Thursday, November 11, 2010

The Kids are all right


Starring:
Julianne Moore, Annette Bening, Mark Ruffalo, Mia Wasikowska, Josh Hutcherson
Directed by:
Lisa Cholodenko

E conhecido a forma como normalmente hollywood transforma pequenas comedias de costumes em acontecimentos cinematograficos do ano, pegando acima de tudo num bom balanço critico grande parte das vezes sem precedente. A de este ano foi este pequeno filme lançado calmamente a meio do ano, os resultados criticos nao podiam ser melhores na forma como ficou encantada com este filme, mesmo que comercialmente precisasse de um balanço mais positivo que a empolgasse para outro tipo de voos.
De todos os filmes pequenos que pelo balanço da critica se tornaram grandes penso que e este e de longo o mais basico e aquele que menos ingredientes tem para ser tao reconhecido. E obvio que ter transformado um casal de lesbicas no idealismo de uma familia ideal e no minimo arrojado, mesmo que falte tudo um pouco para ser um grande filme. Principalmente porque as personagens sao sempre algo vazias, e mesmo algumas situaçoes onde a comedia de costumes poderia ser melhor exploradas o certo e que o filme nunca consegue encantar por si so, ficando sempre a sensaçao que e um filme mais valorizado pela critica do que propriamente pelo seu valor interno.
A força dos dialogos normalmente ricos neste tipo de filmes tambem nao passa do bom, ou seja os momentos de interacçao familiar conseguem potencializar de uma forma complicada uma relaçao normal quebrando algumas barreiras moratorias de uma forma completa.
Ganha principalmente na sensibilidade que o filme tras no meio de tantas relaçoes na forma como o dador de esperma como e identificado no filme se relaciona com a alegada filha e uma descoberta ,mutua da identidade e de papeis.
O filme fala de um casal de lesbicas que decide ir ao banco de esperma para ter dois filhos,. dezoito anos depois a filha do casal procura a sua origem encontrando uma pessoa peculiar mas que começa a entrar na vida de cada um dos elementos da familia ate ao desiquelibrio
O argumento tem uma boa origem e acima de tudo a forma como se desenvolve e mais eficaz do que original er surpreendente. Sentimos sempre que falta alguma graça natural ao filme ou mesmo a alguma das personagens a tipificaçao como comedia sabe mal num filme mais de costumes
A realizaçao e normal sem grandes momentos nem tao pouco grande importancia estetica, limita-se a forma como as personagens se desenvolvem sem grande ritmo ou qualquer coisa propria.
Õ cast encontra-se a bom nivel e acaba por ser a força intensa do filme, benning cai perfeitamente na segurança da lesbica que tras tudo para a naturalidade ao contrario de Moore com um papel mais vistoso mas que ao mesmo tempo nao convence tanto. Rufallo no seu estilo low mode, encaixa melhor neste filme do que na maioria dos seus papeis. E acima de tudo a boa parte de dois dos melhores jovens da actualidade

O melhor - O casal normal de lesbicas em versao familiar

O pior - Nao ter graça natural

Avaliação - C+

Tuesday, November 09, 2010

Saw 3D





Ha muito que a saga Saw ja deu tudo que tinha a dar no cinema, quer em termos criticos onde os dois primeiros filmes pela novidade, e sentido creativo ate conseguiram algum reconhecimento, mas tambem em termos comerciais, onde teve o seu expoente maximo num terceiro filme que em termos gerais acabou por se tornar naturalmente o simbolo da decadencia da saga. Neste septimo capitulo da saga, as coisas tornaram-se irremediavelmente sem volta, ja que em termos criticos bateu no pior que pode suceder a um filme que e uma negação completa, e em termos comerciais ja nada consegue encantar para alem de um grupo de adolescentes em torno do espirito do halloween

Ja desde o terceiro filme que estamos perante uma perda total do sentido narrativo da saga e neste filme mesmo tentando reaver alguma coisa tudo ja esta perdido, alias o filme a determinada altura so tem uma preocupaçao surpreender o espectador com um sem numero de sequencias onde a unica preocupação e impressionar o espectador com uma carnificina total sempre mais popnderada em qualquer um dos filmes anteriores

No final existe a tentativa de explorar o passado com alguma melancolia e nostalgia pelos sucessos da saga mas o efeito e completamente nulo, os espectadores ou ja esperavam pelo final desesperados por esse momento, ou ja tinham saido pela força gratuita de imagens cujo sentido ao longo de todo o filme e praticamente nulo.

O guiao circular tambem pouco ou nada tras de novo o remedio encontrado para o filme e daqueles que mais valia nunca existir ou tentar redimir uma personagem que durante tempos e tempos foi o pesadelo de tudo e de todos, enfim muito pouco.

Para este filme o pior inicio possivel o final do seis nunca existiu e vamos para o sete, o ajudante de jigsaw continua a atacar tendo como alvo principal a mulher do original jigsaw,e entre isso um sem numero de situaçoes do mais horriveis e doentias da saga

O argumento limita-se a criar situaçoes de um sadismo doentio para impressionar o espectador, nao perde uma oportunidade para fazer sangue de cima a baixo, de resto personagens e dialogos sao completamente inexistentes

A nivel de realizaçao o formato 3d ainda explora mais as imagens brutais e doentias do filme, mesmo que seja do mais pobre que o registo lançou neste seu ano de explosao, com muito pouco de postivo para se revelar.

O cast liderado por uma serie de desconhecidos alguns deles apenas relacionados a saga e como todo o filme, preso, fraco e sem qualquer tipo de valor.


O melhor - Foi initulado como o ultimo capitulo


O pior - Outros tambem ja foram


Avaliação - D-

Sunday, November 07, 2010

Megamind


E conhecido o facto de nos ultimos tempos a Dreamworks ter assumido a liderança em termos de receitas comerciais do cinema de animaçao muito a custa de um fluxo de filmes muito superior ao das suas rivais. Para o final deste ano surgia este surpreendente Megamind, um pouco a resposta aos incriveis da pixar uma vez que debruça sobre a tematica dos superherois tratada no filme da dysney. Os resultados ate ao momento são ambiguos se criticamente numa fase em que a animação passa por alguns problemas as coisas ate correram bem, ja comercialmente os primeiros indicadores nao sao famosos, com resultados muito aquem das melhores expectativas.

Antes de mais convem salientar que qualquer comparação com os incriveis e tremendamente injusta para o filme, uma vez que o objectivo e completamente diferente. Assim debruçando no filme sem nenhuma base de comparação podemos dizer que com a excepção do tremendo Toy Story 3 estamos perante o melhor filme de animação do ano, capaz de ser intenso, non sense quando necessario, com uma acção produtiva muito bem elaborada e com a dose de humor muito bem trabalhada

E daqueles filmes que entertem jovens e adultos sem dificuldades, dos filmes +para crianças que todos gostamos de ver e sentir, nao e muito explorado do ponto de vista emocional, tem mais musculo e comedia do que coração, mas acaba por se tornar fascinante pela moratoria e pela pouca imposição de regras entre o bom e o mau.

Para este ponto tambem contribui a forma como as pergonagens estao montadas entre si a interligação relacional simples e em forma de quadrado permite que o filme condensse nestas e isso e do melhor que o filme acaba por nos trazer ou seja o facto de nao desprediçar momentos sempre a uma boa intensidade.

O unico senao a obvia comparação com incriveis mais maduro, adulto mais bem trabalhado mas e sempre injusto comprarar com um classico do genero.

O filme fala de um duo de personagens que se habituaram desde sempre a ser a antitese uma da outra, uma o heroi e outra o vilao, ate que um dia algo muda e e necessario encontrar um novo heroi para combater este vilão so que o heroi encontrado nao e bem aquilo que se esperava.

O argumento e engraçado muito potencializado pela boa construçao de personagens, mesmo que muitas vezes carencie de logica e ser demasiado despegado da realidade, contudo o humor e o rimto compensam tudo isto.

A realização e aproduçao do filmesão de primeira linha, mesmo quando tentam tornar o filme expectacular e grandisos conseguem, por vezes nos pequenos promenores percebemops distancias em relaçao a pixar mas ja sao muito menores.

O cast de vozes nao podia ser mais feliz, se por um lado Ferrel e o alter ego natural da +personagem central dando lhe a vertente comica essencial para o filme, num dos melhores castings de vozes que ha memoria, Pitt com o seu tom jocoso ta

o melhor - Ferrel e a personagem Megamind


O pior - Demasiado desligado de coerencia


Avaliação - B

Saturday, November 06, 2010

You Again




A Walt Disney por vezes gosta de apostar em filmes para toda a familia com curiosidades que por fim acabam por preencher os domingos a tarde das televisoes. Para este ano e na sequencia do que tem feito com todos os filmes do realizador tras nos um daqueles filmes tipicamente femininos sobre aquelas coisas que apenas elas ligam. Os resultados contudo foram fracasso rotundo, nao so em termos criticos onde as coisas nunca estiveram tao negras com negaçao total ao filme, mas acima de tudo num terreno comercial onde nao costumam falhar as coisas tiveram muito pouca voz.

O filme começa por ser dificil de analisar de um ponto devista de valores europeues e masculinos onde a importancia da rainha do liceu ou mesmo da cherlleader e quase nenhuma, passe esta fase temos uma comedia tipica sobre guerra entre mulheres e acima de tudo sobre a forma como os outros a veem. Contudo acredito que este tema debruçado de uma outra forma ate poderia ter sucesso ou ser engraçado, contudo om filme nunca consegue este ponto acabando sempre por se tornar extremamente histerico em quase todos os seus planos ao qual acompanha uma conclusao polçiticamente correcta facilmente visivel ao longo de todo o filme.

A determinados pontos o espectador comum farta-se da ideotice do filme, pelo que aguarda pela reconciliação obvia entre personagens, nunca se consegue perceber o porque de tudo o que o filme nos tras, e acaba com o climax mais que previsto e com a sensação de que perdemos tempo com uma comedia que falha todas as tentaivas de ser engraçada

O filme fala de uma jovem de sucesso que quando regressa a sua terra natal sabe que o seu irmao vai casar com a sua arqui rival dos tempos de liceu, cuja madrinha e arqui rival da sua mae, aqui vem a guerra entre ambas numa batalha sem treguas.

O argumento e pauperrimo em todas as pontas a historia de base nao tem congruencia, ao qual se reune uma forma pouco peculiar de construir personagens quase sempre ridiculas e argumento de dialogo nunca engraçado ou com essa ambiçao.

A realização de um arealizador que ja deu mostras de nao dar mais que isto limitando se a filmer sem rasgos historias pouco elaboradas centrada num cinema de tarde com pouca qualidade.

O cast liderado por mulheres tem em Bell uma estrela romantica de baixo nivel, principalmente pelo grau de idiotismo e histerismo que reveste as suas personagens, e duas senhoras em baixo de forma, onde apenas a boa aparencia fisica tendo em conta a idade lhes permite e lhes e exigido.


O melhor - A guerra de avos final


O pior - A falta de profundidade do filme para outras culturas


Avaliação - D

Friday, November 05, 2010

Life as we Konw it





As conjugações entre actores relacionados com comedias romanticas sao diversas, e umas conjugam favoravelmente melhor do que outras. Esta em concrecto ligando um dos expoentes maximos do genero actual Heigl com Duhamel, mais conhecido como sendo o marido de Fergie prometia algum sucesso contudo nunca sendo bombastico. Os resulltados foram mesmo assim interessantes sem deslumbrar no terreno comercial, tendo as obvias dificuldade em convencer a critica mais atenta a outro tipo de cinema.

Antes de mais começar por dizer que e um filme facil, pegando nos esteriotipos tips das personagens certinhas e pouco certas, mas que no final acaba tudo sendo certo que muitas vezes ja foram utilizados nos diversos guioes. Contudo importa tambem salvaguardar que como produto comercial e um filme que faz render muito bem o seu peixe, na força da dinamica do casal que parece funcionar melhor como proximos do que como romantico, e tambem por um numero de situaçoes que ficam bem descontextualizadas. Como todo nao podemos dizer que e um filme com muita graça e que as conjugações de humor do filme sejam favoraveis ja que isto quase nunca acontece.

Em termos de sensibilidade parece nos que fica por explorar um pouquito mais a dinamica relacional do duo de protagonistas, pese embora a sequencia da morte, demasiado pesada para a integraçao do filme seja bem trabalhada, dando algum dramatismo e seriedade a todo o fillme.

O filme fala de uma bebe de um ano de idade que apos um acidente de viaçao fica orfao e a guarda dos dois melhores amigos dos pais, que tem muito pouco em comum, tem que passar a residir juntos para cuidar da menor, e aqui começa tudo.

Como argumento peca por algumas simplicidades de percurso pouco ou mesmo nada trabalhadas, as personagens sao demasiado obvias para o funcionamento entre elas acaba por potenciar um interessante objecto comercial

Em termos de realizaçao muito pouco a registar, um filme pouco forte quase sempre com imagens proprias, o que nao traz nada de novo ao filme sem o complicar.

Quanto ao cast Heigl nao muda nunca o seu registo, com mais ou menos sensualidade, neste caso na vertente menos, parece tornar as suas personagens todas iguais, o que nao e muito positivo uma vez que elas sao na maior parte das vezes muito cinzentas. Duhmel surpreende positivamente com o carisma que emprega a sua personagem mais pela caracterizaçao e expressao da mesma, colmatando as insuficiencias interpretativas com a presença. Lucas ja longe dos seus momentos em que era ele proprio o primeiro da fila.


O melhor - Algum valor comercial do filme


O pior - A má base teorica do filme


Avaliação - C+

Wednesday, November 03, 2010

Ramona and Beezus




Rmona and Bezzus e daqueles pequenos fillmes baseado em series que acabam por ser efectuados para os mais pequenos com imagem real. Este tipo de filmes apostado no seu mais que obvio valor comercial principalmente nos EUA acabou por ter resultados medianos acabando por contornar algum desencanto em termos de bilhetyeira, com aceitação critica maioritariamente positiva para um filme com esta tematica e forma de realização.

E normal que o filme peque por ser extremamente infantil em quase todo o seu desenvolvimento, e a determinada altura exagerar e de que forma na maneira como a sua persnagem central nao consegue sair da sua toada negativas. Tambem e certo que o filme nunca consegue trazer nada de novo optando sempre pela solução mais facil, contudo alguns promenores como conjugar a forma real com mundo imaginario da personagem torna o filme por alguns momentos diferente principalmente na forma inicial, tambem a forma de dar o mundo da prespectiva da menor acaba por se tornar certeira na dinamica propria do filme.

Não tem grandes momentos comicos sendo um filme mais familiar do que propriamente o seu conceito unico e pouco trabalhado, a interação as personagens desliza entre bons momentos e outros menos felizes.

O filme fala da relação de duas irmas que tem de sobreviver com o facto do seu pai estar despedido e passar por algumas carencias economicas que transforma o lar com a presença deste em deterimento da mae.

O argumento esta longe de ser original ou mesmo prodigo em grandes dialogos ou personagens trabalhados, e um filme infantil e tem isso sempre bem presente na forma como e construido sopb este ponto de vista.

A realização tem momentos proprios de algum cinema de autor, como o mundo imaginario de ramona, mas no global e pouco mais do que suficiente, graças a esta opçãoo.

O cast tem nas duas personagens centrais jovens que funcionam bem principalmente em conjunto se bem que o filme nunca atesta verdadeuiramente a aptidão. Os secundarios tb eles em gestão de esforço num filme pouco exigente neste prisma


O melhor - Os rasgos de plasticina do mundo imaginario


O pior - Não surpreender e ser facil



Avaliação - C+

Tuesday, November 02, 2010

The American





George Cloonet e nestes dias um daqueles actores que ja nao necessita de nada para que os seus filmes tenham noteriedade, nestes momentos e que um actor em hollywood se pode sentir no topo da montanha, permitindo que filme fora do circuito em contextos e com actores de outro tipo de cinema. Este american e a experiencia assistematica de Clooney, e os resultados foram dispares, se a critica ate foi benevolente para o filme, gostando do seu caracter estetico, ja em termos de opiniao das pessoas as coisas correram pior, e o bom inicio comercial do filme deu origem a um abrandamento natural que fez com o filme nao fosse alem do razoavel.

O primeiro adjectivo utilizado para caracterizar um filme como este, e de independente, quer na sua genese, quer na complexidade e silencio do seu argumento e na falta de momentos explosivos mesmo que a sua versao americana acabe por o apresentar como tal. E um filme de personagem que se mascara a todo o tempo com um filme de assassinos e suspense quase policial mas nunca consegue adquirir o ritmo que um filme com este teor necessita.

Sentimos sempre a falta de alguma coisa, ou do caracter mais soft do clooney, ou maior rigor ou iintensidade nos acontecimentos, acaba por ser um filme onde falta sempre alguma coisa que nunca consegue descobrir.

Mesmo o interesse amoroso do persongem uma das linhagens centrais do filme acaba por nao ter nada de relevante, nem mesmo o argumenta potencia os poucos aspectos que o filme poderia crescer e tornar-se ao mesmo tempo um filme com outra dadiva comercial, ja que tambem em termos criticos nao poderia andar muito mais.

O filme fala sobre um isolado assassino profissional que se desloca para Italia interior para se confrontar com o dilema de deixar a sua profissao e consequentemente o seu isolamento ou continuar naquilo que consegue fazer lidando com as pressoes superiores, e com um estranho interesse amoroso.

Em termos de argumento e daqueles filmes que gosta de jogar com o silencio, consegue surpreender na parte final com a reviravolta narrativa contudo com a sensação que isso ja vai tarde uma vez que todo o filme ja esta montado para uma linhagem ou mesmo para uma intensidade completamente diferente.

A realizaçao e tipicamente europeia planos proximos nem sempre bem utilizados camaras com o movimento trepidante, cor e fotografia escuras, ou seja tipico para um filme nao hollywoodesco onde o unico ingrediente e mesmo George Clooney

Em termos de cast, Clooney tem o filme todo para si, nos exercicios mais tipicos de um actor a tentar convencer que se encontra em bom nivel, contudo penso que nao necessitava deste filme para isso, os seus ultimos registos ja comprovaram isso, neste filme perde um pouco ao tentar dar um ar mais negro do que aquilo que consegue deixando a nu algumas insuficiencias


O melhor - A realizaçao europeia bem integrada


O pior - Nao ter intensidade


Avaliação - C

Monday, November 01, 2010

Lottery Ticket




Nos ultimos tempos a comedia afro americana tem perdido algum do ritmo que durante anos foi apanagio de periodos especificos do box office. Contudo com o abrandamente cada vez foi menos comum titulos com este genero, ate que no inicio deste ano surge este Lottery ticket, pensado no seguimento de todos outros filmes produzidos pela estrela do genero Ice Cube, o certo e que o filme conseguiu os limites minimos quer criticamente onde as valorizações medianas nao comprometeram o filme, e depois em termos de box office onde ultrapassar os 20 milhores seria o minimo exigido e conseguido.

O filme tem todos os ingredientes para a tematica, tem pontos curiosos e cliches mais tipicos de comedias de outro genero, quase nunca consegue ter piada com eficacia, e as sequencias de acção terror nunca funcionam plenamente. Salva a sua pouca ambição e um pouco do moral por tras do filme, ja que tudo o resto e demasiado limitado, desde a sua construçao ate o seu desenvolvimento.

Nao e um filme de primeira escala e surpreende mesmo que tenha estreado em tantos cinemas mas acaba por ser daqueles filmes que nunca arrisca em demasiado, nem na relação de personagens ou mesmo na forma como estas se ligam o filme e posto em causa.

o filme fala de um jovem afro americano puro, que de repente ve a sua vida mudar uqando ganha a loteria contudo tem que permanecer com o mesmo tres dias para o levantar e aqui vai ter as investidas de todo o tipo de vizinhança

A realiaçao e naturalista nunca tenta ir mais alem do que aquilo que realmente consegue e isso e limitador para tudo o resto, com um argumento tambem ele loimitado e pouco preocupado em grande construçao de personagens e muito menos de dialogos e sim na força d euma ou duas situações de huor,.

Em termos de actores se os protagonistas conhecidos acabam por encaixar perfeitamente nos jovens alucinados com o poder do dinheiro, tudo o resto e como todo o filme, pouco a dizer


O melhor - Ser simples.


O pior - Nao ter graça


Avaliação - C

Friday, October 29, 2010

Jackass 3D


Os apanhados mais conhecidos do mundo, num culto masoquista esta de regresso, depois de cancelado os seus programas de aventuras quase animalescos, o grupo de jovens rebelde tornou-se num sucesso de cinema, desde o seu primeiro filme até esta versao surpreendentemente agora na terceira dimensão. Muitos tinham algumas duvidas que passados os anos o franchising ainda funcionasse como antigamente mas os resultados disseram que o produto vende cada vez mais com resultados comerciais muito positivos. Em termos criticos nada de novo os mais tradicionais desesperam com o filme os mais recentes gostam.

Analisar um filme como Jackass do ponto de vista de cinema e uma tarefa ingrata, primeiro porque ou se gosta ou nao do estilo, eu confesso que ja gostei mais pois acho que o ridiculo e o surpreendente das primeiras situaçoes nao deixam muita margem de manobra ao grupo que cada vez menos consegue ir mais longe, dai que e normal que se ache este filme repetitivo, sem sabor relativamente aos primeiros, penso que todos ja tiveram o seu lugar no entertenimento e nao valera a pena continuar a fazer render um peixe que pode ja nao ter muito mais por onde andar.

As situaçoes vao na base das anteriores, desde o ridiculo, ao sadio passando pelo nojento e daqueles filmes que obviamente nos faz soltar uma gargalhada, contudo mais que um filme e um momento, porque nao tem guião, ou tem um guiao fraccionado em diversas sequnecias, as personagens sao eles proprios e a realizaçao e do mais basica e elementar que se pode ter.


O melhor -O espirito


O pior - As ideias começarem a tar algo gastas


Avaliação - C+

Paranormal Activity 2




COnfesso particular aperciador do conceito, quer da sua genese com blair witch project que acima de tudo no primeiro filme desta saga. Sou tambem defensor que um sequela so devera ser lançado se tiver algo mais para acrescentar a historia, o que nao e o caso. Assim muitas vezes somos esmagados por sequelas de filmes rentaveis, e o pior e que no primeiro desses regressos normalmente os valores sao duplicados. Foi o caso desta magnifica estreia comercial de Paranormal Activity que em termos comerciais conseguiu convencer os fas do primeiro filme a regressarem, contudo em termos criticos e pese embora as coisas ate tenham corrido positivamente o filme ficou um pouco aquem do primeiro filme.

No meu entender era impossivel bater o primeiro filme, pela originalidade do conceito e acima de tudo proque o mesmo iluminou tudo que poderias ser as suas sequencias com uma ou outra alternancia, mas a novidade nao poderia acompanhar mais qualquer filme da saga. Neste filme ha mais meios, sen contudo abandonar a forma inicial, temos mais personagens, contudo os dialogos nunca vao muito alem, e acima de tudo temos mais camaras o que permite um seguimento mais natural e continuo das personagens, de resto muito pouco de novo, uma nova familiar mas a linha narrativa e complmetamente semelhante com o progredir natural do terror de sequencia para sequencia.

Outro dos pontos negativos do filme e que observando o primeiro sabemos perfeitamente como o segundo ira terminar, e aqui nada de novo surge, o unico problema pode ser que com o desenvolvimento da saga se torna um novo saw, e todos os anos teremos uma semana dedicada a saga.

O filme fala de uma familiar que instalaçao video vigilancia em casa desde essa altura começa a receber visitas e a casa parece estar assombrada, logo se vera o que é.

O argumento com mais algumas alteraçoes em termos de base e o utilizado no primeiro filme, nada de novo, nada de original, num argumento facil de fazer uma vez que nem em dialogos o filme consegue ser muito prodigo.

A realizaçao e complicada compilar sequencias em imagens paradas e um exercicio complicado e exigente contudo mais facil do que no primeiro filme, dai que as coisas surjam com uma linhagem narrativa mais consistente, os meios sao maiores o filme menor.

Em termos de cast e daqueles filmes que nada ou muito pouco exige aos seus actores, do que preocupaçao e uns gritos, e isso aparece sem grande dificuldade num naipe de actores profundamente desconhecidos, para transmitir uma maior seriedade e realismo ao filme


O melhor - Nao sair da formula do primeiro filme


O pior - Nao trazer nada de novo


Avaliação - C

Thursday, October 28, 2010

Let me In


Matt Reeves surpreendeu o mundo do cinema ao lado de JJ Abrams com o seu Cloverfield, com poucos meios conseguiu ter um filme inovador, forte e capaz de surpreender o mais comum dos cinefilos. Muitos esperaram com alguma relutancio o regresso do realizador com um tema completamente diferente, desde logo na sua forma simples de ver um filme de terror. Os resultados do filme foram muito dispares se em termos comerciais o filme foi uma completa desilusão com resultados desastrosos pese embora a aposta comercial ate fosse forte, ja no contempla ao seu resultado critico as coisas nao poderia correr melhor com descriçoes muito positivas sendo um dos filmes mais cotados ate ao momento.

Let me in e de todos os filmes de vampiros o mais natural, de uma vivacidade fora do comum e daqueles filmes que transpira emoçao. Numa altura em que estamos na epoca do amor natural entre vampiros e humanos, no seguimento de twilight a verdadeira historia de amor encontra-se neste particular filme, que nao quer ser bonito, mas consegue num tema ja muitas vezes tratado ser original, ter o seu toque de autor, e ser dotado de um carisma fora de vulgar.

Consegue ser denso narrativamente denotando alguns temas da actualidade como o bullyng, com uma intensidade narrativa que prende o espectador de inicio a fim a cadeira, com uma cadencia emocional tambem ela fora do vulgar, numa das melhores obras que há memoria no presente ano, e sem duvida o melhor e o mais carismatico filme de vampiros ou mesmo de algum terror dos ultimos cinco anos.

O unico ponto e nao arriscar um pouco na forma como o filme finaliza a ligaçao entre as personagens poderia ser mais fortalecida e cooperativa a determinados momentos, sem necessitar da sangria total, parece que o filme tem mais dez minutos do que devia, mas nao poe em causa o brilhantismo de toda a obra.

O filme da nos um pre adolescente conturbado com o divorcio dos pais, que conhece uma peculiar vizinha com tendencias muito proprias, que nao e mais do que uma vampira nascendo uma relaçao muito intima entre ambos.

Em termos de argumento temos um misto de orginalidade na forma como o filme e montado e na ligação entre personagens de tao tenra idade, sem nmunca perder a tradiçao caractritica dos vampiros, o que torna o filme uma agradavel surpresa a momentos.

Reeves e depois deste filme uma certeza em Hollywood, combinando bons argumentos com estilos que pautam por realizaçoes proprias diferentes inovadoras e com marca da qualidade necessita de mais sorte com bilheteira.

Em termos de cast a aposta foi mais comedida, os personagens infantis preenchem o ecra principalmente moritz ja um peso pesado do cinema e talvez a actriz em melhor forma neste momento na sua faixa etaria, esperemos que siga os melhores exemplos, como secundarios destaque para a boa participação de Jenkins


O melhor - Conseguir fazer de um filme de vampiros uma obra prima


O pior - O publico se afastar de grandes filmes.


Avaliação - A-

Alpha and Omega




Apesar de nos ultimos anos temos assistido a um abrandamento no lançamento de filmes de animação é certo que a filtragem continua a ser menor a partir do momento em que os estudios mais pequenos conseguiram produzir filmes com um nivel produtivo semelhante. Alpha and Omega e mais um dos filmes lançados por um desses estudios chamados independentes, com os resultados a ficarem muito aquem daquilo que e normalmente conseguido pelos grandes. Ou seja em termos de critica as coisas não vao alem do sofrivel com algumas ate negativas, e em termos comerciais pouco ou mais consegue do que uma boa primeira semana desaparecendo rapidamente das salas de cinema.

Alpha and Omega e um filme comum, baseado numa historia de adultos um pouco a semelhança de romeu e julieta, com a diferença que sofre alguns problemas de base, desde logo a falta de ritmo e de emoçao com um ritmo demasiado pausado e pastoso para um filme de crianças, depois pela pouca diferenciaçao fisica de personagens que acaba por ser o maior defice de filmes para crianças que nem sempre estao atentas a pontos complementares como identificaçao e nome ou voz das personagens

E um filme totalmente dedicado a crianças e nao tenta ir mais alem do que isto, mesmo em termos produtivos, e o filme basico mesmo no terreno de animação. Pouco ou nada tras de novo ao cinema, do que dar alguma fonte de diferença aos actores que dao voz ao filme.

O argumento fala de uma alcateia de lobos, no qual um pequeno lobo, começa a interessar-se desde pequeno pela loba primordial da alcateia, um pouco a historia do amor entre classes entre lobos.

O argumento e basico e nao tenta ser mais do que isso, nao existe qualquer tipo de rebuscado nas personagens e dialogos, ou seja um filme e argumento muitas vezes usados em determinadas situações como homens, ou caes, so faltava lobos.

Em termos de realização e produçao nao e dos filmes mais valiosos ou mais evoluidos, tem momentos paisagisticos com algum teor mas pouco mais.

Em termos de vozes, recheados entre os mais novos e actores mais velhos algo afastados. estas nem sempre sao muito trabalhadas no filme, mas algumas como a de Hopper estao no melhor de si.


O melhor - A simplicidade de mecanismos.


O pior - A queda do terreno sagrado da animação


Avaliação - C-

Sunday, October 24, 2010

Red


Pode a DC fazer um filme que não seja intimamente ligado com o mundo de super herois, esta pergunta parece disparatada mas quando vimos o conceito de RED percebemos logo que sim, pelo facto de estarmos perante um filme que nos tras uma ex equipa do CIA numa actividade paralela, sem poderes nem tao pouco pensada em termos de comics. A força do filme esta totalmente no magnifico cast reunido que conduziu a que por um lado criticamente o filme saisse com resultados positivos pese embora nao deslumbrantes, e comercialmente as coisas nao tenham sido muito famosas, talvez porque conceitos deste genero necessitam sempre de alguma coisa mais e neste momento Willis já nao funciona dessa maneira.

Red e um filme de momentos em que contorna sequencias de acçao ou mesmo de algum humor com alguma força e intensidade com uma historia de base algo débil pouco interessante que anda sempre a reboque destes momentos mais felizes do filme principalmente na forma como os elementos do grupo interagem entre si, com particular destaque para a personagem surpreendente de Malcovich.

Outro dos pontos do filme que nao funciona na perfeiçao e o facto de querer dar demasiada intriga a suspence que faz com que o filme fique orfão de um vilao resistente e forte que a forma como o filme esta montado parece requerer, durante algum periodo Urban funciona nesse lado mas rapdiamente percebemos que o seu lado humano nao pode ser o que contrapoem as maqunas de guerra do outro lado.

O filme fala de um ex agente do CIA que se encontra a ser seguido por todas as forças e mais algumas de forma a nao revelar o que sabe relativamente a uma missao no Guatemala, contra tudo e todos faz-se acompanhar de outros agentes ja retirados e da paixao que criou com uma operadore de call center.

O argumento nao dos mais famosos que vimos nem tao pouco em filmes de acçao a historia central e muito pouco original e interessante e nao fosse alguns momentos bem criados mais por dinamica de realizaçao o filme nao tinha muita vida propria. Ja que os proprios dialogos ou a profundidade dos dialogos nao sao excepcionais.

Em termos de realizaçao temos bons momentos, mesmo nao sendo um filme esteticamente bem realizado tem promenores de autor como a introduçao dos locais e fica na retina os bons momentos de realizaçao nas sequencias de automovel, um dos melhores aspectos do filme.

QUanto ao cast o filme reuniu-se de quantidade e qualidade em grande numero sendo mesmo o grande investimento de todo o filme. Wills tem a sua persnagem natural o heroi mal disposto mas que lança algumas piadas ha algum tempo que ja nao tem o segredo de outros tempos mas vai resistindo. Dos secundarios e ajudantes de luxo sobressaiem a surpresa da vitalidade fisica de Mirren, a loucura num papel refrescante de Malcovich e o carisma de Cox em bons papeis mesmo para as recheadas carreiras, em pior lado ficou Parker e Freeman, com lados quase dispensaveis. Quanto ao outro lado Urban tem muitas deficiencias para assumir filme com esta dimensao e este grau de exposiçao.


O melhor - Malchovich e a sua personagem


O pior - A falta de intensidade da historia da base.



Avaliação - C+

Friday, October 22, 2010

Eat, Pray Love




Julia Roberts é uma das actrizes mais poderosas da actualidade tendo feito grande parte da sua carreira num cinema de comedia romantica e em dissertações sobre o amor. Este ano num ambiente feminista e de conhecimento pessoal, sai este introspectivo com um nome particular Eat Pray Love. Os resultados foram os mais comuns ao longo de toda a carreira da actriz, se por um lado a critica não ficou entusiasmada com o filme, com criticas maioritariamente medianas, o publico aderiu bem a um filme que conseguiu muita aceitação junto da população femina.

Este filme como todos os outros tem pontos bem vincados, desde logo a tematica do reconhecimento pessoal, a do conformismo com o habito e a necessidade de por vezes este ser quebrado. A importancia da relaçao com algo superior mais espiritual, e acima de tudo o de nunca assumir personagens como más, nao caindo neste facilitismo.

COntudo tem muitos problemas desde logo na dificuldade que tem de não cair na simplicidade com que a protagonista se adapta tao bem a realidades tao diferentes, o disparatado conceito mitologico que o filme tras consigo, e acima de tudo a sua grande deficiencia que concerne na forma como trabalha mal o reencontro consigo propria, da a ideia que perde demasiado tempo em algumas fases e naquela que poderia trazer mais ao filme limita-se a uma serie de pontos que nao da profundidade nenhuma a sua relaçao final, que nada nos caracteriza como a relaçao longa que e predestinada ao longo de todo o filme.

Ou seja parece nos um filme com incapacidade de incidir naquilo que realmente e importante descuidando aspectos fulcrais o que acabam por agravar de forma conceptual o filme. Para alem disse tem uma aura demasiado cliche o que não permite o filme evoluir para outro tipo de parametros acabando sempre por saber a muito pouco.

O filme fala de uma escritora que farta da monotonia do seu relacionamento procura o divorcio e um novo sentido para a sua vida, inicialmente numa relaçao com um homem mais novo, depois a comer em italia, a rezar na india ate encontrar novo amor no Bali.

Em termos de argumento o conceito ate pode ser bem trabalhado, mas na forma como as personagens sao caracterizadas as coisas acabam por não correr tao bem, principalmente nas principais que parecem sempre com falta de algumas dimensoes, o que nao permite realismo a determinadas partes do filme.

Murphy tem a tarefa que qualquer realizador gosta ter a missao de transmitir espaços e neste prisma funciona bem melhor em alguns do que outros principalmente em termos culturais na forma como realiza na India, sendo o grande defice na incapacidade de nos das a ideia real de um Bali bem mais movimentado.

Em termos de cast a aposta em ROberts e natural dentro do papel que preenche quase cem por cento dos seus filmes, ao qual nem a sua gargalhada falta, contudo penso que ROberts nao da mais que isto, nao se pode pedir mais do que uma pessoa simpatica e desiludida, tem mais miticismo do que qualidade, mas assim e o mercado. Quem se perde completamente no filme e a futilidade da personagem de Bardem que caso nao seja por imperativos comerciais, nada se pode explicar esta apariação tão sem sabor. O ponto positivo vai para a personagem e a interpretaçao de Crudup sem duvidas os melhores momentos no filme sao as suas apariçoes fugazes.


O melhor - O sentimento puro de Crudup


O pior - A falta de objectividade na ultima parte do filme


Avaliação - C

Friday, October 15, 2010

THe Town

Desde Gone Baby Gone que Afleck o realizador conseguiu um espaço proprio na criaçao de um cinema de autor, que conduziu a todo o reconhecimento que nunca conseguiu e provavelmente nunca conseguira como actor. Mais de que isso acabou por criar alguma expectativa relativamente a sua carreira uma vez que a surpresa do seu primeiro filme assim o indicava. The Town era um filme complicado no terreno que ele melhor se move decidiu fazer um filme de policias e ladroes à moda antiga. Mas ao contrario das vozes da derrota Afleck saiu novamente vencedor de todo o jogo, com mais uma vez um bom consenso critico que gostou da sua abordagem ao qual pela primeira vez reuniu um interessantissimo resultado de bilheteira.
The Town e mais do que um grande filme ou uma obra de excelencia um filme completissimo, principalmente na forma como cria o contexto citadino onde ocorre proximo da realidade de Boston, e depois na forma como com realismo faz a dualidade entre a Policia os ladroes. Nao e um filme de lados completamente separados, nao tem a moratoria do lado bom nem do lado mau, e um filme de pessoas na luta pelas suas causas mesmo que nos aproximemos mais de umas do que outras.
Tudo isto conduz o filme para uma obra de eleiçao e nao fosse alguns aspectos cliches que Afleck ainda parece trazer da sua carreira de actor estariamos muito perto da obra perfeita. Estes pontos menos positivos parecem desde logo na composiçao da sua personagem demasiado pulida para um terrivel criminoso, demasiado pensada para a dimensao romantica do filme, quando um realismo nesta traria o filme para um patamar mais forte.
Por outro lado o Happy ending e percebido que realisticamente o final do filme e praticamente impossivel, ficando claramente superior uma conclusao com uma moratoria de outro tipo de excelencia.
Por filme algum descuido a determinados momentos da dinamica amorosa, claramente acessoria ao longo de todo o filme, mas que poderia ter algum maior detalhe a determinados momentos.
Contudo tudo isto sao promenores num filme que vence pela dinamica dual da preparaçao dos ilicitos contrapondo com a dualidade da investigação, um pouco no jogo do gato e rato.
O filme fala de um grupo de jovens que se dedica a assaltos a bancos, num destes acaba por se apaixonar pela refem o que leva a aproximaçao desta. Depois e a luta pelo amor, por nao ser apanhado pela policia e acima de tudo pela redençao dificil de alcançar
Em termos de argumentos temos bons momentos quer no realismo com que a maioria das personagens sao criadas, contrapondo com a forma com que todo o guiao e montado sem grandes tiques, num argumento que aposta em dialogos fortes nos momentos mais intensos.
Afleck nao e um realizador de grandes imagens mas dentro de um contexto que conhece sabe tirar o melhor que pode as sequencias lhe dar, e isso acaba por se tornar bastante positivo e forte na contextualizaçao do filme.
QUanto ao cast, penso que com excepçao de ele proprio que parece pouco aproveitado a personagem com um actor tao limitado, tudo lhe sai as mil maravilhas, Hall tem a seduçao e sinceridade que a sua personagem exige, Hamm e de longe dos melhores investimentos de todo o filme a rigidez que ja demonstrara em Mad Men e ainda mais requintada neste papel. Lively tem a ingenuidade e o histerismo para a sua personagem e Renner como bad boy e claramente dos melhores actores do momento, numa forma muito conseguida

O melhor - O realismo da investigação policial

O pior - A personagem central

Avaliação - B+

Sunday, October 10, 2010

Charlie St Cloud




Se existe tipo que este ano esta totalmente em voga, sao os filmes a moda de Sparks, independentemente se escritos por este, o presente ano tem tido uma mao cheia de melo dramas romanticos marcado por acontecimentos tragicos com maior ou menos sucesso. Neste filme para alem deste teor temos um dos herois juvenis da actualidade no papel principal, dai que nao seja totalmente surpreendente os bons resultados do filme em termos comerciais e os maus em termos criticos ja algo satisfeita com este tipo de registos.

Charlie St Cloud e um filme partido, demasiado ate para quem tenta fazer um registo unico, na primeira meia hora de filme temos um filme de personagem, na forma como contextualiza e bem e boa relaçao entre dois irmao, depois do acontecimento mais importante do filme, no caso concreto a meio do filme, este perde se por completo e tem dificuldades em reorientar se primeiro nas ligaçoes para anormais do personagem central, mas acima de tudo a sua maior dificuldade esta em encaixar neste paramentro um desenvolvimento amoroso, que nunca parece ir alem daquilo que pode ir, sendo totalmente um segundo plano ao longo de todo o filme.

Nao e daqueles filmes fortes emocionalmente que pode contornar toda a falta de originalidade o filme e demasiado previsivel e ate determinado ponto demasiado cinzento, muito pouco num registo onde tem de se primar pela sensibilidade que o filme tem mas em dose demasiado moderada.

O argumento fala de um jovem com paixao pelos barcos que deixa de viver depois de ter assistido a morte do seu irmao mais novo, volvidos alguns anos e sem qualquer tipo de experiencia de vida com o encontrar de um interesse amoroso, vai voltando ao que realmente gosta desprendendo.se do passado.

E inumeros os filmes que falam sobre as experiencias traumaticas e a forma destas serem ultrapassadas, por diversas vezes filmes tratam deste assunto, contudo estes ultimamente tem sido cada vez mais repetitivos limitando-se a fazer o que ja foi feito, como e o caso deste filme pobre em todos os outros registos.

Em termos de realizaçao tambem estamos longe dos melhores momentos se as sequencias iniciais demonstram quimica entre os irmaos, nos planos amorosos o filme fica muitod a desejar com falta de caracter estetico que poderia ser importante para o proprio filme

A nivel de cast, Ephron e um heroi juvenil que pouco mais e do que a sua componente estetica, ainda lhe falta um sem numero de caracteristicas de interpretaçao para resistir neste particular. O resto do cast muito apagado com incidencia nas apariçoes quase despercebidas dos veteranos Lyotta e Basinger.


O melhor - A contextualizaçao da relaçao entre irmãos.


O pior - A forma como o enlace amoroso nunca toma a redea do filme


Avaliação - C-

Saturday, October 09, 2010

Wall Street Money Never Sleeps




Era um dos titulos mais aguardados do ano, passado mais de 20 anos sobre o filme que debruçou se sobre a especulaçao financeira e as estrategias dos investidores que valeu entre outras coisas o papel de uma vida a Michael Douglas, surge com o aparecimento de uma economia cada vez mais fragil e de acordo com que o primeiro filme esperava, a sequela. Os resultados contudos nao foram tao brilhantes como o primeiro filme, a critica foi menos receptiva ao filme com uma recepçao mista, e a nivel comercial a longa data que Stone esta arredado de grandes sucessos o que tambem nao vai acontecer com este filme.

Money Never Sleeps, e um filme temporalmente coerente que segue os pontos mais interessantes do primeiro filme actualizado nos negocios actuais, relcionado com energia e a forma como a especulaçao desta area pode fazer gerir ou nao os melhore negocios. Mas isto e apenas a face mais visivel do filme que tem como seu principal assunto as relaçoes pessoais e os valores das mesma, e aqui mais uma vez temos a personagem de DOuglas o mitico GOrdon Geko a prevalecer por entre todos os outros. Alias a personagem e o reviver da mesma acaba mesmo por ser o ponto mais interessante e dinamico do filme, ja que tudo o resto parece faltar uma nova alma, momentos onde o risco sentimental e posto mais em causa.

Stone sabe como poucos ser actual nos seus temas e mais uma vez este e outro dos pontos do filme, numa altura em que a economia e estremamente debil o realizador demonstra a parte oculta da mesma denunciando estratagemas.

Apesar de nao ser nunca um filme de autor acaba por ser um bom filme de entertenimento talvez mais que o primeiro algo mais tecnico, aqui as questoes politicas e economicas sao minorizadas pelas questoes pessoais o filme ganha em aproximaçao ao publico mas perde o seu valor quase cientifico.

O filme fala de Geko saido da prisao e longe de tudo e todos, quando se aproxima do namorado da sua filha e com este começa a entrar outra vez no jogo, contudo sempre sem o apoio da sua filha.

O argumento nao e tao forte o original como o primeiro, os dialogos sao apenas brilhantes quando exaltam o egocentrismo de Geko, de resto mesmo na criaçao de novas personagens nada de brilhantismo, num filme que e a sequela natural sem nunca ser uma historia de outro mundo.

A realizaçao de Stone e das mais simples da sua carreira penso mesmo que a preocupaçao do autor com este paramentro e a determinados momentos descuidada, filma Nova York como poucos e certo mas para um filme desta dimensao um toque mais pessoal seria bem vinso, exagera no recurso as televisoes.

O cast tem Michael Douglas do seu papel de uma vida que como ninguem sabe representar e o seu ser mais natural, e portanto esta como peixe na agua, ja lhe valeu um oscar. Labouif parece perder algum fulgor dos primeiros papeis principalmente por ser algo repetitivo, o seu aspecto nao ajuda no papel, e nos momentos mais dramaticos nao esta no seu melhor nivel. Muligan surpreendeu meio mundo na simplicidade de An Education neste filme as coisas correm claramente pior, com alguns tiques da outra personagem ou serao seus, tera que convencer mais para ganhar um espaço importante em Hollywood. langela e Brolin nos seus comuns registos sem brilho algum


O melhor - O regresso de Gordon


O pior - O filme nao ter a intensidade cientifica do primeiro


Avaliação - B-

Thursday, October 07, 2010

The Legend of Guardians: The Owls of Gaa Hoole


Zack Snyder impulsionou o mundo com o seu fabuloso e artisitico 300, contudo a seguir no seu ambicioso projecto de Watchmen as coisas nao correram tao bem principalmente em temros comerciais, dai que e com alguma surpresa que o vimos sair da sua rotina e aventurar-se neste filme de animaçao, com um misto de um filme adulto com a força de um filme para crianças. COntudo novamente as coisas nao voltaram a correr bem. Se do ponto de vista critico o filme nao entusiasmou ninguem do ponto de vista comercial e pese embora evidencie alguma estabilidade ficou muito longe dos melhores resultados do realizador que ja o assumiu como um fracasso.

O grande problema de um filme de animaçao e nao saber qual e o seu publico alvo ou entao nao ser contextualizado de uma forma familiar, e o problema deste filme e que falha particularmente nestes dois aspectos, por um lado dificilmente conseguimos perceber se o filme que estamos a ver e dirigido a crianças ou e mais do que isso, ficamos com a impressao da primeiro mas nao temos a certeza. E depois o contexto e muito pouco familiar muito relacionado com alguns epicos de acçao que tira alguma sensibilidade a um filme que deveria ter este ingrediente como fundamental.

E obvio que como qualquer filme do realizador a qualidade estetica esta mais que assegurada mas tudo o resto parece algo descuidado era arriscado mas com base de ganho parece me a mim demasiado pequena.~

O filme fala de dois irmao corujas que embarcam e sao resgatados por uma tirana, contudo enquanto que um se adapta a nova situaçao o outro foge e torna-se rebelde procurando ajuda nos seus guerreiros de sonho.

O argumento apesar de nos parecer a determinado momento corajoso perde pela falta de definiçao de algumas pedras basilares nao so na forma como o filme se assume mas tambem na contextualizaçao e caracterizaçao de algumas personagens,

EM termos de realizaçao Snyder e um valor emergente do cinema actual quer em imagem real mas acima de tudo na forma como consegue lidar com as novas tecnologias nao e certamente a sua obra mais entusiasmante mas deixa novamente boas pistas em relaçao a sua multi funçoes

Em termos de cast de vozes nao temos um elenco rico em vozes mediaticas contudo acabam por funcionar bem sem grandes rasgos individuais funcionando melhor em colectivo do que noutro aspecto complementar.


O melhor - Snyder em diversos registos


O pior - Nao ser um filme de crianças


Avaliação - C

Tuesday, October 05, 2010

Jonah Hex


Para este verão em seguimento de outros super herois ja estreados um pouco por todo lado, saia mais um com a chancela da DC. Mais um vingativo apostado em fazer vingança aqueles que mataram a sua familia. Com mais ou menos meios, o tema tem sido repetitivo mudando a identidade e o contexto de actuaçao do heroi. Contudo apostar num filme como este em pleno verao de blockbusters e um risco demasiado arriscado. E este filme pagou caro e bem caro esta factura, uma vez que em termos criticos nao tinha ambiçao para ultrapassar alguma mediocridade, ou seja nada de novo, mas comercialmente traduziu se num dos maiores floops do ano, se nao mesmo o maior fiasco comercial.

Jonah Hex e o tipico filme traduzido em comics, uma historia narrativa simples, pouco de novo, tradicionalmente violento e muito pouco a acrescentar. Em tudo isto acaba por ser demasiado normal faltando lhe alguns argumentos que o diferenciem de outros filmes semelhantes por exemplo The Punisher.

A este fenomeno associa-se alguma falta de força do vilao ou mesmo algo que o impulsionasse para alguma originalidade, que o retirasse da segunda divisao de super herois façanha que era quase impossivel acontecer.

O filme fala de um ex militar dos EUA que ve um vilao lha matar toda a familia, desde esse momento vive numa sombra ate que descobre que a pessoa que tanto quer se vingar ainda esta viva e atenta o seu pais com planos maquiavelicos. surgindo a altura ideal de fazer vingança

O argumento e pobrezinho de principio a fim, so com o unico pretexto de criar algumas sequencias de acçao que em determinados momentos sao bem trabalhadas, mas pouco mais principalmente deficitario na ma construçao de personagens todas elas demasiado basicas.

A nivel de realizaçao o facto de estarmos perante um novato faz com que contraponha bons momentos esteticos com outros de menor qualidade contudo falta alguma autoria ao filme que nunca consegue adquirir um estilo proprio que se impunha tendo em conta estarmos num filme de super herois.

Em termos de cast Brolin e demasiado antipatico para protagonizar um filme de super herois e mais talhado para outro tipo de registo pese embora convença como duro, Megan Fox e uma actriz bonita e pouco mais e o filme nao exige nada mais desta, e por Malchovich ja teve melhores momentos na carreira e a dignidade deveria o impedir de fazer determinados filmes como este.


O melhor - e simples


O pior - Nao era necessario


Avaliação - C-

Sunday, October 03, 2010

The Last Airbender




Shymalan foi daqueles realizadores que facilmente com um filme se lançou para o esterlato, o seguimento da sua carreira pese embora nunca mais tenha adquirido o sucesso inicial acabou na maior parte das vezes por obter bons resultados. Mas com o seu estranho senhora das aguas as coisas acabaram por correr mal, ao que se seguiu o sem sabor the happening. Neste filme que ele preparou como uma saga duas analises completamente disitintas. o ponto de vista comercial onde filme obteve bons resultados como ja nao conseguia a algum tempo. COntudo criticamente as coisas foram um desastre completo, com algumas das criticas mais negativas da decada, para o autor que ja teve mais perto da opiniao formada.

Um filme com mundos criados tem sempre o problema de ao nao ser concreto cair no ridiculo e acaba por ser este o grande problema do filme a incapacidade de ser perceptivel os seus pontos de partida e de inicio, ou mesmo o seu desenvolvimento, e um filme complicado. E daqueles filmes que quer ser tao complexo que mesmo a simplicidade da forma como e abrangido nao lhe permite ir mais longe.

A determinados momentos fica a sensação que o filme nao consegue se desenvolver mais e que esta completamente perido, a formula de filmes para criança quase nunca resulta e mesmo a dictomia das perosnagens nao serve para muito mais a longo prazo no filme.

Nao e certamente um dos piores filmes da decada, principalmente impulsionado por uns efeitos especiais e caracter estetico de eleiçao, mas e daqueles filmes que em nada deve ser valorizado para futuro do cinema

O filme fala de uma guerra entre mundos relacionados com os elementos e a tentativa dos restantes povos se defenderem das ofensivas do reino do fogo, com a chegada do ser supremo avatar as coisas so podem correr bem

Shylaman foi inicialmente mais conchecido e valorizada pela forma com que escrevia dando aos seus filmes twist interessantes neste filme nem isso, tentou fazer um filme que valesse por si so e nunca conseguiu as personagens sao unidimensionais e pouco interessantes.

Como realizaçao parece amadurecer cada vez mais e isso deve ser tido em conta contudo ainda esta longe de ser a pessoa que melhor sabe usar efeitos, num filme pensado exclusivamente para 3d.

O cast recheado de desconhecidos onde pauta o patel completamente diferente da ingenuidade trazida em slumdog, e tudo o resto actores de segunda num filme quer tambem ele e de segunda


O melhor - O 3d


O pior - Os gastos de um filme que se perde em si proprio


Avaliação - D+

Sunday, September 26, 2010

Get Him to greek




O sucesso espontaneo de Forgetting Sarah Mashal tinha oviamente que dar frutos logicos, e nada mais nada menos do que pegar na personagem mais carismatica do filme para dar o seguimento necessario. O resultado contudo nao foi muito diferente do primeiros filmes com criticas na generalidade positivas e acima de tudo bons resultados de bilheteira que nos pareces demonstrar que este tipo de registos num humor muito arriscado ate pode ter pernas para andar.

O filme segue um tyeor do humor quase harcore que o seu antecessor seguia, e ja a algum tempo que parecia que este estava em desuso, com a diferença que e mais adulto do que por exemplo fez todo o segumento de american pie.

Outro dos pontos que o filme deve ser valorizado e a capacidade de contextualizar completamente o mundo da musica actual, uma cultura de estetica mais do que propriamente de musica no seu contexto natural. E a apariçao de algumas figuras e de alguns programas de referencia permitem que isto seja efectuado com alguma excelencia.

Depois mais do mesmo, segue muitos os tiques da personagem ja existente na tentativa de nao falhar em nenhum aspecto particular, o que acaba por acontecer quase sempre, com um humor arrujado mas que nem sempre funciona, caindo em demasiadas vezes em repetiçoes do teor, so mudando a substancia alucionogenea.

E daqueles filmes que determinadas opçoes acabam por ser creativamente surpreendentes como por exemplo a aposta de uma sequencia de sexo a tres, ou entao a facilidade com que a personagem central vomita.

O filme fala de um apagado gestor musicar que aposta de revitalizaçao de um ex conceituado cantor rock para surgir no mercado, o que acaba por acontecer o problema e que tem de viver o dia a dia com este.

O argumento e arriscado e pese embora as piadas sejam mais contextuais do que propriamente escritas o argumento funciona de forma favoravel para o desenvolvimento de toda a historia, as personagens caem em algum esteriotipo natural.,

Em termos de realizaçao temos ritmo luz, mas nao temos creatividade ou mesmo qualquer tipo de tique de autor, que utiliza o indicio para as situaçoes de sexo mais explicito de uma forma muito natural.,

Em termos de cast muito pouco a registar poucos actores que sairam do registo que aqui interpretam com a unica relevancia a ser para puff daddy no papel de um produtor musical muito proprio quem sabe nao surge aqui o ponte para o terceiro filme


O melhor - A actualidade de um humor hard core adulto


O pior - A repetiçao do mesmo demasiado circular


Avaliação - C+

Sunday, September 19, 2010

The Last Exorcism





Depois do sucesso categorico de Blair Witch Project na forma muito original com que era filmado, foi necessario esperar quase dez anos para um novo filme com o mesmo conceito conseguir um resultado mais ou menos semelhante no caso concreto Paranormal Activity. Contudo isto ressurgiu um genero complicado e eis que no espirito e na homenagem ao exorcista sai a sua versão handycam. Os resultados iniciais ate foram positivos com boas criticas com conseguiram os seus antecessores. Os resultados iniciais faziam antever mais sucesso comercial mas rapidamente perdeu a chama e nao conseguiu mais que resultados normativos.

O filme e clarament einfluenciado por blair witch project mesmo na sua forma no seu modelo de filme, as personagens chegam ao local investigam o fenomeno e depois as sequencias de terror puro, desta vez mais que psicologico com sequencias de terror e alguma agressividade, isso tira lhe o charme do filme original mas potencia outros pontos de interesse principalmente nas expressoes das personagens e no repentismo de alguns momentos, sempre com o som a jogar por si.

E certo que tudo o resto e demasiado esperado chegamos logo a certeza que so no fim vamos conseguir reunir todas as peças do puzzle num filme que pese embora se cole um pouco aos outros consegue ter os seus pontos a favor e se tornar a espaços num filme algo surpreendente.

A historia fala de um reverendo quer se desloca a um populaçao para exorcizar uma jovem que esta apoderada por forças malignas, com o apoio da familia as apariçoes sao mais frequentes e a luta continua.

Em termos de argumento de base pouco ou nada difere do que ja vimos em outros filmes de exorcismo, nada mesmo muda no plano geral do filme, as perosnagens tb nao sao muito trabalhadas, e salva a forma como o filme se aborda.

Ou seja a realizaçao no caracter quase amador, permite com que seja o trunfo nos momentos de terror melhor trabalhados resultado em grande medida esta opçao pese embora nao seja original

Em termos de cast um conjunto de desconhecidos num filme de poucos meios, onde os protagionistas sao as camaras e sem espaço para brilhar com excepçao das expressoes de Bell que noutro registo podem conduzir para uma boa carreira


O melhor - A conjugaçao de Blair Witch e Exorcista


O pior - Colar-se em demasia aos dois


Avaliação - B-

Saturday, September 18, 2010

Machete




Robert Rodriguez e Tarantino ha cerca de dois anos tiveram nas suas maos um dos projectos mais arrojados do cinema actual quando num unico filme ao qual chamaram grind house, homenagearam o cinema usual dos anos 70 de filme mal efectuados e de historias absurdas, numa obra que até intervalos e anuncios tinha. Dois anos volvidos Rodriguez volta a carga na sua homenagem retirando um dos trailers que fazia parte da obra e transforma lo na sua propria obra. Os resultados sao duais se do ponto de vista critico temos algumas das melhores valorizaçoes do realizador, talves so ultrapassadas por sin city, em termos comerciais as coisas nao correram muito bem.

Machete e um filme declaradamente mau,e nao tem a ambiçao de ser mais do que isso, tem os tiques todos do Grindhouse, com uma unica diferença e que o cinema original nao tinha mensagem nem nada que sequer se podesse aproximar a isto, contudo o envolvimento politico acaba por desmistificar o filme. De resto tudo o que se taria a espera violencia gratiuta, viloes mais centradas nas imagens miticas dos seus protagonistas do que propriamente na sua complexidade e muito menos qualidade, e um heroi mais que improvavel.

COntudo o filme consegue enterter e acabamos por momentos achar que estamos perante mais um filme de acçao e nem tanto uma satira sob forma d ehomenagem a um estilo de cinema.

E obvio que este declarado amor de Rodriguez e facil uma vez que assim consegue arranjar desculpas para o seu estilo de cinema muito parecido ao que ja tinha feito na saga do mariachi.

O filme fala de um ex policia americano que apos ver a morte da sua familia deseja se vingar tranformando se no sanguinario machete.

O argumento e presumivelmente e declaradamente fraco, basico, com personagens com diversos defeitos, com frases feitas e pouco mais, mesmo assim fica a sensaçao que a determinados momentos e artilhado de mais para aquilo que o proprio deveria ser.

Em termos de realizaçao Rodriguez faz o filme do genero que ele quer, consegue homenagear a ma imagem do Grinhouse e tem o seu estilo proprio de um realizador que se nao fosse tao imaturo em determinados aspectos pensasse um pouco mais ja poderia estar noutro patamar.

Em termos de cast os nomes ou as imagens sao mais importantes do que a capacidade de interpretaçao assim surgem trejo a liderar e Seagal como vilao, nos outros papeis os promenores mais interessantes, com Alba como a improvavel companheira de Trejo, Niro como um frouxo e ate don jonsoon.


O melhor - A forma do proprio filme


O pior - Ser mais um filme de Rodriguez do que Grindhouse


Avaliação - C+

Wednesday, September 15, 2010

Resident Evil Afterlife




E mais que sabido pelos aperciadores de cinema que a saga Resident Evil esta longe de nos porprocionar grandes momentos de cinema, alias todo o registo da saga foi pautado pela violencia do que propriamente por guiões bem elaborados e creativos. O certo e que a saga pese embora todas as suas deficiencias continua com um bom registo comercial que a faz pensar em mais e mais sequelas. Este terceiro filme não hipoteca tambem a sequencia por um lado porque criticamente foi algo posta de parte, contudo safou se do extremamente negativo, e por sua vez em termos comerciais as coisas voltaram a resultar com resultados interessantes ao qual nao tera sido isento a aposta no cinema 3D.

Tal como os outros, talvez com a excepçao do primeiro estamos perante um filme extremamente redutor pensado e elaborado unica e exclusivamente com o pensamento nas sequencias de acçao desta vez planeada para fazer uso das potencialidades do cinema 3d esquecendo se tudo o que e mais elementar no cinema como uma boa historia, boas personagens, dialogos e boa realizaçao

Alias Andersson gosta de pautar os seus filmes quase de como se um jogo de computador se tratasse e isso parece extremamente limitado para um outro mundo como o cinema.

Aos dez minutos de filme esta colocado tudo em jogo, a personagem ja conhecida e cada vez mais jmultiplicada, a frieza do vilao e a colega de reparto, depois tiros e fugas em forma constante num total despredicio de meios economicos.

O filme volta ao isolamento de Alice desta vez em luta contra um terrivel vilao e com a ajuda de uma amnesica.

O argumento e tao redutor como a frase acima o aparenta, nao tem personagens dialogos, ou seja e apenas contexto para explorar formulas novas de imagem e movimento de camera.

Andersson faz filme com beleza estetica provido de grandes meios, o certo e que tem tido algum exito comercial mesmo quando os seus filmes sao pouco mais do que maus, mas numa sociedade de negocia, podemos dizer que cumpre o que se propoe.

Tambem e cada vez mais natural a fuga de grandes actores deste tipo de registos Jovovich quase apensa lhe sobra este registo neste filme, para sobreviver em Hollywood e Lartes ja desceu a divisao da talevisao, e neste filme nada pode lhes trazer de nova as respecitvas carreiras.


O melhor - O 3d bem trabalhado


O pior - Esquecer-se de quase tudo o resto


Avaliação - D

Sunday, September 12, 2010

Despicabrl Me




NUm terreno cada vez mais perigoso, maior e a selectividade que tem se vindo a assistir no terreno da animação. Com os grandes estudios cada vez mais vulneraveis ao fracasso, talvez com a excepção da Pixar, cada vez é mais arriscado este cinema. Contudo das apostas deste ano houve uma que ganhou em plena força nao so por nos trazer um argumento completamente diferente, numa animação ja existente. Os resultados nao podiam ser melhores para a UNiversal, desde logo em termos criticos com avaliações positivas para este peculiar filme, mas acima de tudo em termos comerciais onde conseguiu ombrear com os filmes mais vistos do ano, fruto quem sabe de uma campanha de markting de primeira linha.

Despicable Me esta longe de ser um filme exclusivamente infantil, alias a determinado momento o filme tem um certo grau de violencia sordida que de alguma forma o afasta mesmo desta população, contudo conjuga este ponto com uma sensibilidade interessante.

E logico que nao estamos num dos grandes filmes de animação, que falta uma mensagem mais profunda ou maior coesao e facilidade do proprio argumento que e por vezes demasiado dedutivo para um filme com esta natureza. Tambem em termos de aspectos tecnicos certamente ja tivemos melhores momentos noutros filmes.

É dificil classificar este filme, nao tenta ser comico pese embora exista momentos, principalmente com os peculiares seres amarelos onde consegue ser. Nao tenta ser coerente, se bem que na parte final consegue ser. Ou seja e muito dificil classificar este filme, que acaba por nos surpreender mais do que deslumbrar.

O filme fala de uma pessoa com mau caracter que para provar o mesmo tem como objectivo roubar a lua, para isso necessita de uma invençao feita por um seu grande rival no mal. Para o auxiliar involuntariamente recorre a tres crianças orfas, que decide adoptar.

O argumento tem tanto de interessante como de estranho para um filme de animaçao dirigido para os mais pequenos e a afirmaçao que os menores ja nao sao tao inocentes, mas falta -lhe alguma pureza, ja que por diversas vezes exagera neste distanciamento. As personagens dialogos e momentos humoristicos podiam estar melhor trabalhados.

Em termos de realizaçao pese embora seja eficaz quase num estilo burtiano, o certo e que nao funciona com o melhor que ja vimos em termos de realizaçao ou qualidade produtiva.

A nivel do cast de vozes a aposta em Carrel e sempre positiva pois e das suas melhores qualidades em termos interpretativos encarando bem num registo de vilao. O restante e mais funcional do que outra coisa qualquer


O melhor - A distancia do que estamos habituados


O pior - Nao tem um publico definido


Avaliação - B-

Saturday, September 11, 2010

Letters to Juliet




`sabido que a historia de Romeu e Julieta ja deu origem a diversos filmes nos seus mais deversos sentidos. Alguns com mais sucesso outros com maior dificuldade para se impor numa industria onde as leis ainda são algo estranhas. Para este ano um filme romantico filmado em Verona onde não se fala da historia em si mas de derivados directo da mesma. Os resultados do filme foram duais se critcamente não foi alem de algum distanciamento, a nivel comercial acabou por resultar fora do terreno mais tipico do autor ingles ou seja acabou por ter mais sucesso nos EUA do que fora dele principalmente na europa.

Letter to Juliet e um tipico filme romantic que tras a si tudo que um filme deste genero pode trazer sem qualquer outro tipo de ponto. Desde logo pelo facto de tudo ser facil e cair por diversas vezes em lacunas narraivas e se preocupar por ser um filme com sentimento e traduzir a paixao mesmo que isso ponha totalmente de lado a coerençia e coesão do proprio filme.

Dai que o argumento seja bastante amador pouco creativo jogando sempre pela opção mais facil e um romantismo ja tão basico como em desuso.

Salva-se no filme a forma como a realização de uma italia apaioxonante serve de contexto para qualquer historia de amor, e que melhor em grande parte a força e a quimica que o casal pode ter.

A historia fala de uma jovem americana que numa viagem a Verona na casa de JUlieta acaba por encontrar uma carta entre pedras, com 50 anos, curiosa com este facto resolve responder a referida carta o que a leva a uma uniao com uma ja idosa, que originalmente escreveu a carta e o neto desta na procura do amor da vida.

O argumento e o ponto mais fraco claramente de todo o filme, sem coesão quase sempre demasiado cliche, na forma como caracteriza as ja de si desinteressantes personagens que nunca ganham densidade psicologica, desde a forma facil e pouco coerente com que as sequencias e a narrativa se desenvolve.

FIlmar em verona e uma tarefa algo facil para qualquer realizador ainda para mais com um filme romantico como este, por isso mesmo com a tarefa facilitada nunca consegue ser brilhante pese embora seja na maior parte da vez eficaz

O cast liderado por uma Seyfield claramente talhada para este tipo de filme, depois do sucesso de Mamma Mia mas que me parece extremanete reduzida na sua capacidade, contudo so o tempo o dira, agora a sua imagem esta demasiado presa a este tipo de filmes. Bernal parece totalmente desaproveitado numa personagem algo ridicularizada. Redgrave mesmo em personagens mais basicas e sera a sempre uma senhora do cinema


O melhor - Verona!


O pior - As persaonagens seram mais sabicas do que um puzzle com dois caminhos


Avaliação - C

Sunday, September 05, 2010

The Switch




Jeniffer Aniston e Jason Bateman são neste momento alguns dos estardartes maiores do cinema romantico, responsaveis por uma serie de filme com um mesmo registo, contudo ate ao momento em nenhum tinham sido o casal protagonista. The Switch marcava assim um encontro obvio. Os resultados tiveram longe de ser os mais esperados para um filme com um potencial comercial forte, onde as coisas correram declaradamente mal, com resultados modestos. Os danos foram minimizados com uma recepção critica mediana, que não afundou por completo um filme com objectivos valiosos.

The Switch vence a maioria dos filmes do genero por ser simples e acima de tudo traduzir sentimentos sinceros na forma como o filme se vincula ao que nos quer dar, nao tenta ser rigorosamente mais nada sobre um filme de personagens que estão juntas a muito tempo sem conhecerem o real sentimento que as unem. Isso e puro e de alguma forma faz com que o filme para alem de facil seja de facil visualização e nos de algum entetenimento.

Contudo nem toda a duracçao do filme e assim, a forma com que algumas sequencias sao traduzidas retira um pouco o espirito de um filme que pese embora seja um comedia adopte sempre um registo de alguma seriedade o que a sequencia da festa acaba por nao o ser.

Nao e daqueles filmes bem dispostos nem tao pouco rir a gargalhado, pensamos mesmo que em momento algum o filme acaba por ter esse objectivo, preferindo ser um filme declaradamente romantico e familiar.

O tema relata a relaçao entre dois amigos que são separados apos o elemento femenino recorrer a insiminação artificial para ter o filho, contudo um precalço numa festa faz com que o filho seja do seu melhor amigo, que tem de se reencontrar passado sete anos.

O argumento não e particulamente original, se bem que debruça-se sobre um tema por vezes pouco explorado que se refere a ligação que começa a ser efectuada entre pessoas que estão juntas. De resto a opçao por dialogos mais serios acaba por surtir efeito.

A realizaçao a cargo de uma dupla ligada a comedia e mais sobria do que os seus anteriores filmes, pese embora em momento algum necessite de ser brilhante, limitando se ao seguimento dos passos das suas personagens mais obvias.

Em termos de cast muitas poucas surpresas, Aniston no seu registo habitual de menina da porta ao lado, Bateman mais calmo e eficaz do que normalmente, com maior caracter no seu personagem, e Wilson longe dos seus melhores momentos de um actor que soube ate ao momento gerir uma carreira mesmo tendo alguns defices interpretativos.


O melhor - Ser um filme pouco excentrico


O pior - A sequencia da festa. Algo disparatada.


Avaliação - C+

Saturday, September 04, 2010

Scott Pillgrim Vs the World




Desde o sucesso instanteneo de Hott Fuzz que os mais atentos estavam a aguardar pelo novo filme de Edgar Wright, e se a espera foi longa o conceito trazido pela inovação e originalidade que tinha consigo foi desde logo um aumentar das expectativas. As reações criticas ao filme foram positivas com algumas das melhores valorizações ate ao momento no presente ano, se bem que uma dimensao demasiada paralela tenha afastado algum valor comercial ao filme.

Analisar este filme sem desde logo inaltecer a creatividade ou mesmo a força do guião é completamente injusta, se existe virtude no filme e capacidade de ser um rasgo de creatividade de esquecer tudo o que ja foi visto anteriormente e pegando numa aproximaçao quer a jogos de computador do estilo arcade, quer a alguns comics fazer a historia de um adolescente perdido nos amores tipicos desta altura num filme de acção, com alguma comedia e com traços violento.

O problema do filme e que se entusiasma em demasia da sua eloquencia e torna-o demasiado estraho e pouco envolvente na altura em que o guiao necessitava de sair da sua dimensao o filme complexifica mais e afastasse por completo andando a volta da sua creatividade.

E um filme que vale a pena ver pelo que traz de novo, daqueles em que nada se assemelha e tudo parece inovado a partir de si.

O filme fala da historia e aventuras amorosas do perigoso mundo de um adolescente, ligado a musica e perdido de amores pelas suas aventuras.

O argumento ao serviço de uma realização unica criam toda a originalidade do filme, e mesmo que as personagens ou o guiao nao seja excepcionais a forma como o filme e encarado acaba por potencializar virtudes proprias num guiao que em conteuno nao e brilhante.

A realizaçao tras nos um realizador de vanguarda daqueles nomes a sublinhar no aperfeiçoamento do filme creativo de outro nivel global, tem ideias, e forte, consegue colocar a sua forma nos filmes e pode em breve ser um dos autores em disputa por galardoes em hollywood,

A aposta em Cera para todo o jovem apagado protagonista de filme em hollywood ja começa a irritar, primeiro porque esta longe de ser um actor de excelencia, depois porque e repetitivo e nao tras nada de novo a nenhuma das suas personagens, mesmo que o filme ate permita isso. Nao me parece a melhor escolha para um papel que com outro actor poderia estar bem mais dinamico e com outro valor comercial, por exemplo Kulkin que esta a grande nivel no filme sendo o principal destaque do cast, demonstrando ser um activo com valor no panorama Hollywoodesco muitas vezes passando para segundo plano. Registo para os engraçados cameos de actores mais conhecidos.


O melhor - A originalidade do filme


O pior - Nao saber descer a terra a determinados momentos


Avaliação - B-