Monday, June 28, 2010

The Last Song




Nicholas Sparks nos últimos tempos tem sido uma referência nas adaptações de historias de amor para um público mais jovem e apaixonado. De todas as adaptações esta da Melodia do Adeus acaba por ser aquele que reune talvez menos empenho e quem sabe uma menor carga de meios, nao so nos interpretas mas mesmo no tipo de filme que se declara. Dai que comercialmente talvez tenha resultado um pouco melhor do que as ultimas adaptações do autor, sendo que criticamente a chancela de filme para adolescentes não permita que o filme se desenvolva mais do que aquilo que faz, e isso é muito pouco.

Este filme e mais uma daquelas historias de amor lamechas que nada de novo tras ao cinema, mesmo a propria historia de sparks e das mais vagas e menos interessantes dele como autor e isso reflectesse na falta de ambiçao e força do proprio filme.

Ao inicio encontramos Miley Cyrius numa vertente Hannah Montana irreverente personagem ao qual dificilmente um dia se ira descolar pela força e pela forma como a mesma preenche o imaginario dos mais pequenos. Aos poucos a personagem vai ficando mais docil nao so para o seu pareceiro romantico, mas com o seu pai e acima de tudo voltando a musica. O filme entra no velho cliche da recuperação da vida perdida e isso nada inalotece um filme ja de si algo vago e vazio.

Nunca tem momentos para recordar, nao e um filme de quase nada, apenas algumas disputas mantidas entre os irmaos dao alguma emoçao e ritmo ao filme que e quase sempre preso de movimentos.

O filme fala sobre dois irmao que passam a residir com o pai apos longo periodo de falta de relacionamento aos poucos a adolescente começa a desenvolver um relacionamento com um jovem daquele local enquanto se vai aproximando nao so do seu pai e nova casa mas tambem da musica.

Em termos de argumento nada de novo, nem em personagens, nem tao pouco em historia ou mesmo desenvolvimento narrativo, tudo muito previsivel. Mesmo em termos de dialogos o filme e demasiado fraquinho ido de encontra a um livrop tambem ele nada de extraordinario.

A nivel de realizaçao muito pouco limita-se a efectuar e realizar de forma natural as interações entre as personagens a um ritmo lento, com muito pouco de artistico.

Em termos de cast a aposta em Cyrius e claramente falhada porque a actriz encontra-se demasiado colada ao papel desempenhado na serie juvenil da dysnei e nunca se consegue descolar do mesmo. O seu pareceiro tem muito pouco a dar ao cinema. Os secundarios no seu tipico registo habitual sem surpresas


O melhor - Nao tenta ser mais do que aquilo que é


O pior - E muito pouco


Avaliação - D+

Thursday, June 24, 2010

The A-Team




A nova adaptação desta consagrada serie pode ser claramente apontada como um dos acontecimentos cinematograficos do ano, principalmente pelo miticismo da mesma, e pelo inumeros fas criados ao longo dos diferentes anos de emissão. Contudo os primeiros dados apontaram para um sucesso muito aquem daquilo que a maioria esperavam, com resultados algo modesto em termos de bilheteira. Em termos criticos as coisas correram ligeiramente melhor, principalmente porque as expectativas neste dominio eram claramente inferiores.

The A team tem uma componente de acção que o torna objectivamente num filme facil de aceitar e de ver e num objecto de entertenimento com pouco paralelismo, e essa dinamica acabou por ser conseguida na forma como o proprio filme consegue obter um ritmo interessante mesmo que a historia de base esteja longe de ser uma obra prima.

Outro dos pontos que e bem trabalhado no filme acaba por ser a quimica de equipa, muito bem trabalhada pese embora personagens como Mr T nao tem o carisma da serie o filme acaba por ter esse ponto a seu favor. Em termos de filme em si a falta objectiva de um vilao serio e objectivo acaba tambem por se tornar num senão, porque nunca parece que o adversario consegue fazer temer uma equipa tao bem rodada.

Surpreendentemente o objecto humoristico que tambem era apanagio da serie esta um pouco descuidado no filme, so com alguns momentos sempre a cargo da personagem murdoch.

O filme fala da genese da equipa e da forma como esta vai ter de responder a uma intriga politica no interior das forças armadas norte americanas.

Em termos de argumento esta longe de ser um primor, desde logo porque nao tem uma historia de base bem criada, ou mais que qualquer coisa porque os dialogos nunca atingem grande nivel de riqueza nem as personagens sao de um nivel excelente, contudo o ritmo de acçao atenua algumas destas fraquezas

A realizaçao e a tipica de um realizador com rotina com força garra e oportunismo, nao tem a possibilidade de fazer um filme da forma que ele proprio mais gosta que e com o empenho e dedicaçao conjugada com alguma rebeldia de argumento, mas deu lhe mais visibilidade do que seria de prever.

Em termo de cast umas escolhas mais relacionadas com o carisma mediatico dos autores do que propriamente pelas qualidades tecnicas e interpretativas dos mesmos. Aqui ganha particular relevo Copley, descoberto em district 9, e com a personagem mais vistosa e mais criticavel, mesmo assim e a lufada de ar fresco num cast fraquinho na sua globalidade.


O melhor - O regresso da saga


O pior - a falta de alguns momentos fundamentais


Avaliação - C+

Sunday, June 13, 2010

I Love You Phillip Morris

Este filme produzido em 2008 tem se tornado um autentico caso de estudo pela dificuldade de ser lançado no cinrcuito comercial no EUA. Depois de ja ter conseguido estrear um pouco por todo o mundo esta comedia romantica homossexual com dois dos actores mais mediaticos da actualidade tem tido alguma dificuldade em se cimentar nos EUA. Dai que ainda nao seja possivel avaliar nem tao pouco perceber o valor comrcial do filme, pese embora se advinhe que nao deve ser muito, nem tao pouco a sua força critica, onde poderá ter melhores resultados.
~E sem duvida um filme arriscado para os protagonistas uma vez que e um filme que vinca a imagem que se tem de cada um dos personagens na sua relação homossexual, principalmente Carey protagonista principal do filme, a determinada altura parece que a personagem acaba por ser desenhada para Carey para retirar as suas multifacetas como actor e que faz dele um caso sem paralelo no mundo da setima arte.
O filme e original quer na forma como e criado quer mesmo no argumento, pese embora seja demasiado homossexual em alguns tiques desnecessarios que o filme acaba sempre por ter, mesmo assim e vistoso esteticamente creativo podendo se tratar de uma das agardaveis surpresas de um ano sem grande sabor bno que ao cinama diz respeito.
Mesmo a formula narrativa tem pontos extremamente interessantes por um lado a forma como tudo ocorre de uma forma surpreendente e o filme nao o deixar de fazer ate bem perto do seu final, por outro lado e daqueles filmes que nunca perde ritmo sempre ligado a si proprio o certo e que nao e de poucas falas nem de momentos parados.
Negativo algum impacto estranho de uma relação demasiado diferente quado se aborda a ligação e comparação da relação homossexual com heterosexual e aqui pouco ou nada resiste, com muitos tiques gays o filme causa sempre culturalmente um paralelismo claro.
O filme fala de um homossexual e da sua relaçao com o seu namorado que acaba por connhecer na prisao mas mais quer isso o filme e sobre a personagen e a forma como esta manobra todos os pontos da sua vida.
O argumento e interessante nao so na forma como cria a personagem central estremamente bem montada mas acima de tudo na forma como consegue criar um dinamismo interessante em volta do desenvolvimento da mesma, mais a nivel de narrativa do que propriamente a nivel de dialogos onde o filme nao e tao forte.
A componente estetica e de realizaçao tb e sobre diversos pontos extraordinaria, consegue mesmo ser uma das grandes surpresas do filme, o caracter estetico do mesmo.
Em termos de cast temos Carey no seu melhor na conjugação do comico com o drama consegue ter um dos papeis mais completos do ano e alguma amostra do que faz dele um dos melhores actores da actualidade. Mcgregor menos vistoso mas combina bem com Carey

O melhor - A panoplica de encadeamento de twists

O pior - A falta de lançamento do filme

Avaliação - B

Friday, June 11, 2010

Prince of Persia: The Sands of Time




Um dos titulos mais aguardados em termos de blockbusters para este ano, reunia um dos magos da comercializaçao de projectos de acção Buxckheimer e um titulo famoso dos video jogos, tudo parecia encaminhado para mais um sucesso mediatico e o inicio de um novo franchising. Contudo e se criticamente as coisas ate correram de forma natural, com avaliaçoes medianas mas positivas em termos de entertenimento. ja em termos comerciais as coisas estiveram bem distantes daquilo que realmente o produtor esta habituado, com resultados desoladores que o afastaram dos primeiros lugares do box office.

Do ponto de vista comercial este filme tem todos os ingredientes para o tornar desde logo um produto apetecivel, tem acçao, efeitos especiais, romance, alguns momentos comicos, e uma certa dose de carisma, contudo os ingredientes nao sao colocados nunca no seu melhor momento e isso enfraquece de que maneira o filme. Principalmente porque nenhum destes condimentos consegue render aquilo que e necessario.

O primeiro ponto negativo do filme e o exagero de efeitos especiais nem sempre colocados da melhor forma muitas vezes e perceptivel o caracter quase digital do filme, o que e inconcebivel para um filme com esta dimensao.

O segundo ponto menos positivo diz respeito a dificuldade que o filme tem em assumir a vertente mais comica, so algumas expressoes da persongem central toca num ponto que essencial e ja e marca do produtor.

Por fim mesmo em termos de argumento demasiado repetido e ja em desuso. Pouco de novo e trazido para um filme que ja desde inicio conseguimos perceber do que se trata e qual o caminho que vai seguir.

O filme fala de um princepe adoptado que tem que comprovar nao ter sido ele o autor da morte do seu pai e rei da persia, com a ajuda de uma bela princesa, tentam destruir o plano de conquista do poder do seu tio.

O argumento tem muito pouco de novo, principalmente em termos de funcionalidade e de caracter surpresa, quase sempre muito pregado a aoutros filmes do genero como a mumia por exemplo. Tambem em termos de personagens nunca ha a ambiçao de partir para outro plano.

A realizaçao de Newell sofre de um contratempo claro que a força em demasia dos efeitos especiais, e muitas vezes o realizador ja veterano tem dificuldade em seguir. E particular ver um realizador de filmes mais pequneos nos ultimos tempos a aderir aos blockbusters na sua essencia mais pura.

Em termos de cast a escolha de Gylhenhal mostra-se positiva principalmente porque consegue juntar carisma, com uma capacidade fisica e humoristica presente. Ja Artenton tem ganho um espaço consideravel como femme fatal de filmes de epoca, o que se tem tornado interessante. Kinglstey e um vilao natural dentro do seu registo tipico


O melhor - A escolha do protagonista.


O pior - o exagero de efeitos


Avaliação - C

Thursday, June 10, 2010

Robin Hood


Um dos filmes mais aguardados para este ano marcava nova colaboração de Ridley Scott e Crowe, em mais um filme epico desta vez uma nova criaçao de Robin Hood. Desde logo percebeu-se que estariamos certamente numa tenttativa mais serie de recriar o heroi de collants. Os meios disponibilizados foram totais, e tudo parecia indicar que estariamos perante um dos grandes filmes de verão. mas uma vez estreado em nenhum dos capitulos o filme conseguiu se tornar naqulilo que a maioria das pessoas esperavam- Em termos criticos nao passou da mediania ja natural em Scott pese embora em determinados filmes tenha ido mais longe. Mas mais preocupante foi em termos comerciais onde num ano claramente marcado pelo decrescimo de espectadores o filme com muita diifuldade atingiu os 100 milhoes de euros, muito pouco para um filme com esta ambiçao.

O mal do filme e tentar tornar serio ou demasiado politico uma historia conhecida e que e claramente um filme de aventuras e isso tira uma coisa fundamenteal para o filme se rentabilizar como conteudo comercial, que e a intensidade e a emoçao do filme. Muitas vezes esta apenas acompanha as sequencias de acçao longas, e pouco mais do que a aventura amorosa entre protagonistas. Muito pouco para um filme que ambicionava claramente muito mais.

E certo que e um filme bem realizado com um nivel de maturidade nunca antes visto nesta historia ja por diversas vezes contada. Contudo em termos de objecto unico e exclusivamente enterteiner o filme fica muito aquem do esperado.

O filme fala da aventuras de robin, um ladrao que beneficia os pobres em deterimento dos ricos, e este pretexto e o mais denso no filme, com as personagens ja conhecidas mas com algumas alteraçoes principalmente na forma como os viloes tem diferentes posturas e participaçoes e mais uma vez a historia que ja conhecemos.

Em termos de argumento nao temos um argumento muito forte principalmente em termos da incapacidade do filme conseguir ganhar ritmo, e certo que adquire um inumero nivel politico em termos de discurso da personagem central, mas pouco mais. muito pouca força na forma como cria os viloes

Scott e um realizador de eleiçao consegue conjugar a beleza dos cenarios com uma vivacidade unicas em sequencias de acçao cujo o realismo e impressionante, mais uma vez encontra-se ao nivel que nos habituou.

Em termos de cast estamos com um elenco riquissimo. Corwe e um Hood natural, com uma componente fisica mais trabalhada do que emocional, nao tem certamente dos melhores papeis mas cupre, o mesmo se passa com blacnhet que contudo ja teve mais presença do que neste filme. Em termos de viloes, McFayden perde em grande escala para Strong que se tem tornado num dos actores que mais viloes conseguiu encarnar em curto espaço de tempo, se bem que sempre demasiado semelhante


O melhor - O nivel produtivo


O pior - A falta de intensidade


Avaliação - C+

Monday, May 31, 2010

Shrek: Forever After




Nao me recorde de nenhuma saga que sobreviveu na perfeiçao a quatro filmes, nem tao pouco aquelas que parecem inabalaveis como este Shrek. E o porque? acima de tudo porque as ideias se vao gastando, e aos poucos torna-se repetitivo deixando de ter a capacidade natural de nos surpreender. Dai que SHrek acabe comparativamente com os seus antecessores se tornar num fiasco. primeiro porque em termos criticos nao passou da mediania quando os primeiros filmes foram na sua maioria bem valorizados. E tambem em termos comerciais, onde pese embora ja ser um dos sucessos do ano, longe dos valores estronsodos dos seus antecessores.

Esta quarta aventura de Shrek e um bocado dispar, primeiro porque torna o filme numa realidade diferente tornando tudo ao zero, esquecendo o ja construido, e talvez aqui esta a residir o grande erro do filme, nao aproveitar o que de bom ja tinha sido ganho nos outros. E a nivel positivo o facto de aproveitar melhor os momentos comico musicais que ja sao tradicao no filme Shrek. Aqui eles estao melhor do que nunca e sao responsaveis pelos melhores momentos do filme.

Mesmo assim esta longe do carisma e da força dos primeiros dois filmes, as personagens parece ja terem dado tudo o que podiam dar a saga, e a introduçao de novas personagem nao tem qualquer tipo de efeito. mesmo as piadas com as historias de encantar nao tem o carisma de as de outros episodios.

O filme fala de um pacto elaborado entre Shrek e um estranho ser, no sentido do primeiro recuperar a sua forma d eogre assustador. Assim e encaminhado para uma outra realidade onde tudo que ganhou deixou de existir, e tera de construir tudo de novo para voltar.

EM termos de argumento e ligeiramente mais pobre do que os antecessores, principalmente em termos de dialogos, em termos comicos ja falamos da boa envolvencia musical, mas e pobre, principalmente na forma com que nao consegue dotar os novos personagens.

Em termos de realizaçao a aposta em 3d era clara, contudo nao e dos filmes mais vistosos neste registo, pese embora a boa realizaçao e produçao tipica da saga.

Em termos de vozes nada de novo, o quarteto principal ja nao e dissociado das suas persoangens que encaixam perfeitamente em cada um deles. Um dos grandes segredos de Shrek


O melhor - Os momentos comicos musicais


O pior - Voltar demasiado ao inicio


Avaliação -C+

Tuesday, May 25, 2010

Furry Vangence

Brando Fraser e daqueles actores que rapidamente ficaram marcados por uma imagem de alguma forma idiota, ligado a comedias de grande tracção física. Contudo se há cerca de 15 anos este genero ainda tinha alguns adeptos com o passar do tempo estes acabaram por sesaparecer quase por completo, assim como o pouco carisma que o actor detinha naquela altura. Dai que nao seja de estranhar que comercialmente o filme nao tenha conquistado muitos adeptos que perferiram outro tipo de registo. E ser completamente mal tratado criticamente.
Quando se faz uma comedia com animais existe um perigo que não se pode correr, e isso e o primeiro pensamento que deve assombrar quem faz o filme, ou seja que este nao se torne naturalmente ridiculo. E aqui o filme falha em toda a linha, uma vez que trata-se de um filme ridiculo de inicio a fim. Raramente o filme consegue ser engraçado passando a maior parte do tempo a pregar partidas a uma personagem miseravel, e tudo se resume a algo sem nexo e contexto. No final ficamos com a percepçao que nada de novo o filme nos pode trazer, que nao existe qualquer razao para este filme existir, e isso e claro.
mesmo em termos de produçao onde a existencia de meios poderia deixar antever um registo mais feliz o filme nao consegue passar do muito mau, com efeitos especiais pouco organizados e um humor demasiado colocado a cola de fraca qualidade.
E indiscutivelmente um dos piores filmes do ano, em todos os aspectos e mais alguns, realizaçao, argumento, interpretaçoes tudo e muito mau.
O filme fala de um agente imobiliario que quer construir um conduminio de luxo numa reserva natural, aqui tem um problema que e a furia e a vingança de um grupo de animais a defender o seu terreno.
O argumento e fraquissimo, quer na historia de base probrezinha, quer em termos de criaçao de personagens demasiado esteriotipadas. Na forma como nao consegue concretizar qualquer tipo de piada, nao passando de tentativas e acima de tudo na forma como os dialogos sao extremamente irreais.
Em termos de realizaçao confesso ser admirador de um dos filmes deste realizador. penso que em estranhas ligaçoes ele conseguiu ter um interessante poder satirico ao mesmo tempo que os dialogos eram muito inteligentes. Apos este filme dedicou-se a comedia onde tem cometido atrocidades narrativas de inicio a fim, cujo o seu pior momento acaba mesmo por ser este.
Fraser esta com uma imagem pouco cinematografica, e o seu nivel de interpretaçao esta pior do que nunca, quando a isto se reune uma Shields ja morta e enterrada, estamos perante um dos piores momentos interpretativos pelo menos do ano

O melhor - A duraçao pequenissima do filme

O pior - Tudo

Avaliação - D-

Sunday, May 16, 2010

Nightmare in Elm Street


Para 2010 e vindo de um dos estudios que ultimamente tem-se lançado em efectuar remakes de classicos de terros, existia a expectativa relativa ao lançamente do remake de Pesadelo em Elm Street, talvez uma das maiores sagas de terror da historia do cinema, com um dos maiores viloes da historia. Contudo e tendo em conta o tipo de produçao em causa, pouco se poderia esperar. Em termos criticos a recepcao era a esperada, com criticas bastante negativas. contudo em termos comercias as coisas correram bem com um bom primeiro fim de semana, para uma geraçao que ainda nao tinha a sua versao de Freddy Kruger
Quando apareceu o primeiro filme desta saga existia alguma inovação principalmente pelo facto de estarmos perante um filme que mexia com um imaginario e com o incotrolaves do sonho, foi mesmo o pai de um genero que ainda hoje da diversos frutos. Pois bem alguns anos mais tardes esta formula foi repetida por diversas vezes. Assim desde logo a tarefa foi facil, o filme ja existia a historia conhecia, e o modelo ja em uso por diversas vezes dai que apenas se tinha que colocar a maquina a funcionar que o filme sairia naturalmente.
Contudo o unico ponto que podia mudar era o nivel de produçao, e aqui a aposta nao foi imponente, o filme limita-se ao minimo possivel exigido, nao em termos de argumento mas de cast e mesmo das fluidez de dialogos, ou seja restava a escolha para o mitico personagem, e aqui a escolha surpreendeu por pegar num actor conceituado e criticamente respeitado, mesmo assim as coisas nao correram pelo melhor, desde logo por alguma debilidade fisica de Hackey. Que apenas tem a seu favor a voz, imponente.
De resto tudo o que se esperava, sequencias bem trabalhadas, uma boa componente estetica, muitos sustos e pouco mais em termos de formula quimica. De resto o filme e feito de sequencias soltas, aos poucos vamos percebendo quem e realmente os protagonistas e os verdadeiros adversarios do vilao, depois de na maior parte do tempo pensarmos que ainda estamos na introduçao do filme
A historia e a conhecida, um grupo de jovens começa a ser assaltado nos sonhos por um terrivel assassino, que marcou a infancia destes regressando para se vingar.
Em termos de argumento pouco a trabalhar a historia estava escrita podendo apenas ser alterado os dialogos, contudo nem isso tranformou-se apenas desaparecendo detemrinados momentos. De resto tudo igual
Em termos de realizaçao, algumas boas sequencias principalmente aproveitando o caracter estetico de Kruger de resto limita-se ao mais obvio.
Por fim o cast quase imperceptivel, um grupo de jovens mais ou menos desconhecidos ou pouco importantes em hollywood cuja unico ponto e mesmo os gritos que vao emitindo. Heackey e bom actor contudo neste filme pouco ou nada lhe traz de benefico para a sua carreira, principalmente em termos qualidade de interpretaçao, ja que outras personagens suas ja ficaram mais marcadas do que esta

O melhor - O reviver Freddy Kruger

O pior - Ja muito se fez de igual durante o tempo em que intervalou entre o primeiro e este filme da saga

Avaliação - C-

Saturday, May 15, 2010

The Losers


Starring: Jeffrey Dean Morgan, Zoe Saldana, Chris Evans, Idris Elba, Columbus Short
Directed by: Sylvain White

Este tipo de cinema com uma serie de elementos rebeldes prontos a dispararem e com uma acçao trepidamente a ritmo excessivo começou a tornar-se um exito em voga no cinema norte americano, principalmente apos o sucesso de smockin Aces. Para este ano, um derivado natural deste filme se bem que mais calmo sem tanta trepidaçao de ecra. Os resultados foram dispares por um lado os resultados comerciais foram modestos, contudo nao seria de esperar outra coisa. ja em termos criticos alguma indiferença foi votada naturalmente a este filme.
Um dos pontos primordiais que se pode analisar deste filme, e que pouco ou nada de novo tras ao cinema, e isto fica mais complicado se pensarmos que durante o inicio do filme, pensamos que isso iria acontecer por alguns planos de realizaçao e alguma creatividade na forma como as primeiras sequencias estao a ser filmadas.
COntudo com o desenrolar do filme começamos a perceber que nada disto ira acontecer e que estamos perante um dos filmes mais vulgares e lineares que ha memoria, com um bom ritmo em termos de execuçao de sequencias de acçao, algum humor bem trabalhado, mas que nao consegue resultar em qualque tipo de merito para uma obra pouco interessante.
A determinada altura o unico interesse do filme passa mesmo a ser a forma unica com que a personagem feminina se relaciona com os outros autores, porque tudo o reste desde logo se encontra revelado.
O filme fala de um grupo secreto ligado ao governo americano que e dado como morto, numa embuscada, contudo uma surpreendente espia tenta os retornar em troca de uma pequena ajuda que e encontrar um lider criminoso.
Em termos de argumento na historia de base muito pouco de novo, contudo o filme tem bons momentos principalmente em alguns dialogos formados entre as personagens centrais, mesmo assim muito pouco.
A nivel de realizaçao entramos nas primeiras sequencias com as expectativas elevadas que se vao esfumando com o passar do tempo, mesmo assim a determinada altura o filme consegue ter bons momentos principalmente nas sequencias de acçao
Em termos de cast, desde logo falta o carisma de um grande nome, ou de pelo menos alguem conceituado, mesmo assim, acaba por ser saldana em bom momento de forma comercial quem resgate o filme com uma presença constante se bem que mais a custa da sua sensualidade do que propriamente pela qualidade de interpretaçao

O melhor - A realizaçao do spot inicial

O pior - Trazer pouco de novo no final de contas

Avaliação - C

Thursday, May 13, 2010

Iron Man 2


Starring: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Mickey Rourke, Sam Rockwell
Directed by: Jon Favreau


Muitos foram aqueles que ficaram de alguma forma surpreendidos com o sucesso instantaneo que o primeiro filme desta saga se tornou, quando alguns pessimistas esperariam precisamente o contrario. Neste segundo filme e de acordo com os resultados do primeiro o sucesso era obvio quer de um ponto de vista comercial onde caminha para os mesmos excelentes resultados do primeiro e mesmo criticamente pese embora seja mais modesto em termos de recepçao do que aquilo que o primeiro filme conseguiu.
Iron Man 2, arrisca menos do que o primeiro filme, pese embora de conseguir chamar a si alguns outros pontos que nao foram a preocupaçao do primeiro. Desde logo com a inserção de diversos personagens secundarios todos eles a cargo de actores de renome, principalmente proximos do reconhecimento do grande publico. E essas personagens acabam por dar maior tendencia e peso a um filme. Que mais que um filme de acçao e um filme sobre uma personagem. Mais que Iron man o filme debruça-se sobre a pessoa por detras do heroi, o peculiar Tony Starks, que acaba por ser bem mais interessante do que aquilo que o seu alter ego acaba por ser.
Mais uma vez Favereu consegue ter um filme intenso, basico e certo na forma como organiza o seu argumento, mas ao mesmo tempo consegue lhe incutir um valor comico interessante sempre compilado na personagem de Starks unica, e que tem em Downet Jr a sua forma fisica perfeita.
Como ponto negativo, a expectativa que se criou em torno do vilao personificado por Rourke, e uma personagem apagada que se limita a duas sequencias e pouco mais, o que de alguma forma nao da o balanço equilibrado a um heroi que domina o filme de fio a pavio.
O filme vem na sequencia do primeiro e acima de tudo no egocentrismo de Starks e a forma como isso o leva a confrontar-se com um peculiar russo psicopata, e um negociante e concorrente negociador de armas, com a ajuda de um coronel e uma femme fata, a acçao esta prometida.
Em termos de argumento ja o primeiro filme nao e prodigo em grande originalidade quase sempre demasiado pregado a uma ou outra vertente. Parece que todos os esforços estao centrados em dar carisma a personagem central, o que conseguem mesmo que descuidem outros aspectos do filme
Em termos de realizaçao Favereu foi uma agradavel surpresa na forma simples com que realizou o primeiro e alguma desilusao neste segundo filme, com mais meios, tenta explorar mais os efeitos, mas apenas numa sequencia o filme adquire a grandiosidade visual, mais concretamente na primeira confrontaçao do heroi e vilao numa pista de automoveis.
Tony Starks e similar a Downey Jr que personifica-o em todas as vertentes, nunca uma escolha foi tao acertada, resta saber se este era o objectivo ou a personagem foi adaptada ao actor, de resto uma Paltrow com quimica suficiente para esconder a sensualidade superior de Scarlett, Rourke mais forte fisicamente do que propriamente na sua personagem que muitas vezes vem a reboque do mais eficaz Rockwell e por film as presenças de passagem de L jackson e Chedle.

O melhor - A simbiose entre Downey Jr e TOny Starks

O pior - Nao tem uma sequencia final forte

Avaliação - B-

Wednesday, May 05, 2010

A single Man


Starring: Colin Firth, Julianne Moore, Nicholas Hoult, Matthew Goode, Ryan Simpkins
Directed by: Tom Ford

A passagem do estilista Tom Ford para o mundo do cinema tornou-se numa das revelaçoes do ano de 2009, e pese embora nao tenha conseguido sprintar para a nomeaçao para o melhor filme do ano, na gala dos oscares, sem duvida que o facto de ter sido um dos filmes mais valorizados criticamente, mesmo que comericalmente nao tenha tido qualquer tipo de reprecursão.
Tom Ford como estilista que é tinha de dar enfase ao caracter estetico do filme, que acaba por ser claramente o objecto de maior adoraçao de um filme facil sobre a reflexao de um individuo, muitas vezes demasiado parado e silencioso, com personagens quase estaticas, o filme sofre o mesmo mal que a maioria dos filmes europeus que e se tornar muito rapido aborrecido, uma vez que o desenlace narrativo nao tem força para pegar no filme e superar o silencio que o filme tem em demasia.
Contudo os pontos em que o filme e forte e com toda a vontade, o caracter estetico quer a nivel de cenarios mas principalmente na configuraçao das personagens, e tambem na riqueza interpretativa principalmente de Firth. Contudo e apesar do seu final ser surpreendente e assinalavel, nao estamos perante uma obra que respire originalidade.
O filme fala de um professor homossexual, que fica sem razao de viver quando o seu namorado morre num tragico acidente de automovel, a disputa entre arranjar razao de viver e acima de tudo de nao se entregar a morte assinala o filme e acima de tudo o personagem
O argumento nao e uma fonte de originalidade alias grande parte do tempo e demasiado preso a determinados perceitos. As personagens no silencio que adoptam acabam por ser fortes pese embora nao tenha qualquer tipo de dialogo a assinalar entre elas.
A realizaçao e a componente mais forte do filme, para estreante Ford para alem de uma componente estetica brilhante, tem tambem um estilo proprio interessante que com outros ajustes principalmente noutro tipo de filme, o poderao tornar um caso serio de realizaçao
O cast apresenta uma das surpresas do ano um Firth misterioso, uma das maiores surpresas uma vez que nao se trata de um actor de excelencia. Contudo tambem se ressalva que a sua interpretaçao chama a atençao pelo facto de estarmos perante um ano morto, sem grandes momentos. Dai se possa perceber o porque de durante muito tempo Juliane Moore com um papel vulgar estivesse apontada como oscar contender.

O melhor - O estilo proprio de Ford.

O pior - Demasiado silencioso

Avaliação - C+

Tuesday, May 04, 2010

Death at Funeral


Starring: Chris Rock, Martin Lawrence, Tracy Morgan, Danny Glover, Regina Hall
Directed by: Neil LaBute

Fazer um remake de um filme de 2007 e no minimo um acto irreflectido. Porque os adeptos do cinema com algum conhecimento viram a comedia aperciada de Frank Oz e tem total noçao do que acontece na mesma, ficando com a sensaçao de Deja Vu onde apenas se altera a tonalidade de pele dos protagonistas. Mesmo assim os resultados foram surpreendentes. Criticamente porque se a critica gostou do primeiro tinha por obrigatoriedade nao ser negativa com o segundo, e comercialmente com outra visibilidade e elenco, os resultados foram francamente melhores em quase todos os sentidos.
Pois bem muito pouco a dizer do que remeter para a avaliação efectuada ao primeiro filme ja constante neste blog. Um filme apesar de americano com um humor muito britanico, com as sequencias instrumentalizadas de uma forma comum, com picos de humor, com personagens mais bem conseguidas e outras que entram no ridiculo facil que nada de novo trazem ao cinema. Num conceito negativista de falta de originalidade que se limita a copiar um filme recente.
Perfiro reflectir sobre o caminho do cinema com actitudes como esta, para onde se pode dirigir este tipo de cinema quando nada mais acontece, quando nao surge novas ideias e quando nos limitamos a repetir sequencias deste genero.
Mesmo a introduçao de um nivel cultural diferente nada tras para o filme, se formos a ver grande parte do tempo ate nem damos pelo facto de estarmos numa comunidade afro americana.
O filme fala da reuniao de uma familia num funeral, onde todas as diferenças e vincadas alteraçoes de personalidade se vao fazendo reflectir na forma como cada um vivencia o acontecimento ate o aparecimento de um peculiar anao com uma revelaçao estranhissima.
O argumento e analise do mesmo deve remontar a do primeiro filme, uma vez que nenhuma alteraçao ocorre, ate o nome das personagens e semelhante assim efacil fazer cinema.
Um realizados como Labute ja com alguns sucessos criticos nao se pode submeter a tamanha ofensa moral, deveria ter pensado dar um cunho pessoal talvez com um humor mais negro em vez de simplesmente replicar o que ja estava feito.
O cast e recheado dos mais conceituados actores afro americanos de momento, desde a vertente comica de Rock e Lawrence, o primeiro num registo mais sobrio, ate ao aparecimento dos novos icons como Saldana e Morgan, o filme tem em Mardsen a grande surpresa com o papel mais comico de todos e que nao consegue nunca lhe tirar o ridiculo que tras consigo. ENfim mauzinho

O melhor -O primeiro filme ate ter certa piada

O pior - Ser uma copia com mudança de cor

Avaliação - D+

Monday, May 03, 2010

Date Night


Starring: Steve Carell, Tina Fey, Mark Wahlberg, Taraji P. Henson, Jimmi Simpson
Directed by: Shawn Levy


Shaun Levy tem se tornado nos últimos tempos uma figura proeminente e de sucesso comercial de comedias familiares, o que lhe tem oferecido um espaço único, num cinema nem sempre aperciado pela critica mas com muito primor comercial. para este ano mais um filme dentro dos seus padroes naturais, englobando um casal mediatico de actores relacionados com series de grande sucesso. o resultado apesar de positivo de uma forma global nao convenceu em nenhum dos aspectos em particular. E se criticamente por ventura as expectativas ate poderiam ser menores por se tratar de uma comedia familiar simples, ja em termos comerciais e tendo em conta o cast envolvido parece-nos que o filme poderia ser mais potencializado em termos de exito de bilheteira.
Date Night e um filme demasiado pequeno para os meios e a expectativa que o envolve, tendo em conta que marca a reuniao de dois dos maiores icons comicos do televisao norte americana esperava-se a um filme mais condimentado, principalmente pela panoplia forte de secundarios que o filme tem consigo. Contudo ao visualizar o filme observamos que temos uma comedia normal, quase familiar que aos poucos tenta ser politicamente incorrecta sem o conseguir ser, e que sofre diversas crises de identidade consoante a sequencia que aborda.
Nao e um filme que provoca a gargalhada pese embora seja bem disposto, nao e um conceito original e a determinada altura o bolo e o ciclo torna-se exagerado. Tem uns momentos mais conseguidos do que outros principalmente no aparecimento de secundarios que faz o filme parecer uma manta de retalhos com tecidos de diversas qualidades. Vencendo a apariçao quase mitica de James Franco e Milla Kuniz.
O filme fala sobre um casal estancado na meia idade que resolve tirar uma noite para reanimar a vida, contudo veem se envolvido numa troca de identidades que os vai envolver numa luta pela sobrevivencia com a ameaça de alguns viloes.
O argumento nao e forte em nenhum aspecto em particular, nao desenvolve uma componente comica muito vincada, nao consegue transmitir carisma nas personagens e acima de tudo nao tras nada de novo a um estilo comedia que tem noutros titulos maior originalidade e maior actualidade.
Levy nao e um realizador de excelencia pese embora a gama de recursos que normalmente lhe e entregue, neste filme nao tenta quase nada de novo, limitando-se a filmas os personagens num terreno que conhece bem como nova iorque, nao lhe dando margem de manobra nem para errar nem para se evidenciar.
O cast liderado por uma dupla carismatica que no filme em concreto funciona melhor como paralha do que individualmente. Em personagens muito proximas daquelas que lhes deram fama, nao sao actores ricos em versatilidade, principalmente Carell sempre demasiado bi polar. A disponibilidade fisica dos actores tb nao e a melhor e o filme a determinado momento exige algo neste sentido. A nivel de secundarios, bastante mais qualidade com personagens mais simples mas mais vistosas, como Whalberg, Kunnis e Franco.

O melhor - Os dois minutos de James Franco

O pior - O filme nunca conseguir esboçar uma gargalhada sentida no espectador

Avaliação - C

Sunday, May 02, 2010

The Back Up Plan


Starring: Jennifer Lopez, Alex O'Loughlin, Eric Christian Olsen, Michaela Watkins, Anthony Anderson
Directed by: Alan Poul

Tem sido evidente nos ultimos anos que Jeniffer Lopez se especializou em comedias romanticas de segunda linha, que com o tempo se foram tornando cada vez menos conseguidas e com um processo mediatico menor. Dai que esta comedia sob a alçada da televisao cbs, se torne uma surpresa no sentido da sua estreia com alguma ribalta. Contudo os resultados nao foram os melhores comprovando que o valor ja nao e o mesmo. Criticamente o filme foi completamente massacrado pela falta de novidade. E mesmo em termos de bilheteira tambem as coisas nao correram pelo melhor com resultados mediocres.
E claramente um filme que nao traz nada de novo ao cinema, nao e novidade em termos de historia, nao potencializa nada ao longo de todo o tempo, e acima de tudo o filme nao consegue nunca arrancar para o pouco que tem para dar. Em termos de iniciata o filme tem muito pouco, como comedia nunca tem piada, nenhuma das poucas tentativas de ser engraçado resulta. E do ponto de vista romantico ainda pior, tudo fica demasiado claro desde logo nao consegue fazer com que o filme potencialize e seduza o espectador que fica sempre distante do filme.
E daqueles filmes que nao traz nada de interessante, em quase nenhum aspecto, para alem de outros erros primarios como o desaparecimento subtil de personagens entre os quais os animais. Enfim fraco demais para o numero de cinemas que estrou.
O filme fala sobre uma dona de loja de animais que decide engravidar por enciminaçao artificial uma vez que nao encontra o seu principe encantado, contudo e nesse dia que acaba por conhecer o seu "escolhido" e neste ponto tem que o fazer convencer a optar pelo seu amor mesmo com um filho
O argumento e pauperrimo, em ideia, mas acima de tudo nos dialogos nas personagens quer principais quer secundarios enfim muito muito pouco, numa das piores opçoes de filme deste ano.
Em termos de realizaçao nada de novo sob a forma de telefilme com realizaçao pausada, e pouco relevante.
Em termos de cast Lopez igual a sempre em personagens sempre muito semelhantes, duma actriz claramente limitada que apenas consegue integrar este tipo de registo. O seu companheiro demasiado insosso.

O melhor - O caracter telefilmico

O pior - Tentar ser um filme de cinema..,

Avaliação - D

Kick Ass


Starring: Aaron Johnson, Christopher Mintz-Plasse, Mark Strong, Chloe Grace Moretz, Nicolas Cage
Directed by: Matthew Vaughn

Quando foi apresentado este filme, muitos esperaram que se tratasse de uma parodia natural ao cinema de super herois. Estranhando se apenas de na realizaçao estar um dos mais creativos e jovens realizadores da vanguarda britanica, que ja teve a postos de dirigir X-Man e que acabaria por desistir. Os resultados foram um pouco incongruentes, se a critica gostou do humor e realismo da historia ja em termos comerciais a falta de uma figura de proa acabou por limitar a abrangencia de um filme que merecia outro tipo de registo comercial
Kick ass tem uma serie de argumentos como poucos fillmes do genero conseguem ter, desde logo em termos humoristicos tem um humor forte, inteligente e acima de tudo actual e conseguido com uma cultura diferente. Depois no ponto de vista de acçao o filme tem ritmo abrangencia, e creativo, tornando-se facilmente numa das melhores surpresas de 2010 e demonstrar que este realizador para alem de arriscar em titulos discutiveis tem a força para os manter vivo como pouco.
A determinada altura todas as personagens ja conseguem conquistar o carisma fundamental num tipo de filme como este, nao da espaço para duvidas, desde o proprio protagonista, ajudantes cada sequencia e pensada da melhor maneira para fazer resultar este filme de acçao cuja a natureza e claramente comica.
E excentrico e original duas caracteristicas fundamentais para um filme como este resultar.
O filme fala de um jovem pacato, quase nerd, que devido a falta de aspectos de interesse da sua vida decide virar super heroi, aqui vai começar a interferir com uma familia de verdadeiros super herois e com um lider de uma organizaçao criminosa.
O argumento e fantastico de inicio a fim, nos dialogos, na historia que cria, na formula da base, e acima de tudo na forma como deixa que as suas personagens centrais adquiram de forma instantanea toda a força e carisma necessario.
Vaungh e um dos realizadores a estar atentos primeiro porque tem força e originalidade atras das camaras, depois porque arrisca no conteudo dos seus filmes, e ate ao momento pese embora a dificuldade dos mesmos ofereceu nos a maios parte dos melhores filmes que surpreendem ano apos ano.
O cast sem grandes estrelas o certo e que cada um entra perfeitamente na personagem, mesmo Strong cabe bem num vilao menos exuberante. Regista-se a forma facil com que Johnson surpreende ao liderar um filme desta dimensao e um Cage que recupera a boa forma em filme de melhor qualidade do aquilo que vinha a fazer ultimamente.

O melhor -A capacidade do filme resultar na mistura de humor e acçao

O pior - Pode ser dificil de aceitar em mais tradicionais

Avaliação - B+

Saturday, May 01, 2010

Me and Orson Welles


Starring: Zac Efron, Christian McKay, Ben Chaplin, Claire Danes, Kelly Reilly
Directed by: Richard Linklater


Me and Orson Welles e daqueles filmes que demoram muito tempo a ser lançados e que se tornam rapidamente mitos, pelas imensas passagens por diversos festivais quase sempre com boas recepçoes e que depois acaba por chegar silencioso ao grande ecra. Os resultados foram dispares por um lado nao teve a visibilidade critica capaz de o fazer lutar pelos galardoes, mesmo que a maioria das criticas tenha sido positivas relativamente ao filme, e comercialmente o filme teve pouca visibilidade nao rentabilizando a imagem do icon por Efron
Me and Orson Welle e uma especie da paixao de shakespeare, mas do encenador nova iorquino, tentado mais que traduzir um biopic do autor, fazer com que aos olhos das outras personagens nos dessem a imagem mais concreta da personalidade. O tipo e muito semelhante ao filme de Madden, na encenaçao de uma peça, uma serie de personagens, e acima de tudo o carisma de um talento, e certo que aqui nao ha vilao, a nao ser a personalidade forte intensa, e inconstante do encenador.
Nao e um filme prodigo em emoçoes, e acaba mesmo por se tornar peculiar em detemrinados pontos, muito relacionado com alguma excentricidade de determinados personagens. Nao e um filme com grande ritmo, pese embora seja eloquente e a sua virtude na personagem central esteja bem vincada e potencializada ao longo de todo o filme.
O filme fala da encenaçao de uma peça de orson welles no qual e recrutado um novo elemento, alias o filme e sempre visto sobre o prisma de esta personagem, que vai sofre na pela nao so a entrada no mundo da arte, mas acima de tudo a entrada na vida de uma personalidade tao peculiar como Welles, e e dessa relaçao que o filme se baseia
O argumento nao e forte em termos narrativos, pese embora consiga retirar o que de melhor e possivel em termos de personagem principalmente na de welles, que acaba por surgir como coraçao de todo o filme, mesmo que os protagonistas percam em detalhe.
Linkater e um realizador peculiar, que tem no seu curriculo filmes de cultou com obras mais comerciais, num limbo demasiado particular, aqui nao se fica pela tentativa de contar uma historia, parece que o filme e mais ambicioso do que realmente se tornou, mas a realizaçao principalmente na dinamica de palco e bastante positiva para um realizador algo ambiguo.
O cast e particular num filme de algum culto e artistico, escolher um icon pop para o protagonizar e no minimo polemico, A escolha nao se demonstra fracassada uma vez que a personagem nao exige muito, e do ponto de vista musical Efron sente-se a vontade. Danes esta cada vez mais segura em personagens mais intensas. mas todos os louvores vao para mckay, com um papel dificilimo, talves dos mais dificeis do ano, tem um actuaçao irreprensivel, forte, intensa, e que deveria ter sido reconhecida talvez como a melhor pretaçao secundaria masculina de 2009, algo de unico para o filme

O melhor - Mckay

O pior - Faltar a mudança de ritmo a determinado momento

Avaliação - C+

Hot Tub Time Machine


Starring: John Cusack, Rob Corddry, Craig Robinson, Clark Duke, Lizzy Caplan
Directed by: Steve Pink

Este inicio do ano 2010, nao tem sido prodigo em filmes criticamente favoraveis, primando por uma mediania muito forte, De todos os lançamentos houve pequenos sucessos entre os quais esta pequena comedia, que se tornou numa das sensaçoes e surpresas do ano. Em termos criticos a maioria da valorizaçao foi favoravel, mesmo que comercialmente tenha ficado aquem de outros filmes com outro poderio neste sentido.
Ho Tub Time Machine, tem um ponto muito favoravel a seu respeito, o facto de aproveitar uma tendencia revivalista dos anos 80 e conseguir traduzi-la da melhor forma para o filme, nao so em termos esteticos, mas acima de tudo em termos musicais, o filme consegue nos incutir um cultura que muitos pensavam tao distante.
Tambem em termos humoristicos o filme tem os seus pontos interessantes, desde a conjugaçao de um humor forte, condimentado, ate a força de uma piada mais ridicula o filme abraça diversos tipos de humor, mesmo que nem sempre atinja os seus objectivos neste particular, sao diversos os pontos interessantes contextualizados no filme.
Como ponto mais negativo encontra-se a forma como por vezes seja pouco moratorio, por cais no facilitismo narrativo, e por durante longa parte do filme as personagens andarem um pouco perdidas no guiao, tirando algum conteudo aquilo que o filme nos quer trazer.
O filme fala de um grupo de quatro amigos, que tem a vida no limbo, quando numa viagem acabam por recuar ate a sua adolescencia em plenos anos 80, e com o momento que iria definir a vida de todos.
Em termos de argumento o filme funciona bem melhor na capacidade de se tornar engraçado do que propriamente na riqueza narrativa que o filme, nem sempre consegue ter. este particular perdura por diversos pontos do filme, que mesmo assim e refrerscante e original.
EM termos de realizaçao nao e um filme dificil, nao tem grande forma, mas acima de tudo contextualiza bem os anos 80, e isso e rico na propria forma como o filme se constroi a si.
A nivel de cast personagens muito proximas do habitual nos actores escolhidos a maioria deles algo desconhecidos, com excepçao a um Cusack, que mesmo estando longe da boa forma consegue aqui um dos seus melhores filmes dos ultimos tempos, mesmo que a sua personagem acabe por ser a mais modesta.

O melhor - O bom humor do filme

O pior - A falta de moratoria.

Avaliação - B-

Friday, April 30, 2010

Why did i Get Marrided Too

Tyler Perry ganhou nos ultimos tempos um espaço de eleição no cinema norte americano, com uma especie de cinema muito proprio conjugando a suavidade tipica de comedias romanticas pouco elaboradas, mas com um conteudo que rapidamente passa para um drama familiar intenso, inserido numa comunidade afro americana, contexto onde o realizador e argumentista se movimenta como poucos. pela primeira vez contudo o realizador pega pela primeira vez em personagens ja utilizadas para a primeira sequela. Em termos criticos mais uma vez o filme e inserido dentro da mediania que e caractreristica dos filmes de Perry, ja no que concerne ao ponto de vista comercial, pese embora ja tenha tido sucessos mais instantaneos estamos perante um filme que adquiriu alguma visibilidade.
Esta saga de Perry tem pontos interessantes, o maior deles prende-se com a vontade que o realizador tem de explorar vivencias de casais em flor da idade, sobre os problemas as cirunstancias e isso consegue explorar em dois sentidos diferentes, desde casos de amores mais conturbados e movimentados, permitindo a exploraçao de um humor suave. Ate conflitos conjugais eminentes de pessoas perdidas em relaçoes, que apela mais ao conflito e a panoplia de sentimentos que dai adquirem
Nao e um filme rico em desenvolvimeentos, por vezes e demasiado preso aos dados que inicialmente lhe dao, e pouco traz com mais desenvolvimentos. Mais uma vez joga com o ponto de viragem que já e forte no realizador, que e passar de um ponto de partida suave e aos poucos catapultar para um drama. Nao tem a força de outros titulos do realizador, nem em dialogos mas acima de tudo consegue trazer o rigor e o mais tipico dos filmes de Perry.
Como no primeiro filme da saga, estamos perante um grupo de quatro casais com vinvencias e dificuldades diferentes, e juntos tentam ultrapassar as dificuldades que surgem em cada um deles.
O argumento nao e dos mais fortes do realizador, preso demasiado aos conflitos, sem grande humor, nao e claramente um dos pontos fortes do filme, mesmo as personagens estao desprovidas de alguma complexidade.
A realizaçãoe tipica de que e oriundo da televisao, a camara movimenta-se com as personagens seguindo os seus moviemntos. POuco detalhe pouca força da mesma.
Em termos de cast, nao existe muito de destacar, Jackson num dos melhores papeis da sua carreira, que no cinema sempre foi limitada, e tambem uma serie de habitues nos filmes de Perry, que tem personagens a sua medida

O melhor - Ja existir um estilo Tyler Perry

O pior - A falta de intensidade

Avaliação - C-

Tuesday, April 27, 2010

Clash of the Titans


O cinema em formato 3d foi com Avatar o acontecimento artistico do ano, dai que apos este boom, e normal que as apostar surjam cada vez mais neste registo, com titulos diversos, principalmente em termos de blockbusters. E para o arranque de um verão que promete ser quente, surge mais um filme sobre a tematica em voga este ano pelos estudios, que e a simbologia da mitologia grega. Os resultados foram positivos na maior parte dos terrenos quer comerciais onde atingiu valores dignos de um filme de grande estudio, ja em termos criticos as coisas nao correram tao bem pese embora tb nao tenha sido massacrado.
Um risco nos parece claro com esta aposta clara pelo 3d, e isso e a tentativa de estar mais atento a sequencias que possam potenciar o que de melhor tem o registo e descuidar em parte aquilo que e mais fundamental que e um argumento com conteudo, bem montado e coeso. E o que sofre este filme, assumidamente apenas centrado na vertente comercial, nao vai para alem da historia tipica de bons e maus, e nada de novo tras num conceito gasto.
Nao que o filme necessite de muito mais para fazer precaver aquilo que realmente quer ou e importante para o proprio. Nada disso, o filme tem emoçao, tem carisma na maioria das personagens, e tem envolvimento. Perde em dois pontos centrais ou seja o argumento ser demasiado normal e tipico, e acima de tudo na patetica recreaçao do olympo onde se encontram os deuses.
Tambem em termos de caracterizaçao fisica das personagens as coisas nao correm pelo melhor principalmente se analisarmos o facto d filme ser de um grande estudio.
O filme fala na luta entre deuses do olympo e a forma como a força de um semi deus, tenta de alguma forma fazer com que a sobrevivencia humana seja uma realidade do ataque do deus tirano.
Em termos de argumento nao existe muita creaçao nem espaço para grandes doses de creatividade, tudo e o mais vulgar, as personagens lineares, enfim com pouco espaço para grandes registos ou surpresas.
Do ponto de vista de realizaçao o filme e grandioso e consegue potencializar a maior parte dos recursos que ficam deslumbrados com o poder do 3d, talvez por vezes exagere em determinados planoa.
Quanto ao cast Wornighton e a descoberta do ano, reune em seu torno uma serie de caracteristicas para liderar filmes de estudio, Carisma, qualidade interpretativa e disponibilidade fisica, neste filme com excepcao da segunda tudo ta presente. Phienes volta ao seu melhor nivel num vilao forte, carismatico que perde apenas pela ridicula caracterizaçao. neeson ganha mais uma vez o premio de canastro de serviço

O melhor - Efeitos especiais

O pior - O argumento pouco açucarado

Avaliação - C

Saturday, April 24, 2010

When in Rome


Starring: Kristen Bell, Josh Duhamel, Anjelica Huston, Danny DeVito, Will Arnett
Directed by: Mark Steven Johnson

A dupla de protagonistas deste filme esta neste momento num bom momento mediatico, dai que se esperaria mais do mesmo em termos comerciais, o unico objecto de uma comedia romantica igual a tantas outras, com a cidade de Roma como pano de fundo, um vez que criticamente estes filmes sao quase sempre voltados a um total descredito, como o que aconteceu com este filme.
O filme tem uma prmissa engraçada, pegando e satirizando com uma das lendas mais fortes e romanticas do mundo, que esta relacionada com o lançamento de uma moeda para a fonte de trevia em Roma. E ate aqui o filme consegue os seus objectivos, contudo entrando em alguma paranormalidade e em componentes transcendentais o filme cai rapidamente num absurdo exagerado que e pautado pelo ridiculo da maioria das personagens que vao sendo introduzidas ao longo do filme.
Mesmo assim e pese embora nem sempre o filme tenha bons momentos de humor o filme consegue tem uma toada positiva em quase toda a sua duraçao, como sendo um daqueles filmes basicos sem muitos promenores que sao faceis de assistir, mas que nada traz de novo ao cinema, a nao ser um forma algo propria de trazer roma para o cinema e o seu fascinio natural.
Outro problema e cair rapidamente em todos os esteritipos das personagens demasiado tipo que tras para a si e isso reflectesse na dificuldade do filme abandonar este proprio formato que cria em sua volta.
O filme fala de uma jovem desiludida com o amor, que se apaixona pelo padrinho de casamento da irma na boda desta, contudo nesta mesma cerimonia, algo desiludade retira da referida fonte 4 moedas, que faz com que estes comecem a ficar apaixonados por si, como se de um feitico se tratasse inclusive o referido apaixonado.
Em termos de argumento a maior originalidade e o maior trabalho no argumento reside na propria forma com a ideia de base e criada, ja que as personagens sao demasiado presas a ideias comuns, e os dialogos muito pobres.
Steve Johnson encontrasse mais ligado a alguns dos piores filmes de super herois que ha memoria, dai que nao seja um realizador conceituado nem tao pouco amado, dai que a mudança no registo seja natural, com menos meios e com outro tipo de registo o certo e que nem aqui o realizador deslumbra mostrando sempre ser um peixe fora de agua no genero.
Em termos de cast a aposta na dupla de protagonistas esta relacionado com algum mediatismo assumido e vincado relacionado com a presença fisica do que propriamente por serem actores de eleiçao, interagem bem sem deslubrar, quantos aos secundarios em registos pateticos que infelizmente sao a forma mais comum de todos eles.

o melhor - Roma bem carismatica

O pior - John Hedder

Avaliação - C

Friday, April 23, 2010

Green Zone


Starring: Matt Damon, Amy Ryan, Greg Kinnear, Antoni Corone, Nicoye Banks
Directed by: Paul Greengrass

Naturalmente a reuniao entre Greengrass e Damon era uma das mais aguardadas para este inicio de ano principalmente depois do sucesso da saga de jason Bourne. Contudo logo foi estranho o timing para a estreia do filme. Depois as primeiras criticas começaram a valorizar o filme contudo distanciando-o de um padrao comercial que o filme poderia ter. E acabou por se reflectir um pouco na carreira comercial de um filme algo frustrante em termos de dimensao e espetacularidade pese embora o que podia ter traduzido.
Green Zone e de um ponto de vista politico um filme que toca na frida, e logo no lado mais vulneravel dos EUA, e um filme corajoso, pese embora seja obvio e nao artilhe em larga medida o conceito que quer ter. Nao e um filme que va muito para alem da mensagem obvia e forte que quer desde logo transmitir, vai directo ao ponto.
Para contextualizar este filme temos uma especie de filme de guerra com boas sequencias inicias de guerra que acaba por preparar o espectador para um filme num registo completamente diferente da direcçao que o filme acaba por tomar, e acima de tudo pelo proprio objectivo do mesmo que tenta sempre ser um filme mais racional do que fisico.
Nao e um filme surpreendente, ou seja rapidamente chegamos a toda a essencia do filme, do ponto de vista narrativo nao e um fora de serie, mas nao deixa de ser um filme maduro e coeso naquilo que realmente quer ser.
O filme fala de uma equipa das tropas especiais norte americanas cuja missao e descobrir bombas de destruiçao massissa no Iraque, ate que descobrem que tudo nao passa de manobras politicas, levando o chefe da mesma a revoltar-se e ir em busca da verdadeira verdade.
O argumento e forte, e acima de tudo toca num tema importante e bastante actual, e factualmente interessante, nao e um filme de historia nem tao pouco de grandes personagens mesmo em nivel de dialogos ja vimos coisas mais trabalhadas.
A nivel de realizaçao tb existem bons momentos, mesmo longe do que de melhor greengrass ja nos trouxe, e mais sobrio e menos espectacular, contudo e na diferença que se notam os grandes realizadores e aqui ele nao traz quase nada de novo.
O cast liderado por um Damon mais fisico e logo menos absorvente, mais no registo que o realizador mais gosta do actor, tem carisma num papel pouco dificil, os secundarios sao pouco postos a prova, principalmente Kennear que poderia dar mais nas vistas num registo menos usual como o de vilao

O melhor - O valor politico e a coragem

O pior - Nao ser um filme com caracter surpreendente

Avaliação - B-

Wednesday, April 21, 2010

Remember Me

Starring:
Robert Pattinson, Emilie de Ravin, Chris Cooper, Lena Olin, Tate Ellington
Directed by:
Allen Coulter

Filmes tipicamente romanticos aproveitando os bons momentos de alguns actores de hollywood e o pao nosso de cada dia da industria de cinema. Para este ano um peculiar filme, com o actor fetishe do momento, num papel romantico similar em grande parte a personagem que lhe tem entregue todo o mediatismo. COntudo nem tudo e cientifico no cinema, e os resultados ficaram aquem do esperado, nao em termos criticos onde a mediania da maioria das avaliações nao comprometeu o filme, mas acima de tudo em termos comerciais onde o filme ficou muito aquem das possibilidades. Com um registo comercial pauperrimo.
O filme tem uma premissa interessante e acaba por se tornar surpreendente na sua parte final, o que nem sempre e comum, e acaba por se tornar o facto mais impressionante do filme, e o seu objecto de maior valorizaçao. Contudo ate ao arranque para o final, o filme e demasiado apagado em quase todos os sentidos, nada e acrescentado a um filme que decorre a um ritmo demasiado pausado, com pouca evolução, ou seja ate a recta final, o filme e demasiado pausado com muito pouco, o que torna ainda mais agradavel a surpresa final.
E certo que nao sao os ultimos cinco minutos de filme que podem salvar o filme todo, contudo deve ser valorizado todos estes aspectos particulares do filme, ja que tras consigo a componente surpresa.
O filme fala de um jovem amargurado com a morte do seu irmão que de alguma forma acaba por se envolver com uma jovem tambem ela marcada por ter assistido à morte da sua mae, tudo parece desenrolar como uma historia de amor natural, ate que surge um ponto completamente diferente que é o 11 de Setembro.
O argumento nao e brilhante em quase nenhum ponto alias, tem grande parte do tempo demasiado preso a algumas questoes demasiado pendentes, o que nada traz para o filme, contudo o seu ponto final, e a forma com que este é introduzido acaba por se tornar por si so surpreendente
Em termos de realizaçao estamos perante um filme claramente de baixo custo e isso denota-se a todos os pontos, principalmente pela forma como joga subtilmente com a situação da queda das torres gemeas, de resto mais idilico do que bem realizado
Em termos de cast, nao e claramente um filme feliz, Pattinson ate pode ser a loucura das adolescentes, mas esta longe de ser um actor de eleição, demasiado preso a alguns movimentos e uns tiques, o certo e que tem como Ravin uma actriz num nivel muito semelhante. Em termos de secundarios, Cooper perdido num filme como este.

O melhor - Os ultimos 5 minutos.

O pior - Durante 3/4 do filme nada de significativo ocorrer.

Avaliação - C+

Monday, April 19, 2010

Alice in Wondeland


Starring: Johnny Depp, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Crispin Glover
Directed by: Tim Burton

Alice in WOnderland é ttalvez o fimes com maior sucesso a estrear nos primeiros meses do ano, e para isso existiu uma conjugaçao de factrores que jogaram em favor do filme, desde logo ser filmado em 3d, formato em plena moda, por outro lado Tim Burton um realizador cada vez mais proximo do publico geral, a historia conhecida adaptada pela primeira vez pela dysney, e a figura sempre carismatica e proxima do publico de um louco Johnny Depp. Dai que nao surpreenda os brilhantes resultados que o filme efectuou pelo mundo fora. Ja em termos criticos as coisas nao correram tao bem a Burton com criticas demasiado medianas a um filme que deveria ser consensual.
Alice in Wonderland e um bom filme de animaçao da Dysney e e um bom filme de burton, sendo a junçao de dois estilos que poucos algumas vez pensaram ser possivel juntar. Na maior parte do tempo o filme e mais Dysney do que burton, que apenas consegue chegar ao filme na criaçao do contexto e em alguma vertente mais negra de alguns personagens. Mesmo assim estamos perante uma adaptaçao com todo o valor caracteristico de um realizador unico com um imaginario sem precedente, que conjuga o seu filme com um valor metaforico sem precedente e incomparavel.
A determinada altura parece-nos o Hook da Alice na forma como nos fala de um regresso da forma como tras o passado das personagens a historia fazendo com que fosse muito mais do que um filme de animaçao linear. Talvez perde os seus pontos num final demasiado sem sabor ou no nao aproveitamento total dos personagens diposniveis na enigmatica historia de Caroll.
O filme trata-nos de Alice de regresso ao pais das maravilhas onde tem que salvas aquele local das garras da rainha vermelha e dos seus aliados com a ajuda de uma serie de personagens tambem ela demasiado estranhas e peculiares.
O argumento nao e o ponto mais forte do filme, nem anda la perto, tipicamente dysney, tem bons momentos de dialogo, mas nao e algo que fascine pese embora seje razoavel, mas fica claramente a perder com todos os outros pontos do filme.
A realizaçao e unica quer para o formato 3d quer para o normal, a conjugaçao de cores, o colorido e o negro, as miticas sinapses e mesmo a iluminaçao de personagens permite que seja mais um produto unico e artistico do melhor cineasta da actualidade.
O cast recheado de estrelas tem em Depp as maiores atençoes com um papel so ao seu alcance por toda a sua singularidade a força das expressoes faciais do actor sao unicas a todos os niveis. Tambem as escolhas de Mia e Helena para os papeis de maior relevo mostram-se muito positivos com carisma, força e qualidade interpretativa. ja Hatwhay sofre principalmente por mas escolhas de caracterização-

O melhor - O ambiente magico de Burton

O pior - A caracterizaçao da rainha branca

Avaliação - B+

Sunday, April 18, 2010

Nanny Mcphee and Big Bang

Starring: Emma Thompson, Maggie Gyllenhaal, Ralph Fiennes, Rhys Ifans, Maggie Smith
Directed by: Susanna White

O primeiro capitulo desta saga foi um dos grandes sucessos do cinema juvenil europeu, dai que sem qualquer tipo de surpresa surja uma sequela, com mais meios e acima de tudo um cast mais vistoso no conteudo semelhante ao primeiro. Os primeiros resultados sao duais, se a pouca expressao em termos de estreias ainda nao permite uma noçao do poder critico do filme. Em termos comerciais nos mercados onde ja estrou os resultados tem sido algo desoladores e distante do primeiro filme.
Desde logo surgem algumas diferenças significativas o filme e menos voltado para a personagen central em si, mas sim para os jovens actores e protagonistas. Por outro lado o filme e menos denso e mais simplista naquilo que tenta assumir para si. Não e uma obra de arte nem pouco mais ou menos, torna-se mesmo chato e aborrecido com a suavidade nao so do guiao mas mesmo do desenvolvimento do proprio filme.
A determinada altura parece mesmo que a aura da protagonsta esta presente para contextualizar o desenvolvimento normativo do filme ou do seguimentos que as personagens seguem. Nao e daqueles filmes que vincam, e acima de tudo face aos valores gastos poderia estar perante um filme que fosse mais do que uma retrospectiva do primeiro.
O filme fala de uma componia que tem a seu cargo uma serie de crianças e uma serie de dificuldades em educar, para alem das investidas o cunhado em ficar com os seus terrenos ate que surge a nanny mcphee e os seus poderes magicos.
O argumento e extremamente basico com os pontos do primeiro filme, novos personagens e uma menor abundacia do tipico da actriz o filme desenrola-se com excesso de naturalidade em todos os termos.
A realizaçao tambem nao e muito forte demasiado calma sem facer uso da força dos efeitos ao seu dispor que parecem sempre algo desaproveitados.
Em termos de cast estamos perante um filme bem mais rico do que o primeiro, pese embora nao utilize de forma eficaz a materia ao seu dispor que apenas la se encontram para dar grandisidade ao filme

O melhor - O cast

O pior - Nao trazer nada de novo a uma saga que ja de si nao tinhba muito

Avaliação - C-

Friday, April 16, 2010

How to train your dragon!


A dreamworks e neste momento uma das maiores produtoras de um cinema de animaçao cada vez mais conceituada. Numa epoca em que o 3d tem ganho um maior protagonisto, a animaçao de 3D começa tambem a imperar nos filmes mais tipicos. E assim um warm up para o que podera acontecer com Shrek. Os resultados foram na maioria positivos, se e certo que nao teve uma força comercial semelhante a dos melhores titulos de animaçao, o certo e que os resultados acabaram por se tornarem naturalmente consistentes. Ja em termos criticos as coisas foram claramente melhores com valorizações muito positivas.
É sem sombra de duvida um filme de animaçao extremamente pedagogico, tornando para si uma metafora forte, o certo e que a liçao que o filme nos tras e extremamente importante e deve ser vincada perante o publico menor, e mais graudo, que e a força da educaçao e disciplina em deterimento da agressao e castigo.
Outro ponto que nos parece valorizar o filme e ser pensado ja de um ponto de vista 3d que podera projudicar que nam veja o filme neste formato que e cada vez mais o futuro.
Como pontos mais negativos podemos descriminar algum insucesso das poucas tentativas de utilizaçao de humor por parte do filme. Quase nunca consegue concretizar as suas piadas e isso acaba por se notar.
O filme fala de uma familia de vinkings que tem como hobbie matar dragoes, contudo o filho mais novo tem dificuldades em concretizar criando uma relaçao proxima com um dragao, mudando a forma de relacionamento entre estes dois seres.
O argumento nao e muito original, nem tao pouco muito forte quer cinematografico quer narrativamente mas o seu valor moral e pedagogico para um filme de animaçao deve ser tido em conta.
A realizaçao nao e de excelencia nem a produçao extremamente forte para o que ja vimos em animaçao, mesmo assim denota-se ser um filme de grande produtora.
O cast de vozes acaba por se tornar um trunfo particularmente em algumas personagens com particular destaque para a particular voz de butler na sua impoente personagem

O melhor - o valor pedagogico do filme

O pior - Alguma falta de humor

Avaliação- B-

Sunday, April 11, 2010

She's Out of My League


Starring: Jay Baruchel, Alice Eve, TJ Miller, Mike Vogel, Nate Torrence
Directed by: Jim Field Smith

As comedias romanticas com um pico de alguma sensualidade tem sido nos ultimos tempos aquelas que melhor resultados comercias tem obtidos. E normalmente nem precisam de um cast mediatico, chegando-lhe a presença de actores jovens e com boa aparencia. para este inicio de ano e com um pequeno toque da Dreamwors surgiu este pequeno filme, que mais parecia um warm up de vozes para o que iria surgir numa aposta superior da produtora Train your Dragon. O filme conseguiu resultados medianos comerciais, numa epoca de pouca influencia. Criticamente o tipico para filminhos deste genero.
Esta comedia tem pontos tipicos de todas as comedias romanticas, um amor quase impossivel, que ocorre, a forma como compartilhamos emoçoes com os nossos amigos, que normalmente neste filme sofrem sempre de alguns atrasos significativos, e acima de tudo o contexto familiar inexistente. Este filme e um esteriotipo em quase todas as suas vertentes. E um filme que rapidamente se ve, com alguma facilidade mas pouco mais, ja que tudo o resto e muito pouco creativo.
Um ponto nos parece extremamente mal elaborado, para este guiao e tendo em conta a forma como a personagem feminina foi criada quase com um poder angelical, nao ficaria mal alguem com mais presença e indiscutivel mais bela do que Eve, que faz com que o filme tenha dificuldade em passar de uma forma simpels a sua mensagem.
O filme fala de um frouxo segurança do aeroporto que quase por obra do destino começa a andar com uma bela jovem, o que o leva a pensar que e fraco demais para ela e isso vai pautar a relaçao de ambos.
O argumento nao e creativo e muito menos original, e pegado a determinados momentos sofrendo por vezes crises agudas de forma. As personagens apesar de tudo sao dotadas de alguma dimensao. Em termos humoristicos pese embora nao deslumbre tem bons momentos.
A realizaçao tb ela nao e de grande linhagem, nao aposta em força num caracter estetico do filme, livando apenas o minimo garantido.
O cast, tem a presença recente, mas que acaba por marcar de Baruchel em alta neste momento em Hollywood no tipico papel de looser. Eve sofre pelo facto de nao ter uma presença tao estonteante como o filme quer parecer.

O melhor - A suavidade de um filme facil.

O pior -Nao trazer mesmo nada de novo

Avaliação - C

Wednesday, April 07, 2010

The Bounty Hunter


Esta comedia romantica tinha tudo para se tornar facilmente num dos blockbusters deste inicio do ano. primeiro porque tinha ao leme um realizador relacionado intimamente com as comedias romanticas e acima de tudo eficaz em produzir sucessos instantaneos. Depois tinhamos o tipico argumento de guerra dos sexos que normalmente levam os casais ao cinema. E por fim tinha uma dupla de actores nunca antes exprimentada mas que tem consigo nao so um carisma proprio neste tipo de filmes, como tambem um valor comercial forte. Contudo nem sempre o cinema e matematica e o pessimo valor critico do filme, com avaliações muito negativos, conduziu o filme a resultados muito limitados em quase todos os niveis, longe do sucesso por muitos esperado.
The Bounty Hunter nao e um filme feliz em quase nenhum dos seus pontos. Desde logo porque a historia e um emaranhado de pontos que nunca parece conseguir a coesao propria de um filme que apesar de simples acaba por se tornar muito solto. Depois porque nao consegue nunca retirar o melhor dos seus protagonistas com personagens pouco elaborados pouco interessantes e que dinamica nenhuma poderia potenciar.
Outro ponto e a falta de intensidade do filme, neste genero tinha de ter mais climax mais momentos altos nao so em termos de quimica entre as personagens que e quase nula, mas acima de tudo do ponto de vista comico em que o filme, nao consegue ultrapassar determinado tipo de barreiras, sem quase qualquer piada assumida
O filme fala de uma jornalista e de um caçadore de recompensa ex maridos que se vem novamente envolvidos numa situaçao complexo onde envolve uma corrupçao policia e muito risco.
O argumento nao e feliz em quase nenhum dos aspectos de avaliação. Por um lado nao tem uma narrativa forte, um filme muito suave e despegado de quaquer perceito. Por outro lado as personagens sao demasiado debeis e pouco fortes. E acima de tudo na propria ideia de base nada de novo ou mesmo algo proprio a acrescentar.
Andy tennant e um realizador aceitavel pese embora os seus ultimos trabalhos nao tenham sido perfeiçoes o certo e que ja demonstrou como fazer funcionar uma comedia romantica, o que nao e o caso deste filme, onde nunca consegue tornar o filme grande como muitos pensavam que era. Realizado no modo telefilme.
Obviamente que quer Butler quer Aniston tem mais valor comercial do que propriamente interpretativo e isso reflecte-se num filme que nada mais exigia deles do que isto mesmo, mesmo assim o filme nao consegue arrancar na plenitude algum carisma que circunda estes actores.

O melhor - Apesar de tudo as cenas a dois

O pior - O leque de secundarios muito mal trabalhados

Avaliação - D+

Monday, April 05, 2010

The Crazies

O remakes dos filmes de terror têm sido algumas das fomas mais vulgares de efectuar cinema actualmente, com registos mais importantes do que outros o certo e que a falta de ideias principalmente em termos de terror tem demonstrado algumas fraquezas do genero. Este ano este Remake, nao trazia consigo nenhuma paranormalidade nem tao pouco forças espirituais. Talvez por a sua simplicidade o filme conseguiu reunir alguma força critica pelo seu clima apoteotico, e mais que tudo pelo seu caracter fatalista. Em termos comerciais o filme nao conseguiu reunir tanta valorização, nao passando da mediania tipica de um filme de inicio de estação.
The Crazies e um filme sem grandes respostas e talvez por isso consiga manter o clima de suspense e inquietação de inicio a fim do filme. Nao e daqueles filmes que tenta ser logico, pelo contrario apenas utiliza a sua permissa de forma a tornar o filme, intenso, ao mesmo tempo duro e cru. E consegue em determinados momentos proporcionar diversos momentos de bom terror, como nao e vulgar encontrar no cinema actual.
Nao e daqueles filmes de deslumbre ou que seja diferente de todos os outros, contudo consegue ser efectuado com percisao e força fora do comum para o registo, mas isso nao condiciona o filme que acaba por sempre por ultrapassar as dificuldades mor que se deparam e tornar-se facilmente num filme apetecivel dentro de um genero em claro sub rendimento.
The Crazies fala sobre uma pequena comunidade que sem motivo aparente começa a percepcionar a loucura da maioria da sua população, o que de alguma forma leva a uma serie de acontecimentos violento, que obrigam a interveção de forças militares de forma a colocarem a população em quarentena, Um casal tenta salvar-se.
O argumento e seguido do seu filme de base, com adaptaçoes normais em termos culturais. Nao se preocupa em trabalhar as suas personagens, mas sim em fundamentar o caracter narrativo de um terror o mais puro possivel. Nao e um argumento de eleição mas daqueles filmes, faceis de inicio a fim do filme
A realização a cargo de um realizador mais tipico em filmes de acçao tem bons momentos pese embora por vezes exagere em alguns planos demasiado escuros, tem na parte final, momentos de alguma arte, na conjugação entre o fatalismo e a estetica do filme.
Em termos de cast, a aposta num cast com actores mais relacionados com outro tipo de registos acaba por ser boa aposta, pese embora o grau de dificuldade minimo dos mesmos. Olyphant encaixa como uma luva em papeis envolvidos em alguma anormalidade contextual, e Mitchell tem conseguido nos ultimos tempos implementar-se num cinema como o terror, que nao consegue demonstrar as capacidades que ja demonstrou noutra tipologia de filmes

O melhor - Um terror simples

O pior - A forma ser a de sempre

Avaliação - B-