Friday, August 26, 2011

Everything Must Go


É estranho olhar para um filme que conta com Will Ferrel e Rebeca Hall e pensar que este filme não teve qualquer tipo de luz da ribalta, estreando de forma totalmente despercebida em poucos cinemas norte americanos. Ainda mais estranho é observar que se trata de um filme com narrativa forte que tão pouco conduziu os estúdios a apostarem nele numa awards season, o que posteriormente se veio a demonstrar como uma opção plausível, uma vez que também a critica esteve longe de ficar agradada com o filme em questão.

Everything must go é um bom filme bem escrito mas ao mesmo tempo com toda a certeza em si de que é um filme pequeno e cujas ambições são limitadas. Desde inicio percebemos que estamos perante um filme de personagem, não a mais simpática persoangem, mas sim uma personagem honesta que rapidamente demonstra a tudo a sua volta a forma como esta a pensar.

O filme tem este ponto como importante, a própria evolução / degradação da personagem parece desenvolver-se no grau necessário que o filme precisa, mesmo que o fio narrativo nem sempre seja o mais directo possível, é daqueles filmes que tem uma filosofia inerente que acaba por fortalecer os valores individuais do próprio filme.

A historia fala-nos de um vendedor, com graves problemas com alcoolismo, que apos mais um episodio acaba por ser despedido, ao regressar a casa observa que a mulher pos-lhe literalmente as malas à porta, o que o coloca numa vida sem rumo, onde o próprio vai lutar para encontrar qualquer tipo de coisa para se agarrar.

Não e daqueles filmes cujo o argumento e de uma riqueza narrativa sem precedentes, contudo no pouco que tem o filme é forte na densidade que oferece a sua persoangem central e acima de tudo na forma como permite que este obtenha diversos bons diálogos com toda a gente a sua volta.

A realização não e brilhante mas e silenciosa um pouco como o próprio filme, não encanta mas e efectiva, o que para um estreante já com tantas estrelas nem sempre e fácil, conseguir manter o estilo próprio de um filme como este.

O cast e um bom cast Will Ferrel surpreende no seu lado bi polar, mas acima de tudo na sua capacidade dramática nem sempre potencializada nos seus filmes, o que também consegue em simbiose ligando-se em grande escala a forte presença de Hall, uma das melhores actrizes da actualidade e com necessidade de mais atenção por parte de tudo e todos.

O melhor – Os diálogos da personagem central

O pior – Ser demadiado silencioso na parte final narrativa.

Avaliação – B-

Saturday, August 20, 2011

Final Destination 5


Starring: Nicholas D'Agosto, Emma Bell, Miles Fisher, Ellen Wroe, Jacqueline MacInnes-Wood
Directed by: Steven Quale


Se existe saga de terron no ano 2000 que tem marcado pela longevidade e pelo numero de filmes, essa saga chama-se Final Destination, sempre com o mesmo preceito, o filme tem conseguido se manter ao longo do tempo com uma regularidade mediana em termos de critica, o que conduz sempre também a uma mediania que permite manter a aposta em novos filmes, e novamente neste quinto capitulo isto acontece quer em termos criticos onde a mediania impede o desastre completo, e também comercialmente onde pese embora não deslumbre para a epoca do ano em que e lançado a naturalidade dos resultados impede que não tenha seguimento.
Desde logo é importante ressalvar que a formula tão treinada é repetida novamente até a exaustão ou seja nada de novo, so muda o contexto e um ou outro ponto que e potenciado desta vez, de resto e mais do mesmo, apenas com o pormenor das mortes se tornarem mais violentas um pouco como aconteceu com a saga de saw.
É daqueles filmes curtos que ja sabemos o que vamos assistir ou seja o contdown das personagens sendo o unico ponto de intresse perceber quando e que as coisas vao acontecer, o unico ponto diferente e a introduçao de um factor humano que apos de tudo acaba ele por se tornar irrelevante para a conclusao final.
Neste ponto e importante referir que hollywood merece mais neste momento do que a repetição de formulas ou conceitos que nada mais podem dar ao cinema, do que agradar uma serie de jovens com prazeres sádicos como este, mesmo que seja importante referir que o filme é fiel ao conceito e acima de tudo o conceito até que funciona como entertenimento facil.
A historia e a conhecida um grupo de jovens devido a permoniçao de um deles sobrevive a queda de uma ponte e agora o destino vai matar um a um.
O argumento pode mesmo dizer-se e o utilizado em todos outros filmes da saga, onde as personagens sao apenas manequins ao serviço da matança, não tendo qualquer tipo de profundidade e acima de tudo de qualidade do dialogo, o unico ponto e criar contexto para a morte acontecer.
Ao colocar o inicio na queda de uma ponte o jovem realizador deste filme teve que trabalhar com bons efeitos e mais uma vez funciona na perfeiçao quer neste momento que exige empenho e distreza mas tambem na forma como constroi as mortes, sendo que neste plano ja vimos melhor mesmo na saga.
Em termos de cast um grupo de jovens quase desconhecidos nada trazem ao filme, nem tem esse objectivo ja que a unica coisa que lhes e pedido e que morram e muitos deles irao ficar por aqui em apariçoes em cinema de primeira linha.

O melhor - Ser fiel ao franchising

O pior - Ser repetitivo que baste


Avaliação - D+

The Change Up


Starring: Ryan Reynolds, Jason Bateman, Leslie Mann, Olivia Wilde, Alan Arkin
Directed by: David Dobkin


Durante anos foi muito comum este tipo de filmes, no qual existiam trocas fisicas, e que o filme passava pela forma como cada um conseguia ou não se adaptar à vida do outro, contudo, há alguns anos, pelo menos desde Freaky Friday isto não acontecia. Este ano e muito na boa onda comercial que Bateman e ryanolds vão tendo surgiu esta comédia, que contudo não conseguiu convencer nem a critica, maioritariamente negativa para o filme, mas também comercialmente, onde aparentemente a boa sinopse do filme não convenceu o que conduziu a um fracasso relativo do filme.
The Change Up é uma comedia pouco original é certo, ou seja parece que já vimos este tipo de filmes, pelo menos uma dezena de vezes na mais multipla da sequencias, contudo se existe aspecto em que o filme é claro, e na actualidade do mesmo, ou seja no facto de não se ficar pelo politicamente correcto embarcado num tipo de comedia adulta que cada vez mais esta a surtir efeito em Hollywood, pese embora não tenha sido o caso deste filme.
A grande força do filme é que pese embora quase nunca use piadas inteligentes, optando quase sempre por um humor mais fisico, o filme consegue ter um ritmo de gags quase imparavel, e não por de lado o conteudo moral que o recheia.
E daqueles filmes que se visualiza com bom astral, no final não achamos ter visto um filme de primeira linha, mas ao mesmo tempo não achamos que passamos mal o tempo, ou seja estamos perante uma comedia adulta, de bom ritmo com algumas boas sequencias que não nos levam a gargalhada mas nos deixam bem dispostos.
O filme fala de doois amigos, um rigoroso advogado com a vida familiar toda planeada ao milimetro e um boemio actor cuja unica responsabilidade diaria e acordar, um dia num encontro entre ambos decidem trocar de vida, o que é consentido por uma estranha fonte, que leva a que cada um encarne o corpo e a vida do outro.
O argumento e repetitivo tendo em conta o sem numero de filmes do mesmo genero que ja tiveram lugar, os aspectos as situações e mesmo as resoluções seguem os passos dos filmes anteriores não trazendo nada de particularmente novo, mesmo nas personagens estas colocam se a disposição do que de melhor a comedia lhes pode dar, o que conduz a um argumento natural mas sem grandes rasgos.
Em termos de realização os primeiros minutos de filme, levam nos a suspeitar o pior, principalmente pelo grosseiro da primeira sequencia entre um dos protagonistas e os seus filhos, contudo com o passar o filme este controla-se e quase nem se da pela realização que cumpre nos seus momentos mais tipicos.
Em termos de cast é de já inaltecer o bom momento comercial e carismatico da dupla de protagonistas, mesmo nao sendo actores de primeira linha em termos de qualidade interpretativa sao actores que neste registo de personagens encaixam perfeitamente e em quimica acabam tambem por funcionar. Ao seu lado as escolhas femininas tambem nos parecem poasitivas quer a força emocional de Mann mas acima de tudo a sensualidade de Wilde, desconhece-se a razao do aparecimento de Arkin


O melhor - A leveza do filme

O pior - Ser uma historia mais que contada


Avaliação - C+

Cowboys & Aliens


Para este verão existia um filme que alimentou a curiosidade em torno dos Blockbusters, esse filme era a nova experiencia de realizador de Favereau depois de Iron Man, contudo a historia tinha tanto de inovadora como de absurdo ao colocar lado a lado um western de cowboys com extra terrestre. Os primeiros resultados do filme não foram animadores com criticas muito divididas e acima de tudo muito medianas, o que não conseguiu impulsionar o filme, para grandes resultados comercias, tornando-o num fracasso relativo.
A primeira coisa que se pode dizer é que como todos pensavamos juntar no mesmo filme cowboys e extra terrestres não resulta, pese embora podemos pensar que dizer isto de uma forma generalista pode ser exagerado, o que é, porque o filme trás consigo outras deficiencias principalmente em termos de blockbusters que não o permite ir mais além na qualidade global do filme.
O primeiro ponto esta na embrulhada total que faz nas caracteristicas das personagens, de filme para filme,a mesma pessoa parece ter dupla personalidade iminente, e as mutaçoes ocorrem sem nada o conseguir conduzir para isso, o que torna o filme quase sempre pouco ligado entre si.
O segundo ponto que poderia estar melhor elaborado é a forma com que o filme nunca consegue trazer consigo pitada de humor, o que com o cast e mesmo a envolvencia que tras consigo podia de alguma forma encaixar bem neste modulo.
E por fim a intensidade do filme, se bem que existe momento de acçao pura, o certo e que o filme nunca é acompanhado pela intensidade emocional que o coloca noutro patamar de acçao e mesmo o filme noutro patamar de proximidade com o espectador.
Ou seja estamos perante um filme de grande estudio, muitas vezes pastoso, pouco creativo, e que apenas consegue dar duas horas de acçao, sem grande força interior consigo.
O filme fala de uma pequena cidade do Western dos estados unidos que vê a chegada do seu criminoso mais procurado com um objecto estranho no seu pulso, neste momento começam a ser atacados por extra terrestres, o que faz com que as diferentes forças da cidade se tenham de juntar.
O argumento e pobre não na ideia e no fio condutor do filme, mas na sua concretização, se por um lado as personagens secundarias ate estão bem montadas as principais deixam muito a desejar, e a introduçao de um elemento como o protagonizado por Wilde esta longe de ser um momento a louvar em termos de cinema.
A realizaçao de Favereau é conseguida, não fosse ele ja um expert em termos de realizaçao de grandes filmes, com muitos efeitos, contudo centra-se mais na espetacularidade dos mesmos, e neste caso da estranha simbiose do que propriamente na estetica do filme.
Em termos de cast muitos pontos parecem ser importantes abordar, desde logo Craig longe do melhor que ja vimos em outros filmes, sempre demasiado silencioso para quem tem o filme as suas costas, e conhecido o seu espirito de sofrimento, e mais uma vez ele é vincado, mas é so o que demonstra. Ford e Wilde encontram-se apenas presentes na imagem, sem nada a ser exigido aos papeis. E um despredicio ter Dano e acima de tudo Rockwell em papeis secundarios, sendo que o primeiro ainda tem consigo não do a melhor personagem enquanto ela permanece no filme, mas também acaba por ser aquele que mais brilha.

O melhor - A parte das guerras internas da cidade.

O pior - Se tornar pastoso acima de tudo pela falta de humor interno

Avaliação - C

Friday, August 19, 2011

Midnight in Paris


Starring: Owen Wilson, Rachel McAdams, Kathy Bates, Adrien Brody, Carla Bruni
Directed by: Woody Allen


Um dos grandes segredos de Woody Allen nos ultimos anos é surpreender na forma como tão bem filma cidades europeias, desta vez transfere-se para a cidade da luz, e trás-nos esta comedia ao seu melhor estilo, os resultados não poderia ser melhor desde logo em termos comerciais onde o autor voltou aos excelentes resultados pese embora o filme não tenha conseguido a distribuição wide, mas acima de tudo em termos criticos, onde voltou às boas valorizações maioritariamente positivas que deram a este filme uma nova força.
Se existe filme na europa que tras consigo a formula que tão bem allen conseguiu montar em Hollywood esse filme e este midnight in Paris, que tem consigo não só uma toada mais directa no cinema de Allen mas acima de tudo permite que o autor navegue por mundos do pensamente e faça a sua homenagem a diversos artistas, alias e dos ultimos filmes de Allen o menos comum e ao mesmo tempo o mais creativo, uma surpresa neste ano. A forma como respira Allen tem a sua maior força na banda sonora permanente que o filme tem sempre consigo, e que é clara marca de agua do realizador.
O grande ponto negativo do filme é um pouco a falta de ritmo provocada por vezes se perder na sua propria eloquencia, ou seja por vezes os discursos filosoficos de vida das personagens faz com que a verdadeira força do filme acabe por ficar em segundo plano e isso denota-se em nunca conseguir transportar o filme para um ritmo mais excessivo e para um compromisso mais forte com o espectador, principalmente no balanço entre a historia real das personagens e o mundo do protagonista.
OU seja pese embora estejamos perante um filme de excelencia, surge sempre a ideia que é um filme que tem em si uma ideia muito mais forte do que propriamente a forma como esta resulta no ecrã, quem sabe podera no futuro ser primorada para conseguir daqui a algum tempo a obra prima do realizador.
O filme fala de um aspirante a escritor que farto de estar envolvido no mundo da sua noiva acaba por se relacionar com curiosas pessoas que vão fazer pensar que a sua sanidade mental já teve melhores dias.
O argumento tem uma base ideologica de primeiro nivel, ou seja a ideia do filme e das melhores formulas literarias que nos ultimos anos foi criada para o grande ecra, contudo nem sempre se demonstra da melhor forma no grande ecra, sem condicionar um filme com boas personagens e bom guião de dialogo, ou não estivessemos perante Allen
Em termos de realizaçao nao estamos perante um filme de primeira linha, pese embora sirva a grande parte como um cartão postal da magnifica cidade de paris, de resto o estilo apressado e de acompanhamento de Allen.
Em termos de cast Wilson tem tanto de inesperado do filme, como proximo de Allen, alias de todos os actores escolhidos e Wilson aquele que melhor conseguira representar o Allen de antigamente, confuso, rápido no pensamento com alguma capacidade humorisitica tem o seu filme a belo prazer, mesmo sem ser um actor de primeira linha, tudo o resto e apenas um contexto para o actor principal, com a excepçao de Collitard tambem ela a capturar alguns momentos com o seu poder de seduçao.

O melhor - A ideia original do argumento

O pior - ALgum excesso de filosofia ideologica

Avaliação - B-

Saturday, August 13, 2011

Monte Carlo


Starring: Selena Gomez, Leighton Meester, Katie Cassidy, Andie MacDowell, Luke Bracey

E conhecido ultimamente a força que Selena Gomez tem ganho em Hollywood, principalmente nos mais jovens impulsionada acima de tudo pela mediatica relação que mantem com o artista pop Justin Bieber. Dai que as produtoras tenham tentado aproveitar a onde e fazer dela um objecto lucrativo em termos cinematograficos, como e o caso deste pequeno filme, sobre a cidade do Monaco, e acima de tudo o barometro da dimensao de Gomez. Contudo os resultados foram um perfeita desilusao nao so em termos criticos onde a aposta na actriz não foi aceite de forma alguma, com criticas muito negativas, mas também em termos comerciais, onde no meio de tantos filmes mais chamativos os resultados foram decepcionantes.
A primeira opiniao que podemos dar deste filme é que acima de tudo as coincidencias o telenovelismo de ultima qualidade do filme irritam aos dez minutos de filme, ou seja as coincidencias, o fazer de Paris algo mais pequeno que proença a nova, ou também outro tipo de opçoes narrativas transforam este filme num desastre completo em termos de historia, quer na forma como tudo se desenvolve, quer na falta de humor natural, e mesmo quimica entre qualquer tipo de personagem o que cai no ridiculo por diversas vezes.
E daqueles filmes que apenas se pode entender ou como na primeira parte um guia turistico de Paris e apos isso Montecarlo, ou um mau seguimento de tarde para uma adolescente a descobrir os primeiros namorados, publico alvo de tudo que Gomez tem feito.
Ou seja um deastre em grande escala e mais um daqueles filmes que quase ninugem entende como se aposta assim em tão pouco.
O filme fala de uma jovem que apos concluoir o Liceu tem a sua viagem de sonho a Paris na companhia de uma amiga e uma nem por isso. Depois e confundida com um figura publica e acaba por aproveitar esse facto para viver a sua vida
O argumento e como soa a sinopse anteriormente apresentada, ou seja ridicula e tudo ainda e pior no proprio filme e nos atalhos que escolhe para fazer render este tipo de filme, que para alem de se distanciar do humor preferindo mais sentimento nao e dotado de qualquer tipo de profundidade nem nos acontecimentos e muito menos na narrativa.
A realizaçao e a mais natural possivel, tem como principal virtude o bom espelho que faz das cidades onde corre a acção, e pouco mais , ja que apenas se limita a seguir as personagens com as suas caracteristicas emocionais mais fortes, de forma a congruir para o mesmo objectivo comum.
Em termos de cast Gomez ainda tem muito a aprender para liderar um projecto em Hollywood uma vez que mantem os tiques de jovem aprendiz em fase amadora, e isso nota se mais nesta dupla personagem onde na menos protagonista e mais exigente nao convence. Cassidy e Meester são acessorios para Gomez e nada trazem ao filme.

O melhor - o Guia turistico

O pior - O exagero das situações

Avaliação - D

Wednesday, August 10, 2011

Horrible Bosses



Pois bem é conhecida a formula que tem tido ultiumamente nos EUA diversas comedias politicamente incorrectas baseadas em situações concretas do quotodiano, que tem a sua maior inspiração no sucesso mundial que foi a Ressaca. Pese embora o sucesso que foi o segundo episodio deste franchising, é importante ressalvar que as atenções em termos de comedia ficou neste curioso filme, que acabou por surpreender e tornar-se num sucesso consideravel, não só em termos comerciais, onde ultrapassou a barreira mitica dos 100 milhões de dolares, mas acima de tudo em termos criticos, onde o tradicional rigor das avaliações cedeu a graça natural deste filme.



Desde logo o primeiro ponto que podemos desde ja sublinhar, é que desde a Ressaca não observavamos uma comedia com tanto carisma, intensidade e ritmo na formula constante com que as piadas obvias e secundarias tem encadeamento, o que torna o filme delicioso de uma forma global, e uma das melhores comedias dos ultimos anos.



E verdade que por vezes cai em algum exagero, o que é quase figura de proa de qualquer filme que queira acima de tudo chamar a si o politicamente incorrecto, o que o filme demonstra de toda a forma. Mas ao utilizar um humor muito actual quase sempre com incidência forte quer no plano mais forte quer em segundos planos, faz ao mesmo tempo deste filme uma comedia negra, quase sempre bem conseguida em termos de humor e quase sempre aquilo que o filme, em si quer ser.



A historia e simples, três amigos, observam que o seu emprego tem contra si, serem chefiados por patrões intragáveis, ou seja pessoas onde a convivencia é impossivel, assim e de forma a tornarem a sua vida melhor, planeiam a morte destes.



O argumento e original quer na sua ideia de base mas acima de tudo na concretização da mesma, também as personagens com todas as suas diferencias, funcionam bastante bem, quer do ponto de vista dos protagonistas, mas também em termos de vilões, que funcionam bem entre si, mas também isoladamente.



A realização não +e de excelencia, pese embora conste do filme, um ou outro pormenor bem trabalhado, mesmo assim e tendo em conta o resultado global do filme, não estamos nem de perto nem de longe no melhor do filme.



O cast tem como protagonistas três pessoas ligadas intimamente à comedia, principalmente no pequeno ecrã, que pese embora não sejam em termos de cast a mais valia do filme, funcionam quase sempre bem, principalmente em conjunto. COntudo todo o segredo fo filme está do outro lado, desde logo num Spacey de volta aos excelentes registos, num genero menos comum, Anisto mais sensual que nunca e um Farrel com uma vertente comica muito apurada. COntudo a melhor presença em termos de personagem e mesm0 a de Foxx, que demonstra que quer dramaticamente quer a nivel de comedia Jamie e um actor de peso, que nem sempre gere bem o emprego que tem






O melhor - A intensidade humoristica do filme






O pior - Algum exagero em situações circunstanciais






Avaliação - B

Monday, August 08, 2011

Prom



É sabido o entusiasmo que o "Prom" tem no imaginario da maior parte dos adolescentes dos EUA, e que isso é tratado de diversas formas na variedade de filmes de adolescentes que temos vindo a assistir desde sempre. Contudo se existe filme que se debruço sobre esta tematica, e mesmo este prom, com uma produção da Walt Disney o maximo possivel aproximado daquilo que se faz no Disney Chanel, os resultados foram medianos em todos os aspectos, não so em termos comerciais, onde ficou algo longe dos melhores resultados em comedias infanto juvenis, e criticamente onde foi o vulgar tipico de filmes deste género.



Prom é daqueles filmes que nos primeiros cinco minutos no dá tudo aquilo que sabemos que vamos ver, ou seja o esteriotipo esta bem vincado a cada momento do proprio filme, nao so em termos das personagens mas acima de tudo no desenvolvimento que estas mesmas personagens acabam por seguir. Mesmo assim tem algo que joga plenamente a seu favor, nunca podemos dizer que vamos ficar negativamente surpreendidos com aquilo que o filme nos vai dar, com todos os clichés que são importantes e são tipicos na generalidade de filmes deste género.



O grande senao do filme e que ao contrario de grande parte deste tipo de filme juvenil este filme e mais emocional do que propriamente divertido, conduzindo humor para segundo plano em deterimento daquilo que realmente se intressa que é o amor e a quimica entre personagens.



Debruçando se num tema tão especifico fica a ideia que o filme poderia ser mais vigoroso em promenores deste acontecimento sabendo sempre que na parte final, este acontecimento e tratado de igual forma com tantos outros que já foram efectuados.



O filme fala de uma jovem que tem em si o encargo de preparar o baile de finalistas, quando um acidente acontece e é obrigada a fazer tudo de novo apenas com a companhia de um mal comportado colega de escola que não tem qualquer motivação para o acontecimento.



O argumento tem muito pouco de surpreendente alias soa tanto a cliche que por diversas vezes o filme parece uma manta de retalhos de tudo o que já vimos e vivenciamos no genero, ou seja de novo o filme tem muito pouco, não so em termos de dialogo, mas acima de tudo na tipologia variada de personagens apresentados.



A realização tambem tem muito pouco de orignal, a espaços nota se a tentativa do realizador fazer algo novo ou diferente mas dilui-se sempre no mais comum, naquilo que naturalmente sai, que e grandes planos das personagens sem mais.



Em termos de cast muito pouco, ao nao apostar em qualquer tipo de figura de proa, nem tao pouco do pequeno ecra, e daqueles filmes que pouco ou nada de relevante tras naquilo que tem consigo, ou seja, muito pouco a registar.






O melhor - O espirito juvenil do filme






O pior - O cliche






Avaliação - C

Saturday, August 06, 2011

Hoodwinked Too! Hood Vs Evil


Starring: Hayden Panettiere, Glenn Close, Patrick Warburton, Joan Cusack, David Ogden Stiers
Directed by: Mike Disa


Ha cerca de cinco anos o mundo de animação ficou surpreendido por um filme oriundo da wenstein company, no qual era parodiado o mundo de capuchinho vermelho, com muitos toques de irreverencia e do politicamente correcto. E certo que o filme não foi um grande sucesso pelo mundo inteiro mas o que é certo e que criou um legião de fãs que gostaram do conceito o que tornou natural um segundo filme. Contudo os resultados tiveram longe do primeiro filme, desde logo em termos criticos onde o filme foi completamente anulado pelo fervor tradicional da critica, o que condicionou em grande parte o desenvolvimento comercial do filme que se tornou um floop autentico.
Desde logo é importante ressalvar que o filme perde um pouco o conceito do filme, mas para se tornar ainda mais politicamente incorrecto, esse aspecto ate acaba por favorecer o aparecer humoristico do filme em determinados momentos mas por outro lado a excessiva preocupaçao neste particular nao permite que o filme se desenvolva em termos narrativos ou seja que o filme tenha uma linha de orientaçao, parece sempre um filme perdido em torno da eloquencia do seu proprio conceito.
Mesmo assim o filme tem bons momentos isolados ou momentos em que as personagens retiram bom potencial humoristico, contudo estes espaços aparecem isolados sem ligaçao com o restante o que deixa o filme um bocado desligado entre as suas proprias partes, mesmo assim o conceito esta presente e parece-nos original, mesmo que como fio condutor nao tenha este segundo filme mais que isso.
A historia segue as pisadas da heroina capuchinho vermelho, que desta vez tem de recuperar a sua avozinha que foi raptada por uma bruxa com a ajuda de mais vilões. Para este trabalho tera a ajuda dos seus amigos do primeiro filme.
O argumento e o seguimento do primeiro filme com alguma maior força de alguns aspectos deburçados no primeiro filme, mas que posteriormente acabam por nao ter segumento na narrativa generalista, funciona melhor como comedia do que em qualquer outro seu aspecto.
Em termos de produçao ja como no primeiro filme, nao estamos na primeira linha do que se faz em animaçao em hollywood mesmo assim, com o pouco que tem consegue os seus objectivos em grande escala funcionando muitas vezes no exagero que e objectivamente querido ser empregue.
Em termos de vozes um aspecto e tido negativamente em conta o facto de Hathaway nao repetir o papel o que nos parece um facto relevante e que faz o filme perder alguns pontos, uma sequela perder a sua protagonista e sempre dificil de recuperar, mesmo que a substituição nao prejudique a personagem de resto boas escolhas na maior parte delas.

O melhor - A rebeldia do conceito

O pior - Perder algum conteudo relativamente ao primeiro filme

Avaliação - C

The Capitan America - The First Avenger


Starring: Chris Evans, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Tommy Lee Jones, Hugo Weaving
Directed by: Joe Johnston

Se existia herou que até ao momento não tinha conseguido um filme de grande sucesso em seu torno, era o capitão america que tinha de se consolar com uma serie de series mal contruidas. COntudo este ano e com a aposta da Paramount em lançar Avengers com uma serie de heroi deu a luz do diz ao primeiro grande filme do super heroi. Os resultados são agradaveis na sua maioria, se comercialmente entrou no registo natural de um filme de herois, em termos criticos as coisas tambem correram bem ao filme que agradou não so os fas mas tambem uma critica valorizando este projecto maioritariamente positivo.
O primeiro ponto que devemos dizer sobre este filme é que as dificuldades da adaptação de um filme de super heroi é sempre dificil e neste caso particular ainda mais dificil seria, contudo o filme tem pontos bem elaborados, desde logo a contextualização inicial que permite perceber o nascimento do heroi, um vilão com força, o que nem sempre tem sido conseguido neste genero de filmes e acima de tudo um fotografia final de grande registo o que permite que o filme na sua maior parte do tempo tenha um estilo proprio.
Pos outro lado falta lhe alguns pontos desde logo a narrativa demasiado directa, dialogos e personagens muito pouco densos, sempre demasiado simples e em torno do desenvolvimento sempre seguido que o filme dá a si proprio. E daqueles filmes que naturalmente faz o espectador passar o tempo contudo em momento algum tem a capacidade para o surpreender. Outro ponto vincado e a incapacidade do filme de tentar entrar em algum humor que podia transforma lo num objecto mais apetecivel em termos comerciais.
A historia do filme e conhecido um franzino mas corajoso aspirante a soldado e transformado numa maquina de guerra, transformando-se no inicialmente comercial capitao america e mais tarde numa verdadeira inspiração. O unico senao do filme e que na conclusao tem apenas a preocupaçao de potenciar avengers.
O argumento nao e o forte do filme, alias pouco ou nada de surpreendente consegue trazer consigo, quase sempre directo e simples nao so nos dialgoos mas tambem nas proprias personagens e no seu desenvolvimento, ou seja muito pouco de novo mesmo no terreno dos super herois.
Em termos de realizaçao aos poucos consegue encontrar um registo proprio uma estetica de autor interessante que nem sempre tem sido conseguido nos filmes de herois de banda desenhada, este capitao america consegue ao caminhar para a sua conclusao.
Em termos de cast Evans e uma escolha facil, como ja tinha sido para Fantastic 4, primeiro porque tem aspecto duro, disponibilidade fisica e nao e expressivo, mesmo que isso o condicione quase para todos os restantes trabalhos. Weaving e sempre uma boa escolha para vilão, e ;Lee Jones tenta dar o pouco de humor que o filme nao consegue ter, numa demonstração algo cansada.

O melhor - A estetica da fase final

O pior - Não trazer nada de verdadeiramente novo ao género

Avaliação - C+

Tuesday, August 02, 2011

Super 8


Starring: Kyle Chandler, Elle Fanning, Joel Courtney, Gabriel Basso, Noah Emmerich
Directed by: J.J. Abrams

Um filme reunir na produção Spilberg e no argumento e realização a mente que idealizou "LOST" concretamente JJ Abrams estamos perante um acontecimento cinematografico, ainda mais quando a transposição para o grande ecra do seu criador tinha sido tão satisfatoria quanto foi a de Abrams. Super 8 era assim um dos filmes grandes deste verão e um dos unicos a vir a partir do zero, ou seja nem uma sequela e muito menos uma ideia pre existente. Talvez por isso tenha de todos os filmes lançados pelos grandes estudios neste verão sido o filme que mais consenso reuniu à sua volta. Pese embora ter ganho neste terreno, em termos comerciais pese embora tenha obtidos grandes resultados nao conseguiu se intrometer na guerra principal, que de alguma forma com o facto de ser um filme a partir do zero já estaria colocado de lado.
Super 8 é antes de mais um filme completo em termos da capacidade de ser um filme de entertenimento, pois consegue juntar a si um belo numero de aspectos que todos estes filmes devem ter, desde logo personagens interessantes, densas, fortes emocionalmente e acima de tudo que combinam bem entre si. Por outro lado é um filme que consegue atingir todo o tipo de publico, desde o juvenil ao facto dos herois serem de palmo e meio, quer pelo mundo sci fi que se transforma e mais proximo dos adultos. Por outro lado tem efeitos especiais de eleiçao o que torna o filme grandioso, um aspecto importante principalmente no mundo comercial. e por fim e daqueles filmes que tem graça naturalmente com o sentido de humor a acabar por ser bem potencializado numa serie de persoangens.
Mais que um bom filme, Abrams consegue mesmo num estilo mais generalista efectuar filmes familiares para toda a gente, sem grande dose de originalidade mas que funciona na sua perfeiçao, o que o torna num dos nomes mais fortes do cinema actual.
O unico senao do filme e algum cliche de determinadas sequencias do filme, e alguma forma algo simplista com que acaba por resolver alguns dos dilemas do filme, que e dividido claramente em duas fazes, uma mais simplista e de cinema de melhor qualidade de guião, e uma outra onde exprimenta o que tem consigo em termos de efeitos que tornam o filme mais grandioso mas nao impressiona tanto narrativamente.
O filme fala de um grupo de jovens que enquanto filmam uma pelicula entre eles observam o despiste de um comboio, que precepita na cidade uma serie de acontecimentos inexplicaveis.
O argumento e muito bem criado principalmente em toda a ideologia que o filme tras, e pese embora nao seja muito creactivo com ideias novas, consegue potenciar quase ao maximo tudo o que tras consigo.
A capacidade de Abrams esconder o misterio, ou apenas o dar a algumas pessoas e algo absolutamente genial, e pese embora ha primeira vista a sua forma de realizar nao tenha nada de inovador, o facto de tudo contar para ele desde o centro da acçao ao contexto, e de trabalhar nisto de uma forma unica, faz com que seja uma marca de autor e um aviso a atençao dos espectadores.
Em termos de cast nao apostar em nenhuma figura de proa num filme a estrear na batalha de verao e no minimo arriscado, mas o filme nao se sente em nada disso, todas as escolhas infantis sao quase perfeitas, principalmente no duo protagonista, ja em adultos poderia entrar uma figura mais carismatica.

O melhor - A forma de filmar simples e completa de Abrams

O pior - O recurso a alguns truques feitos e demasiado conhecidos

Avaliação - B

Sunday, July 31, 2011

Jumping The Broom


Starring: Angela Bassett, Paula Patton, Laz Alonso, Loretta Devine, Meagan Good
Directed by: Salim Akil


Desde o aparecimento de Tyler Perry, que o cinema afro americano ganhou um contexto completamente diferente na sua genese e acima de tudo na sua formula natural, Ou seja cada vez mais surgiram filmes de drama ou comedia sobre familias inteiras com um registo muito proprio, sendo normal que sujam seguidores da moda mesmo que os resultados nao sejam iguais. Este filme pese embora seja ignorado na maior esclala pela critica conseguiu trazer consigo um pouco positivo que foi o de rentabilizar se a si proprio num poder comercial proprio.
O filme e o mais natural que vimos em Perry embora com uma toada mais leve incidindo em menor escala em termos de drama, e daqueles filmes que quando o vimos ja muito nos esqueceu sobre eles, e acima de tudo ja muito pensamos noutros filmes. pese embora este facto o seu clima calma ao qual se junta uma ou outra boa situaçao de comedia, permite com que o filme se desenvolva a bom ritmo mesmo que seja sempre uns furos abaixo do melhor que perry ja fez
O filme fala de uma jovem que nos preparativos para o seu casamento enfrenta as diferenças entre a sua familia e a familia do seu esposo.
Em termos de argumento estamos perante um filme simples com narrativa directa e acima de tudo muitas vezes centrado na sua propria existente, nao e um filme de grandes personagens ou grandes sequencias pese embora a detemrinada altura esteja bem codimentado nos dialogos.
Em termos de realização o basico exigido num filme com estreia wide, ou seja boa captaçao de personagens mesmo que a margem de risco acabe por ser completamente nula.
Por fim temos um aspecto no cast que ja merecia que era vermos patton a liderar um elenco, uma das figuras mais fortes actualmente do mundo afro amercano tem aqui o seu ponto alto para o que podera seguir.

O melhor - Patton a protagonista


O pior - Ainda estar longe da envolvencia de perrty


Avaliaç~o - C

Tuesday, July 26, 2011

Mr Poper's Penguins


Starring: Jim Carrey, Carla Gugino, Angela Lansbury, Ophelia Lovibond, Madeline Carroll
Directed by: Mark Waters


Confesso que quando vi o trailer deste filme vaticinei que quer Wates, quer Carey tinham comprometido toda a dignidade da carreira de ambos com claro mais prejuizo para o comediante, recheado de sucesso e de reconhecimento. Esta aventura familar parecia um poço sem fundo. Contudo com as primeiras criticas percebeu se que o desastre talvez nao seria tao grande com criticas nao muito duras, a maioria das quais mesmo positiva para um filme facilmente criticavel. Contudo comercilmente e quem sabe muito pelo que ja foi dito aqui o filme esteve longe do que Carey ja conseguiu, ou seja resultado muito modesto para um filme familiar e acima de tudo protagonizado por ele.
A primeira coisa que e importante sublinhar e que se estamos a espera de um filme tradicional e aborrecido com piadas gastas, tudo o que o trailer do filme demonstra, esqueçam, estamos perante uma comedia actual que balança quase na perfeiçao toda a sensibilidade e sentimentalismo de uma comedia familiar, que e a base do proprio filme, com outras tiradas com um humor que a momentor roça o negro com algum lado de non sense. Este equilibrio acaba por trazer algumas virtudes a um filme, que contudo funciona muito melhor em termos de filme de familia do que propriamente como comedia pura.
Este filme marca o regresso a de Carey a comedia fisica propriamente dita terreno onde cresceu mas que se emancipou para terrenos nunca antes pensados, dai que pensamos que o filme tem como ponto negativo o regresso de Carey a um terreno menor, no qual ja nao precisa e o filme tera sempre consigo o fantasma de ser um passo atras assumido pelo actor.
De referir a excelente coordenaçao dos pinguins que funcionam como interpretes de nivel estrelar no filme.
A historia fala de metamorfose da personalidade de um curioso negociador de nova iorque, quando recebe como herança do seu pai, seis pinguins, que do nada vão alterar não so a sua vida, mas acima de tudo as prioridades da mesma.
O argumento tem bons momentos principalmente em momentos isolados de humor, principalmente quando recorre à irnoia bem trabalhada de Carey. A historia e objectiva mas ao mesmo tempo previsivel, se por um lado não contamina um filme familiar, por outro limita-o na abrangencia.
Confeço que dos realizadores de comedias romanticas que nos ultimos anos mantiveram alguma constancia Waters foi durante tempo um dos que chamou mais atençao a si, principalmente com Freaky friday, mas principalmente por mean girls, contudo com o tempo a expectativa tornou-se desilusao, contudo neste filme demonstrou que para alem de comedias romanticas consegue tambem fazer bons filmes e com meios no terreno familiar.
Carey e claramente um homem de comedia que brilha mais no drama, por surpreender neste genero, dai que nos parece um retrocedo este papel, onde regressa ao mais basico e elementar que sabe sem surpreender, mesmo que no que este papel pede, ninguem melhor que ele dá. Todos os secundarios param para ele, como no inicio da sua carreira foi, esperamos que tenha sido uma escapadinha e que regresse rapidamente ao Carey para todos.

O melhor - A surpresa em relação ao trailer

O pior - Alguns cliches da comedia familiar.

Avaliação - B-

Sunday, July 24, 2011

Harry Potter and Deathly Hallows - Part 2


Poucos em 2001 quando foi lançado o primeiro filme esperaram que a consistência e a
formula com que os outros todos acabariam por ser lançados seria possivel Ou seja conseguir que um franchising em dez anos consiga fazer oito filmes, todos eles sucessos incriveis de bilheteira, num total de quatro realizadores e milhares de actores e um case study em Hollywood. Tudo acaba neste filme, mas Harry Potter permanecera como a personagem criada no inicio do seculo 21, no imaginario de crianças que agora já cresceram. este filme o ultimo da saga trouxe consigo dois pontos distintos se comercialmente e como todos os outros filmes e um sucesso inimaginario, conseguiu criticamente ser o filme mais valorizado da saga, talvez porque so hoje se conseguiu completar o puzzle, e a critica gosta disso.
E obvio que a toada emocional deste capitulo e acima de tudo o carisma do mesmo e por si so um factor importante a ter em conta, principalmente porque ao longo dos ultimos tempos tudo aqui nos e familiar, as personagens os feitios ao longo de oito filmes tudo foi montado para que o filme ja nao tivesse surpresas para nos. E o que é certo e que este ultimo filme e a conclusão obvia.
Estamos perante friamente um filme competente, bem dividido da primeira parte, assumindo desde inicio ser a conclusão e que nao queria atalhos para conduzir o espectador ate a sua ponte final, e isso e notorio na intensidade que o filme da a todos os momentos. E o filme mais adulto, onde ja se esqueceu que a origem era para crianças, com mortes batalhas a algum sangue, com o protagonismo a ser assumido por um e destruido por outros, o que e certo e que e um filme grandioso em termos de produçao, a destruiçao de Howgarts e plena a todos os momentos.
Contudo estamos num filme que tem algumas apostas arriscadas principalmente o parecer nao levar a fundo determinadas sequencias que podiam fazer o filme vincar alguns pontos que mereciam um desfeixo mais profundo como por exemplo a morte de Bellatrix, que parece colado ao resto do filme rapidamente e para nao perder muito tempo, sem qualquer tipo de contexto. E estes momentos existem bem como outras pontas soltas. O final poderia ter sido mais longo quem sabe demonstrando a continuidade de relaçoes ao longo do tempo, os fas mereciam mais do que os curtos tres minutos finais, depois de dez anos a espera.
A historia e a que todos ja sabemos finalmente o confronto entre o bem e o mal, sinalizado ao maximo entre POtter e Voldemort.
O argumento e facil de seguir uma vez que Rowlling tem sempre em mente o caracter cinematografico da sua obra, e porque ao oitavo filme ja nao se tem que preocupar na dimensao das personagens nem tao pouco no dialogo, porque aqui e mesmo so a conclusao que importa.
Depois da indefiniçao a meio dos realizadores para o filme, Yates pegou no leme e deu a sua visao ao filme de uma forma que talvez com a excepçao de COlumbus melhor traduziu o ambiente, em dose qb de efeitos de algum dark power, retirou o filme das crianças a determinados momentos mas o filme desenvolveu se como as suas personagens para outros terrenos.
Sobre o cast poderemos dizer que com excepçao de algumas pessoas com carreiras consagradas como Phienes Broadbent, todos os outros ficaram sempre ligados aos seus papeis neste filme e terao muitas dificuldades de irem ao encontro de outro terreno. os tres principais serao sempre o Harry, Ron e Hermione, com as virtudes e os defeitos que cada um tem como actor.

O melhor - O final carismatico

O pior - Alguns momentos poderem ter sido mais bem tratados

Avaliação - B

Zookeper


Confesso que quando vi pela primeira vez um filme de Coraci, pensei que podia estar aqui uma nova forma de fazer cinema, pela forma concreta com que a sua piada era natural, principalmente em Wedding Singer e em alguns momentos em aguas. As colaborações ate agora com Sandler tinham sido proveitosas, dai que com alguma surpresa a produtora desta estrela para este verão tenha colocado o seu titular no banco e tenha apostado no seu segundo maior produto, ou seja Kevin James. Os resultados contudo mostraram que pese embora a produçao seja de primeira, linha James ainda nao tem o poder mediatico de Sandler e os resultados comerciais sao em longa escala bem mais modestos. Criticamente pouca surpresa se existe coisas que Sandler e companhia estão ultimamente habituados e nao conseguir convencer a sempre dura critica.
Zookeper e um filme natural, baseado num estilo de comedia tradicional na ligação entre homens e seres humanos, depois tudo do mais previsivel que existe na forma com que o guiao central se vai desenvolvendo. Contudo cai no ridiculo pleno quando a determinada altura exage na humanificação de um dos animais e tudo a partir dai parece perdido, numa das sequencias mais disparatas que há memoria.
Outro dos grandes problemas do filme e que ao contrario dos anteriores filmes do realizador ele aqui nao consegue fazer resultar um unico momento humoristico quase sempre perdido em falta de intensidade e isso acaba por tornar a comedia como demasiado ligeira e sem força para outro tipo de andamento.
Nao se pode por em causa contudo a aposta no filme principalmente na forma com que a produçao e efectuada no sentido de colocarem os animais com o maior realismo possivel mas isso nem sempre permite que o filme resulte.
A historia fala-nos de uma guarda de jardim zoologico que com o regresso da sua ex namorada a sua vida começa a lutar por esta com a ajuda dos animais com quem trabalha que descobre que estao longe de ser irracionais.
O argumento e demasiado pobre em todas as suas partes, desde logo em termos de personagens todas elas limitadas ao minimo exigido para um filme basico. Tambem no desenvlvimento narrativo nao vai alem do esperado e previsivel, sendo que tudo fica mais negro quando para uma comedia nao tem um unico momento de gargalhada solta.
A realizaçao e talvez o aspecto mais em risco no filme mas aquele que menos fica prejudicado com o resultado do filme, por animais a falar e parecere reais, nao e facil, mas no filme esse objectivo acaba por ser bem traçado e conseguido, mesmo que tudo o resto nem sempre tenha uma boa componente estetica.
Por fim em termos de cast, e obvio que pouca gente espera pouca mais do que o de sempre de James e isso e o que temos, o pateta em excesso, o pobre coitado que encaixa perfeitamente na sua fisionomia, e que pouco mais precisa do que umas piadas fisicas para o filme resultar. O problema e que o filme tras consigo a talentosa Dawson num desaproveitamente de talento gritante numa personagem com falta de qualquer dimensao que reduz a actriz a um patamar por onde tinha começado mas facilmente saido. Boa referencia para as vozes escolhidas para os animais, principalmente Stallone, Cher e Nolte.

O melhor - A voz dos animais.

O pior - A falta de humor natural que o filme devia trazer consigo.

Avaliação - D+

Thursday, July 21, 2011

Larry Crowne

Starring: Tom Hanks, Julia Roberts, Gugu Mbatha-Raw, Bryan Cranston, Cedric the Entertainer
Directed by: Tom Hanks


Existem realizadores que nunca vão ser excelentes actores, e muitos actores que nunca conseguirão ser bons realizadores. Esta poderia ser uma frase que encaixa nas duas carreiras de Tom Hanks, recheada de sucessos como actor, mas longe da fama em termos de realizaçao. para este ano Hanks apostou em mais um filme, trazendo consigo um peso pesado para partilhar o ecra consigo, nem mais nem menos do que a senhora comedia Julia Roberts. Contudo as primeiras visualizaçoes do filme as avaliação começaram a ser medianas e algumas delas negativas o que acabaria por nao empolgar um filme para uma carreira comercial pouco mais que mediocre.
O problema de Hanks em todo o filme e que toda a narrativa e objectos do filme sao baseados no que ja foi sucesso na carreira de todos os envolvidos. Desde logo na personagem de Hanks que pese embora seja dotada de normalidade e tratada ao longo do filme como se de um retardado se tratasse. A mesma coisa com Roberts o aspecto altivo esta la mas as suas personagens descem sempre ao nivel do contexto sem deixar de passar por uma serie de tiques por demais usados. E mesmo a histeria de Cedric de Enterteiner ja se foi mostrando num imensidao de comedias afro americans.
Ou seja para alem de estarmos perante uma comedia que pouco ou nada consegue fazer rir, estamos perante o obvio de tudo e todos, demonstrando Hanks pouca capacidade creativa ou ideologica patante nao so na historia do filme, escrita em co autoria com outro cliche Verdalos, mas tambem na propria concretizaçao da ideia que nunca foge do esperado.
E daqueles filmes que a determinada altura e tao previsivel que achamos que apenas podia ter seguido este caminho, o que torna um despredicio principalmente na forma patetica com que Hanks se apresenta no filme.
A historia fala nos de um comercial de uma grande superficie que por falta de escolaridade acaba despedido, para reorganizar a sua vida inscreve se na faculdade onde acaba por se apaixonar por uma professora desligada da vida com a ajuda de uma jovem na flor da idade.
O argumento e daquelas coisas que parece ja vir nos manuais de inciaçao ao cinema, uma vez que prende-se sempre pelo obvio, as tentativas humoristicas caem quase sempre em saco furado, restando muito pouco para aperciar, mesmo os dialogos nunca vao alem do necessario
A realizaçao e basica, alias como tudo no filme, ja tinhamos percebido que Hanks nao e um prodigio da imagem, mas aqui isso e latente, pese embora nao seja este aspecto que condicione o filme.
Hanks tem caido ultimamente num excesso de overacting mesmo quando as personagens tentam ser comums, como o caso desta, pese embora estejamos perante uma figura normal Hanks transparece a todo o momento na sua interpretaçao que se trata de um retardado como um primo de forest gump o que torna tudo disfuncional. Roberts nao foge do comum em duas ou tres expressoes faciais tipicas, em uma personagem que ja a vimos em diversos filmes.

O melhor - A turma de hanks

O pior -A persoangem sendo normal parecer irmao de Gump

Avaliação - C-

Winnie the Pooh


Starring: John Cleese, James Cummings, Craig Ferguson, Travis Oates, Bud Luckey
Directed by: Don Hall (II), Stephen J. Anderson


E facil perceber que nos nossos dias as nossas crianças estao mais fascindas pela animaçao mais inovadora, e acima de tudo pela espetacularidade que filmes como Cars ou mesmo o Panda de Kong Fu lhe consegue dar, mesmo assim a Dysney apostou lançar este ano uma longa metragem sobre uma das suas persoangens mais simples e adoraveis, mesmo que em termos comerciais nao seja uma figura de proa. Assim em pleno verao competitivo surge este tradicional filmes de animaçao sobre o urso mais conhecido do mundo. Os resultados foram dispares se por um lado criticamente a tradicionalidade do filme foi apereciada, ja em termos comercias os resultados foram desoladores, que demonstraram ja nao existir terreno para a 2d, ainda para mais com figuras ja conhecidas.
Winnie de Pooh e uma figura muito propria da animaçao por um lado porque nao tem nenhuma caracateristica particulamente apelativa, e os seus filmes sao quem sabe demasiado direcionados para um populaçao demasiado pequena, contudo neste filme temos bons momentos de autor, principalmente na forma com que joga as imagens com o livro com as palavras e pela acçao que nao deixa o contexto de parte em muitos bons momentos cinematograficos de interaçao com tudo que nos vemos.
e certo que falta humor que por vezes se torna um filme demasiado cinzento e de conteudo um pouco aborrecido mesmo para os mais pequenos, dai que nao consiga se alongar por mais de 50 minutos com o perito de perder os seus espectadores.
e daqueles filmes que pode muito bem ser visto, e aperciado mais pelos pormenores do que propriamente por qualquer coisa que traga naturalmente na sua narrativa sempre algo longe do que ja vimos em animaçao ao longo do tempo e principalmente pela mao da walt dysney.
O filme fala da aventura do urso pooh e dos seus amigos na tentativa de arranjar o rabo para uma das personagens e de forma a entrar em competiçao por uma terrina com mel, a perdiaçao de pooh que faz tudo por este doce.
Em termos de argumento estamos perante um filme pobre e limitado mesmo estando perante um filme para crianças os acontecimentos sao poucos e mesmo a historia de base e muito pouco para o que o filme deveria trazer consigo.
A realizaçao ao apostar em 2d tem o risco de perder naturalmente em todas as comparaçoes que possam ser feitas, mesmo assim tem bons momentos na forma como e montado e na forma com que tudo pode dar ideia da creatividade principalmente de pormenores.
Por fim a analise das vozes sao as ja conhecidas nada de novo num franchising ja existente, por vezes demasiado sonolentas, mas essa tb e uma das figuras de proa da animaçao em questao

O melhor -Os momentos de interaçao das personagens com o contexto

O pior -Demasiado low profile mesmo para crianças

Avaliação - C+

Friday, July 15, 2011

Cars 2









É conhecida a formula magica da Pixar para traduzir nos seus filmes sucessos imediatos, e muitas vezes o lançamento de novas figuras de animação. Se alguma manteve alguma longividade foi as figuras centrais de Cars, pese embora o filme seja reconhecido como o menos conseguido criticamente da saga e um dos com piores registos de bilheteira. mesmo assim e fruto da boa campanha de marchandising que o filme conseguiu eis que surgiu a dita sequela, contudo os resultados estiveram longe do que por exemplo a Pixar conseguiu o ano passado na saga de Toy Story, quer comercialmente onde apesar de avançar ainda esta em ritmo lento e so a longevidade parece conseguir surpreender, e principalmente em termos criticos onde a pixar nunca atingiu tanta mediania.



Desde logo podemos dizer que o primeiro ponto estranho de todo o filme e o facto da Pixar nao querer nem de perto fazer um filme para crianças, ao criar uma intriga profunda, com tiros e espioes, mais parece uma homenagem de animação aos filmes do James Bond, do que tipico filme de personagens e moratoria da Pixar, e aqui reside o principal problema do filme ou seja sai do campo onde tem que se manobrar, e pouco se tranforma do que um filme previsivel, nem sempre bem conseguido em termos do humor utilizado e que desilude quam como eu sempre foi acerrimo defensor da Pixar.



Mesmo assim temos bons momentos o paralelismo entre mundos que a produtora transforma em magia como poucas esta presente e vincado em todo o filme, mas também e acima de tudo o espetaculo visual que e todo o filme a humanização das maquinas e algo de excelencia na forma como tudo funciona neste nova aventura de cars. E mesmo sendo em 3d a sensação que nos fornece e que o filme nao precisa deste registo para qualquer tipo de expressao, ou seja que e apenas um registo da moda. Ou seja estamos perante um filme de primeira linha da animação em quase todos os pontos menos no conceito e muito menos no argumento.



A historia continua a centrar-se no campeao lightneen mqueen, so que agora em disputa do campeonato do mundo, que contudo engloba um guerra de combustiveis com espiao e com o seu amigo Mate no centro de toda a polemica.



Em termos de argumento existe uma alteração plena na focalização central do filme, ou seja em vez de termos o heroi na fase central temos mate, que ao mesmo tempo tenta dar mais humor ao filme, que contudo apenas se sente em quantidade e nao tanto em qualidade, mesmo assim e ele que nos oferece melhores momentos neste genero. Depois o filme pouco mais e do que segmentos de acção e corridas acaba por ser



Em termos de produçaõe estamos perante a excelencia maxima dos estudos a contrução das cidades e de realismo assustador como nunca se tinha visto, alias a mais valia do filme e a qualidade estetica e de produção que o filme tras consigo, e esperemos que tudo isto seja utilizado futuramente.



Em termos de vozes como a versão visionada foi a portuguesa pouco ou nada se consegue avaliar.






O melhor - A produção global do filme principalmente porto corsa






O pior - A falta de uma linhagem moratoria consistente






Avaliação - B-

Monday, July 11, 2011

Soul Surfer


Starring: AnnaSophia Robb, Helen Hunt, Dennis Quaid, Kevin Sorbo, Ross Thomas
Directed by: Sean McNamara

Os dramas desportivos sempre foram um dos generos mais aperciados pelos cinefilos norte americanos, a gloria de alguns dos maiores feitos desportivos de sempre funcionam sempre com filmes com alguma rentabilidade bilheteira. Um desses casos capaz de enaltecer um dos mais fantasticos feitos tem o seu filme neste Soul Surfer. Os resultados os habituais, comercialmente produtivo com resultados positivos principalmente tendo em conta que nao tem nas suas fileiras nenhuma figura de proa, e a mediania tb ela habitual em termos criticos.
Desde logo a caracteristica mais ventilada de todo filme e talvez um excesso exagerado de emoçao, ou seja a incapacidade do filme conseguir imperar em si, algum realismo mesmo sendo um filme baseado em factos veridicos encontra-se preso por si, com o facto de exagerar na forma como as personagens sao unidimensionais, como se pessoas criadas se tratasse. Este ponto pese embora tire alguma maturidade ao filme, torna o mais apetecivel e mais directo na mensagem que quer trazer consigo.
Mesmo perante isto parece nos de valorizar a intençao do filme, ao chamar a si um dos maiores feitos desportivos que existe na memoria, que funciona ao mesmo tempo como uma liçao de vida positiva, que felizmente nesta forma chega a mais pessoas.
Nao e um filme de excelencia ou seja perde com uma falta natural de creatividade em todos os niveis, mas por outro lado a sua simplicidade e o que em si propria, o filme nunca tem vontade de ser mais do que aquilo que acaba por ser.
A historia de uma iniciante no mundo do surf, do qual faz toda a sua vida que se ve acidentalmente mordida por um tubarao nos mares do Havai, nesse momento tem de reconstruir a sua vida e a sua competiçao com menos um braço, que a coloca entre o limiar da capacidade para competir
Em termos de argumento estamos perante um filme pouco trabalhado neste sentido, quase sempre e o mais obvio, sendo que o ponto menos forte acaba por ser a forma pouco estudada com que as personagens nos sao conduzidas quase sempre no minimo exigido
A realizaçao tem bons momentos esteticos notando se um conhecimiento do realizador pelo fenomeno do surf e pelo contexto havaiano em que o filme se insere, mesmo nao sendo uma obra de arte, tem bons momentos.
QUanto ao cast robb e uma actriz a prestar atençao num futuro proximo, pese embora neste filme se encontre algo repetitiva, parece me que o seu carisma e presente e podera se tornar numa boa arma na conquista de espaço. Na sua acessoria dois secundarios habitues em papeis naturais como tem Hunt e principalmente Quaid.

O melhor - O feito louvado

O pior - Algum embelezamento demasiado de determinadas personagens.

Avaliação - C+

Sunday, July 10, 2011

The Conspirator


Starring: Robin Wright, James McAvoy, Tom Wilkinson, Evan Rachel Wood, Kevin Kline
Directed by: Robert Redford

É notorio que o poder de Redford como realizador e acima de tudo como actor, tem diminuido de intensidade na ultima decada a uma velocidade alucinante. Cada vez menos existe alarido em torno dos seus filmes, mesmo quando estes trazem consigo algum poder narrativo, como e o caso deste peculiar filme, estreado ja no verao entre filmes cheios de efeitos especiais. Neste drama historico os resultados foram indiferentes para o filme, criticamente pouco mais que aceitavel, o que ja e comum nos ultimos filmes do realizador, mas comercialmente e pese embora tenha conseguido uma distribuiçao Wide que se chegou a pensar impossivel, os resultados foram desoladores.
The Conspirator e um filme ambicioso ao tocar numa tematica forte da historia dos EUA, concretamente a morte de Lincoln, personagem que nos proximos anos estara em foco em filmes a incidir sobre si. Mas para alem de um drama historico, o filme tem consigo toda a intensidade de um filme comum de tribunais, um genero que parece novamente ter ganho novo folgo este ano com filmes como este e Lincoln Lawyer. Nestes dois pontos o filme funciona nos limites minimos do positivo, por um lado por historicamente nao se preocupar com grandes figuras circunscrevendo o filme as personagens e contexto necessario. Em termos de tribunal em si tem boas disputas ingrediente principal para filme do genero, mas falta-lhe intensidade e acima de tudo objectividade em alguns momentos.
No todo denota se que e um filme bem feito, com a preocupaçao de chamar a si todos os momentos, contudo parece por vezes perder algum norte na forma com que nao consegue adquirir ritmo e proximidade com os espectadores principalmente na sua fase inicial muito colada e pouco circunscrita o que depois com o desenrolar do filme, vai se tornar num dos seus maiores trunfos.
O filme fala sobre o julgamento de todo o plano que conduziu ao assassinato de Abrham Lincoln, e a descoberta de todos os participantes no mesmo.
Em termos de argumento temos uma narrativa madura bem escrita, com uma capacidade de dialogo interessante, pese embora nao seja deslumbrante num terreno que permite brilhantismo. As personagens nem sempre nos parecem trabalhadas ao maximo, com excepçao da central
Redford e um bom realizador principalmente em termos politicos porque contextualiza sempre bem os diferentes lados, quer seja contemporaneamente quer seja um filme de epoca como e o caso, contudo mantem a simplicidade nao tendo a ambiçao de fazer filmes grandes e dispendiosos, o que poderia conduzir um filme para maior visibilidade mas quem sabe perder a sua simplicidade.
No cast Redford novamente ficou alheado do seu filme, dando protagonismo a um Mcvoy que depois de um inicio a todo gas tenta acentar o seu territorio em filmes de menor dimensao, mesmo assim penso que ainda necessita de alguma força e carisma consigo, pese embora me pareça que existe todos os pontos possiveis para se desenvolver um actor de elite, principalmente em termos de qualidade de interpretaçao. Mas todo o filme e dominado por Robin Penn, uma actriz de excelencia que contudo parece nunca ter conseguido se impor como uma figura de primeira linha, mas que neste filme merecia alguma atençao, pois tem um papel intenso e ao mesmo tempo forte.

O melhor - O não ir de encontro a grandes contextos superficiais

O pior - Alguma falta de força de algumas sequencias de tribunal

Avaliação - B-

Saturday, July 09, 2011

Bridesmaids


Starring: Kristen Wiig, Rose Byrne, Chris O'Dowd, Maya Rudolph, Ellie Kemper
Directed by: Paul Feig

A guerra dos sexos sempre foi implacavel em termos de sucesso de bilheteira norte americanas, dai que nao demorou muito tempo a termos a versao mais aproximada de um dos maiores sucessos dos ultimos tempos em termos de comedia na sua versao mais feminina, no caso concreto a ressaca. E o grande segredo deste filme e que faz maior aproveitamente desta proximidade em termos comerciais do que propriamente se traduz posteriormente onde a ligaçao nao e tao clara. COntudo esta versao feminina conseguiu melhores resultados criticos, onde a tradicional forma de avaliação foi no goto com esta forma de fazer humor, impulsionando o filme para uma carreira de bilheteira ate ao momento brilhante que o torna num dos maiores sucessos globais do ano.
Sobre o filme em si podemos dizer que é um filme de bons momentos que tem mais quimica nos seus diversos pontos do que propriamente um valor indiscutivel em si proprio, O segredo do filme acaba por ser facilmente interessante na dinamica das persoangens com humor variado mesmo que nem sempre este humor resulte na sua maioria da vezes.
Pese embora a colagem estrategica ao filme Hangover, na verdade estamos perante filmes com conteudo e formula completamente diferente aqui pese embora algumas piadas mais adultas estamos perante um filme com menos ritmo com um humor mais familiar e acima de tudo mais tradicional.
Pese embora os valores ja anteriormente mencionados penso que existe uma valorizaçao excessiva de um filme que durante grande parte do tempo nada consegue diferenciar de outras comedias semelhantes e que mais parece a estrategia de fazer render um produto artistico talvez num genero mais na moda do que propriamente para a eternidade.
O filme fala de uma solteira, que se ve perdida em aventuras amorosas e e convidade pela sua melhor amiga para ser a sua dama de honra, contudo aqui começa uma competiçao pela amizade maxima desta em diversos eventos relacionados com o casamento.
Do ponto de vista de argumento dentro da maior naturalidade de comedias estamos perante um produto coeso, com uma forma propria de fazer humor, mesmo que nem sempre muito actual, ou capaz de incutir a gargalhada propria, mesmo assim temos momentos bem escritos com plena noçao do alvo
A realizaçao nao e um aspecto muito vincado no filme quase sempre no mais basico e necessario, nao e daqueles filmes com preocupaçao estetica, ou seja e um valor silencioso no filme
Em termos de cast todo o protagonismo esta em Wigg actriz e autora do filme, que esta como peixe na agua na sua personagem, pode ter criado mais uma actriz do genero com dimensao em Hollywood, mas tem de provar quem sabe noutro genero para ir mais alem, depois todas as presenças sao funcionais sem grandes destaques.

O melhor - A quimica entre personagens e guião

O pior - O exagero da valorização critica


Avaliação - C+

Wednesday, July 06, 2011

Transformers 3 - Dark Side of the Moon



É indiscutivel o valor comercial que tem uma saga como Transformers, nao so em termos de entertenimento puro, mas acima de tudo na evolução em termos graficos que trouxe consigo para um cinema moderno e de convicção completamente diferente. Para este terceiro episodio o sumo mantem-se com a alteração da protagonista, por uma outra com os mesmos atributos. Para primeira aventura em 3D os resultados comerciais nao podiam ser melhores quebrando todos os records e expectativas que poderiam ser criadas. Criticamente, e como ja tinha acontecido com o segundo filme, as coisas nao foram tão felizes com resultados mais dispares e menos consenso.



O primeiro ponto que se deve avaliar e a magnifica produçao que esta aqui em questao, e daqueles filmes que e induvidavel o valor da evoluçao e da qualidade da produçao e dos efeitos especiais tremendos, potencializados ao maximo no valor 3D. COntudo para alem deste facto nada conseguimos mais subtrair de um filme vazio em quase todas as suas dimensoes, com personagens com pouca ou mesmo nenhuma profundidade, com uma narrativa vazia recheada de cliches de baixa qualidade a maior parte deles nem capaz de integrar filmes serie B, mas acima de tudo um humor que ja nem concretizado consegue ser.



A tudo isto junta-se um conjunto de ingredientes desnecessarios cujo unico objectivo e exportar ao maximo as possibilidades de efeitos especiais de ponta. Alias tem dificuldade em objectivar um filme como este numa historia mas sim numa escravidao total da tecnologia que e apanagio do proprio filme. Acrescido a este ponto esta a excessiva duraçao do filme, que torna insuportavel as interminaveis batalhas.



O filme fala de um regresso em força dos megatron, agora com a ajuda de um novo aliado descoberto na parte escodida da lua, onde os unicos bons pontos acabam por ser as ligaçoes historicas concretas e algumas fases simbolicas como Megatron sentado no lugar de Lincoln.



O argumento do filme e um total vazio em todos os aspectos, ao contrario do primeiro filme a continuaçao das historias sao forçadas a reboque de piadas facilitistas que nada fazem louvar o bom trabalho inicial. O pior de tudo sao as proprias personagens que perdem qualidade com o passar dos filmes.



Michael bay e o realizador dos cifroes, mas ao mesmo tempo daqueles que a qualidade dos filmes pouco importa, sendo o barometro o numero de efeitos especiais utilizados e a forma concreta com estes conseguem surpreender o espectador. Nao pondo em causa nunca a qualidade do trabalho por si desempenhado parece-nos importante melhorar alguns aspectos na sua forma de fazer bons filmes



O cast e recheado de floops e desilusoes, se o histerismo de Labeuf ja nao tem a graça nem funciona tão bem como ja fez no primeiro filme, assim nos parece que tudo ainda e mais vincado quando tudo a volta dele parece demasiado artificial, a começar na nova partner uma boa seguidora em pouca convivçao do que ja era Fox. Depois e pena ver actores como Mcdorman de Malkovich em papeis disparatados como o que e oferecido neste filme






O melhor - Os efeitos especiais






O pior - O vazio completo de grande parte do filme









Avaliação - D+

Monday, July 04, 2011

The Green Lantern



A saga de super herois a tentar a sua sorte no cinema parece não ter mais fim, depois de diversos filmes sobre herois, parece ter se instaurado uma dualidade entre a Marvel e a DC na competiçao pelos filmes e acima de tudo pelo dinheiro que este mesmo filme lhes pode dar. Etse ano entre os novos herois a competiçao poderia ser entre Thor e este Green Lantern, pese embora tenham estreado em formas diferentes e com genero de filmes tambem ele diferentes. Os resultados contudo nao deixam duvidas em dar a vitoria ao primeiro em deterimento deste filme, nao so em termos criticos onde este Green Lantern este muito longe de criticas positivas, sendo a maior parte delas mesmo negativo, e tambem em termos comerciais onde pese embora tenha conseguido ultrapassar os 100 milhoes ficou longe de ser um sucesso recomendavel.



The Green Lantern tem um fonte de inspiraçao clara que e na formula de Spider Man, principalmente na forma como tenta jogar no humor da personagem central sem os poderes e na dualidade de realidades, contudo a formula deste super heroi e tao mas tao complexa que num filme com pouco mais de uma hora e meia a força que poderia ter um paralelismo de mundos inter galaticos fica por terra e torna se mesmo algo ridiculo. mesmo assim o filme aos poucos consegue funcionar bem na dinamica de entertenimento, principalmente quando nao se afasta do nosso mundo, ja que o facto de ter perante si um vilao quase imbativel e de um tamanho exagerado torna a parte final algo exagerada, pese embora nos de os melhores momentos esteticos de todo o filme



Estamos perante um filme que nao quer ser logico ou nao estariamos perante um filme de super herois, antes disso parece um filme que quer atingir a sua força em pontos muito proprios e nesse particular esta longe de ser o desastre que a maioria dos criticos vaticina. Pode nao se ver futuro num franchising como este, contudo como filme e acima de tudo entertenimento e um filme com os seus valores proprios.



O filme e o primeiro capitulo na transformaçao de um piloto de avioes num green lanter, uma serie de escolhidos intergalaticos dispostos a defender o universo da força do medo, ou seja da força amarela.



O argumento nem e muito maduro, nem creativo nem um prodigo em desenvolvimento acaba mesmo por ser na maior parte das vezes o mais obvio mas se por um lado faz o filme perder alguma da capacidade de enriquecer o espectador por outro lado consegue que o espectado nao fique desolado com algum momento, e consegue ter alguma grança em situaçoes isoladas.



Um filme com este grau de efeitos especiais e sempre um perigo para quem o realizem, mesmo que Campbel seja um habitue em filmes deste genero e com estes valores, o filme tem bons momentos pese embora nao seja artistico e quase sempre nao va muito alem, o que e negativo tendo em conta a formula de filmes como estes.



Em termos de cast a escolha de Reynolds parece nos obvia pelo aumento crescente de popularidade do actor, em termos de qualidade interpretativa o filme nao quer mais do que realimente lhe e dado, melhor uns valor esta Lively aos poucos conquista com a sua sensualidade um lugar importante no cinema manifestando uma boa transiçao entre o pequeno e o grande ecra, o unico a desiludir e Sarsgaard com um papel que lhe podia dar a dimensao que ha anos merece e luta, mas que fica sempre um degrau abaixo daquilo que parece valer.






O melhor - O entertenimento puro






O pior -Nao ir mais alem que isto






Avaliação - C+