.






O melhor -O alerta a um perigo que pode ser bem actual.






O Pior - Nao ter uma narrativa muito interessante






Avaliação - B-

Tuesday, September 27, 2011

Crazy Stupid Love

Estamos indiscutivelmente num bom ano para as comedias romanticas em todos os termos depois de filmes bem efectuados como Friends with beneficts eis que num regiso mais familiar e acima de tudo comedido surgiu este filme sobre relaçoes. Os resultados foram muito positivos desde logo em todos comerciais onde filme conseguiu chamar a si resultados muito positivos mas acima de tudo em termos criticos com uma aceitaçao generalizada num genero que nem sempre reuniu muito consenso.
Crazy stupid love e um filme de altos e baixos e pese embora os altos sejam mais vezes comuns do que as partes menos baixas o certo e que nao estamos perante um filme coeso circundando formular originais, principalmente na sua conclusao com outro tipo de humor mais desactualizado quase sempre a cargo de Carell.
Quando olhamos para o trailer do filme achamos que vamos ver uma comedia pura e o certo e que nao tamos perante um filme mais romantico do que qualquer outra coisa, num filme de discuros perante o amor, e isso torna-o mais monotono e fechado mas ao mesmo tempo com uma seriedade que o permite encarar de forma diferente.
Quando avaliamos um filme como este podemos dizer que estamos perante um filme importante de momentos mas com margempara ser algo melhor e nao consegue,
O filme fala de um individuo que apos o divorcio encontra num jovem que conhece num bar a pessoa que pode dar lhe um impulso para a vida, contudo depois numa encruzilhada de relaçoes que envolve todas as personagens.
O argumento nao e dos pontos mais creativos do filme, contudo temos de dizer que estamos perante um argumento dificil principalmente em termos do numero de personagens mas mesmo assim aos poucos encontra o seu norte e desde esse momento o filme consegue caminhar para bons momentos narrativos.
Em termos de realizaçao nao estamos perante um filme esteticamente interessante quase sempre demasiado simples, sem rismo nem outro tipo de condições, podia ter mais impacto neste aspecto.
Em termos de cast temos Carrel no seu habitat natural na sua personagem de sempre que confesso que tem momentos que satura. Supreendente a bos prestaçao mais comercial de Golsling demontrando poder fazer varios registos bem como Emma Stone.

O melhor - O encontro total de personagens


O pior - A falta de uma piada mais natural

Avaliação - B-

Sunday, September 25, 2011

Abduction


Starring: Taylor Lautner, Lily Collins, Alfred Molina, Sigourney Weaver, Jason Isaacs
Directed by: John Singleton


Depois do sucesso que twilight fez, principalmente com os seus protagonistas masculinos seria obvio que existiriam filmes a tentar rentabilizar a imagem deles como protagonistas, e se Pattinson tem resistido a força toda de entrar na maquina comercial o mesmo nao podemos dizer de Lautner que antes do lançamento do novo filme da saga encabeça este thriller de acçao muito apostado em fazer rentabilizar a sua imagem. Os resultados porem foram decepcionantes nao so em termos comerciais onde os primeiros pronuncios nao sao particularmente fortes, mas acima de tudo em termos criticos onde conseguiu algumas das piores valorizações do ano.
E obvio que a ganancia do dinheiro sempre foi uma fonte de alguma ideologia nos EUA, e que este filme e naturalmente um desses filmes nao existe qualquer tipo de duvida, desde logo por todo o vazio ideologico que o representa depois por utilizar sempre a imagem do protagonista como se de apenas isso se tratasse e depois por toda a falta de ingredientes que o filme trás.
Contudo e depois de visualizar o filme e sendo certo que nao estamos perante um filme de primeira linha e talvez nem mesmo de segunda, o certo é que o pior do pontos e mesmo aquilo que esta no centro de todo o filme ou seja a capacidade do protagonista, um Ken ainda mais inanimado do que o da Barbie um filme que e danificado em todas as sequencias que ele entra que sao basicamente todas.
Tirando este grande mal, o filme acaba por ter noutros aspectos pontos interessantes, desde logo o jogo inicial de espionagem, que tem na relação do protagonista com os seus pais o centro, contudo apos o desaparecimento destes o filme e uma total nulidade quer nas personagens que vao entrando quer mesmo na forma como a fuga e encetada.
E verdade que raramente temos herois de acção de primeira linha, mas mesmo assim penso que neste filme nada e criado nesse sentido.
A historia e a seguinte um jovem adolescente descobre que se encontra um fotografia sua num site de desaparecidos apos essa altura começa a exiswtir uma caça a si proprio que conduz a um total explosão na sua vida.
O argumento e como quase tudo no filme, basico e entrando dentro de determinados assuntos como CIA e opoutros pontos esta e uma caracteristica que as historias nao deveriam ter, contudo este filme e mesmo isso uma serie de coisas apostadas para o protagonista demonstrar os seus dotes.
A realização a cargo de um afro americano que durante muito tempo foi considerado autor de renome, mas que aos poucos perdeu o credito e agora centra-se em realizar sem grande afinco filmes de produtoras unicamente comerciais, com o fim do autor.
Por fim em termos de interpretação a verdadeira brecha do filme, Lautner e a todos os pontos uma nulidade como actor como carisma e uma ausencia total, sobra Weaver perdida num filme onde se pergunta porque, de ter estes actores a trabalhar para alguem que nada traz.

o melhor - A dinamica familiar inicial.

O pior - Lautner

Avaliação - D+

The Debt


Starring: Helen Mirren, Tom Wilkinson, Ciaran Hinds, Romi Aboulafia, Sam Worthington
Directed by: John Madden

Olhar para a carreira de John Madden depois do oscar que ganhou em Paixao de Shakespeare até a presente data da nos a confirmaçao que estamos perante um dos galardoes mais injustos da historia do cinema. Contudo no caso deste filme se pensarmos que a realização de Madden temos ligado um argumento de Matthew Vaughn as coisas nao parecem tão cinzentas como a partida poderia parecer. Pese embora tudo isto os resultados do filme foram positivos, desde logo em termos criticos onde o realizador conseguiu o seu melhor resultado depois do oscar ganho, e tambem em termos comerciais onde conseguiu novamente colocar um seu filme com estreia em nationwide o que nao tinha acontecido no seu filme anterior, os resultados foram modestos mas a ambiçao do filme neste particular tambem parecia o ser.
The Debt e um filme curioso bem montado dividido entre limites temporais, e baseado em tres personagens centrais concretamente expioes em Israel com a missão de matar um terrivel medico, o filme tem bons momentos quem vivido nos termos das personagens mas acima de tudo na forma facil com que consegue ter em si intensidade emocional de primeira linha.
O grande problema do filme e que tambem e um filme de silencio muito na tradiçao euroeia e por vezes os momentos ritmados sao intervalados pro demasiados silencios que tornam o filme demasiado monotono a espaços.
Nao e um filme de primeira linha nem um filme para ser lembrado daqui a alguns anos, mas e um filme com os seus valores bem implicitos e com um twist final consideravel mesmo que por vezes exista pontos pouco elaborados na sua forma de ser.
A historia fala de tres ex agentes do CIA que depois de uma missao intensa a tres por Israel, encontram se novamente no lancamento de um livro por parte da filha de uma das agentes em que a verdade nem sempre pode ser a escrita.
O argumento tem bons momentos principalmente na forma indefinida das personagens ao contrario de muitos filmes este ponto acaba por ser o mais positivo de todos, ja que em termos de dialogos e mesmo de desenvolvimento narrativo nao e um filme de primeira linha,
A realizaçao de Madden ao contrario de algum dos seus filmes prima por tiques de cinema indie que ate lhe ficam bem em determinados pontos mesmo sem grande caracter estetico ou outros pontos de grande adoraçao e um filme mais seco mas ao mesmo tempo com imagem compativel com aquilo que quer ser.
A nivel de interpretaçao o filme tem como grande brilho Jessica Chastains que se encontra no seu ano, se ja tinha chamado a atençao a si em arvore da vida e com este filme que demonstra ser um actriz a ter em conta porque tras consigo beleza e intensidade interpretativa um pouco o que o seu companheiro de cast fez a dois anos atras, e neste filme repete essa capacidade. Nao deixar de registar o grande nivel natural que Wilkinson e acima de tudo Mirran tras normalmente consigo

O melhor - A forma como o filme esta temporalmente montado.

O pior - Demasiado silencioso por vezes.


Avaliação - B-

Saturday, September 24, 2011

The Smurfs


É obvio dizer que já algum tempo e com o renascimento completo de marchandising desta saga de banda desenhada que se esperava que a inovação do cinema lhe desse finalmente um filme, ou em total animaçao ou em misto, o que seria mais interessante principalmente depois de Garfield e Alvin e os Esquilos, depois de escolhido o formato cabia ao filme ganhar o seu espaço, e o certo e que o conseguiu, impulsionado por um marchandising sem referencias o filme trouxe a si grandes resultados comerciais, que o fazem um dos melhores registos do verao, e mesmo que criticamente as coisas nao tenham saido da mediocridade este facto ate se compreende no meio de tudo.
The Smurfs nao e um grande filme como e obvio ou seja e um fil,me infantil o juvenil que contudo consegue trazer consigo grande parte daquilo que a saga animada tinha, ou seja o encanto natural dos seres azuis.
E se este ponto acaba por estar presente no filme, mesmo que tudo o resto seja demasiado repetitivo ou mesmo pouco concreto o certo o filme tem pontos interessantes que contudo nao se conseguem concretizar no mais que irritante papel do vilao a cargo de Azaria, todos os seus momentos sao de um histerismo completo e do mais irritante que observamos nos ultimos anos no nosso cinema.
Se olharmos para a naturalidade deste filme encontramos o que ja vimos em ALvin e Garfield pouco ou mesmo nada de novo ou seja piadas faceis maioritariamente fisicas e pouco mais num filme para bilheteira.
A historia fala dos seres azuis que para fugir do Garganel acabam por antraves de um portal espacial acabarem por vir ter a nova iorque, onde com a ajuda de um casal acabam por tentar lutar contra o neurotico vilao.
O argumento e o mais basico possivel em todas as suas linhas com piada nao muito rebuscada grande parte das vezes simples e fisica se por um lado e daqueles filmes que os mais pequenos gostam com naturalidade e um filme pouco capaz de interessar aos adultos.
A dificuldade da uniao entre cinema real e animaçao e complicado, e existe filmes mais bem criados do que outros este Smurfs aparece na primeira linha, pese embora algo arriscado e com momentos de mais dificil execuçao
Em termos de vozes a escolha para os smurfs nao foi complicada e funcionada razoavelmente contudo sem grande brilho, pior foi a escola de Anzaria se bem que a culpa nao e tanto dele mas da toada que querem dar ao papel.

O melhor- Os smurfs

O pior - O contexto demasiado patetico

Avaliação - C

Saturday, September 17, 2011

Creature

Existe momentos em que o cinema perde toda a logica, e se este ano existe um desses pontos foi com a aposta em lançar este filme em nationwide, em mais de 1500 cinemas um filme de terror violentissimo e com algo grau de bestilidade. Contudo e ao contrario de toda a surpresa que possa ter sido o lançamento tao expansivo deste filme em tudo o resto nada de novo, a nao ser a noticia deste ter sido o pior filme comercialmente falando em termos de filmes lançados em Wide, e criticamente ser o desastre completo.
Eu penso que a determionados momentos alguns creadores de filmes deveriam ser submetidos a exames psicologicos pelo grau de sadismo que apresentam nos seus filmes, e neste inarravel Creature mais uma vez aqui estamos, num conjunto enorme de sequencias de violencia, sangue canibalismo e ainda mais algum espiritismo numa salada da pior qualidade possivel. podemos dizer mesmo que o mais que o maior floop comercial da historia estamos perante um dos piores filmes de sempre em tudo que junta em si, e ainda para mais com uma produçao com efeitos especiais de uma pessima qualidade que torna o filme congruente em torno de uma pessima forma de fazer cinema.
Quando o filme termina e como todos os filmes de terror de uma forma aberta pensamos em como e possivel ainda se apostar em filmes destes em como e possivel titulos destes ainda ter a luz do dia por produtoras que investem dinheiro desta forma.
O filme fala em 6 jovens que decidem ir acampar para uma floresta onde existe a lenda da existencia de um monstro canibal que come pessoas, contudo la, para alem do monstro temos um grupo de devotos a ele.
O argumento e horrivel em todos os sentidos nao cria alicerces, as persoangens sao obtusas os dialogos inexistentes mas o pior de tudo ainda e o pessimo desenvolvimento narrativo nada que se aproveite.
Tambem a realizaçao nao sai imune a todo o filme, com clara observaçao do Zombie ja tinha feito nos seus filmes aqui o filme vai ainda mais longe ao querer introduzir efeitos especiais de pessima qualidade e torna tudo um desastre sem proporcoes quantificadas.
Por fim o cast um recheio de jovens inexistentes em termos de carreira que graças a este filme assim continuarao

O melhor - O resultado comercial.

O pior - Servir de liçao a quem tenha ideias semelhantes

Avaliação - F

Tuesday, September 13, 2011

Fright Night


Starring: Anton Yelchin, Colin Farrell, Toni Collette, David Tennant, Imogen Poots
Directed by: Craig Gillespie


Existem realizadores que depois de obras primas nos seus primeiros filmes tem os holofotes da expectativa perante si, um deles foi este Craig Gillespi, que apos o original Lars and real girl, surpreendeu meio mundo quando anunciou que o seu filme sequente, seria nada mais nada menos um remake de Fright Night um filme comico de terror, agora adaptado a 3d. Com as primeiras visualizações do filme vieram as primeiras criticas maioritariamente positivas ao filme, se bem que nem sempre com o entusiasmo natural que o seu primeiro filme suscitou. Em termos comerciais e que as coisas foram um completo desastre, mesmo com uma boa campanha de publicitação o filme tornou-se num floop natural, com resultados quase deprimentes, que puseram o conceito sobre aviso.
Desde logo e como amante da sua obra antecessora confesso que este filme foi uma perfeita desilusao para mim, como comedia em determinados vectores em que se assume penso que o filme a espaços funciona melhor como terror disparatado do que propriamente nas suas sequencias de humor quase sempre desactualizadas ou mesmo sem piada natural. E certo que em determinados momentos o filme tem um caracter rebelde interessante, mas pouco mais, depois cola-se a um tipo de registo serie B, que nada tras de bom a um filme quase sempre pregado na sua propria eloquencia.
A sua grande mais valia e que e dos poucos filmes que em determinados pontos consegue como poucos utilizar o fenomeno a 3D numa componente diferente e quase sempre bem trabalhada, contudo grande parte do filme passamos apenas com a impressao que os oculos nos faz sobre o nariz, mesmo neste particular e um filme de extremos.
Pese embora tudo isto, e indiscutivel que o filme tem algumas qualidades o ritmo, a cadencia e o envolvimento entre si das personagens e acima de tudo os temas colaterais que nao fazem do filme um tema qualquer.
A historia a conhecida numa pacata cidade no deserto americana começar a aparecer a mortes causadas pelo curioso vampiro, e um grupo de jovens acaba por lutar contre este e a existencia de tudo o que gostam com a ajuda de um excentrico apresentador de televisao.
De todos os pontos do filme aquele que nos parece mais pobrezinho e sem duvida alguma o argumento principalmente na sua construçao e na forma como as personagens nem sempre sao bem trabalhadas, sendo o ponto mais debil a forma quase sem sentido como tudo decorre e o aparecimento sem chama da personagem de Teenant.
A realizaçao tem bons momentos nao so na forma como descreve o contexto citadino bem como a espaços consegue imprimir o que de melhor tem o cinema 3d, perde noiutros vectores principalmente tendo a expectativa que outros filmes do realizador criaram.
Em termos de cast a aposta de força estava na sensualidade de Farell na pele do vampiro central mas aqui o filme tem um dos seus calcanhares de aquiles por o actor irlandes cola se a uma serie de tiques algo irritantes e pouco dai sai, nao conseguindo causar o medo necessario, contudo o filme e salvo pelo cada vez mais forte e carismatico Yelchin, uma das promessas actuais de um cinema que necessita de pessoas versateis e disponiveis e este e um deles.

O melhor - A banda sonora

O pior - A falta de carisma de grande parte do filme

Avaliação - C

Monday, September 12, 2011

The Art of Getting By









É comum perceber-se a dificuldade que alguns jovens actores que brilham enquanto crianças tem a passar para um cinema mais adulto, na fase de passagem e comum surgirem filmes que tem como objectivo isso mesmo. Podera dizer-se que e o caso deste filme apostado acima de tudo na imagem de dois conceituados crianças actores, numa relação mais adulta. Mas como normalmente acontece o filme nao conseguiu os seus objectivos nem comercialmente onde a fraca expansao conduziu a resultados quase insignificantes mas acima de tudo em termos criticos onde tambem o interesse pelo filme não foi muito relevante.



The art of getting by e um filme sobre crescimento da pessoa, e sobre as caracteristicas e as diferenças das mesmas, se por um lado e de uma forma muito suave isto e bem tratado ao longo de todo o filme, a forma despreendida como o faz nem sempre parece a melhor formula, principalmente porque a espaços as personagens parecem nao sair do romance de telenovela, o que nem sempre potencia com maior força a realidade do proprio filme. Mesmo assim estamos perante um filme emocionalmente interessante com bons pontos de partida e acima de tudo que cresce com o aproximar das persoangens.



A maior dificuldade do filme e falta de proximidade do publico com a particular personagem central, parece sempre que o filme fica preso a uma complexidade da personagem que depois nao se concretiza se isso por um lado pode ser entendido como uma virtude nao oferece a consistencia que o filme parece merecer.



A historia fala de um anti social jovem que aos poucos e com o desenvolver de alguns problemas na escola se aproxima de uma jovem com uma rotina de vida completamente diferente da sua, quando tenta encontrar um fundamento para a sua existencia.



O filme divide o seu argumento em dois momentos, desde logo a sua vertente mais filosófica onde o filme nao tem força para fazer pervalecer estes pontos, e por seu lado a vertente narrativa que vai conseguindo maios quimica com o desenvolver da historia.



Nao e uma realização brilhante de grandes rasgos de creatividade, mas acima de tudo e simples e directa nos seus objectivos, sempre em ritmo de telenovela, nao tras nada de novo ao filme, mas tambem nao o condiciona.



Por fim o cast, a passagem de criança para adulta e a fase mais complicada numa carreira e isso e visivel na prestação de Highmore, ja sem a sensibilidade da sua existencia enquanto criança parece sempre perdido na forma em que encara o papel e isso transparece no filme todo, Roberts parece ter mais facilidade em assumir-se como pre adulta, num filme pouco exigente noutros parametros.






O melhor - A intensidade final






O pior - Highmore adulto






Avaliação - C+

Sunday, September 11, 2011

Shark Night 3D









Era natural depois do sucesso que foi Piranha 3D, numa total homenagem ao serie B que nos anos seguintes surgissem uma serie de filmes com o mesmo teor e quem sabe apostados em fazer rentabilizar o produto 3d em filmes com historia já bastante gastas. O resultado contudo ja deste segundo filme foi tão fraco que provavelmente as apostar irão acabar, quer criticamente mas acima de tudo comercialmente.



Shark Night e daqueles filmes que ja vimos no minimo umas centenas de vezes ou seja um grupo de jovens acaba por ir para um local e aqui começa a matança desta vez por um grupo de tubarões, e aos poucos todas as personagens la vão a um ritmo acelarado que não há tempo a perder.



O unico ponto positivo de um filme pessimo em todos os sentidos e a forma como engloba uma componente humana em todo o desenvolvimento da historia contudo isso e efectuado de uma forma tao exagerada que o unico trunfo que tem e desprediçado de uma forma quase infantil a ideia esta la mas nao consegue ser potencializada.



De resto mesmo no que diz respeito às mortes que poderiam ser trabalhadas, muito pouco num filme efectuado unica e exclusivamente para efectuar dinheiro, de referir que nao sao efectuadas qualquer analise ao 3D uma vez que observei o fillme no seu formato 2D.



A historia a basica um grupo de jovens embarca para um lago alegadamente para efectuar uma festa so que percebem que o lago esta cheio de tubaroes e que estes tem o auxilio de uma serie de nativos apostados em fazer dinheiro com os videos das mortes.



O argumento e do mais basico possivel tirando a introduçao do factor humano, tudo o resto e repetitivo ate a exaustao a base, as relaçoes ate os dialogos ja foram utilizados noutros filmes, muito pouco para um Setembro Negro.



Em termos de realizaçao a unica preocupaçao de um filme como este e rentabilizar a 3d para colocar alguma impressao ao espectador, contudo parece que nem neste particular o filme seja rico, de resto alguma dificuldade em acompanhar as sequencias.



O cast é do mais pobrezinho que vimos num filme com distribuição wide norte americana, um conjunto de actores de terceira divisao que nao tem muito trabalho no filme, mas que nao dao ao filme rigorosamente nada, num filme que facilmente sera esquecido.






O melhor - A ideia do factor humano.






O Pior - Que e deprediçada como todo o filme.






Avaliação - D



Apollo 18









Depois do projecto balir witch um pequeno filme, gravado com camaras de mão que surpreendeu o mundo do cinema, era normal que surgissem diversos filmes do mesmo genero em busca do mesmo resultado. E pese embora o numero de filmes ja seja elevado poucos foram aqueles que conheceram novamente o sucesso, apenas Cloverfiel num registo com mais meios e o surpreendente Paranormal Activity se aproximaram daquilo que efectuaram os hispanicos com a sua bruxa. Este ano um caso interessantissimo desde logo o facto de transpor o genere para o espaço. Contudo os resultados foram um desilusão quer em termos criticos onde foi muito vaiado, mas principalmente em termos comerciais onde contribuiu para a catastrofe que foi o mes de Setembro em termos de lançamentos.



Apollo 18 até pode ter um contexto historico interessante tentando demonstrar o que conduziu a paragem das viagens a lua, ate pode ter ao longo da sua duracçao um ou outro aspecto documental interessante mas tudo o resto esta longe do que o genero ja conseguiu dar, desde logo na forma de vida que e criada, nas creaturas no obvio do desenvolvimento das persoangens no facto de dificilmente conseguir criar terror nas persoangens, tudo junto acaba por dar muito pouco ao filme, do que uma ou outra sequencia de terror que evolui com o contaminaçao do primeiro tripulante mas que e muito pouco para um filme que deveria ter largo alcance.



A tentativa de lucro e acima de tudo de alguma paralelismo com paranormal activity ao conjugar quer com camaras de mão quer com camaras estaticas, contudo sempre sem cor, como nao poderia deixar de ser para dar realismo a historia, se por um lado nos parece que o filme ate podeia ser uma boa ideia, os atalhos narrativos e acima de tudo a falta de concretizaçao de determinados pontos nao permite mais.



O filme fala de uma secreta missao a lua, que acaba na descoberta de dois pontos importantes por um lado que os russos ja la tinham estado e que este satelite da terra era habitado por rochas vivas que se tranformavam em monstros e matavam gente.



O argumento e a determinadas alturas algo basico contudo parece que este sempre sabe qual e o seu objectivo, contudo tudo o resto e a sua concretizaçao e demasiado pobre, as persoangens nao sao dadas a conhecer os dialogos cliche, ou seja muito pouco



A realização e ambiciosa ou tentar fazer um filme com andamento e com camaras proprias ainda para mais a preto e branco nao e facil e o filme a espaços consegue tirar proveito disso, sem contudo que consiga melhorar o seu resultado final.



O cast tem a sorte de nao ter as camaras em cima de si, ou a imagem nem sempre ser a melhor, permite maior permeabilidade mas ao menos tempo menor capacidade de avaliação ao seu trabalho.






O melhor - Alguns momentos tirados da forma de filmar.






O pior - Ser um vazio creativo.






Avaliação - D+



Saturday, September 10, 2011

The Tree of Life









Terrence Malick tem tanto de miticismo como de objecto estranho num cinema cada vez mais construido para o publico, ou assim deveria ser. A cada filma seu mais a estranheza do que podemos ou vamos encontrar, principalmente numa altura em que a cadencia de filmes esta cada vez mais ritmada, o certo e que o realizador conseguiu um espaço proprio em Hollywood. Com esta arvore da vida Malick conseguiu em longa escala aquilo a que chamamos reconhecimento critico entre os quais lhe valeu a palma de ouro em Canes, contudo em termos comerciais o filme mesmo com grandes estrelas desiludiu.



Ao efectuar uma avaliação temos de diferenciar quem a faz, aqueles que realmente exercem a sua avaliacao para ser lida, ou pensam que estao em obra literaria. Eu como digo aquilo que sinto, desde já digo que estamos perante um dos filmes mais monotonos e sem nexo que me recordo de ver, estranho sem sentido, sem qualquer segmento do que e o cinema, ou forma como o espectador o vê. Desde logo no seu inicio 40 minutos de imagens soltas sem uniao entre si, conjugadas ao som de um opera. POde existir quem atribua significado para mim pouco ou nada tem, imagens documentais, que apenas conseguimos encontrar paralelo quando percebemos que é o inicio de tudo. Alias o filme acaba por ser uma diferente pelos diferentes inicios terminando naquilo que pode ser considerado o principio do fim. E um filme aberto que pode ser muita coisa, ate pode ser um bom exercicio filosofico mas o cinema deve ser mais simples do que isto, deve permitir que o espectador retire prazer daquilo, e nesse capitulo este filme nao consegue.



Mesmo com a base e o resultado final nao serem satisfatorios o filme tem bons pontos a forma detalhada com que consegue descrever algumas das suas situaçoes e mesmo o fio temporal do proprio filme, demonstra creatividade e acima de tudo a certeza de estarmos perante alguem diferente e acima de tudo que sabe que o é. Provavelmente a academia ira premiar com nomeaçao com esta obra artistica mas ao faze lo podera colocar em causa o que e a origem do cinema, e acima de tudo que apareçam produtos como este ser a arte de camera de alguem como Mallick



O filme fala d muitas coisas mas na sua base fala dos primeiros anos em familia de um jovem da evoluçao da sua familia, e das contingencias da mesma ao longo do tempo, e um filme sobre a familia mas acima de tudo no marco que esta nos deixa e na experiencia de pensar o passado.



Poderiamos analisar o argumento se por acaso pensassemos que ele existisse, neste caso nao me parece que assim seja, e um filme com as mesmas personagens mas acima de tudo um filme de momentos soltos com uns mais bem geridos do que outros.



A realizaçao de Mallick e brilhante a forma como as imagens sao palavras sao factos a potenciar, mas isso nem sempre chega existe momentos em que essas qualidades devem contar uma historia e um enredo pois a creatividade nao e um discurso feito de palavras soltas mas sim a congruencia do mesmo.



O cast e pouco posto a prova neste filme, talvez a espaços Chastain e acima de tudo Pitt tenham de tirar o melhor de si, mesmo que aqui nao lhe seja pedido a consistencia de uma personagem porque o filme nao quer, quanto a Penn e exclusivamente figura decoratica.






O melhor - A estetica






O pior - O desencontro com o cinema






Avaliação - D+

Colombiana



Assim como o TItanic serviu de impulso para os seus principais protagonistas, tambem AVATAR o mais sucesso de sempre da historia do cinema teria naturalmente de oferecer o mesmo impulso, e se Worthington nos momentos previos ao filme ja tinha ganho a sua dimensão Saldana, ainda andava algo desaparecida pese embora a aparição no conceituado Star Trek. Contudo Luc Besson e atento e lançou este filme quase so para si, contudo os resultados demonstraram que Saldana ainda necessita mais passos a ser a protagonista isolada do filme, pois este Colombiana nem conseguiu convencer a critica, e muito menos comercialmente onde se traduziu num rotundo floop.



Colombiana é um filme sem segredos se observarmos o comum de Besson como produtos ou seja um body count de acção conseguimos perceber todo o filme, e nao ficarmos desiludidos com quase nada, ou seja e daqueles filmes vingança em que cada um vai cainda, ao meio uma historia de amor muito mal montada e que tem tao pouco de interessante que se centra em duas sequencias de sexo, mesmo estas mal realizadas.



COlombiana tem muito pouco de novo no cinema no seio das mafias colombianas, que parece ser a populaçao toda o filme ganha intensidade porque passa oitenta por cento da sua totalidade ou com mortes ou planeamento das mesmas num filme basico sem grandes motivos de interesse, cuja unica ambiçao era aproveitar a imagem de Saldana em troco de um dolares.



O filme fala de uma pequena colombiana que apos ver a sua familia ser morta por um grupo de mafiosos, decide treinar-se para ser assassina profissional, para depois se vingar, ja adulta estamos perante uma meticulosa e sem piadade assassina profissional.



O argumento é quase inexistente para alem do planeamento de cada morte, e nisso tem bons momentos, mas num filme sem qualquer tipo de profundidade quer em termos de personagens dialogos e desenvolvimento nao podemos avaliar um argumento em mais do pobre.



A realizaçao e as tipicas dos filmes de Besson, a imagem nao para e as personagens tambem nao, a componente artistica nao existe e tao pouco e essa a funçao. E dos aspectos mais satisfatorios do filme.



O cast e daqueles que nada pede aos actores para alem de disponibilidade fisica, Saldana e uma Thandie Newton mas ainda com menos carisma, as sequencias desenrolam-se sem grande força, Vartatan aparece no filme para dar uns beijos, e por fim a gritante falta de um vilao no minimo forte para dar a ideia de equilibrio de forças






O melhor - O filme ser básico e nao querer alcançar mais






O pior - Ja parecer nao haver espaços para filmes sem conteudo






Avaliação - C-



Friday, September 09, 2011

One Day



Desde o lançamento e acima de tudo a concretização ciritica de An Education que a realizadora deste filme ficou na ante camara do cinema com a sua facilidade em conseguir adaptar best sellers em filmes sentimentalmente conseguidos e acima de tudo proximo do publico. Dai que foi com naturalidade que observamos o seu projecto de levar ao cinema estre drama contemporaneo, sucesso de vendas em todo o mundo. Contudo logo nas primeiras criticas ao filme se observou que o resultado nao tinha conseguido ser o mesmo do seu antecessor, com criticas variadas e que acima de tudo não conseguiu concretizar se em resultados satisfatorios no plano comercial.



One Day e um filme particular acima de tudo porque nao tem problemas em assumir o amor e a historia de amor no maximo de intensidade com o seu pano de fundo, nao tendo interesse em pensar que isso e um cliche. Se por um lado esta frontalidade na abordagem do filme acaba por ser interessante por outro lado isto pode o conduzir para um genero secundario do cinema uma vez que a determinados momentos se cola um pouco as adaptacoes ja efectuadas de livros de Nicholas Sparks.



Ganha como ponto principal a originalidade da formula do livro ou seja centrar-se numa relaçao sem continuidade mas preenche-la apenas na evoluçao anual descrevendo um dia, isso por um lado tranforma o filme numa interessante experiencia aberta e interactiva com o leitor e neste caso com o espectador que tem como missao com a sua creatividade a aproximaçao das personagens acabar por preencher os restantes dias entre as diferentes cenas do filme. Isto é interessante contudo parece-nos que nem sempre o filme se preocupa com isto, acabando sempre por colocar determinadas sequencias menor romanticas mas quem sabe mais estruturantes da relaçao para segundo plano.



O grande problema do filme esta na montagem, ao nao dar de inicio o conhecimento todo da relaçao quem sabe para ter uma conclusao mais forte o filme acaba por inicialmente ser um pouco vago e difuso, o que o torna monotono, com a aproximaçao das personagens e com o desenvolvimento e conhecimento das mesmas as coisas vao se componto não permitindo contudo que o filme alcance ja outros patamares.



Tambem em termos de contextualizaçao temporal espaço em que o filme poderia ser objectivamente uma mais valia nao existe muita preocupaçao o que faz com que o sentimento de alguma desaproveitamento esteja vincado.



O filme fala de um casal de universitarios que se conhece no dia da formaçao, e apos esse dia começam a desenvolver uma relaçao proxima de amizade que ao pouco vai aumentando de intensidade, sendo que apenas observamos um dia por ano, no aniversario do seu primeiro encontro.



O argumento e interessante assim como a propria obra literaria esta montada, contudo nem sempre e facil porque estamos perante um livro exigente e de dificil. adataçao. Nao podemos dizer que a o argumento e o melhor possivel, passando com um suficiente na avaliaçao.



Em termos de realizaçao se a contextualizaçao espacial esta feita da melhor maneira, com uma exploraçao do que de melhor tem os contextos das persnagens a nivel temporal poderia dar mais de si, quer no contexto da epoca em que cada ano ocorre mesmo nas diferenças das proprias personagens.



A nivel de cast a aposta a partida parece-nos certa, dois jovens valores em expana~so a ganhar terreno critico contudo o comportamento e distinto se Hathway tem ganho cada vez mais notariedade com papeis de primeira linha que tem tanto de forte e dificeis como de diversificados, tendo neste filme mais uma demonstraçao de talento, Strugges teima em nao dar o passo em frente de ter consigo um papel para uma vida que va para alem do natural ou mesmo da disponibilidade fisica, neste filme nao convence agarrado a alguns tiques demasiado repetitivos e que não sao sufuicientemente conviecentes.






O melhor - A formula da obra literaria e o espaço ao espectador.






O pior - Nem sempre potenciar isto da melhor forma.






Avaliação - C+

Monday, August 29, 2011

Spy Kids - 4 All time in the world


Starring: Alexa Vega, Jessica Alba, Daryl Sabara, Joel McHale, Alexa Vega
Directed by: Robert Rodriguez

Se existe carreira de um realizador que é dificil de perceber esse realizador e o polemico mas ao mesmo tempo original Roberto Rodriguez, ora faz filmes do genere Grindhouse respeitados e com cunho de autor, ora consegue inovar com outros filmes como fez com Sin City ou então permanece totalmente ligado a filmes ideotas como e este Spy Kids, que no meio de tudo acabou por ser o filme mais rentavel de toda a sua carreira. para esta 4 edição novas sensações com o 4 D ao introduzir cheiro no filme, uma inovação que contudo nao conseguiu chamar a atençao da sempre exigente critica que na sua maioria foi severa com o filme, tambem em termos comerciais a saga teve um epidodio muito fraco que quase de certeza ditara o fim da saga.
O primeiro senao do filme e de alguma forma tentar trazer alguns dos protagonistas dos primeiros filmes descontextualizados de novo para este filme, contudo introduz novas personagens e da o protagonismo a Jessica Alba, cada vez mais a menina perdileta de Rodriguez, de resto tudo o que ja estamos habituados em Spy Kids, muitos gags, muita cor e ao mesmo tempo a maior dose de ideotice por metro quadrado em todas as personagens que tem tanto de impossivel e exagerado como de ridiculo.
Outro dos problemas permanentes do filme e a falta de um vilao minimamente valorizado, e neste filme volta a nao ter, sempre patetico em todas as suas ações e daqueles filmes que nao consegue ter a intensidade de um filme de acçao mas tambem nao tem a piada para ser uma comedia so conseguindo encontrar o seu espaço como um tipico filme juvenil.
O unico ponto positivo a ressalvar e a forma arrojada com que tenta efectuar paralelismos temporais o que pode nao ser muito bem contretizado no filme, mas denota coragem na forma como o filme tras ate si as suas virutdes.
O filme fala da personagem de Alba e dos seus dois enteados eles chamados a novas aventuras uma vez que um vilao tenta roubar o tempo, aqui tudo o que parece normal deixa de ser a as aventuras começam
O argumento assim como toda a saga tem o seu toque de original mas que e completamente engolido por todos os disparates que o filme tem consigo e nao sao poucos, com dialogos personagens e acima de tudo situaçoes completamente pateticas e sem conteudo.
Em termos de realizaçao a aposta por 4 dimensoes deve ser aplaudida bem como o estilo proprio de Rodirguez nos filmes com cor e ikntensidade, nao e os melhores filmes dele mas tem o seu cunho pessoal e isso deve ser valorizado.
Em termos de cast desde ja anunciar que os dois protagonistas da saga regressam sem a piada inicial e o filme ressente-se disso uma vez que ambos sao exclusivos da saga, quanto a Alba esta longe dos melhores momentos aproveitando a espaços os poucos papeis que recebe, mas o pior vai para Piven com um papel ridiculo como vilao de um filme o que nunca consegue ser.

O melhor - O arrojo narrativo e de produçao de Rodriguez

O pior - Nao impedir um maul filme

Avaliação - C-

Friends with Benefits


Se existia expectativa relativamente a uma comedia romantica deste ano, ela residia neste pequeno filme, que reunia a atençao de ter dois actores da moda, e acima de tudo trazer consigo Will Gluck talvez o unico actual creactivo da comedia romantica tendo em atençao aquilo que conseguiu fazer com Easy A. Pois bem o resultado e bastante positivo em quase todos os niveis, contudo surpreendentemente este filme acabou por ter melhores resultados criticos, com avaliações principalmente positivas do que em termos comerciais onde não conseguiu mais do que ser razoavel.
Se Easy A podia ser um golpe de sorte, este Friends with Beneficts é a consagraçao de um genero que nem sempre e facil de ser passivel de deixar marca, e o certo é que este filme, tem a sua marca bem enraizada, pese embora na linha geral seja um filme igual a todos os outros em questao romantica todos os pormenores do filme o conduzem para um filme de primeira linha, desde logo na complexidade das personagens ao contrario da maioria destes filmes, nao se deixa conduzir por personagens sem dimensao, elas aqui sao vincadas trazem consigo diversas vertentes, o que permite que a quimica entre todas as personagens seja evidente mas acima de tudo que os dialogos e as situaçoes sejam mais inteligentes que a maioria das outras.
OUtro ponto positivo e a boa implementaçao de uma banda sonora actual, capaz de ela propria ser um elemento dinamico ao longo de todo o filme, bem como as cartas de visitas as duas cidades principais dos EUA vinculadas nas diferenças de personalidade entre elas.
Mais que uma comedia romantica e uma comedia de costume, inteligente, engraçada com facilidade de comunicar directamente com o espectador e isso torna-se num trunfo que conduz este filme, a prior simples num dos melhores filmes do presente ano.
A historia fala.nos de dois amigos que uma vez que se encontram sozinhos decidem manter relaçoes sexuais entre si sem compromisso, contudo com o passar do tempo a quimica começa a aparecer bem mais do que no fisico, sendo que tudo isto e acompanhado por inumeros condimentos narrativos de primeiro nivel.
Efectual um filme basico ou escrever as linhas orientadoras deste filme deve ter sido facilimo, contudo dotar o filme de personagens e dialogos e situaçoes paralelas como estas necessitam qualidade e o filme consegue ter isso consigo num grande argumento do genero pela forma como ele e completo.
Em termos de realizaçao Gluck deve ser o unico realizador que em duas comedias teve dois sucessos criticos num genero tao complicado como este, mais uma vez a realizaçao nao e o dominio mais forte pese embora desta vez denote-se mais cuidado em dar ao filme, mais imagem e estetica.
A prior olhar para esta dupla de protagonista nao deixava antever grandes coisas, mas o que é certo que ambos têm os papeis ate ao momento de uma vida, encaixando perfeitamente nos papeis e um no outro, num dos pares com mais quimica dos ultimos tempos, Kunis tem tudo para ser de topo em Hollywood talvez a mulher mais bonita do momento, tem consigo a simplicidade e acima de tudo uma capacidade de se mudar de papel para papel com uma intensidade pouco vista. E Timberlake tem sido a surpresa deste ano na capacidade de encaixar como poucos neste estilo, onde a sua descontraçao e um trunfo muito bem potenciado, falta perceber a sua capacidade em filmes mais pesados e em personagens mais variadas, mas nisto resulta como poucos.

O melhor - A qualidade natural da comedia em todos os aspectos.

O pior - Ser uma em cem

Avaliação - B+

Saturday, August 27, 2011

Conan the Barbarian


Starring: Jason Momoa, Rachel Nichols, Stephen Lang, Rose McGowan, Said Taghmaoui
Directed by: Marcus Nispel


Desde o inicio deste projecto e com o facto de não existirem grandes nomes quer na produção quer na interpretação liagados a este filme, deu para suspirar o pior, ou seja que estariamos perante um remake quase minimalista do que tinha efectuado Arnold Governator em meados dos anos 7o. Pois bem com as primeiras criticas maioritariamente negativas ao filme, percebeu-se que estariamos perante um filme básico sem profundidade que se afundou num franchising sem qualquer tipo de poder comercial e que provavelmente não terá continuidade.
Desde ja é importante ressalvar que visualisei o filme em 2D pelo que do ponto de vista tecnico não posso valorizar o poder do filme em 3D embora seja possivel adivinhar que neste aspecto o filme não será nada de exuberante.
Conan é um filme que toda gente espera aquilo que ele é ou seja um filme simples com um narrativa directa e básica, que já foi aprofundada de diversas formas em centenas de filmes, sendo que este não tem nada de especial, ou seja um filme tipico de serie B que se perde nas tardes de canais generalistas sem ambição na area, com a tematica da honra e da vingança na mó de cima, num countdown de viloes até ao climax final, muito pouco e reduzido para um filme que ambicionava ser um blockbuster de verão.
Outro dos problemas do filme e a falta de carisma das personagens ao ser vazia em termos de dialogos ou mesmo de condensação emocional das mesmas o filme e um deserto em termos de quimica entre os diversos intervenientes mesmo a tentativa de dar algum poder amoroso do filme e tao gelado como tudo o resto.
Conan tem um mal que é irreversivel ao longo de todo o filme, ao dez minutos de filme ja sabemos tudo o que vamos ver no restante e este aspecto não pode ser pior para a concretização de um filme.
A historia e a conhecida um jovem de nome conan ve o seu pai morto por uns guerreiros unidos a uma especie de princesa satanica, para se vingar o jovem cresce e fica forte e faz a vingança prometida.
O argumento e basico e acima de tudo pobre em todas as suas dimensoes, tudo bem que e um filme declarado de acçao mas isso não exige que as persoangens e os dialogos nao existam.
Na realização denota-se a experiencia do realizador em filmes de terror pela toada negra que da ao filme, mas acima de tudo nota se a colagem ao ambiente demasiado estranho que ja tinha efectuado em pathfinder, com o mesmo resultado, ou seja longe do sucesso.
Em termos de cast e sabido que um filme como este nao e apetecivel a partida para pessoas consagradas ou com posiçao no cinema, contudo a forma da personagem nao exige mais do que o protagonista lhe dá com todas as limitações, mas podia ser mais arrojado na escolha dos viloes, e acima de tudo em dar ao filme ferramente que o tirasse da mediocridade.

O melhor - Ser o que se espera.

O pior - O argumento ser utilizado pela enesima vez


Avaliação - -D+

Friday, August 26, 2011

Rise of The Planet of The Apes


Pois bem, o Planeta dos Macacos é um icon cultural do cinema norte americano, sendo que recentemente teve um remake a cargo da imaginação de Tim Burton, pois bem para este anos muitos surpreenderam-se com a aposta arrojada de efectuar um remake a este filme. As duvidas subsistiram até às primeiras criticas positivas para o filme, que posteriormente o encaminharam para consistentes resultados de bilheteira e acima de tudo assumir uma excelente prequela para um dos filmes que ja fazia parte da historia do cinema.
É dificil para alem do nome dos primeiros momentos do filme encontrar ligação entre os anteriores filmes com espirito dantesco e este particular filme citadino, apenas com o desenvolvimento da personagem central, concretamente o macaco Cesar, começamos a observar a evolução de um genero potenciado pela experiencia medicinal, naquilo que posteriormente é poder dos macacos nos outros filmes, dai que nao e facil fazer a ligação e com conseguinte o filme adquirir o carisma inerente à saga, o que não facilita o filme, que mais parece tornar-se num vulgar filme de epidemia. De resto ao não fazer de imediato esta simbiose com os outros filmes, tudo parece mais forçado quer a evolução exagerada e quase sem limites dos animais, até ao caracter destrutivo de todo o filme, tudo entra numa cadeia demasiado rapida e nem sempre com os alicerces bem montados.
COntudo e importante valorizar o bom trabalho tecnico na personagem central e mesmo narrativo no desenvolvimento natural e do centro da imagem que esta se vai tornando nao deixando espaço a quase mais nada, não e daqueles filmes que brilhe intensamente nem tem a grandiosidade dos seus antecessores, mas e um daqueles filmes para uma noite de verão.
Em termos tecnicos pese embora seja menos exigente por exemplo do que o filme de burton e um bom filme neste aspecto centrando o seu nivel na forma humana com que o personagem central se torna.
A historia fala nos de um cientista que apos teste de medicação para a doença de azheimer se ve a braços com um macaco com capacidades de aprendizagem muito acima do normal, e que posteriormente se vai tornar num perigo da sociedade comum.
Existe dois pontos diferentes de avaliação como filme isolado não e um filme muito abrangente em termos de conteudo conceito, ou mesmo no seu alcance, parece sempre um filme com passos demasiado estudados em si, como prequela funciona melhor uma vez que introduz bem os outros filmes.
Em realização nao estamos perante um filme facil, contudo que faz bem o uso dos seus funcionalismos, mesmo que nem sempre a um nivel elevado, nota se nao ser um realizador de primeira linha, mas ao mesmo tempo também nao e um realizador a descuidar.
Em termos de cast todos os louvores vao para mais uma magnifica criaçao de Serkis, desta vez como macaco as capacidades do actor parecem nao mais acabar tornando Franco e Pinto figurantes no seu espectaculo pessoal.

O melhor Serkis/Ceasar.

O pior - A filme ser pouco abrangente em si proprio.


Avaliação - C+