Saturday, July 31, 2010

Diary of Wimpy Kid




Quem disse que os filmes para crianças e juvenis nao podiam ter um toque de irreverencia e se tornarem originais. pois bem este filme sensaçao do inicio de ano e prova completa que um filme com este objectivo pode ter todos estes ingredientes sem ter muito com que se preocupar. Dai que surpreendeu os mais distraidos as primeiras criticas valorativas deste filme, que conseguiram impulsionar o filme para um registo comercial siginificativo sem que fosse contudo brilhante.

O grande segredo do filme e que conta uma historia basica por vezes mesmo patetica da adaptaçao de um jovem a midle school de uma forma original nao so no conceito mas mesmo no humor que utiliza e isso acaba por resultar num filme bastante forte do ponto de vista de comedia e original demonstrando grande creatividade do seu realizador.

Por veze chegamos mesmo a estar surpreendidos com a facilidade de o filme tira coelhos da cartola, e julgamos mesmo que com uma historia mais forte podiamos ter outro tipo de registo e acolhimento mais forte junto de um filme com bastante conteudo principalmente em termos de forma.

O unico senao e ser declaradamente um filme juvenil igual na sua tematica a tantos outros, so que com um toqeu completamente diferente.

O filme fala de dois jovens que tentam se introsar na sempre dificil middle school ganhar o seu espaço, contudo as dificuldades de popularidade vao ser mais que muitas e as situaçoes limite vao ser o dia a dia.

O argumento e extremamente forte na forma como confronta o filme, na forma como tenta que a historia seja colocada da forma como nos tras. Os gags sao na maior parte do tempo conseguidos em termos humoristicos, mesmo que as personagens sejam esteriotipadas.

A realizaçao e um dos pontos fortes do filme, principalmente porque consegue traduzir o efeito diario e uma conjugaçao das personagens com os desenhos interessantes numa boa conjugação do risco com a creatividade.

A nivel de cast o filme tambem tem os seus pontos bem definidos, Zachary e dos jovens que ultimamente tem aparecido um dos mais carismaticos pese embora ainda agora tenha chegado a setima arte. Domina o filme de principio a fim e pode se tornar num caso serio de sucesso infantil.


O melhor - A surpresa pouco previsivel.


O pior - A historia ja ter sido contada


Avaliação - B

Friday, July 30, 2010

Twilight Saga: Eclipse


Pois bem se existe fenomeno que ultimamente tem dado cartas em termos de megalomania cinematografica tem sido sem qualquer duvida este Twilight, capaz de lançar novas modas, mas como um sucesso explosivo como este nao dura para sempre e nao esta sustentado em nada de natural, os seus produtores tentar render todo o peixe no mais curto espaço de tempo. Dai que nao estranhamos que num periodo de ano e meio ja e o terceior filme da saga que sai. E o que podemos retirar daqui e que e um sucesso em abrandamento ja que os resultados foram piores que os seguindo mesmo que em termos criticos as coisas ate tem corrido melhor.

Este terceiro filme e demasiado proximo do segundo, ou seja nada de novo relativamente ao primeiro. Temos a luta entre vampiros e lobisomens, que se personifica na luta dos dois protagonistas pela belle. Depois tem uns maus que querem matar a menina e eles tem de alguma forma de que se juntar. Isto sem que em momento algum esta tenha de decidir qual dos dois quer e ainda pior isto tudo fica se pensarmos que ela pode se tornar poligamia.

Ou seja tudo e demasiado adolescente pouco pensado, no sentido de despertar sensações inexplicaveis em teenagers inconscientes. E o que ate foi natural do primeiro filme perdeu se totalmente numa saga que apenas tem como ponto de vista o adquiri comercial, ja que tudo o resto e muito pouco.

A determinado momento pensamos mesmo que estamos muito pouco dentro do cinema no seu verdadeiro ponto, nunca conseguimos chegar a lado nenhum, e apenas temos um segumento de declaraçoes de amor despropositas.

O filme continua a aventura dos tres jovens, edward, jacob e belle, aos ataques de um novo nucleo de vampiors chefiados por uma temivel vitoria, e tem de se unir para que a jovem sobreviva.

O argumento e mau em quase todos os preceitos, em termos de personagens estas nao conseguem evoluir desde o primeiro filme, os acontecimentos tab nao sao interessantes, e os dialogos apenas em conteudo amorosos tem alguma profundidade.

Slade nao e um grande realizador e tem um trabalho nervoso neste filme, a camara quer se movimentar mais do que devia e o filme ressente-se disso, em termos de produçao na mesma base das anteriores talvez ja necessitasse de mais meios.

A nivel de cast os tres jovens nao tem competencia para muito mais e vao sempre ficar ligados a estas personagens pois nao conseguem mais que isto, so se pergunta como secundarios como Howard integram um filme que pede tao pouco aos seus interpretes.


O melhor - Esta perto do filme.


O pior - OS interpretes


Avaliação - D+

Tuesday, July 27, 2010

Inception


Para todos aqueles que gostam que o cinema seja mais do que tempo passado, mas sim uma experiencia unica e incomparavel, existe nos ultimos anos um argumentista/realizador que tem oferecido como nenhum essa experiencia aos espectadores. Falo de Christopher Nolan, actualmente com uma das melhores filmiografias, foi-se tornando cada vez mais poderoso com um estilo de cinema que combina uma capacidade intelectual acima da media, originalidade e acima de tudo uma capacidade artistica completamente diferente. Inception era um dos filmes mais aguardados do ano, depois do que o realizador conseguiu fazer com Batman, depois dos puzzles de Memento e Prestige, este filme com mais meios era a grande expectativa do ano. E os resultados ate ao momento deixam o cinema em delirio, por um lado em termos comerciais onde consegue os melhores resultados da carreira se exceptuarmos os filme de Batman. Criticamente e com filmes desta complexidade e dificil obter a unanimidade mas um segmente considerou mesmo uma das obras primas dos utlimos anos.

O primeiro que se pode dizer deste filme e que é dificil conseguirmos perceber a capacidade que Nolan tem de complexificar, complicar dar nós narrativos e acima de tudo quando tudo parece demasiado confuso e perdido, ele consegue mostrar ao espectador que todo o promenor e pensado e que tudo e coeso num objecto de uma perfeiçao quase incomparavel. Sem nunca descuidar um aspecto importante e que esta sempre presente na forma como o australiano vê cinema que e a originalidade.

Arrisco me a dizer que Inception esta muito perto de ser um filme perfeito a todos os niveis, um bom argumento, contendo dialogos de uma profundidade narrativa, intelectual e sentimental riquissima, interpretações de primeira linha, e acima de tudo consegue ser um filme grandioso chamando a si a riqueza de efeitos especiais de primeiro nivel.

Desde muito cedo percebemos que estamos perante uma obra prima do cinema, na introduçao na forma circular do guiao, na preparaçao para a concretização do climax, na forma como nao deixa que o espectador se perca nas profundezas e nos nós narrativas. Arrisco-me a dizer que neste filme Nolan conseguiu o que quase ninguem conseguiu, ter um filme dificil, proprio, de autor e acima de tudo um objecto unico de entertenimento com uma componente artistica de grande dimensao.

O filme acaba por ser uma grande metafora sobre a estrutura da mente, inspirado na teoria psicanalita de freund.

O filme fala de um ladrao de ideias, que utiliza os sonhos das pessoas para este efeito, contudo contratado por uma empresa contrario tera que reunir a sua equipa para algo completamente diferente o sonho tem de ser usado para implementar uma ideia.

Em termos de realização Nolan tem uma componente artistica so batido em termos de realizaçao pelo seu trabalho em Dark Knight, consegue acima de tudo fazer com que a componente estetica tem um poder tremendo sobre o filme, e acima de tudo mesmo os efeitos e o porque de determinados pontos tem o seu porque.

A nivel de casting, Nolan apostou forte, Di Caprio esta na melhor forma de sempre assumindo-se como um dos melhores actores do momento, apenas possivel em grandes projectos, neste filme esta ao seu melhor nivel. Tambem Collitard tem no seu genero femme fatal o ideal para a sua forma. Elen Pagge igual a si mesma. E a surpresa e mesmo Hewitt cada vez mais coeso num cinema complicado, e onde a sua imagem fragil podia nao ajudar.


O melhor - Ter tudo que um filme pode ter.


O pior - So existir um Nolan


Avaliação - A

O filme fala de um ladão de ideias, usando os sonhos para

Sunday, July 25, 2010

Our Family Wedding




Forest WIthaker e dos ultimos vencedores de oscar aquele que talvez pior tenha aproveitado a carreira no pos este facto, uma vez que se tornou um actor mais habitual em titulos menos, e menos em filmes de autor. O que e estranho para um actor com um percurso quase imaculado até então. Imagine-se que no inicio deste ano até em comedias romanticas de 2 plano o conseguimos ver como este filme. QUe em termos criticos nada de significativo teve a assinalar com criticas medianas. Mas que comercialmente nao mais foi do que eficaz nos primeiros dias.

ESta comedia baseia-se num aspecto curioso que foi abordar as diferenças culturais entre duas culturas muito enraizadas nos EUA. Por um lado a afro americana e por outro a mexicana, sendo que a ponte de contacto e um casamento entre um elemento de cada uma destas culturas.

O filme neste particular e feliz ao abordar de forma descriminada as principais tradiçoes de cada uma delas, com particular destaque para a mexicana.

Contudo o filme tem um grande problema e que muitas vezes ameaça um tipo de humor completamente diferente daquele que acaba por acontecer na maior parte do filme, com pena que isso nao se concretize mais vezes, uma vez que os parente humoristicos para um genero mais britanico sao sempre mais bem sucedidos, com particular destaque para a sequencia na qual os noivos tentam dispor todos os convidados pelas mesas do casamento.

COntudo rapidamente o filme abandona este particular para ser mais relacionado com um, tipo de humor afro americano de costumos, um pouco Murphano, nao sera a toa que a presença do irmao do humorista seja quase uma nuvem ao longo de todo o filme.

O filme fala de um jovem afro americano e de uma hispano americana, que decidem casar, contudo este tema nunca foi abordado com a familia de ambos, sendo que as diferenças terao de ser aceites para a felicidade do casal.

O argumento tem bons momentos em algumas das peripecias que lança aos seus personagens, com particular destaque para a ja anteriormente descriminada. E nao necessita de grandes dialogos, personagens nem tao pouco de uma historia forte para resultar nos seus simples objectivos.

A realizaçao tambem se destaca do todo no filme na sequencia anteriormente referida, de resto quase nada a registar do que um regime novelesco.

O cast demonstra um WIthaker longe dos grandes papeis que toda a fama lhe deram, numa aposta mais ligeira mais proxima do público, contudo mais longe dos criticos de cinema. De resto amercia Ferrara num papel muito proximo da betty que lhe deu toda a fama.


O melhor - A sequencia da disposiçao de mesas.


O pior - Nao pegar neste registo de filme, para se assumir dessa forma.


Avaliação - C+

Saturday, July 24, 2010

Killers




Robert Luketic está longe de ser um realizador aclamado, principalmente porque os seus filmes nao levam normalmente uma linha de raciocinio coerente. Pois bem, neste filme nao se esperava muito isso, desde a divulgação do plot do filme e acima de tudo com o desvendar do duo protagonista logo se esperou que fosse um filme que vingasse muito mais no plano comercial do que propriamente pela qualidade do proprio filme. E em termos comercias o filme acabou por realizar muito mais valor do que em termos criticos onde foi um total desastre. Contudo mesmo em termos comerciais pensamos que com a dupla com o peso comercial que tem os resultados poderiam e deviam ser mais brilhantes do que realmente aquilo que foram.

Killers e daqueles filmes cuja a logica fica toda de lado, e que se espera que surja um raio de cratividade para salvar o desastre, e para tristeza de todos que veem o filme, nada disso acontece. O filme começa com algum interesse com um prologo interessante e depois uma ida directa para a ideia fundamental do filme, que a forma como a personagem masculina tem de esconder o seu passado como assassino profissional da sua normal esposa que conheceu durante uma missao. Contudo na concretizaçao deste plano o filme sofre muitos problemas de se assumir, desde logo porque nunca consegue ser engraçado na forma como utiliza o seu humor. Um sem numero de filmes com esta guerra dos sexos consegue ser mais forte e actual com um tipo proprio de humor. E mesmo em termos de acçao o filme nunca consegue ser verdadeiramente espetacular, apenas com uma ou outra de uma sequencia mais bem planeada.

O grande problema surge mesmo na sua horrivel conclusao, o final do filme e um exagero pregado sem logica, sem razao de ser, apenas para dar um caracter mais intenso, mesmo que isso ponha por terra qualquer coesao ou o que quer que seja de um filme que ja de si estava longe de ser famoso.

O filme fala de um casal de uma mulher normal e um assassino profissional que abandona a profissao para se dedicar a familia, contudo tres anos mais tarde e presseguido pelo seu passado, e tem de o resolver para ai sim viver com a sua familia sem sobressalto.

O argumento tem muito pouco de interesse, principalmente na linha narrativa que escolhe quase sempre a mais basica e com pouco ou nenhum objecto creativo aparente. Depois tambem em nivel de dialogos o filme nunca consegue ir para alem do nivel elementar.

Em termos de realizaçao Luketic ate quer dar alguma espectacularidade as sequencias de acçao mas quase nada sai bem, mesmo na caracterizaçao dos personagens e na forma como sao filmados nao consegue muitas vezes rentabilizar a imagem dos protagonistas e isso faz moça no filme.

Quanto ao cast, a escolha mostra bem que o filme nao se preocupou minimamente em exigir muito dos seus limitados actores, mais conhecidos por outros dotes do que os interpretativos Kusther e Heigl estao ao seu nivel normal, sem que isso seja pornuncio de sucesso ou qualidade. O unico ponto mais engraçado e o regresso do bigode de Selleclk.


O melhor - A introduçao


O pior - A pessima conclusão


Avaliação - C-

Friday, July 23, 2010

Karate Kid


Pois bem o aguardado regresso do Karate Kid, numa versão completamente nova, comemorando os 20 anos do lançamento dos primeiros filmes era uma das grandes esperanças para este verão de 2010. E embora não fosse colocado na montra dos grandes lançamentos acabaou por ser uma das agradaveis surpresas com resultados muito positivos centrados num revivalismo da saga, pese embora as devidas alterações, na sua genese o filme e bastante fiel aos originais. Em termos criticos um medianismo que nao compromente em todo o filme, quando grande parte dos blockbusters foram fuzilados.

Karate Kid e um bom disciplo dos primeiros filmes, pese embora as personagens miticas de Myagui e acima de tudo de Daniel sejam insubstituiveis, o certo e que o filme segue muito bem as pisadas do original, tendo em conta que se mobiliza para um terreno completamente diferente e mais mitologico, neste caso para a nova china, marcada pelo desenvolvimento e abertura apos os jogos olimpicos.

Depois tudo o que ja estamos habituados, e muito pouco de novo, um lado bom, pequeno, centrado na ligação entre professor e aluno, e do outro lado uma maquina maligna bem montada, onde tudo se esta relacionado de um inicio ao fim. O desenvolvimento e a maturidade de ensino e seguida ate ao mais infimo promenor.

Nao e claramente uma surpresa em nenhum dos aspectos mas muitas vezes existe projectos que funcionam melhor no mais natural e mais tipico e karate kid provou que sim.

O filme fala de um jovem afro americano que por obrigaçoes empresariais da sua mae tem de ir residir para a china, onde para alem do choque cultural começa a ser seguido por um grupo de jovens praticantes de kong fu, para se defender começa a treinar com um particular biscateiro e envolve-se num grandioso torneio.

Em termos de argumento muitas poucas alteraçoes relativamente aos filmes da saga, mais genio quem sabe na forma como condimenta a persongem central e menos no professor, de resto um pouco de tudo, intensidade narrativa e acima de tudo as palavras sabias do mestre.

Em termos de realizaçao as dificuldades de um realizador pouco experiente sao ultrapassadas pelo brilhantismo cenarico de uma china especial, e oferece bons momentos, para uma produção com alguma dimensao.

Em termos de cast a aposta em Jadeh Smith filho de Will Smith e a grande força do filme, o jovem e demasiado parecido com o seu pai em todos os aspectos e tem bastante do carisma do pai, e isso aliado a fragilidade fisica do jovem torna tudo mais proximo do espectador, mesmo que para outros niveis ainda tenha muito que trabalhar. Jackie Chan de todas as possibilidades para seguir pat morita foi a mais bem escolhida por tudo que o rodeia.


O melhor - As escolhas de cast.


O pior - Nao trazer nada de original


Avaliação - C+

Thursday, July 22, 2010

Grows Up


E conhecida a força comercial dentro da comedia de Adam Sandler, todos os anos o actor com mais ou menos sucesso consegue fazer render o seu tipo de cinema, pese embora aposte por vezes em titulos um pouco mais creativos do que propriamente tem vindo a fazer nos ultimos anos, onde se limita a contar umas piadas em contexto ensaiado com alguns dos tipicos e amigos proprios. Uma serie de actores lançados pela Happy Mondays a produtora do actor. Este grown ups reune os mais tipicos um especial Chris Rock. O resultado e muito semelhante ao dos outros uma boa dinamica comercial, num publico que aceita bem este tipo de filme, mesmo que criticamente o filme seja totalmente criticado por todos os lados.

Grown Ups e daqueles filmes onde nada acontece, ou seja nao tem qualquer tipo de narrativo do que contar a vinvencia de uma serie de amigos de infancia que se encontram apos muitos anos e que logo todos parecem nunca se ter separados. E em temros de conflito nada surge. E se nos casais principais as coisas ate mantem alguma coerencia e algum contacto com a realidade, nos actores mais secundarios do grupo as coisas entram num ridiculo sem medida que nada trazem de comico a um filme que necessida sempre de melhores momentos que nunca chega a ter.

Ou seja no final temos um filme aborrecido onde nada de interessante se passa, que nao consegue ter qualquer tipo de profundidade e que tudo se torna ainda pior quando como comedia registada nem rir consegue fazer ninguem. Ou seja tudo muito mau para ser verdade para um filme rotulado de grande filme de verão.

O filme fala-nos de um grupo de amigos, que foram na infancia campeoes de basket que se juntam apos a morte do treinador, e acabam por se reunir mais uma vez, contudo tambem os adversarios se reunem e acaba por ser o reencontro e nada mais.

O argumento e pobrissimo em todos os pontos argumento, onde a narrativa e quase inexistente, em termos de dialogos quase sempre apenas com o unico objectivo de lançar algumas piadas sem sucesso, em termos de personagem, vai da mais vazia a mais ridicula, ou seja daqueles argumentos com a marca "como nao escrever".

A realizaçao tambem tem muitos poucos promenores de relevo nunca arrisca sempre pelo caminho mais facil, contudo e perceptivel que isto ocorra num filme onde este parametro nem esta tanto em jogo.

Por fim o cast dos cinco actores principais temos apenas dois com alguma dimensao para alem disto, Sandler mais calmo e indiferente do que normal, e Rock tambem menos histerico contudo passam como tudo ao lado de todo filme. Quanto aos outros teres que apensa conjugam neste tipo de filmes, James ate pode ter alguma piada em determinados momentos, enquanto Spade e Schneider ha muito que o cinema devia ter sido selecionado para os evitar. A questao e o porque de Hayek e Bello entrarem no filme.


O melhor .- Um ou dois gags acertados.


O pior - A falta de interesse e de acontecimentos da historia


Avaliação - D+

Sunday, July 18, 2010

Knight and Day




Tom Cruise está longe do poder que teve há alguns anos atras, principalmente devidop a alguns problemas de imagem na rodagem de guerra dos mundos. Para este verao a estrategia passava por um filme de acçao mais para o grande publico, mais entertenimento directo. Contudo os resultados sairam um pouco aquem daquilo que certamente ele esperava, e se criticamente as coisas ate nao sairam furadas com resultados medios, o certo e que em termos de bilheteira as coisas andaram muito longe dos melhores objectivos, num ano complicado foi mais um filme que ficou aquem das expectativas.

O filme funciona nos seus objectivos, nao quer ser um filme realista, nem tao pouco um filme profundo pese embora a presença de um realizador serio como Mangold possa fazer suspeitar. O filme vive acima de tudo de tres pontos, desde logo a quimica dos actores e protagonistas mais do que propriamente a interpretaçao deste ultrapassada pela necessidade de carisma. Segundo pela acçao com sequencias a todos os niveis espetaculares, e aqui a coreografia de casa cena parece pensada ao milimetro em cada situaçao. E depois pela comedia o filme tenta ser bem disposto no sentido de chamar mais gente e uma populaçao a um filme declaradamente de acao.

NEste particular o filme acerta em todos os pontos principalmente nos dois primeiros ja que em comedia o filme e claramente mais divertido do que propriamente engraçado.

O que falha e alguma falta de profundidade e originalidade do guiao que nao tras nada de novo e quase so se move ao serviço dos tres pontos ja referidos no minimo grantido para isto resultar.

O filme fala de um espiao que busca salvar uma poderosa arma criada por um seu amigo muito peculiar, nesta missao encontra uma normal e bonita mulher que o vai acompanhar nesta missao com muito risco e acçao.

O argumento e o parente pobre do filme, se bem que fundamenta bem a quimica entre personagens, por outro lado nao as enriquece, nem tao pouco as torna unicas em termos de narrativa e mesmo em dialogos onde nunca consegue ir para patamares mais elevados.

No que diz respeito a realizaçao Mangold tem aqui um belo trbalho e acima de tudo dificil, numa realizaçao por diverso tipo de cenarios onde os ultimos momentos em plena largada de s fermin sao brilhantes. Exigente para um realizador mais habituado a filmes menos mexidos.

Em termos de cast os actores funcionam na perfeiçao para os objectivos do filme, por um lado Cruise e o expoente maximo de carisma neste tipo de personagens e Diaz tem a comicidade necessaria para a sua perosnagem e resultam muito bem os dois.


O melhor - Entertenimento na sua forma mais natural.


O pior - Falta de algum tipo de risco no guiao.


Avaliação - B-

Monday, July 05, 2010

Greenberg




Quando um autor conceituado criticamente se junta a um actor que e reconhecido por outro tipo de trabalhos normalmente a critica especializada costuma se apaixonar pelo filme. Pois bem foi o que aconteceu com este peculiar greenberg, mais um filme numa forte tradiçao indie, desta vez com Stiler no papel que mais bem encaixa em si o de idiota sem reação. Pese embora a critica especializada tenha gostado do filme, o filme nao conseguiu grande expansao em termos de divulgaçao nao conseguindo chegar a circuito wide mesmo assim com bons resultados

Greenber e um puro filme independente em todas as suas componentes e isso torna-o por si so estranho e dificil capacidade de perceber quais sao as suas verdadeiras intençoes, se por um lado começa com um ritmo demasiado pausado que se mantem sempre ate ao final do filme. Por outro lado a camara acaba sempre por ser demasiado trepidante e isso demonstra toda a forma e todos os objectivos de um filme distante baseado em personagens demasiado peculiares cujo espectador consegue dificilmente encontrar qualquer tipo de linearidade.

A determinado momento parece que o filme ja se encontra na terceira hora e ainda esta no inicio e um filme com dificuldade de arranque e acima de tudo de conseguir fazer arrancar a sua historia de base que e sempre minimalista por excelencia.

Tem bons momentos por um lado o retirar um lado mais sombrio de um stiler que apesar de uma narrativa diferente continua com os tiques de sempre.

O filme debruça-se sobre a relaçao entre um ex internado em hospital psiquiatrico a tentar reencontrar a sua vida anterior a doença, e uma anti social que e ama dos filhos do seu irmao

O argumento pese embora tente ser inteligente cai demasiado no pessimismo dos filmes independentes e isso nao traz nada de particulamente interessante ao filme. Tambem as personagens percisavam de alguma maior vivacidade que nunca acaba por aparecer.

A realizaçao e a tipica deste tipo de filmes, a camara parece estar presa na mao de uma personagem que tenta interagir com o filme, mas na maior parte das vezes a sua colocaçao nao e a melhor.

Em termos de cast o bom e o mau do filme, se por um lado a espaços consegue trazer uma vertente diferente e positiva de Stiller na outra parte do filme, temos o de sempre nao dando espaço sequer para os secundarios serem postos a prova.


O melhor - O arranque do filem


O pior- Nao passar o 1 nivel


Avaliação - C

Sunday, July 04, 2010

Toy Story 3




Passados cerca de dez anos eis que surge uma das sequelas mais peculiares dos ultimos anos. Depois do boom na era digital que foi os primeiros filmes de toy story, muitos estranharam que alguns anos depois surgisse um terceiro filme, acima de tudo quando os adeptos do filme, mais pequenos ja se encontram na adolescencia e algo desviados do filme, e ainda mais estranho seria esperar que o filme mantivesse o nivel critico dos primeiros autenticos expoentes maximos dos genero. Contudo os bonecos voltaram novamente a conquistar tudo o que tinham direito, por um lado a nivel de bilheteira com alguns dos melhores resultados do ano, passando mesmo o sucesso de Shreck o seu directo competidor. E critcamente as coisas correram bem melhor, com as melhores criticas do ano.

Toy Story 3 e de longe dos melhores, mais adultos e mais completos filmes dos ultimos anos, quer estes sejam de animação ou mesmo de imagem real. A sua capacidade de permitir ao seu espectador independentemente da idade uma panoplia de senações da-lhe um caracter unico em toda a sua dinamica. E daqueles filmes que da para rir, chorar, que nao e linear na forma como os nossos sentimentos se fazem vincar, divide-nos. Ou seja tudo que um filme deve ter, daqueles filmes que e uma vida em noventa minutos.

Outro ponto que ja o seu antecessor tinha era uma qualidade muito forte de narrativa principalmente na forma com que joga com imagens, com twists o que nem sempre e muito facil de fazer sendo mesmo arriscado para filmes feitos maioritariamente para crianças.

O filme segue o espaço temporal que passou desde o seu ultimo filme, Andy e um adolescente ja conduz, e agora vai entrar para a universidade entao o que fazer com os bonecos da sua infancia, pois bem o filme fala do destino dos nossos herois no pos Andy.

O argumento tem tudo que um argumento de um filme deve ter, e forte, engraçado, surpreende3nte, rico em personagens em dialogos, emotivo ou seja um autentico hino ao bom filme com boa historia

Em termos de realizaçao e certo que ja vimos mais arrojo em termos de produçao e mesmo na pixar, contudo este filme percisa menos desse ponto porque ja tem uma marca propria, que nao necessita de evoluçao porque tudo ja nasceu com ela.

No elenco de vozes as miticas presenças de Hanks e Allen, dao mais qe vida ao filme, nasceram a força das vozes e as personagens sao extensoes de ambos, quando aos novos apenas a registar a entrada de Keaton, tambem ele bastante forte.


O melhor - O regresso ao melhor nivel do cinema de animaçao com a sua melhor saga


O pior - Esperar tanto tempo por isto


Avaliação - A

Monday, June 28, 2010

The Last Song




Nicholas Sparks nos últimos tempos tem sido uma referência nas adaptações de historias de amor para um público mais jovem e apaixonado. De todas as adaptações esta da Melodia do Adeus acaba por ser aquele que reune talvez menos empenho e quem sabe uma menor carga de meios, nao so nos interpretas mas mesmo no tipo de filme que se declara. Dai que comercialmente talvez tenha resultado um pouco melhor do que as ultimas adaptações do autor, sendo que criticamente a chancela de filme para adolescentes não permita que o filme se desenvolva mais do que aquilo que faz, e isso é muito pouco.

Este filme e mais uma daquelas historias de amor lamechas que nada de novo tras ao cinema, mesmo a propria historia de sparks e das mais vagas e menos interessantes dele como autor e isso reflectesse na falta de ambiçao e força do proprio filme.

Ao inicio encontramos Miley Cyrius numa vertente Hannah Montana irreverente personagem ao qual dificilmente um dia se ira descolar pela força e pela forma como a mesma preenche o imaginario dos mais pequenos. Aos poucos a personagem vai ficando mais docil nao so para o seu pareceiro romantico, mas com o seu pai e acima de tudo voltando a musica. O filme entra no velho cliche da recuperação da vida perdida e isso nada inalotece um filme ja de si algo vago e vazio.

Nunca tem momentos para recordar, nao e um filme de quase nada, apenas algumas disputas mantidas entre os irmaos dao alguma emoçao e ritmo ao filme que e quase sempre preso de movimentos.

O filme fala sobre dois irmao que passam a residir com o pai apos longo periodo de falta de relacionamento aos poucos a adolescente começa a desenvolver um relacionamento com um jovem daquele local enquanto se vai aproximando nao so do seu pai e nova casa mas tambem da musica.

Em termos de argumento nada de novo, nem em personagens, nem tao pouco em historia ou mesmo desenvolvimento narrativo, tudo muito previsivel. Mesmo em termos de dialogos o filme e demasiado fraquinho ido de encontra a um livrop tambem ele nada de extraordinario.

A nivel de realizaçao muito pouco limita-se a efectuar e realizar de forma natural as interações entre as personagens a um ritmo lento, com muito pouco de artistico.

Em termos de cast a aposta em Cyrius e claramente falhada porque a actriz encontra-se demasiado colada ao papel desempenhado na serie juvenil da dysnei e nunca se consegue descolar do mesmo. O seu pareceiro tem muito pouco a dar ao cinema. Os secundarios no seu tipico registo habitual sem surpresas


O melhor - Nao tenta ser mais do que aquilo que é


O pior - E muito pouco


Avaliação - D+

Thursday, June 24, 2010

The A-Team




A nova adaptação desta consagrada serie pode ser claramente apontada como um dos acontecimentos cinematograficos do ano, principalmente pelo miticismo da mesma, e pelo inumeros fas criados ao longo dos diferentes anos de emissão. Contudo os primeiros dados apontaram para um sucesso muito aquem daquilo que a maioria esperavam, com resultados algo modesto em termos de bilheteira. Em termos criticos as coisas correram ligeiramente melhor, principalmente porque as expectativas neste dominio eram claramente inferiores.

The A team tem uma componente de acção que o torna objectivamente num filme facil de aceitar e de ver e num objecto de entertenimento com pouco paralelismo, e essa dinamica acabou por ser conseguida na forma como o proprio filme consegue obter um ritmo interessante mesmo que a historia de base esteja longe de ser uma obra prima.

Outro dos pontos que e bem trabalhado no filme acaba por ser a quimica de equipa, muito bem trabalhada pese embora personagens como Mr T nao tem o carisma da serie o filme acaba por ter esse ponto a seu favor. Em termos de filme em si a falta objectiva de um vilao serio e objectivo acaba tambem por se tornar num senão, porque nunca parece que o adversario consegue fazer temer uma equipa tao bem rodada.

Surpreendentemente o objecto humoristico que tambem era apanagio da serie esta um pouco descuidado no filme, so com alguns momentos sempre a cargo da personagem murdoch.

O filme fala da genese da equipa e da forma como esta vai ter de responder a uma intriga politica no interior das forças armadas norte americanas.

Em termos de argumento esta longe de ser um primor, desde logo porque nao tem uma historia de base bem criada, ou mais que qualquer coisa porque os dialogos nunca atingem grande nivel de riqueza nem as personagens sao de um nivel excelente, contudo o ritmo de acçao atenua algumas destas fraquezas

A realizaçao e a tipica de um realizador com rotina com força garra e oportunismo, nao tem a possibilidade de fazer um filme da forma que ele proprio mais gosta que e com o empenho e dedicaçao conjugada com alguma rebeldia de argumento, mas deu lhe mais visibilidade do que seria de prever.

Em termo de cast umas escolhas mais relacionadas com o carisma mediatico dos autores do que propriamente pelas qualidades tecnicas e interpretativas dos mesmos. Aqui ganha particular relevo Copley, descoberto em district 9, e com a personagem mais vistosa e mais criticavel, mesmo assim e a lufada de ar fresco num cast fraquinho na sua globalidade.


O melhor - O regresso da saga


O pior - a falta de alguns momentos fundamentais


Avaliação - C+

Sunday, June 13, 2010

I Love You Phillip Morris

Este filme produzido em 2008 tem se tornado um autentico caso de estudo pela dificuldade de ser lançado no cinrcuito comercial no EUA. Depois de ja ter conseguido estrear um pouco por todo o mundo esta comedia romantica homossexual com dois dos actores mais mediaticos da actualidade tem tido alguma dificuldade em se cimentar nos EUA. Dai que ainda nao seja possivel avaliar nem tao pouco perceber o valor comrcial do filme, pese embora se advinhe que nao deve ser muito, nem tao pouco a sua força critica, onde poderá ter melhores resultados.
~E sem duvida um filme arriscado para os protagonistas uma vez que e um filme que vinca a imagem que se tem de cada um dos personagens na sua relação homossexual, principalmente Carey protagonista principal do filme, a determinada altura parece que a personagem acaba por ser desenhada para Carey para retirar as suas multifacetas como actor e que faz dele um caso sem paralelo no mundo da setima arte.
O filme e original quer na forma como e criado quer mesmo no argumento, pese embora seja demasiado homossexual em alguns tiques desnecessarios que o filme acaba sempre por ter, mesmo assim e vistoso esteticamente creativo podendo se tratar de uma das agardaveis surpresas de um ano sem grande sabor bno que ao cinama diz respeito.
Mesmo a formula narrativa tem pontos extremamente interessantes por um lado a forma como tudo ocorre de uma forma surpreendente e o filme nao o deixar de fazer ate bem perto do seu final, por outro lado e daqueles filmes que nunca perde ritmo sempre ligado a si proprio o certo e que nao e de poucas falas nem de momentos parados.
Negativo algum impacto estranho de uma relação demasiado diferente quado se aborda a ligação e comparação da relação homossexual com heterosexual e aqui pouco ou nada resiste, com muitos tiques gays o filme causa sempre culturalmente um paralelismo claro.
O filme fala de um homossexual e da sua relaçao com o seu namorado que acaba por connhecer na prisao mas mais quer isso o filme e sobre a personagen e a forma como esta manobra todos os pontos da sua vida.
O argumento e interessante nao so na forma como cria a personagem central estremamente bem montada mas acima de tudo na forma como consegue criar um dinamismo interessante em volta do desenvolvimento da mesma, mais a nivel de narrativa do que propriamente a nivel de dialogos onde o filme nao e tao forte.
A componente estetica e de realizaçao tb e sobre diversos pontos extraordinaria, consegue mesmo ser uma das grandes surpresas do filme, o caracter estetico do mesmo.
Em termos de cast temos Carey no seu melhor na conjugação do comico com o drama consegue ter um dos papeis mais completos do ano e alguma amostra do que faz dele um dos melhores actores da actualidade. Mcgregor menos vistoso mas combina bem com Carey

O melhor - A panoplica de encadeamento de twists

O pior - A falta de lançamento do filme

Avaliação - B

Friday, June 11, 2010

Prince of Persia: The Sands of Time




Um dos titulos mais aguardados em termos de blockbusters para este ano, reunia um dos magos da comercializaçao de projectos de acção Buxckheimer e um titulo famoso dos video jogos, tudo parecia encaminhado para mais um sucesso mediatico e o inicio de um novo franchising. Contudo e se criticamente as coisas ate correram de forma natural, com avaliaçoes medianas mas positivas em termos de entertenimento. ja em termos comerciais as coisas estiveram bem distantes daquilo que realmente o produtor esta habituado, com resultados desoladores que o afastaram dos primeiros lugares do box office.

Do ponto de vista comercial este filme tem todos os ingredientes para o tornar desde logo um produto apetecivel, tem acçao, efeitos especiais, romance, alguns momentos comicos, e uma certa dose de carisma, contudo os ingredientes nao sao colocados nunca no seu melhor momento e isso enfraquece de que maneira o filme. Principalmente porque nenhum destes condimentos consegue render aquilo que e necessario.

O primeiro ponto negativo do filme e o exagero de efeitos especiais nem sempre colocados da melhor forma muitas vezes e perceptivel o caracter quase digital do filme, o que e inconcebivel para um filme com esta dimensao.

O segundo ponto menos positivo diz respeito a dificuldade que o filme tem em assumir a vertente mais comica, so algumas expressoes da persongem central toca num ponto que essencial e ja e marca do produtor.

Por fim mesmo em termos de argumento demasiado repetido e ja em desuso. Pouco de novo e trazido para um filme que ja desde inicio conseguimos perceber do que se trata e qual o caminho que vai seguir.

O filme fala de um princepe adoptado que tem que comprovar nao ter sido ele o autor da morte do seu pai e rei da persia, com a ajuda de uma bela princesa, tentam destruir o plano de conquista do poder do seu tio.

O argumento tem muito pouco de novo, principalmente em termos de funcionalidade e de caracter surpresa, quase sempre muito pregado a aoutros filmes do genero como a mumia por exemplo. Tambem em termos de personagens nunca ha a ambiçao de partir para outro plano.

A realizaçao de Newell sofre de um contratempo claro que a força em demasia dos efeitos especiais, e muitas vezes o realizador ja veterano tem dificuldade em seguir. E particular ver um realizador de filmes mais pequneos nos ultimos tempos a aderir aos blockbusters na sua essencia mais pura.

Em termos de cast a escolha de Gylhenhal mostra-se positiva principalmente porque consegue juntar carisma, com uma capacidade fisica e humoristica presente. Ja Artenton tem ganho um espaço consideravel como femme fatal de filmes de epoca, o que se tem tornado interessante. Kinglstey e um vilao natural dentro do seu registo tipico


O melhor - A escolha do protagonista.


O pior - o exagero de efeitos


Avaliação - C

Thursday, June 10, 2010

Robin Hood


Um dos filmes mais aguardados para este ano marcava nova colaboração de Ridley Scott e Crowe, em mais um filme epico desta vez uma nova criaçao de Robin Hood. Desde logo percebeu-se que estariamos certamente numa tenttativa mais serie de recriar o heroi de collants. Os meios disponibilizados foram totais, e tudo parecia indicar que estariamos perante um dos grandes filmes de verão. mas uma vez estreado em nenhum dos capitulos o filme conseguiu se tornar naqulilo que a maioria das pessoas esperavam- Em termos criticos nao passou da mediania ja natural em Scott pese embora em determinados filmes tenha ido mais longe. Mas mais preocupante foi em termos comerciais onde num ano claramente marcado pelo decrescimo de espectadores o filme com muita diifuldade atingiu os 100 milhoes de euros, muito pouco para um filme com esta ambiçao.

O mal do filme e tentar tornar serio ou demasiado politico uma historia conhecida e que e claramente um filme de aventuras e isso tira uma coisa fundamenteal para o filme se rentabilizar como conteudo comercial, que e a intensidade e a emoçao do filme. Muitas vezes esta apenas acompanha as sequencias de acçao longas, e pouco mais do que a aventura amorosa entre protagonistas. Muito pouco para um filme que ambicionava claramente muito mais.

E certo que e um filme bem realizado com um nivel de maturidade nunca antes visto nesta historia ja por diversas vezes contada. Contudo em termos de objecto unico e exclusivamente enterteiner o filme fica muito aquem do esperado.

O filme fala da aventuras de robin, um ladrao que beneficia os pobres em deterimento dos ricos, e este pretexto e o mais denso no filme, com as personagens ja conhecidas mas com algumas alteraçoes principalmente na forma como os viloes tem diferentes posturas e participaçoes e mais uma vez a historia que ja conhecemos.

Em termos de argumento nao temos um argumento muito forte principalmente em termos da incapacidade do filme conseguir ganhar ritmo, e certo que adquire um inumero nivel politico em termos de discurso da personagem central, mas pouco mais. muito pouca força na forma como cria os viloes

Scott e um realizador de eleiçao consegue conjugar a beleza dos cenarios com uma vivacidade unicas em sequencias de acçao cujo o realismo e impressionante, mais uma vez encontra-se ao nivel que nos habituou.

Em termos de cast estamos com um elenco riquissimo. Corwe e um Hood natural, com uma componente fisica mais trabalhada do que emocional, nao tem certamente dos melhores papeis mas cupre, o mesmo se passa com blacnhet que contudo ja teve mais presença do que neste filme. Em termos de viloes, McFayden perde em grande escala para Strong que se tem tornado num dos actores que mais viloes conseguiu encarnar em curto espaço de tempo, se bem que sempre demasiado semelhante


O melhor - O nivel produtivo


O pior - A falta de intensidade


Avaliação - C+

Monday, May 31, 2010

Shrek: Forever After




Nao me recorde de nenhuma saga que sobreviveu na perfeiçao a quatro filmes, nem tao pouco aquelas que parecem inabalaveis como este Shrek. E o porque? acima de tudo porque as ideias se vao gastando, e aos poucos torna-se repetitivo deixando de ter a capacidade natural de nos surpreender. Dai que SHrek acabe comparativamente com os seus antecessores se tornar num fiasco. primeiro porque em termos criticos nao passou da mediania quando os primeiros filmes foram na sua maioria bem valorizados. E tambem em termos comerciais, onde pese embora ja ser um dos sucessos do ano, longe dos valores estronsodos dos seus antecessores.

Esta quarta aventura de Shrek e um bocado dispar, primeiro porque torna o filme numa realidade diferente tornando tudo ao zero, esquecendo o ja construido, e talvez aqui esta a residir o grande erro do filme, nao aproveitar o que de bom ja tinha sido ganho nos outros. E a nivel positivo o facto de aproveitar melhor os momentos comico musicais que ja sao tradicao no filme Shrek. Aqui eles estao melhor do que nunca e sao responsaveis pelos melhores momentos do filme.

Mesmo assim esta longe do carisma e da força dos primeiros dois filmes, as personagens parece ja terem dado tudo o que podiam dar a saga, e a introduçao de novas personagem nao tem qualquer tipo de efeito. mesmo as piadas com as historias de encantar nao tem o carisma de as de outros episodios.

O filme fala de um pacto elaborado entre Shrek e um estranho ser, no sentido do primeiro recuperar a sua forma d eogre assustador. Assim e encaminhado para uma outra realidade onde tudo que ganhou deixou de existir, e tera de construir tudo de novo para voltar.

EM termos de argumento e ligeiramente mais pobre do que os antecessores, principalmente em termos de dialogos, em termos comicos ja falamos da boa envolvencia musical, mas e pobre, principalmente na forma com que nao consegue dotar os novos personagens.

Em termos de realizaçao a aposta em 3d era clara, contudo nao e dos filmes mais vistosos neste registo, pese embora a boa realizaçao e produçao tipica da saga.

Em termos de vozes nada de novo, o quarteto principal ja nao e dissociado das suas persoangens que encaixam perfeitamente em cada um deles. Um dos grandes segredos de Shrek


O melhor - Os momentos comicos musicais


O pior - Voltar demasiado ao inicio


Avaliação -C+

Tuesday, May 25, 2010

Furry Vangence

Brando Fraser e daqueles actores que rapidamente ficaram marcados por uma imagem de alguma forma idiota, ligado a comedias de grande tracção física. Contudo se há cerca de 15 anos este genero ainda tinha alguns adeptos com o passar do tempo estes acabaram por sesaparecer quase por completo, assim como o pouco carisma que o actor detinha naquela altura. Dai que nao seja de estranhar que comercialmente o filme nao tenha conquistado muitos adeptos que perferiram outro tipo de registo. E ser completamente mal tratado criticamente.
Quando se faz uma comedia com animais existe um perigo que não se pode correr, e isso e o primeiro pensamento que deve assombrar quem faz o filme, ou seja que este nao se torne naturalmente ridiculo. E aqui o filme falha em toda a linha, uma vez que trata-se de um filme ridiculo de inicio a fim. Raramente o filme consegue ser engraçado passando a maior parte do tempo a pregar partidas a uma personagem miseravel, e tudo se resume a algo sem nexo e contexto. No final ficamos com a percepçao que nada de novo o filme nos pode trazer, que nao existe qualquer razao para este filme existir, e isso e claro.
mesmo em termos de produçao onde a existencia de meios poderia deixar antever um registo mais feliz o filme nao consegue passar do muito mau, com efeitos especiais pouco organizados e um humor demasiado colocado a cola de fraca qualidade.
E indiscutivelmente um dos piores filmes do ano, em todos os aspectos e mais alguns, realizaçao, argumento, interpretaçoes tudo e muito mau.
O filme fala de um agente imobiliario que quer construir um conduminio de luxo numa reserva natural, aqui tem um problema que e a furia e a vingança de um grupo de animais a defender o seu terreno.
O argumento e fraquissimo, quer na historia de base probrezinha, quer em termos de criaçao de personagens demasiado esteriotipadas. Na forma como nao consegue concretizar qualquer tipo de piada, nao passando de tentativas e acima de tudo na forma como os dialogos sao extremamente irreais.
Em termos de realizaçao confesso ser admirador de um dos filmes deste realizador. penso que em estranhas ligaçoes ele conseguiu ter um interessante poder satirico ao mesmo tempo que os dialogos eram muito inteligentes. Apos este filme dedicou-se a comedia onde tem cometido atrocidades narrativas de inicio a fim, cujo o seu pior momento acaba mesmo por ser este.
Fraser esta com uma imagem pouco cinematografica, e o seu nivel de interpretaçao esta pior do que nunca, quando a isto se reune uma Shields ja morta e enterrada, estamos perante um dos piores momentos interpretativos pelo menos do ano

O melhor - A duraçao pequenissima do filme

O pior - Tudo

Avaliação - D-

Sunday, May 16, 2010

Nightmare in Elm Street


Para 2010 e vindo de um dos estudios que ultimamente tem-se lançado em efectuar remakes de classicos de terros, existia a expectativa relativa ao lançamente do remake de Pesadelo em Elm Street, talvez uma das maiores sagas de terror da historia do cinema, com um dos maiores viloes da historia. Contudo e tendo em conta o tipo de produçao em causa, pouco se poderia esperar. Em termos criticos a recepcao era a esperada, com criticas bastante negativas. contudo em termos comercias as coisas correram bem com um bom primeiro fim de semana, para uma geraçao que ainda nao tinha a sua versao de Freddy Kruger
Quando apareceu o primeiro filme desta saga existia alguma inovação principalmente pelo facto de estarmos perante um filme que mexia com um imaginario e com o incotrolaves do sonho, foi mesmo o pai de um genero que ainda hoje da diversos frutos. Pois bem alguns anos mais tardes esta formula foi repetida por diversas vezes. Assim desde logo a tarefa foi facil, o filme ja existia a historia conhecia, e o modelo ja em uso por diversas vezes dai que apenas se tinha que colocar a maquina a funcionar que o filme sairia naturalmente.
Contudo o unico ponto que podia mudar era o nivel de produçao, e aqui a aposta nao foi imponente, o filme limita-se ao minimo possivel exigido, nao em termos de argumento mas de cast e mesmo das fluidez de dialogos, ou seja restava a escolha para o mitico personagem, e aqui a escolha surpreendeu por pegar num actor conceituado e criticamente respeitado, mesmo assim as coisas nao correram pelo melhor, desde logo por alguma debilidade fisica de Hackey. Que apenas tem a seu favor a voz, imponente.
De resto tudo o que se esperava, sequencias bem trabalhadas, uma boa componente estetica, muitos sustos e pouco mais em termos de formula quimica. De resto o filme e feito de sequencias soltas, aos poucos vamos percebendo quem e realmente os protagonistas e os verdadeiros adversarios do vilao, depois de na maior parte do tempo pensarmos que ainda estamos na introduçao do filme
A historia e a conhecida, um grupo de jovens começa a ser assaltado nos sonhos por um terrivel assassino, que marcou a infancia destes regressando para se vingar.
Em termos de argumento pouco a trabalhar a historia estava escrita podendo apenas ser alterado os dialogos, contudo nem isso tranformou-se apenas desaparecendo detemrinados momentos. De resto tudo igual
Em termos de realizaçao, algumas boas sequencias principalmente aproveitando o caracter estetico de Kruger de resto limita-se ao mais obvio.
Por fim o cast quase imperceptivel, um grupo de jovens mais ou menos desconhecidos ou pouco importantes em hollywood cuja unico ponto e mesmo os gritos que vao emitindo. Heackey e bom actor contudo neste filme pouco ou nada lhe traz de benefico para a sua carreira, principalmente em termos qualidade de interpretaçao, ja que outras personagens suas ja ficaram mais marcadas do que esta

O melhor - O reviver Freddy Kruger

O pior - Ja muito se fez de igual durante o tempo em que intervalou entre o primeiro e este filme da saga

Avaliação - C-

Saturday, May 15, 2010

The Losers


Starring: Jeffrey Dean Morgan, Zoe Saldana, Chris Evans, Idris Elba, Columbus Short
Directed by: Sylvain White

Este tipo de cinema com uma serie de elementos rebeldes prontos a dispararem e com uma acçao trepidamente a ritmo excessivo começou a tornar-se um exito em voga no cinema norte americano, principalmente apos o sucesso de smockin Aces. Para este ano, um derivado natural deste filme se bem que mais calmo sem tanta trepidaçao de ecra. Os resultados foram dispares por um lado os resultados comerciais foram modestos, contudo nao seria de esperar outra coisa. ja em termos criticos alguma indiferença foi votada naturalmente a este filme.
Um dos pontos primordiais que se pode analisar deste filme, e que pouco ou nada de novo tras ao cinema, e isto fica mais complicado se pensarmos que durante o inicio do filme, pensamos que isso iria acontecer por alguns planos de realizaçao e alguma creatividade na forma como as primeiras sequencias estao a ser filmadas.
COntudo com o desenrolar do filme começamos a perceber que nada disto ira acontecer e que estamos perante um dos filmes mais vulgares e lineares que ha memoria, com um bom ritmo em termos de execuçao de sequencias de acçao, algum humor bem trabalhado, mas que nao consegue resultar em qualque tipo de merito para uma obra pouco interessante.
A determinada altura o unico interesse do filme passa mesmo a ser a forma unica com que a personagem feminina se relaciona com os outros autores, porque tudo o reste desde logo se encontra revelado.
O filme fala de um grupo secreto ligado ao governo americano que e dado como morto, numa embuscada, contudo uma surpreendente espia tenta os retornar em troca de uma pequena ajuda que e encontrar um lider criminoso.
Em termos de argumento na historia de base muito pouco de novo, contudo o filme tem bons momentos principalmente em alguns dialogos formados entre as personagens centrais, mesmo assim muito pouco.
A nivel de realizaçao entramos nas primeiras sequencias com as expectativas elevadas que se vao esfumando com o passar do tempo, mesmo assim a determinada altura o filme consegue ter bons momentos principalmente nas sequencias de acçao
Em termos de cast, desde logo falta o carisma de um grande nome, ou de pelo menos alguem conceituado, mesmo assim, acaba por ser saldana em bom momento de forma comercial quem resgate o filme com uma presença constante se bem que mais a custa da sua sensualidade do que propriamente pela qualidade de interpretaçao

O melhor - A realizaçao do spot inicial

O pior - Trazer pouco de novo no final de contas

Avaliação - C

Thursday, May 13, 2010

Iron Man 2


Starring: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Mickey Rourke, Sam Rockwell
Directed by: Jon Favreau


Muitos foram aqueles que ficaram de alguma forma surpreendidos com o sucesso instantaneo que o primeiro filme desta saga se tornou, quando alguns pessimistas esperariam precisamente o contrario. Neste segundo filme e de acordo com os resultados do primeiro o sucesso era obvio quer de um ponto de vista comercial onde caminha para os mesmos excelentes resultados do primeiro e mesmo criticamente pese embora seja mais modesto em termos de recepçao do que aquilo que o primeiro filme conseguiu.
Iron Man 2, arrisca menos do que o primeiro filme, pese embora de conseguir chamar a si alguns outros pontos que nao foram a preocupaçao do primeiro. Desde logo com a inserção de diversos personagens secundarios todos eles a cargo de actores de renome, principalmente proximos do reconhecimento do grande publico. E essas personagens acabam por dar maior tendencia e peso a um filme. Que mais que um filme de acçao e um filme sobre uma personagem. Mais que Iron man o filme debruça-se sobre a pessoa por detras do heroi, o peculiar Tony Starks, que acaba por ser bem mais interessante do que aquilo que o seu alter ego acaba por ser.
Mais uma vez Favereu consegue ter um filme intenso, basico e certo na forma como organiza o seu argumento, mas ao mesmo tempo consegue lhe incutir um valor comico interessante sempre compilado na personagem de Starks unica, e que tem em Downet Jr a sua forma fisica perfeita.
Como ponto negativo, a expectativa que se criou em torno do vilao personificado por Rourke, e uma personagem apagada que se limita a duas sequencias e pouco mais, o que de alguma forma nao da o balanço equilibrado a um heroi que domina o filme de fio a pavio.
O filme vem na sequencia do primeiro e acima de tudo no egocentrismo de Starks e a forma como isso o leva a confrontar-se com um peculiar russo psicopata, e um negociante e concorrente negociador de armas, com a ajuda de um coronel e uma femme fata, a acçao esta prometida.
Em termos de argumento ja o primeiro filme nao e prodigo em grande originalidade quase sempre demasiado pregado a uma ou outra vertente. Parece que todos os esforços estao centrados em dar carisma a personagem central, o que conseguem mesmo que descuidem outros aspectos do filme
Em termos de realizaçao Favereu foi uma agradavel surpresa na forma simples com que realizou o primeiro e alguma desilusao neste segundo filme, com mais meios, tenta explorar mais os efeitos, mas apenas numa sequencia o filme adquire a grandiosidade visual, mais concretamente na primeira confrontaçao do heroi e vilao numa pista de automoveis.
Tony Starks e similar a Downey Jr que personifica-o em todas as vertentes, nunca uma escolha foi tao acertada, resta saber se este era o objectivo ou a personagem foi adaptada ao actor, de resto uma Paltrow com quimica suficiente para esconder a sensualidade superior de Scarlett, Rourke mais forte fisicamente do que propriamente na sua personagem que muitas vezes vem a reboque do mais eficaz Rockwell e por film as presenças de passagem de L jackson e Chedle.

O melhor - A simbiose entre Downey Jr e TOny Starks

O pior - Nao tem uma sequencia final forte

Avaliação - B-

Wednesday, May 05, 2010

A single Man


Starring: Colin Firth, Julianne Moore, Nicholas Hoult, Matthew Goode, Ryan Simpkins
Directed by: Tom Ford

A passagem do estilista Tom Ford para o mundo do cinema tornou-se numa das revelaçoes do ano de 2009, e pese embora nao tenha conseguido sprintar para a nomeaçao para o melhor filme do ano, na gala dos oscares, sem duvida que o facto de ter sido um dos filmes mais valorizados criticamente, mesmo que comericalmente nao tenha tido qualquer tipo de reprecursão.
Tom Ford como estilista que é tinha de dar enfase ao caracter estetico do filme, que acaba por ser claramente o objecto de maior adoraçao de um filme facil sobre a reflexao de um individuo, muitas vezes demasiado parado e silencioso, com personagens quase estaticas, o filme sofre o mesmo mal que a maioria dos filmes europeus que e se tornar muito rapido aborrecido, uma vez que o desenlace narrativo nao tem força para pegar no filme e superar o silencio que o filme tem em demasia.
Contudo os pontos em que o filme e forte e com toda a vontade, o caracter estetico quer a nivel de cenarios mas principalmente na configuraçao das personagens, e tambem na riqueza interpretativa principalmente de Firth. Contudo e apesar do seu final ser surpreendente e assinalavel, nao estamos perante uma obra que respire originalidade.
O filme fala de um professor homossexual, que fica sem razao de viver quando o seu namorado morre num tragico acidente de automovel, a disputa entre arranjar razao de viver e acima de tudo de nao se entregar a morte assinala o filme e acima de tudo o personagem
O argumento nao e uma fonte de originalidade alias grande parte do tempo e demasiado preso a determinados perceitos. As personagens no silencio que adoptam acabam por ser fortes pese embora nao tenha qualquer tipo de dialogo a assinalar entre elas.
A realizaçao e a componente mais forte do filme, para estreante Ford para alem de uma componente estetica brilhante, tem tambem um estilo proprio interessante que com outros ajustes principalmente noutro tipo de filme, o poderao tornar um caso serio de realizaçao
O cast apresenta uma das surpresas do ano um Firth misterioso, uma das maiores surpresas uma vez que nao se trata de um actor de excelencia. Contudo tambem se ressalva que a sua interpretaçao chama a atençao pelo facto de estarmos perante um ano morto, sem grandes momentos. Dai se possa perceber o porque de durante muito tempo Juliane Moore com um papel vulgar estivesse apontada como oscar contender.

O melhor - O estilo proprio de Ford.

O pior - Demasiado silencioso

Avaliação - C+

Tuesday, May 04, 2010

Death at Funeral


Starring: Chris Rock, Martin Lawrence, Tracy Morgan, Danny Glover, Regina Hall
Directed by: Neil LaBute

Fazer um remake de um filme de 2007 e no minimo um acto irreflectido. Porque os adeptos do cinema com algum conhecimento viram a comedia aperciada de Frank Oz e tem total noçao do que acontece na mesma, ficando com a sensaçao de Deja Vu onde apenas se altera a tonalidade de pele dos protagonistas. Mesmo assim os resultados foram surpreendentes. Criticamente porque se a critica gostou do primeiro tinha por obrigatoriedade nao ser negativa com o segundo, e comercialmente com outra visibilidade e elenco, os resultados foram francamente melhores em quase todos os sentidos.
Pois bem muito pouco a dizer do que remeter para a avaliação efectuada ao primeiro filme ja constante neste blog. Um filme apesar de americano com um humor muito britanico, com as sequencias instrumentalizadas de uma forma comum, com picos de humor, com personagens mais bem conseguidas e outras que entram no ridiculo facil que nada de novo trazem ao cinema. Num conceito negativista de falta de originalidade que se limita a copiar um filme recente.
Perfiro reflectir sobre o caminho do cinema com actitudes como esta, para onde se pode dirigir este tipo de cinema quando nada mais acontece, quando nao surge novas ideias e quando nos limitamos a repetir sequencias deste genero.
Mesmo a introduçao de um nivel cultural diferente nada tras para o filme, se formos a ver grande parte do tempo ate nem damos pelo facto de estarmos numa comunidade afro americana.
O filme fala da reuniao de uma familia num funeral, onde todas as diferenças e vincadas alteraçoes de personalidade se vao fazendo reflectir na forma como cada um vivencia o acontecimento ate o aparecimento de um peculiar anao com uma revelaçao estranhissima.
O argumento e analise do mesmo deve remontar a do primeiro filme, uma vez que nenhuma alteraçao ocorre, ate o nome das personagens e semelhante assim efacil fazer cinema.
Um realizados como Labute ja com alguns sucessos criticos nao se pode submeter a tamanha ofensa moral, deveria ter pensado dar um cunho pessoal talvez com um humor mais negro em vez de simplesmente replicar o que ja estava feito.
O cast e recheado dos mais conceituados actores afro americanos de momento, desde a vertente comica de Rock e Lawrence, o primeiro num registo mais sobrio, ate ao aparecimento dos novos icons como Saldana e Morgan, o filme tem em Mardsen a grande surpresa com o papel mais comico de todos e que nao consegue nunca lhe tirar o ridiculo que tras consigo. ENfim mauzinho

O melhor -O primeiro filme ate ter certa piada

O pior - Ser uma copia com mudança de cor

Avaliação - D+

Monday, May 03, 2010

Date Night


Starring: Steve Carell, Tina Fey, Mark Wahlberg, Taraji P. Henson, Jimmi Simpson
Directed by: Shawn Levy


Shaun Levy tem se tornado nos últimos tempos uma figura proeminente e de sucesso comercial de comedias familiares, o que lhe tem oferecido um espaço único, num cinema nem sempre aperciado pela critica mas com muito primor comercial. para este ano mais um filme dentro dos seus padroes naturais, englobando um casal mediatico de actores relacionados com series de grande sucesso. o resultado apesar de positivo de uma forma global nao convenceu em nenhum dos aspectos em particular. E se criticamente por ventura as expectativas ate poderiam ser menores por se tratar de uma comedia familiar simples, ja em termos comerciais e tendo em conta o cast envolvido parece-nos que o filme poderia ser mais potencializado em termos de exito de bilheteira.
Date Night e um filme demasiado pequeno para os meios e a expectativa que o envolve, tendo em conta que marca a reuniao de dois dos maiores icons comicos do televisao norte americana esperava-se a um filme mais condimentado, principalmente pela panoplia forte de secundarios que o filme tem consigo. Contudo ao visualizar o filme observamos que temos uma comedia normal, quase familiar que aos poucos tenta ser politicamente incorrecta sem o conseguir ser, e que sofre diversas crises de identidade consoante a sequencia que aborda.
Nao e um filme que provoca a gargalhada pese embora seja bem disposto, nao e um conceito original e a determinada altura o bolo e o ciclo torna-se exagerado. Tem uns momentos mais conseguidos do que outros principalmente no aparecimento de secundarios que faz o filme parecer uma manta de retalhos com tecidos de diversas qualidades. Vencendo a apariçao quase mitica de James Franco e Milla Kuniz.
O filme fala sobre um casal estancado na meia idade que resolve tirar uma noite para reanimar a vida, contudo veem se envolvido numa troca de identidades que os vai envolver numa luta pela sobrevivencia com a ameaça de alguns viloes.
O argumento nao e forte em nenhum aspecto em particular, nao desenvolve uma componente comica muito vincada, nao consegue transmitir carisma nas personagens e acima de tudo nao tras nada de novo a um estilo comedia que tem noutros titulos maior originalidade e maior actualidade.
Levy nao e um realizador de excelencia pese embora a gama de recursos que normalmente lhe e entregue, neste filme nao tenta quase nada de novo, limitando-se a filmas os personagens num terreno que conhece bem como nova iorque, nao lhe dando margem de manobra nem para errar nem para se evidenciar.
O cast liderado por uma dupla carismatica que no filme em concreto funciona melhor como paralha do que individualmente. Em personagens muito proximas daquelas que lhes deram fama, nao sao actores ricos em versatilidade, principalmente Carell sempre demasiado bi polar. A disponibilidade fisica dos actores tb nao e a melhor e o filme a determinado momento exige algo neste sentido. A nivel de secundarios, bastante mais qualidade com personagens mais simples mas mais vistosas, como Whalberg, Kunnis e Franco.

O melhor - Os dois minutos de James Franco

O pior - O filme nunca conseguir esboçar uma gargalhada sentida no espectador

Avaliação - C

Sunday, May 02, 2010

The Back Up Plan


Starring: Jennifer Lopez, Alex O'Loughlin, Eric Christian Olsen, Michaela Watkins, Anthony Anderson
Directed by: Alan Poul

Tem sido evidente nos ultimos anos que Jeniffer Lopez se especializou em comedias romanticas de segunda linha, que com o tempo se foram tornando cada vez menos conseguidas e com um processo mediatico menor. Dai que esta comedia sob a alçada da televisao cbs, se torne uma surpresa no sentido da sua estreia com alguma ribalta. Contudo os resultados nao foram os melhores comprovando que o valor ja nao e o mesmo. Criticamente o filme foi completamente massacrado pela falta de novidade. E mesmo em termos de bilheteira tambem as coisas nao correram pelo melhor com resultados mediocres.
E claramente um filme que nao traz nada de novo ao cinema, nao e novidade em termos de historia, nao potencializa nada ao longo de todo o tempo, e acima de tudo o filme nao consegue nunca arrancar para o pouco que tem para dar. Em termos de iniciata o filme tem muito pouco, como comedia nunca tem piada, nenhuma das poucas tentativas de ser engraçado resulta. E do ponto de vista romantico ainda pior, tudo fica demasiado claro desde logo nao consegue fazer com que o filme potencialize e seduza o espectador que fica sempre distante do filme.
E daqueles filmes que nao traz nada de interessante, em quase nenhum aspecto, para alem de outros erros primarios como o desaparecimento subtil de personagens entre os quais os animais. Enfim fraco demais para o numero de cinemas que estrou.
O filme fala sobre uma dona de loja de animais que decide engravidar por enciminaçao artificial uma vez que nao encontra o seu principe encantado, contudo e nesse dia que acaba por conhecer o seu "escolhido" e neste ponto tem que o fazer convencer a optar pelo seu amor mesmo com um filho
O argumento e pauperrimo, em ideia, mas acima de tudo nos dialogos nas personagens quer principais quer secundarios enfim muito muito pouco, numa das piores opçoes de filme deste ano.
Em termos de realizaçao nada de novo sob a forma de telefilme com realizaçao pausada, e pouco relevante.
Em termos de cast Lopez igual a sempre em personagens sempre muito semelhantes, duma actriz claramente limitada que apenas consegue integrar este tipo de registo. O seu companheiro demasiado insosso.

O melhor - O caracter telefilmico

O pior - Tentar ser um filme de cinema..,

Avaliação - D

Kick Ass


Starring: Aaron Johnson, Christopher Mintz-Plasse, Mark Strong, Chloe Grace Moretz, Nicolas Cage
Directed by: Matthew Vaughn

Quando foi apresentado este filme, muitos esperaram que se tratasse de uma parodia natural ao cinema de super herois. Estranhando se apenas de na realizaçao estar um dos mais creativos e jovens realizadores da vanguarda britanica, que ja teve a postos de dirigir X-Man e que acabaria por desistir. Os resultados foram um pouco incongruentes, se a critica gostou do humor e realismo da historia ja em termos comerciais a falta de uma figura de proa acabou por limitar a abrangencia de um filme que merecia outro tipo de registo comercial
Kick ass tem uma serie de argumentos como poucos fillmes do genero conseguem ter, desde logo em termos humoristicos tem um humor forte, inteligente e acima de tudo actual e conseguido com uma cultura diferente. Depois no ponto de vista de acçao o filme tem ritmo abrangencia, e creativo, tornando-se facilmente numa das melhores surpresas de 2010 e demonstrar que este realizador para alem de arriscar em titulos discutiveis tem a força para os manter vivo como pouco.
A determinada altura todas as personagens ja conseguem conquistar o carisma fundamental num tipo de filme como este, nao da espaço para duvidas, desde o proprio protagonista, ajudantes cada sequencia e pensada da melhor maneira para fazer resultar este filme de acçao cuja a natureza e claramente comica.
E excentrico e original duas caracteristicas fundamentais para um filme como este resultar.
O filme fala de um jovem pacato, quase nerd, que devido a falta de aspectos de interesse da sua vida decide virar super heroi, aqui vai começar a interferir com uma familia de verdadeiros super herois e com um lider de uma organizaçao criminosa.
O argumento e fantastico de inicio a fim, nos dialogos, na historia que cria, na formula da base, e acima de tudo na forma como deixa que as suas personagens centrais adquiram de forma instantanea toda a força e carisma necessario.
Vaungh e um dos realizadores a estar atentos primeiro porque tem força e originalidade atras das camaras, depois porque arrisca no conteudo dos seus filmes, e ate ao momento pese embora a dificuldade dos mesmos ofereceu nos a maios parte dos melhores filmes que surpreendem ano apos ano.
O cast sem grandes estrelas o certo e que cada um entra perfeitamente na personagem, mesmo Strong cabe bem num vilao menos exuberante. Regista-se a forma facil com que Johnson surpreende ao liderar um filme desta dimensao e um Cage que recupera a boa forma em filme de melhor qualidade do aquilo que vinha a fazer ultimamente.

O melhor -A capacidade do filme resultar na mistura de humor e acçao

O pior - Pode ser dificil de aceitar em mais tradicionais

Avaliação - B+

Saturday, May 01, 2010

Me and Orson Welles


Starring: Zac Efron, Christian McKay, Ben Chaplin, Claire Danes, Kelly Reilly
Directed by: Richard Linklater


Me and Orson Welles e daqueles filmes que demoram muito tempo a ser lançados e que se tornam rapidamente mitos, pelas imensas passagens por diversos festivais quase sempre com boas recepçoes e que depois acaba por chegar silencioso ao grande ecra. Os resultados foram dispares por um lado nao teve a visibilidade critica capaz de o fazer lutar pelos galardoes, mesmo que a maioria das criticas tenha sido positivas relativamente ao filme, e comercialmente o filme teve pouca visibilidade nao rentabilizando a imagem do icon por Efron
Me and Orson Welle e uma especie da paixao de shakespeare, mas do encenador nova iorquino, tentado mais que traduzir um biopic do autor, fazer com que aos olhos das outras personagens nos dessem a imagem mais concreta da personalidade. O tipo e muito semelhante ao filme de Madden, na encenaçao de uma peça, uma serie de personagens, e acima de tudo o carisma de um talento, e certo que aqui nao ha vilao, a nao ser a personalidade forte intensa, e inconstante do encenador.
Nao e um filme prodigo em emoçoes, e acaba mesmo por se tornar peculiar em detemrinados pontos, muito relacionado com alguma excentricidade de determinados personagens. Nao e um filme com grande ritmo, pese embora seja eloquente e a sua virtude na personagem central esteja bem vincada e potencializada ao longo de todo o filme.
O filme fala da encenaçao de uma peça de orson welles no qual e recrutado um novo elemento, alias o filme e sempre visto sobre o prisma de esta personagem, que vai sofre na pela nao so a entrada no mundo da arte, mas acima de tudo a entrada na vida de uma personalidade tao peculiar como Welles, e e dessa relaçao que o filme se baseia
O argumento nao e forte em termos narrativos, pese embora consiga retirar o que de melhor e possivel em termos de personagem principalmente na de welles, que acaba por surgir como coraçao de todo o filme, mesmo que os protagonistas percam em detalhe.
Linkater e um realizador peculiar, que tem no seu curriculo filmes de cultou com obras mais comerciais, num limbo demasiado particular, aqui nao se fica pela tentativa de contar uma historia, parece que o filme e mais ambicioso do que realmente se tornou, mas a realizaçao principalmente na dinamica de palco e bastante positiva para um realizador algo ambiguo.
O cast e particular num filme de algum culto e artistico, escolher um icon pop para o protagonizar e no minimo polemico, A escolha nao se demonstra fracassada uma vez que a personagem nao exige muito, e do ponto de vista musical Efron sente-se a vontade. Danes esta cada vez mais segura em personagens mais intensas. mas todos os louvores vao para mckay, com um papel dificilimo, talves dos mais dificeis do ano, tem um actuaçao irreprensivel, forte, intensa, e que deveria ter sido reconhecida talvez como a melhor pretaçao secundaria masculina de 2009, algo de unico para o filme

O melhor - Mckay

O pior - Faltar a mudança de ritmo a determinado momento

Avaliação - C+

Hot Tub Time Machine


Starring: John Cusack, Rob Corddry, Craig Robinson, Clark Duke, Lizzy Caplan
Directed by: Steve Pink

Este inicio do ano 2010, nao tem sido prodigo em filmes criticamente favoraveis, primando por uma mediania muito forte, De todos os lançamentos houve pequenos sucessos entre os quais esta pequena comedia, que se tornou numa das sensaçoes e surpresas do ano. Em termos criticos a maioria da valorizaçao foi favoravel, mesmo que comercialmente tenha ficado aquem de outros filmes com outro poderio neste sentido.
Ho Tub Time Machine, tem um ponto muito favoravel a seu respeito, o facto de aproveitar uma tendencia revivalista dos anos 80 e conseguir traduzi-la da melhor forma para o filme, nao so em termos esteticos, mas acima de tudo em termos musicais, o filme consegue nos incutir um cultura que muitos pensavam tao distante.
Tambem em termos humoristicos o filme tem os seus pontos interessantes, desde a conjugaçao de um humor forte, condimentado, ate a força de uma piada mais ridicula o filme abraça diversos tipos de humor, mesmo que nem sempre atinja os seus objectivos neste particular, sao diversos os pontos interessantes contextualizados no filme.
Como ponto mais negativo encontra-se a forma como por vezes seja pouco moratorio, por cais no facilitismo narrativo, e por durante longa parte do filme as personagens andarem um pouco perdidas no guiao, tirando algum conteudo aquilo que o filme nos quer trazer.
O filme fala de um grupo de quatro amigos, que tem a vida no limbo, quando numa viagem acabam por recuar ate a sua adolescencia em plenos anos 80, e com o momento que iria definir a vida de todos.
Em termos de argumento o filme funciona bem melhor na capacidade de se tornar engraçado do que propriamente na riqueza narrativa que o filme, nem sempre consegue ter. este particular perdura por diversos pontos do filme, que mesmo assim e refrerscante e original.
EM termos de realizaçao nao e um filme dificil, nao tem grande forma, mas acima de tudo contextualiza bem os anos 80, e isso e rico na propria forma como o filme se constroi a si.
A nivel de cast personagens muito proximas do habitual nos actores escolhidos a maioria deles algo desconhecidos, com excepçao a um Cusack, que mesmo estando longe da boa forma consegue aqui um dos seus melhores filmes dos ultimos tempos, mesmo que a sua personagem acabe por ser a mais modesta.

O melhor - O bom humor do filme

O pior - A falta de moratoria.

Avaliação - B-