Tuesday, December 07, 2010

My Soul To Take




E geral em holywood considerar sem qualquer tipo de reservas Wes Craven como um dos maiores criadores do cinema de terror contemporaneo. Responsavel por sagam milionarias como pesadelo em Elm Street ou mesmo Scream, o certo e que entre esses filmes tem surgido muitos outros que nada tem a ver com o sucesso verificado e que nao são dignos de alguem tão respeitado. A forma como saiu este pequeno filme, quem sabe um aperitivo para a proxima saga de scream que saira no proximo ano, deixa isso em aberto, nao so pelas pessimas criticas que recepcionou, mas tambem pela frustrante carreira comercial, terreno onde tudo parece sempre correr melhor.

Fazer um filme como este, sobre um homicida em serie com cariz espiritual nos dias que corre parece um total desaproveitamente de recursos principalmente quando nada de novo e trazido para cinema actual. Tudo e demasiado primario, mesmo o terror acaba nunca por emancipar, tudo e demasiado logico ou despreocupado, a forma como as personagens vao ganhando e perdendo protagonismo tambem acaba por se tornar o filme vazio e algo perdido dentro de si.

Wes Craven gosta de adolescentes, mas este facto torna os filmes quem sabe demasiado futeis e vazios limitando o alcance dos mesmos, mesmo assim dos poucos pontos positivos do filme acaba por ser a satira inicial relativa aos factos que estao na origem de todo o filme, o que so poderia acontecer num filme para adolescentes, que alias o realizador sempre assumiu ser o seu publico alvo.

A historia fala de um assassino cuja alma e possuida e acaba por matar toda a sua familia e fugir, dezasseis anos apos o seu desaparecimento uma serie de homicidios acabam por acontecer na mesma região.

O argumento e do mais basico e pouco original que ha memoria, sem qualquer preocupaao com qualquer tipo de congruencia o filme e o tipico body count ate ao confronto final, logo se percebe onde esta o problema e ate consegue se prever o seu alcance final, num vazio quer de personagem quer de dialogos.

A forma como Craven realiza tambem ja teve melhores dias parece destreinado e desmotivado, nao existe ritmo nem vivacidade, mesmo os truques de camara desapareceram completamente de um filme, que nem parece feito por um considerado mestre do terror.

Em termos de cast um total leque de jovens desconhecidos a procura do seu momento de fama, contudo muito pouco a salientar num filme todo ele de baixa divisao, e provavelmente nenhum conseguira dar o salto para o patamar da visibilidade.


O melhor - Nao entrar muito pelo para natural


O pior - Wes Craven num filme tao basico


Avaliação - D

You Will Meet a Tall Dark Stanger




É normal considerar Woody Allen uma das figuras mais emblmeaticas do cinema contemporaneo, mesmo que nos ultimos anos tenha repartido a sua filmiografia em dramas ou filmes que fogem da sua rotina normal de filmes de muitas personagens, excentreico e com uma moratoria apurada, com o seu cinema de comeida habitual de falas rápidas e situações do dia a dia. Para este ano e apos o sucesso de Vicky Cristina Barcelona, e novamente com o apoio espanhol surgiu este pequeno filme, mais envolvido no cinema comum de Allen, contudo a resposta esteve longe de ser a esperada, tendo Allen tido o seu segundo fiasco seguido, quer citicamente onde nao foi alem do vulgar, mas comercialmente sendo pela segunda vez colocado de lado dos mercados mais expansivos.

Olhar para este filme e observar um regresso ao mais natural e ao mais Allen que se pode imaginar, um conjunto de personagens todas elas de mal com a vida, a tentar recuperar momentos perdidos, e acima de tudo a velocidade dos dialogos, contudo o filme perde desde logo pela falta da presença do proprio Allen habitual quando os filmes assim são. Contudo este registo parece ja estar gasto e nao vimos em Allen nenhuma capacidade de fazer render mais este peixe, com qualquer actor que seja.

Para alem disto dos filmes que ja vi, este e de certeza um dos com menos conteudo quer estrutural quer mesmo do plano de fundo, quase nunca consegue ser engraçado ou mesmo interessante nas vivencias que tras, e a determinada altura o filme e tao condensado que acaba por nao ter saida resultado num dos piores finais que me lembro de um filme de um realizador tao conceituado.

Salva-se alguns momentos das personagens, principalmente da de Hopkins e a sua relaçao com o envelhecimento, tudo o resto tem muitos pontos perdidos e isso nao dá andamento ao proprio filme.

O filme centra-se uma familia e no seguimento efectuado por dois idosos apos o divorcio e a forma diferente como encaram a situação, este facto tem ainda consequencias para a filha do casal e no seu relacionamento com um escritor com mau feitio. Amores e desamores a moda tipica de Woody Allen.

Em termos de argumento o nova iorquino ja teve momentos mais felizes ultimamente principalmente quando foge deste registo mais comum em si. Neste filme perde porque nao consegue dar a profundidade natural as situaçoes, as personagens, e mesmo os dialogos nao estao ao nivel que normalmente nos habituou.

A realização de Allen esta mais teatral do que nunca, o que nao e um aspecto que de todo seja negativo no filme, a forma como segue as personagens como se de uma sitcom se tratava acaba por se tornar a melhor opçao ao longo de todo o filme.

O cast mais recheado do que nunca tem em Watts e Brolin, boas interpretações pelo caracter intenso e explosivo que dao as suas personagens sempre no limite, aspecto que parece renascer a primeira para os bons papeis, e o segundo num bom momento de forma que perdura a alguns anos. Hopkins num papel mais veterano, pouco exigente e Pinto e Banderas mais relacionados com o carisma e presença fisica do que propriamente pela sua qualidade enquanto actores.


O melhor - A realizaçao de Allen


O pior - A falta de profundidade da historia



Avaliação - C

Monday, December 06, 2010

Unstoppable




A ligação entre Denzel Washington e Tony Scott tem sido tão grande como a de Burto e Deep, com a diferença que no segundo caso a variedade de argumentos e filmes e bem maior. Ou seja se olharmos para os ultimos quatro filmes de Scott encontramos em todos eles um paralelismo total entre a forma de realizar, o argumento e acima de tudo na personagem de Washington e embora pareça facil assumir que o filme tem sido aperfeiçoado, os resultados vão em sentidos tambem ele semelhantes principalmente em termos comerciais com resultados positivos sem deslumbrar. Criticamente contudo neste ultimo filme as coisas correram ligeiramente melhor, normalmente nao saem da mediania mas com este unstoppable as coisas correram para valorizações a maior parte delas muito positivas

É facil assumir a loucura do realizador por meios de transportes, ja foram avioes, carros, metro e agora mesmo um comboio como maior ameaça. Para quem viu o ultimo filme do realizador existe muito pouco de novo, ou seja quase so muda o contexto onde o filme ocorre, e podemos tambem dizer que a personagem de washington poderia mesmo ser a mesma. Isto por um lado faz com que o cinema actual de Scott esteja demasiado previsivel, contudo o filme ganha claramente ao primeiro desde logo pela intensidade impressa, nao para um segundo sem espaço para tempos mortos num filme claramente mais curto.

A ligação que depois Scott consegue incutir neste filme entre as personagens e bem mais forte do que nos ultimos filmes e o filme ganha poder comercial com este feito aproveitando alguma sensibilidade que acabou por tornar scott famoso. Scoot esta longe de ser um creativo, alias os seus filmes normalmente sao aquilo que esperamos, contudo como obreiro de obras planas poucos conseguem chegar ao seu patamar e longevidade.

Perde pelo tantativa de ser demasiado serio, a determinada altura faz falta ao filme algum humor, que zsabemos que pode ser utilizado, mas o facto de tentar ser o mais factual retira esta possibilidade.

O filme fala de um erro humano que faz com que um comboio recheado de material inflamavel se encontre descontrolado e sem qualquer tipo de piloto pondo em risco as populações e dois maquinistas de um comboio menor, que tem de lutar pela sobrevivencia sua e da população.

O argumento e demasiado preso ao basico em filmes de acção nao perde tempor em grandes dialogos ou grandes rasgos de creatividade nem tao pouco artilha as personagens, tenta ser eficaz em ser o mais intenso e ritmado possivel para o publico e acaba por conseguir.

Scott ganhou nos ultimos tempos uma forma de filmar muito proprio, com um estilo que se esta a tornar inconfundivel na forma de fazer filmes de acção onde o movimento da camara e a sua rebeldia sao o mais visivel, contudo neste filme a determinado ponto muda a estrategia e para bem do filme com a opçao quase total por uma cobertura televisiva do proprio filme, que permite um contexto proprio ao filme, e permite que este adquiria alguma originalidade e personalidade.

Em termos de cast pensamos que Scott continua a nao aproveitar bem Washington em personagens demasiado lineares, neste filme e a personagem estereotipo que parece ter criado, onde nada muda so os restantes elementos. O heroi de acção aqui fica a cargo de Pine, um jovem actor em ascenção que passa no teste de carisma para assumir para si um filme de estudio de acção. Dawson tem a frescura necessaria para o papel.


O melhor - A cobertura televisiva dentro do proprio filme


O pior - Ser mais do mesmo, mesmo que mais forte


Avaliação - B-

Get Low




O ano passado em pleno festival de Toronto houve um filme que colocou as atenções em si, foi este Get Low, a critica mais especializada colocoou-o de imediato nos candidatos naturais aos oscares desse ano, mas problemas na distribuição do filme adiaram-no para este ano. Onde o tempo apaga algum do mediatismo, as chances diminuiram. Talves tambem a recepção no festival foi claramente mais vistosa do que a geral, onde tudo foi mais dividido, para um pequeno filme que aos primeiros claroes se viu envolvido em grande. Comercialmente pouco a dizer de um filme pequeno de baixo orçamento que quase ninguem viu.

Get Low e um filme particular, daqueles filmes que roda e tem toda a sua vida à volta de uma unica personagem concreta, para força propria do filme a personagem e interessante tem uma vida surpreendente e caracteristicas de personagem que faz o filme ter muito por onde andar. A ideia um pouco estranha tambem acaba por se tornar naturalmente o coraçao do filme, desde logo pela peculariedade do mesmo sobre uma pessoa que quer fazer o seu funeral enquanto vivo, para poder ser ele a dizer a sua vida.

COntudo o filme perde apenas em alguns tiques mais assumidos dos filmes independentes, desde logo pelo ritmo demasiado brando a determinada altura que deixa por exemplo algum teor de comedia que o filme assume no seu inicio cair por terra, e depois pelo obvio desfecho do filme alias tudo e algo previsivel, mesmo que na maior parte do tempo as coisas saiam bem ao realizador.

O filme fala de um velho mistrioso personagem que se torna uma urban legend da cidade, contudo por tras de si existe uma historia e um porque, aos poucos este começa a preparar a sua festa de funeral, quando decide oferecer a uma das pessoas o incrivelt terreno que construiu.

O argumento tem tanto de simples como de peculiar, alias a determinada altura a naturalidade de tudo faz nos esquecer de ideia tao bizarra que se encontra visivel no filme. Em termos de personagen e um filme que nao se deixa ficar pela riqueza natural da personagem central trabalhando bem as secundarias principalmente a interpretada por Murray

EM termos de realizaçao, um filme de epoca tem sempre algumas dificuldades e mesmo sem deslumbrar recordamos que para um estreante a este nivel podemos considerar satisfatorio todo o trabalho demonstrado, talvez sem força para chegar aos oscares mas quem sabe um bom prenuncio para o futuro.

EM termos de cast de longe o plano mais forte do filme, temos um Duvall que pese embora a idade parece caminhar para um reconhecimento mais forte de fim de vida, ja assim pareceu em The Road, mas aqui deve caminhar para mais uma nomeaçao num filme que comanda em toda a linha, numa das melhores prestaçoes do ano. Ao seu lado tem um Murray no seu estilo caracteristico, que por vezes e aperciado mas que da alguma ligeireza ao filme, que ganha com este facto. De registar o regresso do jovem Black a um cinema mais consideravel depois de alguma tempo perdido em franchising de baixa qualidade, para um jovem que ja foi uma das esperanças de hollywood,


O melhor - Duvall


O pior -Perder rapidamente o registo de comedia


Avaliação - B-

Thursday, December 02, 2010

Devil


Apesar de longe do momento de forma que o catapultou para as altas rodas do cinema, é certo que a creatividade de Shylaman e algo do mais forte no panorama actual de holywwod, mesmo que distante da força que obteve no inicio da carreira, a sua imprevisibilidade ainda marca forma no panorama cinematografico actual. Apesar de não estar a frente do filme e apenas na produção este pequeno filme de terror psicologico tem a sua mente e o seu selo, talvez por isso o filme tenha conseguido uma distribuição Wide, e mais de que isso tenha passado bem as primeiras semanas de exibição com resultados algo satisfatórios. Criticamente nao foi alem da mediania contudo como este facto e algo raro em filmes do genero devemos pensar comparativamente e nao em termos absolutos.

Devil ganha relativamente a maior parte de filmes sobre espiritos e sobre o diabo em alguns aspectos concretos, desde logo pelo leque reduzido de personagens missoes espiritas e acima de tudo por confinar o espaço do proprio filme a um elevador e aos seu acessos. O filme entra em cadencia natural, nao existe no filme aquela progressao tipica de ritmo para o climax final, o filme mantem sempre um registo a meio gas que se traduz num daqueles filmes que se ve bem, mas que nunca consegue passar para outro nivel.

Quanto ao fim do filme, é conhecido a forma com que Shylaman normalmente conduz os seus filmes ate a um final surpreendente, neste filme nao se pode dizer que o filme nao tenta este mesmo ponto, contudo com o facto das personagens serem reduzidas acaba por nao ser tao surpreendente a forma final do filme, com excepção da moral traduzida nas ultimas palavras.

O filme decorre num elevador onde se encontra cinco personagens, sendo que ao poucos estas começam a morrer, neste momento a a tentativa de as retirar de la com vida, com a ajuda de um policia, contudo aos poucos percebe se que uma delas nao e que se pensa.

O argumento nao e rico, e formatado sempre na dinamica progressiva de terror, com personagens pouco trabalhadas e argumento ao mesmo nivel, salva-se pela forma e pela facilidade de atingir os objectivos e por entregar logo de entrada todos os dados ao espectador.

A realização e uma realização simples mas eficaz, ao tentar colocar todas as vertentes num curto espaço fisico facilita o trabalho de realização contudo tambem inibe grandes planos.

Quanto ao cast, um jogo de desconhecidos ou actores a tentar a subida a patamar superiro, Messina ja tinha dado boas indicações em Julie and Julia, desta vez parece demasiado esteriotipado no papel de policia, Logan mais um da fornada de OC, vai no seguimento dos seus companheiros, muito restrito a uma serie de papeis


O melhor - A simplicidade da formula


O pior - Esperarmos mais da conclusão do autor



Avaliação - B-

Wednesday, December 01, 2010

Dinner for Schmucks


Um dos mais conceituados filmes italianos da historia finalmente conseguiu o seu remake para os EUA no sentido de colocar a sua historia com uma maior globalização. Esta versao americana de jantar de palermas, e daqueles filmes que tem tudo para resultar no seu proprio terreno, e engrçado, tem bons momentos e e efectuado por pessoas muito habituadas a um terreno como este. Em termos de resultados contudo os mesmos foram medianos, a critica nao se empolgou muito com o remake com valorizaçoes medianas, e comercialmente esteve longe dos maiores sucessos de Carell, pese embora tenha tido resultados consistentes.

Este jantar de idiotas e daqueles filmes tao idiotas principalmente na personagem principal que rapidamente vai do irritante ao engraçado, contudo demora a daquirir este estatuto, e o filme vai se desenvolvendo na forma como a personagem vai se mostrando. E daquelas comedias com um ritmo incrivel, sempre com gag apos gag e acima de tudo com um clmax com uma força extrema pese embora menor quando comparado com o filme original.

Observamos tambem o facto de ter conseguido bons momentos sem recorrer a um humor demasiado sexualizado que actualmente invadiu hollywood pese embora por vezes tambem nos pareça algo desactualizado em algumas situações, principalmente contextualizadas pela personagem de carrel

A moratoria do filme demasiado obvia e pouco surpreendente alias o filme perde pela essa mesma falta de capacidade de surpreender o espectador.

O filme fala de um executivo que para subir de posto na sua empresa tem de levar a um jantar o maior idiota que conhece, nesse mesmo dia conhece um individuo colecionador de ratos mortos que encaixa na perfeiçao na definiçao de idiota

O argumento e colado ao original com algumas mudanças de forma a dar mais sentido comercial ao filme, da alguma maior profundidade ao co protagonista e as suas dimensoes moratorias. Os dialogos nem sempre sao bem trabalhandos e com algum humor actual, com a referencia a freeman no papel de mandela.

Á realizaçao e bem conseguida principalmente na forma com que consegue filmas os pequenos ratos sobre a forma d eobra de arte, de resto limitada e sem grandes rasgos, que se encontram todas nestes momentos.

O cast liderado por um Carrl com excentricidade excessiva, algo irritante nos momentos iniciais mas que vai ganhando o filme assim como a sua personagem numa personagem criada nas suas caracteroisticas de humorista. Rudd e que e sempre repetitivo nos seus papeis bem como o esquizo garfalkis.


O melhor - As obras de arte de ratos


O pior - A irritante fase da personagem central


Avaliação - C+

Thursday, November 25, 2010

Harry Potter 7: The deathy hallows-Part1


O maior franchising de sempre do cinema regressa para a abordagem ao seu fim, o problema de uma conclusão tão extensa do ponto de vista literario foi a necessidade de dividir o filme em duas partes com as consequencias obvias de uma decisao como esta, ou seja, nenhum dos filmes vai parecer verdadeiramente um filme singular. Esta primeira parte tras para ja dois sentidos, se por um lado comercialmente nao teve o fulgor de outros filmes da saga, sendo de vulgar o nivel de excelencia comercial que todos os filmes souberam manter. Em termos criticos o filme chega num registo positivo como alias foi normativo ao longo de todos os filmes, que devido a sua fidelidade e aproximaçao literaria nunca deixaram de lado os seus espectadores.

Este advinhava-se um filme dificil, primeiro pelo facto de nao ter conclusao pese embora os directores e produtores tenham conseguido elaborar climax, e por outro lado porque com o decorrer do tempo bem como as personagens os filmes foram-se tornando mais adultos e com temas mais fortes, aumentando a complexidade.

Neste filme nota-se isso, uma aproximaçao notoria a saga do senhor dos aneis, nos caminhos preocorridos pelas personagens no caracter mais epico que vai adquirindo, ao solicitar mais esforço fisico dos personagens, mas perde tudo o que realmente era diferente em Harry Potter, como o paralelismo dos mundos, a conjugação, os pormenores, que o filme acaba por quase nunca ter.

Por outro lado as novas personagens e notoria uma menor preocupaçao destas se tornarem mais simples e ao mesmo tempo mais desinteressantes, toda a narrativa serve apenas de preparaçao para o mediatico final, onde chegamos ao final do filme passado quase tres horas e muito ou quase nada de relevante foi acontecendo.

Pelo lado positivo a excelente cenografia do filme, talvez aquela que Harry Potter mais devia ter ao longo de toda a saga, mais clarividencia mais excentricidade e menor carga negra, e tambem a forma brilhante com que a historia dos tres irmaos e montada

O filme continua as pegadas de Potter, desta vez na luta pela destruição e preparar-se para o confronto final, mesmo sem a ajuda de Dumbledore.

O argumento aproveita a fidelidade do livro como maior valorização, mesmo que em termos de filme se torne algo piroso em alguns aspectos, ja que as personagens infantis nao conseguem ser mais do que propriamente isso.

A realização de Yates e interessante para um desconhecido a dirigir uma saga tao grande, poucos esperavam que lhe dessem o premio de concluir o filme, contudo aqui temos a resposta, com ja alguma forma mais solta de retratar a sua forma da saga, melhorou bastante relativamente aos anteriores.

Quanto ao cast fica sempre a ideia que o casting inicial limitou o desenvolvimento da personagem principal porque Radcliff e a imagem de Harry Potter, mas esta longe de ser um actor de referencia, melhor capacidade para Watson e Grint que foram melhorando com o tempo. Tambem com o desenvolvimento foi perdendo a força dos secundarios que iam aparecendo


O melhor - A força do franchising


O pior - Perder o encanto de Potter


Avaliação - C+

Sunday, November 21, 2010

Easy A


Starring:
Emma Stone, Penn Badgley, Amanda Bynes, Dan Byrd, Thomas Haden Church
Directed by:
Will Gluck


Depois do falhanço rotundo de Fired Up poucos previam que o segundo filme de Gluck se tornasse rapidamente uma comedia de culto no panorama actual do cinema norte americano. O inicio do sucesso deste filme começou com as primeiras brilhantes criticas que tiveram seguimento reunindo em torno de si grande consenso. Tudo ainda ficou mais positivo para o filme, quando comercialmente as coisas correram tambem bastante bem, tornando se daqueles filmes capaz de lançar para a ribalta a sua personagem principal no caso concreto Emma Stone.
Easy A tem um dom que poucos filmes tem, tornar um simples filme de adolescentes passado no liceu quase num objecto de culto, e para isso reune uma serie de qualidades, primeiro a abordagem diferente que o filme faz quase como uma narrativa, depois acima de tudo a força e a excentricidade divertida das personagens a familia da protagonista e capaz de ter tiradas de um brilhantismo unico, e por fim o paralelismo e a actualidade dos temas das referencias culturais mas acima de tudo o paralelo que vai estabelecendo com Scarlet Letter.
Mesmo sem nunca ter um momento de gargalhadas e claramente uma das melhores comedias do ano na forma com que consegue ter ritmo actual e agradavel, uma autentica lufada de ar fresco no panorama dos filmes de adolescentes actuais.
O unico senao e nao conseguir aguentar o ritmo inicial e o facto de se perder a meio do filme so conseguindo novamente surgir na parte final, principalmente na dinamica amorosa, que por um lado torna o filme mais diferente e adulto mas por outro tira lhe alguma sensibilidade e quimica ao seu final, mas nada que danifique o bom filme que temos.
A historia fala de uma adolescente que no sentido de ser integrada no liceu diz ter perdido a virgindade com um rapaz mais velho a partir dai vai começar a inventar uma serie de rumores no sentido de auxiliar os desadaptados construindo a sua volta uma pessima fama.
O argumento e extremamente actual, mas ganha na forma com que o filme o aborda, tem o brilhantismo na forma com que as personagens sao construidas e os dialogos principalmente no seio da familia central.
A realização nao dos aspectos mais trabalhados no filme e de todos eles aquele que menos se consegue diferenciar do normativo em filmes do genero, mas com tudo o resto a um nivel demasiado elevado acaba por ser um aspecto quase irrelevante para a consecuçao do filme.
Em termos de cast este filme traz-nos talvez ate ao momento as melhores interpretaçoes em comedia do ano, com particular destaque para Emma Stone, que ja tinha dado boas indicações no surpreendente ZOmbieland, mas que conquista tudo e todos neste magnifico papel, com um misto de sensualidade espontaneadade e acima de tudo capacidade interpretativa ja nao se via um caso tao serio em comedia deste Page em Juno, esperemos que o seguimento da sua carreira a transforme numa actriz de eleiçao como este papel deixa antever. Como secundarios apenas a frescura de Clarkson e Tucci num grande momento de forma lhe retiram alguns momentos

O melhor - Emma Stone

O pior - Perder algum ritmo ao longo do filme


Avaliação - B

Saturday, November 20, 2010

Skyline

Starring:
Eric Balfour, Brittany Daniel, Crystal Reed, Neil Hopkins (II), David Zayas
Directed by:
Colin Strause, Greg Strause

Perceber como um filme como Skyline consegue distribuição wide nos EUA e muitos dos grandes filmes do ano tem dificuldade em conseguir diz bem de algum desnorte na selecção dos filmes e na forma como os filmes estão distribuidos. Dai que nao e de surpreender que este pequeno filme de ficção cientifica pese embora o grande orçamente tenha registado uma valorização critica muito negativa, negado pela quase totalidade dos criticos da especialidade ao que se uniu resultados de bilheteira bastante negativos em toda a forma parecendo que rapidamente se vai evaporar dos cinemas.
E obvio que a serie B tem bastantes fas e que o filme se assume desde inicio neste registo, mas vem mascarado de uma especie de blosckbuster, contudo deste tipo de filmes, apenas os efeitos estao presentes porque perde tudo em questoes de originalidade, mas acima de tudo em vectores mais importantes como qualidade de todos os aspectos complementares de um filme.
Desde logo pela sua formula demasiado basica e pouco explicado, vimos algo a vir do ceu que ao longo do filme nunca conseguimos entender bem o que é, temos um grupo de personagens a fugir, e e depois uma a uma la vai indo em direcção contraria a vida.
Os efeitos especiais pese a boa produçao do filme sao quase sempre mal utilizados e a força, tecnica e acima de tudo a expressao proprio do filme nunca consegue que o filme seja mais do pessimo.
Nao se percebe como e que um filme com tao pouca qualidade e motivos de atraçao e lançado num mercado tão grande.
O filme numa especia de ficção cientifica de segundo plano, tras nos um grupo de personagens a lutar pela sobrevivencia dum ataque em pleno de extra terrestres.
O argumento pode se limitar a duas linhas tudo o resto sao sequencias mal planeadas de acção com efeitos especiais de primeira mal utilizados, ou seja nao existe personagens e muito menos dialogos.
A dupla de irmaos realizadores nao se esta a dar bem com o cinema depois do frustrante segundo capitulo de alien vs predador nao melhoram muito neste filme mesmo com mais meios nunca os conseguem utilizar e a realizaçao parece sempre demasiado ansiosa e nervosa.
O cast recheados de actores desconhecidos vai de encontra a quase nulidade de todo o projecto, ninguem e posto a prova e custa admitir que sejam os actores os culpados eles apenas procuram algum mediatismo

O melhor - O desaparecer completo das salas de cinema

O pior - Ter sido lançado e nao directo para video

Avaliação - D-

Friday, November 19, 2010

Nowhere Boy





Demorou demasiado tempo a mini biografia de um dos grandes musicos e compositores do seculo 20, pela complexidade e riqueza da personagem John Lennon merecia ha muito um filme completo sobre todas as facetas de uma vida de causas e excentricidade. Contudo o problema de ser ingles limita a forma com que as realizaçoes se impoem neste tipo de filme. Nesta biografia da adolescencia de Lennon as coisas correram dentro das possibilidades para um filme pequeno, por um lado criticamente as coisas correram bem com criticas maioritariamente positivas, ja comercialmente o filme teve mais dificuldades, principalmente em ganhar distribuiçao nos EUA, o que conduziu a algum atraso e a resultados pouco significativos.

Nowhere Boy para biopic perde no essencial ou seja na dificuldade do espectador reconhecer a figura na personagem central, quer na formula fisica do actor escolhido e mesmo na personalidade, pese embora seja descriminado que se trata dos seus primeiros anos.

Outro dos pontos negativos do filme e monotonia e mesmo o corte musical com aquilo que posteriormente seria s sua obra musical, parece por vezes mais passado nos EUA do que propriamente em Inglaterra

Salvaguarda-se a forma como a escalada de rebeldia ja e notorio em Lennon na forma com que este se integra autoritariamente com os seus pares e acima de tudo a forma como permite ter nocçaio quer do contacto como do crescimento musical de Lennon

O filme fala da epoca da adolescencia de Lennon e os seus primeiros contactos com a musica, enquanto começa a ter divergencias entre escolher a sua mae biologica ou a sua tia responsavel pela sua educaçao.

Como biopic ja vimos historias e argumentos que ptoenciassem mais o centro do filme, do que este pequeno filme, ingles pouco corajoso nas personagens e acima de tudo dos dialogos vulgarizando por vezes as falar de Lennon, de resto apenas o seguir o rumo dos acontecimentos.

A realizaçao tipica de um filme indie ingles, e de pouco arrojo sempre com a preocupaçao de trabalhar o contexto cultural, em deterimento de qualquer caracter estetico ganha no realismo.

Em termos de cast a escolha de Johnsson tornou se acertado num filme mais serio do que o brilhante Kick Ass. Tem carisma e com filmes mais potenciadores pode se tornar num caso particular de mediatismo. Scott Thomas esta como sempre ao seu melhor nivel numa actriz de primeiro segundo plano


O melhor A homenagem a Lenon.


O pior - Parar demasiado cedo



Avaliação - C+

Thursday, November 18, 2010

Going the Distance




As comedias romanticas tem por natureza tornar tudo o mais perfeito possivel, com mais ou menos quimica, com mais ou menos realismo, e daqueles generos cujo tempo nunca vai conseguir ultrapassar. Para este ano nada melhor do que um filme com um casal real, pelo menos em tempos, tratando de um tema muito complicado com a globalização ou seja a separaçao entre os membros. Os resultados nao foram os esperados, por um lado em termos criticos o filme nao foi alem do minimo exigido, contudo o pior acabou por ser o trajecto comercial com resultados que desiludiram toda a gente.

Se existe ponto que deve ser salvaguardado neste filme e actualizaçao do tema, ou seja de pela primeira vez tratar sob a forma de comedia mas com algum rigor uma tematica realista mas forte em termos de amor. O filme consegue em torno deste tema trazer dois ingredientes fundamentais para o fazer funcionar. Por um lado o humor forte, sexual utiluzado que de alguma forma funciona como chamariz para os espectadores, mas nao perde a sensibilidade do proprio filme, com uma boa quimica entre as personagens que nao e de espantar uma vez que ha epoca de realização os actores mantinham uma relaçao amorosa.

Contudo o filme perde no sentido da criaçao de dificuldades a determinada altura a separaçao e a distancia nunca se torna um verdadeiro problema para nenhum dos elementos que apenas treagem quando se vem a sua relaçao a perder-se. Mesmo assim e um dos filmes mais reais e com coraçao que me recordo, com a ajuda de uma banda sonora de elite, mesmo que perca nas forma como as personagens sao limitadas, num excesso de sexualidade que retira algum coraçao ao filme

A historia fala nos de um casal que quase por acaso começa a relacionar se e a criar entre si uma empatia que aos poucos se vai transformar um amor profundo, contudo tem de se separar por motivos profissionais mantendo a partir dai uma relaçao a distancia com algumas junçoes pelo meio.

O argumento ganha da actualidade e na forma com que conctretiza alguns momentos de humor, mas perde pela falta de profundidade das personagens centrais, que nunca consegue pegar nelas proprias no filme, sobrevivendo com a boa quimica.

A realização e pouco mais do que normal, nao consegue ter um caracter proprio mesmo que o tipo de guiao e historia utilizada o possiblitasse, e daqueles filmes que pensamos que nas maos de um realizador experiente poderia ter outro sucesso

O cast liderado por uma Barrymore feita para papeis sentimentalistas, mesmo que a sua beleza ja nao se demonstre tao profunda, ja Long tem apostado num registo pouco interessante mas a espaços nos seus filmes demonstra poder dar mais de si em papeis mais adultos, neste filme este facto acontece algumas vezes.


O melhor - A actualidade do tema


O pior - Demasiado sexualizado


Avaliação - B-

Tuesday, November 16, 2010

Winter's Bone

Winter's Bone é daqueles pequenos filmes, que de um reconhecimento critico tao elevado, que acabou por se tornar uma referencia neste ano cinematografico. Cada vez mais sundance a uma montra de cinema independente e este filme vem mostra e de que forma a expansao do festival de Redford. Falta perceber se a longevidade o filme lhe permitira que este reconhecimento se traduza em premios, ja que em bilheteira isso nao ocorreu.

Este e daqueles filmes que foge ao estilo de caso de vida, para se centrar mais em filme de personagem e de luta, pode por vezes parecer demasiado frio e trivial em sentimentos mas e um filme de garra principalmente da personagem central. O que torna o filme mais forte principalmente como uma liçao propria de lutar pelos objectivos.

EM termo cinematograficos propriamente dito e mais dificil perceber tanto sucesso de um filme pausado, alguns momentos aborrecidos, sem nunca por em causa a qualidade ou mesmo o sentido de autor de um realizador que sabe sempre os terrenos que pisa e acima de tudo que quer pisar.

O filme tem um inicio interessante na busca da personagem pelas pistas numa escalada de decadencia quando desce na escala de humanidade das personagens que vai procurando, contudo e a melhor parte do filme, a mais fria, contudo a segunda tras nos mais coraçao, voltamos a humanidade pelo menos parcelar de algumas das personagens, momentos tambem onde acabamos por assistir aos momentos do filme, com o seu ponto alto na forma como contextualiza o clima do mesmo.

O filme fala de uma jovem de 17 anos que cuida de uma mae doente e dois irmaos menores em busca de um pai fugido da justiça para impedir a ameaça de perder o tecto onde cuida de todos, uma busca pelos mais estranhos recantos da profundeza do passado do seu pai.

O argumento debruça-se num estilo de historia de vida, onde o centro das atençoes esta totalmente revestido nas personagens, e menos na narrativa, principalmente na principal, nao e um filme de grandes dialogos e muitas vezes aproveita o seu proprio silencio

A realizaçao e mais escura do que as proprias personagens e acreditem que nao e facil, nao temos um caracter estetico desenvolvido e isso e claramente uma mais valia num filme onde a beleza e a sensibilidade tem de estar bem longe.

O cast tem uma brilhante Lawrence no papel principal, uma jovem que consegue no papel trazer profundidade sentimental e uma disposiçao fisica pouco comum numa jovem de tao tenra idade, nao e a toa que e dada quase como garantida na corrida ao oscar deste ano



O melhor Lawrence



O pior - Abordar o filme sem ritmo



Avaliação - B-

Sunday, November 14, 2010

Animal Kingdom




è cada vez mais conhecida a atençao do cinema americano ao que se vai fazendo pela Australia, alias se estivermos atentos aos ultimos anos do cinema norte americano nao e dificil perceber que grande parte das estrelas sairam de lá, e que cada vez mais os titulos conseguem um reconhecimento critico. Este Animal Kingdom e o sucesso deste ano, pese embora comercialmente as coisas nao tenham corrido como a maioria dos outros filmes criticamente as coisas correram bem, e digamos mesmo que começa a prefilar na lista de oscars contenders que se começam a perfilar nesta altura do ano.

Animal Kingdom mais que um grande filme, e um filme cruel e frio na abordagem que faz a uma tematica importante como a relaçao entre policias e ladroes na cinzenta cidade de melbourne, por vezes as coisas sao tomadas de uma forma demasiado dura para aquilo que a realidade transmite, mas a forma como o cinema normalmente e feito neste epais tem sempre uma tendencia mais dark, que novamente esta encontrada na forma como o filme esta realizado.

Nao e um filme intenso nem personifica na perfeiçao a relaçao entre as personagens a determinados momentos surge a necessidade de pedir mais de exigir mais que o filme se desloque para um nivel suprior abandonando a forma de caso de vida, o acaba por nunca acontecer.

O seu ponto maximo e na forma fria com que o filme se conclui de longe o ponto mais importante do filme, todo o filme se desloca numa personagem recatada mas que cedo percebemos que se encontra a degradar ate ao final previsivel mas ao mesmo tempo surpreendente pela espontaneadade do mesmo.

O filme fala de um orfão que depois da morte da mae por overdose passa a viver com a sua avo e os seus tios, uma familia de ladores perseguido pela policia, aqui começa a existir neste conflitos assassinatos que o envolvem inderectamente num mundo ate aquela altura que nao era o seu

O argumento trabalha mais a intensidade das personagens do que propriamente a riqueza propria do guião ou mesmo dos dialogos sempre mais silenciosos do que outra coisa, a violencia expressa pela forma mecanica dos actos e o ponto mais acentuado de um guiao eficaz.

A realização e a tipica em filmes australianos de classe mais independente, ou seja e um filme escuro parado sem grandes rasgos de camara, provavelmente mais um trampolim para actores do que propriamente para os criadores e realizadores do filme

Em termos de cast e conhecida a formula de Pearce regressas a terra natal para impulsionar os seus filmes, mesmo que nao lidere o cast como e o caso. A maioria dos actores encontra-se a bom plano em papeis parecem-me proximos dos habituais de ambos, Weaver tem recebido os maiores aplausos, pese embora me pareça que nem o papel nem o filme tem dimensao que lhe possa valer um reconhecimento mais elevado



O melhor - O epilogo


O pior - A determinada altura nao conseguir parar a destruiçao


Avaliação - B-

Saturday, November 13, 2010

Flipped





Rob Reiner e associado em Hollywood como um veterano realizador de comedias sentimentalistas sobre o que mais puro e difrenciados existe no ser humano. Com mais sucessos em uns do que outros este ano surge num filme juvenil sem grande alarido e sem figuras de proa, talvez por isso as coisas nao correram tao bem como os seus filmes mais mediaticos. Criticamente e conhecido alguma da sua dificuldade em se impor nos seus filmes mais bonitos do que propriamente grandes filmes. Contudo sem a ancora das grandes estrelas tambem em termos praticos comercialmente o filme foi uma desilusao com resultados muito curtos quer em termos de resultados mas acima de tudo na dificuldade que o filme teve em se expandir.

Flipped e um filme que tem tando de simples como de sentimentalmente intenso, e daqueles filmes que podemos nao achar nada de especial mas que ninguem consegue ficar indiferente quer a forma como o paralelismo das historias e tratado mas acima de tudo na aproximaçao das personjagens. Desconhecemos se e uma historia de amor no seu sentido mais puro ou apenas a aproximaçao de personagens, contudo ficamos encantados com a forma e com a simplicidade da personagem principal, que aos poucos se aproxima e consegue reunir a sua volta todas as outras personagens do filme.

Nao temos grandes momentos comicos, alias o filme bebe mais ao melo drama do que propriamente a comedia, mesmo sendo um filme para os mais pequenos, tem dificuldade em arrancar mas a montagem paralela com as duas personagens permite que o ritmo se va intensificando ate chegar a conclusao natural.

O filme fala de dois jovens que se conhecem desde pequeno e apesar da rapariga se interessas e desde logo procurar proximidade com o rapaz este desenvolve naturalmente uma aversao, o filme fala no aproximar das personagens principalmente quando a personagem feminina começa a distanciar-se

O argumento tem em si dois dos ingredientes fundamentais de um filme como este, por um lado e extremamente simples, e por e um filme e uma historia escrtia com o coraçao, pese embora seja com crianças tem tudo que uma historia de amor deve ter. As personagens perdem em alguma linearidade excessiva, mas nao compromentem o bom desenvolvimento do filme

Denota se algum cansaço na forma pausada e belica com que Reiner faz o filme, nao procura grandes planos, apenas se nota algum entusiasmo quando filme o par amoroso do filme, ou na forma estetica com que tenta contextualizar a personagem central. Sendo um filme num contexto temporal diferente, tem preocupaçoes neste particular contudo nunca estas mesmas preocupações sao suficientes para dominar o filme.

Em termos de cast todo o protagonismo vai para os dois jovens protagonistas, os unicos postos a prova num filme onde tem todo o tempo para eles com resultados completamente duais. Por um lado Carrol domina o filme de ponta a ponta, com sensibilidade e uma boa intensidade narrativa deixando a porta de uma carreira mais que aberta, podendo apenas ser prejudicada pela pouca visibilidade do filme. Mahoney ja nao é tao convicente com dificuldades de interpretaçao facial nunca consegue acompanhar o ritmo e a qualidade da sua colega de cast, e isso denota-se ao longo de todo o filme pela forma com que cada treixo e assimilado pelo espectador.


O melhor - Carrol suave e angelical


O pior - A determinados momentos demasiado melodramatico


Avaliação - B-

Due Date





Desde a Ressaca que Phillips entrou para a galeria de realizadores sob escuta em Holywwod a forma simplista como fez um filme comico regressar ao grande sucesso quer comercial quer critico colocou-o num local que o seu trajecto ate entao nunfa se fez prespectivar. Um ano apos do sucesso mundial surge o seu novo filme, feito em tempo record, desta vez uma road trip entre duas personalidades distintas com o humor tipico do realizador. Pese embora a expectativa os resultados foram bem diferentes por um lado criticamente onde nao foi alem da mediania, com algumas valorizaçoes mesmo negativa, e comercialmente pese embora registos consideraveis esteve muito longe do que conseguiu a Ressaca, ha que diga que e o regresso de Phillips ao seu caminho mais natural.

Due Date e um filme ja muitas vezes utilizado, mas daqueles filmes que tem muita margem de manobra, trabalha uma personagem ao natural e e na outra no caso de Gaalifanakis que o filme tem todo o seu peso e orientaçao humorista, como alias ja tinha acontecido na Ressaca. O filme mais que uma boa historia ja que esta e obvia e escrita por qualquer um, acaba por ter alguns bons momentos capazes de proprocionar uma ou outra gargalhada ao espectador, se bem que longe da intensidade que outros filmes do realizador acabam por ter.

Alias parece mesmo que em algumas situaçoes o filme foge do controlo de Phillips ja que e mesmo Downey Jr o melhor que o filme tem, nao so em termos da linhagem e de personagem mas acima de tudo na surpresa dos momentos comicos por si efectuados. Parece que todo o filme se orienta para um lado e outro quase intuitivamente acaba por resultar melhor.

De resto um filme pequeno mesmo assim alguns furos acima da vulgaridade das comedias actuais, se bem que sem ser um filme de primeiro plano, que podera ser prejudicado pelas altas expectativas criadas.

O filme fala de um arquitecto que para o nascimento do seu filho tem que voltar para LA; contudo um acidente no aviao impede-o de utilizar este meio de transporte e acaba por fazer a viagem de carro com um peculiar ambicioso projecto de actor, tao peculiar como de dificil relacionamento.

O argumento na sua base e dos mais utilizados em diversos projectos de hollywood com quase novo a assinalar, centravam se esforços em criar situaçoes de comedia pura, que por sua vez so resultam em alguns momentos. Quanto as personagens a simplicidade da de Downey Jr suplanta a demasiada excentricidade de Zack

A realizaçao de Todd Phillips e mais moderada do que a que apresentou noutros filmes, parece a determinada altura que nao quer se mostrar tanto como realizador deixando espaço as personagens que na sua ideia sao a fonte de rendimento do filme, o que acaba por ser verdade.

O cast dá-nos um Downey Jr cada vez mais envolvido e com capacidade de convencer em comedias, alias e daqueles actores que nao consegue desempenhar mal, seja em comedia seja num drama intenso, tem uma das persoangens mais engraçadas dos ultimos tempos em comedia. Ja a aposta no aspecto pouco cuidado e algo excentrico de Zack nao funciona tao positivamente ao contrario do que tinha acontecido em Hangover, por vezes demasiado descontextualizado e com as suas situaçoes estarem demasiado presas.


O melhor - Downey Jr


O pior - Definir a personagem Eathen


Avaliação - B-

Takers





Os filmes sobre assaltos e mecanismos de roubo bem preparados teve o seu exopente maximo com a saga die hard, pela preparaçao e pela forma com que a intensidade narrativa era depois explorada com algum humor da personagem central e por sequencias com um ritmo fortissimo. Desta saga foi saindo diversos filhos menor com maior ou menor sucesso, como e o caso deste Takers, A resposta do publico foi positiva interessada novamente numa tematica regressada pelo sucesso do filme The Town, temos aqui a sua versao mais comercial, dai que podemos dizer que em termos comerciais e particularmente nos EUA o filme resultou em grande escala mesmo que criticamente nao tenha ido alem da total indiferença

Antes de mais para analisar o filme temos de o fazer de dois pontos de vista que acabam por ser demasiado paralelos ao longo de todo o filme, por um lado o dos bandidos pouco elaborado personagens quase sem identidade que funcionam em grupo apenas, temos a determinada altura dificuldade em os caracterizar uma vez que o unico indicador que nos e sempre dado e em caso concreto a forma destes vestir e uma outra namorada.

Do lado dos policias o contexto e mais bem trabalhado principalmente a do lado de Matt Dillon a unica personagem de todo filme, envolvente e com densidade psicologica mesmo que caia muito facilmente no esteriotipo do policia ambiguo que muitas vezes passa para o outro lado da lei.

De resto nada de novo para os fillmes do genero o plano, a tentativa de resposta por parte do policia, sessoes de acçao interminaveis, a determinado momento pensamos que podemos sair do filme que quando regressamos tudo se encontra no mesmo ponto em que o deixamos, e este sentimento precorre quase todo o filme.

Falta lhe todos os ingredientes para um bom filme de acçao por um lado a curiosidade em torno do que vai acontecer, intensidade das personagens quer fisica e emotiva, e mesmo uma maior envolvimento entre elas

O filme fala de um grupo de assaltantes que ve com a saida da prisao de um dos seus elementos obrigados a fazer um assalto que tem tanto de grande e ambicioso como de perigoso, ate que dois policias conseguem os interceptar e começa a luta e o jogo do gato e do rato.

O argumento e pobrezinho em todos os seus pontos, quer na construçao de personagens muito pouco elaborado principalmente no grupo central de papeis, o desenvolvimento narrativo nunca vai alem do espontaneo, e em dialogos quase sempre nao temos nada que recordar.

A realizaçao por sua vez e extremamente irritante, extremamente movimentada a camara fica sempre demasiado solta o que chega a provocar a determinados momentos dores de cabeça e dificulta o acompanhamento do espectador do que realmente esta a acontecer no filme, para tentar apenas e so dar mais realismo pois mesmo no caracter estetico o filme fica a perder.

Em termos de cast o grupo de ladores apenas nos tras actores mais conhecidos pela sua imagem do que pela capacidade interpretativa e no filme nao tem necessidade em nenhum momento de explorar mais que isso. De resto Matt dillon numa reediçao com menos profundidade do seu papel em Armored e Crash o que ja se torna extremamente repetitivo


O melhor - A sequencia da explosao


O pior - A realização irritante


Avaliação - C-

Friday, November 12, 2010

The Social Network





O fenomeno Facebook e talvez na actualidade a maior expansao da internet que há memoria, soscitando um voyorismo na sua vertente mais facil. Coube a um dos realizadores mais sabios da actualidade a tarefa de transpor para o ecra a genese deste produto no interior da universidade de harvard. Os resultados nao podiam ser melhores, Fincher continua no seu lado mais positivo que ja tinha conquistado com benjamin button num filme veridico quase biopic. Tambem na bilheteira as coisas correram bem para o realizador que tem aqui o seu sucesso mais generalizado em todas as vertentes

Nos biopics muitas vezes cai no erro de tentar dar uma imagem limpida de uma personagem, em deterimento do valor dos seus feitos ou neste caso da sua criação, por Fincher inverte por completo este plano, nunca se preocupa na forma amistosa com que o criador do Facebook e tranparente no ecra, alias grande parte do tempo até lhe da o lado do vilão. Por outro lado o caracter fragmentado do guiao sempre com o paralelismo entre os dias actuais e o passado e extremamente eficaz na forma ocm que o filme acaba por adquirir ritmo, e acima de tudo vai indicando o caminho a um espectador atento que tem que manter o nivel de atençao para nao perder qualquer tipo de frase proferida nos dialogos intensos da personagem central

Apesar de ganhar comercialmente com a actualidade do tema perde com a profundidade que o filme poderia obter caso ja soubessemos ate onde foi o facebook e o verdadeiro alcance daquilo que estamos a falar, ou seja de uma moda ou mesmo de uma nova modalidade de comunicação.

O filme fala da forma como e criado facebook e a expansao do mesmo desde Harvard ate ao mundo, onde nem sempre as amizades foram defendidas com consequencias na vida de todos os intervenientes

O argumento e trabalhado pese embora a dificuldade em caracterizar personagens tao dificeis pela sua realidade, o certo e que e um filme rico em dialogos entre seres inteligentes e isso e vincado a todo o momento, nao tem a originalidade nem o caracter surpreendente dos outros filmes de Fincher, mas nao tira pontos a um guiao maduro.

A realizaçao de Fincher e muito boa pela forma com que e actual e acima de tudo pela criaçao de lugares e espaços, nao tem nada demais mas mesmo no mais simples o filme nunca perde o seu toque, com particular predominio para a sequencia da corrida de remo.

A maior aposta e risco deste filme era no cast, quem encarar tao envolvemente ou conhecidas pessoas, e no final podemos dizer sem duvida que é o maior triunfo do filme, e se a escolha de Eisenber no panorama actual e tao obvia como eficaz, reencarnado em tudo o que a personagem necessita ou seja espontaneadade como uma parte mais recatada. E nas escolhas de um sensivel e solto Garfield e dum excentrico Timberlake que o filme vence em longa escala, onde certamente pautara algumas delas o maior reconhecimento possivel, a nomeaçao ao oscar



O melhor - As interpretaçoes e a actualidade da realização


O pior - Nao sabermos como ira acabar


Avaliação - A-

Thursday, November 11, 2010

The Kids are all right


Starring:
Julianne Moore, Annette Bening, Mark Ruffalo, Mia Wasikowska, Josh Hutcherson
Directed by:
Lisa Cholodenko

E conhecido a forma como normalmente hollywood transforma pequenas comedias de costumes em acontecimentos cinematograficos do ano, pegando acima de tudo num bom balanço critico grande parte das vezes sem precedente. A de este ano foi este pequeno filme lançado calmamente a meio do ano, os resultados criticos nao podiam ser melhores na forma como ficou encantada com este filme, mesmo que comercialmente precisasse de um balanço mais positivo que a empolgasse para outro tipo de voos.
De todos os filmes pequenos que pelo balanço da critica se tornaram grandes penso que e este e de longo o mais basico e aquele que menos ingredientes tem para ser tao reconhecido. E obvio que ter transformado um casal de lesbicas no idealismo de uma familia ideal e no minimo arrojado, mesmo que falte tudo um pouco para ser um grande filme. Principalmente porque as personagens sao sempre algo vazias, e mesmo algumas situaçoes onde a comedia de costumes poderia ser melhor exploradas o certo e que o filme nunca consegue encantar por si so, ficando sempre a sensaçao que e um filme mais valorizado pela critica do que propriamente pelo seu valor interno.
A força dos dialogos normalmente ricos neste tipo de filmes tambem nao passa do bom, ou seja os momentos de interacçao familiar conseguem potencializar de uma forma complicada uma relaçao normal quebrando algumas barreiras moratorias de uma forma completa.
Ganha principalmente na sensibilidade que o filme tras no meio de tantas relaçoes na forma como o dador de esperma como e identificado no filme se relaciona com a alegada filha e uma descoberta ,mutua da identidade e de papeis.
O filme fala de um casal de lesbicas que decide ir ao banco de esperma para ter dois filhos,. dezoito anos depois a filha do casal procura a sua origem encontrando uma pessoa peculiar mas que começa a entrar na vida de cada um dos elementos da familia ate ao desiquelibrio
O argumento tem uma boa origem e acima de tudo a forma como se desenvolve e mais eficaz do que original er surpreendente. Sentimos sempre que falta alguma graça natural ao filme ou mesmo a alguma das personagens a tipificaçao como comedia sabe mal num filme mais de costumes
A realizaçao e normal sem grandes momentos nem tao pouco grande importancia estetica, limita-se a forma como as personagens se desenvolvem sem grande ritmo ou qualquer coisa propria.
Õ cast encontra-se a bom nivel e acaba por ser a força intensa do filme, benning cai perfeitamente na segurança da lesbica que tras tudo para a naturalidade ao contrario de Moore com um papel mais vistoso mas que ao mesmo tempo nao convence tanto. Rufallo no seu estilo low mode, encaixa melhor neste filme do que na maioria dos seus papeis. E acima de tudo a boa parte de dois dos melhores jovens da actualidade

O melhor - O casal normal de lesbicas em versao familiar

O pior - Nao ter graça natural

Avaliação - C+

Tuesday, November 09, 2010

Saw 3D





Ha muito que a saga Saw ja deu tudo que tinha a dar no cinema, quer em termos criticos onde os dois primeiros filmes pela novidade, e sentido creativo ate conseguiram algum reconhecimento, mas tambem em termos comerciais, onde teve o seu expoente maximo num terceiro filme que em termos gerais acabou por se tornar naturalmente o simbolo da decadencia da saga. Neste septimo capitulo da saga, as coisas tornaram-se irremediavelmente sem volta, ja que em termos criticos bateu no pior que pode suceder a um filme que e uma negação completa, e em termos comerciais ja nada consegue encantar para alem de um grupo de adolescentes em torno do espirito do halloween

Ja desde o terceiro filme que estamos perante uma perda total do sentido narrativo da saga e neste filme mesmo tentando reaver alguma coisa tudo ja esta perdido, alias o filme a determinada altura so tem uma preocupaçao surpreender o espectador com um sem numero de sequencias onde a unica preocupação e impressionar o espectador com uma carnificina total sempre mais popnderada em qualquer um dos filmes anteriores

No final existe a tentativa de explorar o passado com alguma melancolia e nostalgia pelos sucessos da saga mas o efeito e completamente nulo, os espectadores ou ja esperavam pelo final desesperados por esse momento, ou ja tinham saido pela força gratuita de imagens cujo sentido ao longo de todo o filme e praticamente nulo.

O guiao circular tambem pouco ou nada tras de novo o remedio encontrado para o filme e daqueles que mais valia nunca existir ou tentar redimir uma personagem que durante tempos e tempos foi o pesadelo de tudo e de todos, enfim muito pouco.

Para este filme o pior inicio possivel o final do seis nunca existiu e vamos para o sete, o ajudante de jigsaw continua a atacar tendo como alvo principal a mulher do original jigsaw,e entre isso um sem numero de situaçoes do mais horriveis e doentias da saga

O argumento limita-se a criar situaçoes de um sadismo doentio para impressionar o espectador, nao perde uma oportunidade para fazer sangue de cima a baixo, de resto personagens e dialogos sao completamente inexistentes

A nivel de realizaçao o formato 3d ainda explora mais as imagens brutais e doentias do filme, mesmo que seja do mais pobre que o registo lançou neste seu ano de explosao, com muito pouco de postivo para se revelar.

O cast liderado por uma serie de desconhecidos alguns deles apenas relacionados a saga e como todo o filme, preso, fraco e sem qualquer tipo de valor.


O melhor - Foi initulado como o ultimo capitulo


O pior - Outros tambem ja foram


Avaliação - D-

Sunday, November 07, 2010

Megamind


E conhecido o facto de nos ultimos tempos a Dreamworks ter assumido a liderança em termos de receitas comerciais do cinema de animaçao muito a custa de um fluxo de filmes muito superior ao das suas rivais. Para o final deste ano surgia este surpreendente Megamind, um pouco a resposta aos incriveis da pixar uma vez que debruça sobre a tematica dos superherois tratada no filme da dysney. Os resultados ate ao momento são ambiguos se criticamente numa fase em que a animação passa por alguns problemas as coisas ate correram bem, ja comercialmente os primeiros indicadores nao sao famosos, com resultados muito aquem das melhores expectativas.

Antes de mais convem salientar que qualquer comparação com os incriveis e tremendamente injusta para o filme, uma vez que o objectivo e completamente diferente. Assim debruçando no filme sem nenhuma base de comparação podemos dizer que com a excepção do tremendo Toy Story 3 estamos perante o melhor filme de animação do ano, capaz de ser intenso, non sense quando necessario, com uma acção produtiva muito bem elaborada e com a dose de humor muito bem trabalhada

E daqueles filmes que entertem jovens e adultos sem dificuldades, dos filmes +para crianças que todos gostamos de ver e sentir, nao e muito explorado do ponto de vista emocional, tem mais musculo e comedia do que coração, mas acaba por se tornar fascinante pela moratoria e pela pouca imposição de regras entre o bom e o mau.

Para este ponto tambem contribui a forma como as pergonagens estao montadas entre si a interligação relacional simples e em forma de quadrado permite que o filme condensse nestas e isso e do melhor que o filme acaba por nos trazer ou seja o facto de nao desprediçar momentos sempre a uma boa intensidade.

O unico senao a obvia comparação com incriveis mais maduro, adulto mais bem trabalhado mas e sempre injusto comprarar com um classico do genero.

O filme fala de um duo de personagens que se habituaram desde sempre a ser a antitese uma da outra, uma o heroi e outra o vilao, ate que um dia algo muda e e necessario encontrar um novo heroi para combater este vilão so que o heroi encontrado nao e bem aquilo que se esperava.

O argumento e engraçado muito potencializado pela boa construçao de personagens, mesmo que muitas vezes carencie de logica e ser demasiado despegado da realidade, contudo o humor e o rimto compensam tudo isto.

A realização e aproduçao do filmesão de primeira linha, mesmo quando tentam tornar o filme expectacular e grandisos conseguem, por vezes nos pequenos promenores percebemops distancias em relaçao a pixar mas ja sao muito menores.

O cast de vozes nao podia ser mais feliz, se por um lado Ferrel e o alter ego natural da +personagem central dando lhe a vertente comica essencial para o filme, num dos melhores castings de vozes que ha memoria, Pitt com o seu tom jocoso ta

o melhor - Ferrel e a personagem Megamind


O pior - Demasiado desligado de coerencia


Avaliação - B

Saturday, November 06, 2010

You Again




A Walt Disney por vezes gosta de apostar em filmes para toda a familia com curiosidades que por fim acabam por preencher os domingos a tarde das televisoes. Para este ano e na sequencia do que tem feito com todos os filmes do realizador tras nos um daqueles filmes tipicamente femininos sobre aquelas coisas que apenas elas ligam. Os resultados contudo foram fracasso rotundo, nao so em termos criticos onde as coisas nunca estiveram tao negras com negaçao total ao filme, mas acima de tudo num terreno comercial onde nao costumam falhar as coisas tiveram muito pouca voz.

O filme começa por ser dificil de analisar de um ponto devista de valores europeues e masculinos onde a importancia da rainha do liceu ou mesmo da cherlleader e quase nenhuma, passe esta fase temos uma comedia tipica sobre guerra entre mulheres e acima de tudo sobre a forma como os outros a veem. Contudo acredito que este tema debruçado de uma outra forma ate poderia ter sucesso ou ser engraçado, contudo om filme nunca consegue este ponto acabando sempre por se tornar extremamente histerico em quase todos os seus planos ao qual acompanha uma conclusao polçiticamente correcta facilmente visivel ao longo de todo o filme.

A determinados pontos o espectador comum farta-se da ideotice do filme, pelo que aguarda pela reconciliação obvia entre personagens, nunca se consegue perceber o porque de tudo o que o filme nos tras, e acaba com o climax mais que previsto e com a sensação de que perdemos tempo com uma comedia que falha todas as tentaivas de ser engraçada

O filme fala de uma jovem de sucesso que quando regressa a sua terra natal sabe que o seu irmao vai casar com a sua arqui rival dos tempos de liceu, cuja madrinha e arqui rival da sua mae, aqui vem a guerra entre ambas numa batalha sem treguas.

O argumento e pauperrimo em todas as pontas a historia de base nao tem congruencia, ao qual se reune uma forma pouco peculiar de construir personagens quase sempre ridiculas e argumento de dialogo nunca engraçado ou com essa ambiçao.

A realização de um arealizador que ja deu mostras de nao dar mais que isto limitando se a filmer sem rasgos historias pouco elaboradas centrada num cinema de tarde com pouca qualidade.

O cast liderado por mulheres tem em Bell uma estrela romantica de baixo nivel, principalmente pelo grau de idiotismo e histerismo que reveste as suas personagens, e duas senhoras em baixo de forma, onde apenas a boa aparencia fisica tendo em conta a idade lhes permite e lhes e exigido.


O melhor - A guerra de avos final


O pior - A falta de profundidade do filme para outras culturas


Avaliação - D

Friday, November 05, 2010

Life as we Konw it





As conjugações entre actores relacionados com comedias romanticas sao diversas, e umas conjugam favoravelmente melhor do que outras. Esta em concrecto ligando um dos expoentes maximos do genero actual Heigl com Duhamel, mais conhecido como sendo o marido de Fergie prometia algum sucesso contudo nunca sendo bombastico. Os resulltados foram mesmo assim interessantes sem deslumbrar no terreno comercial, tendo as obvias dificuldade em convencer a critica mais atenta a outro tipo de cinema.

Antes de mais começar por dizer que e um filme facil, pegando nos esteriotipos tips das personagens certinhas e pouco certas, mas que no final acaba tudo sendo certo que muitas vezes ja foram utilizados nos diversos guioes. Contudo importa tambem salvaguardar que como produto comercial e um filme que faz render muito bem o seu peixe, na força da dinamica do casal que parece funcionar melhor como proximos do que como romantico, e tambem por um numero de situaçoes que ficam bem descontextualizadas. Como todo nao podemos dizer que e um filme com muita graça e que as conjugações de humor do filme sejam favoraveis ja que isto quase nunca acontece.

Em termos de sensibilidade parece nos que fica por explorar um pouquito mais a dinamica relacional do duo de protagonistas, pese embora a sequencia da morte, demasiado pesada para a integraçao do filme seja bem trabalhada, dando algum dramatismo e seriedade a todo o fillme.

O filme fala de uma bebe de um ano de idade que apos um acidente de viaçao fica orfao e a guarda dos dois melhores amigos dos pais, que tem muito pouco em comum, tem que passar a residir juntos para cuidar da menor, e aqui começa tudo.

Como argumento peca por algumas simplicidades de percurso pouco ou mesmo nada trabalhadas, as personagens sao demasiado obvias para o funcionamento entre elas acaba por potenciar um interessante objecto comercial

Em termos de realizaçao muito pouco a registar, um filme pouco forte quase sempre com imagens proprias, o que nao traz nada de novo ao filme sem o complicar.

Quanto ao cast Heigl nao muda nunca o seu registo, com mais ou menos sensualidade, neste caso na vertente menos, parece tornar as suas personagens todas iguais, o que nao e muito positivo uma vez que elas sao na maior parte das vezes muito cinzentas. Duhmel surpreende positivamente com o carisma que emprega a sua personagem mais pela caracterizaçao e expressao da mesma, colmatando as insuficiencias interpretativas com a presença. Lucas ja longe dos seus momentos em que era ele proprio o primeiro da fila.


O melhor - Algum valor comercial do filme


O pior - A má base teorica do filme


Avaliação - C+

Wednesday, November 03, 2010

Ramona and Beezus




Rmona and Bezzus e daqueles pequenos fillmes baseado em series que acabam por ser efectuados para os mais pequenos com imagem real. Este tipo de filmes apostado no seu mais que obvio valor comercial principalmente nos EUA acabou por ter resultados medianos acabando por contornar algum desencanto em termos de bilhetyeira, com aceitação critica maioritariamente positiva para um filme com esta tematica e forma de realização.

E normal que o filme peque por ser extremamente infantil em quase todo o seu desenvolvimento, e a determinada altura exagerar e de que forma na maneira como a sua persnagem central nao consegue sair da sua toada negativas. Tambem e certo que o filme nunca consegue trazer nada de novo optando sempre pela solução mais facil, contudo alguns promenores como conjugar a forma real com mundo imaginario da personagem torna o filme por alguns momentos diferente principalmente na forma inicial, tambem a forma de dar o mundo da prespectiva da menor acaba por se tornar certeira na dinamica propria do filme.

Não tem grandes momentos comicos sendo um filme mais familiar do que propriamente o seu conceito unico e pouco trabalhado, a interação as personagens desliza entre bons momentos e outros menos felizes.

O filme fala da relação de duas irmas que tem de sobreviver com o facto do seu pai estar despedido e passar por algumas carencias economicas que transforma o lar com a presença deste em deterimento da mae.

O argumento esta longe de ser original ou mesmo prodigo em grandes dialogos ou personagens trabalhados, e um filme infantil e tem isso sempre bem presente na forma como e construido sopb este ponto de vista.

A realização tem momentos proprios de algum cinema de autor, como o mundo imaginario de ramona, mas no global e pouco mais do que suficiente, graças a esta opçãoo.

O cast tem nas duas personagens centrais jovens que funcionam bem principalmente em conjunto se bem que o filme nunca atesta verdadeuiramente a aptidão. Os secundarios tb eles em gestão de esforço num filme pouco exigente neste prisma


O melhor - Os rasgos de plasticina do mundo imaginario


O pior - Não surpreender e ser facil



Avaliação - C+

Tuesday, November 02, 2010

The American





George Cloonet e nestes dias um daqueles actores que ja nao necessita de nada para que os seus filmes tenham noteriedade, nestes momentos e que um actor em hollywood se pode sentir no topo da montanha, permitindo que filme fora do circuito em contextos e com actores de outro tipo de cinema. Este american e a experiencia assistematica de Clooney, e os resultados foram dispares, se a critica ate foi benevolente para o filme, gostando do seu caracter estetico, ja em termos de opiniao das pessoas as coisas correram pior, e o bom inicio comercial do filme deu origem a um abrandamento natural que fez com o filme nao fosse alem do razoavel.

O primeiro adjectivo utilizado para caracterizar um filme como este, e de independente, quer na sua genese, quer na complexidade e silencio do seu argumento e na falta de momentos explosivos mesmo que a sua versao americana acabe por o apresentar como tal. E um filme de personagem que se mascara a todo o tempo com um filme de assassinos e suspense quase policial mas nunca consegue adquirir o ritmo que um filme com este teor necessita.

Sentimos sempre a falta de alguma coisa, ou do caracter mais soft do clooney, ou maior rigor ou iintensidade nos acontecimentos, acaba por ser um filme onde falta sempre alguma coisa que nunca consegue descobrir.

Mesmo o interesse amoroso do persongem uma das linhagens centrais do filme acaba por nao ter nada de relevante, nem mesmo o argumenta potencia os poucos aspectos que o filme poderia crescer e tornar-se ao mesmo tempo um filme com outra dadiva comercial, ja que tambem em termos criticos nao poderia andar muito mais.

O filme fala sobre um isolado assassino profissional que se desloca para Italia interior para se confrontar com o dilema de deixar a sua profissao e consequentemente o seu isolamento ou continuar naquilo que consegue fazer lidando com as pressoes superiores, e com um estranho interesse amoroso.

Em termos de argumento e daqueles filmes que gosta de jogar com o silencio, consegue surpreender na parte final com a reviravolta narrativa contudo com a sensação que isso ja vai tarde uma vez que todo o filme ja esta montado para uma linhagem ou mesmo para uma intensidade completamente diferente.

A realizaçao e tipicamente europeia planos proximos nem sempre bem utilizados camaras com o movimento trepidante, cor e fotografia escuras, ou seja tipico para um filme nao hollywoodesco onde o unico ingrediente e mesmo George Clooney

Em termos de cast, Clooney tem o filme todo para si, nos exercicios mais tipicos de um actor a tentar convencer que se encontra em bom nivel, contudo penso que nao necessitava deste filme para isso, os seus ultimos registos ja comprovaram isso, neste filme perde um pouco ao tentar dar um ar mais negro do que aquilo que consegue deixando a nu algumas insuficiencias


O melhor - A realizaçao europeia bem integrada


O pior - Nao ter intensidade


Avaliação - C

Monday, November 01, 2010

Lottery Ticket




Nos ultimos tempos a comedia afro americana tem perdido algum do ritmo que durante anos foi apanagio de periodos especificos do box office. Contudo com o abrandamente cada vez foi menos comum titulos com este genero, ate que no inicio deste ano surge este Lottery ticket, pensado no seguimento de todos outros filmes produzidos pela estrela do genero Ice Cube, o certo e que o filme conseguiu os limites minimos quer criticamente onde as valorizações medianas nao comprometeram o filme, e depois em termos de box office onde ultrapassar os 20 milhores seria o minimo exigido e conseguido.

O filme tem todos os ingredientes para a tematica, tem pontos curiosos e cliches mais tipicos de comedias de outro genero, quase nunca consegue ter piada com eficacia, e as sequencias de acção terror nunca funcionam plenamente. Salva a sua pouca ambição e um pouco do moral por tras do filme, ja que tudo o resto e demasiado limitado, desde a sua construçao ate o seu desenvolvimento.

Nao e um filme de primeira escala e surpreende mesmo que tenha estreado em tantos cinemas mas acaba por ser daqueles filmes que nunca arrisca em demasiado, nem na relação de personagens ou mesmo na forma como estas se ligam o filme e posto em causa.

o filme fala de um jovem afro americano puro, que de repente ve a sua vida mudar uqando ganha a loteria contudo tem que permanecer com o mesmo tres dias para o levantar e aqui vai ter as investidas de todo o tipo de vizinhança

A realiaçao e naturalista nunca tenta ir mais alem do que aquilo que realmente consegue e isso e limitador para tudo o resto, com um argumento tambem ele loimitado e pouco preocupado em grande construçao de personagens e muito menos de dialogos e sim na força d euma ou duas situações de huor,.

Em termos de actores se os protagonistas conhecidos acabam por encaixar perfeitamente nos jovens alucinados com o poder do dinheiro, tudo o resto e como todo o filme, pouco a dizer


O melhor - Ser simples.


O pior - Nao ter graça


Avaliação - C

Friday, October 29, 2010

Jackass 3D


Os apanhados mais conhecidos do mundo, num culto masoquista esta de regresso, depois de cancelado os seus programas de aventuras quase animalescos, o grupo de jovens rebelde tornou-se num sucesso de cinema, desde o seu primeiro filme até esta versao surpreendentemente agora na terceira dimensão. Muitos tinham algumas duvidas que passados os anos o franchising ainda funcionasse como antigamente mas os resultados disseram que o produto vende cada vez mais com resultados comerciais muito positivos. Em termos criticos nada de novo os mais tradicionais desesperam com o filme os mais recentes gostam.

Analisar um filme como Jackass do ponto de vista de cinema e uma tarefa ingrata, primeiro porque ou se gosta ou nao do estilo, eu confesso que ja gostei mais pois acho que o ridiculo e o surpreendente das primeiras situaçoes nao deixam muita margem de manobra ao grupo que cada vez menos consegue ir mais longe, dai que e normal que se ache este filme repetitivo, sem sabor relativamente aos primeiros, penso que todos ja tiveram o seu lugar no entertenimento e nao valera a pena continuar a fazer render um peixe que pode ja nao ter muito mais por onde andar.

As situaçoes vao na base das anteriores, desde o ridiculo, ao sadio passando pelo nojento e daqueles filmes que obviamente nos faz soltar uma gargalhada, contudo mais que um filme e um momento, porque nao tem guião, ou tem um guiao fraccionado em diversas sequnecias, as personagens sao eles proprios e a realizaçao e do mais basica e elementar que se pode ter.


O melhor -O espirito


O pior - As ideias começarem a tar algo gastas


Avaliação - C+

Paranormal Activity 2




COnfesso particular aperciador do conceito, quer da sua genese com blair witch project que acima de tudo no primeiro filme desta saga. Sou tambem defensor que um sequela so devera ser lançado se tiver algo mais para acrescentar a historia, o que nao e o caso. Assim muitas vezes somos esmagados por sequelas de filmes rentaveis, e o pior e que no primeiro desses regressos normalmente os valores sao duplicados. Foi o caso desta magnifica estreia comercial de Paranormal Activity que em termos comerciais conseguiu convencer os fas do primeiro filme a regressarem, contudo em termos criticos e pese embora as coisas ate tenham corrido positivamente o filme ficou um pouco aquem do primeiro filme.

No meu entender era impossivel bater o primeiro filme, pela originalidade do conceito e acima de tudo proque o mesmo iluminou tudo que poderias ser as suas sequencias com uma ou outra alternancia, mas a novidade nao poderia acompanhar mais qualquer filme da saga. Neste filme ha mais meios, sen contudo abandonar a forma inicial, temos mais personagens, contudo os dialogos nunca vao muito alem, e acima de tudo temos mais camaras o que permite um seguimento mais natural e continuo das personagens, de resto muito pouco de novo, uma nova familiar mas a linha narrativa e complmetamente semelhante com o progredir natural do terror de sequencia para sequencia.

Outro dos pontos negativos do filme e que observando o primeiro sabemos perfeitamente como o segundo ira terminar, e aqui nada de novo surge, o unico problema pode ser que com o desenvolvimento da saga se torna um novo saw, e todos os anos teremos uma semana dedicada a saga.

O filme fala de uma familiar que instalaçao video vigilancia em casa desde essa altura começa a receber visitas e a casa parece estar assombrada, logo se vera o que é.

O argumento com mais algumas alteraçoes em termos de base e o utilizado no primeiro filme, nada de novo, nada de original, num argumento facil de fazer uma vez que nem em dialogos o filme consegue ser muito prodigo.

A realizaçao e complicada compilar sequencias em imagens paradas e um exercicio complicado e exigente contudo mais facil do que no primeiro filme, dai que as coisas surjam com uma linhagem narrativa mais consistente, os meios sao maiores o filme menor.

Em termos de cast e daqueles filmes que nada ou muito pouco exige aos seus actores, do que preocupaçao e uns gritos, e isso aparece sem grande dificuldade num naipe de actores profundamente desconhecidos, para transmitir uma maior seriedade e realismo ao filme


O melhor - Nao sair da formula do primeiro filme


O pior - Nao trazer nada de novo


Avaliação - C