Friday, April 29, 2011

Insidious


Starring: Patrick Wilson, Rose Byrne
Directed by: James Wan


E logico que se estrear com um filme como Saw e um bom cartao de visita para qualquer realizador apostado em fazer sucesso num genero como o terror ou mesmo o thriller psicologico. o certo e que depois do famoso inicio de uma saga que com o passar do tempo se tornou inarravel Wang nao mais conseguiu chamar a si a atençao do cinema, dai que foi com algum espanto que vimos o seu novo filme, o mais declaradamente cinema de terror, entrar nas grandes salas, com resultados importantes ate ao momento e acima de tudo um bom percurso critico que e sempre dificil de assinalar quando falamos em termos de terror.
Incidious tem dois momentos distintos que resultam no filme de forma diferente, por um lado a fase inicial e acima de tudo o desenvolvimento e introdução do filme decorre com total percepçao dos seus objectivos naturais e com uma capacidade de um terror psicologico e estetico ao nivel do tradicional terror de decadas a tras o que acaba pro ser o maior segredo do filme, ou seja o seu estitlo estetico proprio.
o segundo momento e onde o filme acab por se perder na ja cansativa caça ao espirito sem grande logica ou cuidado que faz perder algum do encanto que o filme consegue chamar ate si nos primeiros momentos, uma vez que o argumento fica sem coesao e mesmo integridade o que conduz a um filme mais rotineiro e menos fascinante para o espectador. O paralelismo de mundos tambem nao parece a melhor opçao para o seguimento que o filme quer fazer tornando o algo descontextualizado.
So nos ultimos cinco minutos o filme volta a adquirir novo folgo para um bom final, que integrado no bom inicio poderia conduzir a um filme bem mais interessante do que acaba por ser pese embora ate seja positivo quando comparado com outros filmes do genero.
O filme fala de uma familia que apos um dos filhos entrar em coma começa a ser perseguida por fantasmas, o que descoordena todo o ajustamento do sistema.
o argumento tem bons apontamentos principalmente na forma com que a fase final e encaixada mas perde força quando tenta complicar com paralelismos de mundo e outros entraves nem sempre cria bem as personagens pese embora que o misterio em torno destas jogue a favor do terror psicologico que o filme quer exprimir.
A realizaçao e o melhor que o filme tem, uma força estetica propria com sentido e objectivo do terro, consegue em todo o contexto banda sonora e acima de tudo fotografia colocar tudo ao serviço da capacidacde que o filme adquire de surpreender e assustar o espectador.
O cast nao e muito recheado Wilson, e um actor todo o terreno uma vez que e certinho sem grandes alaridos, o ideal para um filme onde as personagens nao sao a mais valia, Bryne, algo desaparecida nos ultimos tempos e a vitima sensivel ideal, e a misterisidade de Hershey e tambem ela um ponto importante nos filmes em que entra como ja tinha sido em Black Swan este ano

O melhor - A realizaçao estetica do filme

O pior - O mundo paralelo introduzido

Avaliação - C+

Scream 4









Wes Craven e o ser argumentista preferido Kevin Williamson em meados da decada de 90 foram responsaveis por uma nova forma de cinema de terror, onde o psicopata integrado no meio, disfarçado comçava a matar tudo e todos. Este genero teve o seu expoente maximo na triologia de Scream, que não so serviu para lançar o genero mas acima de tudo uma moda que ainda deu origem a alguns filmes satira relativamente a este filme, bem como lançar uma das mascaras mais conhecidas do cinema moderno. Quinze anos apos o primeiro filme, surge o quarto, com grande intervalo relativamente aos primeiros. Os resultados foram dispares, se em termos criticos esta quarta incursao ate nem se saiu mal de todo, com resultados medianos, o que e sempre uma vitoria no terreno do terror, em termos comerciais o filme ficou muito aquem daquilo que os analistas previam, talvez porque Scream como muitas outras sagas perderam impacto de filme para filme.



O primeiro ponto e talvez o mais positivo de todos tem a ver com o facto de o tempo real tb ter passado no filme, ou seja, nao ser nenhum tipo de remake mas sim a continuaçao da vida do tridente mais conhecido de todo o filme, cujos actores pese embora a distancia temporal continuam a interpretar ou nao fossem os papeis da vida de todos. O problema do proprio filme e que pese embora a distancia temporal tenha ocorrido em termos reais, em termos de personagens tudo parece igual, o que nao e propriamente um ponto importante para o filme, com a diferença que nesta quarta abordagem as coisas tornam-se menos intenso pelo facto das persoangens nao terem forma de se expressar.



Relativamente as novas persoangens mais do mesmo, ou seja dentro do mesmo teor do que ja tinhamos visto nos filmes anteriores, principalmente o primeiro com a tentativa de efectuar um remake dentro do proprio filme. Alias o grande ponto do filme e mesmo os filmes dentro do proprios filme e a cultura do conceito, bem potenciada e mesmo com algum potencial humoristico, contudo toda a formula sequente do filme nem sempre nos parece muito bem tr4abalhada.



O filme fala do regresso de Sidney a Wodboro, depois de quinze anos dos acontecimentos que foi vitima, quando se prepara para apresentar o seu best seller, começa a ocorrer uma nova vaga de homicidios pondo em perigo o restante da sua familia naquela localidade.



O argumento e na sua maior parte criado muito a pretexto dos filmes anteriores, e isso torna o a deteminado ponto pouco creactivo, contudo o twist final, tenta ainda dar alguma vitalidade a um guiao contudo muito parco na forma como caracteriza as persoangens servindo mesmo para retirar alguma força as personagens ja existentes dos outros filmes, e mesmo os guioes ao telefone ja tiveram bem melhores dias.



Craven sabe perfeitamente balançar o terror com o publico juvenil tambem alvo do filme, nao explora violencia gratuita, tentando amenizar as sequencias para nao chocar qualquer espectador, mas isso condiciona o grau de susto capaz de provocar no espectador, muito aquem do que vimos em outros filmes este ano.



O cast nada de novo se o tridente Cox, Arquette e Campbel ja entra no filme como se em sua propria casa fosse, mesmo que as personagens sofram perdas de protagonismo e dimensionalidade gritante, ou outros jovens selecionados tem mais dificuldade, principalmente Roberts demasiado limitada para cinema de alto nivel, a melhor surpresa e a estrela de Heroes, que consegue dar o filme numa dimensao completamente diferente






O melhor - Os filmes dentro do filme






O pior - A perda da força do vilao






Avaliação - C

Thursday, April 28, 2011

The Lincoln Lawyer









Matthew McCnaughey pode dizer-se que nunca conseguiu demonstrar na sua carreira aquilo que muitos previam desde que se estreou nos tribunais de time to kill. COntudo a incursão pelo cinema de comedia romantica acabou por nao ser tao eficaz, dai que seja como que um deja vu, observar o seu regresso aos tribunais, neste pequeno filme, sobre tribunais. Os resultados foram surpreendentemente positivos, quer em temros criticos onde conseguiu arrecadar algumas das melhores criticas do ano, mas tambem em termos comerciais onde pese embora seja um filme de pequenas dimensoes conseguiu resultados concertados pelas bilheteiras americanas.



O filme e simples nao e daqueles filmes que sejam um poço de creatividade mas muitas vezes os filmes simples bem montados com uma intriga bem elaborada e coesa, que faz com que pequenos filmes se tornem grandes filmes em alguns momentos. O segredo do filme e a forma directa com que aborda o tipo de filme que quer ser, sem redeos daquilo que quer transmitir o filme desenvolvesse a grande ritmo, e nao se preocupa em ficar com trunfos para o fim que poderiam defraudar o espectador, concentrando tudo sem a preocupaçao de jogadas subliminares.



O unico senao do filme pesa um pouquinho por o filme nao abarcar numa dimensao mais complexa de alguns assuntos, bem como talvez ter estreado demasiado cedo num filme que nun outro contexto podia ter uma visibilidade completamente diferente e com mais dimensao, mesmo assim estamos perante o regresso a mais um bom e intenso filme de tribunal tematica que a cerca de alguns anos tinha desaparecido quase por completo do panorama cinematografico internacional.



O filme fala de um curioso advogado com algumas ligaçoes ao sub mundo que controla a advocacia em Lincoln City, sem escritorio e sempre em movimento dentro da sua viatura aceita o processo de um riquissimo jovem de Los Angeles acusado de agredir uma prostituta, mas isto sera apenas a ponta do veu



O argumento e interessante, mesmo que nem sempre invoque grande dose de creatividade e daqueles argumentos que mesmo na sua simplicidade consegue ao mesmo tempo chamar a si objectividade e coesao, nos argumentos , nos dialogos e mesmo na forma directa com que as personagens sao criadas e apresentadas.



A realizaçao e simples o calor da cidade e do tribunal e bem presente, neste aspecto pensamos que o filme carece de alguma maior creatividade ou mesmo de maior absorvencia o que torna a realizaçao algo simples.



Mcchonagey e um actor basilar para este tipo de filme, ja o tinha sido em time to kill e so apos estes anos todos consegue recuperar o carisma que entretanto tinha perdido numa serie de mas selecoes de filmes, mais uma vez tem a intensidade e a força que o filme precisa, num trabalho tao simples como exigente nos momentos mais fortes de tribunal, tem ao seu lado uma boa escolha como vilao, Phillippe poderia ter ido mais longe na sua carreira, com outras opçoes e com mais risco nas escolhas pois me parece que e daqueles actores que tem a intensidade necessaria principalmente como vilao.






O melhor - A simplicidade de processos.






O pior - A realizaçao ser algo basico









Avaliação - B

Tuesday, April 26, 2011

Rio


Starring: Jesse Eisenberg, Anne Hathaway, George Lopez, Tracy Morgan, Jemaine Clement
Directed by: Carlos Saldanha

Pode um filme ser mais do que isso, ou seja um cartão turistico para uma cidade tao dinamica como o Rio de Janeiro, a resposta tem de ser positiva, ainda para mais quando no filme observamos uma total opçao por oferecer o que de melhor tem a cidade, com a curiosidade de estarmos perante um filme de animação. Pese embora este ano o publico se tenha alheado completamente do cinema, RIO tem ate ao momento os melhores resultados comerciais o que nao e de espantar uma vez que e talvez a maior aposta comercial ate ao momento, tambem em termos criticos e pese embora nao tenha obtido o consenso que outros titulos de animaçao conseguiram, o certo e que as criticas foram na sua maioria positivas.
Rio consegue duas coisas importantes para o cinema mesmo sendo de animação, primeiro em termos culturais, consegue oferecer um bom contexto para a cidade, consegue ser um bom cartaz publicitiario, mesmo percebendo desde inicio que e um cartaz politicamente correcto, mas consegue trazer acima uma realidade bem espelhada do que o rio de janeiro. O segundo ponto e quem sabe o mais importante de todos encontra-se traduzido na facilidade com que o filme consegue ter um ambiente positivo nao so em termos de personagens, mas na musica, pese embora o humor seja demasiado tradicional para a epoca que vivemos o que de alguma parte poe os nivel de exigencia um bocadinho aquem daquilo que o filme poderia conseguir
Em termos tecnicos Rio e um filme de excelencia, efectuado por uma das tres maiores produtoras arrisca e na maior parte do tempo consegue arriscar bem, em termos esteticos, pode nao ser um filme de primeira linha de animaçao, mas esta longe de alguns floops que ultimamente temos assistido com alguma frequencia
O filme fala de um passaro exotico retirado a nascença do brasil e domesticado ao longo do tempo nos EUA, contudo numa visita com a sua dona acaba por se perder desta e começa a perceber a sua verdadeira origem no Brasil
O argumento tem pontos de grande interesse principalmente a forma com que lida com o choque cultural, mas tambem na facilidade de recursos das persoangens que tem, o grande ponto negativo e a desactualizaçao do humor utilizado sempre longe do que actualmente se faz um pouco por todo o lado.
A realizaçao e produçao e o grande segredo do filme ao utilizar um originario do Rio de Janeiro para o montar para animaçao, nada falta neste particular e o grande trunfo de todo o filme.
Em termos de cast de vozes Eisenberg e uma boa escolha para a falta de sal da sua personagem, que contrapoem bem com as escolhas de Hathway e Foxx que dao outra cor e luz ao filme assim como as proprias personagens de cada um

O melhor - O Rio de Janeiro animado

O pior - O humor algo desactualizado

Avaliação - B-

Saturday, April 23, 2011

The Roommate


Starring: Leighton Meester, Minka Kelly, Frances Fisher, Tomas Arana, Nina Dobrev
Directed by: Christian Christiansen

The Roommate e mais uma aposta de tentar tornar uma estrela da TV juvenil numa estrela de cinema, dando a oportunidade de incluir no tipo de papel que normalmente mais atençoes reune para si, ou seja o de vilã. Os resultados do filme foram os esperados, se em termos comerciais alguma atençao ao filme mesmo longe de ser um blockbuster de eleiçao, em termos criticos o filme foi a mediocridade que era facil de prespectivar tendo em conta a tipologia do filme em questao
The Roommate e um filme ja visto em diferentes tipos em diferentes contexos, ou seja a obsessao de uma pessoa pela outra ja teve filmes e mais que isso ja atingiu alguns classicos do cinema moderno, sobre e notoria a influencia deste filme nestas mesmas obras, contudo tudo parece no filme ser o minimo exigido, principalmente naquilo que o filme tenta abordar. Desde logo a relaçao amorosa na protagonista, conhece-o num bar passado uma cena e o homem da vida dela, desde logo nao da a solidez que a relaçao necessitava de ter para a continuaçao do filme ao longo do tempo~. Depois o crescimento da obsessão tambem ela nasce sem qualquer principio e os contornos em que se desenvolve decorre sem qualquer tipo de principio ou ligaçao directa, ou seja na maior parte do tempo estamos perante um filme desencontrado com a coerencia e com um bom guião, o que o torna mais um filme juvenil de qualidade mais que duvidosa que apenas estreia no sentido de os estudios testarem a mais valia de actores de series no grande ecra
O filme fala sobre uma jovem que apos entrar na faculdade começa a ser vitima de controle total pela sua colega de quarto, o que torna esta relaçao potencialmente perigosa com resultados muito preocupante.
O argumento vai na senda do que ja se viu em outros filmes do genero, contudo com o peso de utilizar atalhos narrativos de qualidade mais que duvidosa e acima de tudo nunca perder tempo em tentar construir tudo que tenta transmitir o que debilita em larga escala o filme. Os guioes e a s persoangens sao como tudo o resto muito limitadas.
A realizaçao e basica em ritmo de telefilme nao consegue dar mais do que simples imagens pouco interessantes e pouco trabalhadas o que se compreende tendo em conta toda a mediocridade que sao todos os outros aspectos do filme
EM termos de guiao Meester entra bem em gossip girl, mas nao consegue nunca dar a ideia da lunatica que o filme queria que ela fosse, tem uma ou duas sequencias bem trabalhadas, mas que acaba por se tornar inocuas em todo o resto de filme. Basico ou pior so mesmo as limitaçães de Kelly e Camdgiet, em papeis selecionados para ambos apenas pela componente estetica ja que qualidade interpretativa nao existe.

O melhor - As inspiraçoes do filme

O pior - A falta de preocupaçao em tornar o filme consistente

Avaliação - D+

Sunday, April 17, 2011

Justin Bieber - Never Say Never


Starring: Justin Bieber, Usher , Miley Cyrus, Boys II Men , Sean Kingston
Directed by: Jon Chu


E indesmentivel que Justin Bieber tornou se em 2010 numa das maiores figuras do panorama musical norte americano. Dai que como muito ja aconteceu com outros fenomenos instantaneos musicais adolescentes tambem ele teve direito ao seu filme concerto em tres dimensoes como ja tinha sido feito com Hanna Montana, com participaçao especial neste filme e com os proprios jonas brother, contudo e como o fenomeno de Bieber ultrapassou qualquer um dos anteriores os resultados foram consideravelmente melhores, quer em bilheteira e mesmo critico, onde a forma de documentario da grande historia acabou por resultar.
O filme e um pouco aquilo que os produtores querem fazer dele de forma a venderem da melhor forma a imagem do adolescente simpatico que Bieber quer ser, contudo o trabalho de bastidores pouco ou nada e transmitido nunca conseguindo o filme ser coeso na tentativa de transmitir tudo a humildade ainda patente no dia a dia do cantor com a grande produçao de todo o filme e o show incluido.
Musicalmente Bieber nunca foi um prodigio assinalavel, e caso nao fosse um fenomeno da moda provavelmente ninguem o iria descobrir pelo talento acima da media, mas ao mesmo tempo conseguiu o que todo o jovem da idade dele nao se importaria de ter ou seja fama, uma componente estetica trabalhada e acesso a tudo
Pese embora nao seja aperciador da qualidade musical do jovem cantor e inequiveco dois pontos que se devem valorizar, desde logo a maquina de markting bem montada em toda a componente do seu espetaculo, e depois o espetaculo dentro do espetaculo com um profissionalismo assinalavel que fazem de Bieber o que ele com diferença acaba por ser hoje.
Õ filme e um documentario sobre o nascimento de uma estrela jovem acima de tudo apresentando todo o cast na preparaçao de um espetaculo em Nova iorque.
O filme nao tem argumento que nao seja as imagens naturais e escolhidas da vida e actualidade de Bieber. A realizaçao tem bons momentos principalmente na forma com que consegue transmitir a verdadeira dimensaqo industrial do espetaculo de bieber

O melhor - O markting ao cantor

O pior - Ser a historia tipica e selecionada

Avaliação - D+

Wednesday, April 13, 2011

Sucker Punch


Depois do sucesso que se tornou 300, Snyder tornou-se inevitalmente num dos autores mais creativos e evolutivos do cinema contemporaneo, mesmo que apos este filme de estreia todos os filmes sequentes tenham ficado com algum amargo de boca pela menor reprecurssao comercial. Sucker Punch era por assim dizer o primeiro filme partido do nada do realizador e talvez o seu filme mais arriscado, e podera se dizer que quase ninguem entendeu a sua ideia, principalmente a critica que negou por completo esta aventura grafica, e principalmente o publico que o tornaram num obvio floop de bilheteira.
Depois de tanto insucesso em tantos planos resta sublinhar a coragem e a creatividade de Snyder, mesmo que nem sempre seja um filme inteligente, sendo na maior parte das vezes um filme algo disparatado se existe critica que nao se pode fazer ao filme, e de este ser obvio, alias na maior parte do tempo estamos perante uma autentica caixinha de surpresas algumas vezes com a logica toda fora de contexto mas ao mesmo tempo consegue surpreender nao so nas imagens e nos atalhos narrativo mas mesmo na complexidade final que o filme tras consigo.
Para alem de todo o primor estetico que o filme tras pelo obvio fascinio do realizador filmar em ecra azul, todas as coreografias e banda sonora tornam-no numa especie de musical contemporaneo ao mesmo tempo bonito mas por vezes exagerado. Alias o mais dificil de perceber do filme e a necessidade do filme ter que ser grandioso nos extra do filme, que torna a grande desvantagem do filme, ou seja o facto de ser facil de fazer, ao nao trazer quase nenhuma ligaçao entre as grandiosas sequencias de acçao com o desenvolvimento final, quando metade do filme e desaproveitado em poucos minutos.
Mesmo assim estamos perante uma obra diferente capaz de ser amada e odiada, com muitas virtudes e muitos defeitos cujos pesos sublectivos podem caminhar a resultados distintos de aperciaçao
O filme fala de uma jovem orfa que e introduzida num hospital psiquiatrico criando a partir deste momento uma serie de personagens com o que la encontra, que permite viver tudo como um filme de acçao, onde tudo e possivel
A abertura que Snyder tem na historia da lhe todas as possibilidades e se demonstra coesao e creactividade na forma com que liga o filme na sua base estrutural abre toda a facilidade nas sequencias de acçao onde parece que a logica e posta de lado para poder explorar a grandiosidade do filme e principalmente dos efeitos especiais.
A realização e o melhor exercício do filme, Snyder e um mago a lidar com imagens criadas por computador e não só em termos de grandiosidade ou no efeito dos próprios estudios mas acima de tudo na componente estetica dos momentos mais simples e um grande realizador que arrisca e demonstra coragem, com alguma maior modestia e em outro tipo de historias menos gigantescas pode recolher mais frutos
Em termos de cast o unico pormenor que o filme quer e a imagem das protagonistas no sentido de transmitir sensualidade ao filme, o que na minha opiniao e uma opçao discutivel e que poe em causa a maturidade ou mesmo o alcance do filme. Salva-se Gleen numa personagem carismatica nos seus poucos momentos

O melhor - A menta creativa de Snyder

O pior - Perder muito tempo na estetica das personagens

Avaliação - B

Friday, April 08, 2011

Source Code


Starring: Jake Gyllenhaal, Michelle Monaghan, Vera Farmiga, Jeffrey Wright, Michael Arden
Directed by: Duncan Jones


Num inicio de ano que tem demonstrado pouca creatividade em termos de novos filmes, eis que surge um e outro filme, normalmente ligado ao cinema de acçao que tem trazido ideias novas e acima de tudo arrojo na forma de escrever. Depois de agentes do destino este codigo fonte, desde logo tornou se num dos filmes mais aclamados criticamente neste inicio de ano, pese embora comercialmente as coisas nao tenham corrido de acordo com o potencial que o filme mostrou em termos criticos, com resultados muito medianos.
Source Code e um daqueles filmes que ao mesmo tempo tem tanto de creativo na forma como o filme e montado a partir de uma boa ideia, mas acima de tudo e daqueles filmes que tem todas as componentes de um filme de eleiçao, logo em termos de acçao e um filme facil com ritmo acelerado, nao necessitando de personagens muito bem construidas. Depois a ideia e acima de tudo a parte final nunca em momento algum parece um atalho pese embora outras soluçoes podessem tambem ser criadas de forma a finalizar o filme.
Source Code e daqueles filmes que as pessoas ainda esperam ver no cinema capaz de as surpreender se ser enigmatico construtivo do ponto de vista cientifico e em determinados momentos uma lufada de ar fresco para um genero que parecia a muito tempo arredado de bons momentos.
O unico senao no filme e a dificuldade em entrar na dinamica e no teor do filme, mas depois de entrar e como uma montanha russa de prazer num misto de bom entertenimento com cinema de eleiçao
O filme fala de um ex soldade que e utilizado para utilizar a mente de uma vitima de um atentado bombista de forma a impedir que ele posteriormente continue, em segmentos de oito minutos o filme segue diversas tentativas de recolher informaçao.
O argumento tem tanto de creativo como valor em termos de acção imediata nao e um filme rico em dialogos nem mesmo em personagem mas resulta perfeitamente no mais basico a ideia e a construçao narrativa.
Duncan Jones ja tinha surpreendido em Moon pela originalidade e boa realizaçao mais uma vez sem ser um prodigo estetico faz um filme muito competente e com bons momentos em termos de realizaçao uma outra componente que deixa este bom filme em boa sintonia.
O cast tem em Gyllenhal o actor que o filme precisa, nao so em termos de carisma que o filme precisa mas acima de tudo em termos de disponibilidade fisica que o torna como uma das figuras mais proeminentes do cinema actual, a presençade Farmiga mas acima de tudo de Monhogan melhoram em grande parte o filme, sem grande exigencia contudo

O melhor - A forma facil de uma ideia narrativa de excelencia

O pior -Ser apenas o segundo bom filme do ano

Avaliação- B+

The Rite





A imagem de Anthony Hopkins como vilão e uma das figuras mais carismaticas do cinema moderno, desde Hannibal Lecter que a posição neste tipo de ponto parece ser um dos segredos e quem sabe alguns dos maiores trunfos de um tipo de cinema. Este ano e na base do exorcismo surgiu um particular The Rite com resultados frustrantes a todos os niveis desde logo criticamente com resultados muito fracos de uma critica tradicional onde nem a imagem de um Hopkins sombrio a conseguiu convencer, e tambem comercial onde o numero elevados de filmes com a mesma tematica levou a um diminuir da incidencia de espectadores sobre este tipo de filmes

Este filme pouco ou nada tem de diferente do que a maioria dos filmes de exorcismo e mesmo o ponto de baseado em filmes veridicos melhora ou contrapoe aquilo que o filme nao consegue ser que e realista, e se no inicio esse enigma ate consegue ser potenciado a ligeiros momentos ja no que diz respeito a parte final este ponto perde se por completo sendo novamente mais um filme semelhante a todos os outros.

E inegavel a força da imagem de Hopkins a determinados momentos e que isso acaba por ser o maior trunfo do filme, permitindo uma intensidade nos ultimos momentos do filme que acaba por salvar o filme da derrota total, contudo insuficiente para o tornar a trazer a um patamar pouco mais do que mediocre

O filme fala de um jovem aspirante a padre que tenta tirar um curso relacionado com o exorcismo sendo acompanhado por um velho e enigmatico padre na cura deste tipo de problema contudo muitas vezes o demonio ira possuir algo bem mais perto

O argumento e repetitivo quase nunca consegue ser verdadeiramente original, ao inicio os dilemas das personagens sao bem tratados mas com o passar do filme aproxima se mais das narrativas comuns deste tipo de filmes.

Em termos de realizaçao o filme opta por uma estrategia que a meu ver resulta em longo prazo, o facto de por de lado os efeitos especiais para apostar em grande escala numa realizaçao mais sombria mas que da mais realismo ao filme.

EM termos de cast a aposta em Hopkins permite o filme usufruir da sua imagem em termos de Markting embora esteja a anos luz do que ja efectuou em outros filmes, o restante pouco ou nada traz de novo ao filme


O melhor - A intensidade de Hopkins na parte final


O pior - Ser mais um fraco filme de exorcismo


Avaliação - C

Saturday, April 02, 2011

Limitless


Se existe alguem que ganhou protagonismo com o sucesso instantaneo da ressaca, esse alguem foi Bradley Cooper, capaz de facilmente agora encabeçar filmes e apostas de estudios americanos, a primeira experiencia foi neste estranho e peculiar limitless, que rapidamente se tornou num sucesso moderado, quer de bilheteira onde os resultados foram na maior parte dos casos positivo, mas tambem criticamente onde pese embora nao tenha recebido grande entusiasmo conseguiu valorizaçoes positivas no seu global
Limitless e um filme original o que de si e ja um ponto a seu favor, por e arrojado na forma como cria o seu conteudo de base mas acima de tudo na forma como consegue uma realizaçao dinamica que faz com que o filme seja actual e interessante em quase todos os pontos que fazem parte.
O unico senao do filme centra-se em alguma dificuldade na parte final de conseguir surpreender o espectador o que faz com que no fim surja um pouco a ideia que o filme podia surpreender mais o espectador ter quem sabe algum tipo de suspense, encaixaria bem no tipo de filme em questao.
E daqueles filmes que tem como seu maior trunfo o aspecto surpresa e pese embora a determinada altura pensamos que o filme ira conseguir ser mais forte do que na realidade acaba por se tornar o certo e que nao compromete o facto de demonstrar que a originalidade ainda e lugar comum no cinema actual.
O filme fala de um escritor falhado que apos um encontro com o seu ex cunhado descobre uma pilula que transforma a sua vida desagregada num sucesso sem retorno e sem comparaçao, ate que depois começa a lutar com os perigos que a propria droga tras consigo.
Em termos de argumento a ideia e muito mais forte do que propriamente a concretizaçao da mesma, pese embora pense na forma de a rentabilizar em termos de movimento e realizaçao parece sempre que o filme fica condicionado nos dialogos e no desenvolvimento das personagens secundarias.
Burger e uma das agradaveis surpresas dos ultimos anos, primeiros porque consegue ser versatil nos filmes que apresenta mas acima de tudo no ritmo e nos estilos diferentes que o filme consegue ter. Burger tem mais uma vez uma realizaçao de primeiro nivel ao oferecer estetica cunho proprio e tudo que o filme precisa.
Em termos de cast e claro que a presença fisica de Cooper e carismatica o suficiente para liderar qualquer tipo de cast, penso que o seu valor interpretativo ainda nao foi posto a prova e neste filme pese embora esteja longe de deslumbrar deixa boas indicaçoes para esse dia. Cornish começa a ganhar espaço mesmo que o seu papel nada exija e De Niro longe dos seus grandes filmes

O melhor - A formula de Burger

O pior - A conclusao podia ser mais arrojada

Avaliação - B-

Thursday, March 31, 2011

Paul




SImon Pegg e Nick Frost conquistaram no ultimo ano a vanguarda cnematografica do cinema de eleição inglês com a comedia tipica do reino unido a ter o expoente maximo mesmo nos EUA, num terreno dificil de preencher. para este ano surgiu a comedia inter galatica, com o mesmo estilo pese embora o facto de abarcar um tema bem mais complicado trouxe algumas complicações no reconhecimento critico que o filme nao conseguiu como a maioria do filme da dupla, mas tambem em termos comerciais onde pese embora tenha conseguido uma grande estreia nos EUA, os resultados ficaram muito aquem do que se esperava.

Paul e um filme tipico da dupla no registo de um humor a maior parte das vezes algo imebcil mas conseguido na maior parte do tempo, com bons momentos a maior parte deles proporcionado pelo bom guiao escrito para a personagem alien, com a magnifica caracterizaçao de voz de Seth Rogen que acaba por ser mais que o coraçao do filme a grande virtude do mesmo.

De resto o filme perde algum vigor na forma algo descentrada como sai dos atalhos narrativos nem sempre parece optar pela melhor opçao muitas vezes caindo num melodramismo exagerado e que poe em causa algumas das sequencias de humor principalmente a potenciadas pelo duo principal

Outro dos grandes problemas do filme e a inexistencia de um vilao de excelencia pese embora a figura de Bateman surja quase sempre nesse sentido nunca parece sequer por em risco o final que o filme consegue obter, numa conjugaçao de filme inter espacial mais vincada na fase final, com uma comedia britanica de humor ridiculo.

O filme fala de dois nerds britanicos que embarcam numa tour sobre os pontos mais miticos da cultura extra terrestre ate que encontram o alien peculiar e muito humano de nome Paul que começa a efectuar a viagem com estes.

O argumento pode nao ser um primor em termos narrativos e da historia de base mas ganha na forma com que consegue concretizar alguns momentos de humor, pese embora seja notorio que o humor desenvolvido por esta dupla ja esteve mais actual do que propriamente esta nesta altura. As personagens principais poderiam quem sabe ser mais elaboradas e mais trabalhadas nao so na caracterizaçao mas acima de tudo nos dialogos que estas assumem

A realizaçao pese embora nao apresente efeitos especiais de eleiçao consegue quase sempre trazer a si algumas virtudes que fundamentam na maior parte do tempo o efeito humoristico que o filme tras consigo, e que de alguma forma permitem uma boa integraçao de todo o filme

Em termos de cast parece nos que a simbiose e mesmo a força humoristica da dupla de protagonistas ja foi mais feliz e potenciada noutros filmes, aqui parece perder alguma quimica e mesmo a força individual de ambos, ganha contudo na excelente escolha do estilo de Rogen para dar voz e mais alguma coisa a personagem extra terrestre.


O melhor - O humor de paul


O pior - A falta de humor da dupla principal


Avaliação C+

Tuesday, March 29, 2011

Red Riding Hood





Depois do sucesso de Twilight, principalmente do primeiro filme, Hardwickie ganhou um espaço proprio na forma como conta historias de amor, num imaginario de ficção e muito proximo do coração dos adolescentes. Dai que a expectativa em torno desta particular versao do capuchinho vermelho, tornou se ao longo da produção um dos filmes mais falados de 2011. Contudo os resultados foram contrarios a estas iniciativas iniciais por um lado criticamente onde o filme pouco ou nada conseguiu reunir para si, com criticas maioritariamente muito negativas, mas tambem em termos comerciais onde esteve muito mas mesmo muito longe da explosao que foi Twilight.

Se existe aspecto que quase ninguem pode apontar a realizadora e a forma com que esta pensa os seus filmes do ponto de vista de estetica e nisso quase ninguem pode deixar de ficar maravilhado com algumas sequencias do filme, principalmente na forma de tentar efectuar os contrastes de cor quase sempre muito bem conseguidos.

O segundo ponto positivo do filme e mesmo a originalidade da ideia de reiventar, mesmo que nem sempre da melhor forma um conto infaltil, tornando-o num filme adulto por vezes mesmo proximo do genero de terror.

Como pontos negativos alguma falta de profundidade das personagens centrais com particular incidencia no triangulo amoroso, a forma com que estas relações sao emaranhadas, nao permite que o filme consiga ir mais alem daquilo que tenta ir, tornando num obvio filme para adolescentes.

A historia fala de uma pequena aldeia isolada, que sem muito bem ninguem perceber como começa a ser assaltada pelos ataques de um lobo que escolhe as suas vitimas, com a entrada de um tirano padre a aldeia tem que se juntar para saber quem se transforma em tao maldosa creatura.

O argumento pese embora toda originalidade que venha embutido na forma como o filme nasce, nao se pode dizer que e prodigo em bons momentos narrativos, dialogos, ou mesmo em personagens muito elaboradas, mas no seu objectivo principal, ou seja entrar num ambiente proximo dos adolescentes o filme consegue atingir facilmente este ponto.

A sensibilidade estetica de Hardwickie ja foi vista por demais nos seus filmes, principalmente no estilo proprio que deu a Twilight, neste caso volta novamente a se aprumar neste sentido, e que torna o filme um bom exercicio de realização principalmente do ponto de vista estetico.

POr fim o cast, se existe personagem em que Gary Oldman pode fazer reviver o seu bom dracula de Bram Stocket acaba por ser a do malvado padre deste filme, pelo contexto que o filme tras consigo. Por sua vez o tridente de protagonistas denota ainda muita imaturidade interpretativa sendo claro que a escolha esteve mais relacionada com a estetica do que propriamente com a qualidade por estes apresentada.


O melhor - a componente estetica do filme


O pior - O tridente interpretativo


Avaliação - C+

Monday, March 28, 2011

Mars Needs Moms





Pouca gente percebe quando a critica chega a um filme de animação, e isso tem a ver com o facto das expectativas neste tipo de filmes nao ser elevado, pelo facto do seu publico alvo ser tão simples como puras crianças. Contudo com o passar do tempo e com o aumento do numero de filmes do genero a exigencia tem vindo a aumentar. Dai que foi com surpresa que o primeiro avançao da dyney para este acto tenha resultado num rotundo falhanço a todos os niveis, desde logo critico com valorizações perdominantemente negativas, mas o mais surpreendente foi mesmo o desastre comercial, que o torna quase sem qualquer discussao num dos maiores floops de animaçao que ha registo.

O facto de numa era do 3d este filme nao ter adoptado este tipo de registo pode explicar em parcela algum do mau resultado do filme, contudo isso nao chega, efectuar um filme sobre extra terrestres num terrenos que ja foi explorado diversas vezes na animaçao tb nao demonstra muita capacidade de o filme se alinhar para algum momento, e a creatividade tb acaba por ser peça adjacente a todo o filme

Contudo o pior do filme e mesmo a falta de graça natural ou seja nem as personagens nem a historia tentam ser engraçadas ou proxima das crianças as tentativas de humor saem quase sempre por pano furado e o filme ressentesse em larga escala disso, que conduz a que determinada fase do filme a unica coisa que se espera e que o filme nao dure muito mais.

Em animaçao com tantas deficiencias e dificil o filme por si so agradar a quem quer que seja principalmente porque a historia nao e creativa, nao e proxima dos espectadores e dificilmente tem piada, ou seja demasiados contratempos para um filme deste genero.

A historia e simples marte, o planeta precisa de apreender a educar, como tal nada melhor do que vir buscar uma mae do nosso planeta para ser o molde para tudo o resto, esquecem se e que o filho nao desiste assim e parte numa aventura inter galatica de forma a resgatar a mae da posse dos extra terrentres.

O argumento pese embora nao seja muito deficitario em termos de coerencia interna, perde alguns pontos na forma como e criada toda a narrativa e na falta de originalidade da mesma, mesmo as personagens podiam e deviam ser mais condimentadas, mas o grande problema e mesmo a falta de piada natural do proprio filme

Em termos produtivos a opçao por deixar de fora a tres dimensoes, acaba por se tornar por si so um obstaculo que o filme nao consegue ultrapassar, nunca e um filme vistoso do ponto de vista tecnico e muito menos em termos esteticos onde por vezes e demasiado primario.

O cast de vozes nao e exigente, apenas tres personagens ou quatro acabam por ter voz, o que facilita a boa interaçao entre elas, mas mesmo neste particular nada que mereça qualquer tipo de destaque.


O melhor - O simplismo inicial da formula


O pior - A falta de graça propria do filme


Avaliação - C-

Saturday, March 26, 2011

I am number four


Starring: Alex Pettyfer, Timothy Olyphant, Teresa Palmer, Dianna Agron, Kevin Durand
Directed by: D.J. Caruso


DJ Caruso ganhou um espaço consideravel quando sem ninguem esperar lançou um particular Disturbia mas acima de tudo preparou terreno para aquele que iria ser o novo heroi de Micheal Bay ou seja Shia Leabouf. Desta e quem sabe como retoma disso Bay, o produtor ofereceu-lhe uma especie de filme de um grupo de super herois a olhar a longo prazo para a possibilidade de diversas sequelas oferecendo-lhe quem sabe mais um jovem para lançar. Contudo os resultados foram distantes daquilo que tinha conseguido Disturbia, sendo a diferença bastante mais consideravel em termos criticos onde a ma recepçao do filme contribuiu a que comercialmente o filme nao fosse alem daquilo que conseguiu Disturbia, pese embora tenha mais ingredientes e envolva meios completamente diferente do primeiro.
I am number four e daqueles filmes tao basicos nas suas intençoes que podia ser escrito por qualquer aluno do primeiro ano de cinema por entrar em tanto esteriotipo junto. Desde logo em termos do tipico filme de adolescente com a chegada de um novo rapaz a cidade, a curiosidade, os engraçadinhos do futebol, a rapariga gira e o nerd, tudo esta presente nao faltando nada daquilo que e comum pese embora desnecessario a um filme que na verdade e um filme de extra terrestres.
Sim e mesmo no filme de extraterrestres a falta de profundidade e creatividade do filme segue, existe os bons que se encontram simulados na nossa realidade e um grupo de maus sanguinários que tem o seu apogeu quando lançam uma especie de monstros que ninguem sabem ao certo o que são e para que servem.
Ou seja o que começa como um filme normal de adolescentes acaba num disparate envolvendo extraterrestres e creaturas sem qualquer tipo de sentido, para alem de nunca percbermos bem como e que uma personagem que apenas consegue para si perto de 3 minutos ao longo de todo o filme sem qulquer tipo de apresentaçao pode na parte final chamar a si todos os meritos da gloria e do heroismo.
Enfim um exercicio de mau cinema, com muitos meios ao seu dispor e com a ansiedade de os colocar todos em execuçao mesmo que o argumento saia danificado com tanta mistura ao mesmo tempo sem qualquer tipo de creatividade.
O filme fala de um extra terrestre dissimulado da nossa sociedade que o quarto resistente de nove vindos do referido planeta no sentido de nao serem dizimados por uma outra especie, contudo esta procura-os por ordem para por fim a vida destes, contudo o numero quatro tem poderes mais que especiais.
O argumento e uma fantochada em busca do mediatismo e acima de tudo escravo da utilizaçao de todos os efeitos possiveis, contudo para alem disto nao consegue retirar mais de si na exploraçao de uma narrativa mais consistente e acima de tudo num ponto que se torna ainda mais central na forma como as personagens sao basicas e estereotipadas.
Confesso que fui fã da forma de filmar de Caruso em Disturbia ajudado por um guião ainda mais interessante, mas nao me pareceu um realizador de massas, daqueles que sabe o que quer e para onde vai, neste filme perde o seu cunho pessoal para se tornar quase em mais um Micheal bay, o que esta longe de ser meritorio para ele.
Este filme exige muito pouco das suas personagens, talvez um teste ao carismoa de Pteyfer em clara ascençao em Hollywood e que a sua disponibilidade fisica e estetica irao permitir sem dificuldade que obtenha tudo o que quer do cinema, contudo nao se deslumbra uma capacidade interpretativa de eleiçao, num registo onde acaba por ganhar por pouco um Olyphant mais maduro, mesmo que a personagem tambem nao exija mais do que as outras


O melhor - A banda sonora.

O pior - O mix de esteriotipos de generos

Avaliação - D+

Friday, March 25, 2011

London Boulevard

Quando muitas vezes as expectativas de um filme começam a desaparecer quase a velocidade da luz algo de muito grave se passa num filme com tantos aliciantes como este. Aos poucos desapareceu a loucura da estreia, os comentarios relativos a produçao, acabou por nao estrear nem tao pouco ter data de estreia nos EUA, e criticamente como o filme desapareceu das salas pouco ou nada conseguimos registar.
Londo Boulevard e um tipico filme ao estilo Guy Ritchie mas sem qualquer tipo de força muito pelo facto de nos dar um argumento pouco coeso, por vezes confuso, pelas personagens terem falta de objectividade e acima de tudo por dificilmente conseguirmos perceber ao certo qual e o principal objectivo do filme.
O inicio promete com intriga com a presença de personagens fortes e bem criados mas com o desenvolvimento do filme tudo isto se vai perdendo a um ritmo alucinante dividindo se ate ao final em dois filmes distintos um com uma virtude mais romantica que nunca se chega a desenvolver e por outro lado um tipico filme de criminosos que parece sempre limitado no seu alcance.
A historia fala de um ex presidiario que quando regressa ao exterior observa que por um lado nao consegue afastar-s ecompletamente do crime e por outro arranja emprego como guarda costas de uma das figuras mais carismaticas de todo o reino unido.
Em termos de guiao o filme tem dois pontos completamente distintos se por um lado a vertente da ligaçao entre as duas personagens principais cresce inicialmente de uma forma positivo todo o contexto seguinte do filme parece que em momento algum tem alguma relaçao com o restante do filme. O grupo geral das restantes persoangens parecem tao desaproveitados como todo o filme
A realizaçao divide se entre um estilo rebelde principalmente na introduçao do filme com um figurino mais proximo do tipico nos filmes de estudio
Em termos de cast penso que o filme dispensa por completo as boas imagens e quimica que parece existir entre farrel e knigtey para nos dar uma amostra de um registo de personagens que nada tras de fama para qualquer uma das carreiras.

O melhor - O inicio da relaçao entre as persoangens principais

O pior - O embrulhar narrativo de quase todo o filme

Avaliação - C

Wednesday, March 23, 2011

Battle: Los Angeles




Cada vez mais tem sido mais comum, filmes apocalipticos que de alguma forma denunciam o fim da sociedade moderna, pese embora os filmes do tipo serie B sobre invasões de ets sempre foram presença frequente no imaginariu comum dos cineastas em inicio de carreira. Para este filme o unico novo ingrediente para alem de ser um filme de grande estudio centrava-se no facto da acção passar se nas paisagens exocitcas de LA. Os resultados foram duais se criticamente mesmo o pormenor de serie B nao foi levado de uma forma muito positiva, o mesmo nao aconteceu em termos comerciais onde a pouca sedução do filme nao retirou as diferentes pessoas do cinema, no sentido de olharem para este filme.

Devemos dividir a analise deste filme em dois pontos completamente distintos, por um lado em termos comerciais, onde o filme com os bons efeitos especiais nos traz bons momentos de produçao cinematografica, e do ponto de vista narrativo onde o filme e uma pobreza total.

Ou seja a grande parte do filme parece-nos que este nao tem qualquer tipo de personagem ou objectivo na conretização da historia que esta presente no filme, alias tudo parece programado como um jogo de computador onde o unico ponto de interesse vai residir na batalha final.

Outro dos pontos que parece nao benificiar o filme e o facto de nao conseguir quase nunca ser emocionalmente empolgante parecendo um filme de consumo reduzido, sem qualquer tipo de objectivo concreto.

E impensavel no momento em que a creatividade dos guioes se encontra cada vez mais trabalhada lançar um filme tao basico e sem conceito como este, mesmo que em todos os niveis produtivos se nota a força do proprio filme

A historia do filme fala sobre um grupo militar especial e a resposta deste a uma estranha força extra terrestre destinada a por fim a cidade de LA:

o argumento e tao simples e basico como a frase anteriormente referida parece traduzir, ou seja um filme sem historia muitas vezes sem personagens destacadas que funciona como escrava das boas imagens que a momentos nos tras

A realização e o melhor plano de todo o filme. principalmente pelo realismo e força das imagens que nos tras com um ritmo interessante, que fica refem de uma historia com pouco conteudo.

Ver actores como Pena e Rodriguez neste tipo de filme nada surpreende pelas carreiras pouco ambiciosas que cada um deles traz, mas ver Eckhart um dos actores mais em forma dos ultimos anos encabeçar um filme tao limitado, parece um back ao seu inicio de carreira pouco promissor.


o melhor - As imagens


O pior - A falta de conteudo


Avaliação - C-

Friday, March 18, 2011

The adjustment Bureaui


Starring: Matt Damon, Emily Blunt, Anthony Mackie, John Slattery, Michael Kelly
Directed by: George J. Nolfi


A figura cinematografica de Matt Damon nos ultimos tempos tem sido por diversas vezes posta a prova com a liderança de diversos filmes, alguns dos quais que reunem a sua volta grande expectativa. Este filme baseado no poder visionario de Dick, e mais um deste filmes, que estranhamente viu a sua estreia adiada para o inicio do ano, fugindo quase isoladamente da sempre terrivel competição pelos premios. O resultado veio a comprovar que dificilmente teria força critica para entrar em força nestes premios, a nivel de bilheteira as coisas correram melhor demonstrando bem a força comercial das ideias originais.
Confesso desde ja que neste inicio do ano, estava a desesperar com a falta de qualidade da maior parte dos filmes, apenas alguma força de Rango conseguiu fugir a mediocridade da maior parte dos titulos, dai que este filme demonstrou a capacidade de se criar ao mesmo tempo filmes creativos e originais com força para surpreender e dar luz ao mais desacreditado dos espectadores
Este filme com um tema esquisito e na sua genese um filme peculiar, mas rapidamente a a~scende aquilo que os grandes filmes tem de ter, desde logo uma boa narrativa acente numa ideia bem montada, depois um estilo proprio que nao necessita de recorrer a grandes efeitos especiais para ter um conteudo estetico de eleição, e por ultimo nos promenores particulares dos filmes acertar em quase todos eles, como quimica entre personagens, humanidade dos viloes mesmo quando nao o sao, e acima de tudo dialogos de eleição.
Os unicos e pequenos pontos negativos e na pouca exploração de duas fases, primeiro do inicio da relaçao pouco construida, que acaba por se perceber com a ideia do destino que empregue, mas a resoluçao final parece demasiado solta e pouco cimentada, pese embora o final nao podesse ser diferente.. Tudo isto nao poe em causa o valor integral do filme, de uma das melhores obras ate ao ano, e dificilmente saira desta lista.
O filme fala de um candidato a senador, que apos perder as eleiçoes encontra-se casualmente com uma jovem bailarina, lançando uma quimica evidente entre ambos. nessa altura o destino fica trocado, havendo uma luta pelo amor de ambos e aquilo que o destino e os seus agentes têm para ambos
O argumento tem tudo o que um grande filme tem de ter, desde logo a originalidade da ideia de base, cimentada em personagens crescidas engraçadas que funcionam bem em simbiose, apenas perde algum ritmo na forma como conlclui toda a historia
A realização e daquelas que devemos olhar com o merito proprio pois consegue ser quase perfeita e esteticamente de eleiçao com um simplismo proprio de que nos diz que muitas vezes a creatividade esta na imagem natural de tudo que nos rodeia.
Em termos de cast, Damos mesmo sem grande exigencia lidera com clareza um tipo de personagem que lhe acenta bem, Blunt combina bem com ele, melhor do que nos momentos isolados do filme, Stamp ja nao tem a vitalidade que o filme merecia.

o melhor - a originalidade de um argumento de eleiçao

o pior - os atalhos da conclusão

Avaliação - B+

Wednesday, March 16, 2011

Drive Angry





E sabido que Nicholas Cage ultimamente tem passado por diversas crises de ordem financeira o que leva a que não consiga recusar qualquer papel que lhe é entregue. COntudo este inicio de ano tem sido completamente deprimente para um actor que em meados da ultima decada foi das figuras mais fortes do cinema contemporaneo. Inicialmente com o pessimo Season of Witch, e agora com este Drive Angry, que pese embora não tenha sido o desastre critico do primeiro, tornou num dos maiores floops da historia com resultados humilhantes de bilheteira, desaparecendo em uma questão de semanas dos cinemas norte americanos.

Drive Angry tem um unico ponto positivo a seu favor, ou seja tem estilo proprio de um tipico filme de serie B quase satirico perante os grandes filmes de acçao embora surja a duvida se as pessoas que realmente estavam a fazer o filme tinham noçao disso, ou aquilo era realmente a ideia que quem estava a fazer um filme com seriedade.

Drive Angry e daqueles filmes que por vezes pensamos que podia bem entrar no que chamamos Grindhouse, principalmente pelo argumento ja que a forma de ser realizado em 3d desmancha por completo qualquer tentativa de se aproximar do genero.

De interesse muito pouco a nao ser uma sequencia sem fim de imagens violentas, de personagens soltas completamente desinteressantes e acima de tudo com o unico objectivo de oferecer sequencias de violencia intercaladas com perseguiçoes de baixo nivel.

o filme fala de um vingador que tenta se vingar da morte da sua filha as maos de um grupo satanico, a isto junta se uma figura mais proxima do diabo, que poucos ou quase ninguem consegue perceber o seu real efeito na historia.

O argumento pode ser visto de duas formas, se o objectivo era homenagear a serie B tipica do cinema norte americano entao a aposta foi conseguida, se era tentar efectuar uma obra de raiz, a ausencia de persoangens com multi dimensao e principalmente a escassez de dialogo e fluidez narrativa, fazem com que o filme nao consiga mais que isto.

A realizaçao em 3d ganha por ser algo original na forma com que utiliza esta ferramenta, com alteraçoes ao comum padrao deste tipo de cinema, nem sempre e bem filmada mas por vezes isto oferece algum estilo proprio a um filme que nao poderia ganhar por outros pontos.

Nicholas Cage esta talvez no pior momento da sua carreira, sem animo e entusiasmo nas suas personagens, mesmo quando elas conseguem ter algum carisma, neste caso nao tinha forma de evoluir pois a personagem e tao basica que nem dialogos lhe consegue dar. Flitchner entra numa dimensao proxima da que adoptou em Prison Break e Heard encontra se ligada ao filme exclusivamente pela sua aparencia fisica.


O melhor - O mini grindhouse de algumas partes do filme


O pior - Penso que isso nao seria o objectivo do filme


Avaliação - C-

Tuesday, March 15, 2011

Just Go With It


Adam Sandler ha cerca de dez anos que conseguiu se impor como uma das maiores referências em termos do humor norte americano, nao so quando protagoniza os seus filmes mas tambem a lançar outros humoristas de menor renome. Contudo os resultados sao distintos quer seja ele quer seja os outros. PAra este ano para alem de todos os ingredientes habituais surge a pareceria com outra das figuras mais conceituadas em termos de comedia romantica, ou seja Jennifer Aniston. Os resultados encontrados pelo filme foram duais, se em termos criticos as coisas correram mal, com criticas muito pesadas e negativas para o filme, ja em termos comerciais as coisas foram mais normalizadas, com resultados minimamente positivos que o situa num dos filmes mais rentaveis deste inicio de ano.

E sabido que Sandler nem sempre faz filmes muito coesos ou ricos na totalidade da sua dimensao, ainda mais quando por vezes tenta ser satirico em pequenas coisas, contudo neste filme o desastre e total em todos os pontos, e ate mesmo na critica a cirurgia plastica em principio o objectivo mais facil do filme, consegue ter graça nas sequencias que cria.

O grande problema do filme e a falta de qualquer tipo de aproximaçao à realidade, ou seja parece sempre um queijo suiço nos momentos fundamentais de todo o filme, desde logo na relação central do filme, de imediato passamos de uma apresentaçao a uma relaçao platonica, e mesmo em todas as outras acaba por cair no mesmo registo

Tambem em termos de humor tudo e extremamente mal trabalhado, ou seja as piadas são pouco construidas quase sempre ja utilizadas em diversos filmes anteriores de Sandler, mesmo em termos de personagens nao me recordo de uma pobreza e de um exagero irritante nos filmes anteriores de Sandler que ultimamente vao se degradando demonstrando uma clara crise creactiva do realizador.

O filme fala de um cirurgiao plastico que para facilitar o seu relacionamento com mulheres finge ser casado e vitima de violencia por parte da sua parceira, contudo um dia apaixona se a serio, e neste momento a sua mentira toma conta da sua realidade, ate que nessa altura se aproxima da sua assistente, que finge na sua historia ser a sua ex mulher.

O argumento e das narrativas com mais buracos em termos de comedia dos ultimos tempos, mesmo nao sendo um genero exigente em termos de coesao existe limites minimos que um filme que quer alguma dimesao deve adoptar, e neste caso nao consegue tudo parece remendado no proprio filme, com personagens criadas num exagero irritante e situações que quase nunca conseguem ser engraçadas.

A realizaçao e o habitual, alguns truques de camara para fazer funcionar uma ou outra situação tipica do cinema de Sandler, e pouco mais, apartir do momento em que começa a funcionar no Havai as personagens ficam para segundo plano em deterimento da maravilha turistica de resorts daquele centro de ferias

Em termos de cast, Sandler e Aniston estao nas suas personagens naturais, se no primeiro a determinada altura pensamos que poderia entrar num registo diferente e funcionar, a algum tempo que para nos e principalmente para ele essa ideia foi abandonada, para pena da sua carreira. Aniston nunca foi diferente e talvez nunca arriscara. Mas o completo desastre esta na presença de uma vencedora e este ano nomeada para o Oscar Kidman, para se ganhar credibilidade em Hollywood a presença em filmes deste genero nada de bom tras, ainda pior se nos dao uma das persoangens mais irritantes e vazias que ha memoria em termos de comedia.


O melhor - O british da pequena protagonista


O pior - A falta de humor e graça de todo o filme


Avaliação - D

Saturday, March 12, 2011

Hall Pass


Nos ultimos anos, e pese embora ultimamente tenham perdido alguma da irreverencia inicial, o certo e que os irmaos farrely passam esta primeira decada com uma posiçao forte no mundo da comedia, pese embora comercialmente e criticamente as coisas tenham tornado menos relevantes, o certo e que a momentos a desconcertaçao provocada por historias estranhas dao sempre nova motivaçao para os seus filmes. Talvez no filme com o seu argumento mais normal o resultado nao foi o esperado principalmente comercialmente onde nao foi alem de uma mediania declarada. Quanto ao valor critico o filme acabou por ficar no mesmo monte que a maioria das comedias lançadas ao longo de todo o ano.
Hall pass podera se assumir como um filme que abre o jogo sobre a forma dos sexos estarem numa relaçao, contudo nunca consegue fazer com que o filme consiga ser uma expansao de humor, alias grande parte das vezes o filme entra com pressao numa serie de sequencias humoristicas que nem sempre conseguem resultar. Ao contrario da maior parte dos filmes de Farrely temos um filme mais calmo, mas acima de tudo temos um filme mais vulgar, sem o cunho de autor que sempre quiseram mostrar, a nao ser os momentos mais sexualizados do filme.
Tambem nao podemos dizer que a maior parte do humor e actualizado, e pese embora na parte final consiga ter consiga ser emocionalmente intenso penso que nesse momento o filme ja se encontra preso a um registo mais leve, mas ao mesmo tempo mais proximo daquilo que era comum nas comedias de rapidez que eram comum nos anos oitenta.
O filme fala de dois casais sustentados, que apos diversas conversas por parte dos elementos masculinos, resolvem tirar uma semana de ferias da vida de casado, sem qualquer compromisso, o que leva em formas diferentes deles e delas funcionarem em relaçao ao fenomeno
Dos argumentos que ja vimos utilizar os irmaos farelly e talves a historia de longe mais convencional de todas, pese embora por momentos humoristicamente isolados acaba por nao o ser. As personagens iniciam pouco trabalhadas mas na parte final conseguem ganhar mais dimensao que tambem acontece com o desenvolver do filme. Do ponto de vista de humor o filme poderia ser mais funcional, quase nunca consegue ser eficaz nas suas proprias piadas.
A realiaçao dos Farelly tem pontos comuns ao longo de toda a sua obra, a diferença de prespectiva muitas vezes utilizadas e interessantissimo, e eles fazem resultar com humor grande parte das vezes, do resto pouco ou nada a registar.
Falar de comedia e de WIlson e como falar de peixe na agua, uma vez que as personagens que lhe dao sao quase sempre muito semelhantes e naquilo que ja se espera dele, tem bons momentos, principalmente com alguma maior calma menos comum no seu trajecto, mas esta longe de ser uma prova de fogo, tudo o resto um pouco sem chama como o filme.

O melhor - A forma sincera que as personagens crescem ao longo do filme

Avaliação - Como comedia raramente tem graça

Avaliação - C+

Country Strong


Starring: Gwyneth Paltrow, Tim McGraw, Garrett Hedlund, Leighton Meester, Marshall Chapman
Directed by: Shana Feste


No final do ano passado surgiu um pequeno filme sobre Coutry Music que por momentos chamou a si a atençao, principalmente por trazer outra dimensao de actores com algum conceito como Paltrow e chamar atençao para os dotes vocais destes. Pese embora ambicionasse nomeaçoes, o certo e que nada conseguiu para alem da musica, apesar de valorizaçoes medianas. A estreina na primeira semana do ano, nao conseguiu implsionar o filme para uma boa carreira comercial, ficando longe do sucesso.
O primeiro ponto que necessitamos de avaliar no filme e a sua produçao e realizaçao ou seja para um filme que ambiciona estar na corrida por alguma coisa efectuar uma produçao em registo telefilme nao permite certamente que o filme tenha o alcance necessario, o que acontece para este filme.
Depois a nivel de narrativa, ao tentar entrar dentro do mundo da musica e dos bastidores da-nos pouco mais do que aquilo que imaginamos ou seja perde sempre demasiado pelo excesso de esteriotipo de determinadas situaçoes, contudo salva alguns momentos com os bons momentos musicais que poe de lado alguma falta de dimensao das persoangens sempre demasiado sombrias a esconder aquilo que pensam que realmente sao.
Nao e daqueles filmes que conseguem seduzir o espectador, mesmo com a dimensao romantica que a determinados momentos parece querer arrancar, contudo mesmo nesses pontos nunca consegue concretizar mais do que pequenos momentos.
O filme fala de tres cantores country e um manager numa tour, onde as relaçoes pessoais e as dificuldades das mesmas muitas vezes ultrapassam os limites de cada um tendo o palco como a forma mais facil de comunicar.
O argumento e demasiado parado e sem grande creactividade, a forma como passa do musical ao tragico tambem nao nos parece muito bem semeado ao longo de toda a narrativa que perde acima de tudo por nao conseguir que as personagens se apresentem ao espectador.
A realizaçao do filme e dos pontos menos trabalhados de toda a obra, principalmente porque quer lhe dar o caracter de telefilme que e tudo menos esteticamente bem produzido, ou seja muitas vezes parece impossivel ver actores tao conhecidos numa filmagem tao amadora.
Em termos de cast parece nos desde logo importante realçar a forma musical de todos os protagonistas, pondo em segundo plano as personagens ou interpretaçoes de cada um, mesmo assim o filme e creado para Paltrow demonstrar os padroes que lhe valeram o oscar, contudo nao me parece, como nunca pareceu que seja um actriz de eleiçao

O melhor - A voz dos actores

O pior - A realizaçao

Avaliação - C

Rangoi


Starring: Johnny Depp, Isla Fisher, Abigail Breslin, Ned Beatty, Alfred Molina
Directed by: Gore Verbinski


E estranho olhar para alguem sempre habituado a fazer filmes de carne e osso, e de repente surge nos um filme de animaçao particular, ainda para mais quando coloca de lado entre outras coisas o 3d, ou seja que argumentos teria etse filme para triunfar num terreno comercial onde a exigencia e maxima. Ora bem a aposta centrou-se na figura de Depp como voz da personagem que da nome ao filme e depois num registo nunca antes trabalhado. Os resultados nao podiam ser melhor com crticas e bilheteira do melhor neste inicio de ano, sem comparaçao com qualquer outro titulo que ja teve luz neste inicio contorbado de ano.
Rango e mais do que um filme de animaçao e um filme completamente diferente na sua origem na sua forma de fazer uma animaçao que pese embora seja quase sempre adulta, por vezes torna-se bem proxima dos mais pequenos. A creatividade de tentarem efectuar um western spaghetti com todos os condimentos num filme com animais peculiares torna se assim um grande trunfo do filme, que nao se preocupa em colocar personagens esticamente bonitas nem precisa delas para fazer o filme resultar junto de crianças e graudos.
Tambem em temos humoristicos tem bons momentos e acima de tudo num registo de humor que nem sempre e esperado, ou seja o filme muitas vezes consegue surpreender ainda mais do que a sua formula ja o faz, e torna tudo mais vivo, numa agradavel surpresa, tornando-se num dos melhores filmes deste inicio de ano pela envolvencia e carisma que consegue trazer.
A historia fala de um lagarto que se ve preso no deserto, momento em que chega a uma pequena colonia de outros animais neste meio, onde a agua escassa e a luta pela sobrevivenca nao e propriamente facil, Aqui todos os ingredientes de um filme western, amizades, duelos, combates, viloes, e luta.
O argumento e a mais valia do filme ao conseguir incutir num filme de animaçao quase tudo que e necessario para um filme Spaghetti, As personagens sao interessantes e acima de tudo bem caracterizadas. Em termos de moral talvez esta seja algo politica de mais e distante do publico obvio no caso concretos os mais pequenos, mesmo assim para os adultos para alem de interessante e actual. Tambem em termos de humor o filme acaba por conseguir os seus objectivos.
Em termos produtivos temos de salientar o excelente trabalho do realizador numa quase estreia no genero, com uma produçao ao mais alto nivel de animaçao, contudo perde por vezes em dar alguma noçao de realismo principalmente na dificuldade que existe em perceber que tipos de animais sao alguns dos personagens
Em termos de vozes e uma vez que apenas acedi a versao portuguesa onde o trabalho e sempre menos facil de aperciar nao farei qualquer comentario.

O melhor - A ideia do western dentro da animaçao

O pior - Um pouco confuso na parte para crianças para adultos

Avaliação - B

Wednesday, March 09, 2011

The Dilema








E sabido que o caminho que Ron Howard seguiu como academico tem normalmente intervalos no qual tem o objectivo de tentar entrar num terreno mais suave, ou seja o da comedia, contudo nem sempre e facil este ponto ter os resultados pretendidos, principalmente criticos onde neste campo tem sempre muita mais dificuldade de impor os seus filmes. Dai que seja de estranhar pese embora o realizador em causa que este filme estreasse silenciosamente no cinzento mes de Janeiro, com pouco ou nada a declarar. O resultado foi uma mediania total em termos criticos onde ficou a anos luz do que consegue em termos dramaticos, mas acima de tudo comercialmente onde o filme podia apostar a mais longo termos.


O grande problema do filme e ser considerado sem qualquer tipo de reserva uma comedia, e obvio que com determinadas sequencias e acima de tudo com determinados tipos de actores e quase impossivel efectuar um filme serio, e nem Howard parece ter em algum momento essa pertençao, contudo o filme nunca tem argumentos humoristicos para ser um filme engraçado, nem sequer parece lutar muito por esta questão.


Outro dos problemas que o filme tem e contextualizar mais o sentido de amizade entre os protagonistas, a relaçao caracterizada no filme é quase sempre mais homossexual do que propriamente de uma amizada fortalecida. Este tipo de dificuldades fica ainda mais inerente na propria relação amorosa, entre personagens.


Os bons pontos do próprio filme são mesmo o facto de tocar num ponto importante no ponto de vista relacional, ou seja principalmente na forma como traduz as relações na base da confiança, e a im'ortancia deste ponto no desenvolvimento de tudo o que podera evoluir numa relaçao proxima.


O filme fala de dois velhos amigos, que de repente tem um negocio relacionado com a venda de carros, ate que a determinada altura um deles observa a mulher do outro num relacionamento extra conjugal. E começa o dilema entre contar ao amigo, ou arriscar se a perder a amizade deste.


O argumento nao é do mais forte possivel, principalmente em termos humoristicos, uma vez que tenta ser demasiado preso a um genero que Howard nao se sente tao a vontade. As personagens por vezes parecem nao querer evoluir, nem que o interesse do filme seja que estas consigam dar mais de si

Em termos de realizaçao ja vimos um Howard creador, e nao um Howard em serviços minimos quase como tarefeiro de um filme que por vezes demonstra pouco ou nada acarinhar. Nao tem garra e quase que passa por um filme de um iniciante.

Em termos de cast, a escolha na dupla comica, permite que o filme consiga se afirmar neste genero, mas faz com que o filme nao consiga ser mais do que um filme simpatico, mais por James do que propriamente por Vaugh que me parece mais integrado noutro registo, Ryder e Connely sao completamente desprediçadas num filme cujas personagens nada tem a acrescentar ao filme, e por fim um surpreendente Tattum, a demonstrar que pode funcionar numa comedia, e que salvaguarda um pouco a imagem estatica que construiu em filmes mais recentes


O melhor - A personagem Zip


O pior - Ser um filme demasiado vulgar para Howard


Avaliação - C

Tuesday, March 08, 2011

How do You Know


James L Brooks e um dos comediantes, e autores do comedia mais conceituado de todo o historial dos ultimos vinte anos do cinema. Dai que era com expectativa que se aguardava o seu mais recente filme, ainda para mais que trazia consigo o seu companheiro de longa data Jack Nicholson. Os resultados contudo foram decepcionantes quer do ponto de vista comercial onde ter se envolvido com os grandes filmes das ferias de verao acabou por ser desastroso mas acima de tudo no ponto de vista critico onde pela primeira vez no seu historial nao conseguiu convencer alguns dos seus maiores fas, ou seja a critica especializada.
E obvio a olhar este filme que estamos perante uma obra pouco abençoada do seu criador, alias a determinada altura parece impossivel que estejamos perante o mesmo autor que nos trouxe entre outros filmes Melhor e Impossivel, principalmente porque o filme e vazio, ou seja ao tentarmos expremer o filme e todos os seus personagens quase nada de relevante ou qualquer ensinamento sobra.
O filme nao tem graça, os dialogos sao trapalhoes as personagens desinteressantes conseguindo Brooks dar o ar da sua graça a espaços e na personagem que menos potencia poderia ter, no caso concreto a de Owen Wilson. De resto uma serie de tiques de personagens que nao tem intensidade nem chama para convencer o espectador da qualidade do filme, que parece sempre sem, rumo, ate mesmo ao ponto final de si proprio.
O filme fala de uma ex jogadora de softball que com o aproximar do fim da sua carreira ve se num triangulo amoroso com um atleta e com um jovem gestor ha beira de um ataque de nervos.
O argumento e a grande falha de todo o filme, nao so no facto de nao conseguir nos dar boas personagens, mas acima de tudo ao nao conseguir fazer prespectivar um bom desenvolvimento narrativo, quase sempre demasiado pastoso.
A realização e do mais basica possivel, pensa bem na forma como quer filmar as personagens mas fica a sensaçao que nem sempre retira o melhor destes planos, principalmente por algumas falhas dos interpretes centrais.
O cast a partida bem encaixado naquilo que o filme quer acaba pro ser a grande desilusao de todo o filme, principalmente no duo de protagonistas, desde logo um Rudd sempre demasiado semelhante, sem conseguir demonstrar qualquer tipo de preparaçao para outro papel, o que demonstra ja algum exagero em tantos papeis do mesmo genero. Witherspoon funciona melhor numa comedia que lhe de mais dinamica e mais rigor, aqui parece sempre demasiada presa a estatica personagem. Wilson dentro do seu genero com a melhor personagem do filme, que encaixa perfeitamente no que ele e como actor. Nicholson precisou de chegar ao fim da sua carreira para ter um papel completamente insignificante

O melhor - Dois gags de Wilson

O pior - A falta de caminho da historia

Avaliação - C-

Sunday, March 06, 2011

Unkown


Se existe filme que marcou nos ultimos tempos a carreira de Liam Neeson, foi Taken, onde demonstrava capacidade e carisma para por a seu cargo todo o protagonismo de um bom e ritmado filme de acçao, talvez por isso seja novamente a aposta para protagonizar mais um filme de acçao trepidante cujo o titulo e uma unica e exclusiva palavra. Contudo os resultados foram algo distintos se em termos criticos a mediania dos dois nada ou pouco contrasta, o sucesso surpreendente que se tornou Taken, nada tem a ver com os resultados normativos apresentados por este filme, e pese embora a chancela de Joel Silver, o filme nao conseguiu mais do que o normal nos filmes de acçao do principio do ano.

Olhando para o trailer prometia muito este filme, nao so em termos de acçao onde sabemos que silver como produtor se movimenta como poucos, mas acima de tudo em termos de intriga e de suspense, pois bem neste particular e pese embora a boa conslusao do filme, pensamos que tudo torna linhas demasiado faceis, perdendo grande parte da concentraçao do filme na tentativa de oferecer bons momentos de acçao com perseguiçao e assassinatos em vez de condimentar mais um argumento que poderia ser mais apetrechado em algumas pontas soltas.

Mesmo assim estamos perante um cinema de acçao de primeira escala, numa especie de policial sem policias com um ritmo interessante e capaz de na parte final conseguir surpreender o espectador com uma conslusao que apesar de nao ser totalmente surpreendente encaixa bem em tudo que o filme oferece ate ao momento.

O grande senao do filme e que e demasiado repetitivo ate conseguir desenvolver as pontas da propria historia ou seja durante o miolo do filme, com mais de uma hora de duraçao nada nos e dado relativamente a intriga do filme que passa sim pela parte mais fisica e claramente mais deficitaria de todo o filme

A historia fala de um cientista que apos um acidente observa que tudo mudou na sua vida e ninguem o reconhece com a identidade que julga ter, procurando uma luta completa pela recuperação da sua identidade.

O argumento pese embora na sua estrutura e no seu desenvolvimento seja maduro e coerente, perde alguma intensidade ou nao aproveitar de forma mais completa tudo que a historia base lhe podia dar, ficando a sensaçao que poderia ir mais alem na intriga e nos jogos de interesses que estaria por tras de tudo. Para alem deste facto muito pouco desenvolvimento das personagens, se na principal tudo e entendido na parte final, nas outras e mais complicado de perceber

A realizaçao a cargo do cinesta espanhol Serra, que ganhou mediatismo no cinema de terror, demonstra bem as influencias ao nao conseguir ir para alem de cores sombrias, o que da uma toada mais noir ao filme, que pese embora fique bem na maior parte das sequencias por vezes exagera, mas nao condiciona o bom desenvolvimento do filme

Em termos de cast depois de Taken seria facil pela disponibilidade fisica e frescura de neeson este ser uma aposta para o cinema de acçao e mais uma vez ele consegue dar ao filme aquilo que precisa, embora pensamos que o inicio da sua carreira nos daria um actor mais completo e para outro tipo de cinema. A sua beira duas loiras mais conhecidas pelo aspecto do que propriamente pela qualidade interpretativa Kruger com carisma suficiente para a sua personagem Jones ainda a procura do seu espaço no grande ecra


O melhor - A conlusão do filme


O pior - Perder-se em preseguiçoes quando o argumento poderia render mais


Avaliação - B-