Tuesday, September 27, 2011
Crazy Stupid Love
Crazy stupid love e um filme de altos e baixos e pese embora os altos sejam mais vezes comuns do que as partes menos baixas o certo e que nao estamos perante um filme coeso circundando formular originais, principalmente na sua conclusao com outro tipo de humor mais desactualizado quase sempre a cargo de Carell.
Quando olhamos para o trailer do filme achamos que vamos ver uma comedia pura e o certo e que nao tamos perante um filme mais romantico do que qualquer outra coisa, num filme de discuros perante o amor, e isso torna-o mais monotono e fechado mas ao mesmo tempo com uma seriedade que o permite encarar de forma diferente.
Quando avaliamos um filme como este podemos dizer que estamos perante um filme importante de momentos mas com margempara ser algo melhor e nao consegue,
O filme fala de um individuo que apos o divorcio encontra num jovem que conhece num bar a pessoa que pode dar lhe um impulso para a vida, contudo depois numa encruzilhada de relaçoes que envolve todas as personagens.
O argumento nao e dos pontos mais creativos do filme, contudo temos de dizer que estamos perante um argumento dificil principalmente em termos do numero de personagens mas mesmo assim aos poucos encontra o seu norte e desde esse momento o filme consegue caminhar para bons momentos narrativos.
Em termos de realizaçao nao estamos perante um filme esteticamente interessante quase sempre demasiado simples, sem rismo nem outro tipo de condições, podia ter mais impacto neste aspecto.
Em termos de cast temos Carrel no seu habitat natural na sua personagem de sempre que confesso que tem momentos que satura. Supreendente a bos prestaçao mais comercial de Golsling demontrando poder fazer varios registos bem como Emma Stone.
O melhor - O encontro total de personagens
O pior - A falta de uma piada mais natural
Avaliação - B-
Sunday, September 25, 2011
Abduction

| Starring: | Taylor Lautner, Lily Collins, Alfred Molina, Sigourney Weaver, Jason Isaacs |
| Directed by: | John Singleton |
Depois do sucesso que twilight fez, principalmente com os seus protagonistas masculinos seria obvio que existiriam filmes a tentar rentabilizar a imagem deles como protagonistas, e se Pattinson tem resistido a força toda de entrar na maquina comercial o mesmo nao podemos dizer de Lautner que antes do lançamento do novo filme da saga encabeça este thriller de acçao muito apostado em fazer rentabilizar a sua imagem. Os resultados porem foram decepcionantes nao so em termos comerciais onde os primeiros pronuncios nao sao particularmente fortes, mas acima de tudo em termos criticos onde conseguiu algumas das piores valorizações do ano.
E obvio que a ganancia do dinheiro sempre foi uma fonte de alguma ideologia nos EUA, e que este filme e naturalmente um desses filmes nao existe qualquer tipo de duvida, desde logo por todo o vazio ideologico que o representa depois por utilizar sempre a imagem do protagonista como se de apenas isso se tratasse e depois por toda a falta de ingredientes que o filme trás.
Contudo e depois de visualizar o filme e sendo certo que nao estamos perante um filme de primeira linha e talvez nem mesmo de segunda, o certo é que o pior do pontos e mesmo aquilo que esta no centro de todo o filme ou seja a capacidade do protagonista, um Ken ainda mais inanimado do que o da Barbie um filme que e danificado em todas as sequencias que ele entra que sao basicamente todas.
Tirando este grande mal, o filme acaba por ter noutros aspectos pontos interessantes, desde logo o jogo inicial de espionagem, que tem na relação do protagonista com os seus pais o centro, contudo apos o desaparecimento destes o filme e uma total nulidade quer nas personagens que vao entrando quer mesmo na forma como a fuga e encetada.
E verdade que raramente temos herois de acção de primeira linha, mas mesmo assim penso que neste filme nada e criado nesse sentido.
A historia e a seguinte um jovem adolescente descobre que se encontra um fotografia sua num site de desaparecidos apos essa altura começa a exiswtir uma caça a si proprio que conduz a um total explosão na sua vida.
O argumento e como quase tudo no filme, basico e entrando dentro de determinados assuntos como CIA e opoutros pontos esta e uma caracteristica que as historias nao deveriam ter, contudo este filme e mesmo isso uma serie de coisas apostadas para o protagonista demonstrar os seus dotes.
A realização a cargo de um afro americano que durante muito tempo foi considerado autor de renome, mas que aos poucos perdeu o credito e agora centra-se em realizar sem grande afinco filmes de produtoras unicamente comerciais, com o fim do autor.
Por fim em termos de interpretação a verdadeira brecha do filme, Lautner e a todos os pontos uma nulidade como actor como carisma e uma ausencia total, sobra Weaver perdida num filme onde se pergunta porque, de ter estes actores a trabalhar para alguem que nada traz.
o melhor - A dinamica familiar inicial.
O pior - Lautner
Avaliação - D+
The Debt

| Starring: | Helen Mirren, Tom Wilkinson, Ciaran Hinds, Romi Aboulafia, Sam Worthington |
| Directed by: | John Madden |
Olhar para a carreira de John Madden depois do oscar que ganhou em Paixao de Shakespeare até a presente data da nos a confirmaçao que estamos perante um dos galardoes mais injustos da historia do cinema. Contudo no caso deste filme se pensarmos que a realização de Madden temos ligado um argumento de Matthew Vaughn as coisas nao parecem tão cinzentas como a partida poderia parecer. Pese embora tudo isto os resultados do filme foram positivos, desde logo em termos criticos onde o realizador conseguiu o seu melhor resultado depois do oscar ganho, e tambem em termos comerciais onde conseguiu novamente colocar um seu filme com estreia em nationwide o que nao tinha acontecido no seu filme anterior, os resultados foram modestos mas a ambiçao do filme neste particular tambem parecia o ser.
The Debt e um filme curioso bem montado dividido entre limites temporais, e baseado em tres personagens centrais concretamente expioes em Israel com a missão de matar um terrivel medico, o filme tem bons momentos quem vivido nos termos das personagens mas acima de tudo na forma facil com que consegue ter em si intensidade emocional de primeira linha.
O grande problema do filme e que tambem e um filme de silencio muito na tradiçao euroeia e por vezes os momentos ritmados sao intervalados pro demasiados silencios que tornam o filme demasiado monotono a espaços.
Nao e um filme de primeira linha nem um filme para ser lembrado daqui a alguns anos, mas e um filme com os seus valores bem implicitos e com um twist final consideravel mesmo que por vezes exista pontos pouco elaborados na sua forma de ser.
A historia fala de tres ex agentes do CIA que depois de uma missao intensa a tres por Israel, encontram se novamente no lancamento de um livro por parte da filha de uma das agentes em que a verdade nem sempre pode ser a escrita.
O argumento tem bons momentos principalmente na forma indefinida das personagens ao contrario de muitos filmes este ponto acaba por ser o mais positivo de todos, ja que em termos de dialogos e mesmo de desenvolvimento narrativo nao e um filme de primeira linha,
A realizaçao de Madden ao contrario de algum dos seus filmes prima por tiques de cinema indie que ate lhe ficam bem em determinados pontos mesmo sem grande caracter estetico ou outros pontos de grande adoraçao e um filme mais seco mas ao mesmo tempo com imagem compativel com aquilo que quer ser.
A nivel de interpretaçao o filme tem como grande brilho Jessica Chastains que se encontra no seu ano, se ja tinha chamado a atençao a si em arvore da vida e com este filme que demonstra ser um actriz a ter em conta porque tras consigo beleza e intensidade interpretativa um pouco o que o seu companheiro de cast fez a dois anos atras, e neste filme repete essa capacidade. Nao deixar de registar o grande nivel natural que Wilkinson e acima de tudo Mirran tras normalmente consigo
O melhor - A forma como o filme esta temporalmente montado.
O pior - Demasiado silencioso por vezes.
Avaliação - B-
Saturday, September 24, 2011
The Smurfs

É obvio dizer que já algum tempo e com o renascimento completo de marchandising desta saga de banda desenhada que se esperava que a inovação do cinema lhe desse finalmente um filme, ou em total animaçao ou em misto, o que seria mais interessante principalmente depois de Garfield e Alvin e os Esquilos, depois de escolhido o formato cabia ao filme ganhar o seu espaço, e o certo e que o conseguiu, impulsionado por um marchandising sem referencias o filme trouxe a si grandes resultados comerciais, que o fazem um dos melhores registos do verao, e mesmo que criticamente as coisas nao tenham saido da mediocridade este facto ate se compreende no meio de tudo.
The Smurfs nao e um grande filme como e obvio ou seja e um fil,me infantil o juvenil que contudo consegue trazer consigo grande parte daquilo que a saga animada tinha, ou seja o encanto natural dos seres azuis.
E se este ponto acaba por estar presente no filme, mesmo que tudo o resto seja demasiado repetitivo ou mesmo pouco concreto o certo o filme tem pontos interessantes que contudo nao se conseguem concretizar no mais que irritante papel do vilao a cargo de Azaria, todos os seus momentos sao de um histerismo completo e do mais irritante que observamos nos ultimos anos no nosso cinema.
Se olharmos para a naturalidade deste filme encontramos o que ja vimos em ALvin e Garfield pouco ou mesmo nada de novo ou seja piadas faceis maioritariamente fisicas e pouco mais num filme para bilheteira.
A historia fala dos seres azuis que para fugir do Garganel acabam por antraves de um portal espacial acabarem por vir ter a nova iorque, onde com a ajuda de um casal acabam por tentar lutar contra o neurotico vilao.
O argumento e o mais basico possivel em todas as suas linhas com piada nao muito rebuscada grande parte das vezes simples e fisica se por um lado e daqueles filmes que os mais pequenos gostam com naturalidade e um filme pouco capaz de interessar aos adultos.
A dificuldade da uniao entre cinema real e animaçao e complicado, e existe filmes mais bem criados do que outros este Smurfs aparece na primeira linha, pese embora algo arriscado e com momentos de mais dificil execuçao
Em termos de vozes a escolha para os smurfs nao foi complicada e funcionada razoavelmente contudo sem grande brilho, pior foi a escola de Anzaria se bem que a culpa nao e tanto dele mas da toada que querem dar ao papel.
O melhor- Os smurfs
O pior - O contexto demasiado patetico
Avaliação - C
Saturday, September 17, 2011
Creature
Eu penso que a determionados momentos alguns creadores de filmes deveriam ser submetidos a exames psicologicos pelo grau de sadismo que apresentam nos seus filmes, e neste inarravel Creature mais uma vez aqui estamos, num conjunto enorme de sequencias de violencia, sangue canibalismo e ainda mais algum espiritismo numa salada da pior qualidade possivel. podemos dizer mesmo que o mais que o maior floop comercial da historia estamos perante um dos piores filmes de sempre em tudo que junta em si, e ainda para mais com uma produçao com efeitos especiais de uma pessima qualidade que torna o filme congruente em torno de uma pessima forma de fazer cinema.
Quando o filme termina e como todos os filmes de terror de uma forma aberta pensamos em como e possivel ainda se apostar em filmes destes em como e possivel titulos destes ainda ter a luz do dia por produtoras que investem dinheiro desta forma.
O filme fala em 6 jovens que decidem ir acampar para uma floresta onde existe a lenda da existencia de um monstro canibal que come pessoas, contudo la, para alem do monstro temos um grupo de devotos a ele.
O argumento e horrivel em todos os sentidos nao cria alicerces, as persoangens sao obtusas os dialogos inexistentes mas o pior de tudo ainda e o pessimo desenvolvimento narrativo nada que se aproveite.
Tambem a realizaçao nao sai imune a todo o filme, com clara observaçao do Zombie ja tinha feito nos seus filmes aqui o filme vai ainda mais longe ao querer introduzir efeitos especiais de pessima qualidade e torna tudo um desastre sem proporcoes quantificadas.
Por fim o cast um recheio de jovens inexistentes em termos de carreira que graças a este filme assim continuarao
O melhor - O resultado comercial.
O pior - Servir de liçao a quem tenha ideias semelhantes
Avaliação - F
Tuesday, September 13, 2011
Fright Night

| Starring: | Anton Yelchin, Colin Farrell, Toni Collette, David Tennant, Imogen Poots |
| Directed by: | Craig Gillespie |
Existem realizadores que depois de obras primas nos seus primeiros filmes tem os holofotes da expectativa perante si, um deles foi este Craig Gillespi, que apos o original Lars and real girl, surpreendeu meio mundo quando anunciou que o seu filme sequente, seria nada mais nada menos um remake de Fright Night um filme comico de terror, agora adaptado a 3d. Com as primeiras visualizações do filme vieram as primeiras criticas maioritariamente positivas ao filme, se bem que nem sempre com o entusiasmo natural que o seu primeiro filme suscitou. Em termos comerciais e que as coisas foram um completo desastre, mesmo com uma boa campanha de publicitação o filme tornou-se num floop natural, com resultados quase deprimentes, que puseram o conceito sobre aviso.
Desde logo e como amante da sua obra antecessora confesso que este filme foi uma perfeita desilusao para mim, como comedia em determinados vectores em que se assume penso que o filme a espaços funciona melhor como terror disparatado do que propriamente nas suas sequencias de humor quase sempre desactualizadas ou mesmo sem piada natural. E certo que em determinados momentos o filme tem um caracter rebelde interessante, mas pouco mais, depois cola-se a um tipo de registo serie B, que nada tras de bom a um filme quase sempre pregado na sua propria eloquencia.
A sua grande mais valia e que e dos poucos filmes que em determinados pontos consegue como poucos utilizar o fenomeno a 3D numa componente diferente e quase sempre bem trabalhada, contudo grande parte do filme passamos apenas com a impressao que os oculos nos faz sobre o nariz, mesmo neste particular e um filme de extremos.
Pese embora tudo isto, e indiscutivel que o filme tem algumas qualidades o ritmo, a cadencia e o envolvimento entre si das personagens e acima de tudo os temas colaterais que nao fazem do filme um tema qualquer.
A historia a conhecida numa pacata cidade no deserto americana começar a aparecer a mortes causadas pelo curioso vampiro, e um grupo de jovens acaba por lutar contre este e a existencia de tudo o que gostam com a ajuda de um excentrico apresentador de televisao.
De todos os pontos do filme aquele que nos parece mais pobrezinho e sem duvida alguma o argumento principalmente na sua construçao e na forma como as personagens nem sempre sao bem trabalhadas, sendo o ponto mais debil a forma quase sem sentido como tudo decorre e o aparecimento sem chama da personagem de Teenant.
A realizaçao tem bons momentos nao so na forma como descreve o contexto citadino bem como a espaços consegue imprimir o que de melhor tem o cinema 3d, perde noiutros vectores principalmente tendo a expectativa que outros filmes do realizador criaram.
Em termos de cast a aposta de força estava na sensualidade de Farell na pele do vampiro central mas aqui o filme tem um dos seus calcanhares de aquiles por o actor irlandes cola se a uma serie de tiques algo irritantes e pouco dai sai, nao conseguindo causar o medo necessario, contudo o filme e salvo pelo cada vez mais forte e carismatico Yelchin, uma das promessas actuais de um cinema que necessita de pessoas versateis e disponiveis e este e um deles.
O melhor - A banda sonora
O pior - A falta de carisma de grande parte do filme
Avaliação - C
Monday, September 12, 2011
The Art of Getting By

Starring:
Emma Roberts, Freddie Highmore, Michael Angarano, Rita Wilson, Blair Underwood
Directed by:
Gavin Wiesen
Sunday, September 11, 2011
Shark Night 3D

Starring:
Chris Carmack, Joel David Moore, Sara Paxton, Dustin Milligan, Donal Logue
Directed by:
David R. Ellis (V)
Apollo 18

Saturday, September 10, 2011
The Tree of Life

Starring:
Brad Pitt, Sean Penn, Jessica Chastain, Fiona Shaw, Irene Bedard
Directed by:
Terrence Malick
Colombiana

Friday, September 09, 2011
One Day

Monday, August 29, 2011
Spy Kids - 4 All time in the world
| Starring: | Alexa Vega, Jessica Alba, Daryl Sabara, Joel McHale, Alexa Vega |
| Directed by: | Robert Rodriguez |
Se existe carreira de um realizador que é dificil de perceber esse realizador e o polemico mas ao mesmo tempo original Roberto Rodriguez, ora faz filmes do genere Grindhouse respeitados e com cunho de autor, ora consegue inovar com outros filmes como fez com Sin City ou então permanece totalmente ligado a filmes ideotas como e este Spy Kids, que no meio de tudo acabou por ser o filme mais rentavel de toda a sua carreira. para esta 4 edição novas sensações com o 4 D ao introduzir cheiro no filme, uma inovação que contudo nao conseguiu chamar a atençao da sempre exigente critica que na sua maioria foi severa com o filme, tambem em termos comerciais a saga teve um epidodio muito fraco que quase de certeza ditara o fim da saga.
O primeiro senao do filme e de alguma forma tentar trazer alguns dos protagonistas dos primeiros filmes descontextualizados de novo para este filme, contudo introduz novas personagens e da o protagonismo a Jessica Alba, cada vez mais a menina perdileta de Rodriguez, de resto tudo o que ja estamos habituados em Spy Kids, muitos gags, muita cor e ao mesmo tempo a maior dose de ideotice por metro quadrado em todas as personagens que tem tanto de impossivel e exagerado como de ridiculo.
Outro dos problemas permanentes do filme e a falta de um vilao minimamente valorizado, e neste filme volta a nao ter, sempre patetico em todas as suas ações e daqueles filmes que nao consegue ter a intensidade de um filme de acçao mas tambem nao tem a piada para ser uma comedia so conseguindo encontrar o seu espaço como um tipico filme juvenil.
O unico ponto positivo a ressalvar e a forma arrojada com que tenta efectuar paralelismos temporais o que pode nao ser muito bem contretizado no filme, mas denota coragem na forma como o filme tras ate si as suas virutdes.
O filme fala da personagem de Alba e dos seus dois enteados eles chamados a novas aventuras uma vez que um vilao tenta roubar o tempo, aqui tudo o que parece normal deixa de ser a as aventuras começam
O argumento assim como toda a saga tem o seu toque de original mas que e completamente engolido por todos os disparates que o filme tem consigo e nao sao poucos, com dialogos personagens e acima de tudo situaçoes completamente pateticas e sem conteudo.
Em termos de realizaçao a aposta por 4 dimensoes deve ser aplaudida bem como o estilo proprio de Rodirguez nos filmes com cor e ikntensidade, nao e os melhores filmes dele mas tem o seu cunho pessoal e isso deve ser valorizado.
Em termos de cast desde ja anunciar que os dois protagonistas da saga regressam sem a piada inicial e o filme ressente-se disso uma vez que ambos sao exclusivos da saga, quanto a Alba esta longe dos melhores momentos aproveitando a espaços os poucos papeis que recebe, mas o pior vai para Piven com um papel ridiculo como vilao de um filme o que nunca consegue ser.
O melhor - O arrojo narrativo e de produçao de Rodriguez
O pior - Nao impedir um maul filme
Avaliação - C-
Friends with Benefits
Se existia expectativa relativamente a uma comedia romantica deste ano, ela residia neste pequeno filme, que reunia a atençao de ter dois actores da moda, e acima de tudo trazer consigo Will Gluck talvez o unico actual creactivo da comedia romantica tendo em atençao aquilo que conseguiu fazer com Easy A. Pois bem o resultado e bastante positivo em quase todos os niveis, contudo surpreendentemente este filme acabou por ter melhores resultados criticos, com avaliações principalmente positivas do que em termos comerciais onde não conseguiu mais do que ser razoavel.
Se Easy A podia ser um golpe de sorte, este Friends with Beneficts é a consagraçao de um genero que nem sempre e facil de ser passivel de deixar marca, e o certo é que este filme, tem a sua marca bem enraizada, pese embora na linha geral seja um filme igual a todos os outros em questao romantica todos os pormenores do filme o conduzem para um filme de primeira linha, desde logo na complexidade das personagens ao contrario da maioria destes filmes, nao se deixa conduzir por personagens sem dimensao, elas aqui sao vincadas trazem consigo diversas vertentes, o que permite que a quimica entre todas as personagens seja evidente mas acima de tudo que os dialogos e as situaçoes sejam mais inteligentes que a maioria das outras.
OUtro ponto positivo e a boa implementaçao de uma banda sonora actual, capaz de ela propria ser um elemento dinamico ao longo de todo o filme, bem como as cartas de visitas as duas cidades principais dos EUA vinculadas nas diferenças de personalidade entre elas.
Mais que uma comedia romantica e uma comedia de costume, inteligente, engraçada com facilidade de comunicar directamente com o espectador e isso torna-se num trunfo que conduz este filme, a prior simples num dos melhores filmes do presente ano.
A historia fala.nos de dois amigos que uma vez que se encontram sozinhos decidem manter relaçoes sexuais entre si sem compromisso, contudo com o passar do tempo a quimica começa a aparecer bem mais do que no fisico, sendo que tudo isto e acompanhado por inumeros condimentos narrativos de primeiro nivel.
Efectual um filme basico ou escrever as linhas orientadoras deste filme deve ter sido facilimo, contudo dotar o filme de personagens e dialogos e situaçoes paralelas como estas necessitam qualidade e o filme consegue ter isso consigo num grande argumento do genero pela forma como ele e completo.
Em termos de realizaçao Gluck deve ser o unico realizador que em duas comedias teve dois sucessos criticos num genero tao complicado como este, mais uma vez a realizaçao nao e o dominio mais forte pese embora desta vez denote-se mais cuidado em dar ao filme, mais imagem e estetica.
A prior olhar para esta dupla de protagonista nao deixava antever grandes coisas, mas o que é certo que ambos têm os papeis ate ao momento de uma vida, encaixando perfeitamente nos papeis e um no outro, num dos pares com mais quimica dos ultimos tempos, Kunis tem tudo para ser de topo em Hollywood talvez a mulher mais bonita do momento, tem consigo a simplicidade e acima de tudo uma capacidade de se mudar de papel para papel com uma intensidade pouco vista. E Timberlake tem sido a surpresa deste ano na capacidade de encaixar como poucos neste estilo, onde a sua descontraçao e um trunfo muito bem potenciado, falta perceber a sua capacidade em filmes mais pesados e em personagens mais variadas, mas nisto resulta como poucos.
O melhor - A qualidade natural da comedia em todos os aspectos.
O pior - Ser uma em cem
Avaliação - B+
Saturday, August 27, 2011
Conan the Barbarian
| Starring: | Jason Momoa, Rachel Nichols, Stephen Lang, Rose McGowan, Said Taghmaoui |
| Directed by: | Marcus Nispel |
Desde o inicio deste projecto e com o facto de não existirem grandes nomes quer na produção quer na interpretação liagados a este filme, deu para suspirar o pior, ou seja que estariamos perante um remake quase minimalista do que tinha efectuado Arnold Governator em meados dos anos 7o. Pois bem com as primeiras criticas maioritariamente negativas ao filme, percebeu-se que estariamos perante um filme básico sem profundidade que se afundou num franchising sem qualquer tipo de poder comercial e que provavelmente não terá continuidade.
Desde ja é importante ressalvar que visualisei o filme em 2D pelo que do ponto de vista tecnico não posso valorizar o poder do filme em 3D embora seja possivel adivinhar que neste aspecto o filme não será nada de exuberante.
Conan é um filme que toda gente espera aquilo que ele é ou seja um filme simples com um narrativa directa e básica, que já foi aprofundada de diversas formas em centenas de filmes, sendo que este não tem nada de especial, ou seja um filme tipico de serie B que se perde nas tardes de canais generalistas sem ambição na area, com a tematica da honra e da vingança na mó de cima, num countdown de viloes até ao climax final, muito pouco e reduzido para um filme que ambicionava ser um blockbuster de verão.
Outro dos problemas do filme e a falta de carisma das personagens ao ser vazia em termos de dialogos ou mesmo de condensação emocional das mesmas o filme e um deserto em termos de quimica entre os diversos intervenientes mesmo a tentativa de dar algum poder amoroso do filme e tao gelado como tudo o resto.
Conan tem um mal que é irreversivel ao longo de todo o filme, ao dez minutos de filme ja sabemos tudo o que vamos ver no restante e este aspecto não pode ser pior para a concretização de um filme.
A historia e a conhecida um jovem de nome conan ve o seu pai morto por uns guerreiros unidos a uma especie de princesa satanica, para se vingar o jovem cresce e fica forte e faz a vingança prometida.
O argumento e basico e acima de tudo pobre em todas as suas dimensoes, tudo bem que e um filme declarado de acçao mas isso não exige que as persoangens e os dialogos nao existam.
Na realização denota-se a experiencia do realizador em filmes de terror pela toada negra que da ao filme, mas acima de tudo nota se a colagem ao ambiente demasiado estranho que ja tinha efectuado em pathfinder, com o mesmo resultado, ou seja longe do sucesso.
Em termos de cast e sabido que um filme como este nao e apetecivel a partida para pessoas consagradas ou com posiçao no cinema, contudo a forma da personagem nao exige mais do que o protagonista lhe dá com todas as limitações, mas podia ser mais arrojado na escolha dos viloes, e acima de tudo em dar ao filme ferramente que o tirasse da mediocridade.
O melhor - Ser o que se espera.
O pior - O argumento ser utilizado pela enesima vez
Avaliação - -D+
Friday, August 26, 2011
Rise of The Planet of The Apes
Pois bem, o Planeta dos Macacos é um icon cultural do cinema norte americano, sendo que recentemente teve um remake a cargo da imaginação de Tim Burton, pois bem para este anos muitos surpreenderam-se com a aposta arrojada de efectuar um remake a este filme. As duvidas subsistiram até às primeiras criticas positivas para o filme, que posteriormente o encaminharam para consistentes resultados de bilheteira e acima de tudo assumir uma excelente prequela para um dos filmes que ja fazia parte da historia do cinema.
É dificil para alem do nome dos primeiros momentos do filme encontrar ligação entre os anteriores filmes com espirito dantesco e este particular filme citadino, apenas com o desenvolvimento da personagem central, concretamente o macaco Cesar, começamos a observar a evolução de um genero potenciado pela experiencia medicinal, naquilo que posteriormente é poder dos macacos nos outros filmes, dai que nao e facil fazer a ligação e com conseguinte o filme adquirir o carisma inerente à saga, o que não facilita o filme, que mais parece tornar-se num vulgar filme de epidemia. De resto ao não fazer de imediato esta simbiose com os outros filmes, tudo parece mais forçado quer a evolução exagerada e quase sem limites dos animais, até ao caracter destrutivo de todo o filme, tudo entra numa cadeia demasiado rapida e nem sempre com os alicerces bem montados.
COntudo e importante valorizar o bom trabalho tecnico na personagem central e mesmo narrativo no desenvolvimento natural e do centro da imagem que esta se vai tornando nao deixando espaço a quase mais nada, não e daqueles filmes que brilhe intensamente nem tem a grandiosidade dos seus antecessores, mas e um daqueles filmes para uma noite de verão.
Em termos tecnicos pese embora seja menos exigente por exemplo do que o filme de burton e um bom filme neste aspecto centrando o seu nivel na forma humana com que o personagem central se torna.
A historia fala nos de um cientista que apos teste de medicação para a doença de azheimer se ve a braços com um macaco com capacidades de aprendizagem muito acima do normal, e que posteriormente se vai tornar num perigo da sociedade comum.
Existe dois pontos diferentes de avaliação como filme isolado não e um filme muito abrangente em termos de conteudo conceito, ou mesmo no seu alcance, parece sempre um filme com passos demasiado estudados em si, como prequela funciona melhor uma vez que introduz bem os outros filmes.
Em realização nao estamos perante um filme facil, contudo que faz bem o uso dos seus funcionalismos, mesmo que nem sempre a um nivel elevado, nota se nao ser um realizador de primeira linha, mas ao mesmo tempo também nao e um realizador a descuidar.
Em termos de cast todos os louvores vao para mais uma magnifica criaçao de Serkis, desta vez como macaco as capacidades do actor parecem nao mais acabar tornando Franco e Pinto figurantes no seu espectaculo pessoal.
O melhor Serkis/Ceasar.
O pior - A filme ser pouco abrangente em si proprio.
Avaliação - C+
Everything Must Go
É estranho olhar para um filme que conta com Will Ferrel e Rebeca Hall e pensar que este filme não teve qualquer tipo de luz da ribalta, estreando de forma totalmente despercebida em poucos cinemas norte americanos. Ainda mais estranho é observar que se trata de um filme com narrativa forte que tão pouco conduziu os estúdios a apostarem nele numa awards season, o que posteriormente se veio a demonstrar como uma opção plausível, uma vez que também a critica esteve longe de ficar agradada com o filme em questão.
Everything must go é um bom filme bem escrito mas ao mesmo tempo com toda a certeza em si de que é um filme pequeno e cujas ambições são limitadas. Desde inicio percebemos que estamos perante um filme de personagem, não a mais simpática persoangem, mas sim uma personagem honesta que rapidamente demonstra a tudo a sua volta a forma como esta a pensar.
O filme tem este ponto como importante, a própria evolução / degradação da personagem parece desenvolver-se no grau necessário que o filme precisa, mesmo que o fio narrativo nem sempre seja o mais directo possível, é daqueles filmes que tem uma filosofia inerente que acaba por fortalecer os valores individuais do próprio filme.
A historia fala-nos de um vendedor, com graves problemas com alcoolismo, que apos mais um episodio acaba por ser despedido, ao regressar a casa observa que a mulher pos-lhe literalmente as malas à porta, o que o coloca numa vida sem rumo, onde o próprio vai lutar para encontrar qualquer tipo de coisa para se agarrar.
Não e daqueles filmes cujo o argumento e de uma riqueza narrativa sem precedentes, contudo no pouco que tem o filme é forte na densidade que oferece a sua persoangem central e acima de tudo na forma como permite que este obtenha diversos bons diálogos com toda a gente a sua volta.
A realização não e brilhante mas e silenciosa um pouco como o próprio filme, não encanta mas e efectiva, o que para um estreante já com tantas estrelas nem sempre e fácil, conseguir manter o estilo próprio de um filme como este.
O cast e um bom cast Will Ferrel surpreende no seu lado bi polar, mas acima de tudo na sua capacidade dramática nem sempre potencializada nos seus filmes, o que também consegue em simbiose ligando-se em grande escala a forte presença de Hall, uma das melhores actrizes da actualidade e com necessidade de mais atenção por parte de tudo e todos.
O melhor – Os diálogos da personagem central
O pior – Ser demadiado silencioso na parte final narrativa.
Avaliação – B-
Saturday, August 20, 2011
Final Destination 5
| Starring: | Nicholas D'Agosto, Emma Bell, Miles Fisher, Ellen Wroe, Jacqueline MacInnes-Wood |
| Directed by: | Steven Quale |
Se existe saga de terron no ano 2000 que tem marcado pela longevidade e pelo numero de filmes, essa saga chama-se Final Destination, sempre com o mesmo preceito, o filme tem conseguido se manter ao longo do tempo com uma regularidade mediana em termos de critica, o que conduz sempre também a uma mediania que permite manter a aposta em novos filmes, e novamente neste quinto capitulo isto acontece quer em termos criticos onde a mediania impede o desastre completo, e também comercialmente onde pese embora não deslumbre para a epoca do ano em que e lançado a naturalidade dos resultados impede que não tenha seguimento.
Desde logo é importante ressalvar que a formula tão treinada é repetida novamente até a exaustão ou seja nada de novo, so muda o contexto e um ou outro ponto que e potenciado desta vez, de resto e mais do mesmo, apenas com o pormenor das mortes se tornarem mais violentas um pouco como aconteceu com a saga de saw.
É daqueles filmes curtos que ja sabemos o que vamos assistir ou seja o contdown das personagens sendo o unico ponto de intresse perceber quando e que as coisas vao acontecer, o unico ponto diferente e a introduçao de um factor humano que apos de tudo acaba ele por se tornar irrelevante para a conclusao final.
Neste ponto e importante referir que hollywood merece mais neste momento do que a repetição de formulas ou conceitos que nada mais podem dar ao cinema, do que agradar uma serie de jovens com prazeres sádicos como este, mesmo que seja importante referir que o filme é fiel ao conceito e acima de tudo o conceito até que funciona como entertenimento facil.
A historia e a conhecida um grupo de jovens devido a permoniçao de um deles sobrevive a queda de uma ponte e agora o destino vai matar um a um.
O argumento pode mesmo dizer-se e o utilizado em todos outros filmes da saga, onde as personagens sao apenas manequins ao serviço da matança, não tendo qualquer tipo de profundidade e acima de tudo de qualidade do dialogo, o unico ponto e criar contexto para a morte acontecer.
Ao colocar o inicio na queda de uma ponte o jovem realizador deste filme teve que trabalhar com bons efeitos e mais uma vez funciona na perfeiçao quer neste momento que exige empenho e distreza mas tambem na forma como constroi as mortes, sendo que neste plano ja vimos melhor mesmo na saga.
Em termos de cast um grupo de jovens quase desconhecidos nada trazem ao filme, nem tem esse objectivo ja que a unica coisa que lhes e pedido e que morram e muitos deles irao ficar por aqui em apariçoes em cinema de primeira linha.
O melhor - Ser fiel ao franchising
O pior - Ser repetitivo que baste
Avaliação - D+
The Change Up
| Starring: | Ryan Reynolds, Jason Bateman, Leslie Mann, Olivia Wilde, Alan Arkin |
| Directed by: | David Dobkin |
Durante anos foi muito comum este tipo de filmes, no qual existiam trocas fisicas, e que o filme passava pela forma como cada um conseguia ou não se adaptar à vida do outro, contudo, há alguns anos, pelo menos desde Freaky Friday isto não acontecia. Este ano e muito na boa onda comercial que Bateman e ryanolds vão tendo surgiu esta comédia, que contudo não conseguiu convencer nem a critica, maioritariamente negativa para o filme, mas também comercialmente, onde aparentemente a boa sinopse do filme não convenceu o que conduziu a um fracasso relativo do filme.
The Change Up é uma comedia pouco original é certo, ou seja parece que já vimos este tipo de filmes, pelo menos uma dezena de vezes na mais multipla da sequencias, contudo se existe aspecto em que o filme é claro, e na actualidade do mesmo, ou seja no facto de não se ficar pelo politicamente correcto embarcado num tipo de comedia adulta que cada vez mais esta a surtir efeito em Hollywood, pese embora não tenha sido o caso deste filme.
A grande força do filme é que pese embora quase nunca use piadas inteligentes, optando quase sempre por um humor mais fisico, o filme consegue ter um ritmo de gags quase imparavel, e não por de lado o conteudo moral que o recheia.
E daqueles filmes que se visualiza com bom astral, no final não achamos ter visto um filme de primeira linha, mas ao mesmo tempo não achamos que passamos mal o tempo, ou seja estamos perante uma comedia adulta, de bom ritmo com algumas boas sequencias que não nos levam a gargalhada mas nos deixam bem dispostos.
O filme fala de doois amigos, um rigoroso advogado com a vida familiar toda planeada ao milimetro e um boemio actor cuja unica responsabilidade diaria e acordar, um dia num encontro entre ambos decidem trocar de vida, o que é consentido por uma estranha fonte, que leva a que cada um encarne o corpo e a vida do outro.
O argumento e repetitivo tendo em conta o sem numero de filmes do mesmo genero que ja tiveram lugar, os aspectos as situações e mesmo as resoluções seguem os passos dos filmes anteriores não trazendo nada de particularmente novo, mesmo nas personagens estas colocam se a disposição do que de melhor a comedia lhes pode dar, o que conduz a um argumento natural mas sem grandes rasgos.
Em termos de realização os primeiros minutos de filme, levam nos a suspeitar o pior, principalmente pelo grosseiro da primeira sequencia entre um dos protagonistas e os seus filhos, contudo com o passar o filme este controla-se e quase nem se da pela realização que cumpre nos seus momentos mais tipicos.
Em termos de cast é de já inaltecer o bom momento comercial e carismatico da dupla de protagonistas, mesmo nao sendo actores de primeira linha em termos de qualidade interpretativa sao actores que neste registo de personagens encaixam perfeitamente e em quimica acabam tambem por funcionar. Ao seu lado as escolhas femininas tambem nos parecem poasitivas quer a força emocional de Mann mas acima de tudo a sensualidade de Wilde, desconhece-se a razao do aparecimento de Arkin
O melhor - A leveza do filme
O pior - Ser uma historia mais que contada
Avaliação - C+
Cowboys & Aliens
Para este verão existia um filme que alimentou a curiosidade em torno dos Blockbusters, esse filme era a nova experiencia de realizador de Favereau depois de Iron Man, contudo a historia tinha tanto de inovadora como de absurdo ao colocar lado a lado um western de cowboys com extra terrestre. Os primeiros resultados do filme não foram animadores com criticas muito divididas e acima de tudo muito medianas, o que não conseguiu impulsionar o filme, para grandes resultados comercias, tornando-o num fracasso relativo.
A primeira coisa que se pode dizer é que como todos pensavamos juntar no mesmo filme cowboys e extra terrestres não resulta, pese embora podemos pensar que dizer isto de uma forma generalista pode ser exagerado, o que é, porque o filme trás consigo outras deficiencias principalmente em termos de blockbusters que não o permite ir mais além na qualidade global do filme.
O primeiro ponto esta na embrulhada total que faz nas caracteristicas das personagens, de filme para filme,a mesma pessoa parece ter dupla personalidade iminente, e as mutaçoes ocorrem sem nada o conseguir conduzir para isso, o que torna o filme quase sempre pouco ligado entre si.
O segundo ponto que poderia estar melhor elaborado é a forma com que o filme nunca consegue trazer consigo pitada de humor, o que com o cast e mesmo a envolvencia que tras consigo podia de alguma forma encaixar bem neste modulo.
E por fim a intensidade do filme, se bem que existe momento de acçao pura, o certo e que o filme nunca é acompanhado pela intensidade emocional que o coloca noutro patamar de acçao e mesmo o filme noutro patamar de proximidade com o espectador.
Ou seja estamos perante um filme de grande estudio, muitas vezes pastoso, pouco creativo, e que apenas consegue dar duas horas de acçao, sem grande força interior consigo.
O filme fala de uma pequena cidade do Western dos estados unidos que vê a chegada do seu criminoso mais procurado com um objecto estranho no seu pulso, neste momento começam a ser atacados por extra terrestres, o que faz com que as diferentes forças da cidade se tenham de juntar.
O argumento e pobre não na ideia e no fio condutor do filme, mas na sua concretização, se por um lado as personagens secundarias ate estão bem montadas as principais deixam muito a desejar, e a introduçao de um elemento como o protagonizado por Wilde esta longe de ser um momento a louvar em termos de cinema.
A realizaçao de Favereau é conseguida, não fosse ele ja um expert em termos de realizaçao de grandes filmes, com muitos efeitos, contudo centra-se mais na espetacularidade dos mesmos, e neste caso da estranha simbiose do que propriamente na estetica do filme.
Em termos de cast muitos pontos parecem ser importantes abordar, desde logo Craig longe do melhor que ja vimos em outros filmes, sempre demasiado silencioso para quem tem o filme as suas costas, e conhecido o seu espirito de sofrimento, e mais uma vez ele é vincado, mas é so o que demonstra. Ford e Wilde encontram-se apenas presentes na imagem, sem nada a ser exigido aos papeis. E um despredicio ter Dano e acima de tudo Rockwell em papeis secundarios, sendo que o primeiro ainda tem consigo não do a melhor personagem enquanto ela permanece no filme, mas também acaba por ser aquele que mais brilha.
O melhor - A parte das guerras internas da cidade.
O pior - Se tornar pastoso acima de tudo pela falta de humor interno
Avaliação - C
Friday, August 19, 2011
Midnight in Paris
| Starring: | Owen Wilson, Rachel McAdams, Kathy Bates, Adrien Brody, Carla Bruni |
| Directed by: | Woody Allen |
Um dos grandes segredos de Woody Allen nos ultimos anos é surpreender na forma como tão bem filma cidades europeias, desta vez transfere-se para a cidade da luz, e trás-nos esta comedia ao seu melhor estilo, os resultados não poderia ser melhor desde logo em termos comerciais onde o autor voltou aos excelentes resultados pese embora o filme não tenha conseguido a distribuição wide, mas acima de tudo em termos criticos, onde voltou às boas valorizações maioritariamente positivas que deram a este filme uma nova força.
Se existe filme na europa que tras consigo a formula que tão bem allen conseguiu montar em Hollywood esse filme e este midnight in Paris, que tem consigo não só uma toada mais directa no cinema de Allen mas acima de tudo permite que o autor navegue por mundos do pensamente e faça a sua homenagem a diversos artistas, alias e dos ultimos filmes de Allen o menos comum e ao mesmo tempo o mais creativo, uma surpresa neste ano. A forma como respira Allen tem a sua maior força na banda sonora permanente que o filme tem sempre consigo, e que é clara marca de agua do realizador.
O grande ponto negativo do filme é um pouco a falta de ritmo provocada por vezes se perder na sua propria eloquencia, ou seja por vezes os discursos filosoficos de vida das personagens faz com que a verdadeira força do filme acabe por ficar em segundo plano e isso denota-se em nunca conseguir transportar o filme para um ritmo mais excessivo e para um compromisso mais forte com o espectador, principalmente no balanço entre a historia real das personagens e o mundo do protagonista.
OU seja pese embora estejamos perante um filme de excelencia, surge sempre a ideia que é um filme que tem em si uma ideia muito mais forte do que propriamente a forma como esta resulta no ecrã, quem sabe podera no futuro ser primorada para conseguir daqui a algum tempo a obra prima do realizador.
O filme fala de um aspirante a escritor que farto de estar envolvido no mundo da sua noiva acaba por se relacionar com curiosas pessoas que vão fazer pensar que a sua sanidade mental já teve melhores dias.
O argumento tem uma base ideologica de primeiro nivel, ou seja a ideia do filme e das melhores formulas literarias que nos ultimos anos foi criada para o grande ecra, contudo nem sempre se demonstra da melhor forma no grande ecra, sem condicionar um filme com boas personagens e bom guião de dialogo, ou não estivessemos perante Allen
Em termos de realizaçao nao estamos perante um filme de primeira linha, pese embora sirva a grande parte como um cartão postal da magnifica cidade de paris, de resto o estilo apressado e de acompanhamento de Allen.
Em termos de cast Wilson tem tanto de inesperado do filme, como proximo de Allen, alias de todos os actores escolhidos e Wilson aquele que melhor conseguira representar o Allen de antigamente, confuso, rápido no pensamento com alguma capacidade humorisitica tem o seu filme a belo prazer, mesmo sem ser um actor de primeira linha, tudo o resto e apenas um contexto para o actor principal, com a excepçao de Collitard tambem ela a capturar alguns momentos com o seu poder de seduçao.
O melhor - A ideia original do argumento
O pior - ALgum excesso de filosofia ideologica
Avaliação - B-
