Tyler Perry ganhou nos ultimos tempos um espaço de eleição no cinema norte americano, com uma especie de cinema muito proprio conjugando a suavidade tipica de comedias romanticas pouco elaboradas, mas com um conteudo que rapidamente passa para um drama familiar intenso, inserido numa comunidade afro americana, contexto onde o realizador e argumentista se movimenta como poucos. pela primeira vez contudo o realizador pega pela primeira vez em personagens ja utilizadas para a primeira sequela. Em termos criticos mais uma vez o filme e inserido dentro da mediania que e caractreristica dos filmes de Perry, ja no que concerne ao ponto de vista comercial, pese embora ja tenha tido sucessos mais instantaneos estamos perante um filme que adquiriu alguma visibilidade.
Esta saga de Perry tem pontos interessantes, o maior deles prende-se com a vontade que o realizador tem de explorar vivencias de casais em flor da idade, sobre os problemas as cirunstancias e isso consegue explorar em dois sentidos diferentes, desde casos de amores mais conturbados e movimentados, permitindo a exploraçao de um humor suave. Ate conflitos conjugais eminentes de pessoas perdidas em relaçoes, que apela mais ao conflito e a panoplia de sentimentos que dai adquirem
Nao e um filme rico em desenvolvimeentos, por vezes e demasiado preso aos dados que inicialmente lhe dao, e pouco traz com mais desenvolvimentos. Mais uma vez joga com o ponto de viragem que já e forte no realizador, que e passar de um ponto de partida suave e aos poucos catapultar para um drama. Nao tem a força de outros titulos do realizador, nem em dialogos mas acima de tudo consegue trazer o rigor e o mais tipico dos filmes de Perry.
Como no primeiro filme da saga, estamos perante um grupo de quatro casais com vinvencias e dificuldades diferentes, e juntos tentam ultrapassar as dificuldades que surgem em cada um deles.
O argumento nao e dos mais fortes do realizador, preso demasiado aos conflitos, sem grande humor, nao e claramente um dos pontos fortes do filme, mesmo as personagens estao desprovidas de alguma complexidade.
A realizaçãoe tipica de que e oriundo da televisao, a camara movimenta-se com as personagens seguindo os seus moviemntos. POuco detalhe pouca força da mesma.
Em termos de cast, nao existe muito de destacar, Jackson num dos melhores papeis da sua carreira, que no cinema sempre foi limitada, e tambem uma serie de habitues nos filmes de Perry, que tem personagens a sua medida
O melhor - Ja existir um estilo Tyler Perry
O pior - A falta de intensidade
Avaliação - C-
Friday, April 30, 2010
Tuesday, April 27, 2010
Clash of the Titans

O cinema em formato 3d foi com Avatar o acontecimento artistico do ano, dai que apos este boom, e normal que as apostar surjam cada vez mais neste registo, com titulos diversos, principalmente em termos de blockbusters. E para o arranque de um verão que promete ser quente, surge mais um filme sobre a tematica em voga este ano pelos estudios, que e a simbologia da mitologia grega. Os resultados foram positivos na maior parte dos terrenos quer comerciais onde atingiu valores dignos de um filme de grande estudio, ja em termos criticos as coisas nao correram tao bem pese embora tb nao tenha sido massacrado.
Um risco nos parece claro com esta aposta clara pelo 3d, e isso e a tentativa de estar mais atento a sequencias que possam potenciar o que de melhor tem o registo e descuidar em parte aquilo que e mais fundamental que e um argumento com conteudo, bem montado e coeso. E o que sofre este filme, assumidamente apenas centrado na vertente comercial, nao vai para alem da historia tipica de bons e maus, e nada de novo tras num conceito gasto.
Nao que o filme necessite de muito mais para fazer precaver aquilo que realmente quer ou e importante para o proprio. Nada disso, o filme tem emoçao, tem carisma na maioria das personagens, e tem envolvimento. Perde em dois pontos centrais ou seja o argumento ser demasiado normal e tipico, e acima de tudo na patetica recreaçao do olympo onde se encontram os deuses.
Tambem em termos de caracterizaçao fisica das personagens as coisas nao correm pelo melhor principalmente se analisarmos o facto d filme ser de um grande estudio.
O filme fala na luta entre deuses do olympo e a forma como a força de um semi deus, tenta de alguma forma fazer com que a sobrevivencia humana seja uma realidade do ataque do deus tirano.
Em termos de argumento nao existe muita creaçao nem espaço para grandes doses de creatividade, tudo e o mais vulgar, as personagens lineares, enfim com pouco espaço para grandes registos ou surpresas.
Do ponto de vista de realizaçao o filme e grandioso e consegue potencializar a maior parte dos recursos que ficam deslumbrados com o poder do 3d, talvez por vezes exagere em determinados planoa.
Quanto ao cast Wornighton e a descoberta do ano, reune em seu torno uma serie de caracteristicas para liderar filmes de estudio, Carisma, qualidade interpretativa e disponibilidade fisica, neste filme com excepcao da segunda tudo ta presente. Phienes volta ao seu melhor nivel num vilao forte, carismatico que perde apenas pela ridicula caracterizaçao. neeson ganha mais uma vez o premio de canastro de serviço
O melhor - Efeitos especiais
O pior - O argumento pouco açucarado
Avaliação - C
Saturday, April 24, 2010
When in Rome

| Starring: | Kristen Bell, Josh Duhamel, Anjelica Huston, Danny DeVito, Will Arnett |
| Directed by: | Mark Steven Johnson |
A dupla de protagonistas deste filme esta neste momento num bom momento mediatico, dai que se esperaria mais do mesmo em termos comerciais, o unico objecto de uma comedia romantica igual a tantas outras, com a cidade de Roma como pano de fundo, um vez que criticamente estes filmes sao quase sempre voltados a um total descredito, como o que aconteceu com este filme.
O filme tem uma prmissa engraçada, pegando e satirizando com uma das lendas mais fortes e romanticas do mundo, que esta relacionada com o lançamento de uma moeda para a fonte de trevia em Roma. E ate aqui o filme consegue os seus objectivos, contudo entrando em alguma paranormalidade e em componentes transcendentais o filme cai rapidamente num absurdo exagerado que e pautado pelo ridiculo da maioria das personagens que vao sendo introduzidas ao longo do filme.
Mesmo assim e pese embora nem sempre o filme tenha bons momentos de humor o filme consegue tem uma toada positiva em quase toda a sua duraçao, como sendo um daqueles filmes basicos sem muitos promenores que sao faceis de assistir, mas que nada traz de novo ao cinema, a nao ser um forma algo propria de trazer roma para o cinema e o seu fascinio natural.
Outro problema e cair rapidamente em todos os esteritipos das personagens demasiado tipo que tras para a si e isso reflectesse na dificuldade do filme abandonar este proprio formato que cria em sua volta.
O filme fala de uma jovem desiludida com o amor, que se apaixona pelo padrinho de casamento da irma na boda desta, contudo nesta mesma cerimonia, algo desiludade retira da referida fonte 4 moedas, que faz com que estes comecem a ficar apaixonados por si, como se de um feitico se tratasse inclusive o referido apaixonado.
Em termos de argumento a maior originalidade e o maior trabalho no argumento reside na propria forma com a ideia de base e criada, ja que as personagens sao demasiado presas a ideias comuns, e os dialogos muito pobres.
Steve Johnson encontrasse mais ligado a alguns dos piores filmes de super herois que ha memoria, dai que nao seja um realizador conceituado nem tao pouco amado, dai que a mudança no registo seja natural, com menos meios e com outro tipo de registo o certo e que nem aqui o realizador deslumbra mostrando sempre ser um peixe fora de agua no genero.
Em termos de cast a aposta na dupla de protagonistas esta relacionado com algum mediatismo assumido e vincado relacionado com a presença fisica do que propriamente por serem actores de eleiçao, interagem bem sem deslubrar, quantos aos secundarios em registos pateticos que infelizmente sao a forma mais comum de todos eles.
o melhor - Roma bem carismatica
O pior - John Hedder
Avaliação - C
Friday, April 23, 2010
Green Zone

| Starring: | Matt Damon, Amy Ryan, Greg Kinnear, Antoni Corone, Nicoye Banks |
| Directed by: | Paul Greengrass |
Naturalmente a reuniao entre Greengrass e Damon era uma das mais aguardadas para este inicio de ano principalmente depois do sucesso da saga de jason Bourne. Contudo logo foi estranho o timing para a estreia do filme. Depois as primeiras criticas começaram a valorizar o filme contudo distanciando-o de um padrao comercial que o filme poderia ter. E acabou por se reflectir um pouco na carreira comercial de um filme algo frustrante em termos de dimensao e espetacularidade pese embora o que podia ter traduzido.
Green Zone e de um ponto de vista politico um filme que toca na frida, e logo no lado mais vulneravel dos EUA, e um filme corajoso, pese embora seja obvio e nao artilhe em larga medida o conceito que quer ter. Nao e um filme que va muito para alem da mensagem obvia e forte que quer desde logo transmitir, vai directo ao ponto.
Para contextualizar este filme temos uma especie de filme de guerra com boas sequencias inicias de guerra que acaba por preparar o espectador para um filme num registo completamente diferente da direcçao que o filme acaba por tomar, e acima de tudo pelo proprio objectivo do mesmo que tenta sempre ser um filme mais racional do que fisico.
Nao e um filme surpreendente, ou seja rapidamente chegamos a toda a essencia do filme, do ponto de vista narrativo nao e um fora de serie, mas nao deixa de ser um filme maduro e coeso naquilo que realmente quer ser.
O filme fala de uma equipa das tropas especiais norte americanas cuja missao e descobrir bombas de destruiçao massissa no Iraque, ate que descobrem que tudo nao passa de manobras politicas, levando o chefe da mesma a revoltar-se e ir em busca da verdadeira verdade.
O argumento e forte, e acima de tudo toca num tema importante e bastante actual, e factualmente interessante, nao e um filme de historia nem tao pouco de grandes personagens mesmo em nivel de dialogos ja vimos coisas mais trabalhadas.
A nivel de realizaçao tb existem bons momentos, mesmo longe do que de melhor greengrass ja nos trouxe, e mais sobrio e menos espectacular, contudo e na diferença que se notam os grandes realizadores e aqui ele nao traz quase nada de novo.
O cast liderado por um Damon mais fisico e logo menos absorvente, mais no registo que o realizador mais gosta do actor, tem carisma num papel pouco dificil, os secundarios sao pouco postos a prova, principalmente Kennear que poderia dar mais nas vistas num registo menos usual como o de vilao
O melhor - O valor politico e a coragem
O pior - Nao ser um filme com caracter surpreendente
Avaliação - B-
Wednesday, April 21, 2010
Remember Me
Starring:
Robert Pattinson, Emilie de Ravin, Chris Cooper, Lena Olin, Tate Ellington
Directed by:
Allen Coulter
Filmes tipicamente romanticos aproveitando os bons momentos de alguns actores de hollywood e o pao nosso de cada dia da industria de cinema. Para este ano um peculiar filme, com o actor fetishe do momento, num papel romantico similar em grande parte a personagem que lhe tem entregue todo o mediatismo. COntudo nem tudo e cientifico no cinema, e os resultados ficaram aquem do esperado, nao em termos criticos onde a mediania da maioria das avaliações nao comprometeu o filme, mas acima de tudo em termos comerciais onde o filme ficou muito aquem das possibilidades. Com um registo comercial pauperrimo.
O filme tem uma premissa interessante e acaba por se tornar surpreendente na sua parte final, o que nem sempre e comum, e acaba por se tornar o facto mais impressionante do filme, e o seu objecto de maior valorizaçao. Contudo ate ao arranque para o final, o filme e demasiado apagado em quase todos os sentidos, nada e acrescentado a um filme que decorre a um ritmo demasiado pausado, com pouca evolução, ou seja ate a recta final, o filme e demasiado pausado com muito pouco, o que torna ainda mais agradavel a surpresa final.
E certo que nao sao os ultimos cinco minutos de filme que podem salvar o filme todo, contudo deve ser valorizado todos estes aspectos particulares do filme, ja que tras consigo a componente surpresa.
O filme fala de um jovem amargurado com a morte do seu irmão que de alguma forma acaba por se envolver com uma jovem tambem ela marcada por ter assistido à morte da sua mae, tudo parece desenrolar como uma historia de amor natural, ate que surge um ponto completamente diferente que é o 11 de Setembro.
O argumento nao e brilhante em quase nenhum ponto alias, tem grande parte do tempo demasiado preso a algumas questoes demasiado pendentes, o que nada traz para o filme, contudo o seu ponto final, e a forma com que este é introduzido acaba por se tornar por si so surpreendente
Em termos de realizaçao estamos perante um filme claramente de baixo custo e isso denota-se a todos os pontos, principalmente pela forma como joga subtilmente com a situação da queda das torres gemeas, de resto mais idilico do que bem realizado
Em termos de cast, nao e claramente um filme feliz, Pattinson ate pode ser a loucura das adolescentes, mas esta longe de ser um actor de eleição, demasiado preso a alguns movimentos e uns tiques, o certo e que tem como Ravin uma actriz num nivel muito semelhante. Em termos de secundarios, Cooper perdido num filme como este.
O melhor - Os ultimos 5 minutos.
O pior - Durante 3/4 do filme nada de significativo ocorrer.
Avaliação - C+
Robert Pattinson, Emilie de Ravin, Chris Cooper, Lena Olin, Tate Ellington
Directed by:
Allen Coulter
Filmes tipicamente romanticos aproveitando os bons momentos de alguns actores de hollywood e o pao nosso de cada dia da industria de cinema. Para este ano um peculiar filme, com o actor fetishe do momento, num papel romantico similar em grande parte a personagem que lhe tem entregue todo o mediatismo. COntudo nem tudo e cientifico no cinema, e os resultados ficaram aquem do esperado, nao em termos criticos onde a mediania da maioria das avaliações nao comprometeu o filme, mas acima de tudo em termos comerciais onde o filme ficou muito aquem das possibilidades. Com um registo comercial pauperrimo.
O filme tem uma premissa interessante e acaba por se tornar surpreendente na sua parte final, o que nem sempre e comum, e acaba por se tornar o facto mais impressionante do filme, e o seu objecto de maior valorizaçao. Contudo ate ao arranque para o final, o filme e demasiado apagado em quase todos os sentidos, nada e acrescentado a um filme que decorre a um ritmo demasiado pausado, com pouca evolução, ou seja ate a recta final, o filme e demasiado pausado com muito pouco, o que torna ainda mais agradavel a surpresa final.
E certo que nao sao os ultimos cinco minutos de filme que podem salvar o filme todo, contudo deve ser valorizado todos estes aspectos particulares do filme, ja que tras consigo a componente surpresa.
O filme fala de um jovem amargurado com a morte do seu irmão que de alguma forma acaba por se envolver com uma jovem tambem ela marcada por ter assistido à morte da sua mae, tudo parece desenrolar como uma historia de amor natural, ate que surge um ponto completamente diferente que é o 11 de Setembro.
O argumento nao e brilhante em quase nenhum ponto alias, tem grande parte do tempo demasiado preso a algumas questoes demasiado pendentes, o que nada traz para o filme, contudo o seu ponto final, e a forma com que este é introduzido acaba por se tornar por si so surpreendente
Em termos de realizaçao estamos perante um filme claramente de baixo custo e isso denota-se a todos os pontos, principalmente pela forma como joga subtilmente com a situação da queda das torres gemeas, de resto mais idilico do que bem realizado
Em termos de cast, nao e claramente um filme feliz, Pattinson ate pode ser a loucura das adolescentes, mas esta longe de ser um actor de eleição, demasiado preso a alguns movimentos e uns tiques, o certo e que tem como Ravin uma actriz num nivel muito semelhante. Em termos de secundarios, Cooper perdido num filme como este.
O melhor - Os ultimos 5 minutos.
O pior - Durante 3/4 do filme nada de significativo ocorrer.
Avaliação - C+
Monday, April 19, 2010
Alice in Wondeland

| Starring: | Johnny Depp, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Crispin Glover |
| Directed by: | Tim Burton |
Alice in WOnderland é ttalvez o fimes com maior sucesso a estrear nos primeiros meses do ano, e para isso existiu uma conjugaçao de factrores que jogaram em favor do filme, desde logo ser filmado em 3d, formato em plena moda, por outro lado Tim Burton um realizador cada vez mais proximo do publico geral, a historia conhecida adaptada pela primeira vez pela dysney, e a figura sempre carismatica e proxima do publico de um louco Johnny Depp. Dai que nao surpreenda os brilhantes resultados que o filme efectuou pelo mundo fora. Ja em termos criticos as coisas nao correram tao bem a Burton com criticas demasiado medianas a um filme que deveria ser consensual.
Alice in Wonderland e um bom filme de animaçao da Dysney e e um bom filme de burton, sendo a junçao de dois estilos que poucos algumas vez pensaram ser possivel juntar. Na maior parte do tempo o filme e mais Dysney do que burton, que apenas consegue chegar ao filme na criaçao do contexto e em alguma vertente mais negra de alguns personagens. Mesmo assim estamos perante uma adaptaçao com todo o valor caracteristico de um realizador unico com um imaginario sem precedente, que conjuga o seu filme com um valor metaforico sem precedente e incomparavel.
A determinada altura parece-nos o Hook da Alice na forma como nos fala de um regresso da forma como tras o passado das personagens a historia fazendo com que fosse muito mais do que um filme de animaçao linear. Talvez perde os seus pontos num final demasiado sem sabor ou no nao aproveitamento total dos personagens diposniveis na enigmatica historia de Caroll.
O filme trata-nos de Alice de regresso ao pais das maravilhas onde tem que salvas aquele local das garras da rainha vermelha e dos seus aliados com a ajuda de uma serie de personagens tambem ela demasiado estranhas e peculiares.
O argumento nao e o ponto mais forte do filme, nem anda la perto, tipicamente dysney, tem bons momentos de dialogo, mas nao e algo que fascine pese embora seje razoavel, mas fica claramente a perder com todos os outros pontos do filme.
A realizaçao e unica quer para o formato 3d quer para o normal, a conjugaçao de cores, o colorido e o negro, as miticas sinapses e mesmo a iluminaçao de personagens permite que seja mais um produto unico e artistico do melhor cineasta da actualidade.
O cast recheado de estrelas tem em Depp as maiores atençoes com um papel so ao seu alcance por toda a sua singularidade a força das expressoes faciais do actor sao unicas a todos os niveis. Tambem as escolhas de Mia e Helena para os papeis de maior relevo mostram-se muito positivos com carisma, força e qualidade interpretativa. ja Hatwhay sofre principalmente por mas escolhas de caracterização-
O melhor - O ambiente magico de Burton
O pior - A caracterizaçao da rainha branca
Avaliação - B+
Sunday, April 18, 2010
Nanny Mcphee and Big Bang
| Starring: | Emma Thompson, Maggie Gyllenhaal, Ralph Fiennes, Rhys Ifans, Maggie Smith |
| Directed by: | Susanna White |
O primeiro capitulo desta saga foi um dos grandes sucessos do cinema juvenil europeu, dai que sem qualquer tipo de surpresa surja uma sequela, com mais meios e acima de tudo um cast mais vistoso no conteudo semelhante ao primeiro. Os primeiros resultados sao duais, se a pouca expressao em termos de estreias ainda nao permite uma noçao do poder critico do filme. Em termos comerciais nos mercados onde ja estrou os resultados tem sido algo desoladores e distante do primeiro filme.
Desde logo surgem algumas diferenças significativas o filme e menos voltado para a personagen central em si, mas sim para os jovens actores e protagonistas. Por outro lado o filme e menos denso e mais simplista naquilo que tenta assumir para si. Não e uma obra de arte nem pouco mais ou menos, torna-se mesmo chato e aborrecido com a suavidade nao so do guiao mas mesmo do desenvolvimento do proprio filme.
A determinada altura parece mesmo que a aura da protagonsta esta presente para contextualizar o desenvolvimento normativo do filme ou do seguimentos que as personagens seguem. Nao e daqueles filmes que vincam, e acima de tudo face aos valores gastos poderia estar perante um filme que fosse mais do que uma retrospectiva do primeiro.
O filme fala de uma componia que tem a seu cargo uma serie de crianças e uma serie de dificuldades em educar, para alem das investidas o cunhado em ficar com os seus terrenos ate que surge a nanny mcphee e os seus poderes magicos.
O argumento e extremamente basico com os pontos do primeiro filme, novos personagens e uma menor abundacia do tipico da actriz o filme desenrola-se com excesso de naturalidade em todos os termos.
A realizaçao tambem nao e muito forte demasiado calma sem facer uso da força dos efeitos ao seu dispor que parecem sempre algo desaproveitados.
Em termos de cast estamos perante um filme bem mais rico do que o primeiro, pese embora nao utilize de forma eficaz a materia ao seu dispor que apenas la se encontram para dar grandisidade ao filme
O melhor - O cast
O pior - Nao trazer nada de novo a uma saga que ja de si nao tinhba muito
Avaliação - C-
Friday, April 16, 2010
How to train your dragon!

A dreamworks e neste momento uma das maiores produtoras de um cinema de animaçao cada vez mais conceituada. Numa epoca em que o 3d tem ganho um maior protagonisto, a animaçao de 3D começa tambem a imperar nos filmes mais tipicos. E assim um warm up para o que podera acontecer com Shrek. Os resultados foram na maioria positivos, se e certo que nao teve uma força comercial semelhante a dos melhores titulos de animaçao, o certo e que os resultados acabaram por se tornarem naturalmente consistentes. Ja em termos criticos as coisas foram claramente melhores com valorizações muito positivas.
É sem sombra de duvida um filme de animaçao extremamente pedagogico, tornando para si uma metafora forte, o certo e que a liçao que o filme nos tras e extremamente importante e deve ser vincada perante o publico menor, e mais graudo, que e a força da educaçao e disciplina em deterimento da agressao e castigo.
Outro ponto que nos parece valorizar o filme e ser pensado ja de um ponto de vista 3d que podera projudicar que nam veja o filme neste formato que e cada vez mais o futuro.
Como pontos mais negativos podemos descriminar algum insucesso das poucas tentativas de utilizaçao de humor por parte do filme. Quase nunca consegue concretizar as suas piadas e isso acaba por se notar.
O filme fala de uma familia de vinkings que tem como hobbie matar dragoes, contudo o filho mais novo tem dificuldades em concretizar criando uma relaçao proxima com um dragao, mudando a forma de relacionamento entre estes dois seres.
O argumento nao e muito original, nem tao pouco muito forte quer cinematografico quer narrativamente mas o seu valor moral e pedagogico para um filme de animaçao deve ser tido em conta.
A realizaçao nao e de excelencia nem a produçao extremamente forte para o que ja vimos em animaçao, mesmo assim denota-se ser um filme de grande produtora.
O cast de vozes acaba por se tornar um trunfo particularmente em algumas personagens com particular destaque para a particular voz de butler na sua impoente personagem
O melhor - o valor pedagogico do filme
O pior - Alguma falta de humor
Avaliação- B-
Sunday, April 11, 2010
She's Out of My League

| Starring: | Jay Baruchel, Alice Eve, TJ Miller, Mike Vogel, Nate Torrence |
| Directed by: | Jim Field Smith |
As comedias romanticas com um pico de alguma sensualidade tem sido nos ultimos tempos aquelas que melhor resultados comercias tem obtidos. E normalmente nem precisam de um cast mediatico, chegando-lhe a presença de actores jovens e com boa aparencia. para este inicio de ano e com um pequeno toque da Dreamwors surgiu este pequeno filme, que mais parecia um warm up de vozes para o que iria surgir numa aposta superior da produtora Train your Dragon. O filme conseguiu resultados medianos comerciais, numa epoca de pouca influencia. Criticamente o tipico para filminhos deste genero.
Esta comedia tem pontos tipicos de todas as comedias romanticas, um amor quase impossivel, que ocorre, a forma como compartilhamos emoçoes com os nossos amigos, que normalmente neste filme sofrem sempre de alguns atrasos significativos, e acima de tudo o contexto familiar inexistente. Este filme e um esteriotipo em quase todas as suas vertentes. E um filme que rapidamente se ve, com alguma facilidade mas pouco mais, ja que tudo o resto e muito pouco creativo.
Um ponto nos parece extremamente mal elaborado, para este guiao e tendo em conta a forma como a personagem feminina foi criada quase com um poder angelical, nao ficaria mal alguem com mais presença e indiscutivel mais bela do que Eve, que faz com que o filme tenha dificuldade em passar de uma forma simpels a sua mensagem.
O filme fala de um frouxo segurança do aeroporto que quase por obra do destino começa a andar com uma bela jovem, o que o leva a pensar que e fraco demais para ela e isso vai pautar a relaçao de ambos.
O argumento nao e creativo e muito menos original, e pegado a determinados momentos sofrendo por vezes crises agudas de forma. As personagens apesar de tudo sao dotadas de alguma dimensao. Em termos humoristicos pese embora nao deslumbre tem bons momentos.
A realizaçao tb ela nao e de grande linhagem, nao aposta em força num caracter estetico do filme, livando apenas o minimo garantido.
O cast, tem a presença recente, mas que acaba por marcar de Baruchel em alta neste momento em Hollywood no tipico papel de looser. Eve sofre pelo facto de nao ter uma presença tao estonteante como o filme quer parecer.
O melhor - A suavidade de um filme facil.
O pior -Nao trazer mesmo nada de novo
Avaliação - C
Wednesday, April 07, 2010
The Bounty Hunter

Esta comedia romantica tinha tudo para se tornar facilmente num dos blockbusters deste inicio do ano. primeiro porque tinha ao leme um realizador relacionado intimamente com as comedias romanticas e acima de tudo eficaz em produzir sucessos instantaneos. Depois tinhamos o tipico argumento de guerra dos sexos que normalmente levam os casais ao cinema. E por fim tinha uma dupla de actores nunca antes exprimentada mas que tem consigo nao so um carisma proprio neste tipo de filmes, como tambem um valor comercial forte. Contudo nem sempre o cinema e matematica e o pessimo valor critico do filme, com avaliações muito negativos, conduziu o filme a resultados muito limitados em quase todos os niveis, longe do sucesso por muitos esperado.
The Bounty Hunter nao e um filme feliz em quase nenhum dos seus pontos. Desde logo porque a historia e um emaranhado de pontos que nunca parece conseguir a coesao propria de um filme que apesar de simples acaba por se tornar muito solto. Depois porque nao consegue nunca retirar o melhor dos seus protagonistas com personagens pouco elaborados pouco interessantes e que dinamica nenhuma poderia potenciar.
Outro ponto e a falta de intensidade do filme, neste genero tinha de ter mais climax mais momentos altos nao so em termos de quimica entre as personagens que e quase nula, mas acima de tudo do ponto de vista comico em que o filme, nao consegue ultrapassar determinado tipo de barreiras, sem quase qualquer piada assumida
O filme fala de uma jornalista e de um caçadore de recompensa ex maridos que se vem novamente envolvidos numa situaçao complexo onde envolve uma corrupçao policia e muito risco.
O argumento nao e feliz em quase nenhum dos aspectos de avaliação. Por um lado nao tem uma narrativa forte, um filme muito suave e despegado de quaquer perceito. Por outro lado as personagens sao demasiado debeis e pouco fortes. E acima de tudo na propria ideia de base nada de novo ou mesmo algo proprio a acrescentar.
Andy tennant e um realizador aceitavel pese embora os seus ultimos trabalhos nao tenham sido perfeiçoes o certo e que ja demonstrou como fazer funcionar uma comedia romantica, o que nao e o caso deste filme, onde nunca consegue tornar o filme grande como muitos pensavam que era. Realizado no modo telefilme.
Obviamente que quer Butler quer Aniston tem mais valor comercial do que propriamente interpretativo e isso reflecte-se num filme que nada mais exigia deles do que isto mesmo, mesmo assim o filme nao consegue arrancar na plenitude algum carisma que circunda estes actores.
O melhor - Apesar de tudo as cenas a dois
O pior - O leque de secundarios muito mal trabalhados
Avaliação - D+
Monday, April 05, 2010
The Crazies
O remakes dos filmes de terror têm sido algumas das fomas mais vulgares de efectuar cinema actualmente, com registos mais importantes do que outros o certo e que a falta de ideias principalmente em termos de terror tem demonstrado algumas fraquezas do genero. Este ano este Remake, nao trazia consigo nenhuma paranormalidade nem tao pouco forças espirituais. Talvez por a sua simplicidade o filme conseguiu reunir alguma força critica pelo seu clima apoteotico, e mais que tudo pelo seu caracter fatalista. Em termos comerciais o filme nao conseguiu reunir tanta valorização, nao passando da mediania tipica de um filme de inicio de estação.
The Crazies e um filme sem grandes respostas e talvez por isso consiga manter o clima de suspense e inquietação de inicio a fim do filme. Nao e daqueles filmes que tenta ser logico, pelo contrario apenas utiliza a sua permissa de forma a tornar o filme, intenso, ao mesmo tempo duro e cru. E consegue em determinados momentos proporcionar diversos momentos de bom terror, como nao e vulgar encontrar no cinema actual.
Nao e daqueles filmes de deslumbre ou que seja diferente de todos os outros, contudo consegue ser efectuado com percisao e força fora do comum para o registo, mas isso nao condiciona o filme que acaba por sempre por ultrapassar as dificuldades mor que se deparam e tornar-se facilmente num filme apetecivel dentro de um genero em claro sub rendimento.
The Crazies fala sobre uma pequena comunidade que sem motivo aparente começa a percepcionar a loucura da maioria da sua população, o que de alguma forma leva a uma serie de acontecimentos violento, que obrigam a interveção de forças militares de forma a colocarem a população em quarentena, Um casal tenta salvar-se.
O argumento e seguido do seu filme de base, com adaptaçoes normais em termos culturais. Nao se preocupa em trabalhar as suas personagens, mas sim em fundamentar o caracter narrativo de um terror o mais puro possivel. Nao e um argumento de eleição mas daqueles filmes, faceis de inicio a fim do filme
A realização a cargo de um realizador mais tipico em filmes de acçao tem bons momentos pese embora por vezes exagere em alguns planos demasiado escuros, tem na parte final, momentos de alguma arte, na conjugação entre o fatalismo e a estetica do filme.
Em termos de cast, a aposta num cast com actores mais relacionados com outro tipo de registos acaba por ser boa aposta, pese embora o grau de dificuldade minimo dos mesmos. Olyphant encaixa como uma luva em papeis envolvidos em alguma anormalidade contextual, e Mitchell tem conseguido nos ultimos tempos implementar-se num cinema como o terror, que nao consegue demonstrar as capacidades que ja demonstrou noutra tipologia de filmes
O melhor - Um terror simples
O pior - A forma ser a de sempre
Avaliação - B-
The Crazies e um filme sem grandes respostas e talvez por isso consiga manter o clima de suspense e inquietação de inicio a fim do filme. Nao e daqueles filmes que tenta ser logico, pelo contrario apenas utiliza a sua permissa de forma a tornar o filme, intenso, ao mesmo tempo duro e cru. E consegue em determinados momentos proporcionar diversos momentos de bom terror, como nao e vulgar encontrar no cinema actual.
Nao e daqueles filmes de deslumbre ou que seja diferente de todos os outros, contudo consegue ser efectuado com percisao e força fora do comum para o registo, mas isso nao condiciona o filme que acaba por sempre por ultrapassar as dificuldades mor que se deparam e tornar-se facilmente num filme apetecivel dentro de um genero em claro sub rendimento.
The Crazies fala sobre uma pequena comunidade que sem motivo aparente começa a percepcionar a loucura da maioria da sua população, o que de alguma forma leva a uma serie de acontecimentos violento, que obrigam a interveção de forças militares de forma a colocarem a população em quarentena, Um casal tenta salvar-se.
O argumento e seguido do seu filme de base, com adaptaçoes normais em termos culturais. Nao se preocupa em trabalhar as suas personagens, mas sim em fundamentar o caracter narrativo de um terror o mais puro possivel. Nao e um argumento de eleição mas daqueles filmes, faceis de inicio a fim do filme
A realização a cargo de um realizador mais tipico em filmes de acçao tem bons momentos pese embora por vezes exagere em alguns planos demasiado escuros, tem na parte final, momentos de alguma arte, na conjugação entre o fatalismo e a estetica do filme.
Em termos de cast, a aposta num cast com actores mais relacionados com outro tipo de registos acaba por ser boa aposta, pese embora o grau de dificuldade minimo dos mesmos. Olyphant encaixa como uma luva em papeis envolvidos em alguma anormalidade contextual, e Mitchell tem conseguido nos ultimos tempos implementar-se num cinema como o terror, que nao consegue demonstrar as capacidades que ja demonstrou noutra tipologia de filmes
O melhor - Um terror simples
O pior - A forma ser a de sempre
Avaliação - B-
Sunday, April 04, 2010
Repo Men

| Starring: | Jude Law, Forest Whitaker, Alice Braga, Liev Schreiber, Carice van Houten |
| Directed by: | Miguel Sapochnik |
Os Thrillers Sci Fi tem uma componente sempre muito extremada, ou e daqueles filmes que se adora de principio a fim, ou entao cai rapidamente em fracasso critico. Este Repo Men, jogou em seu torno alguma expectativa mais pelo valioso cast do que propriamente pelo conteudo inerente ao seu filme. Contudo apos as primeiras visualizações e cotizações criticas as pioeres expectativas tornaram-se reais com criticas muito negativas, das mais negativas este ano, e comercialmente o filme esta longe de ser um sucesso com resultados muito modestos.
Repo men e um filme interessante, caso levasse a sua forma um pouquito mais a serio, o que nunca acontesse, ou seja o filme fica demasiado tempo preso a determinadas e prolongadas sequencias de acçao que tiram tempo a outro tipo de conteudo que o filme poderia ter. O filme inicia bem, introduz bastante bem a tematica que se prupoem contudo nao consegue manter o nivel, principalmente na parte final, quando tenta entrar em pontes extremamente dificeis como submundos culturais. A complexificação do filme nao positiva para este ja que por vezes nao consegue desenvolver determinados pontos que tenta efectuar.
Em termos de meios produtivos estamos perante um filme interessante pese embora nunca explique o porque de todo o contexto ser oriental, o serto e que tem boas jogadas de cor, e acima de tudo de forma e força de efeitos visuais. E um filme que se ve facilmente daqueles que acaba por facilmente seduzir o espectador com alguns dos pontos de focalizaçao muito proprio.
O filme fala de um duo de profissionais, cujo o trabalho e retirar orgaos anteriormente comprados por falta de pagamento, uma especia de assassinos profissionais, contudo apos uma acidente um deles ve-se do lado de la, tentando fugir do destinho.
O argumento e mais interessante na sua vertente teorica do que aquilo que realmente se torna em pratica, principalmente no ultimo terço do filme, com excepçao da conclusao que se torna interessante. Em termos de de personagens existe muitas diversas formas de contextualizar algumas mais fortes do que outros.
A realizaçao tem bons momentos principalmente nas sequencias de maior acção e na forma como contextualiza o melhor momento. Nao e uma realizaçao fora de serie mas nao coloca em causa os objectivos do filme
Em termos de cast, Jude Law, tem novamente um filme de disponibilidade fisica excepcional, mais uma vez a sua maior virtude como actor. Withaker, e um actor de excepçao mesmo em filmes menores como este.
O melhor - A evolução culturar
O pior - A ultima meia hora
avaliação - C+
Saturday, April 03, 2010
Percie Jackson and the Olympians:The Lightning Thief

| Starring: | Logan Lerman, Brandon T. Jackson, Alexandra Daddario, Sean Bean, Pierce Brosnan |
| Directed by: | Chris Columbus |
Desde que Columbus foi afastado da saga de Harry potter que criou neste um sentimento de necessidade de provar a sua qualidade em filmes do genero, e iniciou a produçao deste Percy Jackson, uma historia com alguns pontos similares, contudo mais ligada a mitologia grega. Era obvio que os meios e o sucesso literaario anterior eram bem mais modestos, e esperava-se resultados algo dubios para o filme. Os primeiros pontos foram positivos em termos comerciais para o filme, por um lado ultrapassou fora de portas a barreira mitica dos 100 milhoes, e por outro lado para um filme sem grandes estrelas como protagonista as coisas estavam bem encaminhadas. Em termos criticos nada de especial a apontar com criticas medianas, nao entusiasmantes mas positivas para os objectivos do filme
Percy Jackson pode nao ter o carisma de outros herois juvenis, mas de alguma forma e mais actual do que muitos dos outros, o paralelo ao submundo mitologico e creativo, original e bem explorado no filme, que surpreendente acaba por perder naquilo que menos se esperava que era na espetacularidade, e pese embora a diversidade de meios envolvidos o certo e que nunca estamos perante um filme espetacular ou mesmo surpreendente em termos de grandiosidade.
Outro dos pontos que infelizmente todos os filmes do genero acabam por cair e na forma sempre semelhante do filme cumprir os seus intentos e nem o twist final tras nada de novo aquilo que tudo ja esperava, um filme que cai facilmente na previsibilidade.
O filme fala de um jovem semi deus, que descobre esta sua caracteristica apos ter sido presseguido por um monstro estranho, aqui observa que toda a sua volta esta relacionado consigo e com os seus poderes, e embarca numa aventura de forma a recuperar o raio perdido de zeus.
O argumento e interessante na ideia original e acima de tudo na concretizaçao propria do filme, e engraçado o paralelismo criado, mesmo que as personagens e os dialogos sejam algo esteriotipados. Nao e um argumento na sua concretizaçao muito original apesar da ideia de base acabar por o ser.
A realizaçao de Columbus e algo frustrante, nunca consegue tirar o melhor das imagens e mesmo dos efeitos especiais que tem ao seu dispor, o que torna o filme um pouco parco em termos de grandiosidade e força interna. A capacidade para lidar e tirar a naturalidade dos menores e forte em Columbus-
Em termos de cast as escolhas para os papeis juvenis principais revelaram-se acertada com um misto de a vontade carisma, envolvencia, força e boa interligaçao entre eles funciona quase na perfeiçao no filme. Nos papeis secundarios algumas figuras conhecidas que servem mais para valorizar comercialmente o filme, do que qualquer outro objectivo
O melhor - a ligaçao do mundo actual com a mitologia grega
O pior - Nao conseguir colocar eficazmente ao seu dispor os efeitos disponibilizados
Avaliação - C+
Dear John

| Starring: | Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins, Henry Thomas, D.J. Cotrona |
| Directed by: | Lasse Hallström |
A junçao entre os tres pontos que reunem este filme, so poderia ser um sucesso. por um lado uma dupla de actores romanticos em mo de cima no cinema actual, dois dos maiores sucessos instantaneos dos ultimos tempos. Por outro lado um conceituado realizador que durante muitos anos foi presença constante nos oscares. E por ultimo o sempre romantico Nicholas Sparks. Ou seja em termos criticos o filme poderia nao ter muita força o que acabou por suceder, ja que nao conseguiu grandes resultados. Mas em termos comerciais as coisas correram bem melhor do que as melhores expectativas ficando como o filme que conseguiu retirar avatar do 1º lugar.
Dear John e uma historia de amor simples, exagerada em termos de envolvencia inicial. Contudo e um filme romantico, sentimentalista, bem expressivo no que no amor diz respeito. perde um pouco com algumas das caracteristicas mais vincadas de Sparks que e exagerar em termos de idealismo das personagens, demasiado boas, e isso torna o filme muito longe de algum realismo que alguns segmentos ou opçoes poderiam ter.
Mesmo assim temos um filme que funciona de forma muito eficaz em termos de entertenimento, daqueles filmes que resulta sempre para um casalinho apaixonado em volta do cinema. Ja que a simplicidade e a pouca duraçao do filme, nao exigem muito do espectador, pese embora que seja um filme que cumpra todos os objectivos a que se propoe.
O filme fala de um amor entre um soldade e uma estudante universitaria, que tem de resistir a uma separaçao demorada, o que faz descontextualizar a vida de ambos.
Sparks e o romantico natural, os seus livros sao icons de uma nova filosofia de amor, nao tem grande envolvencia nem tao pouco uma creatividade fora do normal, mas a simplicidade e o grande trunfo, que as vezes compensa a pouca força na criaçao de personagens, como e o caso.
Hallstrom e um realizador artistico mais do que propriamente um realizador de elite, quase sempre opta por escolhas de planos simples, e quase sempre pro romantismo. Nunca sera um realizador de 1 linha, pese embora os seus filmes fiquem sempre com boas sensaçoes.
O cast e bem escolhido principalmente na quimica e na força dos protagonistas. Tattumm e um dos actores em alta no momento, uma vez que conjuga uma boa capacidade de interpretaçao com uma força e carisma proprio. Por outro lado Sayfield no apos mamma mia, com a suavidade que ja teve neste filme
O melhor - A quimica dos protagonistas
O pior - A falta de densidade principalmento dos actores secundarios.
Avaliação - B-
Thursday, April 01, 2010
Brooklyn's Finest

Se existe algo de que Antoine Fuqua se pode orgulhar foi de trazer ao estilo um cinema novo, e do qual retirou grande sucesso e acima de tudo alguns seguidores. Mesmo que o genero nao seja um primor tecnico nem tao pouco narrativo, o realizador nao encontrou a formula noutros filme, o que o conduziu de novo ao mesmo terreno, o do mundo policial em sub mundos do crime enraizado. Para este ano um genero Training Day, com alguns actores a repetir. Em termos comerciais as coisas nao correram pelo melhor no qual a disputa directa com o mega sucesso Alice, nao deve ter contribuido para esta formula. Em termos criticos as coisas foram medianas, pese embora um registo ligeiramente negativo, para um realizador que deste Training Day tem tentado assumir um papel de relevo.
Este filme e demasiado colado ao seu filme principal, nao so no contexto do submundo, desta vez em Brooklyn, mas acima de tudo na tenue definição das fronteiras entre o policia e o ladrão. E mais que notorio a tendencia a descrever demasiado negativamente a personalidade dos policias o que ja se torna um cliche, por demais evidente neste filme. Contudo o filme tem alguns aspectos interessantes as diferenças das tres personagens em temros de missoes policiais, e acima de tudo na forma como cada um e visto de forma diferente pelos seus pares.
Este paralelismo narrativo acaba por ser o ponto mais interessante e forte do filme, que o torna terreo. Contudo o exagero tipico de uma sociedade violenta em excesso, quase perdida mostra mais uma vez a tendencia de fazer um filme mais movimentado, mais de acçao do que com sentido de responsabilidade.
Outro problema do filme e a sua morosidade, cedo percebemos onde o filme quer chegar, contudo alonga-se em sequencias que ja nada tem a demonstrar, no sentido de vitalizar personagens que pese embora estejam bem criadas, tem limitaçoes cujo o tempo nao consegue ultrapassar.
O filme fala do dia a dia de tres policias de Brooklyn, em tentativas diferentes e missoes diferentes, por um lado um patrolheiro em final de carreira, um activo, e um infiltrado, todos com a vida em jogo e numa sociedade que funciona quase como uma roleta russa.
O argumento tem pontos interessantes nao so nas personagens bem criadas e densas, como no paralelismo das historias entre si, perde na incapacidade de desenvolver naturalmente o enredo de cada uma delas,e acima de tudo de as dotar de pontos interessantes em particular.
E o terreno de eleiçao do realizador que e bem melhor a filmar as ruas dos bairros afro americanos do que qualquer outro cenario. Neste caso mostra mais uma vez uma boa contextualizaçao se bem que menos preocupado com questoes esteticas do que em outros filmes.
O cast e liderado por uma dupla de actores peculiares, Hawke que teve o seu melhor papel com o realizador encontra-se novamente em bom plano num registo diferente e que tem vindo a demonstrar alguma tendencia para o actor desempenhar bem pessoas perturbadas. Gere num papel fora do cumum tb surpreende pela positiva, principalmente na sua parte mais depressiva. Acaba surpreendentemente por ser Cheedle o parente pobre, mesmo que a priori seja o melhor actor dos tres, com um papel vago e demasiado linear
O melhor - O paralelismo das funções.
O pior - Algum vazio narrativo em cada uma delas.
Avaliação - C+
Tuesday, March 30, 2010
Cop Out

| Starring: | Bruce Willis, Tracy Morgan, Adam Brody, Kevin Pollak, Ana De La Reguera |
| Directed by: | Kevin Smith |
Kevin Smith e um dos realizadores mais polemicos de Hollywood, contudo nos ultimos anos tem sido mais recorrente um estilo de cinema mais normativo, nao so em termos de comedias mais puras, mas acima de tudo neste filme com a tentativa de reanimar a comedia de acçao com duplas de policia um pouco ao estilo de arma mortifera. Pese embora a escolha de Willis as coisas nao correram pelo melhor em nenhum dos sentidos, por um lado comercialmente Smith continuou um pouco pobre, mesmo que o filme fosse uma grande aposta de um grande estudio. E em termos criticos as coisas voltaram a correr mal a smith com criticas negativas, o que tem acontecido sempre que o realizador sai do estilo corrusivo que e seu apanagio.
Cop Out e de longe o filme mais vulga da filmiografia do realizador, e de todos aquele que mais se distancia da comedia, que eu pessoalmente apercio e que e a figura de proa em todos os filmes dele independentemente do tema. Aqui temos um filme mais vulgar, ate demasiado comum na ideologia e na concretizaçao da ideia. e daqueles filmes que a formula parece ha muito estar esgotada, e demasiado pausado, em termos comicos quase nunca consegue atingir niveis aceitaveis, caindo por demasia em piadas faceis e diversas vezes utilizadas.
nao e um filme que vinca ao contrario dos outros do realizador que tem sempre um aspecto particular, mesmo as proprias personagens nao parecem bem montadas, apesar da dupla encaixar bem um no outro. willis muito soft longe do estilo rebelde que lhe deu toda a fama, e um morgan exagerado quase histerico e quase sempre sem qualquer tipo de piada.
A historia fala de dois policias suspensos devido a um serviço falhado, que se intrepoem numa investigaçao de um perigoso gang quando um dos elementos tenta salval um cromo que lhe foi roubado e que devido ao seu elevado valor servira para pagar o casamento da sua filha.
Pela primeira vez Smith nao assina o guiao e submete-se ao argumento de outro realizador o que se nota, e danifica em longa escala o filme, ja que o humor utilizado e sempre desactualizado e poucas vezes realmente engraçado, por outro lado os dialogos nunca tem grande conteudo ou mesmo essencia. A pobreza alastra-se a limitaçao natural das personagens.
Smith nao e grande realizador limita-se ao minimo exigido e neste filme nada de novo, filma calmamente as sequencias nao se aventura em sequencias de acçao exigentes e isso torna o filme mais simples e ao mesmo tempo menos vistoso.
Em termos de cast um desaproveitamento total do carisma e rebeldia de Willis que apostado com mais rebeldia poderia trazer outro impacto ao filme, e acima de tudo um Morgan totalmente disparatado sem piada e dos papeis mais irritantes do ano
O melhor - A retoma das duplas policiais
O pior - O humor de Smith nao existir
Avaliação - C-
Sunday, March 28, 2010
The White Ribbon

| Starring: | Susanne Lothar, Steffi Kuhnert, Ulrich Tukur, Leonard Proxauf, Burghart Klaussner |
| Directed by: | Michael Haneke |
Quando se observa que o melhor filme europeu do ano se trata de uma obra como esta, diz muita coisa do mau ano cinematografico tambem para os lados do velho continente. Existe um facilitismo tremendo de vangoliar realizadores europeus, quando estes regressam ao seu pais, depois de experiencias frustradas em Hollywood. Junet e agora este Haneke sao provas disso. So assim se compreende o sucesso critico deste pequneo filme alemao, filmado a preto e branco. Ja a nivel comercial claramente secundario nos objectivos do filme as coisas ficaram mais por baixo.
O mal do cinema europeu e a falta de conseguir criar empatia natural com o publico, em termos gerais dos ultimos grandes sucessos do nosso cinema, este e aquele que nos parece mais distante e abstraido da opiniao publica, optando naturalmente por se tornar um daqueles objectos poeticos, mais artisticos do que propriamente narrativos.
A falta de coesao e de linearidade do filme e gritante, e entra dentro de um pseudo intlectualismo quase absurdo, que torna o filme confuso. A todos os minutos surgem novas personagens cada vez mais densas, com pouca ligação e o caracter policial e sempre adormecido por um ritmo pausado e monocordico de um filme pouco interessante.
E daqueles filmes que rapidamente chegamos a conclusao que nada nos vai dar, e que so a componente estetica bem trabalhada com a boa opçao do preto e branco acaba por fornecer alguma beleza ao filme
O filme fala de uma pequena vila, no ponto de vista de um professor, numa alemanha mergulhanda nas sequelas da 1 grande guerra, e com um regime educativo vincado. E um filme sobre educaçao, mas acima de tudo sobre pequenas aldeias
O argumento e pobre, em conteudo, e principalmente em linhagem narrativa, nunca consegue absorver os espectadores, principalmente pela complexidade da trama, e o exagero no numero elevado de persoonagens que nao permite que o filme respire.
Em termos de realizaçao Haneke tem mais merito na escolha sempre ruidosa do preto e branco, e neste filme faz sentido e da um caracter estetico mais belo ao filme.
O cast e dominado pela frieza e calculismo do cinema alemao, que cabe como uma luva no tipo de filme em questao. Contudo sao os actores mais jovens aqueles que mais brilham neste registo, uma vez que sao mais surpreendentes
O melhor - A beleza estetica dofilme
O pior - A falta de ligaçao com o espectador
Avalição - C-
Saturday, March 27, 2010
Valentine's Day

Poucos sao os filmes tao declaradamente dedicados a um especial, e com o intuito de se rentabilizarem numa epoca onde o cinema e tao concorrido como o dia dos namorados. Contudo neste filme isto joga-se em grande, nao so em termos da aposta em Marshall para realizar, um dos realizadores mais conceituados em termos de comedias romanticas. Mas num cast sem comparaçao com alguns dos actores mais conceituados e na moda da actualidade.
O filme cumpriu os seus perceitos na totalidade, com um sucesso instantaneo que ultrapassou a barreira dos 100 miilhoes tornando-se num sucesso inquestionavel, mesmo que criticamente um filme tao linear e objectivo como este seja facilmente arruinado.
Valentines day e daqueles filmes com apenas um objectivo e pouco mais, ou seja o unico interesse do filme era dar pequenas historias de amor, basicas sem grande complexidade, e acima de tudo fazer com que o filme fosse procurado por casais de namorados apaixonados. Neste pretexto o filme cumpre como poucos com historias para todos os gostos, felizes e infelizes, ou seja diversos pontos de vista do que e a comemoraçao do amor.
E certo que nao e um filme complexo nem daqueles que nos faz pensar, pelo contrario e sempre um pouco repetitivo mesmo em termos de historias, quase sempre pouco denso, e isso faz com que pareça como uma mininovela de um episodio.
O escesso de personagens pensado e acima de tudo trabalhado para fazer resultar o filme, nao e de maneira alguma um ponto muito bem elaborado, porque algumas historias parecem ter muito mais para dar, onde apenas o romance Kutsher Gardner parece funcionar na plenitude.
O filme fala de diversas historias de amor, ligadas de forma tenue por pequenos contactos entre os protagonistas de cada uma delas, na envolvencia do amor, no dia de S. Valentim.
O argumento e basico, e um puzzle de personagens trabalhadas apenas para fazerem sentir o amor, e daqueles filmes que se faz com base em chiches romanticos ja utilizados em outros filmes, onde a unica dificuldade e efectuar o elo de ligação entre as personagens,.
A realização de Mashall tem bonsmomentos em termos de estetica do amor, nem sempre consegue efectuar os seus quadros, mas consegue envolver bem as personagens nos contextos em que cada uma esta inserida
O cast e bombastico em termos de nomes, popularidade e carisma, e certo que o filme, nao aproveita o talento de nenhum deles, nem tao pouco tem esse objectivo, o unico e mesmo apetrechar de nomes famosos um filme criado apenas com a vertente comercial
O melhor - A fogueira de nomes
O pior - ALgumas historias mereciam um filme so delas
Avaliação - C+
The Wolfman

STARRING
Benicio Del Toro, Anthony Hopkins, Emily Blunt and Hugo WeavingDIRECTED BY
Joe JohnstonDurante todo o ano de 2010 as antecipações relativas a este filme foram mais que muitas, alguns aguardavam um blockbuster puro, outros um filme com outro grau de seriedade quem sabe um nomeado para o Oscar. Com o atraso da estreia para o inicio do ano, apenas a primeira hipotese teve possibilidade de resisitir. Contudo os primeiros meses sao sempre mais complicados neste terreno, e a estreia do filme nao teve a envolvencia que a sua produção teve, e concluiu-se numa estreia pouco mediatica, com resultados pouco mais que medianos, apra um filme com tanta envolvencia e a critica foi totalmente indiferente ao filme.
The Wolfman mais do que qualquer coisa e um filme repetitivo sobre um conceito que ja foi diversas vezes utilizado sob formulas e formulas diferentes. mesmo tem termos de produçao o filme nao e tao brilhante como ameaçou com um caracterização pobre. O filme entra num inicio a um ritmo muito lenta para o tipo de filme em questao, tentando caracterizar de uma forma muito forte as personagens o que nao acaba por acontecer, com sequencias totalmente dispensaveis para o resto do filme
COm a passagem e transformaçao do personagem principal o filme começa a adquirir outros valores e acima de tudo ritmo, por vezes torna-se demasiado violento, e sanguinario, que acaba por ser o unico ponto surpreendente do filme.A conclusao tambem acaba por ser outro ponto valorativo do filme, mostrando a racionalidade de um guiao que apesar de nao ser uma obra prima acaba por na fase final se revelar certeiro.
o filme fala de um actor de teatro que regressa a sua cidade natal uma vez que o seu irmao foi violentamente assassinado, tudo muda quando e arranhado por um lobo, e que o conduz a que nas noites de lua cheia se tranforme num losbisomes e mate tudo e todos.
O argumento apesar de nao iniciar da melhor maneira perdendo diversas sequencias, tem no final diversos pontos interessantes e bem trabalhados, desde logo ao tirar por compelto a racionalidade a vertente animalesca da persoangem, e por outro lado numa conclusao que encaixa bem nos paradigmas daquilo que o filme quer.
A realizaçao nao e brilhante raramente o realizador consegue tirar o melhor da cidade ou mesmo torna-la negra como penso ser o seu proprosito,e mesmo na forma como filma a besta as coisas podiam e deviam ser mais artisticas e nao tao remendadas.
O cast era grande aposta do filme, um actor como Del Toro e sempre garante de uma interpretaçao de excelencia, e neste filme, embora fora do registo mais comum dele, acaba por ser o mais valorizado, prncipalmente no sofriemento que transmite no pos transformaçao. Hopkins e Blunt, estao demasiado obtusos dentro de papeis muito semelhantes aos normalmente pro ambos desempenhados. Weaving tem uma persnagem sem grande carisma o que nao facilita, como um dos viloes do filme
O melhor - Demosntrar o lado irracional da besta.
O pior - Nao trazer nada de nova a historia ja conhecida
Avaliação - C
Tuesday, March 23, 2010
Shutter Island

| Starring: | Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Michelle Williams, Max von Sydow |
| Directed by: | Martin Scorsese |
Martin Scrocese surpreendentemente desistiu da corrida aos Oscares de 2010, adiando a estreia deste seu aguardado filme para o inicio de um ano, aniquilando qualquer possibilidade. Os primeiros rumores era que o filme nao tinha a força suficiente para entrar a serio nesta corrida, e que seria um filme menor na carreira do realizador num terreno onde não esta tao habituado como no terror. Muito se especulou com a qualidade do filme, e as primeiras recpções demonstraram acima de tudo que alguns dos receios eram verdadeiros, com criticas algo mixadas, mas que a maioria aceitou de bom grado o filme e a experiencia cinematografica do realizador, pese embora seja quase unanime que o filme nao teria força em competir pelos oscares. Contudo o maior sucesso do filme centrou se na componente comercial com resultados brilhantes para scorcese que consegue aqui um sucesso comercial como poucos conseguiu.
Shutter Island e um filme ambicioso principalmente em termos de historia, um thriller intenso e esquematico como ja nao viamos o realizador fazer desde o Cabo do Medo, se bem que com outros ingredientes como a paranormalidade menos comuns num realizador tao conceituado como este.
O filme tem fases, se inicialmente cedo caimos num filme algo pastoso onde nada acontece e linear nos seus intuitos que nos faz por diversas vezes questionar o que o realizador queria com uma obra tao vaga, com o começar do desvendar das verdades do filme, tudo muda para melhor com originalidade e creatividade do guiao, aliados a sapiencia atras das camaras que fazem deste filme uma agradavel surpresa e o transporta para um nivel mais condizente com o realizador.
Nao tem a profundidade nem a força das personagens tipicamente do realizador e um filme um pouco amoral em determinados pontos, mas e incrivel ver como um realizador veterano ainda tem a força e a coragem de novos registos sempre com um bom nivel, mesmo que nao a excelencia que ja nos ofereceu.
o filme fala de dois policias que se deslocam para um hospital psiquiatrico situado numa ilha, de forma a investigarem o desaparecimento misterioso de uma doente.
O argumento e uma teia muito bem montada e acima de tudo original e que consegue ser coesa mesmo quando tudo isto parece impossivel com tantas pontas soltas. e daqueles argumentos para recordar e chorar por mais, na sua genese, mesmo que por vezes pareça aprovbeitar outros truques de filmes do mesmo genero e de resultados positivos.
Nao e um epico do realizador, nem tao pouco demonstra toda a frescura e força e envolvencia que o realizador costuma dar aos seus filmes, mas consegue dar ao filme um estilo proprio e em tudo diferente do habitual, nao e o melhor martin, mas e um martin diferente.
Se existe aspecto em que o realizador apruma os seus filmes, e no cast, mais uma vez liderado por um Di Caprio mais maduro e intenso, tem em algumas personagens secundarias a sua força, com destaque para o melhor Kingsley muito desaparecido, e acima de tudo uma surpreendente Michelle Williams, que mesmo em papeis pequenos sao intensos para chamar a si bons momentos. Pior Rufallo num registo muito semelhante ao seu apanagio
O melhor - A coragem de um realizador tao conceituado arriscar num terreno pantanoso
O pior - Nao ser o melhor Scrocese.
AValiação - B
Saturday, March 20, 2010
From Paris With Love

ha algum tempo que o produtos Luc Besson, estava longe de produçoes com super estrelas de hollywood, para este ano, pegou na vertente mais rebelde de Travolta, colocou-lhe um Ryan Meyers a ganhar espoço no cinema e filmou um filme habitue seu na sua cidade de eleição Paris. Contudo os resultados nao foram nem de perto nem de longe os mais eficazes. Criticamente o cinema rapidinho de Bessos nao conquista muito coraçoes, optando sempre por um cinema mais ritmado do que com qualidade. Contudo tambem em termos comerciais e principalmente nos EUA as coisas nao correram pelo melhor com resultados desoladores.
O filme e o tipico filme de Besson, onde a logica e trabalho narrativo do filme e substituido em toda a escala pela força das imagens pelo ritmo da acçao e por milhares milhares de tiros. Contudo neste filme a componente comica que por vezes tambem aparecem nos seus filmes esta quase totalmente ausente, o que nao permite que o filme comunique tao bem com o espectador.
E certo que a forma como e introduzida a personagem de travolta e o contraste que faz com a personagem principal consegue trazer algum carisma ao duo de protagonista que acaba por resultar numa quimica interessante entre ambos. mesmo em termos romantico o filme consegue alguns bons momentos mesmo quando explora a ambiguidade de sentimentos.
COntudo perde força pela pouca envolvencia de um guiao que e quase um pretexto para diversos disparos e acima de tudo preseguiçoes a alta velocidade.
O filme fala de um assistente da embaixada, que gosta de arriscar em serviços secretos, com a chegada de uma cimeira recebe a ajuda de um particular agente especial, com caracteristicas muito particulares, de forma a impedir um atentado terrorista.
Como se pode perceber nao estamos perante o argumento mais rico da historia, e que tudo e muito simples em quase todos os pontos do argumento do filme, nunca complexifica, nem nas personagens e muito menos na envolvencia narrativa. os dialogos sao mais feitos de frases feitas do que por qualquer outro tipo de ponto.
A realizaçao e forte, consegue manter o ritmo do filme o que nem sempre e facil, poderia aproveitar melhor a envolvencia de uma cidade monumental como paris, que me parece descuidado no filme, mesmo a cidade dando nome ao filme.
O cast tem uma tarefa facilitada, pouco ou nada e pedido a mais aos protagonistas do que carisma e estilo a pegar na pistola, e nesse particular quer Travolta quer Myers estao bem. A figura rebelde de Travolta cai por vezes em algum exageros desnecessarios.
O melhor - A acçao tipica de Besson
O pior - A falta de complexidade do filme
Avaliação - C+
Friday, March 19, 2010
Extraordinary Measures

| Starring: | Brendan Fraser, Harrison Ford, Keri Russell, Jared Harris, Meredith Droeger |
| Directed by: | Tom Vaughan |
Reunir dois herois de acçao como Fraser e Ford, num filme sobre medicos e sempre uma opçao arriscada mesmo que o filme nao assuma muita força em termos comerciais. E o certo e que a opçao nao foi a mais sedutora para o publico que se alheou um pouco da reuniao destes dois actores de acçao, para alem de uma critica algo indiferente ao projecto de Vaugh.
Este filme e pequenino em quase tudo, por um lado nao tem uma dimensao dramatica que o permita ser forte e abrangente. Por outro lado nao se disfarça nem de policial nem de filme de acçao, o que dificulta a catalogaçao do filme em qualquer tipo de genero, sendo vincado o seu caracter mais familiar.
A falta de decisao e objectividade do filme realçam as suas maiores deficiencians, onde apenas uma quimica bem efectuada entre a personagem da menor e a de Ford, acabam por suprimir algumas insuficiencias naturais de um filme pouco creativo.
A determinada altura parece que a fonte de ideias do filme seca, e que caminha lentamente para o seu final, como de um destino sem qualquer possibilidade de alteraçao
O filme fala de uma familia cuja filha encontra se em cadeira de rodas e centra as expectativas numa terapia de um peculiar medico.
O argumento nao e rico em nenhuma das suas vertentes, personagens, dialogos e narrativa o qb, sem qualquer tipo de especieria. E acima de tudo pouco creativo.
Tambem em termos de realizaçao nao ha qualquer tipo de arrojo, limita-se a filmar sem grandes planos, movimentos ou sentido estetico,
e por fim o mesmo marasmo em termos de cast. Fraser e Ford em piloto automatico, vincado as dificuldades ja anteriormente encontradas em actores fora de genero.
O melhor - A pouca envolvencia e arrojo do filme
O pior - A incapacidade de se notar a quem quer que seja
Avaliação - C-
Sunday, March 07, 2010
Crazy Heart

| Starring: | Jeff Bridges, Maggie Gyllenhaal, Robert Duvall, James Keane (II), Anna Felix |
| Directed by: | Scott Cooper |
Crazy heart e daqueles pequenos filmes que uma interpretação apelativa conduz a uma visibilidade que nem nas melhores das hipoteses era esperada pelos seus produtores. COntudo a expansao do filme começou lentamente com as primeiras criticas especialmente positivas para Bridges, que se extenderam aos seus colegas de cast e finalmente ao filme. Isso fez com que o filme adquirisse uma distribuiçao mais alongada e se torna-se num filme com um registo comercial de alguma dimensao.
Crazy heart e um filme simples, que aborda a carreira de um musico profissional cuja fama dentro da Country Music nunca foi elevada, e acima de tudo esta dedicaçao nunca permitiu que a sua vida fosse inteiramente realizada. E um filme sobre a reflexao sobre a satisfaçao sobre a nossa vida, e aqui o filme consegue incutir a emocionalidade necessaria a um filme de vida como este.
Nao tem muita creatividade, tapa demasiados buracos com a componente musical que o filme coloca, mais que um filme sobre um musico e um filme sobre a musica e neste particular estamos obviamente perante um filme muito interessante.
Na componente mais pessoal da personagem o filme e extremamente limitado tudo demasiado repetitivo dentro do contexto de historia de amor entre personalidade sofridas e diferentes, pouco ou nada de novo e acrescentado neste particular numa historia de amor igual a tantas outras mostradas em filmes
Isto nao teria grande problema se o filme nao centrasse a sua historia neste ponto, onde tudo e efectuado apelando mais a emoçao do que propriamente ao coraçao.. Mesmo assim o filme tem bons momentos na forma como aproveita bem a interacçao das personagens para lhe oferecer este caracter mais emotivo
O filme fala de um musico country em final de carreira que se encontra algo perdido na sua vida ate que encontra um jovem mae solteira que acaba por se apaixonar, so que a diferença da vida de ambos e a musica vao problematizar uma relaçao obvia
O argumento nao e brilhante nem prodigo em creatividade e um pouco repetitivo em termos da historia de amor, sem grande moratoria ou valor proprio. As personagens sao bem caracterizadas e isso joga a favor do filme, que resiste mais pela força interior das personagens do que propriamente pela riqueza da narrativa,.
Um filme pequeno normalmente nao e dotado de grande realizaçao e mais uma vez este nao o e resitindo mais graças a força da musica do que propriamente na riqueza de imagens que raramente chega.
O cast e o impulsionador do filme, principalmente um bridges com um papel complicado carismatico, mas mais valorizado pelo historial do actor do que propriamente pela excelencia de um papel num registo muito proprio do actor. Provavelmente valer-lhe a o oscar da academia, mais pela persistencia de um grande actor, do que do um papel fora de serie. e para contextualizar uma Gyleenhall mais modesta, mas mais uma vez certinha num tipo de papel que cabe muito bem em si, pese embora a nomeaçao para o oscar nos pareça exagerado.
O melhor - O carisma de bridges
O pior - Um filme caso de vida
Avaliação - -C+
Capitalism: A Love Story

| Starring: | Michael Moore |
| Directed by: | Michael Moore |
Michael Moore ganhou um espaço singular no cinema norte americano como o denunciador dos problemas politicos de um pais tao grande como os EUA, munido de humor satirico bem apurado, consegue como poucos ironizar e tocar nas fridas, o que lhe trouxe todo o reconhecimento principalmente em Colombine, ou mesmo no mais polemico Farnheit. Tornou-se um dos maiores adversarios politicos de George Bush. Este filme sobre um assunto mais tecnico nao teve a aceitaçao nem critica nem publica dos anteriores, apesar de mais uma vez ter centrado em si a atençao mediatica.
Michael Moore, cai nos seu filmes num erro crasso em termos de documentario, ou seja o egocentrismo, ou seja muitas vezes perde-se em demasia a mostrar toda a sua coragem e independencia politica em vez de centrar na tematica ou mesmo torna-la de mais facil consumo para o seu espectador.
Em vez disso demonstra os seus poderes de investigaçao complexificando os seus filmes com mais e mais ingredientes que rapidamente fazem perder o raciocinio pretendido. E obvio que ele consegue conjugar a força de exploraçao com uma creatividade acima da media que torna o produto final claramente mais apetecivel
O filme fala das ligaçoes empresariais e politicas dos EUA,e a força empresarial e a dependencia do poder politico desta.
Um documentario nao tem em si argumento mas sim linhas de orientaçao, e aqui Moore investiga e completa as suas obras como poucos.
a realizaçao e mesmo a excelencia do realizador pela forma creativa e propria dos seus filmes que se tornam e conjugam uma boa linhagem tematica com a força creativa de imagens de grande alcance.
O melhor - O registo realizador de Moore
O pior - Complexifica em demasia as suas tematicas
Avaliação - B-
Sunday, February 28, 2010
Cirque du freak: Vampire's Assistent

| Starring: | John C. Reilly, Ken Watanabe, Josh Hutcherson, Chris Massoglia, Ray Stevenson |
| Directed by: | Paul Weitz |
Desde a separaçao dos irmãos Weitz que o caminho destes se tem cruzado diversas vezes pese embora nao mais tenham colaborado entre si. Contudo se os caminhos tem se cruzado por outrl lado e notorio que seguiram formas diferentes de cinema, Uma mais comercial e uma mais rebelde e vanguardista que e o caso de Paul. Este ano a disputa estava relacionada com o mundo dos vampiros de um lado Chris com a sequela multimilionaria de Twilight, enquanto que o seu irmao lançava este particular Cirque du Freak. Contudo tudo correu mal a Paul, primeiro em termos criticos onde a insolencia do guiao, ou mesmo um humor algo desajustado nao caiu bem numa critica sempre algo tradicional. E isso impulsionou para um fiasco rotundo em termos comerciais onde o filme nao foi alem de resultados pessimos, e tornou-se facilmente num dos floops do ano.
Cirque du freak, e uma comedia e assume-se como tal, contudo vem numa embalagem de um quase blockbuster apostado em fazer rentabilizar um tema que se encontra na luz da ribalta, contudo de uma forma completamente diferente. A ideia de vampiro que este filme quer dar, e mais tradicinalista e distante daquela que de momento surge como mais provavel e mais aceite, e talvez este facto tenha dificultado a capacidade do filme se assumir comercialmente
O filme tem uma forma de realizaçao interessante, um humor que nunca se consegue assumir como verdadeiramente negro pese embora queira dar esse sentido a si proprio. E é neste particular que o filme tem mais dificuldades em concretizar os seus objectivos. Ja que em termos de formula de realização e mesmo conceito, tamos perante um filme com uma certa dose de originalidade e toques de creatividade.
Outro grande problema do filme foi desde logo assumir o filme como um sucesso garantido, tornando a historia muito aberta para possiveis sequelas, o que olhando para os resultados do filme, dificilmente irao existir
Õ argumento do filme é orignal em quase tudo, na forma como fornece a envolvencia necessaria ao filme, mesmo na caracterizaçao das persoangens. perde alguma força na incapacidade quase natural de fazer rentabilizar as suas piadas, e tem um erro muito vincado, que e a abertura total de um guiao para uma segunda fita.
Paul Weitz e um realizador diferente do seu irmao, menos tecnico mas mais creativo, e mais uma vez isto e notorio neste filme, nao tem medo de arriscar, mesmo que muitas vezes as coisas nao corram pelo melhor, e existe sequencias onde obviamente as coisas não correm tão bem. Mas a coragem de arriscar e mais vincada!
O cast nao e rico, a falta de um grande nome pode tornar-se o suicidio do filme, Reilley, e um tipico secundario, que e pouco posto a prova no filme, Watanabe, idem idem. E os jovens ainda nao tem o carisma para assumir para si um filme tao comercial como este. O cast apesar de tudo nao e o mais nefasto para o filme
O melhor - O arrojo de algumas partes da forma de realizar
O pior - A falta de força do humor do filme
Avaliação - C+
Agora

| Starring: | Rachel Weisz, Ashraf Barhoum, Oscar Isaac, Homayoun Ershadi, Max Minghella |
| Directed by: | Alejandro Amenabar |
Alejandro Amenabar e dos realizadores europeus aquele que melhores resultados obteu com os seus ultimos filmes. Contudo quando o sucesso começa a ser constante a ambiçao e sempre maior, dai que para este ano preparou uma das maiores produçoes europeias da historia, sob a forma de um epico historico. Contudo os resultados foram extremamente dispares, por um lado o filme nao atingiu em termos de visibilidade um terço do que os seus anteriores filmes conseguiram. Contudo os maiores problemas ainda adviram de alguma negação critica em torno de um filme megalomano. Sem duvida o grande arakiri de Amenabar.
Um realizador como o espanhol deveria perceber que tem um terreno cinematografico bastante proximo, e que deveria ser neste que deveria apostar. E as carateristicas demonstradas ate entao distanciavam no naturalmente do cinema epico e historico, onde a sua creatividade de argumento ficaria um pouco aquem, e sem espaço para funcionar.
Agora e um filme muito bem produzido e realizado, os meios sao sempre colocado de uma forma eficaz para embelezar e acima de tudo tornar o filme maior. Contudo o filme perde força na sua narrativa, apesar de tentar nos dar uma batalha de ideiais o filme acaba quase sempre por se tornar exclusivo das vivencias de uma personagem, quase como um biopic, nao assumido e isso nao o torna nem de perto nem de longe um filme de eleiçao
Agora tem bons momentos, principalmente na parte final, onde parece encontrar o rumo que tenta encontrar durante a primeira hora de filme onde e muito solto, quase sempre longinquo de qualquer filme que o espectador espere ver.
O filme fala sobre uma astronoma, que se ve envolvida sentimimentalmente e fisicamente num confronto de ideologias religiosas que acabam por se tornar uma sangrenta batalha com consequencias para todos.
O argumento e o parente mais pobre do filme, ou seja tenta ser demasiado versatil, e nao consegue nunca ter o melhor em nenhum das suas componentes e sabido que o epico nao e normalmente rico em argumento, mas Amenabar poderia salvaguardar este aspecto o que nao consegue.
Em termos de realizaçao Amenabar e um fora de serie em todas as suas vertentes e mais uma vez o demonstra num terreno diverso daquilo que tinha feito ate entao. COntudo sem a força dos guioes mais originais que constuma fazer perde alguma chama relativamente aos filmes anteriores.
Apostar em actores anglo saxonicos era uma forma de dar mais visibilidade ao filme,o que acabou por falhar com escolhas de secundarios onde apenas Weisz como protagonista podia dar alguma chama. Tem um papel forte intenso e carismatico que o pouco valor comercial e critico do filme acabou por condenar. Contudo a maior surpresa acaba por ser Minghella num papel dificil intenso e exigente, que demontrou mais amadorecimento num actor que pode ser caso serio num futuro proximo
O melhor - o valor produtivo do filme
O pior - A expectativa defraudada
Avaliação - C+
Friday, February 26, 2010
NINE
Se exite coisa que não se pode em momento algum negar, é que Rob Marshal conseguiu trazer de volta o genero do classico musical para o cinema. A ansiedade que surge nos espectadores antes do lançamento ou mesmo nas produções dos seus filmes e por si so meritorio, para um realizador incansavel. Contudo os resultados nao sao sempre os mesmos e foi o que se sucedeu com este imperialista Nine. De candidato a abater na guerra dos galardões, eté renegado de luxo o trajecto foi pequeno. Foi considerado uma das desilusões do ano, nao so em termos criticos onde nao teve a aceitação dos anteriores filmes do realizador, e especialmente em termos de bilheteiras onde as consequencias foram ainda mais danosas.
Nine perde relativamente aos outros filmes do realizador pela falta de alcance da obra. Ou seja ao contrario dos outros filmes o filme pouco mais é daquilo que conta e a sua generalizaçao ou qualquer outro tipo de carga associada nunca existe. Tem particularidades interessantes mas nunca passa disso. Mesmo a historia de base e muito rudimentar, pouco mais do que a facilidade da fama para arranjar mulheres ou mesmo a falta de inspeiraçao artistica.
A nivel musicar o filme vive de altos e baixos contrapondo momentos de grande organizaçao artistica com outros mais pobres e que nao podem ter lugar num filme com este estatuto. E as prestaçoes e força das interpretaçoes relaciona-se de perto com esta possibilidade que lhes e dada.
Nao e daqueles filmes com capacidade de vincar e marcar a sua posiçao junto do espectador, caindo no erro maior de ser demasiado solto entre as suas parcelas.
O filme fala de um realizador de cinema Contini e a forma como este se relaciona com as mulheres da sua vida, e principalmente na sua fase de falta de creaçao.
O argumento e muito pobre em termos de conteudo narrativo, a historia quase so serve de suporte para os momentos musicais, e mesmo esses não tem muito sumo. A nivel de personagens com a excepçao da principal todas elas sao muito rudimentares sem qualquer espoço para adquirir outro tipo de força
Marshal mais que um bom realizador e um bom coreografo, e isso denota-se na facilidade com que solta as personagens para os momentos musicais. Em termos esteticos ja o vimos com mais arrojo e coragem, o filme nem sempre e aquilo que esperamos dele em termos estetico, pese embora seja dos aspectos mais sedutores do filme.
O cast e claramente o ponto mais interessante do filme, com um leque de protagonistas absolutamente incomparavel, é precisamente em Contini que temos as maiores sensações neste particular. Discutir a qualidade de Day Lewis e estupido, e um fora de serie, um escolhido, e isso denota-se em todas as sequencias não musicais do filme, consegue encarar facilmente e com veracidade qualquer tipo de sentimento humano. Contudo nao e um actor com grandes capacidades musicais e neste particular nao e feliz em algumas sequencias onde o canto e a arma. Quanto as mulheres destaque para a presença sensual de Cruz, e a suavidade ao longo de todo o filme de Collitar, obviamente as mais valorizadas do filme. De registar que cabe a Hudson o melhor momento musical e coreografo, mas e exclusivo na sua prestaçao
O melhor - O momeno cinema italiano
O pior - A falta de força moratoria de todo o filme
Avaliação - C+
Nine perde relativamente aos outros filmes do realizador pela falta de alcance da obra. Ou seja ao contrario dos outros filmes o filme pouco mais é daquilo que conta e a sua generalizaçao ou qualquer outro tipo de carga associada nunca existe. Tem particularidades interessantes mas nunca passa disso. Mesmo a historia de base e muito rudimentar, pouco mais do que a facilidade da fama para arranjar mulheres ou mesmo a falta de inspeiraçao artistica.
A nivel musicar o filme vive de altos e baixos contrapondo momentos de grande organizaçao artistica com outros mais pobres e que nao podem ter lugar num filme com este estatuto. E as prestaçoes e força das interpretaçoes relaciona-se de perto com esta possibilidade que lhes e dada.
Nao e daqueles filmes com capacidade de vincar e marcar a sua posiçao junto do espectador, caindo no erro maior de ser demasiado solto entre as suas parcelas.
O filme fala de um realizador de cinema Contini e a forma como este se relaciona com as mulheres da sua vida, e principalmente na sua fase de falta de creaçao.
O argumento e muito pobre em termos de conteudo narrativo, a historia quase so serve de suporte para os momentos musicais, e mesmo esses não tem muito sumo. A nivel de personagens com a excepçao da principal todas elas sao muito rudimentares sem qualquer espoço para adquirir outro tipo de força
Marshal mais que um bom realizador e um bom coreografo, e isso denota-se na facilidade com que solta as personagens para os momentos musicais. Em termos esteticos ja o vimos com mais arrojo e coragem, o filme nem sempre e aquilo que esperamos dele em termos estetico, pese embora seja dos aspectos mais sedutores do filme.
O cast e claramente o ponto mais interessante do filme, com um leque de protagonistas absolutamente incomparavel, é precisamente em Contini que temos as maiores sensações neste particular. Discutir a qualidade de Day Lewis e estupido, e um fora de serie, um escolhido, e isso denota-se em todas as sequencias não musicais do filme, consegue encarar facilmente e com veracidade qualquer tipo de sentimento humano. Contudo nao e um actor com grandes capacidades musicais e neste particular nao e feliz em algumas sequencias onde o canto e a arma. Quanto as mulheres destaque para a presença sensual de Cruz, e a suavidade ao longo de todo o filme de Collitar, obviamente as mais valorizadas do filme. De registar que cabe a Hudson o melhor momento musical e coreografo, mas e exclusivo na sua prestaçao
O melhor - O momeno cinema italiano
O pior - A falta de força moratoria de todo o filme
Avaliação - C+
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