Sunday, August 22, 2010

Vampire Suck




Se por um lado filmes como ases pelos ares e Scary Movie, foram um grito de sarcasmo na industria com a capacidade de nos fazer rir as gargalhadas, por outro lado criaram um precedente que mal utilizado tem nos trazido alguns dos piores filmes que ha memoria, na tentativa sempre frustrada de conseguirem atingir o que estes filmes conseguiram. Este filme e o deste ano, incidindo na saga multimilionmaria Twilight, Vampire Suckl surge como mais um filme igual a tantas outras parodias com um resultado igual por um lado criticamente sofre uma humilhação global e depois comercialmente os primeiros indicadores nem sao assim tao negativos, o que nos leva a esperar filmes semelhantes nos proximos anos, para nossa tristeza.

Falar de titulos como este como se de um filme se tratasse e muito complicado porque nao tem guiao, nao tem objectivos, a nao ser tentar gozar com momentos de filmes, contudo neste filme ate isto sofre um revez porque apenas um filme sofre satira, neste caso o mitico twilight, tudo o resto e disparates a um ritmo alucinante nunca usufruindo que qualquer tipo de humor para qualquer uma das piadas que tenta enviar, sendo daqueles filmes sem utilidade alguma ja que nem rir nos consegue fazer.

A incidencia cada vez maior na cultura americana torna ainda para mais estes filmes para consumo interno gozando de forma descabida com tudo e todos, sem qualquer tipo de porque, ou seja uma nulidade autentica.

O argumento o mesmo de twilight com cem mil piadas utilizando vampiors, nenhuma delas capaz de nos provocar sequer um ligeiro sorriso.

De resto tudo amador, realizaçao e acima de tudo actores, se lhes podemos chamar isso. ou seja um fruto de um genero que ha muito devia ser impedido de ser lançado.


O melhor - E pequeno


O pior - Ja sairam muitos clones deste genero


Avaliação - F

Saturday, August 21, 2010

Step Up 3D




A saga Step Up foi uma das maiores surpresas dos ultimos anos, sem grandes estrelas e poegando apenas na moda relacionada com a dança de diversos estilos como por exemplo o Hip Hop o certo e que as historias de amor em torno da dança se tornaram ja uma babitue entre os fas do cinema a um ritmo consideravel de 3 filmes em quatro anos. Para este ano e para o terceiro episodio um novo ingrediente que foi o facto de pela primeira vez o filme ser realizado no formato 3d.

Separar o filme das coreografias e injusto e neste ponto este filme tem que ser valorizado pois e o aspecto que tem sido dado mais atençao e melhorado de filme para filme, ate mesmo ja entrar em algum exagero. O filme e um misto de emoçoes, principalmente no que diz respeito a forma como espectador observa as coreografias que ao mesmo tempo nos deixam de boca aberta e por outro lado ja cai em algum exagero recorrendo a muitos efeitos especiais.

Se por um lado esta compontente ver ser melhorado de filme para filme, tudo o resto tem sido afectado por esta unica preocupaçao. As historias limitam-se a replicar os filmes anteriores sem nada de novo a salientar, por outro lado a propria criaçao de personagens e intrigas ficam cada vez mais provas apenas dando uma ou mais historias de amor, e uma competiçao que neste filme nem se sabe muito bem porque existe.

O filme fala de um grupo de jovens ligados a dança que ve se obrigado sem meios a ganhar uma competiçao de dança para salvar o clube onde ensaiam que funciona como uma casa para estes, neste caso vao ter que competir com o grupo rivar que mais que ganhar a competiçao quer ganhar o espaço

Ja vimos que em termos de argumento nada de novo acrescenta aos anteriores, pensando mesmo que acontece o contrario alguns pontos interessantes presentes nos argumentos anteriores como alguma contextualizaçao cultural desaparece por completo neste filme, que neste aspecto deixa muito a desejar.

A nivel de realizaçao o formato 3d e claramente mais potencializado em filmes de acçao do que propriamente num registo como este, mesmo assim alguns bons momentos principalmente nos contextos onde as coreografias ocorrem, contudo sem ser um filme para grandes brilhos.

Em cast como os anteriores nada de estrelas, e isso faz o filme perder algum carisma nas suas personagens nem toda a gente tem a chama de Tattum a grande descoberta da saga, contudo os protagonistas teimam em tentar se colar a sua imagem sem sucesso


O melhor - A creatividade das coreografias


O pior - COmo narrativa cada vez existe menos


Avaliação - C-

Friday, August 20, 2010

Marmaduke




Quando se tenta fazer um filme com caes falantes o maior risco que ele pode ter e nao saber qual e a sua população alvo ou o tipo de filme que tem que ser. Pois bem ao contrario de caes e gatos, marmaduke sabe perfeitamente que tem de ser um filme familiar, para os mais novos, usando algum paralelismo com a realidade humana e acima de tudo trabalhando muito bem a personagem principal, um pouco como foi feito com os classicos do genero Beethoven e Olha quel ladra. Claro que os tempos mudaram e este tipo de filmes nao tem tanta aceitaçao, mesmo que a maquina do marchedising tente. Dai que os resultados tenham sido curtos em termos comerciais para um filme do qual se esperava mais. Criticamente nao foi alem da mediania habitual neste tipo de filmes.

´Marmaduke e um filme simples inspirado na serie oc, transpoem para a vida canina um pouco a vida da serie, sendo que o contexto e exactamente o mesmo, deste tipo de filmes pouco ou nada se pode esperar mais do que uma serie de situações completamente fora do comum, a força do paralelismo, e achar piada a personagem, neste particular a ultima e claramente conseguida e e o aspecto fundamental do filme, Marmaduke e querido e proximo do espectador.

Nao e nada de novo e certo, temos a certeza que este guiao ou a base do mesmo ja foi utilizado em mais de uma centena de filmes, mas acaba por ser a formula que melhor resulta nesta tipologia de filmes, por isso mais vale nao arriscar e estragar tudo por completo.

E verdade que o cinema seria rigorosamente a mesma coisa sem este filme, mas nao sai afectado com ele.

O filme fala a historia de um dog alemao, que juntamente com a sua familia se muda de kansas para california, aqui começa a frequentar um campo para caes onde a similiaridade com o liceu sao mais que muitas e ele vai ter que ganhar o seu espaço.

O guiao ja foi utilizado de diversas formulas com caes com pessoas, em animaçao e imagem real todos utilizam a mesma formula, acaba por ser eficaz em filmes familiares mas nao passa disso, ninguem se ira recordar para sempre em filmes como este que se diluem facilmente na nossa memoria.

A realizaçao e forte, principalmente na formula com que consegue reproduzir as manifestações e expressoes faciais dos caes o que e um trabalho que exige esforço e dedicaçao, neste patamar estamos no topo do que foi efectuado com animais.

O cast de vozes, desde cars que sabemos que a voz de wilson e eficaz neste tipo de filmes, e mais uma vez ela por si so oferece um carisma especial a personagem o que acaba por ser o maior trunfo do filme, o restante leque tambem tem as suas virtudes como o british de coogan e a força da voz de sutherland, nao esquecendo a mitica de ellion muito bem empregue nas personagens as quais foram entregues,


O melhor - O carisma do protagonista canino.


O pior - Ser mais e mais do mesmo


Avaliação - C+

The Other Guys




A produtora extremamente ligada a Will Ferrel tem nos ultimos anos lançado uma serie de titulos com este como protagonista com um humor muito tipico, que tem minimamente triubfado na sempre exigente guerra de bilheteira. Inicialmente para alem de todo o primor comercial tambem criticamente estes filmes eram valorizados. Normalmente sob a forma de biopics o certo que foge neste ano desse ritual com um filme muito peculiar. Os resultados tem sido bastante positivos nao so em termos comerciais com resutados positivos, mas acima de tudo criticos onde a maioria delas foram positivas num ano complicado.

O humor que melhor serve Will Ferrel e o disparate pegado ou seja quando pega na sua inocencia e na sua parvoice e lhe da um teor inocente e quase sempre assim que ele conquistou um lugar muito proprio no panorama comico actual, na sombra daquilo que ja exercia em Saturday night live. E se o filme consegue potenciar o que de mais humoristico tem Ferrel ainda tudo se torna melhor quando a seu lado esta um Whalberg com uma faceta comica sensacional e por descobrir ate ao momento, os ataques de furia sao deliciosos e da nos alguns dos melhores momentos de comedia do ano. Nao sera exagerado dizermos que estamos perante uma das melhores comedias do ano em termos da pureza do genero, é intensa consegue potencializar quase todas as piadas que tenta, e estupida e actual. Tudo o que e necessario para soltar a gargalhada.

Nao consegue manter o ritmo humoristico ate final, dando aso a alguma acçao que e necessaria para o desenvolvimento da narrativa de base, pese embora ninguem ficaria pasmado ou triste se o filme fosse apenas a desventura do duo de protagonistas.

E daqueles filmes bem dispostos, que parece inicialmente demasiado imbecil contudo e isso que o torna unico e com grande piada, onde a quimica entre os actores soa como um bem muito necessario para o sucesso espontaneo do filme

O filme fala de dois policias do ultimo escalao que um dia tentam dar o grito de epiranga, mais que lutar contra os bandidos tem de lutar contra as personalidades um do outro e acima de tudo contra a parodia de todos os outros que os rodeiam.

A genese do filme acente num ponto extremamente comercial e com quimica de sucesso, uma dupla de policias algo ligada ao arma mortifera com a diferença que sao os piores do mundo, em termos de historia de base nada de novo com a estrutura habitual do nada ao tudo, em termos comicos nao e facil ter memoria de uma filme que acerte tao bem neste plano, principalmente na primeira hora.

A realizaçao e complicada porque o filme nao se singe a uma comedia, com bons momentos de acçao que requerem meios de filme de grande estudio, o que e o caso. A brilhar tudo ainda a fantastica escolha da banda sonora e a sua integração ao longo de todo o filme.

A nivel de cast Ferrel na sua personagem idiota habitual, mas que resulta como nunca, nao se pede grandes alteraçoes a um actor que ja sabemos que tem dificuldades noutros registos mas que e rei neste. Completamente diferente e o caso de whalber completamente fora da sua praia, brilha em todo o filme, podendo mesmo se tornar no actor do ano, esperaremos em The Fighter. Torna se aos poucos um caso serio de actor para liderar e completo em Hollywood, sauda-se o regresso de Michael Keaton o cinema tinha saudades dele.


O melhor - Whalberg


O pior - A historia de base podia ter mais conteudo


Avaliação - B

Sex and City 2


Depois do sucesso do primeiro filme da saga era natural que um segundo surgisse com a mesma tematica e envolvencia da serie. Contudo sem a conviniencia do primeiro que por assim dizer fechava os dez anos da serie. Os resultados contudo foram bem diferentes, e a ansiedade de rentabilizar ate mais nao um produto acabou por nao resultar, criando a nocçao de que franchisings como este so acabam quando ja nao render rigorosamente nada. Comercialmente o filme apontado como um dos bloscbusters de verao teve muita dificuldade nos EUA, contudo a boa carreira extra portas salvou o desastre, que foi uma realidade em termos criticos, ao contrario do primeiro, a critica foi acerrima perante este produto unica e exclusivamente comercial.

Confesso antes de mais que nunca fui fa da serie, por ser redutor relativamente as mulheres, por ser a expressao da futilidade que nao tem que estar subjacente a condiçao femenina. E neste filme isto trás mais do que nunca. O pretexto e o mesmo discutir modas tendencias, e assuntos do coração como se uma revista cor de rosa se tratasse. Onde tudo e facil e os problemas criados acabam por desaparecer mesmo antes de o serem na verdade. Durante duas horas e meia somos conduzidos ate a um mundo a parte, desinteressante e insultuoso para os verdadeiros problemas do dia a dia e acima de tudo para um genero bem mais complexo que e a mulher.

Nada de excepcional e criado, a nao seu as quatro personagens serem conduzidas para festas viagens, e muitos homens para as tentar, as personalidades sao diferentes e e nesta diferença que reside o segredo da serie e o unico ponto que consegue ser preservado nesta experiencia cinematografica, principalmente na forma diferente que a personagem principal tem de ver o seu casamento.

O filme retrata dois anos apos o primeiro para relatar a experiencia de carrie agora casada e a forma como as rotinas se vão estabelecendo. Aqui para alem de um casamento homossexual e uma festa privada as quatro embarcam ate ao dubai para exprimentarem novas cultural

Em termos de argumento dois pontos distintos por um lado surge com naturalidade a ligção a serie sem inovar ou sequer por em causa este ponto. As personagens sao trabalhadas na mesma direcçao contudo como obra cinematografica tudo e muito pobre.

Em termos de realizaçao faz-nos lembrar Spice Girls o filme, pela forma como se limitam a ter em conta apenas as componentes esteticas esquecendo tudo o resto, e daqueles filmes que separa um obreiro de um realizador, neste caso temos um tarefeiro.

O cast o elenco original surge sem grandes diferenças, cada vez mais focalizado na dualidade entre Samantha e Carrie, nesta dualidade se esbate a qualidade das interpretaçoes, e se a sensualidade por menopausa de Catrall encaixa perfeitamente, o envelhecimento e a falta de sensualidade de Jessica Parker ja a devia a muito ter posto de lado esta personagem com risco de a danificar.


O melhor - A dualidade na visao do casamento.


O pior - A futilidade de todo o filme


Avaliação - D+

SALT


Angelina Jolie tornou-se nos ultimos tempos a unica actriz com carisma suficiente para carregar consigo um filme de acção tip+ico de verão, para disputar de forma natural a luta pelas bilheteiras. Este ano e sem necessitar de grande background de secundarios surgiu este Salt, capaz de resultados bastante positivos de bilheteira, e acima de tudo de passar na sempre exigente critica para os filmes de agosto com nota positiva. Poderá ter nascido uma personagem para uma saga, a probabilidade e mais que muita, mas so o tempo pode afirmar esta questão.

Salt é daqueles filmes intensos que não deixa o espectador pensar por um minuto, e certo que o filme também não exige já que vai dando tudo de uma forma clara. O efeito presente esta sempre presente, apesar de não ser daqueles filmes que cria enigmas, o certo e quer sai desembrulhando a um ritmo alucinante durante os curtos noventa minutos do filme, isso nao lhe permite desenvolver certas permissas e da a impressao que certos momentos sao feitos em cima do joelho, isso por um lado da-lhe mais espetaculo, nas interminaveis sequencias de acção, mas perde algum conteudo.

Não estamos perante um grande filme, nem em termo de riqueza de guião, ou mesmo da tematica englobada, cai a determinado ponto em algum exagero, demonstrando que e mais facil uma pessoa entrar no CIA do que propriamente numa discoteca em Lisboa e isso torna o filme algo facil de critica nos facilitismos que recorre para fazer render o seu fim.

Mesmo em termos de dimensoes produtivas o filme nao vai alem da mediania, as sequencias apesar de longas quase nunca conseguem ser qualificadas como espectaculares, presando mais pela propria insistencia.

O filme fala de uma agente do CIA que e referida por um espiao russo como sendo também ela uma espia russa, envolvida na tentativa de atentado contra os presidentes quer dos EUA quer da Russia, aqui começa um jogo do gato e do rato.

O argumento e extremamente pensado para fazer um filme de acção puro, com pouco ou mais nada adjacente a si, e isso por vezes faz com a parte dos dialogos ou mesmo as personagens sejam algo descuidadas, o conflito e as questoes politicas tambem nao sao prioridade para o filme.

Noyce ja esteve mais perto do cinema de autor do que propriamente com este filme, onde acaba por voltar aquilo que o tornou conhecido que foi os thrillers. Nao esta brilhante fruto quem sabe de alguma falta de rotina depois de uma paragem de anos, com o tempo pode readquirir o vigor de outros tempos pese embora tenha aqui o seu maior sucesso

Em termos de cast, nao encontramos em nenhum aspecto a melhor Jolie, nem como interpretação com determinado exagero de tiques de protagonista que nada sao beneficos para o filme, nem na disponibilidade fisica, o aspecto cada vez menos vigoroso da actriz faz com que as sequencias de acçao sejam sofriveis, e mesmo o caracter sedutor da actriz perde se por completo. Schriver e um bom secundario quer como vilao quer como apoio, mas merece outro tipo de filme


O melhor - O ritmo com que o filme de da a descobrir


O pior - Angelina Jolie a meio gas


Avaliação - C+

Thursday, August 19, 2010

Just Wright




As comedias afro americanas tem se tornado nos ultimos anos habituais nos primeiros meses do ano, com algumas das suas figuras mais proeminentes a figurarem no protagonismo das mesmas. Uma dessas estrelas é Latifha uma actriz de peso, com bastante poder na industria norte americana capaz com que os filmes que produz e interpreta consigam uma boa distribução. Just Wright acaba por ser daqueles filmes que mesmo sem brilham em nenhum dos aspectos em particular cumpre em ambos, quer criticamente onde consegue o minimo exigido passando com regularidade quer em termos comerciais onde as coisas correm um pouquinho acima do valor natural do filme.

Estamos perante uma historia da cinderela tipica, sem muitos rodeios, que tem como particular interesse entar inserida no mundo magico das estrelas da nba. De resto o habitual, o famoso e a patinha feia, a relaçao criada, aproximaçoes e afastamento ate ao final natural. Nao tem muito de novo nem de creativo, nem e esse o objectivo do filme, contudo e certo que o filme tem de animaçao e entertenimento todos os ingredientes que teria de ter e daqueles filmes que faz o tempo passar rapido, o que cada vez e menos comum em comedias romanticas.

Nao e um filme de grandes momentos ou mesmo de grandes tiradas, mas com tantos filmes do mesmo genero que nem conseguem ter a quimica necessaria surge a necessidade de valorizar cada vez mais os titulos simplistas que conseguem o ponto mais fundamental que e serem fortes emocionalmente.

O filme fala de uma fisioterapeuta solteira, adepta dos Nets, que acaba por conhecer a figura maior da equipa da nba, que apos uma lesao acaba por recorrer aos seus serviços, acabam por se aproximar, mesmo quando este tem uma relaçao estabelecida com a melhor amiga da primeira.

O argumento e tipico, com muito pouco de novo, acabando por ser quase sempre o esperado e o esteriotipado, talvez por isso e por usar a aformula normal resulta, pese embora os dialogos poderiam ser mais absorventes.

A realiazaçao e a tipica sem grandes rasgos ou surpresas, num bom ambiente, conseguem imprimir algum dinamismo nos jogos, mas acaba por ser pouco mais do que o exigido.

Em termos de cast Latifah encarna bem neste tipo de papeis de patinho feio e esta na sua versao soft aquela que mais vezes ter surgido, Common, e bem melhor na dimensao fisica do jogador de basket do que na interpretaçao, e PAtton brinha mais pela beleza do que por outra coisa.


O melhor - A tradiçao romantica.


O pior - Faltar mais força nos dialogos.


Avaliação - B-

Cats and Dogs . The Revenge of Kitty Galore


Lançar uma saga sobre um filme que foi tão criticado como o primeiro Cats and Dogs e daqueles apontamentos que custa a perceber no cinema actual. Uma vez que nem a rentabilidade do filme foi por ai alem. Para este segundo filme uma inovação era trazida mais concretamente a versão 3d, cada vez mais utilizada em novos formatos em filmes com objectivo de maior rentabilizaçao no cinema actual. Os resultados foram muito na linha do primeiro, se comercialmente nao consegue convencer viva alma, as coisas sao ainda pior em termos criticos onde foi mais uma vez completamente massacrado.

A tentativa de efectuar um filme infantil com este tipo de principios, para alem de ridiculo, sem qualquer tipo de piada ja nao tem qualquer tipo de fundamento nos dias de hoje, uma vez que ja surgiram outro tipo de ideias menos gastas, mais objectivas e mais conseguidas para agradar os mais pequenos, do que andar a fantasiar com um mundo paralelo de caes e gatos falantes, como uma especie de agentes especiais.

O filme falha em toda a linha dos seus objectivos, primeiro a nivel de emoçao o filme nunca consegue sequer fazer o seu reinado do primado das disputas entre gatos e caes, nao consegue quase nunca este objectivo. Depois em termos de humor nunca consegue ser engraçado ou qualquer tipo de creatividade nas formulas utilizadas. Muitos ainda pensam que o filme quando tenta trazer algumas aproximaçoes em filmes a serio poderia ter algum toque especial, mas tudo isto se torna tao ridiculo como o proprio filme em si.

O filme fala sobre um gato que apos diversas tentativas tenta-se vingar de todos os caes e seres humanos, atraves da posse de um plano maqueavelico para acabar com o mundo, para contrariar isto os caes e gatos tem de se unir com os seus agentes mais especiais.

O argumento e ridiculo desde a sua genese, base de conceito e acima de tudo na sua concretizaçao, em dialogos completamente pobres, ou mesmo em termos de personagens tambem elas completamente desnecessarias, ou seja tudo muito mau.

A realizaçao e complicada tendo em conta que tem que colocar animais a falar, mas mesmo neste particular nao existe grande preocupaçao na qualidade da realizaçao, o que e clarividente de uma ponta a outra, e despreocupado, tem os poucos bons momentos do filme mas nao chega.

Em termos de cast de vozes pouco ou nada a assinalar tem momentos de alguma qualidade contrastam com o mais obvio de tudo o resto.


O melhor - Provavelmente nao existira o 3º


O pior - Porque existitu o segundo


Avaliação - D-

Tuesday, August 17, 2010

The Sorcerers Apprentice




Lançar um filme com este conteudo quando o fenomeno Harry Potter esta algo ultrapassado e cinematograficamente no seu final, parece mais que arriscado, fora de tempo, e ainda para mais com a produçao da dysney em acordo com um dos mais vurazes promotores de sucessos Buckheimer. So este total desalinho com a tendencia pode explicar que ao contrario de todos os outros filmes desta ligaçao este nao se tenha tornado num grande sucesso mas sim num floop consideravel, principalmente em termos comerciais ja que criticamente os objectivos do filme nao eram muito fortes.

Olhando para a forma como o filme foi feito todos os ingredientes estao presentes para o tornar num blockbuster de sucesso de verão, desde logo uma historia facil, contendo um misto de acçao com um cinema juvenil com algum humor. Por outro lado os efeitos especiais sao de primeira linha, e tinha no seu cast uma reuniao de actores carismaticos como Cage, com a nova vanguarda de um cinema mais juvenil.
COntudo mesmo com todos estes ingredientes o filme nao conseguiu ir alem de resultados mediocres e isso deve-se muito ao tema que o filme aborda demasiado proximo de Harry Potter, sem ter a complexidade ou o conteudo metaforico da saga de Rowling, perdendo sempre na compraçao necessaria entre filmes.

Mesmo assim tem bons momentos de entertenimenot principalmente desbloqueados por uma narrativa simplista onde o mais obvio aparece sempre como a melhor escolha trabalhando bem a quimica entre protagonistas nao so romantica mas acima de tudo entre aluno e professor, quase um pouco na simbiose de karate Kid. Poderia estar mais desenvolvido em termos de viloes, mas nao e o ponto forte do filme.

A historia e sobre a procura de um dos servos de merlin da pessoa escolhida para derrotar a terrivel feiticeira, que se encontra enclausurada numa boneca russa. O escolhido esta longe de ser o que se pensava e necessita de um processo de ensino.

O argumento e o tipico, a aprendizagem do desajeitado ate ser heroi e os diferentes confrontos que vai tendo na sua vida, quer romanticos, quer com os viloes, quer mesmo com o professor.

~Em termos de orginalidade nao e um filme prodigo sendo mesmo algo repetitivo com outros filmes deste genero, e mesmo na criação de personagens algo de novo seria benvindo.

A realização a cargo de um realizador ainda marcado pela saga do tesouro, tem bons momentos assumindo se como um realizador que sabe trabalhar com meios, e efeitos especiais, nao necessita de muito para rentabilizar a estetica do filme, que nunca e a sua maior preocupação

Em termos de cast joga a favor a recuperaçao mediatica de um Cage ultimamente bastante apagado e entregue a guioes de seguinda, E um Molina longe do que ja nos mostrou mesmo como vilao deste tipo de filmes. Altos e baixos


O melhor - O cinema simples de verao


O pior - A epoca em que o tema e trazido


Avaliação - C+

The Ghost Writer




E certo que o ultimo ano foi bastante contorbado para o realizador polaco a ver com alguns problemas relacionados com a justiça, mas e certo que deste o pianista o mundo voltou a ve lo com outros olhos cada vez mais expectantes com a sua obra. Com este filme volta a sua forma mais natural do suspense dos lados lunares de personagens que ele como poucos gosta de retratar, e consegue alguns pontos que a algum tempo nao conseguia por um lado unir grande parte da critica em torno do seu filme, e conseguir estrear um filme com alguma dimensao nos EUA.

O filme e certo que e competente na forma como introduz e desenvolve toda a sua narrativa e nisso Planski tem merito na forma como encara os seus filmes desde a sua envolvencia ate a sua concretizaçao, contudo o filme falta luz, e fogo e demasiado linear e solto, demasiada intriga para tao pouco musculo e isso por vezes faz com que o filme se torne monotono.

Nao e um filme vibrante e isso e fundamental para separar um bom filme, de uma grande obra, temos um bom filme mas falta tudo o resto. O filme fala de um escritor que e pago para fazer as memorias de um policito sobre os olhos dos seus mais proxmios.

O argumento e bem mais interessante na construçao d personagens e dialogos do que na exploração da propria narrativa, onde peca por valta de intensidade emocional

Polanski e um bom realizador acima de tudo em projectos de outra dimensao, aqui tem um filme pequeno e nunca o quer colocar maior, dai que a realização seja o minimo necessario.

Em termos de cast Mcgregor e quase sempre eficaz em filmes de autor porque e serio e forte com alguma densidade emocional necessaria para este papel em contreto, tem mais dificuldades em titulos de multidao. Ate Brosman mais enigmatico acaba por surpreender num dos melhorees registos seus que ha memoria.


O melhor - Um cinema serio e concreto


O pior - Noa faz vibrar


Avaliação - B-

Monday, August 09, 2010

splice

Starring:
Adrien Brody, Sarah Polley, Delphine Chaneac, Simona Maicanescu, David Hewlett
Directed by:
Vincenzo Natali


Pode a evoluçao cientifica ser um tema primordial para o cinema contemporaneo. A resposta e positiva e cada vez com mais incidencia e uma das provas mais reais e este splice, uma co produçao entre os estudos independentes dos EUA com alguma fonte europeia, que resultou num filme que surpreendentemente conseguiu algum impacto comercial, sendo que criticamente as coisas tambem nao correram mal, sendo um conceito algo inovador debatendo os perigos da genetica.
A avaliação deste filme deve se centrar sobre dois pontos completamente distintos. Por um lado em termos de consciencializaçao de um perigo cada vez mais real, que e o avanço natural da ciencia, e neste particular o filme e inteligente e alarmante falando de um problema actual, e que ninguem sabe ao certo de podera um dia existir. E outro do ponto de vista de filme, enquanto o seu desenvolvimento narrativo onde as coisas nao correm tao bem.
Se inicialmente tudo nos parece encaixar bem, o descontrolo das personagens os dilemas morais e cientificos, o certo e que com o desenvolvimento da personagem central perde algum controlo na forma como as personagens lidam com esta e mesmo nas respostas desenvolvimentais do ser, tornando se mais rapidamente num tipico filme de terror igual a tantos outros.
E certo que a determinada altura o filme tem promenores interessantes o desenvolvimento sentuimental, a propria resposta com o duo principal, mas isto perde se em algum facilitismo no desenlace finall que o filme adopta.
Splice fala de um casal de cientistas pioneiros em termos geneticos que criam um ser muito parecido com o ser humano so que com um desenvolvimento mais rapido, logo se tornam afectuosos com esta personagem, nao olhando para os riscos e o perigo da sobrevivencia.
O argumento tem dois pontos de analise distintos, por um lado e um filme que se introduz bem na tematica e na apresentaçao das personagens mas por outro lado e um filme que vai perdento territorio com o seu desenvolvimento acabando quase como um filme de terror serie B.
Natali e um realizador esforç ado e neste filme apenas um promenor lhe parece escapar que e a forma como realiza e caracteriza a personagem principal, devia ser mais distinta do ser humano, para lhe dar uma dimensao mais forte.
Os actores, Brody quando nao esta ao serviço de filmes de grande estudio demonstra sempre grande versatilidade e qualidade, e neste filme esta novamente no seu melhor, mesmo que Polley mais ligada a um cinema mais independente nem sempre o acompanhe da melhor forma

O melhor - A actualidade do tema.

O pior - Acabar como um mero filme de terror.

Avalia~ção - C+

Thursday, August 05, 2010

The Maiden Heist

Quando observamos um filme com um elenco como este temos dificuldade em entender como e que o filme ainda nao estreou nos EUA, quando o seu elenco e maioritariamente originario deste pais e com alguma força. Mesmo o facto de termos um realizador ingles conceituado junto de um tipo de cinema muito proprio nao justifica este facto. A pouca visibilidade do filme um pouco por toda o mundo nao permite hoje fazer uma analise do resultado critico e comercial, embora se entenda por esta mesma razao que estes nao foram os melhores, caso contrario saberiamos o que dizer.
Observando o filme conseguimos perceber porque este filme passou ao lado de tudo, e a razao e que o filme passa ao lado de si proprio em historia, em comedia, em emoçao, em sentimento, caindo num vazio quase absurdo como a algum tempo nao viamos em actores deste nivel. A determinado momento e com o passar do tempo nao queremos acreditar que o sumo do filme seja tao pouco, que nada acontecça ou mesmo que o filme chegue ao fim sem nada de realmente especial ter passado. E daqueles filmes que esquecemos dez minutos depois de ver.
O unico ponto positivo do filme, esta num promenor de realizaçao, um apice que surge solto no filme, no momento em que se tenta trazer alguma originalidade ao plano central dos protagonistas.
O filme nunca consegue ter açao e acima de tudo a tentativa de comedia sai sempre demasiado frustrada nunca o espectador conseguindo lançar uma gargalhada sincera a nao ser no facto do filme acabar sem nada de importante se ter realmente passado.
O filme fala sobre tres admiradores de obras de arte de um museu que as tentar resgatar para si uma vez que estas vao ser transferidas para dinamarca, elaborando um plano muito longe de ser perfeito.
O argumento e das coisas mais pobres que se viu em Hollywood em todos aspectos, nada se safa mesmo, as personagens sao estranhas e pouco reais, o desenvolvimento do filme e completamente nulo, e a sua base igual. Ou seja um vazio.
Com excepçao do momento anteriormente descrito a realizaçao e mediana, tem bons apontamentos na tentativa de relacionar as obras de arte com a realidade mas com um argumento tao fraco nada se poderia fazer.
O cast e uma surpresa negativa um total desaproveitar de talento, desde logo com Freeman num papel completamente nulo, ou um Walken completamente gasto quer a nivel emocional quer fisicamente, ou H Macy apenas dedicado ao papel de idiota mor, e nem o histerismo de Gay Harden salta nada.

O melhor - A total indiferença que foi votado.

O pior - Morgan Freeman neste filme, porque

Avaliação - D

Sunday, August 01, 2010

Predators




Predador e uma das sagas de terror que reuniu em seu torno algum miticismo principalmente divodo a luta entre o monstro alienisna e Shwarznegger. Depois de algumas sequelas mais ou menos mal feitas e de uma luta contra outro tipo de extra terrestres, surge este ano uma sequela mais natural do filme. Os resultados passados alguns anos foram duais, se por um lado não foi uma desilusão em termos de bilheteira, por outro lado também nao foi a explosao que os fãs da saga desejariam. Sendo que para o tipo de filme em questão a maior vitoria acabou por ser critica uma vez que alguma fracçãio gostou da forma simples com que o filme se assume.

Nesta saga é certo que há muito pouco a trabalhar, ou seja a maior parte do contexto já esta criado e aqui de alguma forma se resume a ,luta das personagens criadas com os monstros, e o filme nesta sua re edição nao quer mais que isto mesmo, ou seja pouco trabalho na construção de personagens, e acima de tudo apenas potenciar a força dos amonstros no sentido de tornar o terror psicologico ainda mais intenso.

Não e um grande filme nem tao pouco um daqueles filmes que surpreende, independentemente do predador e um filme obvio com o argumento mais natural na luta das personagens contra uma força sobre natural, Nao se preocupa com enrequecimento da trama ou tao pouco com a força das imagens ou dos meios, sendo sempre o mais simples possivel bebendo demasiado da serie

O filme como todos os os outros fala de um grupo de personagens que sem saber como e lançado numa ilha colcoada noutro planeta para tentar sobreviver das investidas de uns monstros ets cheios de poderes.

O argumento e basico, simplista nao so no desenvolvimento narrativo mas como em todas as suas permissas. Nunca consegue ser um filme intenso nem tao pouco tras a si nenhum tipo de qualidade suplementar em termos de personagens e muito menos de dialogo.

A realização ganho por se assumir declaradamente simples sem grandes rodeios nem tao pouco grandes efeitos especiais o que poderia ter uma vez que e filme de estudio e preparado para os sucessos de verão. Nao deslumbra mas e eficaz.

Em termos de cast surpreende a presença de Brody num filme tao simples e pouco exigente como este, preocupa este tipo de opçao de carreira de um actor com outra força, em filmes que nada lhe trazem de novo uma vez que apenas requerem força fisica. Ele acaba por ter presença mas nada mais, o mesmo diz respeito a Braga, que ja me pareceu melhor intruzada no cinema americano e Grace em claro desacelaramento de carreira.


O melhor - O predador para quem nao viu os primeiros


O pior - Muito pouco de novo a saga


Avaliação - C

Saturday, July 31, 2010

Diary of Wimpy Kid




Quem disse que os filmes para crianças e juvenis nao podiam ter um toque de irreverencia e se tornarem originais. pois bem este filme sensaçao do inicio de ano e prova completa que um filme com este objectivo pode ter todos estes ingredientes sem ter muito com que se preocupar. Dai que surpreendeu os mais distraidos as primeiras criticas valorativas deste filme, que conseguiram impulsionar o filme para um registo comercial siginificativo sem que fosse contudo brilhante.

O grande segredo do filme e que conta uma historia basica por vezes mesmo patetica da adaptaçao de um jovem a midle school de uma forma original nao so no conceito mas mesmo no humor que utiliza e isso acaba por resultar num filme bastante forte do ponto de vista de comedia e original demonstrando grande creatividade do seu realizador.

Por veze chegamos mesmo a estar surpreendidos com a facilidade de o filme tira coelhos da cartola, e julgamos mesmo que com uma historia mais forte podiamos ter outro tipo de registo e acolhimento mais forte junto de um filme com bastante conteudo principalmente em termos de forma.

O unico senao e ser declaradamente um filme juvenil igual na sua tematica a tantos outros, so que com um toqeu completamente diferente.

O filme fala de dois jovens que tentam se introsar na sempre dificil middle school ganhar o seu espaço, contudo as dificuldades de popularidade vao ser mais que muitas e as situaçoes limite vao ser o dia a dia.

O argumento e extremamente forte na forma como confronta o filme, na forma como tenta que a historia seja colocada da forma como nos tras. Os gags sao na maior parte do tempo conseguidos em termos humoristicos, mesmo que as personagens sejam esteriotipadas.

A realizaçao e um dos pontos fortes do filme, principalmente porque consegue traduzir o efeito diario e uma conjugaçao das personagens com os desenhos interessantes numa boa conjugação do risco com a creatividade.

A nivel de cast o filme tambem tem os seus pontos bem definidos, Zachary e dos jovens que ultimamente tem aparecido um dos mais carismaticos pese embora ainda agora tenha chegado a setima arte. Domina o filme de principio a fim e pode se tornar num caso serio de sucesso infantil.


O melhor - A surpresa pouco previsivel.


O pior - A historia ja ter sido contada


Avaliação - B

Friday, July 30, 2010

Twilight Saga: Eclipse


Pois bem se existe fenomeno que ultimamente tem dado cartas em termos de megalomania cinematografica tem sido sem qualquer duvida este Twilight, capaz de lançar novas modas, mas como um sucesso explosivo como este nao dura para sempre e nao esta sustentado em nada de natural, os seus produtores tentar render todo o peixe no mais curto espaço de tempo. Dai que nao estranhamos que num periodo de ano e meio ja e o terceior filme da saga que sai. E o que podemos retirar daqui e que e um sucesso em abrandamento ja que os resultados foram piores que os seguindo mesmo que em termos criticos as coisas ate tem corrido melhor.

Este terceiro filme e demasiado proximo do segundo, ou seja nada de novo relativamente ao primeiro. Temos a luta entre vampiros e lobisomens, que se personifica na luta dos dois protagonistas pela belle. Depois tem uns maus que querem matar a menina e eles tem de alguma forma de que se juntar. Isto sem que em momento algum esta tenha de decidir qual dos dois quer e ainda pior isto tudo fica se pensarmos que ela pode se tornar poligamia.

Ou seja tudo e demasiado adolescente pouco pensado, no sentido de despertar sensações inexplicaveis em teenagers inconscientes. E o que ate foi natural do primeiro filme perdeu se totalmente numa saga que apenas tem como ponto de vista o adquiri comercial, ja que tudo o resto e muito pouco.

A determinado momento pensamos mesmo que estamos muito pouco dentro do cinema no seu verdadeiro ponto, nunca conseguimos chegar a lado nenhum, e apenas temos um segumento de declaraçoes de amor despropositas.

O filme continua a aventura dos tres jovens, edward, jacob e belle, aos ataques de um novo nucleo de vampiors chefiados por uma temivel vitoria, e tem de se unir para que a jovem sobreviva.

O argumento e mau em quase todos os preceitos, em termos de personagens estas nao conseguem evoluir desde o primeiro filme, os acontecimentos tab nao sao interessantes, e os dialogos apenas em conteudo amorosos tem alguma profundidade.

Slade nao e um grande realizador e tem um trabalho nervoso neste filme, a camara quer se movimentar mais do que devia e o filme ressente-se disso, em termos de produçao na mesma base das anteriores talvez ja necessitasse de mais meios.

A nivel de cast os tres jovens nao tem competencia para muito mais e vao sempre ficar ligados a estas personagens pois nao conseguem mais que isto, so se pergunta como secundarios como Howard integram um filme que pede tao pouco aos seus interpretes.


O melhor - Esta perto do filme.


O pior - OS interpretes


Avaliação - D+

Tuesday, July 27, 2010

Inception


Para todos aqueles que gostam que o cinema seja mais do que tempo passado, mas sim uma experiencia unica e incomparavel, existe nos ultimos anos um argumentista/realizador que tem oferecido como nenhum essa experiencia aos espectadores. Falo de Christopher Nolan, actualmente com uma das melhores filmiografias, foi-se tornando cada vez mais poderoso com um estilo de cinema que combina uma capacidade intelectual acima da media, originalidade e acima de tudo uma capacidade artistica completamente diferente. Inception era um dos filmes mais aguardados do ano, depois do que o realizador conseguiu fazer com Batman, depois dos puzzles de Memento e Prestige, este filme com mais meios era a grande expectativa do ano. E os resultados ate ao momento deixam o cinema em delirio, por um lado em termos comerciais onde consegue os melhores resultados da carreira se exceptuarmos os filme de Batman. Criticamente e com filmes desta complexidade e dificil obter a unanimidade mas um segmente considerou mesmo uma das obras primas dos utlimos anos.

O primeiro que se pode dizer deste filme e que é dificil conseguirmos perceber a capacidade que Nolan tem de complexificar, complicar dar nós narrativos e acima de tudo quando tudo parece demasiado confuso e perdido, ele consegue mostrar ao espectador que todo o promenor e pensado e que tudo e coeso num objecto de uma perfeiçao quase incomparavel. Sem nunca descuidar um aspecto importante e que esta sempre presente na forma como o australiano vê cinema que e a originalidade.

Arrisco me a dizer que Inception esta muito perto de ser um filme perfeito a todos os niveis, um bom argumento, contendo dialogos de uma profundidade narrativa, intelectual e sentimental riquissima, interpretações de primeira linha, e acima de tudo consegue ser um filme grandioso chamando a si a riqueza de efeitos especiais de primeiro nivel.

Desde muito cedo percebemos que estamos perante uma obra prima do cinema, na introduçao na forma circular do guiao, na preparaçao para a concretização do climax, na forma como nao deixa que o espectador se perca nas profundezas e nos nós narrativas. Arrisco-me a dizer que neste filme Nolan conseguiu o que quase ninguem conseguiu, ter um filme dificil, proprio, de autor e acima de tudo um objecto unico de entertenimento com uma componente artistica de grande dimensao.

O filme acaba por ser uma grande metafora sobre a estrutura da mente, inspirado na teoria psicanalita de freund.

O filme fala de um ladrao de ideias, que utiliza os sonhos das pessoas para este efeito, contudo contratado por uma empresa contrario tera que reunir a sua equipa para algo completamente diferente o sonho tem de ser usado para implementar uma ideia.

Em termos de realização Nolan tem uma componente artistica so batido em termos de realizaçao pelo seu trabalho em Dark Knight, consegue acima de tudo fazer com que a componente estetica tem um poder tremendo sobre o filme, e acima de tudo mesmo os efeitos e o porque de determinados pontos tem o seu porque.

A nivel de casting, Nolan apostou forte, Di Caprio esta na melhor forma de sempre assumindo-se como um dos melhores actores do momento, apenas possivel em grandes projectos, neste filme esta ao seu melhor nivel. Tambem Collitard tem no seu genero femme fatal o ideal para a sua forma. Elen Pagge igual a si mesma. E a surpresa e mesmo Hewitt cada vez mais coeso num cinema complicado, e onde a sua imagem fragil podia nao ajudar.


O melhor - Ter tudo que um filme pode ter.


O pior - So existir um Nolan


Avaliação - A

O filme fala de um ladão de ideias, usando os sonhos para

Sunday, July 25, 2010

Our Family Wedding




Forest WIthaker e dos ultimos vencedores de oscar aquele que talvez pior tenha aproveitado a carreira no pos este facto, uma vez que se tornou um actor mais habitual em titulos menos, e menos em filmes de autor. O que e estranho para um actor com um percurso quase imaculado até então. Imagine-se que no inicio deste ano até em comedias romanticas de 2 plano o conseguimos ver como este filme. QUe em termos criticos nada de significativo teve a assinalar com criticas medianas. Mas que comercialmente nao mais foi do que eficaz nos primeiros dias.

ESta comedia baseia-se num aspecto curioso que foi abordar as diferenças culturais entre duas culturas muito enraizadas nos EUA. Por um lado a afro americana e por outro a mexicana, sendo que a ponte de contacto e um casamento entre um elemento de cada uma destas culturas.

O filme neste particular e feliz ao abordar de forma descriminada as principais tradiçoes de cada uma delas, com particular destaque para a mexicana.

Contudo o filme tem um grande problema e que muitas vezes ameaça um tipo de humor completamente diferente daquele que acaba por acontecer na maior parte do filme, com pena que isso nao se concretize mais vezes, uma vez que os parente humoristicos para um genero mais britanico sao sempre mais bem sucedidos, com particular destaque para a sequencia na qual os noivos tentam dispor todos os convidados pelas mesas do casamento.

COntudo rapidamente o filme abandona este particular para ser mais relacionado com um, tipo de humor afro americano de costumos, um pouco Murphano, nao sera a toa que a presença do irmao do humorista seja quase uma nuvem ao longo de todo o filme.

O filme fala de um jovem afro americano e de uma hispano americana, que decidem casar, contudo este tema nunca foi abordado com a familia de ambos, sendo que as diferenças terao de ser aceites para a felicidade do casal.

O argumento tem bons momentos em algumas das peripecias que lança aos seus personagens, com particular destaque para a ja anteriormente descriminada. E nao necessita de grandes dialogos, personagens nem tao pouco de uma historia forte para resultar nos seus simples objectivos.

A realizaçao tambem se destaca do todo no filme na sequencia anteriormente referida, de resto quase nada a registar do que um regime novelesco.

O cast demonstra um WIthaker longe dos grandes papeis que toda a fama lhe deram, numa aposta mais ligeira mais proxima do público, contudo mais longe dos criticos de cinema. De resto amercia Ferrara num papel muito proximo da betty que lhe deu toda a fama.


O melhor - A sequencia da disposiçao de mesas.


O pior - Nao pegar neste registo de filme, para se assumir dessa forma.


Avaliação - C+

Saturday, July 24, 2010

Killers




Robert Luketic está longe de ser um realizador aclamado, principalmente porque os seus filmes nao levam normalmente uma linha de raciocinio coerente. Pois bem, neste filme nao se esperava muito isso, desde a divulgação do plot do filme e acima de tudo com o desvendar do duo protagonista logo se esperou que fosse um filme que vingasse muito mais no plano comercial do que propriamente pela qualidade do proprio filme. E em termos comercias o filme acabou por realizar muito mais valor do que em termos criticos onde foi um total desastre. Contudo mesmo em termos comerciais pensamos que com a dupla com o peso comercial que tem os resultados poderiam e deviam ser mais brilhantes do que realmente aquilo que foram.

Killers e daqueles filmes cuja a logica fica toda de lado, e que se espera que surja um raio de cratividade para salvar o desastre, e para tristeza de todos que veem o filme, nada disso acontece. O filme começa com algum interesse com um prologo interessante e depois uma ida directa para a ideia fundamental do filme, que a forma como a personagem masculina tem de esconder o seu passado como assassino profissional da sua normal esposa que conheceu durante uma missao. Contudo na concretizaçao deste plano o filme sofre muitos problemas de se assumir, desde logo porque nunca consegue ser engraçado na forma como utiliza o seu humor. Um sem numero de filmes com esta guerra dos sexos consegue ser mais forte e actual com um tipo proprio de humor. E mesmo em termos de acçao o filme nunca consegue ser verdadeiramente espetacular, apenas com uma ou outra de uma sequencia mais bem planeada.

O grande problema surge mesmo na sua horrivel conclusao, o final do filme e um exagero pregado sem logica, sem razao de ser, apenas para dar um caracter mais intenso, mesmo que isso ponha por terra qualquer coesao ou o que quer que seja de um filme que ja de si estava longe de ser famoso.

O filme fala de um casal de uma mulher normal e um assassino profissional que abandona a profissao para se dedicar a familia, contudo tres anos mais tarde e presseguido pelo seu passado, e tem de o resolver para ai sim viver com a sua familia sem sobressalto.

O argumento tem muito pouco de interesse, principalmente na linha narrativa que escolhe quase sempre a mais basica e com pouco ou nenhum objecto creativo aparente. Depois tambem em nivel de dialogos o filme nunca consegue ir para alem do nivel elementar.

Em termos de realizaçao Luketic ate quer dar alguma espectacularidade as sequencias de acçao mas quase nada sai bem, mesmo na caracterizaçao dos personagens e na forma como sao filmados nao consegue muitas vezes rentabilizar a imagem dos protagonistas e isso faz moça no filme.

Quanto ao cast, a escolha mostra bem que o filme nao se preocupou minimamente em exigir muito dos seus limitados actores, mais conhecidos por outros dotes do que os interpretativos Kusther e Heigl estao ao seu nivel normal, sem que isso seja pornuncio de sucesso ou qualidade. O unico ponto mais engraçado e o regresso do bigode de Selleclk.


O melhor - A introduçao


O pior - A pessima conclusão


Avaliação - C-

Friday, July 23, 2010

Karate Kid


Pois bem o aguardado regresso do Karate Kid, numa versão completamente nova, comemorando os 20 anos do lançamento dos primeiros filmes era uma das grandes esperanças para este verão de 2010. E embora não fosse colocado na montra dos grandes lançamentos acabaou por ser uma das agradaveis surpresas com resultados muito positivos centrados num revivalismo da saga, pese embora as devidas alterações, na sua genese o filme e bastante fiel aos originais. Em termos criticos um medianismo que nao compromente em todo o filme, quando grande parte dos blockbusters foram fuzilados.

Karate Kid e um bom disciplo dos primeiros filmes, pese embora as personagens miticas de Myagui e acima de tudo de Daniel sejam insubstituiveis, o certo e que o filme segue muito bem as pisadas do original, tendo em conta que se mobiliza para um terreno completamente diferente e mais mitologico, neste caso para a nova china, marcada pelo desenvolvimento e abertura apos os jogos olimpicos.

Depois tudo o que ja estamos habituados, e muito pouco de novo, um lado bom, pequeno, centrado na ligação entre professor e aluno, e do outro lado uma maquina maligna bem montada, onde tudo se esta relacionado de um inicio ao fim. O desenvolvimento e a maturidade de ensino e seguida ate ao mais infimo promenor.

Nao e claramente uma surpresa em nenhum dos aspectos mas muitas vezes existe projectos que funcionam melhor no mais natural e mais tipico e karate kid provou que sim.

O filme fala de um jovem afro americano que por obrigaçoes empresariais da sua mae tem de ir residir para a china, onde para alem do choque cultural começa a ser seguido por um grupo de jovens praticantes de kong fu, para se defender começa a treinar com um particular biscateiro e envolve-se num grandioso torneio.

Em termos de argumento muitas poucas alteraçoes relativamente aos filmes da saga, mais genio quem sabe na forma como condimenta a persongem central e menos no professor, de resto um pouco de tudo, intensidade narrativa e acima de tudo as palavras sabias do mestre.

Em termos de realizaçao as dificuldades de um realizador pouco experiente sao ultrapassadas pelo brilhantismo cenarico de uma china especial, e oferece bons momentos, para uma produção com alguma dimensao.

Em termos de cast a aposta em Jadeh Smith filho de Will Smith e a grande força do filme, o jovem e demasiado parecido com o seu pai em todos os aspectos e tem bastante do carisma do pai, e isso aliado a fragilidade fisica do jovem torna tudo mais proximo do espectador, mesmo que para outros niveis ainda tenha muito que trabalhar. Jackie Chan de todas as possibilidades para seguir pat morita foi a mais bem escolhida por tudo que o rodeia.


O melhor - As escolhas de cast.


O pior - Nao trazer nada de original


Avaliação - C+

Thursday, July 22, 2010

Grows Up


E conhecida a força comercial dentro da comedia de Adam Sandler, todos os anos o actor com mais ou menos sucesso consegue fazer render o seu tipo de cinema, pese embora aposte por vezes em titulos um pouco mais creativos do que propriamente tem vindo a fazer nos ultimos anos, onde se limita a contar umas piadas em contexto ensaiado com alguns dos tipicos e amigos proprios. Uma serie de actores lançados pela Happy Mondays a produtora do actor. Este grown ups reune os mais tipicos um especial Chris Rock. O resultado e muito semelhante ao dos outros uma boa dinamica comercial, num publico que aceita bem este tipo de filme, mesmo que criticamente o filme seja totalmente criticado por todos os lados.

Grown Ups e daqueles filmes onde nada acontece, ou seja nao tem qualquer tipo de narrativo do que contar a vinvencia de uma serie de amigos de infancia que se encontram apos muitos anos e que logo todos parecem nunca se ter separados. E em temros de conflito nada surge. E se nos casais principais as coisas ate mantem alguma coerencia e algum contacto com a realidade, nos actores mais secundarios do grupo as coisas entram num ridiculo sem medida que nada trazem de comico a um filme que necessida sempre de melhores momentos que nunca chega a ter.

Ou seja no final temos um filme aborrecido onde nada de interessante se passa, que nao consegue ter qualquer tipo de profundidade e que tudo se torna ainda pior quando como comedia registada nem rir consegue fazer ninguem. Ou seja tudo muito mau para ser verdade para um filme rotulado de grande filme de verão.

O filme fala-nos de um grupo de amigos, que foram na infancia campeoes de basket que se juntam apos a morte do treinador, e acabam por se reunir mais uma vez, contudo tambem os adversarios se reunem e acaba por ser o reencontro e nada mais.

O argumento e pobrissimo em todos os pontos argumento, onde a narrativa e quase inexistente, em termos de dialogos quase sempre apenas com o unico objectivo de lançar algumas piadas sem sucesso, em termos de personagem, vai da mais vazia a mais ridicula, ou seja daqueles argumentos com a marca "como nao escrever".

A realizaçao tambem tem muitos poucos promenores de relevo nunca arrisca sempre pelo caminho mais facil, contudo e perceptivel que isto ocorra num filme onde este parametro nem esta tanto em jogo.

Por fim o cast dos cinco actores principais temos apenas dois com alguma dimensao para alem disto, Sandler mais calmo e indiferente do que normal, e Rock tambem menos histerico contudo passam como tudo ao lado de todo filme. Quanto aos outros teres que apensa conjugam neste tipo de filmes, James ate pode ter alguma piada em determinados momentos, enquanto Spade e Schneider ha muito que o cinema devia ter sido selecionado para os evitar. A questao e o porque de Hayek e Bello entrarem no filme.


O melhor .- Um ou dois gags acertados.


O pior - A falta de interesse e de acontecimentos da historia


Avaliação - D+

Sunday, July 18, 2010

Knight and Day




Tom Cruise está longe do poder que teve há alguns anos atras, principalmente devidop a alguns problemas de imagem na rodagem de guerra dos mundos. Para este verao a estrategia passava por um filme de acçao mais para o grande publico, mais entertenimento directo. Contudo os resultados sairam um pouco aquem daquilo que certamente ele esperava, e se criticamente as coisas ate nao sairam furadas com resultados medios, o certo e que em termos de bilheteira as coisas andaram muito longe dos melhores objectivos, num ano complicado foi mais um filme que ficou aquem das expectativas.

O filme funciona nos seus objectivos, nao quer ser um filme realista, nem tao pouco um filme profundo pese embora a presença de um realizador serio como Mangold possa fazer suspeitar. O filme vive acima de tudo de tres pontos, desde logo a quimica dos actores e protagonistas mais do que propriamente a interpretaçao deste ultrapassada pela necessidade de carisma. Segundo pela acçao com sequencias a todos os niveis espetaculares, e aqui a coreografia de casa cena parece pensada ao milimetro em cada situaçao. E depois pela comedia o filme tenta ser bem disposto no sentido de chamar mais gente e uma populaçao a um filme declaradamente de acao.

NEste particular o filme acerta em todos os pontos principalmente nos dois primeiros ja que em comedia o filme e claramente mais divertido do que propriamente engraçado.

O que falha e alguma falta de profundidade e originalidade do guiao que nao tras nada de novo e quase so se move ao serviço dos tres pontos ja referidos no minimo grantido para isto resultar.

O filme fala de um espiao que busca salvar uma poderosa arma criada por um seu amigo muito peculiar, nesta missao encontra uma normal e bonita mulher que o vai acompanhar nesta missao com muito risco e acçao.

O argumento e o parente pobre do filme, se bem que fundamenta bem a quimica entre personagens, por outro lado nao as enriquece, nem tao pouco as torna unicas em termos de narrativa e mesmo em dialogos onde nunca consegue ir para patamares mais elevados.

No que diz respeito a realizaçao Mangold tem aqui um belo trbalho e acima de tudo dificil, numa realizaçao por diverso tipo de cenarios onde os ultimos momentos em plena largada de s fermin sao brilhantes. Exigente para um realizador mais habituado a filmes menos mexidos.

Em termos de cast os actores funcionam na perfeiçao para os objectivos do filme, por um lado Cruise e o expoente maximo de carisma neste tipo de personagens e Diaz tem a comicidade necessaria para a sua perosnagem e resultam muito bem os dois.


O melhor - Entertenimento na sua forma mais natural.


O pior - Falta de algum tipo de risco no guiao.


Avaliação - B-

Monday, July 05, 2010

Greenberg




Quando um autor conceituado criticamente se junta a um actor que e reconhecido por outro tipo de trabalhos normalmente a critica especializada costuma se apaixonar pelo filme. Pois bem foi o que aconteceu com este peculiar greenberg, mais um filme numa forte tradiçao indie, desta vez com Stiler no papel que mais bem encaixa em si o de idiota sem reação. Pese embora a critica especializada tenha gostado do filme, o filme nao conseguiu grande expansao em termos de divulgaçao nao conseguindo chegar a circuito wide mesmo assim com bons resultados

Greenber e um puro filme independente em todas as suas componentes e isso torna-o por si so estranho e dificil capacidade de perceber quais sao as suas verdadeiras intençoes, se por um lado começa com um ritmo demasiado pausado que se mantem sempre ate ao final do filme. Por outro lado a camara acaba sempre por ser demasiado trepidante e isso demonstra toda a forma e todos os objectivos de um filme distante baseado em personagens demasiado peculiares cujo espectador consegue dificilmente encontrar qualquer tipo de linearidade.

A determinado momento parece que o filme ja se encontra na terceira hora e ainda esta no inicio e um filme com dificuldade de arranque e acima de tudo de conseguir fazer arrancar a sua historia de base que e sempre minimalista por excelencia.

Tem bons momentos por um lado o retirar um lado mais sombrio de um stiler que apesar de uma narrativa diferente continua com os tiques de sempre.

O filme debruça-se sobre a relaçao entre um ex internado em hospital psiquiatrico a tentar reencontrar a sua vida anterior a doença, e uma anti social que e ama dos filhos do seu irmao

O argumento pese embora tente ser inteligente cai demasiado no pessimismo dos filmes independentes e isso nao traz nada de particulamente interessante ao filme. Tambem as personagens percisavam de alguma maior vivacidade que nunca acaba por aparecer.

A realizaçao e a tipica deste tipo de filmes, a camara parece estar presa na mao de uma personagem que tenta interagir com o filme, mas na maior parte das vezes a sua colocaçao nao e a melhor.

Em termos de cast o bom e o mau do filme, se por um lado a espaços consegue trazer uma vertente diferente e positiva de Stiller na outra parte do filme, temos o de sempre nao dando espaço sequer para os secundarios serem postos a prova.


O melhor - O arranque do filem


O pior- Nao passar o 1 nivel


Avaliação - C

Sunday, July 04, 2010

Toy Story 3




Passados cerca de dez anos eis que surge uma das sequelas mais peculiares dos ultimos anos. Depois do boom na era digital que foi os primeiros filmes de toy story, muitos estranharam que alguns anos depois surgisse um terceiro filme, acima de tudo quando os adeptos do filme, mais pequenos ja se encontram na adolescencia e algo desviados do filme, e ainda mais estranho seria esperar que o filme mantivesse o nivel critico dos primeiros autenticos expoentes maximos dos genero. Contudo os bonecos voltaram novamente a conquistar tudo o que tinham direito, por um lado a nivel de bilheteira com alguns dos melhores resultados do ano, passando mesmo o sucesso de Shreck o seu directo competidor. E critcamente as coisas correram bem melhor, com as melhores criticas do ano.

Toy Story 3 e de longe dos melhores, mais adultos e mais completos filmes dos ultimos anos, quer estes sejam de animação ou mesmo de imagem real. A sua capacidade de permitir ao seu espectador independentemente da idade uma panoplia de senações da-lhe um caracter unico em toda a sua dinamica. E daqueles filmes que da para rir, chorar, que nao e linear na forma como os nossos sentimentos se fazem vincar, divide-nos. Ou seja tudo que um filme deve ter, daqueles filmes que e uma vida em noventa minutos.

Outro ponto que ja o seu antecessor tinha era uma qualidade muito forte de narrativa principalmente na forma com que joga com imagens, com twists o que nem sempre e muito facil de fazer sendo mesmo arriscado para filmes feitos maioritariamente para crianças.

O filme segue o espaço temporal que passou desde o seu ultimo filme, Andy e um adolescente ja conduz, e agora vai entrar para a universidade entao o que fazer com os bonecos da sua infancia, pois bem o filme fala do destino dos nossos herois no pos Andy.

O argumento tem tudo que um argumento de um filme deve ter, e forte, engraçado, surpreende3nte, rico em personagens em dialogos, emotivo ou seja um autentico hino ao bom filme com boa historia

Em termos de realizaçao e certo que ja vimos mais arrojo em termos de produçao e mesmo na pixar, contudo este filme percisa menos desse ponto porque ja tem uma marca propria, que nao necessita de evoluçao porque tudo ja nasceu com ela.

No elenco de vozes as miticas presenças de Hanks e Allen, dao mais qe vida ao filme, nasceram a força das vozes e as personagens sao extensoes de ambos, quando aos novos apenas a registar a entrada de Keaton, tambem ele bastante forte.


O melhor - O regresso ao melhor nivel do cinema de animaçao com a sua melhor saga


O pior - Esperar tanto tempo por isto


Avaliação - A

Monday, June 28, 2010

The Last Song




Nicholas Sparks nos últimos tempos tem sido uma referência nas adaptações de historias de amor para um público mais jovem e apaixonado. De todas as adaptações esta da Melodia do Adeus acaba por ser aquele que reune talvez menos empenho e quem sabe uma menor carga de meios, nao so nos interpretas mas mesmo no tipo de filme que se declara. Dai que comercialmente talvez tenha resultado um pouco melhor do que as ultimas adaptações do autor, sendo que criticamente a chancela de filme para adolescentes não permita que o filme se desenvolva mais do que aquilo que faz, e isso é muito pouco.

Este filme e mais uma daquelas historias de amor lamechas que nada de novo tras ao cinema, mesmo a propria historia de sparks e das mais vagas e menos interessantes dele como autor e isso reflectesse na falta de ambiçao e força do proprio filme.

Ao inicio encontramos Miley Cyrius numa vertente Hannah Montana irreverente personagem ao qual dificilmente um dia se ira descolar pela força e pela forma como a mesma preenche o imaginario dos mais pequenos. Aos poucos a personagem vai ficando mais docil nao so para o seu pareceiro romantico, mas com o seu pai e acima de tudo voltando a musica. O filme entra no velho cliche da recuperação da vida perdida e isso nada inalotece um filme ja de si algo vago e vazio.

Nunca tem momentos para recordar, nao e um filme de quase nada, apenas algumas disputas mantidas entre os irmaos dao alguma emoçao e ritmo ao filme que e quase sempre preso de movimentos.

O filme fala sobre dois irmao que passam a residir com o pai apos longo periodo de falta de relacionamento aos poucos a adolescente começa a desenvolver um relacionamento com um jovem daquele local enquanto se vai aproximando nao so do seu pai e nova casa mas tambem da musica.

Em termos de argumento nada de novo, nem em personagens, nem tao pouco em historia ou mesmo desenvolvimento narrativo, tudo muito previsivel. Mesmo em termos de dialogos o filme e demasiado fraquinho ido de encontra a um livrop tambem ele nada de extraordinario.

A nivel de realizaçao muito pouco limita-se a efectuar e realizar de forma natural as interações entre as personagens a um ritmo lento, com muito pouco de artistico.

Em termos de cast a aposta em Cyrius e claramente falhada porque a actriz encontra-se demasiado colada ao papel desempenhado na serie juvenil da dysnei e nunca se consegue descolar do mesmo. O seu pareceiro tem muito pouco a dar ao cinema. Os secundarios no seu tipico registo habitual sem surpresas


O melhor - Nao tenta ser mais do que aquilo que é


O pior - E muito pouco


Avaliação - D+

Thursday, June 24, 2010

The A-Team




A nova adaptação desta consagrada serie pode ser claramente apontada como um dos acontecimentos cinematograficos do ano, principalmente pelo miticismo da mesma, e pelo inumeros fas criados ao longo dos diferentes anos de emissão. Contudo os primeiros dados apontaram para um sucesso muito aquem daquilo que a maioria esperavam, com resultados algo modesto em termos de bilheteira. Em termos criticos as coisas correram ligeiramente melhor, principalmente porque as expectativas neste dominio eram claramente inferiores.

The A team tem uma componente de acção que o torna objectivamente num filme facil de aceitar e de ver e num objecto de entertenimento com pouco paralelismo, e essa dinamica acabou por ser conseguida na forma como o proprio filme consegue obter um ritmo interessante mesmo que a historia de base esteja longe de ser uma obra prima.

Outro dos pontos que e bem trabalhado no filme acaba por ser a quimica de equipa, muito bem trabalhada pese embora personagens como Mr T nao tem o carisma da serie o filme acaba por ter esse ponto a seu favor. Em termos de filme em si a falta objectiva de um vilao serio e objectivo acaba tambem por se tornar num senão, porque nunca parece que o adversario consegue fazer temer uma equipa tao bem rodada.

Surpreendentemente o objecto humoristico que tambem era apanagio da serie esta um pouco descuidado no filme, so com alguns momentos sempre a cargo da personagem murdoch.

O filme fala da genese da equipa e da forma como esta vai ter de responder a uma intriga politica no interior das forças armadas norte americanas.

Em termos de argumento esta longe de ser um primor, desde logo porque nao tem uma historia de base bem criada, ou mais que qualquer coisa porque os dialogos nunca atingem grande nivel de riqueza nem as personagens sao de um nivel excelente, contudo o ritmo de acçao atenua algumas destas fraquezas

A realizaçao e a tipica de um realizador com rotina com força garra e oportunismo, nao tem a possibilidade de fazer um filme da forma que ele proprio mais gosta que e com o empenho e dedicaçao conjugada com alguma rebeldia de argumento, mas deu lhe mais visibilidade do que seria de prever.

Em termo de cast umas escolhas mais relacionadas com o carisma mediatico dos autores do que propriamente pelas qualidades tecnicas e interpretativas dos mesmos. Aqui ganha particular relevo Copley, descoberto em district 9, e com a personagem mais vistosa e mais criticavel, mesmo assim e a lufada de ar fresco num cast fraquinho na sua globalidade.


O melhor - O regresso da saga


O pior - a falta de alguns momentos fundamentais


Avaliação - C+

Sunday, June 13, 2010

I Love You Phillip Morris

Este filme produzido em 2008 tem se tornado um autentico caso de estudo pela dificuldade de ser lançado no cinrcuito comercial no EUA. Depois de ja ter conseguido estrear um pouco por todo o mundo esta comedia romantica homossexual com dois dos actores mais mediaticos da actualidade tem tido alguma dificuldade em se cimentar nos EUA. Dai que ainda nao seja possivel avaliar nem tao pouco perceber o valor comrcial do filme, pese embora se advinhe que nao deve ser muito, nem tao pouco a sua força critica, onde poderá ter melhores resultados.
~E sem duvida um filme arriscado para os protagonistas uma vez que e um filme que vinca a imagem que se tem de cada um dos personagens na sua relação homossexual, principalmente Carey protagonista principal do filme, a determinada altura parece que a personagem acaba por ser desenhada para Carey para retirar as suas multifacetas como actor e que faz dele um caso sem paralelo no mundo da setima arte.
O filme e original quer na forma como e criado quer mesmo no argumento, pese embora seja demasiado homossexual em alguns tiques desnecessarios que o filme acaba sempre por ter, mesmo assim e vistoso esteticamente creativo podendo se tratar de uma das agardaveis surpresas de um ano sem grande sabor bno que ao cinama diz respeito.
Mesmo a formula narrativa tem pontos extremamente interessantes por um lado a forma como tudo ocorre de uma forma surpreendente e o filme nao o deixar de fazer ate bem perto do seu final, por outro lado e daqueles filmes que nunca perde ritmo sempre ligado a si proprio o certo e que nao e de poucas falas nem de momentos parados.
Negativo algum impacto estranho de uma relação demasiado diferente quado se aborda a ligação e comparação da relação homossexual com heterosexual e aqui pouco ou nada resiste, com muitos tiques gays o filme causa sempre culturalmente um paralelismo claro.
O filme fala de um homossexual e da sua relaçao com o seu namorado que acaba por connhecer na prisao mas mais quer isso o filme e sobre a personagen e a forma como esta manobra todos os pontos da sua vida.
O argumento e interessante nao so na forma como cria a personagem central estremamente bem montada mas acima de tudo na forma como consegue criar um dinamismo interessante em volta do desenvolvimento da mesma, mais a nivel de narrativa do que propriamente a nivel de dialogos onde o filme nao e tao forte.
A componente estetica e de realizaçao tb e sobre diversos pontos extraordinaria, consegue mesmo ser uma das grandes surpresas do filme, o caracter estetico do mesmo.
Em termos de cast temos Carey no seu melhor na conjugação do comico com o drama consegue ter um dos papeis mais completos do ano e alguma amostra do que faz dele um dos melhores actores da actualidade. Mcgregor menos vistoso mas combina bem com Carey

O melhor - A panoplica de encadeamento de twists

O pior - A falta de lançamento do filme

Avaliação - B

Friday, June 11, 2010

Prince of Persia: The Sands of Time




Um dos titulos mais aguardados em termos de blockbusters para este ano, reunia um dos magos da comercializaçao de projectos de acção Buxckheimer e um titulo famoso dos video jogos, tudo parecia encaminhado para mais um sucesso mediatico e o inicio de um novo franchising. Contudo e se criticamente as coisas ate correram de forma natural, com avaliaçoes medianas mas positivas em termos de entertenimento. ja em termos comerciais as coisas estiveram bem distantes daquilo que realmente o produtor esta habituado, com resultados desoladores que o afastaram dos primeiros lugares do box office.

Do ponto de vista comercial este filme tem todos os ingredientes para o tornar desde logo um produto apetecivel, tem acçao, efeitos especiais, romance, alguns momentos comicos, e uma certa dose de carisma, contudo os ingredientes nao sao colocados nunca no seu melhor momento e isso enfraquece de que maneira o filme. Principalmente porque nenhum destes condimentos consegue render aquilo que e necessario.

O primeiro ponto negativo do filme e o exagero de efeitos especiais nem sempre colocados da melhor forma muitas vezes e perceptivel o caracter quase digital do filme, o que e inconcebivel para um filme com esta dimensao.

O segundo ponto menos positivo diz respeito a dificuldade que o filme tem em assumir a vertente mais comica, so algumas expressoes da persongem central toca num ponto que essencial e ja e marca do produtor.

Por fim mesmo em termos de argumento demasiado repetido e ja em desuso. Pouco de novo e trazido para um filme que ja desde inicio conseguimos perceber do que se trata e qual o caminho que vai seguir.

O filme fala de um princepe adoptado que tem que comprovar nao ter sido ele o autor da morte do seu pai e rei da persia, com a ajuda de uma bela princesa, tentam destruir o plano de conquista do poder do seu tio.

O argumento tem muito pouco de novo, principalmente em termos de funcionalidade e de caracter surpresa, quase sempre muito pregado a aoutros filmes do genero como a mumia por exemplo. Tambem em termos de personagens nunca ha a ambiçao de partir para outro plano.

A realizaçao de Newell sofre de um contratempo claro que a força em demasia dos efeitos especiais, e muitas vezes o realizador ja veterano tem dificuldade em seguir. E particular ver um realizador de filmes mais pequneos nos ultimos tempos a aderir aos blockbusters na sua essencia mais pura.

Em termos de cast a escolha de Gylhenhal mostra-se positiva principalmente porque consegue juntar carisma, com uma capacidade fisica e humoristica presente. Ja Artenton tem ganho um espaço consideravel como femme fatal de filmes de epoca, o que se tem tornado interessante. Kinglstey e um vilao natural dentro do seu registo tipico


O melhor - A escolha do protagonista.


O pior - o exagero de efeitos


Avaliação - C

Thursday, June 10, 2010

Robin Hood


Um dos filmes mais aguardados para este ano marcava nova colaboração de Ridley Scott e Crowe, em mais um filme epico desta vez uma nova criaçao de Robin Hood. Desde logo percebeu-se que estariamos certamente numa tenttativa mais serie de recriar o heroi de collants. Os meios disponibilizados foram totais, e tudo parecia indicar que estariamos perante um dos grandes filmes de verão. mas uma vez estreado em nenhum dos capitulos o filme conseguiu se tornar naqulilo que a maioria das pessoas esperavam- Em termos criticos nao passou da mediania ja natural em Scott pese embora em determinados filmes tenha ido mais longe. Mas mais preocupante foi em termos comerciais onde num ano claramente marcado pelo decrescimo de espectadores o filme com muita diifuldade atingiu os 100 milhoes de euros, muito pouco para um filme com esta ambiçao.

O mal do filme e tentar tornar serio ou demasiado politico uma historia conhecida e que e claramente um filme de aventuras e isso tira uma coisa fundamenteal para o filme se rentabilizar como conteudo comercial, que e a intensidade e a emoçao do filme. Muitas vezes esta apenas acompanha as sequencias de acçao longas, e pouco mais do que a aventura amorosa entre protagonistas. Muito pouco para um filme que ambicionava claramente muito mais.

E certo que e um filme bem realizado com um nivel de maturidade nunca antes visto nesta historia ja por diversas vezes contada. Contudo em termos de objecto unico e exclusivamente enterteiner o filme fica muito aquem do esperado.

O filme fala da aventuras de robin, um ladrao que beneficia os pobres em deterimento dos ricos, e este pretexto e o mais denso no filme, com as personagens ja conhecidas mas com algumas alteraçoes principalmente na forma como os viloes tem diferentes posturas e participaçoes e mais uma vez a historia que ja conhecemos.

Em termos de argumento nao temos um argumento muito forte principalmente em termos da incapacidade do filme conseguir ganhar ritmo, e certo que adquire um inumero nivel politico em termos de discurso da personagem central, mas pouco mais. muito pouca força na forma como cria os viloes

Scott e um realizador de eleiçao consegue conjugar a beleza dos cenarios com uma vivacidade unicas em sequencias de acçao cujo o realismo e impressionante, mais uma vez encontra-se ao nivel que nos habituou.

Em termos de cast estamos com um elenco riquissimo. Corwe e um Hood natural, com uma componente fisica mais trabalhada do que emocional, nao tem certamente dos melhores papeis mas cupre, o mesmo se passa com blacnhet que contudo ja teve mais presença do que neste filme. Em termos de viloes, McFayden perde em grande escala para Strong que se tem tornado num dos actores que mais viloes conseguiu encarnar em curto espaço de tempo, se bem que sempre demasiado semelhante


O melhor - O nivel produtivo


O pior - A falta de intensidade


Avaliação - C+